E quando Deus não está no lar ?

Por se tratar de uma instituição divina, a família tem sido atacada desde o Éden por inimigos mortais. No mundo moderno, esse ataque tem sido extremamente violento, a ponto de muitos já duvidarem da necessidade de constituir família. Há moços que têm receio de se casarem temendo não ter condições de levar adiante a constituição do lar, e também há moças que sentem o mesmo receio. Além disso, há, ainda, os que, inebriados pela propaganda materialista, que prega novas formas de convivência social em substituição ao lar, preferem lançar-se ao mar revolto das aventuras, das libertinagens sexuais, do falso “amor livre”, e de tantas outras fugas, a enfrentarem a realidade, da boa convivência social, com base na instituição familiar.

Por trás de todo o ataque à família, está o inimigo de Deus e dos homens, Satanás. E poucos sabem disso. As famílias cristãs, quando verdadeiramente cristãs, são as que estão em melhores condições, espirituais e morais, de reagirem e vencerem os ataques diabólicos contra o lar. Veremos agora alguns dos terríveis inimigos do lar e da família, e como combatê-los.

O PERIGO DA FALTA DE DEUS NO LAR

A falta de Deus é o inimigo número um do lar. Ele se revela quando o ambiente em casa é destituído de espiritualidade. Quando Deus está presente no lar, sente-se uma at-mosfera diferente, agradável e santa. O pai e a mãe se unem aos filhos para servirem ao Senhor. Deus é o hóspede invisível, mas real, que domina o ambiente da família. Em cada canto da casa, pode-se sentir Deus. Há harmonia entre todos. Há louvores. Há devoção sincera ao Senhor. As coisas de Deus são colocadas em primeiro lugar e o lar é uma continuação da igreja.
Por outro lado, quando Deus não está no lar, sente-se que o ambiente é carnal, pesado, cheio de manifestações mundanas. Não se louva a Deus, mas a criatura. Não se ora, não se busca o Senhor. A Bíblia, se existir, está escondida. As músicas são profanas. Não existe harmonia no ca-sal nem nos filhos. As coisas materiais estão em primeiro lugar. ‘Só se pensa em prazeres materiais, riquezas, dinheiro, diversões e coisas mundanas! a casa é uma continuação do mundo. É bom não esquecer o que diz o salmista: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Sl 127.1).

Quando o Senhor edifica, as bases, as colunas, as paredes espirituais, os muros ficam fortalecidos pelo Supremo Arquiteto. Mas os pais, para começarem com Deus e continuarem com Deus, precisam cumprir os seus deveres cristãos, como já foi dito antes. Em resumo, para ter Deus no lar, é necessário:
Ter no lar uma vida de oração.

· Realizar o culto doméstico, adorando a Deus com a família.
Cultivar e estimular no lar a leitura da Bíblia Sagrada.

– Levar a família, cedo, ao ambiente sadio da igreja. ·

– Estar vigilante quanto às “astutas ciladas do Diabo” contra o lar.

– Combater todas as formas de infiltração do materialismo ateu, seja por via da escola, dos meios de comu-nicação (tevê) ou de outras pessoas. · Levar a família a ocupar-se no serviço do Senhor.

Pr. Elinaldo Renovato de Lima

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O Propósito de Deus para a Família

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”. Gn 2:23-24

“Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e  carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do  varão foi tomada. Portanto deixará o homem a seu pai e a sua  mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne”.

Vamos lançar uma pedra fundamental para tudo que vamos falar  com respeito à família:

– O Senhor é o autor da família.

Que novidade !!!

Nossa função não é trazer novidades, mas repetir a verdade até que ela tome forma em nosso coração e nas nossas vidas.

– Deus é o autor do casamento, da família, do matrimônio.

Antes da fundação do mundo, antes da queda do homem, antes do pecado, Deus instituiu a família e a vida familiar. Antes que houvesse qualquer outra instituição humana, Deus criou a família. É a primeira e básica instituição.

Infelizmente, existem hoje muitos livros que falam sobre a família (até mesmo nas livrarias evangélicas) falam da família, mas tem como base o homem. Começam com o homem e a família, depois Deus com um aditivo, uma coisa para colocar coesão e um pouco de harmonia na vida familiar. Na frouxa e desregrada vida familiar.

Vem a família e depois Deus como um meio de ajudar e abençoar a família. NÃO É ASSIM !

Antes de tudo o Senhor, depois, segundo a sua vontade, Ele constituiu as famílias. Se compreendermos isso o resto vai ser fácil de aprender, compreender e aceitar.

A família começa em Deus. E se o Senhor é o criador da família Ele sabe para que foi feita.

Se queremos saber o propósito para se viver em família, qual o sentido, temos que perguntar para aquele que criou a família. A família não foi instituída por sociólogos.

Quanto não entendemos o propósito de Deus para a família, quando não sabemos o que estava no coração de Deus quando instituiu a família, podemos cair numa série de erros, propósitos e despropósitos os mais variados.

Muita gente está constituindo família, mas por não conhecer o propósito de Deus, estão constituindo família por outros propósitos quaisquer.

Vamos ver alguns erros mais comuns por não conhecer o propósito de Deus:

1 – Casam sem objetivo nenhum (o mais comum):

Não tem propósito, casam porque dá vontade de casar, toda a vida é uma seqüência de coisas despropositadas. Não há propósito. Quando é assim vem os filhos e é um sério problema !!! Os filhos se tornam um sério problema, porque não tem objetivo. Mas como tudo aconteceu e com ele é tudo assim, vai levando os filhos como dá.

Infelizmente, muitos cristãos estão se casando assim, nessa situação.

2 – Objetivos supérfluos. Objetivos errados, por exemplo:

Adquirir bens, prosperar. Levar sua família adiante pelo entusiasmo das compras. “Agora vamos comprar uma sala nova” e a família anda mais três meses porque agora tem uma sala nova. (Leva a família pelo entusiasmo da compras).

Quando éramos recém-casados: faltava um abridor, corria para comprar …

 Isso pode fazer parte, mas não serve como propósito. Não podemos levar a família adiante com estes propósitos.

 Alguns se lançam a buscar dinheiro, buscar prosperidade e riquezas. Tem a família como base debaixo dele para buscar riqueza e prosperidade e destroem sua vida familiar. (Ex.: artistas, atletas, milionários famosos – onde estão suas famílias ? Perderam o que tinham de mais importante).

3 – Por causa dos filhos.

Alguns por não terem objetivo fazem da vocação dos filhos o objetivo para a família. É importante que o filho seja médico, engenheiro, arquiteto, pastor … E se concentram somente nisso.

4 – Satisfação própria.

Casam e constituem família para satisfação própria (buscam felicidade): então casam e o centro da família é o ego do marido. Depois de um tempo querem que tudo seja a seu gosto, exigem, perturbam. Às vezes a mulher tem que andar para cima e para baixo para que as coisas sejam como ele gosta. Qual o propósito?

5 – Deificam a família.

Não sabem colocar a família no seu devido lugar. Por ignorarem ou por desconhecerem o propósito de Deus, deificam a família. Quando é aniversário da filhinha ou do filhinho a reunião que se dane, tem aniversário na família.

Dia das mães (não precisa ir na reunião é dia das mães) e a família toma o lugar de Deus.

 Falo como homem: “às vezes eu desconfio que o dia das mães é invenção do diabo, porque me parece como uma boa desculpa para não honrar a mãe nos outros 364 dias do ano. Boa maneira de não precisar beijar, abraçar, acariciar, atender as necessidades e dizer a mãe como ela é importante – tenho um dia para fazer isso. Então nos sentimos em paz com a nossa consciência dando um presentinho para a mamãe nesse dia”.

6 – Honrar a família.

Aqueles que na vida familiar seu grande objetivo é a honra do seu nome (o nome da família): assim há muitos casos, famílias italianas, chinesas, que matam para manter a honra da família !!!

Bem, esta lista é enorme …

QUAL O PROPÓSITO DE DEUS PARA A FAMÍLIA ?

Que sejamos tomados do conhecimento do propósito de Deus para vivermos do seu inteiro agrado.

1º lugar

Como base do entendimento sobre o propósito de Deus para a família podemos dizer que a família existe para cooperar com o supremo propósito de Deus:

– Ter uma família eterna.

Quantos propósitos Deus tem ? Dez, vinte, cinqüenta … ? Deus tem um propósito de ter uma família eterna.

A família tem sentido à medida que coopera com o supremo propósito de Deus (o propósito eterno de Deus).

Às vezes podemos nos confundir um pouco e não entender bem, pois há tantos incrédulos que vivem em família. Então nos parece que nós temos a vida com Deus e a vida familiar.

Quando Deus instituiu a família não havia pecado. Deus tinha um propósito em seu coração e como parte desse propósito constituiu a primeira família. Ele poderia ter feito um monte de homens e depois um monte de mulheres. Por que não o fez ?

Porque queria constituir família. Para Ele atingir o seu propósito de constituir uma família eterna Ele tinha que constituir uma família na terra.

O casamento é muito mais do que a união de duas pessoas que se amam. Quando namoramos, estamos noivos, parece que o casamento tem um objetivo só: a paixão. Quando casamos, temos filhos, a vida familiar começa a cobrar seu alto propósito dentro do propósito de Deus.

Isso acontece porque estamos formando família e cooperando com o Senhor na formação dessa grande família. Esse é o sentido básico de se viver em família.

– O alto propósito da família é formar família para Deus.

Não podemos entender o propósito de Deus para a família sem entender o propósito de Deus como um todo.

A família coopera com Deus para perpetuar a raça e formar a família que Deus se propôs a fazer antes da fundação do mundo.

A família surgiu antes da igreja. Não foi a igreja que inventou a família. A igreja veio como uma instituição de Deus no mundo para fazer o homem voltar a condição de cumprir o seu propósito. Mas antes que houvesse mundo, igreja e pecado, Deus constituiu a família para cumprir seu propósito:

– Formar uma grande família de filhos semelhantes a seu filho Jesus.

2º lugar

O propósito de Deus ao constituir família é amparar e formar o ser humano. Temos que entender que esse segundo propósito deriva do primeiro. O primeiro é a base, tudo mais que vamos falar deriva dele.

Primeiramente todo homem seja amparado. Falamos mais do que ter um teto para morar (isso não é amparo). A compreensão, o amor, a instrução, tudo aquilo que é necessário no início da vida  para o homem ter um ponto de partida e enfrentar um mundo adverso e difícil (hostil). Então Deus coloca o homem em família.

Pense um pouquinho no amor materno, no amor das mães. É tremendo!!!

Lá está aquela menina, não sabe nada da vida, imatura. Se casa,  tem um filho e em pouquíssimo tempo já se torna professora, enfermeira, era preguiçosa e agora acorda de madrugada …

Não estou me referindo as mães cristãs e sim as incrédulas. Quantas mães não dariam suas vidas pelos seus filhos. A história secular relata muitos casos assim. Quem colocou isso dentro delas ?

Foi colocado porque quando o Senhor instituiu a família queria que todo homem fosse amparado.

Ex.: Holanda. População diminuindo, um filho por casal, cada  geração de 25/30 anos diminui. Formam sociedades livres, grupos de jovens, homens e mulheres para gerarem filhos, que serão mantidos pelo governo. Coisa terrível !!!

Os hippies faziam assim, mas como ninguém sabia de quem era o filho, o filho era de todos. Aquele que é filho de todos não é filho de ninguém, não tem um pai nem uma mãe que vai ampará-lo.

É no lar e somente no lar que o propósito de Deus vai se desenrolar. É no lar que a criança vai se desenvolver fisicamente, psiquicamente e emocionalmente.

– A verdade é que a família existe para formar vidas.

Pergunta: Haveria necessidade de fazer discípulos ? Discipulados de conjuntura de uns que ensinam outros se todos os pais andassem conforme o propósito de Deus ? Ou isso é parte da salvação que Cristo providenciou na igreja ?

Se todos os pais conhecessem a Deus e instruíssem seus filhos não precisaria sermão na igreja. Não precisaria nada !!!

A palavra diz em I Pedro 1.18: “… que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram”.

A igreja precisa ensinar porque recebemos um fútil procedimento legado pelos pais quando são incrédulos e não conhecem a Deus.

Desenvolvimento Físico: passeios, ensinar, motivar a praticar esportes. Vida saudável, os pais devem entender dessa parte. O pai deve ser o primeiro a chutar uma bola com o filho … Desenvolvimento Psíquico: intelectualmente, emocionalmente, não basta somente mandar os filhos para a escola. O professor vai ensinar tudo ?  Tem que haver acompanhamento, ler se informar a respeito.

Desenvolvimento Emocional: bastante carinho é a melhor receita. Preocupação que leia bons livros, ouça boa música.

Ex.: Televisão: filmes e desenhos agitados, barulho, brigas, gritarias … e depois não sabem porque seus filhos estão nervosos e agitados.

– No lar devemos dar todo tipo de educação e bom gosto para nossos filhos.

Desenvolvimento Espiritual: não só fazer cultinho em casa … importante é a presença da palavra de Deus em casa, os filhos aprender vendo a palavra se desenrolar em casa. Os filhos vem a reunião e vêem os pais de um jeito no salão …

Exemplificar.

Em casa vêem a mãe na cozinha xingando, reclamando … gritarias … isso não serve !!!

Não podemos nos tornar os “Santos do Salão”.

Seu filho está contente com alguma coisa ? Põe ele no colo e diz:

– Foi o Senhor que fez isso! Agradeça a Ele. Coisas pequenas durante o dia, todos os dias …

Algo natural, se desenvolve espiritualmente ao ver a palavra de Deus evoluindo, crescendo, permeando dentro de casa.

Os filhos quando saírem de casa vão sair dando graças a Deus pelo seu lar. Se lembram do lar como um lugar de paz, harmonia (ao contrário de muitos aqui que não podem ter essa lembrança).

Um lugar gostoso de se viver, que não queiram sair dele, não queiram ir embora, só queiram sair, ir embora, porque querem formar outro lugar igual aquele.

A FAMÍLIA, A IGREJA E A SOCIEDADE

O lar serve para dar base sólida à igreja e a sociedade. Não há igreja sólida sem família sólida.

– A obra do Senhor de restauração da igreja depende da restauração das famílias.

Se temos famílias frouxas e com vidas desregradas, a igreja será frouxa e desregrada. A melhor coisa que podemos fazer para a solidez da igreja é formar famílias sólidas, assim estaremos cooperando com o propósito de Deus.

Não vai haver igreja estável, forte e sadia, sem que haja famílias que sejam assim.

A igreja é composta de famílias, mas não é só a igreja que é composta de família, mas também a sociedade.

Se tivermos famílias bem desenvolvidas, santas, felizes, vamos abençoar a sociedade e o mundo. Se formarmos famílias, santas, felizes, atrativas, estaremos fazendo o melhor para assegurar ao mundo.

Eu creio que uma família feliz, onde há harmonia é atrativa. Esta é a melhor maneira de mostrar ao mundo a graça e a verdade de Deus. Vale mais que qualquer evangelista, os melhor livros.

– Não existe nada para competir com uma família em harmonia.

Na história da igreja tem havido muitos avivamentos, muitas conversões. Avivamentos que surgiram e se foram. Penso que um dos motivos principais é que não se dedicaram com paciência à formação de famílias sólidas.

Avivamentos desaparecem. Um povo não desaparece.

Ex.: o povo de Israel está aí até hoje porque foi constituído por Deus como povo. Aprendeu a viver em família. Não desapareceu.

Muitos avivamentos, obras do Senhor, obra do Espírito Santo, desapareceram porque eram agregados de indivíduos.

Temos nestes dias dado muita ênfase no discipulado (fazer discípulos). Mas não adianta pregar o evangelho para eles, nós temos que ter uma vida em família que seja exemplo para eles. Aqueles que estão chegando e vão chegar necessitam de exemplo.

COMO ESTÁ O MUNDO HOJE ?

– Uma desagregação total.

Satanás veio para roubar, matar e destruir.

Todos os planos infernais nestes dias estão voltados para a família. Ele reúne seus generais, seus coronéis . Eles estão todos os dias ao redor de uma mesa arquitetando planos para derrubar as famílias da terra.

– Satanás atacou os valores morais indispensáveis que são a base da família. E que lista!

Concubinato: um homem e uma mulher decidem viver juntos.

Muitos dizem que casamento não vale nada, não há mais valor no casamento. Porque não entendem que foi Deus que instituiu o casamento, pensam que é criação do homem. Concubinato é fonte de desgraça na terra.

Divórcio legalizado, casamento de homossexuais legalizados:

Tudo isso é um ataque direto quanto a vida da família. Sem falar na psicologia moderna que é contra a disciplina da criança e que infestou a mente dos pais. Ataque de Satanás !

Os pais não podem entender como disciplinar porque estão ludibriados por estas teorias de homens que não conhecem a Deus.

Feminismo: Um dos ataques mais violentos na vida familiar nesse dias é essa história de libertação da mulher. Plano de igualdade que descaracteriza completamente o papel da mulher. O mundo está repleto de mulheres completamente confusas, com filhos mais confusos ainda porque não sabem o papel da mulher. O diabo as enganou com essa história de libertação feminina.

A corrupção na área do sexo: Propagandas de televisão (não passam dez minutos sem uma propaganda que mostre sexo).

Libertação sexual. Sabe o que isso visa ? Alguns irmãos estão entupidos de novelas e de bobagens na cabeça também.

Ataques satânicos que visam preparar jovens para um futuro casamento arruinado. Casam, primeiro com libertinagens, porpaixão, e estão semeando mais uma família desgraçada.

Distorção das funções do marido e da mulher: Homens que não podem viver em paz porque suas mulheres são sargentonas ou insubmissas. Mulheres que vivem com brutamontes, estúpidos, grossos, mulheres abandonadas e filhos cujos pais se separaram.

Não estou aqui para anunciar más notícias, mas boas notícias.

– Nestes dias Deus está restaurando as famílias.

“O ladrão veio para roubar, matar e destruir.

Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”.

– Estou olhando para homens que não amavam suas mulheres e o Senhor operou restauração. Deus está operando nas vidas para operar nas famílias. Para levantar a igreja do Senhor Jesus.

– Mulheres insubmissas estão aprendendo a obedecer e honrar seus maridos.

– Filhos que eram respondões, brigões, rebeldes e hoje estão trazendo luz sobre suas casas.

– Mulheres cujos maridos ainda são incrédulos, mas dentro de suas casas são sementes da restauração de Deus para a família.

Graças ao Senhor que nos livrou das obras de Satanás

Aleluia !!!

Muita coisa boa está acontecendo e Ele quer que tudo isso coopere para sua glória. Deus tem muito mais …

ÁREAS QUE DEUS QUER OPERAR:

1 – Nas famílias que já estão formadas: não é porque já não dá tapas na esposa que está tudo bem. Ainda há muito que o Senhor precisa produzir e aperfeiçoar em nós.

2 – Jovens e moças que vão formar famílias conforme Sua vontade: devem estar conscientes e convictos do propósito de Deus para a família, sabendo que devem se preparar para isso. Os que estão se convertendo agora vem com muitos problemas, muitas coisas que não deverão fazer parte nas famílias que vão constituir.

Que comecem bem, se preparem bem, trabalhem (profissão), estudem, procurem prosperar, aprendam a ter responsabilidades.

– Que rapazes e moças cresçam espiritualmente para formar famílias. Deus quer abençoar o mundo através da igreja e das famílias. Para restaurar a igreja é necessário restaurar as famílias.

QUATRO CONSELHOS PRÁTICOS:

1 – Oriente sua vida familiar pela palavra de Deus.

– Não se deixe guiar por sentimentos enganosos,deixe se levar pela palavra de Deus.

– Não se deixe levar por essas literaturas de homens que não entendem nada. A palavra de Deus é amplamente suficiente para a família em todas as áreas. Ninguém sabe melhor do que Deus como deve ser a família, como ela deve andar. Dê um voto de confiança a Deus.

– Este mundo está cheio de homens de sucesso, comerciantes ricos, intelectuais, sábios, pedagogos, psicólogos que estão completamente perdidos em sua vida familiar. Não dê ouvidos ao que eles dizem, mas ouça a palavra de Deus.

– Muitas vezes somos tentados a achar que a palavra do Senhor é exagerada quando fala da vara, por exemplo. Muitos pais dão mais ouvidos a seus sentimentos do que a palavra. O mesmo acontece com relação à submissão.

Obedeça ao Senhor em tudo e colherá os frutos.

Ex.: Há incrédulos que usam a vara nos filhos e tem bons filhos, maridos que não conhecem a palavra, são cabeças e a casa vai bem. Não por amarem ao Senhor nem a sua palavra, mas por coincidência. A palavra de Deus tem uma doutrina sã. E se colocarmos em prática vamos deixar o mundo de boca aberta.

Dt. 4.5-9: “Eis que vos ensinei estatutos e preceitos, como o Senhor meu Deus me ordenou, para que os observeis no meio da terra na qual estais entrando para a possuirdes. Guardai-os e observai-os, porque isso é a vossa sabedoria e o vosso entendimento à vista dos povos, que ouvirão todos estes, estatutos, e dirão: Esta grande nação é deveras povo sábio e entendido. Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o é a nós o Senhor nosso Deus todas as vezes que o invocamos ? E que grande nação há que tenha estatutos e preceitos tão justos como toda esta lei que hoje ponho perante vós? Tão-somente guarda-te a ti mesmo, e guarda bem a tua alma, para que não te esqueças das coisas que os teus olhos viram, e que elas não se apaguem do teu coração todos os dias da tua vida; porém as contarás a teus filhos, e aos filhos de teus filhos”.

“Que Deus eles têm !!! Que coisas tremendas eles sabem !!!!”.

2 – Viva a vida familiar com propósito.

Não veja a vida como uma seqüência, uma sucessão de dias.

Projete sua vida familiar para aqui dois, três, cinco, dez, vinte anos. Por não fazerem isso muitos não vão a lugar nenhum. Desenvolver relacionamento com os filhos e com a esposa. Não se aplicar mais a um do que a outro, porque depois os filhos se casam, vão embora e o casal não sabe o que fazer.

– Projete, trace alvos, ore.

3 – Busque relacionamento com o corpo de Cristo.

Se envolva com irmãos que se saíram bem. Se você vê que os filhos deles estão se saindo bem, busque orientação com eles.

Se uma irmã tem marido incrédulo e está superando os problemas, troque idéias com ela.

– Busque orientação no corpo de Cristo.

4 – Confie na obra do Espírito Santo.

Quando ouvimos a palavra, adquirimos conhecimento e achamos que já sabemos. Não é tão fácil assim, e nem sempre eu consigo colocar em prática tudo que aprendo. Aí entra Satanás e vem me desanimar e dizer que aquilo não funciona.

É necessário ter paciência com você mesmo e com os outros. O Espírito Santo está mais interessado nessas coisas do que você. Ele se interessa em que você pratique Palavra de Deus.

– Confie nele, dê-lhe tempo, espere no senhor, pratique. O Senhor nos levará de fé em fé, de glória em glória.

ALELUIA !!!

https://malucoporjesus.wordpress.com

Ex Gay: É possível a REGENERAÇÃO (!)

O testemunho que você está prestes a ler foi escrito por um pastor adventista, que usa o pseudônimo de Victor J. Adamson, para proteger sua identidade. Ele escreveu seu testemunho em grande parte como resposta ao artigo “Are Homosexual God’s Children? São os Homossexuais Filhos de Deus?” que apareceu na Adventist Review de Abril de 1997. O artigo, como indicado acima, via a homossexualidade como uma orientação hereditária permanente que não pode ser mudada.

Adamson não partilha desta opinião. A história de sua peregrinação da escravidão à liberdade mostra que, pela graça de Deus “Homossexuais podem ser curados!”. Eu acredito que você gostará de ler este testemunho. Sinta-se livre para compartilhar com seus amigos.

Se você tivesse me perguntado há nove anos, porque eu tinha escolhido ser gay, eu teria respondido a você como eu fiz inúmeras vezes antes, “Eu não escolhi ser gay! Eu escolhi ser um cristão adventista do sétimo dia. Eu escolhi ser educado nas escolas cristãs Adventistas do Sétimo. Eu escolhi ser um estudante missionário. Eu escolhi me graduar e pós graduar em Teologia com distinção. Eu escolhi me casar com uma jovem adventista. Eu escolhi ter filhos adventistas do Sétimo Dia. Eu não escolhi ser gay! Eu finalmente cheguei ao confronto com a realidade e aceitei o fato de que eu era gay. cheguei a acreditar que eu nasci gay”.

Durante anos depois de minha “saída” do armário e experimentando a separação devastadora do meu lar, eu duvidava que alguém me dissesse que a minha “condição” era uma questão de escolha. Eu tinha feito todas as “escolhas” certas na minha vida. Embora lutando com os anseios irritantes do meu coração, eu tinha orado incessantemente para que Deus “Criasse em mim um coração puro, e renovasse um espírito reto dentro de mim.” Eu queria que Deus me ajudasse a amar e ser apaixonado pela minha esposa. Mas, todos os meus esforços foram em vão.

Por fim, eu sucumbi àqueles anseios lancinantes e cai na vida “gay” de relações homossexuais, totalmente convencido de que a minha “condição”, ou “comportamento”, não era o resultado da minha escolha deliberada. Que cristão estaria disposto a optar por estar tão radicalmente fora de sincronia com a sociedade e a igreja? Eu tinha de ser a vítima do meu próprio ambiente, ou eu simplesmente nascera assim.

Meus pais, amigos e familiares todos pensavam em mim como uma pessoa gentil, amável e atenciosa com os outros. Aos seus olhos eu era inteligente, simpático, cortês e talentoso em muitas áreas. Acima de tudo, eu era conhecido por ser profundamente espiritual.

As Tensões do Meu Estilo de Vida “Gay”

Ao entrar no estilo de vida “gay”, eu ainda vivia de acordo com essa imagem, só que eu já não era mais “profundamente espiritual.” Recusei-me a ser um hipócrita. Não havia nenhuma maneira que eu pudesse conciliar a minha homossexualidade com o chamado para fazer parte do povo remanescente que ama a Deus e guarda os seus mandamentos. Para mim a Bíblia era muito clara ao ensinar que “os sodomitas” não entrarão no Reino de Deus (1 Coríntios. 6:9).

Olhando para trás nos anos gastos no estilo de vida “gay”, eu posso honestamente dizer que minha vida se tornou cheia de comportamentos nojentos, depravados e pervertidos. Como todo homossexual que eu conhecia, fiquei lascivo e obcecado por sexo. Em público e entre os amigos, porém, mantia magistralmente a imagem de uma pessoa decente, gentil, atenciosa, educada, amorosa e adorável.

Antes de voltar para Deus, por dezesseis anos eu O culpava por tudo de errado com minha vida, especialmente a minha homossexualidade, porque eu tinha orado para que Ele a tirasse de mim, e ele não o fez. Assim, eu raciocinava, que a culpa de eu ser gay era de Deus e não minha.

Durante esses egoístas anos de “amor”, de promiscuidade, de prazer, de auto-exaltação e auto-satisfação, sentia muita solidão, miséria e sofrimento. No entanto, meus pais e famíliares nunca me fizeram sentir que eu não fosse amado, apreciado, ou aceito. Em Sua misericórdia e paciência, o Senhor cooperava com os membros da minha família para me revelar o verdadeiro significado do amor incondicional para comigo, um pecador, sem condenar meu estilo de vida pecaminoso. Eles manifestaram seu amor incondicional e aceitação, não só para mim, mas também para com os meus amigos e amantes. A sua aceitação incondicional de mim demonstrou o significado das palavras de Jesus: “Nem eu te condeno.”

Em sua aceitação amorosa, no entanto, eles não descartaram o resto da declaração de Jesus: “vá e não peques mais” (João 8:11).

Algumas Perguntas Inquietantes, e um Sonho

A aceitação incondicional dos meus familiares me levaram a parar de culpar a Deus por minha condição. Em vez disso, comecei a olhar honestamente para mim. Afinal, pensei, eu posso culpar a Deus por toda a minha vida e ainda estar perdido. Eu me perguntava: “Qual é o ponto: fingir que não existem consequências para o meu estilo de vida, ou que eu poderia ser salvo apesar disso?” Aos poucos, percebi que eu estava enganando a mim mesmo. Eu precisava parar de correr e de me esconder de Deus, em vez de buscar orientação na Sua Palavra.

A declaração “Todos os que se esforçam por desculpar ou esconder seus pecados, permitindo que permaneçam nos livros do Céu, sem serem confessados e perdoados, serão vencidos por Satanás” (O Grande Conflito, pág 620), parecia falar com a minha própria situação. Aquele era eu. Eu tinha me tornado totalmente vencido por Satanás.

Comecei a pensar: “Não seria trágico me achar algum dia fora da Nova Jerusalém, com uma “boa desculpa”. Por muitos anos fiquei perturbado com um sonho recorrente no qual eu experimentei o horror de estar perdido, enquanto eu olhava para o rosto de Jesus, que vinha nas nuvens de glória. Aparentemente, Jesus usou este sonho para chegar a mim, um homossexual, dizendo: “Meu filho, dá-me o teu coração, antes que seja tarde demais.” Aliás, desde que voltei para ele, eu nunca experimentei outra vez o pesadelo deste sonho!

Jesus nos adverte sobre o destino dos ímpios, dizendo: “Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; …” (Mateus 7:23, 25:41). Tragicamente, o lago de fogo irá conter um número incontável de pessoas a quem Deus ama incondicionalmente. Ele os ama tanto que deu o seu Filho unigênito, para que eles não precisassem morrer. Mas eles optaram por rejeitar o dom da vida eterna. Deus honrou a escolha deles. O resultado é a eterna separação da fonte da vida eterna.

O Desafio de Começar uma Nova Vida

No raciocínio e lógica infantil, eu orava estudando a Palavra de Deus para encontrar qualquer justificativa para a minha homossexualidade, ou o remédio para ela. Por mais que tentasse, não conseguia encontrar justificativa em qualquer lugar na palavra de Deus para continuar meu estilo de vida homossexual. Quanto mais eu estudava as Escrituras mais eu me convencia de que Deus criara o casamento como a união de um homem com uma mulher, tornando os dois uma só carne.

A relação íntima de um homem com um homem ou uma mulher com uma mulher não pode cumprir o propósito de Deus para o casamento. Além disso, a Escrituras condenam relacionamentos do mesmo sexo como “abominação” (Lv 20:13), que vai impedir a entrada no Reino de Deus (1 Coríntios 6:9-10). Estes e outros textos me convenceram de que não havia nenhuma maneira para mim legitimar o meu estilo de vida homossexual.

Era presunçoso para mim viver como se eu tivesse o dom da vida eterna, quando, na realidade, eu estava consciente recebendo o salário do pecado a “morte”. Quando eu comecei a ponderar o meu destino eterno, gradualmente, fiquei convencido de que minha vida tinha que ser mudada. Mas, me sentia impotente para fazer essa mudança. Em retrospecto, posso compreender que a sensação de impotência resultante da minha violação aos princípios morais de Deus, era concebida para despertar em mim a realização da minha necessidade de um Salvador.

No meu desespero eu encontrei conforto no fato de que Deus é o Criador onipotente e Re-Criador de nossas vidas. Através da iluminação da Sua Palavra e do poder capacitador do Seu Espírito, senti que eu poderia ser purificado e curado. Eu vim a perceber que não importa se eu nasci homossexual ou se eu tinha escolhido me tornar um. Todos os descendentes de Adão nascem com tendências para o pecado. Ganhei confiança na promessa de que a graça de Deus poderia permitir-me superar as tendências pecaminosas tanto as herdadas como as cultivadas.

Conforme eu continuava a estudar e orar, sentia mais e mais o amor incondicional de Deus por mim, que era homossexual. Percebi que não importa quão pecador meu passado tivesse sido, Deus podia perdoar e purificar-me. O que eu precisava fazer era desenvolver um ódio pelo pecado e um amor pela verdade e pela justiça.

Foi-me dada a garantia em 1 Coríntios 6:9-11 que eu poderia ser curado de minha homossexualidade. Paulo fala deste pecado, entre outros, quando ele diz: “E tais fostes alguns de vós [pretérito], mas fostes lavados [tempo presente], mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus, [Como?] pelo Espírito do nosso Deus”.

Como eu continuei a minha auto-avaliação, eu vim a perceber mais e mais que eu tinha estado enganado em pensar que eu estava vivendo uma vida de liberdade, quando na realidade eu estava em uma terrível escravidão. O que eu precisava desesperadamente, não era a liberdade da lei de Deus, mas a liberdade da escravidão do pecado: a minha perversão sexual viciante. Essa liberdade se tornou possível graças à habilitação da graça de Deus, que pode trazer “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Coríntios 10:5). Agradeço a Deus por Sua maravilhosa graça, que restaurou um pecador como eu para a família de Deus e fez de mim um membro produtivo trabalhando em Sua causa.

Talvez o maior desafio de começar uma nova vida, fosse convencer meus companheiros crentes adventistas que, pela graça de Deus eu já não era um homossexual. Minha atitude e orientação sexual tinham mudado. Como era angustiante para mim ouvir ministros e leigos desacreditarem a minha experiência de conversão, dizendo: “Claro, eu acredito na vitória sobre o pecado. Mas as pessoas nunca deixam de ser gay! Nunca ninguém que saiu do estilo de vida gay, permaneceu em linha reta por mais de dois anos! Cuidado com ele e mantenha suas crianças longe dele”. Tais críticas revelam uma falta de fé no poder de Deus para perdoar e purificar os pecadores penitentes de todas as práticas pecaminosas, inclusive a homossexualidade.

Questionando a Alma

Os comentários sarcásticos que muitas vezes ouvi de outros crentes, me levaram a questionar a minha alma e a freqüentemente me perguntar: “Teriam os meus sentimentos e emoções em relação aos homens milagrosamente mudado devido a minha conversão? Será que eu realmente experimentei uma mudança radical de atitude, uma mudança psicológica na minha orientação sexual? Ou, ainda tenho a mesma orientação sexual?

Estas questões são de extrema importância para aqueles que estão sinceramente buscando a libertação do pecado de qualquer natureza que nos assedia. Elas merecem uma explicação definitiva. Mas a resposta nem sempre é fácil de encontrar, especialmente quando alguém, como eu, passou por uma experiência traumática. Eu terminei o meu relacionamento com o homem que eu amava profundamente. Meus sentimentos e emoções em relação a ele, não tinham mudado, mas a minha atitude para com o Homem Jesus Cristo e os ensinamentos da Palavra de Deus tinham mudado radicalmente.

A luta de uma Nova Vida

Estando diante de uma escolha entre o meu amante e o homem Jesus, eu decidi seguir o meu Salvador, independentemente das consequências. Como as palavras do hino popular, para mim, tornou-se uma questão de “confiar e obedecer.” Comecei a confiar no meu Criador, sabendo que o “Pai realmente sabe o que é melhor.” E nessa confiança cada vez maior, comecei a obedecê-lo, apesar dos meus sentimentos e emoções, sabendo que Sua vontade para mim era para minha própria felicidade presente e eterna.

Eu aceitei a verdade bíblica de que “o justo viverá pela fé”, não por sentimentos e emoções. Na prática deste princípio bíblico, descobri que os sentimentos e emoções corretos não surgem de imediato. Eles chegam aos poucos, aprendi a aceitar pela fé a vontade do meu Criador para minha vida. Se eu tivesse esperado até conseguir uma vitória sobre minhas inclinações pecaminosas antes de confiar e obedecer a Cristo, então eu já não precisaria de um Salvador!

Como homossexual, eu precisava ser salvo dos meus pecados, exatamente como um cônjuge infiel, um ladrão, um assassino, ou um mentiroso precisa ser salvo dos seus pecados. A salvação do pecado não é uma conquista humana, mas uma provisão da graça divina. É um trabalho de terapia, reprogramação e redirecionamento divinos.

Deixando para trás o amor da minha vida pecaminosa, entrei em meu novo mundo como um indefeso bebê, recém-nascido. Como uma criança começa sua vida com tendências hereditárias para o mal, eu comecei a minha nova vida com todas as tendências que eu havia cultivado durante a minha vida anterior. Mas, confiando em Deus, meu Pai e Cristo, meu Salvador, eu renunciei a minha homossexualidade e me submeti as diretivas divina e comunhão buscada dentro da família de Deus.

Um princípio importante que eu aprendi foi a “proteger o meu novo ambiente.” As tendências herdadas e cultivadas para o mal são como um leão faminto procurando a quem possa tragar. Essa “besta” deve morrer de fome, enquanto o Cordeiro de Deus, deve ser alimentado e cultivado. O mal deve ser substituído com o bem. Os sentimentos e emoções pervertidos podem ser gradualmente substituídos por sentimentos e emoções corretos quando seguimos as instruções estabelecidas para nós, no “Manual do Operador” dado pelo Criador da sexualidade.

A nova luta que enfrentei quando eu decidi virar as costas a tudo e todos que eu tinha conhecido, me fez lembrar da luta que enfrentei quando fugi de Deus no início da minha vida. Eu tive que me separar totalmente da cena e estilo de vida gay, fugindo deles para minha própria vida, como que fugindo das condenadas Sodoma e Gomorra.

Eu comecei uma nova vida rodeando-me de tudo o que eu sabia ser certo para mim. E não era necessariamente tudo que eu queria ao meu redor! Mas, nenhum cristão pode se dar ao luxo de depender do que o faz se sentir bem. Nem eu poderia! A mente espiritual é para governar e trazer em sujeição a concupiscência da carne.

Guardando as Avenidas da Minha Mente

Eu aprendi a importância de guardar bem as vias para a minha mente, ao não me colocar no caminho da tentação. Isto implica ser cuidadoso em relação ao que eu vejo, ao que leio e ao que eu ouço. Isto requer uma determinação diária para não dar a Satanás uma vantagem sobre mim. Como o apóstolo Paulo, também eu, devo “morrer diariamente” (1 Coríntios 15:21), “subjugando o meu corpo, e o reduzindo à submissão, para que, depois de pregar a outros, eu mesmo não venha a ficar reprovado” (1 Coríntios. 9:27 ).

E quando Satanás plantar estes pensamentos e desejos impuros no coração, (e ele o faz), Deus permite que Sua graça seja suficiente para a minha luta contra a homossexualidade. Sua graça permite-me, como Paulo coloca, a trazer “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Coríntios. 10:5). Eu pratico usando o meu poder de escolha para “virar a página” e “mudar de assunto”. Deus me ajuda a fazer isso, quando eu coloco a minha vontade em Suas mãos.

A injunção bíblica de “Sujeitai-vos pois, a Deus. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7), tornou-se muito significativa para mim. Quando tentado, repito as palavras de Filipenses 4:8: “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

Outro princípio que eu aprendi a colocar em prática é aceitar com gratidão o dom de uma companheira que me foi dispensada por Deus. No Jardim do Éden, Deus criou uma mulher, não um homem, como uma companheira para Adão. Em Sua infinita sabedoria e amor Deus deu ao homem o dom de uma mulher para estar ao lado dele. Não havia alternativa melhor. Deus não cometeu nenhum erro. Ele sabia o que estava fazendo quando Ele criou uma parceira para o homem.

Deus fez um grande esforço para proporcionar ao homem o dom maravilhoso de uma mulher. Alguns dos homens têm torcido o nariz a este dom, “deixando o uso natural da mulher, se inflamando em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro” (Rm 1:27). Eu era um deles. Será que Deus deixou de me amar? Não! Claro que não! Ele continuou a me amar embora eu tenha escolhido usar a minha sexualidade para amar um homem, em vez de uma mulher. É com grande desapontamento que o Criador vê os homens perverterem o destino de sua sexualidade.

Não é pecado uma pessoa viver sem o dom de um parceiro conjugal. Por diversos motivos muitas pessoas acabam vivendo suas vidas sem os prazeres do casamento. Também é errado para as pessoas entregarem-se a um comportamento sexual fora do casamento. E é errado para nós, homens, pervertermos o dom da nossa sexualidade, que foi projetado para uma função procriativa e relacional. É igualmente errado para uma mulher cobiçar e desejar outra mulher a quem Deus criou para o homem. Levou tempo para eu aprender a ser grato a Deus pelo que Ele tem provido para o meu melhor interesse.

Superando a Homossexualidade

O segredo para vencer o pecado da homossexualidade, ou de qualquer outro pecado que nos assedia, encontra-se em ajudar alguém a superar o pecado. Essa premissa é baseada no princípio bíblico de felicidade: A verdadeira felicidade vem em ajudar alguém a ser feliz: Jesus em primeiro lugar, os outros em segundo, você por último.

José, longe de casa na terra de seu cativeiro, nunca se esqueceu deste princípio. “Como posso eu cometer este grande mal e pecar contra Deus?” , ele gritou quando ele fugiu da tentação da esposa de Potifar. Sua preocupação não era “o medo do castigo”, nem era “a esperança de recompensa.” Não, sua fidelidade na obediência resultou em desgraça e confinamento em um calabouço. A preocupação de José era uma total obediência a vontade e a honra do seu Deus, independentemente das consequências. Ele também amou e honrou seu mestre Potifar, pondo os interesses do seu senhor acima dos seus.

Todo o exército celestial estão centrados sobre a felicidade e bem-estar dos outros, incluindo eu e você. Exceto o homem pecador, todos os seres não caídos vivem para o benefício do resto da criação. Este princípio tem sido de grande valia no processo de recondicionar a mim mesmo do meu antigo estilo de vida homossexual. Ajudou-me a abandonar a velha prática da auto-satisfação, buscando o cumprimento dentro do domínio sagrado do casamento.

Ao praticar estes e outros princípios bíblicos, tornei-me totalmente à vontade na minha nova vida como heterossexual. O pensamento de voltar a minha antiga vida tornou-se estranho e repugnante para mim. Submeter-me ao recondicionamento e terapia divina tem realmente resultado em uma nova criação. E Eu me regozijo nas palavras de Paulo sobre a minha nova vida em Cristo: “Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo” (2 Co 5:17 ).

Por que os cristãos devem duvidar de que essa promessa possa ser verdade para o homossexual, bem como para qualquer outra pessoa? Minha nova e vitoriosa vida heterossexual é um testemunho do poder de Deus para salvar as pessoas da profundidade de seus pecados. E eu O louvo todos os dias por demonstrar o poder da Sua graça em perdoar, limpar e renovar a minha vida.

Pela limpeza e renovação de minha vida, o Salvador encomendou-me com as mesmas palavras que Ele falou ao endemoninhado limpo em Marcos 5:19, “Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti”. Assim, eu gosto de contar a história através da palavra falada e de minha autobiografia publicada, de como o Senhor me resgatou das profundezas da degradação, para uma nova vida de serviço para Ele.

Essa história de minha peregrinação da escravidão para a liberdade, é projetada para incentivar não só os homossexuais em busca de libertação divina, mas também alguém lutando com o assedio de pecados de qualquer natureza. Neste testemunho eu compartilho os princípios bíblicos que me ajudaram a ganhar a vitória sobre a homossexualidade e agora a me sustentar na heterossexualidade.

Para encerrar eu gostaria de testemunhar que minha vida não foi alterada por meio do raciocínio humano, lógica, filosofia e aconselhamento, mas através da Palavra de Deus e da graça salvadora de Jesus Cristo. Por Sua graça, este pródigo filho homossexual foi libertado de seu pecado e redirecionado para uma vida produtiva e frutífera , para um novo tipo de serviço como um adventista do sétimo dia e ministro do evangelho. Estou alegremente casado e com filhos.

Eu louvo ao Senhor por Sua compaixão, piedade e maravilhoso poder me salvando da minha vida de pecados! Para aqueles que acreditam que os homossexuais nunca mudam, eu posso dizer: “Sim, eles podem mudar ! O poder transformador e a graça de Deus pode torná-los inteiros. Isto é o que Ele fez por mim.”

Texto extraído da newsletter Endtime Issues No. 57, do já falecido Samuele Bacchiocchi, Ph. D. Professor aposentado de Teologia da Universidade Andrews, publicado em seu site Biblical Perspectives. Crédito da tradução: Blog Sétimo Dia http://setimodia.wordpress.com/

Preparando-se para Pastorear !

Às vezes, acontece que um pastor enfrenta oposição da parte daquelas pessoas que antes o promoviam de maneira entusiástica. Por que isso acontece? Com freqüência, isso ocorre por causa da comunicação superficial que houve entre o pastor em potencial e os membros da igreja, antes de ele assumir seu pastorado. Em nossos dias, é possível que um pastor seja escolhido para uma igreja sem que perguntas sérias lhe sejam dirigidas, e, menos ainda, perguntas a respeito de doutrina. Sugerimos que as igrejas tenham o mais completo diálogo possível sobre os assuntos de doutrina, prática e estilo de vida cristã. Se a igreja falhar em fazer isso, o próprio candidato ao pastorado deve procurar esse tipo de diálogo. Tal procedimento protege tanto o pastor quanto a igreja.

Dois outros assuntos são extremamente importantes. Primeiro, o candidato ao pastorado deve apresentar uma lista de referências. A igreja tem de seguir com muita atenção essas referências e solicitar que as pessoas citadas apresentem outros nomes como referência sobre o pastor. Deve-se tributar atenção ao fato de que, às vezes, pessoas deixam de gostar de outras não por causa dos erros destas. ( O próprio Senhor Jesus foi odiado.) A inquirição por meio de referências lhes assegura que o pastor tem um bom testemunho tanto da igreja como “dos de fora” (1 Tm 3.7). O questionamento das pessoas apresentadas deve centralizar-se na lista de 1 Timóteo 3.1-7 e Tito 1.5-9. Essas listas de qualificações foram escritas para servirem como instrumento de observação das vidas de candidatos à liderança das igrejas, e não como uma lista de perguntas a serem dirigidas aos candidatos. Essa observação é extremamente importante. O ideal seria que a igreja convivesse com o candidato ao pastorado, observando sua vida durante meses ou mesmo anos. Visto que, infelizmente, esse não é o padrão seguido pela maioria das igrejas, vocês têm de depender muito de atentarem às referências fornecidas. Respostas superficiais e subjetivas da parte do próprio candidato podem causar uma distorção da verdadeira situação. A avaliação que sugerimos em seguida se refere às passagens bíblicas mencionadas, mas a sua utilização pode ser mais abrangente. Vocês devem utilizá-las amplamente na conversa com as pessoas apresentadas como referências. Isso não significa que as passagens bíblicas citadas não são extremamente importantes no questionamento que o candidato pode fazer para si mesmo.

Relacionada à primeira, existe uma segunda consideração: devem ser feitos muitos esforços para apresentar à igreja os diversos aspectos da vida do pastor em perspectiva, durante tanto tempo quanto possível, antes de chegarem a alguma decisão. Esse tipo de apresentação não é um problema, quando a igreja tem de escolher pastores dentre os seus próprios membros; todavia, tal apresentação cria realmente um problema considerável para aqueles que trazem um novo pastor de fora da igreja. Um fim de semana de cultos não é suficiente para que as pessoas fiquem corretamente informadas. Devemos lembrar: o pastor, se for chamado a pastorear, estará na igreja durante um extenso período de tempo, influenciando nossas famílias e comunidade para Cristo. Sabemos que vocês estão prontos para receber um novo pastor. Mas existe algo pior do que não ter um pastor — ter o pastor errado.

Apresentamos nossa sugestão final: depois das conversas iniciais, pensem em ter gravadas ou escritas as respostas destas perguntas, por parte daquele que é o mais sério candidato ao pastorado da igreja. Perguntem-lhe se o seu interesse é tão grande, que ele aceitaria avançar para esse estágio de inquirição, dizendo-lhe que isso tomará boa parte de seu valioso tempo. Esse questionamento mais profundo é para aqueles que demonstram um nível de interesse elevado. Perguntas esclarecedoras podem ser feitas, posteriormente, por telefone ou conversas pessoais. Um grupo selecionado destas perguntas pode ser dirigido ao candidato nas grandes reuniões da igreja, a fim de permitir que o pastor em perspectiva fale sobre algumas de suas crenças e outras perguntas lhe sejam apresentadas.

As perguntas alistadas em seguida não estão colocadas em ordem de significância. Algumas delas podem não ser importantes para vocês. Talvez vocês queiram acrescentar outras perguntas. Não existe o pastor perfeito. No entanto, atenção a estas questões, juntamente com extensos períodos de oração, ou mesmo jejum, pode lhes dar garantia de encontrar o pastor certo para a sua igreja.

  1. Existem muitas pessoas que professam seguir a Cristo, mas estão enganadas. Que evidências você tem de que Deus lhe deu vida?
  2. 

  3. O que significa para alguém amar a Deus? De que maneiras você percebe o verdadeiro amor bíblico para com Deus manifestado em sua própria vida? Você percebe o verdadeiro amor bíblico para com Deus na vida de sua esposa e de seus filhos?
  4. O que a sua esposa sente a respeito de seu compromisso com o pastorado? E como os seus filhos reagem?
  5. Por que você acredita que Deus o quer no pastorado?
  6. Examine cuidadosamente cada uma das qualificações bíblicas para pastores e diáconos (1 Tm 3; Tt 1.5-9; At 6.1-6; 1 Pe 5.1-4). Quais são as suas qualificações mais fortes? Com quais dessas qualificações você tem mais dificuldade? Por que você acredita que essas áreas de dificuldade não o desqualificam para o ministério? (Observe a expressão “é necessário” — 1 Tm 3.2).
  7. Um pastor é encarregado por Deus a pregar para a igreja e a pastorear as pessoas de maneira individual. Que aspecto do ministério apela mais a você? De que maneiras específicas você poderia ser auxiliado a desenvolver suas habilidades nessas duas áreas?
  8. Quais são os seus métodos de envolver-se nas vidas das pessoas, enquanto as pastoreia e vela por suas almas?
  9. Que atividades caracterizam seu interesse evangelístico? Como você lida com o assunto do evangelismo pessoal e do coletivo?
  10. O que você pensa a respeito do aconselhamento? Como você administra a abundante necessidade de aconselhamento?
  11. Quais são as suas práticas costumeiras e específicas a respeito de disciplina espiritual (ou seja, oração, estudo bíblico, meditação, mordomia, etc.)?
  12. Como você descreve um pastor bem-sucedido e uma igreja bem-sucedida?
  13. Em que bases o pastor pode ser considerado uma pessoa responsável? Que relacionamentos de sua vida fornecem senso de responsabilidade por suas atitudes e comportamento, tanto em sua vida pessoal como em seu ministério pastoral?
  14. Quais são os seus autores, teólogos e comentaristas evangélicos favoritos? Por quê? Que livros você leu recentemente?
  15. Descreva uma ocasião em que você fez tentativas de reformar a igreja em alguma área importante. Quais foram os resultados? O que isto custou para você mesmo?
  16. Descreva seu estilo de liderança. Quais têm sido alguns de seus pontos fracos e de seus pontos fortes?
  17. Quando você enfrentou oposição, isso ocorreu na maior parte das vezes por causa de seu estilo de liderança, de sua personalidade, de suas crenças ou de alguma outra coisa?
  18. De acordo com sua observação, que doutrinas precisam de ênfase especial em nossos dias?
  19. O que é o verdadeiro arrependimento bíblico?
  20. O que é a verdadeira fé bíblica?
  21. Explique a justificação pela fé. Qual a diferença entre o ponto de vista do Catolicismo Romano e o ponto de vista bíblico a respeito da justificação pela fé?
  22. Explique seu ponto de vista a respeito da santificação. Quais são os vários meios que Deus usa para santificar o crente?
  23. Uma pessoa pode ter Cristo como seu Salvador e não estar em sujeição a Ele como Senhor? Explique.
  24. Qual a sua posição a respeito da inerrância das Escrituras?
  25. Explique a expressão bíblica “Batismo do Espírito”. Quando ocorre esse batismo?
  26. Quais são as suas opiniões sobre o batismo em água?
  27. De que maneira a Bíblia relaciona a soberania de Deus à salvação?
  28. O que a Bíblia ensina a respeito da extensão da depravação do homem?
  29. O que a obra de expiação consumada por Cristo realizou em favor dos crentes?
  30. O que a Bíblia ensina a respeito da perseverança e da preservação dos crentes?
  31. Qual é a utilização correta da lei do Antigo Testamento?
  32. Como você articula sua opinião a respeito dos assuntos escatológicos e dos finais dos tempos?
  33. Você crê que Jesus nasceu de uma virgem? Qual a importância desta sua crença?
  34. Qual a sua interpretação dos ensinos bíblicos sobre o inferno?
  35. Você acredita que os acontecimentos descritos em Gênesis 1 a 11 são verdadeiros ou simbólicos?
  36. O que a Bíblia ensina em referência aos dons espirituais? Descreva sua opinião a respeito de profecias e falar em línguas.
  37. O que você pensa sobre o divórcio e o novo casamento? Você segue estritamente esses pensamentos em sua prática?
  38. Qual a sua opinião sobre a frase “é necessário, portanto, que o bispo [pastor] seja… esposo de uma só mulher” (1 Tm 3.2)?
  39. Quais são as suas exigências para realizar uma cerimônia de casamento?
  40. Explique suas opiniões sobre a disciplina da igreja. Relate alguma experiência pessoal.
  41. Como você lidaria com um caso de escândalo ou imoralidade praticado por um membro da igreja?
  42. O que você pensa a respeito do aborto?
  43. Muitas crianças que pareciam ter sido convertidas na infância não demonstram mais tarde qualquer evidência de conhecerem a Cristo. Como você lida com crianças quando elas o procuram, para aconselharem-se a respeito da conversão?
  44. Qual é um método útil para receber novos membros na igreja? Quais são os requisitos para isso?
  45. Qual a sua opinião sobre os estilos de música da igreja?
  46. Quem deve conduzir a adoração na igreja? Por quê? Que métodos de liderar a adoração corporativa são apropriados? Quais são impróprios?
  47. O que a Bíblia diz sobre o propósito das reuniões semanais da igreja?
  48. Qual o seu ponto de vista a respeito do levantamento de recursos monetários para os vários projetos da igreja? A igreja deveria pedir dinheiro a pessoas que não pertencem à sua membresia?
  49. Quais as suas convicções sobre dívidas na igreja local?
  50. O que a Bíblia ensina sobre mulheres no ministério pastoral?
  51. O que a Bíblia ensina a respeito de como a igreja deve tomar suas decisões?
  52. Como um pastor e sua igreja devem se relacionar com outras igrejas locais e (se filiada a uma denominação) no âmbito mais amplo? Você se sente tranqüilo em cooperar com outras denominações? Você estabelece algumas diretrizes?
  53. Quais são as responsabilidades bíblicas dos presbíteros? Existem distinções entre presbíteros, pastores e bispos?
  54. Quais são as responsabilidades bíblicas dos diáconos? Como devem se relacionar os diáconos e os pastores?
  55. Que ênfase você atribui à liderança dos pais em suas famílias, especialmente no que diz respeito à adoração familiar. Você se envolve pessoalmente na adoração familiar, juntamente com sua esposa e filhos?
  56. Qual a sua visão missionária para a igreja? De que maneira você está demonstrando interesse e envolvimento em missões?

Para ser um ministro bom e fiel, um pastor não tem de fornecer uma resposta completa e imediata para todas essas perguntas. Em algumas dessas perguntas, será aceitável se ele apenas disser: “Eu não sei”; ou: “Ainda não tenho a minha opinião completamente desenvolvida sobre este assunto”.

Entretanto, acautelem-se de um pastor que parece estar evitando apresentar respostas claras. Certamente, em algumas dessas perguntas, ele achará necessário definir termos e esclarecer sua resposta. Sigam em frente cautelosamente, até que ele torne sua opinião tão clara quanto possível.

Se necessário, podem ser feitas outras perguntas sobre assuntos como o Movimento de Crescimento de Igreja, educação familiar, maçonaria, o Movimento Nova Era, atividade política na igreja, relacionamento com outros ministérios ou movimentos evangélicos, etc. Perguntas sobre outros assuntos doutrinários de grande importância devem ser feitas, se necessário (por exemplo, a divindade de Cristo, a aceitação da Trindade, etc.). Tanto o comitê de avaliação como a igreja devem ficar satisfeitos a respeito de qualquer assunto sobre o qual desejem discutir.

Fonte: [ editorafiel.com.br ]
Extraído do site: [ Eleitos de Deus ]

Ajude o HAITI, pelo amor de Deus

Por Renato Vargens

Em Julho eu estive no Haiti juntamente com a equipe da M.A.I.S e posso testemunhar que a situação pós- terremoto já era grave, quanto mais agora, com o surto de cólera. Segundo Imogen Wall, a porta-voz da ONU no Haiti, em 48 horas foram registradas 1526 pessoas contaminadas e 138 mortes.

Isto posto, peço a todos que leiam o texto abaixo e divulgue para seus amigos e parentes. O Haiti precisa desesperadamente de nossa Ajuda!

Embora a imprensa esteja em estado de alerta geral acerca dos últimos ocorridos e da quantidade de mortes, nossas informações diretas do Haiti retratam situação ainda pior que o divulgado. A base nacional da missão JOCUM no Haiti fica em St. Marc, região exata onde o surto teria tido início. Terry Snow, diretor nacional da organização, tem enviado notícias alarmantes sobre o pânico que tem acometido a região.

No entanto, considerando os fatores populacionais, nossa grande causa de oração neste momento é a capital Porto Príncipe. Falamos ontem à tarde com Ted Steinhauer, diretor nacional da organização Medical Teams International, parceira direta da MAIS, e segundo Ted o surto ainda não atingiu em cheio a capital, mas a geografia da calamidade segue o fluxo do rio Artibonete, e a chegada da doença à cidade é questão de tempo. A proliferação nos acampamentos seria de proporções catastróficas, visto que as condições de habitação e saneamento são as mais precárias. Em Porto Príncipe são mais de 1,3 milhões de habitantes nos camps.

A M.A.I.S. possui sólidas parcerias no Haiti, e embora creiamos que a oração seja nosso maior recurso nesse momento, temos tentado fazer algo a mais. Foi-nos enviada uma lista de medicamentos e suprimentos médicos, os quais serão usadas por duas organizações de nosso relacionamento: a Medical Teams International e a Humedica. Nesse momento, ambas estão enviando equipes médicas às regiões afetadas pela cólera. Tínhamos em nossos estoques no país uma grande quantidade de soro e penicilina, e tudo já foi despachado. Agora, seguem abaixo outras necessidades, que pretendemos enviar nos próximos dias.

Precisamos de:

Þ Solução de Ringer c/ Lactato IV

Þ Sistema de infusão com agulhas (borboletas 21g e 23g)

Þ Clorin

Þ Doxiciclina

Þ Tetraciclina

Þ Eritromicina líquida

Þ Luvas descataveis

 
As doações em medicamento podem ser enviadas para a sede da M.A.I.S. em Belo Horizonte, e serão levadas por nossas equipes nas próximas 3 semanas. Mas sinta-se a vontade para efetuar a doação em dinheiro, visto que tem havido disponibilidade do referido material para compra no próprio Haiti, e isso seria mais prático e urgente. Seguem abaixo nosso endereço e conta bancária:
ENDERECO: M.A.I.S. – MISSAO EM APOIO A IGREJA SOFREDORA – Rua Uberlândia 620 – Carlos Prates – Belo Horizonte/MG – CEP 30710-230
  
CONTA BANCARIA: BANCO ITAÚ – AG.0937 – CC 44077-4 – CNPJ 12.492.298/0001-83
 
OBRIGADO POR LUTAR CONOSCO EM CRISTO,
 Pr. Mário Freitas – contato@maisnomundo.org