Você acha que sua vida tá ruim ? Então assista esse vídeo e mude de idéia:

 

Sua vida é maravilhosa !

Agradeça a Deus !

Ah ! e por falar em gratidão, PREGUE O EVANGELHO e pratique AÇÃO SOCIAL !

Ameis uns aos outros …

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A Programação da Televisão Ensina Adultério e Perversões Sexuais

https://malucoporjesus.wordpress.com 

Os autores da Nova Ordem Mundial afirmam que o “Cristo” deles só poderá aparecer quando uma porcentagem suficiente da população estiver condicionada a aceitar seus valores e sua pessoa. A televisão e o cinema há muito estão sendo utilizados para realizar essa transformação nas atitudes e valores da população. Veja o quanto afundamos na área de moralidade sexual e perceba o quão perto estamos dos valores do satanismo do Anticristo.

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia a dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados !

Você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na THE CUTTING EDGE

Resumo da notícia: “O Sexo Predomina nas Atuais Comédias de Situação”,

The Providence Journal Bulletin, 28/01/97, pg G-1.

 “É uma noite de janeiro do início de 1967, e com a louça do jantar já lavada, a família nuclear senta-se diante do televisor Magnavox preto-e-branco. Samantha se agita em Endora para transformar Darrin em um burro na noite anterior a uma apresentação importante. A irmã Bertrill, a Noviça Voadora, se meteu em encrencas outra vez, ao tentar arrecadar dinheiro para o orfanato. Batman e Robin estão perseguindo o Charada pelos canais subterrâneos de esgoto de Gotham City.”

“Avance 30 anos, para uma noite no início de janeiro de 1997. Caixas vazias de pizza estão no lixo e o que restou da família nuclear liga o televisor Sony de 27 polegadas e assiste a um programa no horário nobre. Em The Nanny, Fran, vestindo uma minissaia bem apertada, provoca seu chefe bonitão fazendo alusões pouco veladas sobre sua vida sexual. Em Men Behaving Badly, Jamie descobre que está sem filtro de papel e usa uma cueca para coar o café para a mulher que está tentando conquistar. Em The Jamie Foxx Show, a comediante sai seminua de dentro de um bolo. Um anúncio de Spin City diz que o famoso Michael J. Fox fará o papel de um homem impotente, que mora junto com a namorada.”

Que enormes diferenças entre as cenas nos parágrafos 1 (1967), e 2 (1997) acima! Rapidamente, vamos examinar as diferenças entre as duas cenas:

Parágrafo 1 – A família retratada está intacta.

Parágrafo 2 – A família está dividida, provavelmente separada pelo divórcio ou foi formada sem um matrimônio.

Parágrafo 1 – Alguém, possivelmente a mãe, preparou o jantar para a família.

Parágrafo 2 – O jantar não foi preparado; em vez disso, encomendou-se uma pizza.

Parágrafo 1 – A tecnologia é um velho televisor Magnavox preto-e-branco, de tela muito pequena.

Parágrafo 2 – A tecnologia é a nova Sony em cores, com tela de 27 polegadas.

Parágrafo 1 – As cenas dos programas mostram comédias, preocupações com os menos afortunados, e inocentes perseguições polícia contra bandido, em que não há derramamento de sangue, e dificilmente alguém é morto.

Parágrafo 2 – As cenas dos programas são de sexo, sexo e mais sexo.

Antes de continuamos com esse artigo de jornal, vamos revisar alguns fatos básicos, citados de duas Bíblias. Primeiro, citarei a Bíblia Satânica, de Anton Lavey, e depois citarei a Bíblia Sagrada, de Deus. Quando eu terminar, você terá uma idéia mais clara do ponto para o qual nossa sociedade está sendo levada e quais resultados podemos esperar.

No Seminário 1, America’s Leadership of the New World Order [disponível em fitas cassetes no site da The Cutting Edge] quando afirmo categoricamente que a maior parte da população já é “satanista praticante”, as pessoas riem ou ficam com raiva. No entanto, quando cito a Bíblia Satânica sobre quais são os valores satânicos, a risada e a raiva desaparecem imediatamente, quando os ouvintes reconhecem que a população já aderiu aos valores do satanismo em suas vidas diárias. A maioria das pessoas começou a praticar satanismo sem perceber que esteja fazendo isso. Certamente, elas não se reúnem em cerimônias à meia-noite, vestindo roupas estranhas, proferindo mantras e sacrificando animais e pessoas; no entanto, começaram a praticar o satanismo diariamente em suas vidas. Satanás já controla seus corações, suas atitudes e seus sistemas de valores.

Segundo a Bíblia Satânica, qual é o núcleo, quais são os valores básicos do satanismo? Quais são os valores predominantes do satanismo?

O satanismo estimula a indulgência em cada das seguintes áreas: [pg 46]

Egoísmo pessoal e ganância

Orgulho

Lascívia

Raiva

Inveja

Glutonaria

Indolência (preguiça)

Contemple por alguns instantes esses valores satânicos, e compare-os com as pessoas ‘normais’ em sua vida. Em seguida, tenha esses valores satânicos em mente ao ler os jornais. Você não vê que a maior parte das notícias, a maior parte dos crimes e a maior parte dos nossos problemas procedem de cidadãos ‘normais’ que adotaram esses valores satânicos? Vejo muito crime decorrente da prática dos valores satânicos 1, 2, 3, 4 e 5, você não? Nos crimes como homicídios, roubos, violência doméstica, consumo de drogas e do álcool, no abuso sexual das crianças, e na problemática das doenças sexualmente transmissíveis e suas enormes conseqüências sociais, vemos que todos esses problemas são causados por cidadãos ‘normais’ que aderiram aos valores satânicos.

Se o valor satânico número 6 não fosse um verdadeiro problema, não teríamos tantas pessoas obesas em nossa sociedade e as dietas não seriam a ordem do dia. Também não teríamos tanta ênfase em trabalhar fora, em manter a boa forma e viver “jovem para sempre”.

E, você não vê nossos programas de Bem-Estar Social no valor número 7?

Agora, compreenda este princípio: o Anticristo vai adotar exatamente essas mesmas atitudes e valores. Portanto, os cidadãos ‘normais’ que formam nossa sociedade terão de mudar para aderir a esses valores em sua vida cotidiana. Assim, quando o Anticristo surgir, essas pessoas acharão os valores dele “normais”, porque são exatamente iguais aos seus valores! Já estamos nesse ponto? Se estamos, então é exatamente mais um sinal de que o aparecimento do Anticristo está muito próximo. Lembre-se, essas mudanças em valores individuais básicos devem ter ocorrido silenciosamente, quase de forma invisível, para que as vítimas não saibam o que aconteceu com elas; em vez disso, defenderão esses valores como sendo “normais”, e não sentirão que estão vivendo em pecado. Como escreveu um autor, “Esta mudança cultural é sinistra, porque é invisível para aqueles que já se tornaram cativos da sua mentira…. Eles nem mesmo percebem que as luzes estão apagadas.” [Charles Colson, Against The Night: Living In The New Dark Ages (Contra A Noite: Vivendo na Nova Era das Trevas), Servant Publications, 1989, pg 98.]

Para compreender quão completamente chegamos a esse ponto, precisamos continuar com nosso artigo do jornal.

“Em todos os aspectos, as comédias de situação da televisão mudaram radicalmente nos últimos trinta anos. Algumas pessoas lamentam o fim da Era de Ouro, dizendo há muito pouco humor original. [Nota do autor: Observe que a queixa aqui não é sobre a moralidade da comédia de situação, mas que elas contenham ” muito pouco humor original”]. Outros afirmam que séries como Seinfeld e The Larry Sanders Show (e Cheers poucos anos atrás) representam uma forma híbrida, que mistura comédia inteligente com crítica social afiada [Nota do autor: Isto é o que são essas comédias de situação recheadas de sexo, “crítica social afiada”?]”

“Mas, há uma coisa com a qual virtualmente qualquer pessoa que assista às comédias na televisão concordará: o sexo está em toda a parte.” Isso soa como os valores satânicos 1 e 2! Todos os que assistem a essas comédias de situação regularmente, é lógico, porque gostam delas, estão praticando satanismo! Quem diz isso não sou eu; é a Bíblia Satânica. É hora de acordar do estupor espiritual e compreender os tempos desesperadores em que estamos vivendo! Nossa sociedade está muito próxima do ponto em que poderá aceitar os valores de Anticristo. E, quando você une isso às muitas outras outras coisas que estão acontecendo, como o aumento no número de homicídios, tanto dos muitos novos quanto dos idosos, pode facilmente ver que o Anticristo está muito próximo!

Agora, voltemos ao nosso artigo.

“Um estudo realizado em dezembro pela Children Now e pela Fundação Família Kaiser, dois grupos de política pública, descobriu que três de cada quatro programas na hora da família’ – das 20 às 21 horas – contêm diálogos ou comportamento com referências sexuais, quatro vezes mais que em 1976.” Esse dado estatístico é francamente inacreditável: três de cada quatro programas [75%] são escritos com diálogos e/ou comportamento sexuais.Pais cristãos, vocês percebem que ao mesmo tempo que tentam transmitir valores cristãos aos seus filhos, os programas da televisão estão ensinando valores satânicos a eles? Percebem por que a Bíblia contém tantas advertências para nos separarmos completamente de tentações carnais? Nossa natureza carnal corrupta está naturalmente inclinada para esses pecados e acha mais fácil e “mais natural” segui-los do que seguir os padrões espirituais de Deus; conseqüentemente, as crianças, que enfrentam tantos desafios na vida quando estão na pré-adolescência e na adolescência, provavelmente selecionarão os valores pecaminosos, se forem bombardeadas constantemente com estímulos sexuais!!!Pais, é tempo de ou desligar seu televisor, exceto para o notíciário e esportes, ou então jogá-lo fora. Eu joguei fora meu televisor durante os anos de adolescência dos meus filhos, e minha família prosperou emocional, mental, e espiritualmente.

Agora, entretanto, vamos voltar à notícia principal. Ouçamos o adepto da Nova Era Norman Lear, tentar definir melhor esse debate. “‘O maior problema com quanto sexo há na TV não é se é ou não ofensivo’, diz Norman Lear, uma das pessoas que quebraram os tabus sexuais na televisão nos anos 70, para elevar a consciência social. ‘É simplesmente que a maior parte do sexo na TV hoje não é engraçada. É estúpida e chata.'”

Que afirmação! Primeiro, Lear tenta se evadir da questão da moralidade cristã que está sendo ofendida aqui – de fato, implicitamente reconhece que a moralidade de fato está sendo ofendida, mas está simplesmente dizendo que não importa – dizendo que o problema com todo esse sexo hoje é que ele não é engraçado; é “estúpido e chato”. O que ele está dizendo é que, se o conteúdo sexual das comédias de situação fosse engraçado, e não estúpido e chato, tudo estaria bem! E, observe a admissão dos autores desse artigo de jornal, quando declaram que a razão de Lear quebrar tabus sexuais na televisão nos anos 70 com seus programas foi “elevar a consciência social”! Esta é a primeira vez que vejo alguém admitir que os autores da televisão escrevem seu material a partir de um plano para a sociedade, com o objetivo de mudar as atitudes e os valores das pessoas, dos valores cristãos tradicionais para os valores da Nova Era/Nova Ordem Mundial! Que grande admissão do autor desse artigo!

Agora, esse artigo entra em alguns assuntos específicos que deixarão qualquer cristão profundamente chocado. “Das assim chamadas comédias de situação de qualidade (Mad About You e 3rd Rock From The Sun) às versões voltadas às camadas sociais inferiores (Martin, e Casado… Com Filhos) uma grande maioria dos enredos no horário nobre desenrola-se em torno da gratificação sexual dos personagens – ou da falta dela.” Quantos desses programas você está assistindo? Um dos maiores problemas em nossa sociedade hoje é que muitos cristãos regularmente se divertem assistindo a esse tipo de programas. Você é um deles?

“Nas últimas décadas, o retrato que a televisão faz da vida deu uma guinada de 180 graus em direção à lascívia, mas virtualmente ninguém – incluindo os autores e produtores responsáveis pelos programas – diz que todo esse sexo torna as comédias de situação mais engraçadas.” Bem, essa admissão é interessante! Por que incluir tanto sexo em virtualmente todas as comédias de situação, se não torna os programas mais engraçados? Nenhuma resposta é realmente dada; em vez disso, o foco do debate é sutilmente mudado, para saber se o conteúdo sexual está sendo tratado “apropriadamente”.

“Como muitos autores de comédias de situação, Larry Charles faz uma distinção entre bom e mau sexo na televisão. O sexo em Seinfeld, por exemplo, é tratado com grande sofisticação, diz ele. Até mesmo o famoso episódio em que os quatro personagens principais competiram para ver quem conseguia se abster por mais tempo da masturbação … foi tratado com destacada sutileza. ‘Mais importante’, diz ele, ‘é que aquilo foi muito, muito divertido’.”

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Que ultraje! Que falência moral! Nenhum cristão pode justificar tornar a masturbação o assunto de um programa de televisão. Em minha pesquisa sobre a Nova Ordem Mundial, tomei conhecimento da importância da pornografia para o progresso do reino vindouro do Anticristo [Nova Ordem Mundial]. Por que? Porque a pornografia interfere no desenvolvimento das virtudes e dos valores cristãos na vida do rapaz adolescente em desenvolvimento, ou do pré-adolescente. E, a pornografia é cumulativa, de modo que leva a níveis mais sérios de pornografia, especialmente para as perversões de todos os tipos; e leva ao comportamento imoral. De fato, a pornografia mais profunda pode conduzir o indivíduo a um comportamento criminal em muitas situações, sendo responsável por muitos casos de homicídio, abuso sexual de crianças e abuso do cônjuge, para mencionar somente algumas poucas conseqüências. Além disso, minha pesquisa revelou que o objetivo número um dos pornógrafos é fazer os homens se masturbarem! Visto que a masturbação é uma parte tão integral da pornografia, podemos observar quão vil isso pode se tornar, e podemos também compreender quão vil é uma comédia de situação fazer disso o tema principal de um episódio em particular. Quantos jovens, reagindo a essa comédia de situação em particular, da maneira prescrita no Plano das Seis Etapas de Mudanças de Comportamento [leia o artigo N1055], acabaram de assistir a esse programa com o sentimento distinto de que masturbação não é errada? Suas atitudes teriam sido mudadas somente um pouquinho, não teriam?

Casado … Com Filhos, começou como uma inteligente, porém vulgar paródia das açucaradas comédias de situação familiar dos anos 50 mas tornou-se, na opinião de muitos críticos, uma tremenda paródia de si mesma. ‘Não temos qualquer espécie de razão filosófica profunda para fazer piada com sexo,’ diz Ron Leavitt, o criador do programa. ‘Nossa intenção era somente subverter o gênero de diversão de família estridentemente limpo.'” Outra vez, que admissão extraordinária, de abrir os olhos para os planos ocultos que estão por trás dos programas de televisão atuais. Os autores e produtores desejam “subverter” os valores normais da família. Quanto mais claro precisa ficar, amigos?

“Após dez temporadas… até mesmo as grosserias dos personagens tornaram-se previsíveis. As poucas piadas que não se referem aos hábitos sexuais dos personagens (uma mãe frustrada sexualmente, um pai que é ejaculador precoce, uma filha promíscua, um filho relaxado) giram em torno da má higiene pessoal deles.” É esse o retrato da família “normal” hoje? A mãe é sexualmente frustrada porque o pai é um ejaculador precoce, a filha é promíscua, o que significa que faz sexo com qualquer um, e o filho é relaxado e vulgar, o que significa a mesma coisa. Que diferença para os quadros de “I Love Lucy” e Papai Sabe Tudo da “típica” família dos anos 50. O quanto caímos!

Para compreender absolutamente que espécie de nação a indústria da televisão sabe que nos tornamos, ouça o criador da comédia de situação Ned and Stacey, Michael Weithorn. “É a realidade comercial que força os autores atuais a explorar o filão do humor sexual. ‘As redes de televisão estão direcionando sua programação para o público na faixa de 18 a 49 anos e, às vezes, dos 18 aos 34 anos. O estilo do humor é voltado para esse público. Isso é o que é necessário para fazê-los rir.'” Você percebeu o que ele acabou de dizer? Acabou de dizer que a pesquisa sofisticada realizada pelas redes de televisão descobriu que a público principal – entre os 18 e 49 anos – deseja esse tipo de programa sexualmente explícito. As pessoas desejam isso, e assim, na economia de livre mercado, o que o cliente deseja, o cliente recebe! O ponto é simplesmente que essas comédias de situação da televisão, carregadas com sexo, refletem exatamente o tipo de indivíduos que forma nossa sociedade. Tempos atrás, em minha atividade comercial, observei a obsessão da maioria das pessoas, tanto homens quanto mulheres, com sexo.

Agora, gastemos alguns momentos no fim deste artigo para examinar essa situação deplorável de uma perspectiva bíblica. Estamos treinando nossas crianças e adultos jovens para perseguir uma vida cheia de imoralidade sexual, um pecado a que Bíblia chama de adultério. Citando o Holman Bible Dictionary, “Adultério é o ato da falta de fidelidade no casamento, que ocorre quando um dos cônjuges voluntariamente se envolve em intercurso sexual com uma pessoa do sexo oposto que não seja seu cônjuge.” As palavras-chave nessa definição são “no casamento”. Deus concebeu o sexo para ocorrer unicamente dentro do seu plano para o casamento, isto é, entre marido e mulher. Isso proíbe o sexo entre um homem e uma mulher que não sejam casados, assim como o “sexo” homossexual ou lésbico.

“A lei da aliança de Israel do Velho Testamento proibia o adultério [Êxodo 20:14] e, portanto, tornou a fidelidade no casamento central na vontade divina para os relacionamentos humanos. Muitas determinações no Velho Testamento tratam o adultério como uma ofensa do homem adúltero contra o marido da mulher adúltera. Além disso, ambos, o homem e a mulher adúlteros, eram vistos como culpados, e a punição de morte estava prescrita para ambos [Levítico 20:10]. A severidade da punição indica as sérias conseqüências que o adultério tem para o relacionamento divino-humano [Salmos 51:4] assim como para o casamento, a família, e os relacionamentos na comunidade.” [Holman Bible Dictionary]

Você compreendeu essa última sentença? A razão de Deus ver a atividade sexual fora do casamento como pecado é que o casamento humano é um tipo, ou um retrato, da vontade divina para o relacionamento entre Deus e o homem! Quando uma pessoa é infiel ao seu cônjuge, viola o casamento divino entre o próprio Deus e a humanidade. Foi por isso que Davi orou da forma como fez após o profeta Natã confrontá-lo sobre seu relacionamento adúltero com Bate-Seba. “Tem misericóridia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares.” [Salmos 51:1-4]

O verso 4 é a chave para nossa compreensão aqui. Apesar de o rei Davi ter tomado Bate-Seba de seu marido legítimo, destruindo o casamento dela, e apesar de ter feito com que o marido dela ficasse exposto na batalha para que morresse, Davi corretamente compreendeu que seu pecado foi contra Deus. “Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista … ”

No Novo Testamento vemos esse casamento entre Deus e o homem ainda mais claramente quando o Messias Jesus casa-se com a igreja cristã, e a chama de sua “noiva” [Apocalipse 19:7-9].

Visto que o adultério entre marido e mulher é uma violação do casamento espiritual que Deus estabeleceu entre ele mesmo e a humanidade, podemos esperar que esse pecado tenha conseqüências muito severas. Deus decretou a pena de morte para qualquer um, homem ou mulher, pego em flagrante de adultério, como mencionamos anteriormente.

Permita-me agora fazer uma pergunta teórica. Visto que uma nação é simplesmente um conjunto de indivíduos que compartilham um mesmo idioma, um território comum, e leis comuns, como Deus reage quando um povo comete continuamente o pecado do adultério? Além disso, nossa sociedade está cometendo o pecado de também ensinar os jovens a cometer adultério, desse modo sentenciando suas almas ao Inferno. A Bíblia está repleta de advertências sobre esse tipo de pecado. Em Romanos 1:32, Deus adverte que aqueles que sabem o que é errado, mas insistem em praticar o erro e estimulam outros a praticar o mesmo pecado, estão sujeitas a um julgamento muito especial.

Assim, como Deus lida com uma nação cujos cidadãos estão pecando grandemente todos os dias, neste caso, o pecado do adultério? A resposta é simples, mas profunda:

A Moralidade Particular Coletiva Rapidamente Torna-se a Moralidade Nacional aos Olhos de Deus.

Portanto, quando os líderes de uma nação em particular, recusam-se a aplicar as determinações de Deus para a punição aos pecados graves, Deus então pune a nação inteira, como faria com o indivíduo. No caso do adultério, em que a punição é a morte física, Deus pode, no tempo apropriado, executar fisicamente toda a nação.

No Velho Testamento, vemos várias execuções de cidades ou nações pela mão de Deus. O episódio do Dilúvio em Gênesis 6:1-9:19 é a primeira vez que Deus executou nações inteiras, nesse caso, o mundo inteiro, como punição pelo pecado. Embora Deus não tivesse ainda codificado seus mandamentos, eles eram bens conhecidos por meio de suas instruções verbais.

Então, no caso de Sodoma e Gomorra, Deus puniu duas grandes cidades por causa do pecado sexual. A maioria pensa que o pecado da homossexualidade tenha sido a razão básica para a destruição física dessas duas cidades, mas, como diz o Holman Bible Dictionary, “A luxúria anormal dos homens de Sodoma [Gênesis 19:4-8; Judas 7] deu origem ao termo moderno ‘sodomia’, mas a cidade era culpada de uma série completa de pecados, incluindo o orgulho, a opressão dos pobres, a soberba, e ‘coisas abomináveis’ [Ezequiel 16:49-50]. Juntas, Sodoma e Gomorra deram um ponto de comparação para a pecaminosidade de Israel e outras nações [Deuteronômio 32:32; Isaías 1:10; Jeremias 23:14]. A memória de sua destruição dava uma imagem do julgamento de Deus [Isaías 13:19; Jeremias 49:18; Mateus 10:14-15; 11:23-24] e as fez um exemplo a ser evitado [Deuteronômio 29:23-25; II Pedro 2:6].”

Há um aspecto interessante nessa história de Sodoma e Gomorra que a maioria dos eruditos, pastores e professores deixa de observar. Eu gostaria de compartilhar com você, porque é terrivelmente verdadeiro em nossa sociedade atual.

Toda a sociedade de Sodoma apoiava a atividade homossexual. As escolas, as igrejas, os tribunais e todas as demais organizações sociais ofereciam todo o apoio. Todos ensinavam que aquela era uma atividade sexual normal.

Por que digo isso? Por causa do relato bíblico em Gênesis 19:2-4. Os anjos santos de Deus [que tinham tomado a forma de homens] enviados para resgatar Ló e sua família antes de Deus destruir as cidades, passaram a noite na casa de Ló, onde ele lhes preparou uma refeição. No verso 4, vemos que tipo de espetáculo aconteceu. A população homossexual de toda a cidade, tanto jovens quanto velhos, cercou a casa, para exigir que os visitantes viessem para fora. Por que eles queriam que aqueles anjos disfarçados saissem para fora? Para que pudessem fazer sexo com eles. Agora, espere um minuto! A população homossexual que estava do lado de fora da casa de Ló pretendia fazer sexo grupal com aqueles “homens” em público! Em público! No nosso país ainda temos leis que proibem atos sexuais em lugares abertos, em público. Muitos pontos de parada nas rodovias foram fechados porque homens homossexuais estavam se encontrando lá e fazendo sexo. Temos leis que teriam feito aqueles homens de Sodoma temerem fazer sexo em locais públicos.

Portanto, como aqueles homens não demostravam receio de serem presos, podemos unicamente concluir que, antes desse evento, as leis de Sodoma foram mudadas, permitindo atos sexuais em público, as leis conferiram um manto de proteção social para o sexo em público!

Tal era a condição de Sodoma e Gomorra quando Deus as destruiu fisicamente, uma execução nacional. Jesus predisse que, no tempo da Grande Tribulação, a sociedade exibirá o mesmo comportamento que a população de Sodoma exibiu antes de Deus destruir a cidade. Leia Lucas 17:28-30.

Isto significa que os EUA, e as outras nações do mundo vão em breve mudar suas leis para descriminalizar a homossexualidade, possivelmente permitindo os atos sexuais em público? Acredito que seja a conclusão lógica do processo que estamos vendo hoje, em que a aceitação governamental da homossexualidade está crescendo aos saltos. O presidente Clinton proibiu que as Forças Armadas afastem qualquer indivíduo por causa da orientação homossexual. As escolas públicas estão ensinando a aceitação aos homossexuais e temos essa mesma mensagem na mídia. Até mesmo os escoteiros estão sob fogo cruzado, por não permitirem que indivíduos homossexuais sejam comandantes de tropa.

Em breve, provavelmente após o arrebatamento da igreja, as leis serão mudadas, provavelmente para permitir atos sexuais em público, não somente dos homossexuais mas também dos heterossexuais. Vemos um aperitivo disso hoje, quando os participantes das marchas do Orgulho Gay simulam atos sexuais ao desfilarem pelas ruas.

E, quando a sociedade finalmente aceitar o sexo público, podemos olhar para trás, para o trabalho que a televisão e o cinema fizeram para preparar o caminho para que essa mudança acontecesse. A televisão e o cinema prepararam as mentes e os corações das pessoas para essa transformação final.

Pais, vocês precisam ter nas mãos o controle de seu televisor, mesmo que tal ação crie uma grande luta com seus filhos. Estamos no fim dos tempos, em que a guerra espiritual será muito intensa. Muito em breve, vocês estarão diante do tribunal de Cristo para prestar contas de sua vida. Quando Jesus avaliar a forma como você educou seus filhos, poderá ouvir elogios pelo esforço que fez para criar as crianças “no caminho e na admoestação do Senhor?” Não seremos responsabilizados pelo caminho espiritual por que nossos filhos decidiram seguir, mas seremos responsabilizados pela forma como lutamos a batalha espiritual envolvida na criação deles.

Pais, DESLIGUEM SUA TELEVISÃO. OU MELHOR, JOGUEM FORA O APARELHO !

O fim dos tempos está vindo rapidamente, e vemos muitos sinais da condição de sociedade que a Bíblia predisse que haveria nesta época. Esse assalto à moralidade é apenas um dos eventos profetizados.

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Ex Gay: É possível a REGENERAÇÃO (!)

O testemunho que você está prestes a ler foi escrito por um pastor adventista, que usa o pseudônimo de Victor J. Adamson, para proteger sua identidade. Ele escreveu seu testemunho em grande parte como resposta ao artigo “Are Homosexual God’s Children? São os Homossexuais Filhos de Deus?” que apareceu na Adventist Review de Abril de 1997. O artigo, como indicado acima, via a homossexualidade como uma orientação hereditária permanente que não pode ser mudada.

Adamson não partilha desta opinião. A história de sua peregrinação da escravidão à liberdade mostra que, pela graça de Deus “Homossexuais podem ser curados!”. Eu acredito que você gostará de ler este testemunho. Sinta-se livre para compartilhar com seus amigos.

Se você tivesse me perguntado há nove anos, porque eu tinha escolhido ser gay, eu teria respondido a você como eu fiz inúmeras vezes antes, “Eu não escolhi ser gay! Eu escolhi ser um cristão adventista do sétimo dia. Eu escolhi ser educado nas escolas cristãs Adventistas do Sétimo. Eu escolhi ser um estudante missionário. Eu escolhi me graduar e pós graduar em Teologia com distinção. Eu escolhi me casar com uma jovem adventista. Eu escolhi ter filhos adventistas do Sétimo Dia. Eu não escolhi ser gay! Eu finalmente cheguei ao confronto com a realidade e aceitei o fato de que eu era gay. cheguei a acreditar que eu nasci gay”.

Durante anos depois de minha “saída” do armário e experimentando a separação devastadora do meu lar, eu duvidava que alguém me dissesse que a minha “condição” era uma questão de escolha. Eu tinha feito todas as “escolhas” certas na minha vida. Embora lutando com os anseios irritantes do meu coração, eu tinha orado incessantemente para que Deus “Criasse em mim um coração puro, e renovasse um espírito reto dentro de mim.” Eu queria que Deus me ajudasse a amar e ser apaixonado pela minha esposa. Mas, todos os meus esforços foram em vão.

Por fim, eu sucumbi àqueles anseios lancinantes e cai na vida “gay” de relações homossexuais, totalmente convencido de que a minha “condição”, ou “comportamento”, não era o resultado da minha escolha deliberada. Que cristão estaria disposto a optar por estar tão radicalmente fora de sincronia com a sociedade e a igreja? Eu tinha de ser a vítima do meu próprio ambiente, ou eu simplesmente nascera assim.

Meus pais, amigos e familiares todos pensavam em mim como uma pessoa gentil, amável e atenciosa com os outros. Aos seus olhos eu era inteligente, simpático, cortês e talentoso em muitas áreas. Acima de tudo, eu era conhecido por ser profundamente espiritual.

As Tensões do Meu Estilo de Vida “Gay”

Ao entrar no estilo de vida “gay”, eu ainda vivia de acordo com essa imagem, só que eu já não era mais “profundamente espiritual.” Recusei-me a ser um hipócrita. Não havia nenhuma maneira que eu pudesse conciliar a minha homossexualidade com o chamado para fazer parte do povo remanescente que ama a Deus e guarda os seus mandamentos. Para mim a Bíblia era muito clara ao ensinar que “os sodomitas” não entrarão no Reino de Deus (1 Coríntios. 6:9).

Olhando para trás nos anos gastos no estilo de vida “gay”, eu posso honestamente dizer que minha vida se tornou cheia de comportamentos nojentos, depravados e pervertidos. Como todo homossexual que eu conhecia, fiquei lascivo e obcecado por sexo. Em público e entre os amigos, porém, mantia magistralmente a imagem de uma pessoa decente, gentil, atenciosa, educada, amorosa e adorável.

Antes de voltar para Deus, por dezesseis anos eu O culpava por tudo de errado com minha vida, especialmente a minha homossexualidade, porque eu tinha orado para que Ele a tirasse de mim, e ele não o fez. Assim, eu raciocinava, que a culpa de eu ser gay era de Deus e não minha.

Durante esses egoístas anos de “amor”, de promiscuidade, de prazer, de auto-exaltação e auto-satisfação, sentia muita solidão, miséria e sofrimento. No entanto, meus pais e famíliares nunca me fizeram sentir que eu não fosse amado, apreciado, ou aceito. Em Sua misericórdia e paciência, o Senhor cooperava com os membros da minha família para me revelar o verdadeiro significado do amor incondicional para comigo, um pecador, sem condenar meu estilo de vida pecaminoso. Eles manifestaram seu amor incondicional e aceitação, não só para mim, mas também para com os meus amigos e amantes. A sua aceitação incondicional de mim demonstrou o significado das palavras de Jesus: “Nem eu te condeno.”

Em sua aceitação amorosa, no entanto, eles não descartaram o resto da declaração de Jesus: “vá e não peques mais” (João 8:11).

Algumas Perguntas Inquietantes, e um Sonho

A aceitação incondicional dos meus familiares me levaram a parar de culpar a Deus por minha condição. Em vez disso, comecei a olhar honestamente para mim. Afinal, pensei, eu posso culpar a Deus por toda a minha vida e ainda estar perdido. Eu me perguntava: “Qual é o ponto: fingir que não existem consequências para o meu estilo de vida, ou que eu poderia ser salvo apesar disso?” Aos poucos, percebi que eu estava enganando a mim mesmo. Eu precisava parar de correr e de me esconder de Deus, em vez de buscar orientação na Sua Palavra.

A declaração “Todos os que se esforçam por desculpar ou esconder seus pecados, permitindo que permaneçam nos livros do Céu, sem serem confessados e perdoados, serão vencidos por Satanás” (O Grande Conflito, pág 620), parecia falar com a minha própria situação. Aquele era eu. Eu tinha me tornado totalmente vencido por Satanás.

Comecei a pensar: “Não seria trágico me achar algum dia fora da Nova Jerusalém, com uma “boa desculpa”. Por muitos anos fiquei perturbado com um sonho recorrente no qual eu experimentei o horror de estar perdido, enquanto eu olhava para o rosto de Jesus, que vinha nas nuvens de glória. Aparentemente, Jesus usou este sonho para chegar a mim, um homossexual, dizendo: “Meu filho, dá-me o teu coração, antes que seja tarde demais.” Aliás, desde que voltei para ele, eu nunca experimentei outra vez o pesadelo deste sonho!

Jesus nos adverte sobre o destino dos ímpios, dizendo: “Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; …” (Mateus 7:23, 25:41). Tragicamente, o lago de fogo irá conter um número incontável de pessoas a quem Deus ama incondicionalmente. Ele os ama tanto que deu o seu Filho unigênito, para que eles não precisassem morrer. Mas eles optaram por rejeitar o dom da vida eterna. Deus honrou a escolha deles. O resultado é a eterna separação da fonte da vida eterna.

O Desafio de Começar uma Nova Vida

No raciocínio e lógica infantil, eu orava estudando a Palavra de Deus para encontrar qualquer justificativa para a minha homossexualidade, ou o remédio para ela. Por mais que tentasse, não conseguia encontrar justificativa em qualquer lugar na palavra de Deus para continuar meu estilo de vida homossexual. Quanto mais eu estudava as Escrituras mais eu me convencia de que Deus criara o casamento como a união de um homem com uma mulher, tornando os dois uma só carne.

A relação íntima de um homem com um homem ou uma mulher com uma mulher não pode cumprir o propósito de Deus para o casamento. Além disso, a Escrituras condenam relacionamentos do mesmo sexo como “abominação” (Lv 20:13), que vai impedir a entrada no Reino de Deus (1 Coríntios 6:9-10). Estes e outros textos me convenceram de que não havia nenhuma maneira para mim legitimar o meu estilo de vida homossexual.

Era presunçoso para mim viver como se eu tivesse o dom da vida eterna, quando, na realidade, eu estava consciente recebendo o salário do pecado a “morte”. Quando eu comecei a ponderar o meu destino eterno, gradualmente, fiquei convencido de que minha vida tinha que ser mudada. Mas, me sentia impotente para fazer essa mudança. Em retrospecto, posso compreender que a sensação de impotência resultante da minha violação aos princípios morais de Deus, era concebida para despertar em mim a realização da minha necessidade de um Salvador.

No meu desespero eu encontrei conforto no fato de que Deus é o Criador onipotente e Re-Criador de nossas vidas. Através da iluminação da Sua Palavra e do poder capacitador do Seu Espírito, senti que eu poderia ser purificado e curado. Eu vim a perceber que não importa se eu nasci homossexual ou se eu tinha escolhido me tornar um. Todos os descendentes de Adão nascem com tendências para o pecado. Ganhei confiança na promessa de que a graça de Deus poderia permitir-me superar as tendências pecaminosas tanto as herdadas como as cultivadas.

Conforme eu continuava a estudar e orar, sentia mais e mais o amor incondicional de Deus por mim, que era homossexual. Percebi que não importa quão pecador meu passado tivesse sido, Deus podia perdoar e purificar-me. O que eu precisava fazer era desenvolver um ódio pelo pecado e um amor pela verdade e pela justiça.

Foi-me dada a garantia em 1 Coríntios 6:9-11 que eu poderia ser curado de minha homossexualidade. Paulo fala deste pecado, entre outros, quando ele diz: “E tais fostes alguns de vós [pretérito], mas fostes lavados [tempo presente], mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus, [Como?] pelo Espírito do nosso Deus”.

Como eu continuei a minha auto-avaliação, eu vim a perceber mais e mais que eu tinha estado enganado em pensar que eu estava vivendo uma vida de liberdade, quando na realidade eu estava em uma terrível escravidão. O que eu precisava desesperadamente, não era a liberdade da lei de Deus, mas a liberdade da escravidão do pecado: a minha perversão sexual viciante. Essa liberdade se tornou possível graças à habilitação da graça de Deus, que pode trazer “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Coríntios 10:5). Agradeço a Deus por Sua maravilhosa graça, que restaurou um pecador como eu para a família de Deus e fez de mim um membro produtivo trabalhando em Sua causa.

Talvez o maior desafio de começar uma nova vida, fosse convencer meus companheiros crentes adventistas que, pela graça de Deus eu já não era um homossexual. Minha atitude e orientação sexual tinham mudado. Como era angustiante para mim ouvir ministros e leigos desacreditarem a minha experiência de conversão, dizendo: “Claro, eu acredito na vitória sobre o pecado. Mas as pessoas nunca deixam de ser gay! Nunca ninguém que saiu do estilo de vida gay, permaneceu em linha reta por mais de dois anos! Cuidado com ele e mantenha suas crianças longe dele”. Tais críticas revelam uma falta de fé no poder de Deus para perdoar e purificar os pecadores penitentes de todas as práticas pecaminosas, inclusive a homossexualidade.

Questionando a Alma

Os comentários sarcásticos que muitas vezes ouvi de outros crentes, me levaram a questionar a minha alma e a freqüentemente me perguntar: “Teriam os meus sentimentos e emoções em relação aos homens milagrosamente mudado devido a minha conversão? Será que eu realmente experimentei uma mudança radical de atitude, uma mudança psicológica na minha orientação sexual? Ou, ainda tenho a mesma orientação sexual?

Estas questões são de extrema importância para aqueles que estão sinceramente buscando a libertação do pecado de qualquer natureza que nos assedia. Elas merecem uma explicação definitiva. Mas a resposta nem sempre é fácil de encontrar, especialmente quando alguém, como eu, passou por uma experiência traumática. Eu terminei o meu relacionamento com o homem que eu amava profundamente. Meus sentimentos e emoções em relação a ele, não tinham mudado, mas a minha atitude para com o Homem Jesus Cristo e os ensinamentos da Palavra de Deus tinham mudado radicalmente.

A luta de uma Nova Vida

Estando diante de uma escolha entre o meu amante e o homem Jesus, eu decidi seguir o meu Salvador, independentemente das consequências. Como as palavras do hino popular, para mim, tornou-se uma questão de “confiar e obedecer.” Comecei a confiar no meu Criador, sabendo que o “Pai realmente sabe o que é melhor.” E nessa confiança cada vez maior, comecei a obedecê-lo, apesar dos meus sentimentos e emoções, sabendo que Sua vontade para mim era para minha própria felicidade presente e eterna.

Eu aceitei a verdade bíblica de que “o justo viverá pela fé”, não por sentimentos e emoções. Na prática deste princípio bíblico, descobri que os sentimentos e emoções corretos não surgem de imediato. Eles chegam aos poucos, aprendi a aceitar pela fé a vontade do meu Criador para minha vida. Se eu tivesse esperado até conseguir uma vitória sobre minhas inclinações pecaminosas antes de confiar e obedecer a Cristo, então eu já não precisaria de um Salvador!

Como homossexual, eu precisava ser salvo dos meus pecados, exatamente como um cônjuge infiel, um ladrão, um assassino, ou um mentiroso precisa ser salvo dos seus pecados. A salvação do pecado não é uma conquista humana, mas uma provisão da graça divina. É um trabalho de terapia, reprogramação e redirecionamento divinos.

Deixando para trás o amor da minha vida pecaminosa, entrei em meu novo mundo como um indefeso bebê, recém-nascido. Como uma criança começa sua vida com tendências hereditárias para o mal, eu comecei a minha nova vida com todas as tendências que eu havia cultivado durante a minha vida anterior. Mas, confiando em Deus, meu Pai e Cristo, meu Salvador, eu renunciei a minha homossexualidade e me submeti as diretivas divina e comunhão buscada dentro da família de Deus.

Um princípio importante que eu aprendi foi a “proteger o meu novo ambiente.” As tendências herdadas e cultivadas para o mal são como um leão faminto procurando a quem possa tragar. Essa “besta” deve morrer de fome, enquanto o Cordeiro de Deus, deve ser alimentado e cultivado. O mal deve ser substituído com o bem. Os sentimentos e emoções pervertidos podem ser gradualmente substituídos por sentimentos e emoções corretos quando seguimos as instruções estabelecidas para nós, no “Manual do Operador” dado pelo Criador da sexualidade.

A nova luta que enfrentei quando eu decidi virar as costas a tudo e todos que eu tinha conhecido, me fez lembrar da luta que enfrentei quando fugi de Deus no início da minha vida. Eu tive que me separar totalmente da cena e estilo de vida gay, fugindo deles para minha própria vida, como que fugindo das condenadas Sodoma e Gomorra.

Eu comecei uma nova vida rodeando-me de tudo o que eu sabia ser certo para mim. E não era necessariamente tudo que eu queria ao meu redor! Mas, nenhum cristão pode se dar ao luxo de depender do que o faz se sentir bem. Nem eu poderia! A mente espiritual é para governar e trazer em sujeição a concupiscência da carne.

Guardando as Avenidas da Minha Mente

Eu aprendi a importância de guardar bem as vias para a minha mente, ao não me colocar no caminho da tentação. Isto implica ser cuidadoso em relação ao que eu vejo, ao que leio e ao que eu ouço. Isto requer uma determinação diária para não dar a Satanás uma vantagem sobre mim. Como o apóstolo Paulo, também eu, devo “morrer diariamente” (1 Coríntios 15:21), “subjugando o meu corpo, e o reduzindo à submissão, para que, depois de pregar a outros, eu mesmo não venha a ficar reprovado” (1 Coríntios. 9:27 ).

E quando Satanás plantar estes pensamentos e desejos impuros no coração, (e ele o faz), Deus permite que Sua graça seja suficiente para a minha luta contra a homossexualidade. Sua graça permite-me, como Paulo coloca, a trazer “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Coríntios. 10:5). Eu pratico usando o meu poder de escolha para “virar a página” e “mudar de assunto”. Deus me ajuda a fazer isso, quando eu coloco a minha vontade em Suas mãos.

A injunção bíblica de “Sujeitai-vos pois, a Deus. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7), tornou-se muito significativa para mim. Quando tentado, repito as palavras de Filipenses 4:8: “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

Outro princípio que eu aprendi a colocar em prática é aceitar com gratidão o dom de uma companheira que me foi dispensada por Deus. No Jardim do Éden, Deus criou uma mulher, não um homem, como uma companheira para Adão. Em Sua infinita sabedoria e amor Deus deu ao homem o dom de uma mulher para estar ao lado dele. Não havia alternativa melhor. Deus não cometeu nenhum erro. Ele sabia o que estava fazendo quando Ele criou uma parceira para o homem.

Deus fez um grande esforço para proporcionar ao homem o dom maravilhoso de uma mulher. Alguns dos homens têm torcido o nariz a este dom, “deixando o uso natural da mulher, se inflamando em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro” (Rm 1:27). Eu era um deles. Será que Deus deixou de me amar? Não! Claro que não! Ele continuou a me amar embora eu tenha escolhido usar a minha sexualidade para amar um homem, em vez de uma mulher. É com grande desapontamento que o Criador vê os homens perverterem o destino de sua sexualidade.

Não é pecado uma pessoa viver sem o dom de um parceiro conjugal. Por diversos motivos muitas pessoas acabam vivendo suas vidas sem os prazeres do casamento. Também é errado para as pessoas entregarem-se a um comportamento sexual fora do casamento. E é errado para nós, homens, pervertermos o dom da nossa sexualidade, que foi projetado para uma função procriativa e relacional. É igualmente errado para uma mulher cobiçar e desejar outra mulher a quem Deus criou para o homem. Levou tempo para eu aprender a ser grato a Deus pelo que Ele tem provido para o meu melhor interesse.

Superando a Homossexualidade

O segredo para vencer o pecado da homossexualidade, ou de qualquer outro pecado que nos assedia, encontra-se em ajudar alguém a superar o pecado. Essa premissa é baseada no princípio bíblico de felicidade: A verdadeira felicidade vem em ajudar alguém a ser feliz: Jesus em primeiro lugar, os outros em segundo, você por último.

José, longe de casa na terra de seu cativeiro, nunca se esqueceu deste princípio. “Como posso eu cometer este grande mal e pecar contra Deus?” , ele gritou quando ele fugiu da tentação da esposa de Potifar. Sua preocupação não era “o medo do castigo”, nem era “a esperança de recompensa.” Não, sua fidelidade na obediência resultou em desgraça e confinamento em um calabouço. A preocupação de José era uma total obediência a vontade e a honra do seu Deus, independentemente das consequências. Ele também amou e honrou seu mestre Potifar, pondo os interesses do seu senhor acima dos seus.

Todo o exército celestial estão centrados sobre a felicidade e bem-estar dos outros, incluindo eu e você. Exceto o homem pecador, todos os seres não caídos vivem para o benefício do resto da criação. Este princípio tem sido de grande valia no processo de recondicionar a mim mesmo do meu antigo estilo de vida homossexual. Ajudou-me a abandonar a velha prática da auto-satisfação, buscando o cumprimento dentro do domínio sagrado do casamento.

Ao praticar estes e outros princípios bíblicos, tornei-me totalmente à vontade na minha nova vida como heterossexual. O pensamento de voltar a minha antiga vida tornou-se estranho e repugnante para mim. Submeter-me ao recondicionamento e terapia divina tem realmente resultado em uma nova criação. E Eu me regozijo nas palavras de Paulo sobre a minha nova vida em Cristo: “Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo” (2 Co 5:17 ).

Por que os cristãos devem duvidar de que essa promessa possa ser verdade para o homossexual, bem como para qualquer outra pessoa? Minha nova e vitoriosa vida heterossexual é um testemunho do poder de Deus para salvar as pessoas da profundidade de seus pecados. E eu O louvo todos os dias por demonstrar o poder da Sua graça em perdoar, limpar e renovar a minha vida.

Pela limpeza e renovação de minha vida, o Salvador encomendou-me com as mesmas palavras que Ele falou ao endemoninhado limpo em Marcos 5:19, “Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti”. Assim, eu gosto de contar a história através da palavra falada e de minha autobiografia publicada, de como o Senhor me resgatou das profundezas da degradação, para uma nova vida de serviço para Ele.

Essa história de minha peregrinação da escravidão para a liberdade, é projetada para incentivar não só os homossexuais em busca de libertação divina, mas também alguém lutando com o assedio de pecados de qualquer natureza. Neste testemunho eu compartilho os princípios bíblicos que me ajudaram a ganhar a vitória sobre a homossexualidade e agora a me sustentar na heterossexualidade.

Para encerrar eu gostaria de testemunhar que minha vida não foi alterada por meio do raciocínio humano, lógica, filosofia e aconselhamento, mas através da Palavra de Deus e da graça salvadora de Jesus Cristo. Por Sua graça, este pródigo filho homossexual foi libertado de seu pecado e redirecionado para uma vida produtiva e frutífera , para um novo tipo de serviço como um adventista do sétimo dia e ministro do evangelho. Estou alegremente casado e com filhos.

Eu louvo ao Senhor por Sua compaixão, piedade e maravilhoso poder me salvando da minha vida de pecados! Para aqueles que acreditam que os homossexuais nunca mudam, eu posso dizer: “Sim, eles podem mudar ! O poder transformador e a graça de Deus pode torná-los inteiros. Isto é o que Ele fez por mim.”

Texto extraído da newsletter Endtime Issues No. 57, do já falecido Samuele Bacchiocchi, Ph. D. Professor aposentado de Teologia da Universidade Andrews, publicado em seu site Biblical Perspectives. Crédito da tradução: Blog Sétimo Dia http://setimodia.wordpress.com/

AI-5 Gay: “Não vos conformeis com esta era” (Romanos 12.2). NÃO ACEITO A DITADURA GAY !

 
O reverendo Augustus Nicodemus Lopes, chanceler a Universidade Mackenzie — homem inteligente, capaz, disciplinado na sua fé e respeitador das leis do país; sim, eu o conheço — está sendo alvo de uma violenta campanha de difamação na Internet. Na próxima quarta, grupos gays anunciam um protesto nas imediações da universidade que ele dirige com zelo exemplar. Por quê? Ele teve a “ousadia”, vejam só, de publicar, num cantinho que lhe cabe no site da instituição trecho de uma resolução da Igreja Presbiteriana do Brasil contra a descriminação do aborto e contra aprovação do PL 122/2006 — a tal lei que criminaliza a homofobia (aqui). O texto nem era seu, mas do reverendo Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. A íntegra do documento está aqui. Pode-se ler lá o que segue:
“Quanto à chamada Lei da Homofobia, que parte do princípio que toda manifestação contrária à homossexualidade é homofóbica (…), a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos”.
 
Respondam: o que há de errado ou discriminatório nesse texto? A PL 122 nem foi aprovada ainda, e as perseguições já começaram. Vamos tornar ainda mais séria essa conversa. Há gente que gosta das soluções simples e erradas para problemas difíceis. Eu estou aqui para mostrar que há coisas que, simples na aparência, são muito complicadas na essência. Afirmei certa feita que o verdadeiro negro do mundo era o branco, pobre, heterossexual e católico. Era um exagero, claro!, uma expressão de mordacidade. A minha ironia começa a se transformar numa referência da realidade. A PL 122 é flagrantemente inconstitucional; provocará, se aprovada, efeitos contrários àqueles pretendidos e agride a liberdade religiosa. É simples assim. Mas vamos por partes, complicando sempre, como anunciei.
 
Homofóbico ?
Repudio o pensamento politicamente correto, porque burro, e o pensamento nem-nem — aquele da turma do “nem isso nem aquilo”. Não raro, é coisa de covardes, de quem quer ficar em cima do muro. Procuro ser claro sobre qualquer assunto. Leitores habituais deste blog já me deram algumas bordoadas porque não vejo nada de mal, por exemplo, na união civil de homossexuais — que não é “casamento”. Alguns diriam que penso coisa ainda “pior”: se tiverem condições materiais e psicológicas para tanto, e não havendo heterossexuais que o façam, acho aceitável que gays adotem crianças. Minhas opiniões nascem da convicção, que considero cientificamente embasada, de que “homossexualidade não pega”, isto é, nem é transmissível nem é “curável”. Não sendo uma “opção” (se fosse, todos escolheriam ser héteros), tampouco é uma doença. Mais: não me parece que a promiscuidade seja apanágio dos gays, em que pese a face visível de certas correntes contribuir para a má fama do conjunto.
 
“Que diabo de católico é você?”, podem indagar alguns. Um católico disciplinado. É o que eu penso, mas respeito e compreendo a posição da minha igreja. Tampouco acho que ela deva ficar mudando de idéia ao sabor da pressão deste ou daqueles grupos católicos. Disciplina e hierarquia são libertadoras e garantem o que tem de ser preservado. Não tentem ensinar a Igreja Católica a sobreviver. Ela sabe como fazer. Outra hora volto a esse particular. Não destaco as minhas opiniões “polêmicas” para evitar que me rotulem disso ou daquilo. Eu estou me lixando para o que pensam a meu respeito. Escrevo o que acho que tem de ser escrito.
 
Aberração e militância
Ter tais opiniões não me impede de considerar que o tal PL 122 é uma aberração, que busca criar uma categoria especial de pessoas. E aqui cabe uma pequena história. Tudo começou com o Projeto de Lei nº 5003/2001, na Câmara, de autoria da deputada Iara Bernardes, do PT. Ele alterava a Lei nº 7716, de 1989, que pune preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional (íntegra aqui) acrescentando ao texto a chamada discriminação de gênero. Para amenizar o caráter de “pogrom gay”, o senador Marcelo Crivella acrescentou também a discriminação contra idoso e contra deficientes como passível de punição. Só acrescentou absurdos novos.
 
Antes que me atenha a eles, algumas outras considerações. À esteira do ataque contra três rapazes perpetrados por cinco delinqüentes na Avenida Paulista, que deveriam estar recolhidos (já escrevi a respeito), grupos gays se manifestaram. E voltou a circular a tal informação de que o Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo. É mesmo? Este também é um dos países que mais matam heterossexuais no mundo!!! São 50 mil assassinatos por ano. Se os gays catalogados não chegam a 200 — e digamos que eles sejam 5% da população; há quem fale em 9%; não importa —, há certamente subnotificação, certo? “Ah, mas estamos falando dos crimes da homofobia…” Sei. Michês que matam seus clientes são ou não considerados “gays”? Há crimes que não estão associados à “orientação sexual” ou à “identidade de gênero”, mas a um modo de vida. Cumpre não mistificar. Mas vamos ao tal PL.
 
Disparates
A Lei nº 7716 é uma lei contra o racismo. Sexualidade, agora, é raça? Ora, nem a raça é “raça”, não é mesmo? Salvo melhor juízo, somos todos da “raça humana”. O racismo é um crime imprescritível e inafiançável, e entrariam nessa categoria os cometidos contra “gênero, orientação sexual e identidade de gênero.” Que diabo vem a ser “identidade de gênero”. Suponho que é o homem que se identifica como mulher e também o contrário. Ok. A lei não proíbe ninguém de se transvestir. Mas vamos seguir então.
 
Leiam um trecho do PL 122:
Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte Art. 4º-A:
“Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco)anos.”
 
Art. 5º Os arts. 5º, 6º e 7º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.”
 
Para demitir um homossexual, um empregador terá de pensar duas vezes. E cinco para contratar — caso essa homossexualidade seja aparente. Por quê? Ora, fica decretado que todos os gays são competentes. Aliás, na forma como está a lei, só mesmo os brancos, machos, heterossexuais e eventualmente cristãos não terão a que recorrer em caso de dispensa. Jamais poderão dizer: “Pô, fui demitido só porque sou hétero e branco! Quanta injustiça!”. O corolário óbvio dessa lei será, então, a imposição posterior de uma cota de “gênero”, “orientação” e “identidade” nas empresas. Avancemos.
 
“Art. 6º Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos. ”
Cristãos, muçulmanos, judeus etc têm as suas escolas infantis, por exemplo. Sejamos óbvios, claros, práticos: terão de ignorar o que pensam a respeito da homossexualidade, da “orientação sexual” ou da “identidade de gênero” — e a Constituição lhes assegura a liberdade religiosa — e contratar, por exemplo, alguém que, sendo João, se identifique como Joana? Ou isso ou cana?
 
Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:
“Art. 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Pastores, padres, rabinos etc. estariam impedidos de coibir a manifestação de “afetividade”, ainda que os fundamentos de sua religião a condenem. O PL 122 não apenas iguala a orientação sexual a raça como também declara nulos alguns fundamentos religiosos. É o fim da picada! Aliás, dada a redação, estaríamos diante de uma situação interessante: o homossexual reprimido por um pastor, por exemplo, acusaria o religioso de homofobia, e o religioso acusaria o homossexual de discriminação religiosa, já que estaria impedido de dizer o que pensa. Um confronto de idéias e posturas que poderia ser exercido em liberdade acaba na cadeia. Mas o Ai-5 mesmo vem agora:
 
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:
§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.”
Não há meio-termo: uma simples pregação contra a prática homossexual pode mandar um religioso para a cadeia: crime inafiançável e imprescritível. Se for servidor público, perderá o cargo. Não poderá fazer contratos com órgãos oficiais ou fundações, pagará multa… Enfim, sua vida estará desgraçada para sempre. Afinal, alguém sempre poderá alegar que um simples sermão o expôs a uma situação “psicologicamente vexatória”. A lei é explícita: um “processo administrativo e penal terá início”, entre outras situações, se houver um simples “comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.” Não precisa nem ser o “ofendido” a reclamar: basta que uma ONG tome as suas dores.
 
A PL 122 institui o estado policial gay! E o chanceler no Mackenzie, Augustus Nicodemus Lopes, já é alvo dessa patrulha antes mesmo de essa lei ser aprovada.
 
O que querem os proponentes dessa aberração? Proteger os gays? Não há o risco de que aconteça o contrário? A simples altercação com um homossexual, por motivo absolutamente alheio à sua sexualidade, poderia expor um indivíduo qualquer a um risco considerável. Se o sujeito — no caso, o gay — for honesto, bem: não vai apelar à sua condição de “minoria especialmente protegida”; se desonesto — e os há, não? —, pode decidir infernizar a vida do outro. Assim, haverá certamente quem considere que o melhor é se resguardar. É possível que os empregadores se protejam de futuros dissabores, preferindo não arriscar. Esse PL empurra os gays de volta para o gueto.
 
Linchamento moral
O PL 122 é uma aberração jurídica, viola a liberdade religiosa e cria uma categoria de indivíduos especiais. À diferença de suas “boas intenções”, pode é contribuir para a discriminação, à medida que transforma os gays numa espécie de “perigo legal”. Os homossexuais nunca tiveram tanta visibilidade. Um gay assumido venceu, por exemplo, uma das jornadas do BBB. Cito o caso porque houve ampla votação popular. A “causa” está nas novelas. Programas de TV exibem abertamente o “beijo gay”. Existe preconceito? Certamente! Mas não será vencido com uma lei que acirra as contradições e as diferenças em vez de apontar para um pacto civilizado de convivência. Segundo as regras da democracia, há, sim, quem não goste dessa exposição e se mobiliza contra ela. É do jogo.
 
Ninguém precisa de uma “lei” especial para punir aqueles delinqüentes da Paulista. Eles não estão fora da cadeia (ou da Fundação Casa) porque são heterossexuais, e sua vítima, homossexual. A questão, nesse caso, infelizmente, é muito mais profunda e diz muito mais sobre o Brasil profundo: estão soltos por causa de um preconceito social. Os homossexuais que foram protestar na Paulista movidos pela causa da “orientação sexual” reduziram a gravidade do problema.
 
Um bom caminho para a liberdade é não linchar nem física nem moralmente aqueles de quem não gostamos ou com quem não concordamos. Seria conveniente que os grupos gays parassem de quebrar lâmpadas na cabeça de Augustus Nicodemus Lopes, o chanceler do Mackenzie. E que não colocassem com tanta vontade uma corda no próprio pescoço sob o pretexto de se proteger. Mas como iluminar minimamente a mentalidade de quem troca o pensamento pela militância?

Quando trato de temas como esse, petralhas costumam invadir o blog com grosserias homofóbicas na esperança de que sejam publicadas para que possam, depois, sair satanizando o blog por aí. Aviso: a tática é inútil.  Não serão! Este blog é contra o PL 122 porque preza os valores universais da democracia, que protegem até os que não são gays…

E sobre o tal protesto na frente do Mackenzie, os organizadores mudaram o portão. Ao invés de ser na Consoloção, será na Itambé. A justificativa é o alto número de presenças confirmadas, acima dos 3.000. A página no Facebook ainda afirma que:

IMPORTANTE:

1. Diferente do que alguns estão pensando, nós NÃO entraremos no interior da universidade. Isto seria invasão de propriedade privada e acredito que ninguém quer ser preso!

2. BEXIGAS BRANCAS! Vamos todos também levá-las, como símbolo de paz. Vai ficar lindo!

Do colunista Reinaldo Azevedo, na Veja:

O AI-5 GAY JÁ COMEÇA A SATANIZAR PESSOAS; SE APROVADO, VAI PROVOCAR O CONTRÁRIO DO QUE PRETENDE: ACABARÁ ISOLANDO OS GAYS

in Nani e a Teologia

Os gays não verão a Glória de Deus e PONTO FINAL (sem medo de falar as verdades bíblicas, apesar dos traumas)

Desabafo de um pai

Tenho um casal de filhos… (muitos sonham em ter um casal de filhos, mas daqui para frente, pra quê mesmo?)

pelo jeito não poderei mais destacar a diferença deles…

pelo jeito não posso mais falar para eles que um tipo de comportamento é coisa de meninA, ou de meninO…

não poderei mais orar pedindo ao Senhor um marido para minha filha, e uma esposa para meu filho… (capaz de ficarem ouvindo como aconteceu com Daniel)…

não poderei mais dizer para meu filho que ele é homem, ou como ele mesmo diz ‘homem macho’… será crime daqui uns dias… ? …

Não existe mais problema algum em meus filhos verem um ‘casal’(essa palavra é homofóbica?) de homens se beijando… Minha filha olha… ela tem seis anos, não entende… “Uai, [mineira] meu pai falava que mulher casa com homem…?” Não filha… me perdoe… agora eu não posso mais dizer isso…

Meu filho então… está todo empolgado que vai entrar num casamento junto com uma menina para levar… (aquelas coisas de casamento)… ele tem três anos, está achando que vai casar pois vai entrar de ‘noivinhO com a noivinhA’… se ele entrasse com outro menino, ele não diria que era casamento… mas ele agora estará errado?

Como explicarei a diferença e objetivos de seus órgãos sexuais… a desculpem-me… meus filhos, mas esse é o país que vocês enfrentarão quando forem adultos… Cristo, tenha misericórdia de meus filhos…

Brasil, Deus nos deu liberdade, não libertinagem…

… mas o que é isso mesmo?

Desabafo de um pai, presbiteriano…

Fonte: [ MCA ]

Ah ! Se o Nordeste fosse independente !

 

A eleição de Dilma Rousseff trouxe à tona, entre muitas outras coisas, o que há de pior no Brasil em relação aos preconceitos. Sejam eles religiosos, partidários, regionais, foram lançados à luz de maneira violenta, sádica e contraditória.

Já escrevi sobre os preconceitos religiosos em outros textos e a cada dia me envergonho mais do povo que se diz evangélico (do qual faço parte) e dos pilantras profissionais de púlpito, como Silas Malafaia, Renê Terra Nova e outros, que se venderam de forma absurda aos seus candidatos. E que fique bem claro: não os cito por terem apoiado o Serra… outros pastores se venderam vergonhosamente para apoiarem a candidata petista. A luta pelo poder ainda é a maior no meio do baixo-evangelicismo brasileiro.

Mas o que me motivou a escrever este texto foi a celeuma causada na internet, que extrapolou a rede mundial de computadores, pelas declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso, alavancada por uma declaração no twitter: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”. (clique aqui para entender o caso)

Infelizmente, Mayara não foi a única. Vários outros “brasileiros” também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado final das eleições, que elegeu a primeira mulher presidentE ou presidentA (sim, fui corrigido por muitos e convencido pelos “amigos” Houaiss e Aurélio) do nosso país.

E fiquei a pensar nas verdades ditas por estes jovens, tão emocionados em suas declarações contra os nordestinos. Eles têm razão!

Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!

Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?

Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?

Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?

Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!

E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.

Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.

Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura…

Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner…

E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melofias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…

Ah! Nordestinos…

Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?

Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.

Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!

Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!

Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário… coisa da melhor qualidade!Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso… mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!

Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!

Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.

Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.

Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”

Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos!

Autor: José Barbosa Junior, na madrugada de 03 de novembro de 2010.
Fonte: [ Crer e Pensar ]
Via: [ Púlpito Cristão ]

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