Sobre a Igreja Católica e a Reforma


O nome “protestante”, usado para designar pejorativamente os crentes, foi dado aos integrantes do movimento denominado de “A Reforma Protestante”, ocorrido no séc. XVI contra os falsos ensinos do catolicismo. Poucos sabem, porém, que a Reforma foi liderada por um padre chamado Martinho Lutero, que descobriu a verdade sobre a doutrina da Igreja Católica ao traduzir a Bíblia para o alemão. Lutero defendeu três pontos:

 SOLA SCRIPTURA (somente a Escritura)

Somente (sola) “a Escritura é a norma determinadora e não a norma determinada para as decisões da fé e da vida” (Mt 4.4; Mc 14.27; Mc 7.11-13).

Avalie! O que tem servido de base para a fé católica? Não tem sido o ensino da Igreja, sem o devido exame da Bíblia e a tradição dos pais?

Pense: O que dizer de todas as violações às Escrituras, já expostas aqui? Adote l Co 4.6 como um novo paradigma de fé: “não ultrapasseis o que está escrito”.

 SOLA FIDE E SOLA GRATIA (somente a fé e a Justiça)

Somos justificados, salvos pela graça, por meio da fé. A justiça de Deus descarta qualquer salvação por obras (Rm 1.17; Ef 2.8-9; Tt 3.3-5; Is 41.24).

Reflita: Se fazer o bem, não salva, qual é o futuro eterno de quem morre crendo estar salvo pelas obras? Por que o papa omite isso? “Se o papa tem o controle sobre as almas no purgatório, diz Lutero por que ele não abre os portões e as deixa ir?” (Jo 3.17, 18, 36; Rm 3.23).

 Muitos estão na Igreja Católica pensando em mudá-la. O Padre Lutero saiu. A Bíblia responde: Mc 7.8, 9, 13; Hb 10.26-27.

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8 thoughts on “Sobre a Igreja Católica e a Reforma

  1. Essa tal de Catia só fala “asneiras emprestadas”… nunca vi tanta besteira dita por uma única pessoa!!! O anti-cristo está furioso! glória à Deus!!!

  2. O Monge Martinho Lutero colocou 95 teses

    Contra o comércio das indulgências

    31 de Outubro de 1517 da igreja romana

  3. Pingback: APOLOGÉTICA: Catolicismo x Bíblia Sagrada « Assembléia de Deus – Bezerros (PE)

  4. MIGUEL
    O caminho não deve ser o da mútua acusação, pois à luz da História nós,
    católicos e protestantes, temos MUITAS culpas no cartório! Nós católicos
    não somos culpados pelos erros de alguns de nossos dirigentes; assim
    como os protestantes… de então e de agora. Quer mais violência do que
    está na Bíblia? Se torcermos o AT sai sangue! Cite um dos grandes homens
    de Deus do AT que não foram adúlteros e assisinos! Que Luero não foi
    santo… ELE MESMO DIZIA! O “Amais-vos uns aos outros”, RESOLVE!

  5. Srta . Catia
    Vamos falar de furtos e algumas coisas mais…
    Se eu bem me lembro a Igreja Apostólica Romana matou mais gente na inquisição do que na segunda guerra mundial. Vamos voltar na época da inquisição aonde as pessoas eram forçadas a aceitar a fé romana e quando isto não era aceito, simplismente essas pessoas eram queimadas em uma fogueira ou pior eram torturadas até a morte por não aceitarem o catolicismo, e todos os bens que essa pessoa pussuia se tornava agora patrimonio da Igreja Catolica. Sem falar é claro de quantos Cristões foram mortos em roma no coliseu, ou na fogueira isso por que não aceitavam o catolicismo. Voltando ao assunto da inquizição: o nosso Senhor Jesus diz assim na sua Palavra: E respondeu-me, dizendo: …”Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos…” Zacarias Cap. 4 v6.
    A Igreja Católica do Brasil foi constuida com o sangue daqueles que não quiseram aceitar o catolicismo, todo o seu tesouro é roubado de sangue inocente, todas as suas catedrais foram feitas por causa dos saques que eram cometidos aqueles que não aceitavam ter a sua fé tirada a força. Srta. Catia eu espero que Deus um dia possa tirar as escamas que estão em seus olhos, para que voce possa ver a verdade.

    Fique em Paz.

    ( Martinho Lutero foi sim um grande instrumento nas mãos do SEnhor para a propagação do verdadeiro evangelho que liberta por amor e não por força… eu acredito naquilo que esta escrito na palavra e não naquilo que homens vãos escrevem ao bel prazer)

  6. VIVA O NOSSO PAPA MARTINHO LUTERO!

    Dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma cerca de quarenta mil homens espalharam na Cidade Eterna o terror, a violência e a morte. Eram seis mil espanhóis, quatorze mil italianos e vinte mil alemães. Quase todos luteranos, esses últimos, indivíduos perversos, gananciosos, desprovidos de qualquer escrúpulo.

    Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, dos despojos do inimigo, os lansquenetes luteranos e os outros invasores assaltam, saqueiam, incendeiam, trucidam, arrebentam as suas vítimas, jogam crianças pelas janelas ou as esmagam contra as paredes. Conforme disse Maurice Andrieux, esse ataque a Roma “superou em atrocidade todas as tragédias da História”, até mesmo a destruição de Jerusalém e a tomada de Constantinopla.

    Igrejas são devastadas, soldados bêbados profanam o túmulo de São Pedro, mexem nos restos mortais do papa Júlio II, do qual lhe arrancam do dedo o anel. A cruz do imperador Constantino é arrastada na lama. Cibórios, missais, cálices de ouro, relíquias, crucifixos, alfaias, paramentos, vestes litúrgicas, o sudário de Santa Verônica, tudo isto anda de mão em mão, no meio dos bêbados e das prostitutas, por todas as tabernas da cidade. Os selvagens roubam as tapeçarias de Rafael e transformam em manjedouras as capelas e as naves laterais da catedral de São Pedro. Bulas do papa, bem como os manuscritos do Vaticano, servem de colchões para o repouso dos cavalos.

    Montados em burros, os lansquenetes alemães aparecem vestidos de púrpura, com chapéus de cardeais e gritando: Viva o nosso papa Martinho Lutero!

    Os brutos iam violentando as virgens em cima das mães destas, e em seguida as próprias mães. Algumas mulheres punham termo à vida nas águas do Tibre, ou então, com os dedos, arrancavam os seus olhos.

    Nem as religiosas conseguiram escapar. Freiras são estupradas nos conventos, sobre os degraus dos altares, e se resistem, os monstros as degolam. Após a violência sexual, qualquer soldado tem o direito de novamente possui-las nos bordéis, em troca de dois ducados. E as leigas condessas, baronesas, marquesas, respeitáveis matronas saciam a luxúria dos vândalos até na presença de familiares, mas certos pais, a fim de eliminar estas cenas, não hesitam em matar as suas filhas.

    Os facínoras se valem de todos os meios para extorquir o dinheiro das vítimas: sangram as pessoas, chicoteiam, esmurram, deitam chumbo derretido pela boca, enterram lascas finas debaixo das unhas, queimam as carnes com tenazes aquecidas ao rubro. Dante Alighieri, se visse estas crueldades, poderia acrescentar na Divina comédia, ao seu Inferno, uma segunda parte, mais alguns cantos.

    Um nobre, chamado Gattinara, comunicou a Carlos V: “Neste exército [o dos invasores de Roma], não há nem comandante, nem soldados, nem obediência, nem regras… Os comandantes fazem o que podem, mas os lansquenetes se comportaram como verdadeiros luteranos.”

    Centenas de cadáveres apodreciam ao ar livre nas ruas de Roma, a população diminuiu, outras centenas de cadáveres se afundaram ou ficaram boiando nas águas do rio Tibre. Durou oito dias o saque e várias semanas as brutalidades. A truculência dos lansquenetes e a eleição do papa Martinho Lutero, indignou os católicos em todo o mundo.

    Os apelos de Lutero a violência, durante a guerra dos camponeses, devem ter estimulado o furor insano dos soldados germânicos na capital da cristandade. Citamos aqui, as palavras do reformador, dirigidas aos príncipes da Alemanha: Esmagai! Degolai! Trespassai de todo modo! Matar um revoltoso é abater um cão danado. Um conselho adotado quando os lansquenetes luteranos se desembestaram pelas ruas de Roma.”

    Livro “Lutero e a igreja do pecado”, do jornalista Fernando Jorge. Pág. 149-155. Editora Mercúrio.

  7. Apresento a vocês,Lutero,O HOMEM DE DEUS

    Existe um livro chamado “Conversas à Mesa” onde é apresentado algumas anotações do Reformador Martinho Lutero.
    As heresias de São Lutero pais dos protestantes.
    Vejam:
    Cristo Adúltero:
    “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”.
    (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).
    Lutero blasfema:
    “Deus est stultissimus”( Lutero, Conversas à Mesa, ed Weimar, N* 963, Vol. I , p. 487. Apud Franz Funck Brentano op. cit. p. 147). Lutero concluia: “Deus age sempre como um louco” (Franz Funck Brentano, Martim Lutero, p. 111). Cadernos pessoais de Lutero recentemente descobertos estudados pelo Padre Theobald Beer que publicou um livro sobre o tema Lutero afirma que Cristo é, simultaneamente, Deus e satanás, o bem e o mal.
    Lutero exibe um dualismo gnóstico e herético. Os protestantes desconhecem os escritos de Lutero. Os poucos Pastores que conhecem esses textos buscam esconder essas tais frases.
    Lutero culpava Deus por todos os crimes da história, e dizia que Judas não tinha opção, não podia deixar de trair o Cristo, o mesmo com Adão. Deus determinava quem seria pecador. Anotações “esquecidas” Sobre a Missa: “Quando a missa for revirada, acho que nós teremos revirado o papado! Porque é sobre a missa, como sobre uma rocha, que o papado se apóia totalmente, com seus mosteiros, seus bispados, seus colégios, seus altares, seus ministérios e sua doutrina…Tudo isto desabará quando desabar sua missa sacrílega e abominável”
    (Lutero). (Père Barrielle, Avant de mourir, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983 – ).
    Sobre o Ofertório:
    “Segue toda esta abominação à qual se submete tudo aquilo que precede. É o que denominamos de Ofertório, e tudo, nele, exprime a oblação”.
    (Lutero). (Henri Charlier, La messe ancienne et la nouvelle D.M.M., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983).
    Sobre o Cânon:
    “Este abominável cânon, que é uma coletânea de lacunas lodosas;… fez-se, da Missa, um sacrifício; acrescentaram- se os ofertórios. A Missa não é um sacrifício ou a ação de um sacrificador. Olhemo-la como sacramento ou como testamento. Chamemo-la de benção, eucaristia, ou mesa do Senhor, ou Ceia do Senhor ou Memória do Senhor”
    (Lutero). (Luther, Sermon du 1er dimanche de lAvent, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi Daniel Raffard de Brienne – 1983).
    Sobre a tática a seguir, para a implantação da sua nova missa:
    “Para chegar segura e felizmente ao objetivo, é preciso conservar algumas cerimônias da antiga missa, para os fracos, que poderiam se escandalizar com mudanças demasiadamente bruscas” (Lutero). (Père Barrielle, La messe catholique est-elle encore permise?, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
    “O padre pode, muito bem, atuar de tal modo que o homem do povo ignore sempre a mudança realizada e possa assistir a missa, sem encontrar com o que se escandalizar”.
    (Lutero). (Jacques Maritain, Trois Réformateurs, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
    Sobre o sacerdócio:
    “Que loucura querer monopolizá-lo para alguns”
    (Lutero). (Para ele o sacerdócio não era restrito aos padres, mas compartilhado por todos os fiéis). (Léon Cristiani, Du luthéranisme au protestantisme, 1910, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
    Sobre seu comportamento:
    “Eu estou, da manhã à noite, desocupado e bêbado. Você me pergunta por que eu bebo tanto, por que eu falo tão galhardamente e por que eu como tão freqüentemente? É para pregar uma peça ao diabo que se pôs a me atormentar”. É bebendo, comendo, rindo, nessa situação, e cada vez mais, e até mesmo cometendo algum pecado, à guisa de desafio e desprezo por Satanás, procurando tirar os pensamentos sugeridos pelo diabo com o auxílio de outros pensamentos, como, por exemplo, pensando numa linda moça, na avareza ou na embriaguês, caso contrário ficarei muito raivoso.”
    (Lutero). (Marie Carré, Jai choisi lunité – D.P.F., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
    “Eu tive até três esposas ao mesmo tempo.”
    (Lutero). (Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira). (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et lheure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).
    Sobre a Igreja:
    “Se nós condenamos os ladrões à fôrca, os assaltantes ao cadafalso, os hereges à fogueira, por que não recorremos, com todas as nossas armas, contra esses doutores da perdição, esses cardeais, esses papas, toda essa seqüela da Sodoma romana, que não para de corromper a Igreja de Deus? Por que não lavamos nossas mãos no seu sangue?”
    (Lutero). (Hartmann Grisar, Martin Luther – La vie et son oeuvre – 2ª ed. – Ed. P . Lethielleuz – Paris -1931).
    Sobre Deus: (Até sobre Deus???)
    “Certamente Deus é grande e poderoso, e bom e misericordioso, e tudo quanto se pode imaginar nesse sentido, mas é estúpido”
    (Lutero). (Id. Propos de Tables – no. 963, ed. De Weimar, I , 487).
    Sobre Nosso Senhor Jesus Cristo:
    “Pensais, sem dúvida que o beberrão Cristo, tendo bebido demais na última Ceia, aturdiu os discípulos com vã tagarelice?”
    (Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – pg. 135)
    “Cristo cometeu adultério pela primeira vez, com a mulher da fonte, de que nos fala S. João. Não se murmurava em torno dele: «Que fêz, então com ela?» Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”
    (Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 ) “

    O protestantismo começou bem, tem gente que troca a cátedra de São Pedro para seguir a desgraça que esse herege criou e colocou no mundo.

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