Importante, antes, AGRADAR A DEUS !

 

Aqueles que estão no Ministério logo descobrem que podem conseguir grandes e amigáveis respostas as suas pregações, quando tentam agradar aos homens e mulheres de suas congregações. A. W. Tozer disse: “Nós que testemunhamos e proclamamos o Evangelho, não podemos pensar de nós mesmos como relações públicas enviados para estabelecer a boa vontade entre Cristo e o mundo”.

O número de pregadores, evangelistas, e missionários que falam prioritariamente para agradar as pessoas tem aumentado diariamente. Esta prática, no entanto, está cheia de perigos.

O perigo vem quando este esforço de agradar a homens e mulheres os leva a fazerem uma escolha errada: amando “a aprovação dos homens ao invés da aprovação de Deus” ( Jo 12:43). E quando fazem esta escolha errada, correm o risco de desagradarem a Deus.

Em meu julgamento, isto acontece porque eles acreditam que, fazendo assim, irão conseguir encher suas Igrejas mais rápido. Mas, norteando-se pelo que suas audiências desejam ouvir, eles serão obrigados a fazer mudanças que certamente hão de devastar seus ministérios.

A Bíblia sempre adverte os ministros com relação a agradar a homens, e os perigos que envolvem os que assim fazem. Você pode prevenir ou vencer estes problemas em seu ministério, identificando e evitando estes perigos. .

Esteja alerta em não estabelecer objetivos errados.

1. Buscando respeito – Freqüentemente o desejo do pastor de ganhar o respeito e a amizade do povo de sua Igreja ou comunidade é o começo de um ministério que pode desagradar a Deus. Tendo estabelecido estes objetivos, ele terá que diluir a sã doutrina que sustenta a verdade bíblica em equilíbrio.

Por exemplo, para agradar aos incrédulos, ele terá que ter em consideração o que eles gostam e o que não gostam. Isto é perigoso porque a Bíblia diz que eles amam o pecado e odeiam a justiça. Eles não têm interesse em um Deus que os chamará a prestar contas do que têm feito com a vida que Ele Lhes deu.

A fim de ganhar o respeito deles e sua amizade, o pastor terá que apelar à razão humana, emoções e experiência. Isto significa que ele terá de dar um ” bypass” na autoridade da Bíblia. O pecador deseja um Deus que ele possa manipular e com o qual possa sentir-se confortável. A fim de agradá-los, o pastor não poderá pregar sobre o infinito, imutável e santo Deus da Bíblia.

Esta é a razão por que muitas Igrejas e missões cujas doutrinas são centradas no homem, têm mudado o conceito bíblico de Deus num deus limitado, mutável e imperfeito. Deus, dizem eles, está caminhando para uma maturação ou em processo de crescimento da mesma forma como os homens estão. Esta visão, logicamente, leva a condenar a doutrina do pecado original, a necessidade de expiação, justiça imputada e a credibilidade de Deus e Sua Palavra.

Em seu livro Batalha dos Deuses, Dr. Robert A. Morey transcreve Alan Gomes, instrutor de teologia histórica do Talbot Schoolof Theology, quando diz que estes falsos conceitos tem penetrado em grupos como Jovens Com uma Missão. Diz Morey, “Gomes cuidadosamente documenta que líderes da JOCUM, tais como Roy Elseth e Gordon Olson ensinam que Deus pode pecar, que não conhece o futuro, não está operando Seu plano no mundo, que Ele não guarda a Sua Palavra e nem cumpre as Suas promessas” (pp. 13-14).

É evidente, que os crentes modernos são como muitos descrentes. Não estão dispostos a ficar para ouvir sermões sobre todo o conselho de Deus. O seu estilo de vida superficial os faz sentirem-se desconfortáveis diante do ensino que expõe seus deslizes e hipocrisias, além de mostrar suas tagarelices como tão malignas como fornicação e assassinato. Eles não podem tolerar um Evangelho que ordena a crentes, salvos pela Graça, a negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e a seguirem a Cristo por um caminho estreito.

Para ganhar o respeito e a amizade deles, o pastor tem que adocicar a doutrina do Evangelho de Cristo. Ele tem que transformá-lo num evangelho centrado no homem de “milagres , curas e riquezas” do “poder do pensamento positivo” e da “mente que domina a matéria”.

2. Buscando decisões fáceis – Um pastor irá tentar procurar agradar homens e mulheres, quando pensa que seu poder de persuasão pode produzir um regular crescimento de novos convertidos. Isto é como usurpar a ação divina que envia o Seu Espirito para operar, por meio de um avivamento, o aumento expressivo dos crentes através de genuínas conversões a Cristo. Se um pastor não pode esperar pelo tempo de Deus em matéria de avivamento, e deseja obter muitas “decisões fáceis para Cristo”, ele terá que apresentar conversões a Cristo através de processos espúrios, que não requerem nada mais que uma mera decisão, sem contemplar as verdadeiras implicações do que significa seguir a Jesus.

Assim, se ele quer estas decisões fáceis, não poderá enfatizar todas as verdades do Evangelho bíblico. Não terá coragem de dizer que Deus chama crentes para sofrer, que fé sem verdadeiro arrependimento não é fé, que um pecador não poderá ser salvo a menos que confesse Jesus Cristo como seu Senhor, que fé sem obediência é uma fé fingida. Você não encontrará “decisionismo” entre pessoas que sabem que Deus ordena a todos os crentes a “seguirem a santificação sem a qual ninguém verá ao Senhor” (Heb. 12:l4).

O pastor que desejar conversões fáceis terá que fazer o Evangelho atrativo para o homem natural, algo que ele possa gostar neste mundo. Muitos que professam sua fé em Jesus Cristo hoje não mostram nenhuma mudança na sua maneira de viver, porque pregadores, evangelistas e missionários, querem diluir a mensagem a fim de alcançar resultados. Ávidos por registrarem uma estatística de muitas decisões por Cristo, eles têm-se afastado do que requer a Palavra de Deus.

3. Buscando grandes audiências – Um dos maiores problemas do Cristianismo hoje é o grande número de pessoas não convertidas figurando como membros de Igreja. Se um pastor busca o aumento do número de membros de sua Igreja como seu alvo principal, ele terá que utilizar algumas das técnicas de promooção que os grandes centros de entretenimentos usam, a fim de atrair pessoas. Alguns fazem disputas de Escolas Dominicais entre Igrejas. Outros oferecem prêmios para que as pessoas venham aos cultos. Eu ouvi de uma Igreja que escondia notas de dez dólares debaixo do assento do ônibus da Igreja, a fim de atrair as crianças e estimulá-las a virem à Igreja. Usam ainda jantares especiais, shows modernos, e outras formas de entretenimento. Eu não encontro esse tipo de “esperteza” no Novo Testamento. As pessoas que acorriam às reuniões da Igreja primitiva, não esperavam outra coisa exceto perseguição. Crer em Cristo, no tempo apostólico, eqüivalia a assinar sua própria sentença de morte.

Com a diluição da sã doutrina, e a acomodação do Evangelho ao que as pessoas querem, não é de admirar que muitas Igrejas estejam cheias de crentes não salvos.

4. Buscando fugir da controvérsia – Os ministros tentam agradar a homens, procurando fugir da controvérsia. Numa conversa que eu tive com um líder batista canadense, ele descreveu um pastor amigo como um “causador de problemas”. Quando eu pedi que me explicasse como um homem de Deus podia ser classificado como um causador de problemas, ele disse.. “ele sempre trás à tona questões de controvérsia”.

Como alguém pode pregar o Evangelho e evitar questões de controvérsia? Há um grande conflito entre Deus e os homens, entre a verdade e o erro, entre o bem e o mal. Se um pastor deseja evitar toda controvérsia, ele precisa jogar fora sua Bíblia e dar ao povo uma dieta de sermões adocicados, designados a agradar ao homem natural.

“Eu prego um evangelho positivo!” disse um pastor e “procuro ficar longe de assuntos polêmicos”.

Quando perguntado que assuntos polêmicos ele evitava, então respondeu: soberania de Deus, eleição incondicional, expiação limitada e aquelas doutrinas que fazem diferença entre as denominações.

Um ministro evangélico disse que, para evitar controvérsia, ele estava disposto a aceitar em sua Igreja pessoas batizadas e doutrinadas na Igreja Católica Romana.

Cuidado para não perder a aceitação do Senhor

Alguns pastores vêem o agradar aos homens como o aspecto mais importante de seus ministérios. Um pastor costumava ir constantemente aos membros de sua igreja, para perguntar o que eles estavam achando de sua pregação. Ele estava tão ansioso em agradar as pessoas, que ele queria saber se eles estavam gostando de seus sermões. Quando alguém, com sinceridade, mostrava falhas na sua pregação, ele não podia suportar. Então resignado, deixava o local do culto sem sequer dar uma palavra de despedida aos membros. Há muita imaturidade emocional entre aqueles que fazem do agradar a homens e mulheres a prioridade em seus ministérios.

1. Critério exclusivo – Eu duvido que essa espécie de pregador seja aceito diante de Deus. Paulo disse que tinha por muita pouca coisa o ser julgado em seu ministério pelo homens. “O único que me examina” disse ele, “é o Senhor” (l Cor. 4..4). Devemos usar como meio de avaliação do ministério e conduta dos homens somente a Palavra de Deus. De outra forma como saberemos que um pastor tem a aprovação de Deus quanto ao seu ministério? Não é da aprovação dos homens que o pastor necessita, mas sim da aprovação de Deus.

2. Trabalhando em vão – Aqueles que fazem como seu alvo principal agradar a homens enveredam pelo caminho de fazer com que seus cultos agradem a todos. As pessoas acorrem para as suas reuniões a fim de serem entretidas pelo humor dos púlpitos e estórias engraçadas. Eles vêm porque esperam ver diversão, apresentações dramáticas, ventríloquos, celebridades, heróis esportistas, personalidades da televisão e as últimas novidades da música “gospel”.

A congregação do pastor que guia seu ministério por tais métodos de entretenimento, pode vê-los como ministros poderosos e populares. Porém, tendo assumido esta posição de tentar agradar as pessoas, eles estarão inevitavelmente na condição de não aceitos por Deus.

O primeiro objetivo deles deveria ser agradar a Deus, manifestando a Sua glória. E a não ser que Deus os aceite com o servos, todo o seu trabalho terá sido em vão. Tudo que eles fazem, como orações, estudo bíblico, preparação de sermões, pregação, visitação, testemunho e aconselhamento, será vazio da presença, do poder e da bênção do Senhor.

Fico pensando quantos pastores e ministros têm sempre na mente que terão que prestar contas diante do trono de Cristo? Quantos deles estão realmente apercebidos do alto nível de responsabilidade que têm, não diante dos homens, mas diante de Deus? Quantos se sentiriam confortáveis com a declaração que o apóstolo faz: “E por isso que também nos esforçamos quer presentes, quer ausentes, para lhe ser agradáveis. Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (2 Cor. 5:9-10).

3. Consciência de Deus – Quando um pastor tenta agradar a homens, ele pode deixar de ter consciência de Deus. É muito fácil num ministério popular, procurando agradar as pessoas, alcançar tal sucesso quer resulte num esquecimento da onipresença de Deus. A não ser que um pastor esteja acuradamente cônscio da presença de Deus e O coloca sempre em primeiro lugar em todos os aspectos do seu ministério e vida, ele acabará adotando um estilo fútil de raciocínio e procedimento.

Por exemplo, ele poderá pensar que é mais importante obter direção da parte dos homens que ele está tentando agradar do que da parte de Deus e Sua Palavra. Eu não mencionaria isto se não tivesse visto e ouvido ministros colocarem a opinião de homens a frente da Palavra de Deus. Como é diferente esse tipo de raciocínio dos apóstolos!

Confrontados por homens que tentaram forçá-los a fazer sua vontade no ministério, os apóstolos não pensaram, “qual é a melhor coisa a fazer então?” ou “quais serão as conseqüências se nos opuser-mos à vontade deles? “Ao contrário, eles responderam e disseram-lhes: “Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus” (At. 4:19). Pouco depois, quando foram ordenados pelos mesmos homens e autoridades a pararem de pregar, eles de novo os enfrentaram: “importa antes obedecer a Deus que aos homens” (At. 5:29).

4. Os testes de Deus – Quando alguém estabelece um ministério que desagrada a Deus por tentar agradar a homens, certamente ele se esqueceu que Deus testa seus servos. Não há parte em nosso ministério ou vida onde possamos deixar de lado os interesses de Deus e escaparmos impunes. Deus testa as razões que o Seu povo dá em fazerem o que estão fazendo. Especialmente isso é verdade para aqueles que estão no ministério de Sua Igreja. Paulo, o apóstolo, disse que ele e seus companheiros apóstolos firmaram o propósito de falar ao homens e mulheres, não para lhes agradar, mas para agradar a Deus. E a razão que ele dá é que ele sabia que Deus estava constantemente checando suas motivações.

“Nós falamos” dizia ele, “não como quem agrada a homens, mas a Deus que examina nossos corações” (1 Ts. 2:4).

5. Abandonados por Deus – Curvando-se aos gostos e desprazeres dos homens; pode um pastor tornar-se um abandonado de Deus. Se ele se esforça por agradar a homens e mulheres do mundo; por exemplo; ele pode achar-se, ele mesmo, tão amigo e identificado com eles que chega a ser um com eles. O homem de Deus não pode ter esse tipo, de mistura com as pessoas do mundo, porque a separação do mundo é a marca do verdadeiro ministro de Cristo. “Não sabeis” pergunta Tiago, “que a amizade com o mundo se constitui em inimizade contra Deus?” (Tg. 4:4).

Cuidado para não esquecer que você está numa posição de confiança

Buscando popularidade com as pessoas, pode o pastor esquecer-se que Deus lhe confiou um grande tesouro, o Seu Evangelho da Graça. Em seu ministério apostólico, Paulo nunca se esqueceu de seu senso pessoal de mordomia. Ele repreendeu aqueles cristãos que procuravam seus líderes de acordo com sua popularidade. As pessoas deveriam julgar um ministro, ele disse, pela sua consciência de despenseiro, que vê como sua principal responsabilidade o ser fiel a Deus e Sua Palavra. (I Cor. 4:1-2) Ele também disse que Deus foi condescendente com os homens em permitir que fossem ministros. “Nós fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar Ele o Evangelho… ” (1 Ts. 2:4).

1. Hipocrisia e falta de sinceridade – Os ministros de Deus deveriam ser como Moisés que “permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível”(Heb. 11:27). Seus olhos da fé deveriam estar sobre o invisível, o reino espiritual de Deus, não no reino deste mundo. Quando eles rejeitam esta forma de visão espiritual e começam a olhar para o que é aprazível ao homem, eles caem no mal contra o qual Paulo os adverte na sua carta aos Efésios.

Após falar sobre obediência aos pais e mestres, ele diz que tal obediência deve ser prestada “Não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus” (Ef.6:6). Isto também se aplica ao ministro. Um pastor não deveria buscar o olhar de aprovação do povo a quem serve. Isto é tentar fazer seu trabalho “servindo a vista, como para agradar a homens”.

Sua motivação nunca deveria ser o “ser visto” ou o “agradar a homens”. Como servo de Cristo, ele deveria buscar com sinceridade fazer “de coração a vontade de Deus”.

2. Edificação e Lucro – As epístolas do Novo Testamento têm muito que ensinar sobre a construção do caráter. Os apóstolos fazem do cultivo do caráter interior do homem ou a construção do caráter cristão a coisa mais importante, e é nisso que eles gastam a maior parte de suas pregações e escritos. As únicas razões legítimas e permitidas por eles para agradar aos homens eram a salvação de pecadores, o cultivo da alma e o desenvolvimento da personalidade de Cristo neles. Quando um pastor busca agradar a homens por qualquer outro propósito, ele trai sua confiança e falha em alimentar e guardar o rebanho de Deus.

“Portanto cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para a edificação”(Rom.15 :2).

Em seu trabalho evangelístico, os apóstolos também procuraram agradar aos homens para que os mesmos fossem beneficiados e, se possível até se convertessem a Cristo. Em outras palavras no intento de lhes fazer o bem é que se pode compreender essa atitude deles. Eles não faziam nada para alimentar os desejos mundanos dos incrédulos. Ao contrário, os apóstolos procuraram o proveito de todas as pessoas, sem prejuízo de quem quer que fosse, quer judeus, pagãos ou cristãos. Paulo explica isto desta maneira:

“Assim como também eu procurei em tudo ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse mas o de muitos para que sejam salvos” (1 Cor.10:33). Mais tarde ele escreve, “Há muito pensais que nos estamos desculpando convosco. Falamos em Cristo perante Deus, e tudo, ó amados, para vossa edificação ” (2 Co: 12:19).

Cuidado para não perder o senso bíblico dos valores

Os ministros do Novo Testamento sentiam que, se eles tentassem agradar a homens, eles não poderiam mais ser considerados servos de Cristo. Um pastor não pode esperar a sustentação divina em seu ministério, se ele não estiver mais qualificado como servo do Senhor Jesus Cristo. Como Esaú, ele trocou uma grande herança por um ganho temporário. Ele vendeu o dia por causa de uma hora.

1. Cristo, o Modelo – Tão logo um pastor começa a agradar às pessoas, ele perde sua ligação com o ministério de Cristo. Ele esquece que o Filho de Deus é o modelo para o seu ministério e falha em seguir o Seu exemplo. Mateus diz que mesmo os inimigos de Cristo, embora falassem com sarcasmo, sabiam que Ele não procurava agradar a homens, mas ensinava as verdades de Deus, arcando com as conseqüências.

“E enviaram-Ihe discípulos juntamente com os herodianos para dizer-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro e que ensinas o caminho de Deus, de acordo com a verdade, sem te importares com , quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens ” (Mat. 22:16).

2. Perder a Visão – Quando um pastor desagrada a Deus por tentar agradar a homens, ele pode se esquecer de que não pertence a si mesmo, pois foi comprado com preço. Pregando um Evangelho voltado para resultados e centrado no homem, pode ser levado para longe de Deus e Sua Verdade Eterna, e pode ainda diminuir sua percepção do valor de sua própria redenção. Como o homem que falha em acrescentar elementos do caráter cristão à sua fé, ele irá perder tanto sua visão escatológica como histórica.

Tal homem, diz Pedro, “…é cego, vendo só o que está perto (isto é cegueira escatológica), esquecido da purificação dos seus pecados de outrora (isto é cegueira histórica) ” (2 Pedro 1:9).

3. Comparação de Valores – Agradar aos homens constantemente pode alterar a habilidade de um ministro de fazer de um modo correto uma comparação de valores. Paulo apresenta a redenção como uma grande razão para que nós a apresentemos diante dos homens.

“Por preço fostes comprados; não s vos torneis escravos dos homens ” (1 Cor.7:23).

4. Alterando a Mensagem – Satisfazendo o interesse dos homens e mulheres, muitos ministros tem mudado a mensagem que Cristo lhes ordenou que pregassem. Receosos de receberem a desaprovação dos incrédulos e cristãos mundanos, eles dizem, com efeito, “Nós não nos atrevemos a dizer nada que lhes desagrade”.

Que diferença dos apóstolos! Diante do mais alto tribunal de Jerusalém, enfrentando a ameaça de punição e mesmo a morte, eles confrontaram seus opositores com coragem e disseram, “Pois não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido ” (At.4:20).

 

 

Nota sobre o Autor: George M. Bowman é editor-diretor da Operation Balance, um projeto de literatura destinado ao avanço da sã doutrina, que sustenta a verdade bíblica em equilíbrio. Ele é autor de inúmeros folhetos e panfletos.

Extraído do Jornal “Os Puritanos” ANO IV – Nº 1, com permissão.

Maldição Hereditária ???

quebra

Por Renato Jr.

Sei que ao escrever esse texto, alguns da minha própria igreja irão querer me contestar, não acho ruim, acho importante para que possamos nos aprofundar no estudo da palavra, e não nos basearmos em experiências pessoais, ou no que este ou aquele escritor (quase sempre americanos, nada contra os americanos) escreveu. Os comentários são bem vindos, exponha sua opinião e apresente seus argumentos bíblicos.

Fico temeroso com o tanto que alguns cristãos ao defenderem suas teses, começam dizendo: “EU ACHO QUE” e não “A BÍBLIA DIZ ASSIM”. Talvez alguns gostem dos meus textos, e outros odeiem, contudo, a Bíblia vai continuar sendo a verdade, haja o que houver (1Pd 1.24-25).

Os que defendem a maldição hereditária, ou maldição de família ou pecado de geração, agora surgiu até o DNA da iniquidade, se baseiam nos seguintes textos, ressaltando que apenas no versículo isolado do contexto:

Êxodo 20:5-6 – (5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos).

Êxodo 34:6-7 (6 Tendo o Senhor passado perante Moisés, proclamou: Jeová, Jeová, Deus misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; 7 que usa de beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; que de maneira alguma terá por inocente o culpado; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração).

Números 14:18 (18 O Senhor é tardio em irar-se, e grande em misericórdia; perdoa a iniqüidade e a transgressão; ao culpado não tem por inocente, mas visita a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração).

Deuteronômio 5:9-10 (9 não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, 10 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos).

Primeiramente gostaria de fazer uma avaliação hermenêutica dos versículos e de seus contextos, para isto quero utilizar das palavras do Pr. Valtencir Alves, mestre em divindade e doutor em teologia:

Observe bem estes textos, em todos eles Deus declara que visita a iniquidade dos pais nos filhos. Em Ex. 20:5-6 e Dt. 5:9-10, Deus declara que esta maldição é para aqueles que o “odeiam”. Em Ex. 34:6-7 e Nm. 14:18, Deus declara a sua misericórdia e que perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado. O nosso Deus não mudou, a misericórdia do Deus do NT é a mesma do AT. Havendo arrependimento no coração do homem, Deus libera o perdão, liberando o perdão, tudo está cancelado… Na verdade, sempre foi assim.

Antes de continuarmos na progressão da revelação sobre este assunto, o que chamo de hermenêutica diacrônica, vamos refletir sobre duas questões inseridas nestes textos. A primeira é o fato do decreto de Deus estar diretamente e especificamente ligado na iniquidade da idolatria. O segundo é a descrição precisa “daqueles que me odeiam”. Certamente o povo de Deus do tempo da Torá, não compreendeu estes adendos de Deus ao decreto e para resolver este problema de entendimento ele esclarece o assunto revelando a interpretação mais precisa como segue:

O livro de Deuteronômio não é apenas a repetição da Lei como muitos afirmam, este livro cuida de interpretar os quatro primeiros livros da Torá com mais exatidão, é o próprio Deus lançando luz na revelação. Por que Deus escreveria outro livro repetindo as mesmas coisas? Deuteronômio é o intérprete da Torá. O texto é claro, é direto, é esclarecedor, no entanto, o povo daquela época ainda não absorveu o entendimento da revelação que já progrediu. Tudo bem, Deus entende a estrutura frágil do homem e esclarece mais uma vez.

A confusão sobre os problemas genéticos também são enormes, muitas vezes o pai tem um problema e o filho geneticamente também o herda. Pronto, a conclusão do desfecho será: “Maldição hereditária”. Problemas genéticos não são maldições, a impropriedade teológica dos eisegéticos descolore a hermenêutica, fere a exegese e leva ao tropeço os pequeninos. Cristo levou sobre si as maldições, o homem com Cristo está liberto e não há mais condenação sobre ele, as coisas antes de Cristo ficaram para trás, o tempo da ignorância foi perdoado, nada poderá separar o homem do amor de Deus, quando Deus age ninguém pode impedir, certamente maior é aquele que esta em nós e nele podemos tudo. Devemos estar preparados para dar razão da nossa fé, não baseados em fábulas de velhas caducas, mas na santa e bendita palavra de Deus.

Avalie comigo querido alguns pontos na bíblia:

“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós” (Gálatas 3.13). Jesus tomou sobre si nossas maldições, e carregou nossos pecados.

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8.36). Dar-se-ia o caso de o crente ficar livre das correntes do pecado, mas permanecer amarrado, ainda, às maldições resultantes de pecados cometidos por seus antepassados?

Essa doutrina diminui e tenta complementar o sacrificio de Cristo. Leiam o Capítulo 10 de Hebreus e vejam o comentário do Teólogo Charles Rylie:

“Neste capítulo o autor enfatiza o caráter definitivo de Cristo,contrastando-o com a natureza repetitiva e incompleta do sistema da lei e dos sacrifícios do Antigo Testamento. A redenção que Cristo oferece não precisa de nenhuma repetição ou complementação. Por isso, a rejeição de seu sacrifício é definitiva e imperdoável.”

(Romanos 8. 1-2) Agora já não existe nenhuma condenação para os que estão unidos com Cristo Jesus. Pois a lei do espírito que nos trouxe vida por estarmos unidos com Cristo Jesus, livrou você da lei do pecado e da morte.

(João 5. 24) Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quem ouve as ´minhas palavras e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não será julgado mas, já passou da morte para a vida.

(1João 5.18-21) Sabemos que os filhos de Deus não continuam pecando, porque o Filho de Deus os guarda, e o Maligno não pode tocar neles.

(Colossenses 2.20) Vocês morreram com Cristo e por isso estão livres dos espirítos maus que dominam o Universo, então porque é que vocês estão vivendo como se fossem deste mundo?

 Na verdade, há casos em que famílias de crentes em Jesus, formadas por pessoas dedicadas e sinceras, que sofrem problemas os mais diversos, em termos de saúde, e adversidades financeiras e até de perturbações por parte do maligno. Segundo entendemos, as consequências do pecado de um pai podem passar para os seus descendentes.

Um pai alcoólatra, com sífilis, certamente vai transmitir aos seus filhos as consequências do pecado, mas não o pecado em si. Um pai ou uma mãe aidética passa a enfermidade para o filho no ventre. Esse é um ponto importante: o que se transmite, hereditariamente, são os efeitos do pecado e não o pecado, pois este, segundo a Bíblia, não é hereditário. É de responsabilidade pessoal (Ver Ez 18). A Bíblia diz em Dt 24.16: “Os pais não morrerão pelos filhos, nem os filhos pelos pais: cada qual morrerá pelo seu pecado”.

Vemos aí a justiça de Deus, não permitindo que os filhos, sem culpa, herdem as maldades dos pais, em termos espirituais, a ponto de morrerem por causa de seus antepassados. A responsabilidade moral e espiritual é individual perante Deus. Em Ezequiel , Cap 18, 20-22: “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e fizer juízo e justiça, certamente viverá; não morrerá. De todas suas transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou, viverá”.

Com isso, vemos que o pecado não passa de pai para filho. O que pode passar são os efeitos genéticos e também a influência moral dos pais sobre os filhos; estes tendem a seguir os exemplos bons ou maus de seus pais.

Poderia fazer aqui outras colocações, mais não quero me prolongar e deixar o texto muito longo e cansativo.

Renato Jr. – Blogueiro, articulista, teólogo em formação.
Fonte: [ Blog do autor ]

Para um estudo mais amplo, indico a leitura de um artigo postado aqui no Bereianos alguns anos atrás que aborta a farsa das “maldições hereditárias”. Clique aqui!

Dt. 24.16 Não se farão morrer os pais pelos filhos, nem os filhos pelos pais; cada qual morrerá pelo seu próprio pecado.

O que Deus espera de nós ?

  

Deuteronômio 10:12-13

  

“Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor teu Deus requer de ti, senão que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma, que guardes os mandamentos do Senhor, e os seus estatutos, que eu hoje te ordeno para o teu bem?”

Evangelho

 

O Evangelho deve ser comunicado sem distorção.

2 Coríntios 4:2

“Pelo contrário, rejeitamos as coisas ocultas, que são vergonhosas, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; mas, pela manifestação da verdade, nós nos recomendamos à consciência de todos os homens diante de Deus.”

Se eu sei que Jesus morreu por mim, então que devo fazer ? Devo responder tendo fé Nele.

João 1:12

“Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.”

O evangelho requer uma decisão que mude a nossa vida.

1 Tessalonicenses 1:4-5

“Conhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição; porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo e em plena convicção, como bem sabeis quais fomos entre vós por amor de vós.”

Jesus nos deu o comando de levar o evangelho a todo o mundo.

Mateus 28:18-19

“E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”

Devemos comunicar o Evangelho sem nos envergonharmos.

Romanos 1:16

“Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.”

Vivendo em Santidade

  Como ter uma vida de santidade, que é um dos atributos de Deus, porque sem santificação é impossível agradar a Deus. Lembre-se de que para haver santificação é necessário que antes haja arrependimento.Este artigo vai lhe mostrar como o seu lar, confuso, desorganizado, agradável ao diabo, pode ser transformado em um lar dirigido pelo Espírito Santo de Deus, no qual o Senhor derramará bênçãos para sempre. 

Que esta leitura venha mudar radicalmente o seu estilo de vida como representante de Deus aqui na terra, com a unção e o doce amor do Espírito de Santo de Deus. 

 O sonho de Deus

 Deus tem um sonho para sua casa. Ele deseja que ela seja um pedaço do céu aqui na Terra. Ele   quer que o lugar onde você habita seja fértil e produtivo, que o Espírito Santo reine nele e que seja o lugar onde você tenha  liberdade para falar das verdades do Senhor. Que as pessoas, ao olharem para você, possam ver que é um homem feliz porque é temente ao Senhor. Em Salmos 128: 1-4 está escrito: “Bem- aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos teus caminhos! Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem. Tua esposa, no interior de tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da sua mesa. Eis como será abençoado o homem que teme ao Senhor!” 

A maior riqueza que você tem é a sua casa, a sua família. Nada, nada mesmo, se compara à sua família. E quando você está bem, quando a sua casa está bem, pode ter certeza de que tudo vai bem. Mas, se você estiver vivendo problemas dentro de casa, pode saber que tudo vai mal. Quando vocês, marido e mulher estão brigados, podem orar que as coisas não mudam, porque há um céu de bronze sobre vocês e as suas orações não sobem. A sua família continua desorganizada, infeliz, porque Deus não pode realizar o sonho dEle em sua casa. Em primeiro lugar, é necessário que você reconheça onde está o erro e decida consertar. Tudo na vida é questão de escolha, de decisão. Você pode continuar a cair e a levantar, a levantar e a cair, ou ser avivado, sempre cheio do poder de Deus.  

O avivamento em tempo integral. 

O avivamento não se resume apenas no tempo em que você está cantando ou dançando na presença do Senhor. O avivamento deve ser o seu dia-a-dia. Mas quantas vezes tem acontecido de você sair da igreja, e na hora de ir embora você já sai resmungando, reclamando, blasfemando: alguém pisou no seu pé, você não gostou de alguma coisa, o pastor não terminou na hora certa – alguma coisa começou a acontecer. Depois, você chega em de casa, quanta discussão, acessos de raiva freqüentes… Onde esta o avivamento?Quantos homens casados trazem para os filhos e para as esposas palavras de maldição. Depois se queixam e se perguntam: O que há de errado com minha esposa? O que há de errado com meus filhos? Eu não lhes deixo faltar nada, na igreja agem tão corretamente, oram e glorificam o nome do Senhor, mas no dia-a-dia, dentro de casa, são implicantes com coisas às vezes tão bobas, tão sem sentido, como “O bife ficou pequeno, queria um maior”… essas bobeiras! Então você se enfurece e perde a bênção. Vigie, você não tropeça nas montanhas, e sim nas pedrinhas. 

O avivamento não é um sentimento para durar um dia. Pelo contrário, o avivamento deve extravasar, deve jorrar de forma intensa, começando em sua vida, em sua casa. Mas para isso é necessário que você se humilhe e se arrependa diante de Deus. Em 2 Crônicas 7:14 está escrito: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” A “terra”é sua vida, sua casa. A santidade é a característica desse avivamento, porque a santidade é a característica primeira de Deus  

É necessário arrependimento

A necessidade de arrependimento não é apenas para os novos convertidos. A necessidade de arrependimento de lágrimas e de acerto de vida diante do Senhor não termina quando a pessoa se converte. Arrependimento é uma atitude que deve ser constante, deve ser algo pleno em sua vida, dia após dia. O local de arrependimento é dentro de casa. É você voltar para sua esposa e dizer: “Perdoe-me” e vice-versa. É você, como pai, como mãe, pedir perdão aos filhos, e os filhos pedirem perdão aos pais.

Arrependimento é mudança de comportamento. Se você está assistindo a filmes pornográficos, se existem fitas revistas pornográficas dentro da sua casa e seus filhos sabem, eles não acreditam na sua fé. Você precisa experimentar algo chamado arrependimento. 

Filhos que crescem presenciando desavenças, brigas e confusões entre os pais não vão aceitar a disciplina deles. Eles vão é criar revolta no coração dos filhos, porque estes não vêem no dia-a-dia de seus pais o testemunho da fé que deveriam ter. Arrependimento é mudança, é exatamente uma volta para o Senhor.   

Deus é onisciente, sabe de todas as coisas. Deus sabe das coisas das quais você precisa se arrepender, das coisas que você precisa tirar da sua casa, tirar da sua vida. 

Em diversas situações, o Espírito Santo lhe fala que você precisa se arrepender, Você até reconhece, mas não toma decisão. Deus vê todas as coisas, Ele vê o pecado que torna a sua casa seca, estéril. 

O poder e a unção do avivamento vão cessar se você não fizer uma limpeza espiritual em sua casa e em você. 2 Pedro 2:21-22 diz: “Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e: A porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal.” 

Lar fértil ou estéril 

Você precisa começar a perceber o que está errado em sua vida, ou em sua casa, que necessita ser mudado. Gritar e amaldiçoar são atitudes negativas e, conseqüentemente, destrutivas.  

Será que você tem prazer de estar em casa? Prazer de estar com a família? Seus filhos têm prazer em tê-lo como pai, como mãe? Porque a beleza da casa são as pessoas. Será que estão a brotar, a florescer, amadurecendo apropriadamente? Ou o crescimento tem sido atrofiado por palavras e por ações destruidoras?  

Deus lhe dá, por meio de Sua Palavra, todas as respostas de como acabar com a esterilidade em sua casa.  Leia o que está escrito no livro de Levítico 14: 33-35: “Disse mais o Senhor a Moisés e a Arão: Quando entrardes na terra de Canaã, que vos darei por possessão, e eu enviar a praga da lepra a alguma casa da terra da vossa possessão, o dono da casa fará saber ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa.”  

O livro de Levítico dado por Deus a Moisés, a fim de instruir o povo hebreu antes que entrasse na terra prometida, já mostrava os acontecimentos futuros. Saiba que os habitantes de Canaã eram ímpios. Tudo o que você puder imaginar de imoralidade e de idolatria eles praticavam.  

Quem sabe você já começou a perceber a praga na sua casa. Sua casa não tem sido aquele céu que a Bíblia descreve. Sua vida familiar não tem sido o retrato do Salmo 128:3, que diz: “Tua esposa, no interior da tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa.”  

Incredulidade e murmuração  

O contemplar esta situação “Há um praga na minha casa”, alguma coisa está acontecendo; você não pode ficar inerte. Então você se pergunta: “Essa praga foi colocada por quem?”  Em Levítico 34:14, o Senhor diz: “Quando entrardes na terra de Canaã, que vos darei por possessão, e eu enviar a praga…” Deus está dizendo: “Eu vou enviar.” Se você ler esse trecho fora de todo o contexto bíblico,  poderá pensar que toda essa situação de praga foi Deus quem colocou. Todavia, não é exatamente do modo como você está pensando. Vamos verificar o contexto.  

O povo de Israel poderia ter saído do Egito e entrado em Canaã com uma marcha de apenas quarenta dias, porém levaram quarenta anos. Não entraram na terra por causa da incredulidade e porque murmuraram contra o Senhor.  

Quando os doze espias foram verificar a terra que Deus havia lhes prometido e trouxeram aqueles relatórios tão sem esperança, dos doze, apenas Josué e Calebe creram que o poder de Deus era maior que os gigantes e obstáculos que habitavam aquela terra.  

O poder de Deus era, é e continuará sendo maior do que você crê e vê. E justamente Josué e Calebe foram os únicos que saíram do Egito e entraram em Canaã, juntamente com os outros menores de vinte anos e os que nasceram durante a peregrinação,  porque creram no poder de Deus. Todos os outros morreram no caminho, porquanto não creram em Deus, murmuraram. No livro de Números 14:27-35 está escrito:  

“Depois, disse o Senhor a Moisés e a Arão: Até quando sofrerei esta má congregação que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações que os filhos de Israel proferem contra mim. Dize-lhes: Por minha vida, diz o Senhor, que, como falastes aos meus ouvidos, assim farei a vós outros. Neste deserto, cairá o vosso cadáver, como também todos os que de vós foram contados segundo o censo, de vinte anos para cima, os que dentre vós contra mim murmurastes; não entrareis na terra a respeito da qual jurei que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num. Mas os vossos filhos de que dizeis: Por presa serão, farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vós desprezastes. Porém, quanto a vós outros, o vosso cadáver cairá neste deserto. Vossos filhos serão pastores neste deserto quarenta anos e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que o vosso cadáver se consuma neste deserto. Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniquidades e tereis experiência do meu desagrado. Eu, o Senhor, falei; assim farei a toda essa má congregação, que se levantou contra mim; neste deserto, se consumirão e aí falecerão.”  

Um abismo maior  

Os cananitas tremeram quando souberam que os filhos de Israel eram um grande exército que marchava para Canaã e que em apenas quarenta dias eles estariam possuindo suas casas. Ouviram falar que Deus habitava no meio deles e lhes aparecia face a face, e de como os livrara dos egípcios, abrindo o Mar Vermelho e fazendo perecer o exército de Faraó.  

A fim de derrotar o povo judeu, os cananitas tomaram o ouro, a prata e transformaram tudo em ídolos demoníacos e eróticos, colocando-os exatamente sob as paredes da casa, entre o tijolo e o reboco. Esconderam esses ídolos porque pensaram que os israelitas somente estariam  

de passagem por Canaã, e assim poderiam, depois, voltar e reaver os seus tesouros. Eles tiveram quarenta anos, e não apenas quarenta dias, para encher as suas casas de coisas malignas.  

Deus tudo vê  

Há um processo químico usado quando se fazem determinados exames que consiste em injetar no organismo uma substância corante para marcar alguma parte doente do corpo, a fim de ser melhor visualizada através de aparelhos especializados e devidamente combatida. Isso é necessário porque só podemos ver o que está  materialmente visível.  

A praga descrita no livro de Levítico seria como que essa substância corante ao indicar a doença. Nas casas onde houvesse ídolos ou coisas malignas, as pragas apareceriam, em forma de manchas esverdeadas ou avermelhadas, indicando onde havia sido escondida alguma coisa demoníaca, que poderia até estar incrustada no meio do alicerce da casa. Seria como se o Senhor dissesse: ‘Esconderam ali!”  

Seria como que uma reação química: alguma coisa ia ocorrer no mundo natural. Por isso,  o Senhor trouxe a palavra no livro de  Levítico 14:33-35:  

“Disse mais o Senhor a Moisés e a Arão: Quando entrardes na terra de Canaã, que vos darei por possessão, e eu enviar a praga da lepra a alguma casa da vossa possessão, o dono da casa fará saber ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa.”  

Você, o sacerdote  

Ainda em Levítico 14: 36-38 está escrito: “O sacerdo       te ordenará que despejem a casa, antes que venha para examinar a praga, para que não seja contaminado tudo que está na casa; depois, virá o sacerdote, para examinar a casa, e examinará a praga. Se, nas paredes da casa, há manchas esverdeadas ou avermelhadas e parecem mais fundas que a parede, então o sacerdote sairá da casa e a cerrará por sete dias.”  

Tudo pode ser resumido em: “Examine a casa.”  A prioridade do sacerdote seria a casa; ele iria examiná-la. Se entrasse e percebesse aquela reação no mundo natural, ele iria fechá-la. Durante sete dias,  ninguém entraria ali.  

Hoje, você é o sacerdote de sua casa; não pode simplesmente fechá-la. Você tem de orar, de gemer na presença de Deus, de reconhecer a praga e de exterminá-la com arrependimento, decisão e mudança na maneira de viver.  

Conte com Jesus  

Nos versículos 39-42 de Levítico 14 está escrito: “Ao sétimo dia, voltará o sacerdote e examinará; se vir que a praga se estendeu nas paredes da casa, ele ordenará que arranquem as pedras em que estiver a praga e que as lancem fora da cidade num lugar imundo; e fará raspar a casa por dentro, ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão, fora da cidade, num lugar imundo. Depois, tomarão outras pedras e as porão no lugar das primeiras; tomar-se-á outra argamassa e se rebocará a casa”.  

Como o sacerdote do livro de Livítico, você deve continuar procurando o mal que está contaminando a sua casa. Será necessária uma ação drástica. Um  trabalho de limpeza, não apenas um concerto.  

Talvez, não tenha nada escondido debaixo do reboco das paredes de sua casa, porém você assiste a fitas pornográficas, tem objetos roubados que não foram devolvidos, tem na geladeira uma cervejinha, tem no armário roupas eróticas, minissaias, sobre as quais você diz: “Não tem nada a ver, isso não faz mal”; ou, quem sabe, você tem ídolos que, segundo a Palavra, são esconderijo de demônios. São essas pequenas coisas que levam à destruição. E é por isso que sua casa está do jeito que está.  

Os objetos demoníacos devem de ser quebrados e retirados. O seu caráter precisa ser transformado de acordo com o caráter de Jesus, pois Ele exemplificou e ensinou  para que você tivesse um modelo a imitar. Limpe a sua casa. Jesus já pagou o preço.  

Mantenha a esperança  

Observe como a limpeza era feita. Leia novamente Levítico 14:39-42: “Ao sétimo dia, voltará o sacerdote e examinará; se vir que a praga se estendeu nas paredes da casa, ele ordenará que arranquem as pedras em que estiver a praga e que as lancem fora da cidade num lugar imundo; e fará raspar a casa por dentro, ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão fora da cidade, num lugar imundo. Depois, tomarão outras pedras e as porão no lugar das primeiras; tomar-se-á outra argamassa e se rebocará a casa.”  

Se a sua casa ainda estiver com praga, não ignore os sintomas. Você é o sacerdote, a casa é sua. Faça o que for necessário. Mantenha a esperança de ver a sua casa liberta, pois não existe casa mal-assombrada. A pessoa quando morre vai para o céu ou para o inferno. O que existe é casa opressa. Por causa do pecado das pessoas que vivem nela. Se você mantém algum objeto demoníaco e não o joga fora porque não é seu, a opressão vai continuar. Você é o sacerdote. Peça direção ao Espírito Santo e aja.  

Persista na cura  

Diz aqui o texto do livro de Levítico 14: 43-45: “Se a praga tornar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras, raspada a casa e de novo rebocada, então, o sacerdote entrará e examinará. Se a praga se tiver estendido na casa, há nela lepra maligna; está imunda. Derribar-se-á, portanto, a casa, as pedras e suas madeiras, como também todo reboco da casa; e se levará tudo para fora da cidade, a um lugar imundo”.  

Existem situações que são fáceis de mudar. Outras exigem batalha e perseverança. O  que você vê pode quebrar, jogar fora. A casa é a expressão da pessoa. Ao mesmo tempo que você olhar a casa como um conjunto, você precisa olhar a si mesmo e mudar aquilo que precisa ser mudado.  

Leia Levítico 14:46-48:  

“Aquele que entrar na casa, enquanto está fechada, será imundo até à tarde. Também o que se deitar na casa lavará as suas vestes; e  quem nela comer lavará as suas vestes. Porém, tornando o sacerdote a entrar, e, examinando, se a praga na casa não se estiver estendido depois que a casa foi rebocada, o sacerdote a declarará limpa, porque a praga está curada.”  

É  preciso uma limpeza pessoal, uma declaração de cura pessoal, para que Deus declare você e a sua casa limpos, e seja aí local de sua morada. A presença de Deus numa casa traz paz. O Senhor deseja que você sempre possa experimentar a paz.  

A responsabilidade  

A vida de uma pessoa, o testemunho dela, pode com       prometer todo o avivamento. Pode trazer bênção ou maldição, vitória ou derrota na  história da Igreja. Quando o povo de Israel atravessou o Jordão, o primeiro obstáculo que teve pela frente foi vencer a cidade de Jericó. Os muros da cidade caíram. O segundo obstáculo era uma cidade bem pequena. O povo de Israel, após haver vencido Jericó, sofreu uma derrota terrível para esta pequena cidade. Leia o  que está escrito em Josué 7:12-13:  “Pelo  que os filhos de Israel não puderam resistir aos seus inimigos; viraram as costas diante deles, porque Israel se fizera condenado; já não serei convosco, se não eliminardes do vosso meio a cousa roubada. Dispõe-te, santifica o povo e dize: Santificai-vos para amanhã, porque assim diz o Senhor, Deus de Israel: Há cousas condenadas no vosso meio, ó Israel; aos vossos inimigos não podereis resistir, enquanto não eliminardes do vosso meio as cousas condenadas.”  

O que estava condenado lá era exatamente um homem chamado Acã, que escondeu ouro e prata em forma de ídolos, coisa condenada, pensando que ninguém estava vendo,  mas Deus viu. Acã levou maldição sobre Israel. Não existe nada que você possa fazer com as portas fechadas que Deus não esteja vendo, ou  uma única chamada telefônica que Ele não esteja ouvindo.  

Você pode até ter tudo para viver bem, cheio de alegria, de prazer, para ter uma família maravilhosa, mas de repente você vê só confusão. A paz não reina, não existe prazer, não existe gozo. É porque  há pecado não confessado, objetos condenados em sua casa. A limpeza é pessoal. A santidade, a pureza e a integridade devem ser constantes em sua vida, e você deve sempre buscá-las.  

As más conversações  

As situações podem ficar delicadas por causa das palavras – conversas que são lixo, coisas torpes que você leva  para  sua casa: fofocas, criticas, palavras de maldição. É como se trouxessem um caminhão de lixo e depositassem na sua casa. Lixo é para ser jogado fora, queimado. Numa casa quem deve dominar é o Espírito Santo, e não o  diabo.  

No livro de Levítico 14:49-54, deparamos com a palavra expiação (ato de expiar). Expiar não é olhar. É cobrir com o sangue. Problemas espirituais requerem soluções espirituais. A febre não é uma doença, é apenas um sintoma. Não adianta você cuidar dos sintomas; tem de cuidar da doença. Não adianta pintar por cima, quando aparecem as manchas, e achar que acabou. O problema não foi resolvido .  

Deus consente que você experimente os sentimentos de culpa, de tristeza,    porque você não pode viver como as pessoas do mundo. Você é uma outra pessoa,  tem outra natureza. Você se sente oprimido. Portanto, a  praga ainda está em sua casa.  

Restauração  

Em Levítico 14:49-54, Deus dá o caminho para restauração:   “Para purificar a casa, tomará duas aves, e pau de cedro, e estofo carmesim, e hissopo, imolará uma ave num vaso de barro sobre águas correntes, tomará o pau de cedro, e o hissopo, e o estofo carmesim, e a ave viva, e os molhará no sangue da ave imolada e nas águas correntes, e aspergirá a casa sete vezes. Assim, purificará aquela casa com o sangue da ave, e com as águas correntes, e com a ave viva, e com o pau de cedro, e com o hissopo e com o estofo carmesim. Então, soltará a ave viva para fora da cidade, para o campo aberto; assim, fará pela expiação da casa, e será limpa. Esta é a lei de toda sorte de praga de lepra e de tinha.”  

Tudo o que está aqui são figuras do Espírito Santo, do sangue de Jesus e do poder perdoador dEle.  

Deus chamou você para ser o sacerdote do seu lar. Se as coisas não vão bem, você, como sacerdote, deve examinar a parede de proteção em volta da sua casa. Faça um inventário da sua casa. Quem sabe não há um devorador, que está levando tudo da sua casa porque encontra legalidade, encontra brecha.  

Examine os que moram em sua casa, as companhias que você e eles têm. Examine se elas têm sido bênçãos na sua casa ou têm sido apenas maldição. A pessoa com quem você tem comunhão é alguém que puxa ou derruba você.  

Se você anda com  um fofoqueiro, você será igual a ele. Se anda com alguém que gosta de lixo, vai gostar também. Existem pessoas que só gostam de desgraça, de carniça. Se você me perguntar por escândalos de pastores, eu não sei, não tenho  prazer em carniça. As pessoas nem falam desses assuntos comigo, pois não dou lugar ao diabo.  

Semeando e colhendo  

Há um poder em nossas palavras. Jesus Cristo disse: “As palavras que vos tenho dito são espírito e são vida.” As palavras que você diz são espírito e vida, e também são espírito e morte. Você pode matar os sonhos dos seus filhos, você pode matar o ideal de Deus neles.  

Você precisa ter o espírito de compreensão. Seus filhos são exatamente o que você faz deles. Se você é crítico, tem o espírito duro, é fofoqueiro, eles também serão. Há uma transferência de espírito.  

Dos doze espias que foram observar a terra, dez falaram: “Nós não vamos conseguir, vamos ser mortos.” O espírito de incredulidade que estava sobre eles  passou para a multidão. Mais de dois milhões receberam o mesmo espírito de incredulidade e disseram: “Nós não vamos entrar na terra”,  por isso não entraram nela.  

No livro de Números 11:25, está escrito: “Então, o Senhor desceu na nuvem e lhe falou; e, tirando do Espírito que estava sobre ele (Moisés), o pôs sobre aqueles setenta anciãos; quando o Espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas, depois, nunca mais.” Do mesmo modo que você pode transferir malignidade, crítica, indiferença, sarcasmo, pecado, você também pode transferir o Espírito de Deus para sua família. Você pode passar bênção.  

Mulher, você, cujo marido não é salvo ainda, é a sacerdotisa na sua casa. Você tem de clamar, bradar, encharcar o coração de Deus de lágrimas para a praga que arruína a sua casa seja exterminada. Seus filhos precisam ver em você um exemplo de uma vida de santidade e de oração.  

Tudo na vida é questão de escolha. A febre não é uma doença, é só um sintoma; e é um sintoma para restaurar, é uma escolha natural do corpo, resultado do combate à alguma infecção. No livro de Deuteronômio 30:19 o Senhor disse: “Os céus e a terra tomo, hoje por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”.  

A herança  

O bem não é só para você. O bem é para os seus filhos, para os seus netos, para os seus bisnetos. Quando você tem uma vida santa, assume que é comprometido com o Senhor; você pode reivindicar a promessa que está no livro de Atos 16:31: “Crê no Senhor Jesus, e será salvo tu e a tua casa”. Mas se você leva uma vida errada, com sujeiras escondidas, e pensa que está firme na promessa, você está enganado, você não está vivendo nem crendo.  

“Os céus e a terra tomo, hoje por testemunhas contra ti, que te propus a vida…” O sonho de Deus é que seu lar seja um céu aqui na terra. Pode ser que seja a coisa mais perversa que você esteja vivendo e perceba que tem praga na sua casa. Mas hoje você está sendo confrontado com a Palavra do Senhor. Cuidado com as pessoas que vão à sua casa; cuidado com aqueles que vão lá para, muitas vezes, criticar, para zombar; cuidado com aqueles que muitas vezes têm uma vida perversa e você fica dando ouvido às perversidades deles; cuidado com o irmão que muitas vezes não é irmão, é falso irmão, é lobo vestido de ovelha. Você vai conhece-los pelos frutos, pela sua  vida.  

Procure ser bênção. Cuidado com a transferências de atitudes, de espírito. Não deixe lixo nenhum entrar em sua casa. Deus tem lhe dado todas as ferramentas necessárias para estabelecer uma casa cheia de graça, riso e amor. Deus está à porta e espera. Ele quer encher cada compartimento da sua casa com a doçura do Espírito, com o Seu poder e com a Sua unção.

Liderança

Os bons líderes delegam o trabalho e mostram apreciação pelo trabalho que os outros fazem.

Êxodo 39:43

“Viu, pois, Moisés toda a obra, e eis que a tinham feito; como o Senhor ordenara, assim a fizeram; então Moisés os abençoou.”

Os bons líderes reconhecem os seus limites.

Deuteronômio 1:9

“Nesse mesmo tempo eu vos disse: Eu sozinho não posso levar-vos.”

Os verdadeiros líderes servem uns aos outros.

Lucas 22:25

“Ao que Jesus lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que sobre eles exercem autoridade são chamados benfeitores.”

Os lideres devem dar o exemplo de ser bons trabalhadores.

Eclesiastes 9:10

“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”

Trate os que estão sob a sua liderança como gostaria de ser tratado.

Lucas 6:31

“Assim como quereis que os homens vos façam, do mesmo modo lhes fazei vós também.”

Ser um líder nem sempre é fácil, mas não desista.

2 Crônicas 15:7

“Vós, porém, esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos; porque a vossa obra terá uma recompensa.”

Um bom líder dá ouvido às direções de Deus.

Isaías 30:21

“E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele; quando vos desviardes para a direita ou para a esquerda.”

Como deve ser um líder de Deus na igreja?

1 Timóteo 3:1-7

“Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja. É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não neófito, para que não se ensoberbeça e venha a cair na condenação do Diabo. Também é necessário que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em opróbrio, e no laço do Diabo.”

Deus dá ajuda ao líder que a necessite.

Tiago 1:5

“Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada.”

Os bons lideres planejam com antecedência.

Lucas 14:28-30

“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro a calcular as despesas, para ver se tem com que a acabar? Para não acontecer que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a zombar dele, dizendo: Este homem começou a edificar e não pode acabar.”

Um bom líder busca conselho de outros.

Provérbios 15:22

“Onde não há conselho, frustram-se os projetos; mas com a multidão de conselheiros se estabelecem.”

Um bom líder deve ser paciente.

Provérbios 16:32

“Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade.”