E quando Deus não está no lar ?

Por se tratar de uma instituição divina, a família tem sido atacada desde o Éden por inimigos mortais. No mundo moderno, esse ataque tem sido extremamente violento, a ponto de muitos já duvidarem da necessidade de constituir família. Há moços que têm receio de se casarem temendo não ter condições de levar adiante a constituição do lar, e também há moças que sentem o mesmo receio. Além disso, há, ainda, os que, inebriados pela propaganda materialista, que prega novas formas de convivência social em substituição ao lar, preferem lançar-se ao mar revolto das aventuras, das libertinagens sexuais, do falso “amor livre”, e de tantas outras fugas, a enfrentarem a realidade, da boa convivência social, com base na instituição familiar.

Por trás de todo o ataque à família, está o inimigo de Deus e dos homens, Satanás. E poucos sabem disso. As famílias cristãs, quando verdadeiramente cristãs, são as que estão em melhores condições, espirituais e morais, de reagirem e vencerem os ataques diabólicos contra o lar. Veremos agora alguns dos terríveis inimigos do lar e da família, e como combatê-los.

O PERIGO DA FALTA DE DEUS NO LAR

A falta de Deus é o inimigo número um do lar. Ele se revela quando o ambiente em casa é destituído de espiritualidade. Quando Deus está presente no lar, sente-se uma at-mosfera diferente, agradável e santa. O pai e a mãe se unem aos filhos para servirem ao Senhor. Deus é o hóspede invisível, mas real, que domina o ambiente da família. Em cada canto da casa, pode-se sentir Deus. Há harmonia entre todos. Há louvores. Há devoção sincera ao Senhor. As coisas de Deus são colocadas em primeiro lugar e o lar é uma continuação da igreja.
Por outro lado, quando Deus não está no lar, sente-se que o ambiente é carnal, pesado, cheio de manifestações mundanas. Não se louva a Deus, mas a criatura. Não se ora, não se busca o Senhor. A Bíblia, se existir, está escondida. As músicas são profanas. Não existe harmonia no ca-sal nem nos filhos. As coisas materiais estão em primeiro lugar. ‘Só se pensa em prazeres materiais, riquezas, dinheiro, diversões e coisas mundanas! a casa é uma continuação do mundo. É bom não esquecer o que diz o salmista: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Sl 127.1).

Quando o Senhor edifica, as bases, as colunas, as paredes espirituais, os muros ficam fortalecidos pelo Supremo Arquiteto. Mas os pais, para começarem com Deus e continuarem com Deus, precisam cumprir os seus deveres cristãos, como já foi dito antes. Em resumo, para ter Deus no lar, é necessário:
Ter no lar uma vida de oração.

· Realizar o culto doméstico, adorando a Deus com a família.
Cultivar e estimular no lar a leitura da Bíblia Sagrada.

– Levar a família, cedo, ao ambiente sadio da igreja. ·

– Estar vigilante quanto às “astutas ciladas do Diabo” contra o lar.

– Combater todas as formas de infiltração do materialismo ateu, seja por via da escola, dos meios de comu-nicação (tevê) ou de outras pessoas. · Levar a família a ocupar-se no serviço do Senhor.

Pr. Elinaldo Renovato de Lima

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E se for uma “boa” pessoa, terei lugar garantido no céu quando morrer ? NÃO !!!

” Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem de obras, para que ninguém se glorie” ( Ef 2.8 ).

O pecado separou o homem de Deus. A humanidade sentiu esta separação e a distância do Criador. Por esta razão, o ser humano tem se esforçado muito para se aproximar e se religar a Deus. Daí surgiram inúmeras religiões. ( Religião = religar). Cada uma apresenta seus sacrifícios e boas obras como meio de chegar a Deus.

O cristianismo bíblico não é simplesmente mais uma religião, como querem muitos historiadores e antropólogos. Esta é a única religião em que a divindade se torna o próprio sacrifício. Deus sabia que nada existia em nós que pudesse servir como oferta aceitável para perdão dos pecados e salvação das nossas almas. Por isso, enviou Jesus Cristo, o cordeiro de Deus, para morrer em nosso lugar. Agora, cabe a cada um de nós apenas crer na eficácia do sacrifício de Jesus, arrepender dos nossos pecados e pedir o seu perdão e salvação.

Boas obras, ações caridosas, não têm o poder de levar ninguém ao céu. Entretanto, sendo salvos pela fé, somos ensinados a praticar as boas obras, e devemos praticá-las, como uma forma de testemunho e demonstração de amor ao próximo.

“Se com a tua boca confessares e com o teu coração creres que Deus ressuscitou a Cristo dentre os mortos, serás salvo”. (Rm.10-9).

Prof. Anísio Renato de Andrade

Neste exato momento, você já está sendo “bombardeado” pelo inferno. VIGIAI e ORAI !!!

Estamos numa guerra espiritual que não se restringe aos momentos de oração, mas é ininterrupta, encerrando-se apenas no dia em que Jesus voltar. O Diabo tem uma série de estratégias. Corremos o risco de identificar algumas e cair nas outras. O fato é que ele não desiste. Nossa vitória de hoje não eliminará o ataque de amanhã. Pelo contrário, ele poderá ser mais sofisticado. Portanto, não podemos relaxar.

Se você não cair numa cilada, ele tentará outra.

Se você não cair na rua, ele colocará tropeços dentro de casa ou dentro da igreja.

Se você não é atingido pelos inimigos, ele tentará usar seus amigos.

Se você não se deixa levar pela prostituta, ele enviará a mulher adúltera.

Se você estiver acima dos erros por ignorância, ele usará a sabedoria humana (lógica e filosofia).

Se você reconhece logo a mentira, ele usará a própria verdade (distorção da bíblia e acusação).

Se você não se torna mundano, ele vai empurrá-lo para uma religiosidade vazia.

Se você resiste à prática da maldade, ele tentará levá-lo às práticas bondosas: caridade sem Cristo (João.12.5).

Pensando em todas estas armadilhas, pode parecer que não exista possibilidade de escape para o cristão, mas não é assim. Cristo venceu Satanás em todos os níveis (Mt.4.1-11) e nós também venceremos, se conhecermos e utilizarmos as armas que o Senhor colocou à nossa disposição (Ef.6.10-18).

O fundamento da nossa resistência é:

– Fé em Deus; compromisso com ele (salvação); conhecimento e prática da sua Palavra.

A bíblia traz ao nosso conhecimento as realidades espirituais conquistadas por Cristo para nós, isto é, nossa posição espiritual. Sabendo isto, nossa fé será uma arma de defesa eficiente contra vários ataques do maligno.

O conhecimento da palavra, juntamente com a fé e o compromisso, produzirão diversas virtudes espirituais em nós. Podemos resumi-las em duas palavras: justiça e verdade.

Um cristão cheio de fé, cheio da palavra, justo e verdadeiro, torna-se um guerreiro eficaz contra o Diabo. Deve, porém, ser vigilante, pois, se “dormir”, suas armas serão inúteis (Mt.13.25; ITss.5.6).

O Senhor nos manda vigiar e orar. A oração busca a proteção divina. A vigilância trata da parte humana no combate.

Nosso inimigo é persistente e astuto, mas o Senhor nos capacita para sermos mais do que vencedores.

“Ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite. E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte” Ap.12.10-11.

Prof. Anísio Renato de Andrade

O Homem “bom” poderá ir pro INFERNO ? Sim !

Nem todo erro é pecado
Nem todo pecado é contravenção
Nem toda contravenção é crime
Todo crime, contravenção e pecado são erros e precisam ser evitados, mas cada um tem efeitos e penalidades diferentes.

Alguns afirmam que todo pecado é igual. A bíblia, porém, não diz tal coisa. Tanto é que existem pecados para morte (IJo.5.16), existe pecado sem perdão (Mt.12.32), mas nem todos se encaixam nestas categorias. A lei de Moisés determinava penas diferentes conforme a gravidade do pecado cometido. Uma das formas de se distinguir um pecado do outro é através das conseqüências de cada um.

É evidente que todo pecado é maligno e deve ser evitado. Quero, entretanto, chamar a atenção para alguns pecados que se destacam nas Escrituras. O ditado popular diz: “errar é humano”. Isto está correto, mas pode trazer um perigoso sentimento de conformação com o erro. Errar é humano, mas existem erros que são irreparáveis. Por isso, não podemos nos dar ao luxo de cometê-los.

Todo pecado desagrada a Deus, mas alguns são classificados como abominação aos seus olhos.

O que seria abominação?

Imagine que alguém lhe sirva uma refeição com arroz, feijão, carne, e alguns pedaços de fezes por cima, e, como acompanhamento, um copo de vômito. Talvez você tenha dito “eco!” ou “argh!”. Isto é abominação: nojo, repulsa, aversão extrema a ponto de se querer vomitar ou até mesmo agredir quem faz tais coisas (Ex.8.26).

Desculpe-me por escrever coisas tão nojentas, mas é só para dar uma idéia da reação divina diante de alguns pecados.

Você ficou enojado com tudo isso? Deus também fica, quando se faz aquilo que é detestável aos seus olhos.

Vejamos exemplos bíblicos de atitudes ou ações que são consideradas abominações diante do Senhor:

– Ato homossexual e outras devassidões – Lv.18.22-30; Lv.20.13; Dt.22.5; Ez.22.11;
– Incesto – Ez.22.11;
– Idolatria – Lv.26.30; Dt.7.25-26; Dt.12.31; Dt.13.13-14; Dt.27.15; Dt.29.17; Dt.32.16; Jr.16.18; Jr.44.3-4;
– Oferta defeituosa ou fruto de pecado – Dt.17.1; Dt.23.18;
– A oferta e o sacrifício do ímpio – Pv.15.8; Pv.21.27;
– Adivinhação, feitiço e consulta aos mortos – Dt.18.9-12.
– Roubo em transações comerciais – Dt.25.13-16; Pv.11.1; Pv.20.10,23;
– O sanguinário e o fraudulento – Salmo 5.6.
– O perverso – Pv.3.32.
– O arrogante – Pv.16.5;
– O que causa contenda entre os irmãos – Pv.6.16-19.
– A mentira – Pv.12.22;
– Condenar o justo e justificar o ímpio – Pv.17.15.
– A oração do desobediente – Pv.28.9;
– Furto, homicídio, adultério e falso juramento – Jr.7.9-10; Ez.22.11; Ez.33.26;
– A prostituição – Jr.13.27; Ez.16.25;
– O divórcio – Mal.2.16 (foi permitido em algumas situações, mas não é algo normal e agradável a Deus);

Observa-se que as abominações estão geralmente relacionadas a graves injustiças, aberrações sexuais e atos religiosos ofensivos a Deus. Se fôssemos fazer nossa própria lista, talvez não incluíssemos questões religiosas, como oferta, etc, mas a bíblia nos mostra o quanto essas coisas agridem a santidade divina.

Nós, como filhos de Deus, devemos abominar aquilo que ele abomina e amar o que ele ama (Sl.119.163).

Os profetas do Velho Testamento se levantaram para denunciar as abominações praticadas em Israel e Judá. Como não lhes deram ouvidos, o Senhor permitiu que os inimigos viessem e levassem aquele povo para o cativeiro na Assíria e na Babilônia.

“O Senhor não podia por mais tempo suportar a maldade das vossas ações, as abominações que cometestes; pelo que se tornou a vossa terra em desolação, e em espanto, e em maldição, sem habitantes, como hoje se vê” (Jr.44.22).

Toda abominação atrai a ira de Deus (Dt.32.16). “Agora depressa derramarei o meu furor sobre ti, e cumprirei a minha ira contra ti, e te julgarei conforme os teus caminhos; e te punirei por todas as tuas abominações” (Ez.7.8).

Não é de se estranhar que aqueles que não conhecem o Senhor pratiquem abominações (e existem muitos ímpios que não chegam a fazê-las – ICo.5.1). O cristão, entretanto, não pode cometê-las de modo nenhum, pois trará sobre si a ira de Deus, podendo, inclusive cair nas mãos de Satanás (ICo.5.1-5,11), pois a abominação traz consigo o assolador (Dn.9.27).

“Desviando-se o justo da sua justiça, e cometendo a iniqüidade, fazendo conforme todas as abominações que faz o ímpio, porventura viverá? De todas as suas justiças que tiver feito não se fará memória; pois pela traição que praticou, e pelo pecado que cometeu ele morrerá” (Ez.18.24).

Não estamos debaixo da lei mosaica para que apedrejemos quem pratica abominação, mas isso não diminui a agressão que se faz à santidade de Deus quando se comete tais pecados.

Se houver arrependimento, Deus perdoará as abominações cometidas, mas isto não pode servir como licença para pecar, pois, mesmo havendo perdão, haverá conseqüências terríveis. Davi adulterou, arrependeu-se e foi perdoado. Contudo, o filho do adultério morreu e outras conseqüências vieram sobre o rei.

“Pois a terra que embebe a chuva, que cai muitas vezes sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção da parte de Deus; mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada. Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e que acompanham a salvação…” (Heb.6.7-9).

Prof. Anísio Renato de Andrade

Aonde o pecado pode levar o homem ?

Certa moça, apaixonada por um homem casado, quer saber o que fazer. De fato, ela já sabe, mas vive o conflito entre o desejo e o dever. Quem quer se lançar numa aventura como essa, deve olhar para o fundo do abismo antes de pular. É um suicídio moral e espiritual. A jovem vive a ilusão de constituir um lar com aquele homem. Entretanto, ele já tem uma família constituída, com sua esposa e seu filho.

Vamos delinear um possível desenvolvimento para essa história a partir do envolvimento extraconjugal. O prazer da satisfação carnal virá acompanhado por outros elementos indesejáveis. A nova união receberá o nome de adultério, ainda que se queira chamar de outra coisa. Na seqüência, ficará estabelecida a bigamia, mesmo que provisória. Por um descuido, a amante ficará grávida. Diante da complexidade da situação, será realizado o aborto.

No dia em que o caso vier à tona, trará a decepção para a esposa que, não conseguindo perdoar, pedirá o divórcio. Este não será exatamente o fim do casamento. Ficarão as obrigações alimentares, as visitas constrangedoras e a consciência ferida. O filho, também decepcionado, crescerá sem a convivência assídua com o pai. Poderá, em função disso, ter dificuldades em seus próprios relacionamentos e na futura constituição familiar.

Existem situações ainda mais graves em que o cônjuge traído resolve matar o traidor juntamente com a terceira pessoa da história.

Embora nem todo adultério tenha desfecho tão trágico, também é verdade que nenhum deles é capaz de produzir uma linda história de amor.

O melhor a se fazer é escapar enquanto é possível. “Livra-te como a gazela da mão do caçador, e como a ave da mão do passarinheiro” (Pv.6.5).

A bíblia diz que “um abismo chama outro abismo” (Salmo 42.7). Quando a pessoa estiver no meio da tragédia, tentará compreender como chegou àquele ponto. Tudo começou com uma escolha pecaminosa. A paixão pode ser muito forte, mas vai passar. Não se deixe levar por uma emoção.

Quando Deus disse “Não adulterarás”, ele não pretendia estabelecer uma prisão para o ser humano, mas queria apenas protegê-lo de terríveis males. Os mandamentos do Senhor são como cercas à beira do abismo. Eles não têm por objetivo a restrição da nossa liberdade, mas a proteção das nossas almas e também dos nossos entes queridos.

Quando se escolhe o pecado, inicia-se a queda. É um processo que leva o homem “de mal a pior” (II Tm.3.13). Onde será o fundo desse abismo? O inferno. A pior conseqüência do pecado não é física, emocional ou financeira. O ponto máximo de sua destruição é a condenação do homem à eternidade de sofrimento, longe de Deus.

Entretanto, ainda existe esperança. Aos que se encontram caídos nos abismos do pecado, o Senhor Jesus estende a mão. Ele é o bom pastor que veio ao mundo em busca das ovelhas que se afastaram, caindo nos penhascos da vida (João 10.14). O Senhor oferece perdão e acolhimento para aqueles que pecaram. Contudo, não se deve usar o conhecimento da sua misericórdia como permissão para o pecado. Muitos caem e não se levantam mais. Muitos são mortos antes que possam pedir ajuda.

Se você pode ler esta mensagem, é porque ainda não é tarde demais. Clame ao Senhor por misericórdia e perdão. Ele pode fazer parar o processo da queda espiritual e firmar os seus passos. Resolva voltar. Suba em direção a uma vida de honra na presença de Deus.

Prof. Anísio Renato de Andrade

Só Cristo Jesus Liberta – Cuidado com a Cultura do Mundo !

 

Jesus Cristo é o ÚNICO Caminho, a ÚNICA Verdade e a ÚNIC A Verdadeira Vida !

Ninguém vai ao Pai senão pelo Cordeiro de Deus !!!