Parábola da panela e da carne


(Ez 11:1-25)

 De modo milagroso, o profeta foi levantado pelo Espírito e levado à última porta, de onde a glória divi­na se tinha levantado, para testemu­nhar, na presença dessa majestade, uma nova cena de destruição. O pro­feta viu 25 homens, liderados pelos chefes do povo, reunidos com o iní­quo propósito de conspirar contra o rei da Babilônia. Esses homens se achavam seguros na cidade, mas Ezequiel, divinamente instruído, denunciou-os por sua loucura e tor­nou manifesta a vingança de Deus contra eles.

A figura da panela é usada para ressaltar o decreto divino, pelo qual esses homens morreriam por causa dos seus pecados. Enquanto Ezequiel profetizava, um dos chefes pereceu. Iludidos, eles achavam-se seguros dentro dos muros da cidade, como a carne na panela é protegida do fogo. Mas o profeta, sendo o porta-voz di­vino, afirmou que Jerusalém era uma panela só no sentido de estar cheia de mortos. Não haveria lugar para se esconder dos invasores. Arrancados de suas casas, os chefes sofreriam os juízos divinos.

O remanescente fiel, saindo de Jerusalém para o exílio, recebe mui­to encorajamento. Privados da ado­ração no seu amado templo, o próprio Deus seria como “um pequeno san­tuário” para eles. Deus também pro­metera trazê-los de volta à terra e, uma vez limpos moral e espiritual­mente, reaverem os seus privilégios.

Herbert Lockyer.

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