Sua vida pode naufragar como o Titanic ! ENTREGUE-SE A JESUS CRISTO AGORA MESMO ! Ele é o ÚNICO Senhor que Salva !

 

Jesus disse: “Erguei os vossos olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa. O ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto para a vida eterna.” 

                                       João 4:35 e 36   

  Leia este livreto meditando na situação das pessoas que você conhece e sabe que estão perdidas. Tente entender o que significa estar perdido eternamente.  

Procure compreender o que representa o seu melhor amigo estar em tormentos eternos, onde não há água para refrescar a língua, conforme sentia o rico no inferno. Luc. 16,24. Com este sentimento leia esta mensagem, como um recado de Deus para sua vida.   

O navio mais famoso do mundo foi construído nos estaleiros de Belfat, na Irlanda – entre a primavera de 1909 e maio de 1911. 

No dia 31 de maio de 1911 o navio deslizou do estaleiro da construção Naval White Star Line. Naquele dia de festa um empregado da construtora disse: “Nem mesmo o próprio Deus pode afundar esse navio.” 

A Sra. Albert Caldwell, embarcava no navio quando perguntou a um tripulante: “É verdade que este navio não pode afundar? “ 

O marujo respondeu arrogantemente: “Minha Senhora, nem Deus poderia afundar este navio.” 

A primeira e última viagem partiu de Southampton, da Inglaterra. 

As 12 h do dia 10 de abril de 1912, o Titanic partiu com destino a Nova Iorque, USA. 

No dia seguinte o navio fez uma última parada, ancorado  ao largo da costa da Irlanda, em Queenstown. Lanchas trouxeram para bordo passageiros para sua viagem à eternidade. 

Existem poucas fotos deste histórico embarque, somente o padre Francis M. Browne, tirou algumas fotos de seus companheiros, a maioria deles embarcou para a eternidade. 

O Titanic levava um total de 2.228 pessoas. 

No início do século XX, este navio era o maior objeto móvel manufaturado do mundo. 

Foi na época o navio mais longo já construído, com mais de 4 quadras de comprimento. 

Acomodações para uma tripulação de 860 pessoas e capacidade para 3.500 passageiros. (Capacidade total era 4.360 pessoas.) 

O Titanic pesava 66.000 toneladas. 

Cada máquina de vapor tinha  9 metros de altura e os motores trabalhavam com 50.000 HP de potência. 

Para transportar a âncora do navio foi necessária uma carroça com 20 cavalos. 

Às 23.40h do dia 14 de abril 1912 o vigia Frederick Fleet avistou um Eisberg bem à proa do navio. 

Imediatamente acionou o alarme. O Primeiro oficial William Murdoch, ordenou: ”Invertam a marcha das máquinas.” 

Mas já era tarde demais. Após meio minuto, embora a proa do navio houvesse se desviado da montanha de gelo, ouviu-se um barulho vindo do fundo do navio. O Titanic havia sido ferido de morte. 

Exatamente as 00:05 horas do dia 14 de abril de 1912, – 25 minutos após a colisão, o capitão Edward Smith, ordenou que os barcos salva-vidas fossem arriados, para transportar os passageiros ao mar. 

Às 2,30h ao som do hino “Mais perto quero estar meu Deus de ti,” e  executado pela orquestra de bordo, do maestro Wallace Harthey, o Titanic mergulhou rapidamente para as profundezas do oceano. 

O radiotelegrafista John Philips, que mandou o telegrafista do navio The Californian “calar a boca” quando o avisava que avia Eisberg na proximidade rogou entre soluços: “Deus me perdoe… Deus me perdoe.” 

300 corpos foram recuperados das águas e entregue às famílias, ou sepultadas em um cemitério na costa do Canadá, onde até hoje as sepulturas são cuidadas pela companhia marítima que sucedeu a White Star Line. 

Os demais 1.223 corpos estão sepultadas no túmulo do vasto Oceano Atlântico Norte, junto ao próprio Titanic, a      4. 000 metros de profundidade. 

Certo dia, quando eu estava começando a preparar a mensagem para o culto, a irmã Mônica Kagiva  chegou a Livraria, contou como sua alma ardia em temor, ao testemunhar para um homem estranho dizendo-lhe: “Se eu não lhe falo da graça de Deus, da salvação que você precisa, imagine, você pode cruzar a rua, morrer ali mesmo e irá para o inferno, e eu serei culpada de sua perdição pois eu não lhe falei nada do socorro que Deus, em Jesus pode dar. O Sr. estará eternamente no inferno, e eu que nada lhe falei do Evangelho de Cristo, como ficarei?” 

Ao sentir como o Espírito Santo agiu no coração desta irmã, que sentia o calor do inferno lançando suas chamas sobre aquele homem estranho, senti o dever de falar sobre o grito de Socorro daqueles que naufragaram com seu “Titanic.” 

Entendemos o que representa o grito de uma alma que está afundando para as chamas do inferno? Ouvimos ainda o pedido de SOS dos náufragos que afundam ao nosso lado? 

A grande maioria dos próprios cristãos estão surdos para com os clamores de multidões de pessoas que estão se agarrando nos últimos destroços de seu “Titanic” que afundou. O “Titanic” mais importante é o barquinho de sua existência e a sua família. 

Quem se importa de socorrer a alma que está se agarrando nos últimos destroços de sua vida, antes de afundar?

A maioria dos cristão dorme tranqüilamente, e ainda critica aqueles que querem ajudar a socorrer os náufragos.

Há muitos cristão que sabem do fogo do inferno, sabem do castigo eterno para os perdidos, mas ficam de braços cruzados, nas poltronas confortáveis de suas igrejas. O problema não é a poltrona, é a preguiça espiritual.

O pior é que muitos reclamam quando é requerido algum sacrifício para ajudar aos que estão se afogando.

Segundo a enciclopédia “Brockhaus,”  morreram no naufrágio do Titanic 1500 pessoas. Outros livros dizem que foram 1523 pessoas. Isso significa que, mais de 1500 pessoas clamaram por socorro depois do naufrágio, na noite escura, nas águas geladas do Atlântico Norte. 

O dia 15 de Abril de 1912 amanheceu com uma frota de botes salva-vidas dispersos, com 705 sobreviventes do Titanic.

Todos os demais flutuavam no lugar do naufrágio, agarrados em pedaços de madeira, uns ainda com vida, outros já mortos.

Um dos navios mais próximos do naufrágio do Titanic, na noite da tragédia,  foi o S.S. Carpathia, da Cunard  Line.

Demorou algumas horas para chegar até o lugar onde os últimos sobreviventes estavam se batendo nas águas geladas.

Muitas vezes já é tarde quando chegamos à casa, ao hospital, ou ao lugar do acidente para socorrer as pessoas que estão morrendo sem Deus.

Mas, em alguns casos as pessoas estão gritando por socorro, ao nosso lado na igreja, na família e na vizinhança, mas existe alguém que quer e pode ajudar aos que estão agarrados nos últimos destroços de sua existência?

O Titanic zarpou  sem Deus e naufragou!

Muitos saíram com sonhos altos, como o filho pródigo, mas em plena viagem da festa, afundaram como o “Titanic”.

Saíram da casa do Pai. Levaram sua herança para o mundo sem Deus.

Viveram felizes até que seu “Titanic”  afundou na lama do sexo, da droga, do fumo e do álcool.

O “Titanic” da vida fácil naufragou!

O CD de Fábio e Ricardo, narra a história de Maria:

Ela saiu de casa, foi trabalhar na cidade. O salário era pouco, então descobriu que vender o corpo na prostituição seria uma saída fácil.

Até que grávida, sozinha e perdida, estava gritando por socorro.

Foi nesta miséria que Deus ainda achou uma saída e salvação para sua alma.

Quantas “Marias” estão se afogando e não há quem lhes estenda a mão.

Com certeza, a criança cresceu, e a solução que Deus lhe deu, ainda trouxe muitas dores e mágoas para ela.

Mas, o socorro de Deus existe e a vida pode ser refeita.

Procure ajuda quando o seu “Titanic” está afundando.

Os “Titanics”  da vida fácil estão afundando mais e mais pela Aids.

Um pastor amigo, socorreu uma jovem, entregou a vida da jovem em oração ao Senhor; carregou a moça algumas vezes ao hospital e logo a jovem morreu, mas sua alma foi salva, no último momento. O pastor ainda levou sua alma aos braços de Jesus.

O que vamos presenciar nos próximos anos pode ser horrível! A revista Veja publicou um relato dos sepultamentos das pessoas que estão morrendo de Aids, na África. Caixões são vendidos como se vende gás em nossas cidades.

Em alguns vilarejos, funerárias vendem milhares de caixões por mês, pois a Adis, está exterminando o povo.

Este é o nosso mundo. Esta é a água gelada onde um “Titanic” após o outro, está naufragando.

Segundo informações extra-oficiais, em uma universidade do PR, foi feita uma campanha para doação sangue. 70% dos alunos cooperaram, mas em 30% do sangue foi constado Aids.

O que vamos  fazer?   A vida de muitos jovens já está com o “casco do Titanic” quebrado.

Já não há mais como reverter o quadro para milhares de pessoas. Mas, podemos ainda lhes falar do único barco salva-vidas no qual ainda devem embarcar, antes que cheguem ao inferno.

O Pastor batista John Harper, segundo o Livro: “Titanic o naufrágio da Soberba” de Arlindo Alves (pg.67) foi visto ainda na última noite antes do naufrágio evangelizando um jovem.

Enquanto outros se divertiam com danças e bebidas fortes, o pastor ouvia o grito da alma do jovem, que estava vivendo sua última chance de salvação.

Segundo o mesmo livro (pg 69) o pastor Harper, ao ouvir o alarme do naufrágio, tomou sua filha Nana que estava com ele, entregou-a a um capitão do convés, com ordens para colocá-la num barco salva-vidas.

(Nana, a filha do pastor, foi resgatada, mandada de volta à Escócia, onde cresceu, casou-se com um pastor, e dedicou toda sua vida ao Senhor a quem seu pai tinha servido.)

O pastor, depois de entregar sua filha, foi socorrer os outros.

Logo o Titanic deslizou para as profundezas do oceano, centenas de pessoas ficaram a se debater nas águas geladas, buscando agarrar-se a qualquer coisa que flutuasse, entre elas estava o pastor John Harper.

A sobrevivente Eva Hart, descrevendo a cena que presenciou afirmou: “O som das pessoas se afogando é algo que não posso descrever…”

O pastor Harper que lutava com as ondas para se manter vivo, vendo se aproximar dele um homem agarrado a uma tábua, gritou-lhe: Você é salvo?” Ante a resposta negativa, retrucou-lhe: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” Nesse momento a correnteza arrastou o homem para a escuridão. Instantes depois, voltaram a se reencontrar, e Harper, que já estava prestes a se afogar, indagou-lhe novamente: “Você é salvo? “ Outra vez a resposta foi “Não”. E Harper voltou a repetir-lhe: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.”

Não houve tempo para mais nada. Exausto, Harper escorregou do objeto que segurava e afundou, indo ao encontro do Senhor. 

O “Titanic” da vida sem Deus afundou!

O comunismo queria eliminar o cristianismo do mundo. Mas, a Cortina de Ferro caiu, e o Muro da Vergonha foi derrubado.

Caíram as teorias de Karl Max. A fúria de Lenin e do comunismo deixou somente os “náufragos” em terror e pobreza, matando milhões de seres humanos.

Adolf Hitler queria eliminar os judeus e também os cristãos, deixou o “Titanic”  Alemanha no fundo do mar e seu povo clamando por socorro.

Morreram 51 milhões de pessoas, durante a II Guerra Mundial.

Assim acontece com todos aqueles que viajam sem Deus e sem Jesus. Minha avó, nascida em Berlim, que viveu nos dias do naufrágio do Titanic, contava que no Titanic havia um cartaz que dizia: “Viajamos sem Deus e também não precisamos de Jesus.”

O Titanic que zarpou do porto de Southampton na Inglaterra, sem Deus e sem Jesus, matou 1523 pessoas e deixou centenas de pessoas gritando por socorro nas águas geladas, no meio do oceano.

Será simplesmente sem efeito um governante iniciar seu governo sem Deus e sem Jesus?

Será sem efeito um empresário construir sua fábrica ou empresa sem Deus e sem Jesus? 

Será possível conduzir sem tragédia o “Titanic” sem Deus, e sem Jesus, onde dezenas, ou até milhares de pessoas trabalham duramente para manter o barquinho de suas famílias?

Um homem rico de São Paulo, dono de uma grande fábrica, dizia: “Meu deus é o meu dinheiro. Eu não preciso de Deus.”

Alguns dias depois perdeu sua fábrica e ficou sem nada. Onde ficou o seu deus quando toda a sua riqueza derreteu da noite para o dia?

Você talvez está boiando nas águas geladas depois do naufrágio de sua vida sem Deus? Clame por socorro enquanto ainda há tempo.

Peça ajuda!  Aceite o socorro de Deus quando o seu “Titanic” afundar.

O Titanic do crente desviado afundou!

Temos em nossos dias incontáveis  “Titanics” de ex-crentes no fundo do mar, e os ex-irmãos estão clamando por socorro no mar gelado da vida sem Deus. Milhares  de crentes  saíram de suas igrejas, sem Deus, sem Jesus e sem o Espírito Santo.

Muitos deles estão lutando agarrados aos últimos destroços de sua existência.

Alguns já não têm coragem de pedir socorro, nem para seus amigos, e até não possuem mais a coragem de pedir ajuda para Deus.

Lembro de meu amigo, filho de um pastor muito importante, este homem de Deus abriu a porta para o mundo diante de minha vida.

O jovem, aos 18 anos de idade, era o tradutor deu seu próprio pai no púlpito da igreja.

Quando passávamos o domingo juntos, o moço brincava de repórter, fazendo simulações de reportagens, com seu gravador, que na época era algo fantástico. Mas, quando retornou com seus pais para Alemanha, desviou-se dos caminhos de Deus. Tornou-se um solitário que trouxe muito sofrimento ao seu velho pai.

Na última visita a seu pai na Alemanha, o idoso homem disse-me na despedida: “Mário, ore pelo meu filho R.”

Este jovem poderia ser um grande instrumento nas mãos de Deus.

Quando zarpou para uma vida sem Deus, levou ao fundo do mar todos as grandes possibilidades que Deus lhe havia dado pelo nome que seu pai lhe havia deixado.

Você é um ex-crente?  Um ex-irmão da família de fé? 

O seu “Titanic” afundou chocado contra os icesbergs que existem nas fileiras da igreja?

Você quebrou sua fé, sua confiança e seu amor, no choque com um irmão, talvez com o pastor de sua igreja?

Há muitos anos atrás um médico de Curitiba disse-me: “Fazem 8 anos que me desviei de minha igreja.”

O motivo do naufrágio de seu barquinho  de fé foi um desentendimento com o diretor do Hospital, e membro de sua igreja.

Por um saquinho com pedras de gelo, o diretor do hospital, ofendeu seu irmão de fé, seu colega médico da clínica em Belém do Pará. Foi num domingo de muito calor, por algumas pedrinhas de gelo.

O gelo já derreteu há muitos anos, mas o “Titanic” de um médico missionário afundou pela ofensa de seu irmão, diretor do hospital.

Quando o médico concluiu sua triste história, eu estava deitado em sua clínica tomando soro. Levantei-me com todo esforço e disse: “Dr., algum dia o Senhor nosso Deus vai dizer: “Filhos, acabou o jardim de infância. Venham todos para casa.  Eu somente espero que não tenhamos nada de que nos envergonhar quando ele mandar guardar os “brinquedos” de nossa vida.”

Há terríveis brigas entre grandes homens por “brinquedos”.

Grandes homens e grandes mulheres afundam com toda sua existência, porque se chocaram com “icebergs” nas mais insignificantes questões da vida.

Seu “Titanic”, digo a sua vida espiritual, afundou por grandes ou pequenas ofensas?  Talvez pela ofensa do pastor Mário Hort? 

Todos nós somos falhos, tropeçamos, na luta pisamos nos “dedos” de nossos mais queridos irmãos, e eles nos nossos.

Se você foi atingido por algum destes icebergs, chame por socorro!

Se você foi ferido por um pecado ou por algum irmão, peça ajuda de Deus e de seus irmãos.

Se você está se afogando em pequenos “copos de água” ou em grandes oceanos, o inferno tem a mesma temperatura para crentes com razão, como para o maior ladrão.

Volte para casa de seu Pai Celestial e de sua igreja, antes que seja tarde demais.

O “Titanic” de sua família afundou?

Como eu gostaria de ignorar este capitulo de nosso tema! Até a lembrança desta página da vida já nos entristece.

Como seria agradável saber que todas as famílias do mundo estão viajando em plena paz e segurança.

Se ao menos fosse assim, que todas as famílias cristãs estivessem em plena paz e segurança.

Infelizmente o “Titanic”  de muitas famílias afundou, e os familiares estão agarrados em destroços da família, prestes a afundar.

Muitos casais se desentenderam por “objetos da caixa de brinquedos”   do jardim de infância, mas quando já têm cabelos grisalhos, estão dormindo em quartos separados, ou em hotéis  solitários.

Você está vivendo os momentos após o naufrágio de seu “Titanic” familiar?

Seu casamento desabou? 

Seus familiares estão esparramados na casa de pais e parentes, agarrados nos últimos destroços daquilo que era tudo o que vocês, sonhavam?

Ou você está percebendo o seu barquinho familiar ir a pique dia após dia?

Tempos atrás recebemos uma carta de Juiz de Fora – MG  que dizia:

“Trabalho entre muitos funcionários numa metalúrgica de Juiz de Fora.

Notei um rapaz que havia se separado de sua esposa. Foi ele quem tomou esta decisão. Apesar disso, podia-se perceber a grande tristeza estampada em seu rosto, pois foi ele o causador da separação, e no fundo do coração ele amava a sua esposa.

Como nós viajávamos no mesmo ônibus da firma, foi possível observá-lo.

Comecei a orar por ele, para que o Senhor Jesus me desse forças para consertar o erro que ele havia cometido, e pedi graça ao Senhor para aproximar-me dele.

Eu tinha em casa alguns exemplares da revista Ecos da Liberdade nº 49, em cuja capa trás um casal de noivos e no seu interior mensagens maravilhosas para casais.

Orei a Deus e quando ele  passou por mim no ônibus, entreguei-lhe um exemplar dizendo:” Márcio, leia este folheto com muita atenção e medite, ele vai te ajudar muito.”

Ele tomou agradecido e “devorou” a leitura.

No outro dia levou a revista para a esposa de quem estava separado. Alguns dias depois, eu voltava do culto, quando contemplei os dois passeando juntos com alegria no rosto.”     A. D.

Por que você não clama por socorro?  Por que não busca o auxílio do Altíssimo?

Muitas famílias foram resgatadas do inferno, justamente porque suas famílias caíram em ruínas.

Deus é o grande artista que faz dos troncos mais exóticos, a escultura de sua obra da arte de sua misericórdia.

O nosso Deus de amor parece passear pelas praias da vida à procura dos “troncos” expulsos pelas ondas do mar.

Ele, Deus, toma os “troncos”  rejeitados, considerados pelos homens próprios somente para o fogo, mas Ele os leva para sua oficina de escultura, e faz deles a mais bela obra de arte.

O testemunho de várias pessoas que Cristo resgatou depois que seu “Titanic” familiar naufragou, é muito dramático, nem todos podem ser relatados.

Quero lhes apresentar uma história de um jovem que foi resgatado, depois que sua família e tudo o que sonhava afundou:

Será ocultado o nome do jovem pois combinei de que ele me apresentasse sua família, sua esposa e filhos depois de 20 anos, se eu e ele estivermos vivos.

O jovem chegou ao meu escritório desesperado, vendo como única saída o fim de sua vida, pois nada mais lhe restava de esperança.

Ele tinha sido recebido em um orfanato, quando já estava quase morto de fome.

Quando cresceu teve negadas as oportunidades de ser adotado por importantes famílias, inclusive um cônsul queria sua adoção.

No dia em que me procurou ele dizia que já foi crente, abandonou sua fé, e não conseguia mais crer em nada.

Ele lembrava de um erro que cometeu, e achava que jamais Deus lhe perdoaria.

Sentado em nosso escritório chorava inconsolavelmente, pelo seu erro.

Quando eu também não mais sabia como achar consolo e saída para sua vida profetizei para o jovem dizendo:      “Jovem, vamos entregar sua vida agora novamente ao Senhor Jesus. Ele vai perdoar toda sua culpa que você sente sobre sua vida.

Vejo que você é sincero porque confessa claramente os seus erros.”

Depois de entregar o caminho do jovem ao Senhor disse: “Jovem, se eu estiver vivo daqui ha 20 anos, você terá 38 anos de idade e eu 68.

Quero que você venha me visitar com sua esposa e filhos.”  Pois Deus vai cuidar de sua vida e achar uma família para você.

Alguns anos depois da visita do jovem, preparando esta mensagem, recebi uma carta que dizia:

“Querido pastor Mário Hort. Há três anos atrás tive uma longa conversa com o Sr.

Depois daquela conversa comecei a ser dirigido por Deus.

Trabalhei lavando piscinas para ganhar dinheiro.

Lembro como um dia de calor, perambulando pela cidade,  sem rumo e sem onde inclinar a cabeça, uma senhora procurou o meu trabalho e me convidou para ir a um jantar do Ano Novo.

Eu não tinha roupa, nem calçado, mas ela disse: ‘Vem, o importante é participar.’  Então fui e a Sra. me deu um presente. Com o dinheiro na mão corri para a rodoviária para comprar uma passagem à Curitiba.

Sem rumo procurei emprego, mas ninguém queria me aceitar pois eu era menor de idade. Até que conheci uma Sra. que me deu socorro e me hospedou. Fui orando e pedindo a graça de Deus. Hoje dou graças a Deus porque constituí aquilo que o pastor falou para mim naquele dia.

Conheci uma jovem. Ela é cristã e de muita oração. Então Deus preparou tudo.

Comecei a trabalhar em uma igreja da capital. Gostaram muito de mim e disseram que iriam me ajudar.

Pouco tempo depois noivamos, e oito meses depois casamos. Recebi tudo, festa de casamento, tudo, tudo. Aleluia!

Hoje sou servo de Deus. Prego a Palavra de Deus em grandes e pequenos congressos. Deus me levantou.

No último dia 31 de julho 99, nasceu o meu primeiro filho.

Quero agradecer de coração por sua ajuda naquele dia. Estou pronto para testemunhar em sua igreja em M.C.Rondon.”  C.A.D.

Como o jovem colocou seu número de telefone na carta, telefonei imediatamente para falar com o moço.

Sua esposa atendeu o telefone e disse: “Sim é aqui que C. está. Um momento.”

Quando C. chegou ao telefone, disse: “Justamente estou trocando as fraldas de meu filho.”

Este foi um dos sobreviventes de um “Titanic” que foi resgatado das águas pelo orfanato.

Quando depois em sua adolescência  foi novamente jogado na rua, no último momento foi socorrido por Deus, quando pediu ajuda em oração.

Eu não pude fazer nada por ele. Mas o levei em oração ao Senhor Jesus.

Jesus primeiro lavou seu coração do pecado que o separava de Deus.

Depois de algumas provas, ele já está vivendo os primeiros passos de uma caminhada nos fortes braços do Bom Pastor.

Alguns momentos depois de transcrever a carta do jovem C. A. D.,  tocou o telefone, e era o irmão B. de Nova Prata, RS.

Não posso deixar de relatar o socorro que Deus conseguiu depois de afundar o “Titanic” de sua família.

B. saiu de sua casa e ninguém sabia ao certo onde ele estava.

Muitos anos depois da separação, a esposa chegou a um culto em M. C.Rondon, como visitante desconhecida.

Mais tarde aceitou a graça em Cristo e passou a servir ao Senhor com todo seu coração.

Passaram-se 20 anos desde que a Sra. e seu filho não tinham visto seu pai.

Certo dia um homem bem vestido e muito gentil chegou ao meu escritório.

Assim dizia o estranho visitante: “Pastor, o que fizeram com minha esposa e meu filho? Encontrei duas pessoas completamente transformadas.

Que moço educado é meu filho e como ficou diferente minha ex-esposa. Ouço seus cultos pela rádio e quero saber mais sobre o que tem a me dizer.”

Não é fácil retirar o “Titanic” de uma família naufragada há 20 anos.

B. queria saber o que ele deveria fazer agora depois de tantos anos de conflitos de sua vida.

O único conselho que pude lhe dar, foi aquele que eu havia dado a sua esposa e filho: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais o Senhor fará.” Sal.37,5

Foi isso que também G.B. fez. Quando falamos ao  telefone, preparando este seu testemunho ele disse: “Pastor, pode dizer a todos que a partir daquele dia a minha vida começou a mudar. Ainda não alcancei tudo quanto desejo pela fé. Mas, creio que vamos chegar lá.”

Nem sempre é possível retirar o  “Titanic” de uma família arruinada do “fundo do mar.”

Mas, aquele que clama por socorro pode salvar a sua alma da morte e do inferno.

Quem é resgatado, mesmo depois do naufrágio de sua família, pode reconstruir uma vida guiada pelo Espírito Santo, onde o Senhor dia a dia, fará o que é melhor para a sua vida.

Quem deseja sair conosco para buscar os náufragos?

Quando estou sobre a pequena sacada de nosso apartamento pastoral, vejo os telhados do salão social e do templo, mas meus olhos espirituais vêem uma longa história de resgate de pessoas, que já se aproxima para o final de três décadas.

Olhando para tudo o que nos uniu em M. C. Rondon nestes, quase 30 anos, vi a coragem daqueles que conosco foram resgatar os perdidos no “oceano” do pecado.

Muitas vezes temo que venhamos a perder o ânimo e a coragem de para sair sempre mais uma vez, e mesmo depois de estar exaustos, retomar mais novas iniciativas de salvamento, para os que estão agarrados aos últimos destroços de sua existência, à beira da morte.

Naquela noite lembrei de uma antiga história que durante muitos anos nos impeliu a sair, sair e sair sempre novamente para resgatar pessoas:

Há mais um homem morrendo lá fora.

Foi numa noite de forte tempestade, o mar agitado lançou um navio sobre as rochas e a tripulação esperava agonizada a morte certa.

A fúria do mar aumentava, e além de tudo, a noite chegava rapidamente.

Um bote de salva-vidas, com homens corajosos, apareceu e salvou os homens que já tinham perdido toda esperança.

Quando o bote de salva-vidas chegou à praia, João Holden gritou perguntando se todos foram salvos, e a resposta foi: “Todos, menos um homem.”

“E por que não o trouxeram?”

Os homens responderam: “Teríamos colocado em risco a vida de todos, por este motivo o deixamos sobre o navio encalhado.”

Então João disse: “Todos os homens que trabalharam no resgate estão exaustos, quem dos outros quer ir comigo para buscar aquele homem que ficou no navio?”

Seis homens fortes se prontificaram, mas neste mesmo instante veio a mãe de João, agarrou-se ao pescoço de seu filho e disse: “João não vá. Seu pai foi tragado pelas águas enfurecidas, e faz dois anos que seu irmão Guilherme embarcou e nunca mais foi visto. Você é o meu único filho em quem posso confiar e que pode me sustentar. Quem cuidará de mim, se as ondas irão engolir também você?”

João arrancou as mãos de sua mãe de seu pescoço e disse: “ Mãe, há um homem morrendo lá fora. Eu devo ir. Se o mar me tragar, Deus cuidará da Sra., estou certo disso.”

Beijou sua mãe e foi, juntamente com os demais homens para a escuridão da noite.

Encontraram o homem, ainda agarrado no navio, conseguiram tirá-lo e voltaram com ele.

Ao aproximar-se da praia, João Holden gritou: “Salvamos o homem, e digam a minha mãe, que ele é o meu irmão Guilherme.”

Entendemos o nosso compromisso de buscar aquele homem que está morrendo lá fora?

Sabemos o que representa a vida e a alma de um homem que é nosso irmão?

Temos ainda sentimentos por aquele homem estranho que está morrendo lá fora?

Ou estamos apenas preocupados com nosso bem-estar e nossa segurança, não nos importando por aqueles que estão morrendo lá fora?

Quem está disposto a sair conosco para salvar as pessoas que não podem sair das águas geladas sem que alguém lhes estenda a mão?

Quem está disposto a arriscar sua vida para salvar outros?

Quem está disposto a sacrificar sua segurança, sua tranqüilidade, seu bem-estar e colocar em jogo a sua vida no resgate de outros?

Segundo o filme “O Titanic” a Sra Rose, uma sobrevivente encontrada pelo produtor do filme disse:

“Quando o Titanic afundou, 1500 pessoas caíram no mar. Havia 20 barcos nas proximidades do naufrágio, somente um único (O Carpathia)  voltou para socorrer os náufragos.

Os 19 navios se evadiram do lugar e não prestaram socorro às 1500 pessoas que, em sua maioria morreram congeladas, boiando em seus salva-vidas.

Milhões de cristão são omissos para com os “náufragos” que morrem sem Deus e sem Jesus.

Que será daqueles que enterraram seus dons e talentos e não os usaram para resgatar os perdidos?

Que será daqueles que simplesmente tinham muitas ocupações e não foram ajudar os perdidos?

Que será daqueles que simplesmente não fizeram nada pelos perdidos?

O capitão de um navio não socorreu as vítimas de um naufrágio, pois queria vender suas mercadorias. (não sei se foi um dos 19 navios que se evadiram do lugar da tragédia)  O capitão foi levado ao tribunal e condenado à prisão.

Lamentando, ele se desculpava dizendo: “Sr. juiz, eu não fiz nada de mal. Por que sou condenado?” O juiz respondeu: “É exatamente por que o Sr. não fez nada, por este motivo é condenado.”

A omissão do crente que não quer ajudar no serviço de salvamento, é crime contra o irmão que está morrendo lá fora. 

Segundo o filme, a Sra. Rose disse que foram salvos somente 6 pessoas, (entre estas estava Rose) entre as 1500 que caíram no mar. Tudo porque o socorro chegou tarde demais. As águas geladas mataram os sobreviventes nas águas do Atlântico Norte.

Não estamos falando apenas em visitar os cultos e estudos bíblicos.

Não nos referimos apenas à fidelidade nos dízimos e nas ofertas que devemos oferecer para a evangelização.

Não falamos apenas em testemunhos esporádicos que todos nós damos do amor de Deus.

Estamos convidando você para tudo isso e muito mais, para formar uma equipe de SALVA-VIDAS  das almas que estão gritando por socorro.

Estamos convidando para um trabalho de resgate de pessoas que estão a poucos passos do inferno.

Estamos convidando para investir seu corpo e sua alma no resgate de nossos irmãos que estão morrendo lá fora.

Seu irmão está morrendo lá fora.

Muitos que hoje são chamados de irmãos, ainda há  alguns anos estavam morrendo lá fora no pecado.

Muitos deles navegavam cantando e dançando para o inferno, nunca pensaram em pedir socorro, pois não sabiam que seu “Titanic”  navegava para o inferno.

Quero relatar alguns breves testemunhos de pessoas, que eram nossos irmãos, mas ainda estavam lá fora e precisavam de nosso socorro.

Alguns deles viviam muito bem, sem preocupação; sentados em confortáveis poltronas. Mas, caindo no precipício do inferno:

Narci e Hilaine Mensch

Creio que uma das pessoas que mais transmite alegria é  Hilaine Mensch.

Ela sabe sorrir e traz felicidade onde quer que esteja. Assim ela foi antes de sua conversão a Cristo, e assim é depois. Mas, o casal estava mergulhando no abismo da eterna separação de Deus, em viagem com festa a todo vapor.

Certo dia Hilaine encontrou a salvação em Cristo.  Algum tempo depois também o esposo foi achado pela graça de Deus.

Mas, tudo começou quando um dia, um de seus filhos chegou à Hedwich Tierling e disse: “Tia, você não pode me dizer onde existe uma benzedeira, que possa me ajudar, pois eu preciso de ajuda.” Hedwich Tierling lhe disse: “Jovem você precisa é de uma igreja. Procure um pastor, fale com ele. Deus pode lhe ajudar.”

Este jovem ainda não foi resgatado, mas seus pais foram salvos, não por uma feiticeira, mas pelo amor de Deus.

Naqueles dias a família Mensch era estranha e nada significava para nós. Mas, já imaginaram o que aconteceria entre a igreja, se alguém hoje dissesse que o Narci e a Hilaine estão lá fora sobre um navio encalhado?

Ivo e Sônia Scheitel

Quem sabia onde estava Ivo e sua esposa Sônia há  alguns anos atrás?

Jamais alguém imaginava que ele seria o nosso irmão. Algumas vezes sua esposa chegava ao meu escritório. Chorava amargamente. Tremíamos juntos, pois percebíamos claramente que o “Titanic” da família já estava afundado.

Quando telefonei para o Ivo, perguntando se poderia relatar seu testemunho, eu queria saber também quando foi que sua vida foi resgatada. Ele disse: “Foi no dia 29 de setembro, há dois ou três anos atrás.” E disse mais:  “Pastor, pode contar tudo de minha vida.” Hoje ele é nosso irmão, pois alguém lhe estendeu a mão. Cristo lhe estendeu a mão e a família Scheitel pôde ser resgatada das águas que os arrastavam para o inferno.

Famílias Gruber

Arci Pfeifer trabalhava na casa de Olinda Kurz, irmã de Hulda Gruber. A jovem gostava de cantar e convidou a família para os cultos.

A vovó, Ana Sapka, foi a primeira a ser resgatada por Cristo.

Elizane, a neta de Ana, foi a segunda a aceitar a Cristo. Elizane é hoje a esposa do pastor Günter Müller, converteu-se certa noite no velho fusquinha da Igreja, em frente a casa, quando a levamos para casa, pois ela era muito jovem.

Também o pai, Albino e sua esposa Hulda Gruber  foram resgatados pelo braço forte de Jesus. Naquela época Albino estava prestes a naufragar pela bebida alcoólica.

Os três filhos homens: Nahor, Aleri e Norli, também foram resgatados pelo forte braço do Salvador, como também a filha caçula, Nirvane.

No dia do falecimento de João Pedro o genro, Jair Triches queria ir para o baile. Mas, foi convidado para o culto, pois dizia seu amigo Aleri: “Faleceu meu amigo João Pedro. Ele bebia.” Este curto convite mudou o rumo da vida do jovem. 

Jair não foi para o baile, mas chegou à igreja. Sua vida foi resgatada no domingo, depois do sepultamento do jovem pai, João Pedro Albino.

Uma grande árvore genealógica foi resgatada pelo cântico  alegre de Arci Pfeifer e os constantes convites para os cultos.

 Ismael e Amália Morosov   

Quem sabia que Ismael Morosov estava morrendo lá fora, sendo tragado pelas ondas da cerveja? Se ele hoje é nosso irmão, por que ele não o teria sido naqueles dias? Faltava apenas que ele     fosse resgatado.

Certo dia, conforme seu testemunho dado na igreja, na empresa onde trabalhava, o exame de sangue colocou-o diante da realidade: indicando que seu quadro clínico já era o de um alcoólatra.

Mas, a palavra de Deus atingiu fortemente o coração deste homem.

Durante uma visita em sua casa, numa segunda-feira, ele e sua esposa Amália aceitaram a mão de Jesus que se estendeu para resgatar as suas  almas.

No último estudo bíblico Ismael me disse: “Quem esteve no ponto onde eu cheguei, deve saber que nunca pode tomar um gole. Pois aquele único gole pode fazer o vulcão adormecido entrar novamente em erupção.

A Palavra de Deus, os cultos e uma visita pastoral em sua casa, foi como um braço forte usado por Deus para resgatar a família de Ismael e Amália Morosov.

Nelson e Lurdes Mattes

Nelson Mattes estava sentados na igreja entre as pessoas, mas sua alma estava perdida, como os náufragos do Titanic. O tema da mensagem daquela noite foi: “O ponto de onde ainda é possível retornar”

Tudo começou no dia 18 de julho de 97. Lurdes Mattes,  naqueles dias, uma Sra. desconhecida, pediu ajuda espiritual na secretaria da Igreja.

Ela sentia-se perdida e estava aflita à morte, pois o “Titanic” de sua família estava afundando.

Eu não tive o que fazer, a não ser orar com ela e entregar sua família nas mãos do Senhor Jesus. Para nossa alegria, Deus não salvou somente a sua alma, salvou também o “Titanic,” o seu casamento.

Que alegria foi quando o esposo, Nelson Mattes, naquela noite, sentiu que chegou ao ponto de onde ainda seria possível retornar.

Naquela mesma noite de culto, Deus resgatou também o esposo das águas, antes que a família afundasse, e salvou também suas almas da condenação do inferno.

Por este motivo somos gratos pela “torre de vigília”  que temos em nossa clínica pastoral.  

Sempre temos um pastor de plantão, para atender aos chamados de socorro daqueles que querem salvar suas almas da morte eterna.

Cláudio e Tina Metzner

O resgate deste casal começou na clínica de Estética, de Tina. (As vezes não precisamos sair com barco de salva-vidas para o alto mar.)

Herta Tierling era uma cliente que sempre convidava para os cultos.

Certo dia Cláudio e Tina estavam muito felizes, pois souberam que estavam esperando o nascimento de sua filha Barbara.

Então Herta disse em tom claro e sério: “Antes de nascer esta criança, façam algo concreto com Deus. Permitam que esta criança nasça em uma família de Deus.”

Este foi o toque mais forte. Numa segunda-feira pela manhã, Cláudio e Tina compareceram ao meu escritório, e ali tomaram a forte mão de Jesus que os resgatou da perdição e da morte eterna. O trabalho de resgate foi o testemunho e o constante convite de uma cliente que, ao entrar na clínica, se transformou no mais importante salva-vidas da família Metzner.

Deus nos chama para sermos “pescadores” de almas.

Somos chamados para pescar almas.  Não para fisgar os “peixes” com anzóis e redes de traição. Somos chamados para estender-lhes as mãos.

Somos chamados para tirá-los das correntezas que os levam ao inferno.

Somos chamados para erguê-los para o os braços do Salvador Jesus e a “arca” da salvação, que é a igreja do Senhor.

Vamos fazer a nossa parte. No lugar onde o Senhor nos colocou. Com os dons que Deus nos equipou, para a pescaria de almas.

Vamos lembrar que é um resgate de vidas, que não irão para o fundo do oceano, mas para o fundo do inferno.

Vamos nos dar as mãos e formar uma grande corrente humana, de mãos que se estendem até o mais distante irmão, que ainda está perdido pelo Brasil, na África, na Ásia e em outros continentes.

Unidos cumpriremos nosso dever ou morreremos em pleno trabalho de resgate, mas não seremos covardes, e sim soldados valentes que lutam até o fim!

Não podemos sair sozinhos para socorrer os náufragos

É triste sentir-se sozinho, lutando contra as ondas furiosas que tentam tragar os nossos filhos e irmãos.

Sozinhos, nos ensaios do coral, do conjunto, nos dízimos e nas ofertas, perderemos a luta contra as ondas gigantes que a igreja precisa enfrentar.

Sozinhos no testemunho, no convite, na busca do mais religioso como do mais depravado cidadão, desmaiaremos exaustos da luta.

Sozinhos no cuidado e na proteção do rebanho, ficamos sem condições de defender aqueles que já foram resgatados.

Precisamos de sua participação inteligente.

Precisamos do calor de suas mãos. Precisamos da força de seu braço para socorrer e levar até em casa, aqueles que salvamos das correntezas do mar da vida.

Você vai nos ajudar nesta missão de resgate do seu irmão que ainda está lá fora?

Solicite nossa literatura para seu trabalho de Evangelização, escrevendo ao nosso endereço.  

Você também pode ajudar!

Você ainda está se afogando depois do naufrágio de sua família? Sabe que precisa da mão estendida do Salvador para retirar sua vida da perdição?

Entregue agora a sua alma ao Senhor em uma sincera oração. Clame pelo nome de Jesus. Peça que Ele salve sua vida da eterna condenação.

Diga ao Senhor: “Jesus, salva agora a minha alma. Apaga todos os meus pecados. Eu creio que o Senhor é o meu Salvador. A partir deste momento quero viver em plena comunhão com o Senhor pelo Espírito Santo. E desejo ajudar a salvar a vida de outros que estão se naufragando. Em Tuas mãos, Senhor Jesus, entrego a minha alma. Amém”

Ouça a:

“Hora da Irmandade Cristã”

O programa radiofônico internacional das Organizações Ecos da Liberdade, apresentado pelo Pr Mário Hort

Ondas curtas:

Curitiba – PR  – Rádio Marumbi

Aos domingos – 8,00h às 8,30h Fixa 25 – 31 e 49m  e em AM.

Rádio HCJB – Quito, Equador

Faixa  25 – 11.925 khz –16m-17,490

As terças-feiras, das 21:00 às 21,15h

Angola e Moçambique

Rádio HCJB as quartas-feiras 5,30h-Angola e 6,30 h Moçambique.(h. de Brasília) 

Este livreto foi impresso graças a iniciativa dos “Missionários” que se propuseram a pagar os custos da 1º edição de 3.000 de exemplares.

Os “Missionários” são:

Jacob e Susi Klassen

Gerson e Liane Schneider  

Você deseja participar do próximo grupo de “missionários” para divulgar a mensagem do Evangelho de Cristo? Comunique-nos ainda hoje sua decisão.

Necessitamos de sua participação na divulgação do Evangelho de Cristo por rádio e literatura.

Não podemos salvar os náufragos de mãos vazias. É preciso oferecer material apropriado para as pessoas que querem levar a mensagem de salvação aos que estão naufragando.

A contribuição de outros colocou em suas mãos este livreto gratuitamente.

Ajude você também!

Endereço bancário:

Bradesco:

Ag.3284-0   –  Conta 18620-1

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Ag.0061   –   Conta 20 444-67

Banestado:

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(Envie-nos o comprovante de depósito)

Solicite este tema em CD ou fita K7 pagando somente o preço de custo do material virgem.

Solicite gratuitamente os livretos para seus trabalhos de evangelização.

Oferecemos os seguintes temas:

“O ponto de onde ainda é possível retornar”

“Que é o homem para que Deus lembre-se dele?”

“O Senhor vai bater a sua porta”

“O que acontece quando Deus entra em campo”

“Você também é responsável”

“A melhor notícia de todos os tempos”

Organizações Ecos da Liberdade

C. P. 100

85 960 000 M. C. Rondon, PR – Brasil

Telefone – FAX 045 254 14 83

E-Mails: hort@rondonet.com.br

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Ateus que descobriram a Cristo e, hoje, servem ao Senhor dos Exércitos

O  VIVIFICANTE  PODER  DE  DEUS

Apoc. 19:7, 8

Inúmeras são as demonstrações da salvadora graça de Deus na vida dos que Ele “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” I Pedro 2:9. Isto é especialmente notado por meio do contraste que se nos oferece nas rudes terras pagãs. Eis um exemplo da Costa do Ouro, na África Ocidental:

Era sábado em Agona. Umas 500 pessoas se haviam reunido no improvisado “tabernáculo” de teto de palha. Tocando uma campainha e cantando os hinos de Sião enquanto caminhavam, das várias direções do mato, grupos de irmãos tinham feito ouvir sua aproximação. O chefe principal e sua comitiva estavam localizados no centro e todos escutavam atentamente a pregação sobre o amor de Deus. Por ocasião do apelo final, também os pagãos manifestaram, pelo erguer das mãos, seu desejo de encontrar-se entre os remidos perante o trono de Deus.

A seguir, delegados de nossas igrejas se adiantaram, dando seu testemunho de amor e gratidão. Uma irmã nativa foi para a frente erguendo uma grande efígie de madeira de um sacerdote fetichista, vestido com todos os parlamentas de seu cargo. Em alta voz, cheia de emoção, exclamava: “Esses eram os ídolos que adorávamos antes de conhecer o Deus vivo. Agora, não mais colocamos neles nossa confiança, mas no Criador dos Céus e da Terra, que nos remiu desses poderes que nos mantinham em suas garras. Agradecemos à Missão por nos mandar mensageiros da verdade, e sentimo-nos muito alegres por sermos agora filhos de Deus!”

Foi um poderoso testemunho este, que não deixou de impressionar o auditório pagão, pois não poucos de nossos irmãos eram conhecidos por eles como havendo anteriormente pertencido a seu grupo. – O Missionário.

A  CONVERSÃO  DE  GILBERTO  WEST  E  A  DE  LORD  LYTTLETON

Há algum tempo, dois dos mais preeminentes ateus Gilberto West e Lord Littleton –, homens intelectuais, e os mais conspícuos de sua época, zombavam do cristianismo onde quer que o encontrassem. Por fim, disseram: Há duas coisas que temos de destruir e então teremos terminado com a religião cristã. Depois disto nada restará dela.

As duas coisas a que se propunham destruir eram a ressurreição de Cristo como ensinam as Escrituras e a maravilhosa vida de São Paulo, cuja influência é tão poderosa mesmo no século XX.

Disse Gilberto West: “Eu destruirei a doutrina da ressurreição de Cristo.” “E eu”, disse Littleton, “explicarei a vida de Paulo.”

Depois desta entrevista ambos retiraram-se para o trabalho a que se propuseram. Meses depois, conforme um acordo prévio, se reuniram para ver os resultados de sua obra.

Lord Littleton, iniciou o assunto dizendo a West:

– Que tem você?

– Oh, – respondeu West – tenho algo maravilhoso para contar a você. Quando comecei a estudar a ressurreição de Cristo, tratando de deixar salva minha reputação, tive que buscar argumentos contra e em favor do assunto. O resultado foi que minha mente e meu coração foram convencidos de que Cristo ressuscitou dos mortos. Orei a Ele, estou salvo e agora sou Seu amigo.

Disse Lord Littleton:

– Graças a Deus, West, também tenho uma novidade para contar. Quando comecei a explicar a vida de Paulo, para destruí-la, também tive que fazer uma investigação minuciosa e sincera. Tive que buscar a verdade e você vai se alegrar comigo quando lhe disser que depois de um consciencioso estudo me encontrei ajoelhado, semelhante a Paulo no caminho de Damasco, e meu clamor foi o mesmo: “Senhor, que queres que eu faça?” Também sou um cristão, West.

Estes dois ateus convertidos tomaram-se dois dos mais notáveis cristãos. Escreveram duas lindas apologias da religião cristã, das melhores que se tem escrito. – George W. Truett.

A  NECESSIDADE  DE  UM  CORAÇÃO  NOVO

Há grande necessidade de um coração transformado.

Certo senhor comprou uma casinha onde encontrou um poço com uma bomba. Quando o estava examinando, passou uma vizinha e lhe disse:

– O senhor não deve usar desta água porque é imprestável. O homem que antes morava aqui e sua família usaram-na e todos se envenenaram.

– É verdade? – disse o novo proprietário. – Mas logo arranjarei tudo isto.

Comprou tinta, pintou muito bem a bomba, tapou os buracos, ficando tudo bem bonito. Então disse para si mesmo: “Agora estou seguro de que tudo ficará bem.”

No entanto, você dirá que este homem foi insensato ao crer que arrumando um pouquinho e pintando a bomba se remediaria tudo, quando a água estava envenenada. Você tem razão em assim dizer.

É isto o que está fazendo o pecador. Trata de pintar e remendar sua natureza má, que sempre o inclina para o mal e lhe tem inspirado idéias torpes.

Assim como o proprietário necessitou de um novo poço para ter boa água, o pecador necessita de um novo coração para ter vida pura. – Hallock.

BUSCAREMOS  AS  COISAS  DE  CIMA

Col. 3:1

Perguntou-se a certo jovem como podia ele ter certeza de que estava convertido. “Não há dúvida alguma quanto a isso”, respondeu. “Eu antes tinha prazer em jogar, beber, ir ao cinema, passar longas horas lendo revistas que realçavam o crime e a concupiscência. Meus amigos eram irreligiosos. Não tinha tempo para Deus e para a Igreja. Agora tudo isso está mudado. Agora meus pensamentos mais doces são acerca de meu Salvador, minha leitura predileta é a Palavra de Deus e outra literatura cristã, que me edifique. Escolho meus amigos dentre os que amam o Senhor e minhas horas mais felizes eu as passo na casa de Deus.”

Esse jovem havia “ressuscitado com Cristo”. Buscava as coisas que são de cima. Tinha as afeições nas coisas celestiais.

Se você e eu nos convertemos de fato, teremos experiência semelhante à daquele jovem. – Meditações Matinais.

UMA  VIDA  PERDIDA

Um jovem converteu-se durante uma doença que se provou fatal, embora ninguém percebesse que entregara o coração a Cristo. Ao anunciar o médico uma mudança desfavorável em seu estado, demonstrou completa resignação e pediu aos amigos que cantassem um hino que exprimisse esse sentimento.

Uma ou duas horas depois, no silêncio do quarto, ouviam-no dizer: “Perdida! Perdida! Perdida!” Isso causou surpresa à mãe que perguntou imediatamente: “Perdeu a esperança, meu filho?” “Não, mamãe; mas oh, a minha vida perdida! Tenho vinte e quatro anos e até há poucas semanas nada fiz por Cristo. Só me preocupei comigo mesmo e com meus prazeres. Meus companheiros hão de pensar que me converti por temor da morte. Oh, se eu pudesse viver para enfrentar essa observação e fazer alguma coisa para mostrar a minha sinceridade e redimir minha vida perdida!” – Extraído.

 RETIRAR  AS  PEDRAS

– Há um trecho tão cheio de pedras no caminho que fica entre nossa casa e a de dona Marta Pedroso – disse Jaime – que eu não gosto de andar por ele.

– E Daniel Pedroso também não gosta nada dele, quando vem para cá – disse Francisco. – Ouvi-o dizer que sempre se machuca nas pedras do caminho. Ele estava se queixando a esse respeito.

– Por que vocês não limpam a estrada daqui até à casa do vizinho? – disse o pai de Moacir. – Será muito melhor vocês fazerem isto, do que estarem se queixando.

– Ora, nós nunca poderemos retirar todas as pedras que há no caminho – choramingou Jaime.

– Claro que não poderiam tirar todas num dia nem todas de uma vez – disse o pai. – Mas se todos os meninos que cruzam por ali apanharem uma pedra todas as vezes que passarem, o trabalho será feito. Experimentem.

Os rapazes experimentaram. Havia perto de meia dúzia de meninos que usavam aquele caminho e cada qual começou a ajudar apanhando uma pedra, cada vez que por ali passava. Desta maneira as pedras foram retiradas, e o caminho, deixado em condições.

É justamente assim que temos de fazer para tornar o caminho mais fácil e mais agradável para os outros, neste mundo. Que cada um se compenetre de que, ao jornadear pela vida, sempre que for possível, deve ir tirando os empecilhos do caminho. As pequeninas faltas devem ser vencidas, e removidas as pequenas tentações que se podem transformar em pedras de tropeço para os pés incautos.

Ditos jocosos deveriam ser aplainados e as palavras ásperas, despejadas em impulsos de mau humor, deviam ser desfeitas, tanto quanto possível. Vale a pena limpar o caminho.

Seleto

PROVA  POSITIVA

Em certa cidade vivia um negociante de madeiras, cujas transações começaram a diminuir. Embora tivesse sido, em algum tempo, popular e próspero, seu negócio começara a cair e ele próprio passara a ser considerado maldoso, usurário e desonesto. Por algum tempo seu negócio prosperara, e ele ganhava dinheiro suficiente para si e para a família, sobrando ainda algum para pôr no banco, semanalmente. Ávido de maiores lucros, resolveu cortar seus toros de madeira alguns centímetros menos que a medida normal. O povo, naturalmente, não queria negociar com ele.

A medida estabelecida naquele lugar para um toro de madeira era de um metro e vinte centímetros de comprimento; mas ele mandou que seus empregados os cortassem com um metro e dez. Pensava que ninguém fosse notar que os toros eram mais curtos, e ao fim do ano isso significaria uma boa quantia de reais de acréscimo em sua Poupança.

Mas os clientes mediam a madeira e espalhou-se entre a população a notícia de que o negociante era desonesto. O povo todo se recusou a comprar dele, preferindo negociar com pessoa honesta.

Um dia, para surpresa geral, correu a notícia que esse homem se convertera – tomara-se cristão. Não foram muitos os que creram no que se dizia, pois o consideravam inteiramente desgarrado. Seu nome estava em discussão entre um grupo de pessoas que se encontravam numa loja da cidade.

Uma delas se apartou do grupo por alguns momentos. Logo depois voltou, exclamando com excitação: “É verdade, amigos! Ele está mesmo convertido! É verdade!” Quase em uníssono lhe perguntaram:

– Como é que você sabe? Onde obteve sua informação?

– Pois bem, ao sair daqui, consegui medir umas madeiras cortadas por ele ontem, e todas têm um metro e vinte de comprimento!

Isso foi o suficiente. Não houve mais dúvida. Sua conversão era genuína.

O Mestre mesmo disse: “Pelos seus frutos os conhecereis.”

A circunstância de o seu nome estar inscrito no registro de alguma igreja não constitui garantia de sua conversão, de sua sinceridade. Você pode pertencer à maior igreja de nossa cidade, e mesmo assim ser hipócrita. – Don’t Rope Those Calves.

A  CONVERSÃO  DE  INIMIGOS  EM  AMIGOS

Diz-se que, numa ocasião, quando o famoso evangelista Jorge Whitefield estava pregando em Exeter, Inglaterra, um indivíduo assistiu ao serviço, porém, tinha enchido a seu bolso com pedras para atirá-las no pregador.

Guardou silêncio quando o Sr. Whitefield fez a oração, mas quando ele anunciou o texto, retirou uma pedra, pensando atirá-la na primeira oportunidade. Entretanto, uma palavra do discurso penetrou em seu coração e ele deixou cair a pedra. Depois do sermão buscou ao pregador e lhe disse:

– Sr. Whitefield, eu vim à reunião com a intenção de quebrar-lhe a cabeça, mas o senhor, com a sua bondade e sinceridade, quebrou o meu coração.

Expositor.

MEIA  VOLTA,  VOLVER!

Um jovem soldado, que foi levado a Cristo como seu Salvador, descreveu a mudança que se operou nele assim:: “Cristo Jesus disse-me: meia volta, volver! e eu O escutei e Lhe obedeci.”

Isto é exatamente o que se chama conversão. É dar meia volta ao mundo e seguir em direção a Deus, de frente, o que produzirá uma verdadeira troca no coração.

A.C. Salmond.

VANTAGENS  DE  CONVERTER-SE  CEDO

Se Saulo se convertesse com a idade de 70 anos em lugar dos 25, não teríamos a história de um Paulo.

Houve um Matthew Henry porque ele se converteu com 11 anos e não com setenta.

Houve um Dr. Watts porque se converteu aos 9 anos e não aos sessenta; um Jonathan Edwards porque foi convertido aos 8 anos e não aos oitenta; o grande evangelista Ricardo Baxter converteu-se com 6 anos e não com sessenta.

Tem muito mais valor uma vida que possui todas as oportunidades do futuro do que a que desperdiçou tudo nela. Cristo mandou que Pedro alimentasse não só as ovelhas mas também os cordeirinhos, porque estes têm mais valor na esfera cristã que as ovelhas. – J. O. Wilson.

A  TRAVESSIA  DA  IGREJA

Conta-se que certo operário, ao regressar diariamente, para casa, procurava abreviar o caminho, atravessando uma igreja. Ganhava o templo por uma das portas laterais e saia pela porta principal.

Um dia esse homem, acusado de um crime, foi levado à barra do tribunal. O advogado que o defendia sentiu-se embaraçado ao formular a defesa, pois eram muitas as provas colhidas contra o réu.

Ao ser iniciado o julgamento, um dos juizes, homem profundamente religioso e de grande cultura e honradez, proferiu para surpresa de todos, as seguintes palavras:

– Antes que o tribunal lavre a sua sentença final, sinto-me no dever de trazer ao conhecimento de todos os juizes um esclarecimento sobre a vida do acusado. Como sabeis moro defronte de uma igreja e já tenho tido oportunidade de ver o operário, que hoje julgamos, sair muitas vezes do templo, ao cair da tarde, depois da prece, o que vem demonstrar ser ele um homem dotado de sentimentos religiosos e forçosamente propenso à prática do bem. Acredito, portanto, que só cometeu o crime de que o acusam num momento de forte perturbação.

Essa declaração – feita livremente por um juiz íntegro e severo – trouxe, como conseqüência, a absolvição do culpado.

Ao deixar a grande sala do tribunal, o operário meditou sobre a inesperada decisão que o restituiu à liberdade. Um pensamento o dominou.

– A igreja viera em seu auxílio. E por quê? Só porque ele cruzara tantas vezes o seu átrio silencioso. De certo, muito mais poderia fazer em seu benefício se a ela se entregasse. – Malba Tahan.

A  INFLUÊNCIA  DE  UM  HINO (“Manso e Suave”)

Era um dia frio e chuvoso de setembro. Um vagabundo maltrapilho aconchegou-se à parede de uma casinha branca, para sob o beiral abrigar-se da chuva que caía copiosamente. A primeira vista parecia tratar-se de um velho. Barba crescida, olheiras enrugadas, testa franzida, ombros encurvados – tudo indicava idade avançada. Mas a um exame mais detido notava-se o engano dessa primeira impressão.

Que circunstâncias teriam levado esse homem solitário a semelhante situação? A despeito das aparências, contava apenas vinte e quatro anos de idade. Após a morte do pai, a piedosa mãe de Joaquim (seu nome) se encarregara de sua educação, até aos quatorze anos de idade. Então, ela também faleceu. Joaquim defendera-se bastante bem por algum tempo, vendendo jornais e fazendo biscates aqui e ali. Depois de algum tempo, começou a associar-se com jovens com quem travara conhecimento nas esquinas e bares onde entregava jornais. Uma coisa levou a outra, até que se tornou freqüentador assíduo dos lugares mais mal-afamados da cidade.

Agora Joaquim ali estava, abrigando-se precariamente da chuva e pensando no que haveria de fazer em seguida. Não se atrevia a pedir agasalho ou comida, por causa de seu estado de desalinho. Quanto tempo fazia que não tivera uma refeição decente? Nem se lembrava mais! Suas últimas moedas havia gasto na véspera, comprando um pão amanhecido. Tremendo de frio, estava para retirar-se quando ouviu alguém rindo e falando, no interior da casa. Sentiu um calafrio de tristeza ao ver que existiam no mundo pessoas livres de acabrunhamento e cuidados. Sentiu ódio contra todo o mundo. Que mais existiria na vida que valesse a pena? Por que não tratava de descobrir o meio mais rápido e mais indolor de pôr fim a tudo?

Ouvindo novo acorde, resolveu dar uma olhadela para dentro da casa, pela janela próxima. Viu uma senhora ao piano, tendo em volta o marido e três filhos, que cantavam. Ficou mais interessado e pareceu-lhe familiar o livro que empunhavam. Onde o teria visto um dia? Seus pensamentos justamente nesse instante foram interrompidos pelo som do piano e cinco vozes que se uniam num cântico. Acima do ruído da chuva torrencial, conseguiu ouvir as palavras: “Manso e suave Jesus está chamando”. 

Sim, lembrava-se agora do hinário, e daquelas palavras, e da melodia. Parecia-lhe que ainda na véspera ele e suas duas irmãs estivessem em volta de sua mãe, a cantar, enquanto ela pedalava e dedilhava o velho harmônio.

Seus pensamentos se voltaram para as pessoas que agora cantavam o coro:

Vem já! Vem!

Alma cansada, vem já!

Seria para ele o convite? Não existiria alguém que, naquele momento, se sentisse mais cansado que ele. Deixou de ouvir as bátegas de água que junto dele corriam do beiral. Nariz colado à vidraça, a água deslizava-lhe pelas faces. Sim, água, mas nem toda era de chuva; parte dela tinha gosto salino, ao atravessar-lhe os lábios. Pensou: Que pensariam os companheiros, se o vissem ali agora?

 Mas então, concluiu: Que lhe importava o que os outros pensassem?

Pois que esperamos? Jesus convidando,

Convida a ti, sim e a mim…”

Parecia-lhe agora ouvir sua mãe cantar, em dueto com sua irmã mais velha. Sorriu ao pensar o quanto tivera que esforçar-se para alcançar alguns tons graves, com sua voz de adolescente. Seria ainda capaz de cantar ou porventura seu viver saturado de pecado lhe teria roubado também esse prazer da vida?

Oh, não desprezes mercê que está dando…

Como a família cantava bem! Como ele sentiu o coração levantar-se, ao pensar que aquelas palavras poderiam aplicar-se a si mesmo! Seria possível que um dia ele pudesse estar junto a um piano, com esposa e filhos a cantarem velhos hinos familiares? “Vem já! Vem já!” Claro, nem tudo estava perdido. Ainda valia a pena viver!

O hino chegara ao fim. Cessara também a chuva. Quem agora visse o estranho não o reconheceria como aquele vagabundo que se abrigara sob o beiral da casinha branca. Já não tinha mais ombros caídos nem lábios contraídos. Tinha os olhos claros e, embora precisasse ainda barbear-se e tomar um banho, parecia que um novo olhar de resolução lhe dava nova expressão ao rosto. Já não nutria pensamentos de fugir à vida por suas próprias mãos. Tinha alguma coisa pela qual trabalhar, pela qual viver.

Aquele jovem começou trabalhando num grande restaurante, como lavador de louça, por um salário bem modesto. Cinco anos depois, era gerente do mesmo restaurante.

É hoje homem velho, sem um fio de cabelo escuro na cabeça. Se uma coisa existe que ele prefere fazer dentre todas as demais, é ficar junto do piano e cantar hinos, enquanto a filha mais velha dedilha o teclado.

Youth’s Instructor.

 CRESCENDO AO ZÊNITE

Heb. 12:1, 2

Quando os primeiros navegantes pescadores de baleias e outros peixes eram assolados por severas tempestades austrais, perdendo, muitas vezes, o mastro, entravam, em busca de socorro, no porto de Moori, achando aí as altaneiras árvores kauri, que lhes proporcionavam material incomparável no hemisfério do norte.

As três escunas de três andares, de Nelson, não levavam mastros de tal madeira.

O kauri cresce até 120 metros, bem a prumo, como uma flecha; nenhum galho tira a simetria da coluna e nó algum rouba a beleza e firmeza da madeira; os contornos da casca dão-lhe uma glória que nenhuma talhadeira pode proporcionar.

Estas árvores são colunas da Catedral de Deus; o olho não pode presenciar vista tão satisfatória como as árvores kauri.

Os motivos das perfeições singulares parecem ser tirados dos Evangelhos e Epístolas.

Interroguem a este rei das florestas por que é ele, e só ele, tão perfeitamente reto. As outras árvores vergam-se com o soprar dos ventos. Mas nunca o kauri; a razão encontra-se na perfeita destreza da Sua palavra.

“Esta coisa faço” Ele é um inveterado adorador do Sol; sai da terra buscando o caminho mais reto para o Céu; apesar da vegetação, que procura escondê-lo, levanta a sua cabeça acima de todas as árvores, até sentir sobre suas folhas o calor dos raios do Sol; nada o demove de seu objetivo.

Qual é a causa desta árvore conservar-se livre de parasitas e trepadeiras que fazem adoecer as demais vegetações?

Os parasitas procuram de alguma maneira apegar-se ao kauri como a todas as árvores; mas somente ele “sabe pôr de lado todo o embaraço e pecado que tão comodamente e de perto o rodeia”.

O kauri conserva o cascão exterior por pouco tempo. Cada ano perde grande quantidade de casca e com ela os micróbios e parasitas que procuram vencê-lo.

A nova superfície é bem forte, de maneira que pode, com facilidade, derrotar os inimigos que o rodeiam.

Não há coluna de catedral alguma mais linda do que esta, chamada árvore.

Semanal Britânico

SEREI  AQUELE  HOMEM 

No século passado, certo dia, um grupo de homens reuniu-se de manhãzinha para orar. Um deles disse a seus companheiros: “O mundo ainda está esperando ver o que Deus pode fazer por meio de um homem inteiramente consagrado a Ele.” Um dos jovens meditou nessas palavras e disse: “Pela afaça de Deus eu serei aquele homem.”

Como conseqüência, o jovem Dwight L. Moody visitou quase todas as cidades importantes da América pregando e levando a cabo dois grandes esforços evangelísticos na Inglaterra. Um autor afirma que pregou a mais de cem milhões de pessoas. Outros dizem que orou pessoalmente com 75.000. Passou quase 10.000 dias e noites em reuniões em um estupendo esforço que durou mais de 25 anos. Tudo isto sucedeu porque Moody decidiu ser “aquele homem”.

Nos dias da reforma, Zuinglio, na Suíça, escreveu a Lutero pedindo-lhe que enviasse à Suíça tantos jovens quantos fosse possível para colportar. Lutero mandou quarenta homens. Mais tarde Zuinglio escreveu o seguinte a respeito deles: “Seus corações estão cheios do poder da reforma e qual tochas flamejantes passam pelos vales da Suíça. Se tivéssemos cem em vez de quarenta, incendiaríamos as montanhas da Suíça.”

Trombeta do Rei, 28-8-58.

CONVERTEI-VOS  E  VIVEI

Ezeq. 33:11

O costume não é comum atualmente, mas antigamente todas as divisões das forças armadas dos Estados Unidos despediam ao som do tambor os soldados que recebiam baixa por causa de má conduta. Numa cerimônia assim, o militar ofensor marchava diante de um oficial, à medida que três tambores batiam no ritmo da “Marcha Fúnebre”. O oficial lia em voz alta a má conduta da ordem de baixa, depois os tambores continuavam em toque de funeral, e o prisioneiro era feito marchar pelos pelotões de pé, atentos.

Ao chegar o prisioneiro a cada pelotão, o sargento comandava: “Meia-volta”, defrontando assim o prisioneiro com a fria parte posterior dos fuzis. No portão, o soldado assim expulso em desonra entrava outra vez na vida civil.

Quando esta severa e moderadora experiência teve lugar com um jovem marinheiro, a 4 de abril de 1962, ele comentou: “Creio que, pelo que fiz, mereço isto.” Eis um dos fatos mais duros da vida – merecemos de ordinário aquilo que recebemos. Se persistimos obstinadamente na direção do mal, ouviremos afinal o ritmo da “Marcha Fúnebre”.

Assim é também em nessas relações com Deus. Ele roga pacientemente: “Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos.” Seu coração anseia por nós. Ele anela salvar-nos de sermos expulsos, ao som do tambor, de Sua família no dia do juízo, para sermos destruídos no lago de fogo.

CONVERTEU-SE  O  FAQUIR  HINDU

 Um faquir hindu achava-se sentado à sombra de uma árvore em profunda meditação. Seus olhos volveram-se para as folhas de um livro rasgado que alguém tinha jogado fora. Era uma parte do Novo Testamento. Agarrou-o e naquelas páginas destroçadas conseguiu ler palavras que despertaram pensamentos estranhos à sua alma faminta – elas pareciam tomá-lo pela mão, conduzindo-o ao Pai celeste.

Então, pôs-se a procurar alguém que obedecesse ao que estava naquele livro. Encontrou um estrangeiro que lhe assegurou que o fazia. O faquir, contente, notou que ele usava no braço uma cinta preta, um fumo, e concluiu que isso era sinal de cristão. Decidiu pois, usá-la também e quando alguém lhe indagava a respeito, o faquir o explicava.

Afinal, dirigiu-se a uma igreja, ouviu atentamente o predador e ao fim do serviço declarou que era discípulo, e como prova apresentou a cinta preta. Explicaram-lhe, então, que aquilo significava luto. O faquir pôs-se a meditar por um pouco, e depois disse: “Mas eu li no livro que o meu Bem Amado morreu; portanto, a usarei em memória dEle.” 

Entretanto, veio a conhecer o Evangelho da ressurreição, e quando soube que Aquele Bem Amado estava vivo para sempre, uma grande alegria encheu o seu coração. Tirou o fumo do braço e a luz da ressurreição brilhou em seu rosto – era este o verdadeiro sinal.

DOOU  TUDO

Rom. 12:1

Num almoço oferecido por um clube militar, certo soldado foi posto como um dos oradores.

Usou em primeiro lugar da palavra o oficial presidente que se referiu ao fato de que o homem que iria falar perdera uma perna no combate, sendo então o veterano altamente aclamado ao levantar-se; começou negando a alusão que lhe fizera o presidente, afirmando:

“Não, eu não perdi nada na guerra, porque, quando saímos para a luta, entregamos tudo à nossa pátria; portanto, o que trouxemos foi um lucro líquido.” 

ORANDO PELA IGREJA

II Sam. 24:24

Dois cristãos ricos, um comerciante e um advogado, viajavam ao redor do mundo. Chegando à Coréia viram um jovem puxando um arado enquanto atrás um velho ia dirigindo. O advogado ficou impressionado com aquilo e tirou uma fotografia, levando-a ao ministro que guiava os turistas.

– Eles devem ser bem pobres – disse o advogado.

– Na verdade, são – replicou o ministro. – Quando estávamos construindo a igreja, eles se achavam ansiosos por contribuir com alguma coisa, mas não tinham meios, por isso venderam o único boi que possuíam e deram o dinheiro para auxiliar as despesas; nesta Primavera estão arando por si mesmos.

Durante algum tempo os viajantes ficaram muito admirados, depois um deles disse:

– Deve ter sido um grande sacrifício.

– Mas eles não o consideram assim – respondeu o missionário. – Ainda se julgam felizes em dar tudo que tinham.

Voltando ao lar o advogado deu a fotografia ao seu ministro e, relatando a história, disse:

– Desejo duplicar meu contrato para com a igreja e entregar-me a mim mesmo a algum serviço pesado como seja o arado. Nunca pude conhecer o que é um verdadeiro sacrifício, mas um converso pagão me ensinou. Envergonho-me de dizer que jamais ofereci à minha igreja alguma coisa de valor.” – O Arquivista Metodista.

A  ESCRAVA  NEGRA  E  POBRE

Um missionário nas Índias, depois de haver pregado um sermão, convidou a todos os assistentes para que, no seguinte serviço, contribuíssem com madeira, pedras etc., para a construção de um templo a Deus. Na reunião seguinte apresentaram-se as ofertas e cada qual trazia 1 ou 2 reais; uma senhora preta e velha, com grande reverência, apesar de andrajosa, suja e muito pobre, que vinha por último, quis depositar na bandeja da coleta a sua oferta, ou seja R$ 30. O missionário disse:

– Guarde o seu dinheiro e sente-se.

Ela o fez mas começou a chorar pensando que havia sido depreciada; mas quando terminou a reunião o missionário perguntou-lhe onde havia arranjado tanto dinheiro e ela disse:

– O Senhor na última noite nos falou do que Jesus fez por meus pecados, Seu sacrifício, e assim eu me vendi por estes R$ 30,00 para toda a minha vida a fim de depositar este pouco aos pés de meu Jesus; eu me tenho vendido, sou uma escrava, mas livre em Cristo Jesus, meu Salvador.

O missionário chorou com ela e recebeu o dinheiro para a obra do Senhor.

– D.R.C.