As Sutilezas do Discurso “Pseudo” Pentecostal


Veja também o artigo: Falar em Línguas Estranhas (clique aqui)

Por Gutierres Siqueira

Uma análise atenta dos discursos de alguns pregadores dentro do pentecostalismo, ou melhor, do pseudopentecostalismo contemporâneo, mostra um quadro preocupante. Algumas técnicas usadas nas preleções são distantes do cristianismo historio que adoecem o entendimento correto da kerigma. Vejamos algumas dessas técnicas: 

– Entonação emotiva na voz 

Esse aspecto é largamente usado. Tais pregadores querem conquistar suas platéias pelo despertar das emoções em detrimento da razão. Não existe nada de errado no exercício da emoção durante um culto, mas o uso excessivo desse aspecto humano esconde muitas irracionalidades propagadas por meio dos microfones. 

Para uma boa comunicação é necessário voz melosa e emotiva, ou gritos estridentes? É claro que não. O que é essencial para a comunicação, certamente está na clareza, simplicidade, profundidade e transparência do discurso. 

– Uso de propagandas populistas 

Muitas vezes dá até nojo ouvir alguns programas evangélicos nas rádios paulistanas. A propaganda em cima “do grande homem de Deus” chega ao ridículo da bajulação barata e idólatra. Algumas expressões são comuns, tais como “apóstolo da fé”, “o homem que Deus ouve suas orações”, “ o grande missionário”, “o maior pregador de cura desse país” , “o pregador das multidões”, “o profeta que Deus atende” etc. Certamente são propagandas de si mesmo, sendo uma total autopromoção. 

– Maniqueísmo 

Sempre esses pregadores dividem o mundo entre o Bem e o Mal. Eles, como agentes do Bem estão prontos para enfrentar o Mal em qualquer situação, como macumbas, maldições, feitiçarias e se colocam como “libertadores” desses males. Nada mais longe das Escrituras, já que não existe em toda a Bíblia uma batalha equivalente em forças entre Deus e o diabo. 

– O uso excessivo de clichês e palavras de ordem 

Como parte de um apelo populesco e emotivo, os pregadores usam e abusas de palavras de ordem e clichês. Imagine o tempo desperdiçado com tais coisas, enquanto a exposição das Escrituras fica em quinto ou sexto plano. 

É necessário rever essas questões. Pentecostalismo não pode ser confundido com esse discurso tão distante das Escrituras, com uma metodologia no mínimo duvidosa. 

Fé, Razão (?) e Sentimentos – SEM NOÇÃO !!!

 

Devemos empregar o melhor de nossa razão para conhecer quais são as verdadeiras Escrituras canônicas, para expandir o texto para traduzi-lo verdadeiramente, para agregar inferências exatas e justas das declarações das Escrituras, e então aplicar tudo isso em questões de doutrina e adoração.                                        
                                                                                      Richard Baxter – líder puritano
Em nossa revolta contra a razão, mudamos a “fé de uma vez por toda confiada aos santos” (Jd 3) e fracassamos em nos preparar para defender essa fé. 

Embora a razão, a lógica e o pensamento crítico não sejam nossas únicas ferramentas, sem eles somos inclinados a interpretar erroneamente a palavra de Deus, possuindo zelo sem conhecimento e utilizando de modo equivocado os dons celestiais. 

Ondas de romantismo, relativismo e individualismo têm desencadeado uma ênfase crescente no sentimento em prejuízo do pensamento, na emoção em detrimento da doutrina e na experiência em detrimento do intelecto.    

Onde quer que esses valores encontrem adeptos,encontram-nos à custa de se atirarem fora os lemes da razão. Conseqüentemente, isso leva muitos cristãos às correntes da desobediência, para dentro do grande mar da subjetividade, onde nuvens carregadas de misticismo ditam a jornada espiritual.
                                    
Quando isso ocorre, ventos turbulentos de meias verdades sopram, empurrando os náufragos indefesos contra os penhascos violentos da confusão e da espiritualidade insensata. 

É uma pena que tão poucos autores pentecostais- carismáticos  escrevam sobre a a natureza e os perigos do misticismo e da intuição subjetiva. 

Com essa lacuna, parecemos dizer que o problema é raro em nosso meio ou que é comum, todavia insignificante. O misticismo é, de maneira geral, o modo de julgar a verdade e a realidade por meio de sentimentos, impressões e experiências pessoais, formulando assim a visão de vida e ditando as decisões de alguém.                          

Aqueles que abordam a vida espiritual desse modo freqüentemente assumem “que sabem que sabem” e se colocam acima do escrutínio da razão e dos bons conselhos.
 
Mesmo quando a “verdade” acolhida por eles não é aceita, tendem a questionar a não aceitação ou alterar a “verdade” de modo que se ajuste ao que tem que ser. 

Em sua avaliação, a impressão que eles têm apresenta autoridade porque vem de seu interior; e, como vem do interior, deve ter a autoridade do Espírito Santo; e, sendo do Espírito Santo, essa voz não mente.
 
Esse tipo de raciocínio circular não apenas prejudica o testemunho cristão como também causa tremenda dor de cabeça para amigos, familiares e congregações que ficam refém de tais absurdos. 

Qualquer um de nós provavelmente consegue se recordar de numerosas ocasiões estranhas que presenciamos de numerosas ocasiões estranhas que presenciamos como resultado de fortes impressões questionáveis, intuição pessoal e vozes interiores. Isso mostra o tipo de loucura que pode ocorrer quando se descarta a razão. 

Não podemos esquecer também, das multidões que se sentem firmemente guiadas por Deus a determinada igreja, mas que, convenientemente, não se envolvem com ela e se sentem à vontade para ir para outra igreja poucas semanas depois.                                                                     

É de vital importância crermos que o Espírito Santo ainda fala ao corpo de Cristo e que o direcionamento pessoal é  um dos métodos pelo qual Deus dirige seus filhos. Há algo de errado conosco se não nos alegrarmos diante do pensamento de sermos conduzidos pelo Espírito de Deus. 

Entretanto, há também algo de errado se rejeitamos nossa razão, confundindo cada firme opinião interna com a voz de Deus, fundamentando assim nosso sistema de crença em fenômenos sobrenaturais ininterruptos (reais ou imaginários).    

Certamente devemos estar abertos a acontecimentos extraordinários, mas devemos acreditar apenas no que é claramente ensinado nas Escrituras. 

Teste cada espírito, avalie todas as coisas, e, evite todas as formas de ser diferente, porque na maioria das vezes isso é mera vaidade.                                              

Precisamos ser cuidadosos para não seguir toda unção interior (especialmente quando essa é egoísta), não nos inclinarmos a buscar sinais e maravilhas e não nos desvencilharmos da lógica e da razão como se elas fossem inimigas do sobrenatural. 

Os dois grandes extremos entre os quais devemos operar são o ato de apagar o Espírito por um lado e o sensacionalismo pelo outro. 

Devemos conhecer nossas próprias fraquezas e tendências a fim de trazer equilíbrio para nossa vida espiritual. Sem estar aberto a outras visões e sem honestidade diante dos próprios preconceitos, uma pessoa nunca conseguirá descobrir tal equilíbrio.                      

Há muito trabalho a ser feito a fim de dar assistência adequada aos seguidores do Evangelho, para que tenham uma vida plenamente consciente e correta em uma sociedade tão enganadora e confusa. 

Um dos primeiros passos para se atingir esse objetivo é ajudar nosso povo a perceber que razão e fé não são inimigas mortais, ensinando-os também a limitar suas convicções doutrinárias ao campo dos ensinamentos bíblicos explícitos. 

Autor: Rick Nañez é pastor assembleiano (EUA) e missionário no Equador. 

  

Muitas pessoas ainda precisam de muito DISCERNIMENTO ! 

Por que  o “cair no poder” e a “unção do riso” são antibíblicos

Essas manifestações depõem contra o verdadeiro Movimento Pentecostal?

Pentecostais sinceros me perguntam por que o “cair no Espírito” e a “unção do riso” não são manifestações genuinamente pentecostais. O motivo da dúvida desses irmãos é compreensível: quando lemos a respeito do avivamento de Azusa Street, em Los Angeles (1906), e acerca do início da Assembleia de Deus no Brasil (1911), são comuns as menções a momentos em que irmãos caíam sob o poder de Deus ou riam sem parar. Como explicar isso? 

Em primeiro lugar, é preciso fazer distinção entre cair por não suportar a glória de Deus e ser lançado ao chão por um milagreiro, mediante uso de força, persuasão ou sugestão psicológica. E também é necessário distinguir entre alegrar-se na presença do Senhor e rir sem parar, irracionalmente, sem nenhum controle. 

Segundo, as experiências relacionadas com o Movimento Pentecostal de Azusa (Estados Unidos) e de Belém do Pará (Brasil), ainda que envolvam santos como William Seymour e Gunnar Vingren, não devem ser supervalorizadas, a ponto de as equipararmos às incontestáveis verdades da Bíblia (Gl 1.6; 1 Co 4.6; 15.1,2). Respeito esses pioneiros do pentecostalismo, porém, ao escrever este artigo, minha fonte de autoridade — primária, inquestionável, primacial, infalível, inerrante — continua sendo a Palavra de Deus. 

Muitos defensores dos “moveres” em apreço apegam-se a interpretações errôneas da Bíblia, inclusive para compor canções pelas quais dizem que não conseguirão ficar de pé ante a glória do Senhor. Baseiam-se, por exemplo, em 2 Crônicas 5.14 e 1 Reis 8.10,11 e dizem, com a boca cheia: “Os sacerdotes não resistiram a glória de Deus e caíram no poder”. Que engano! Veja o que a Bíblia realmente diz: “E sucedeu que saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a Casa do SENHOR. E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR” (1 Rs 8.10,11). 

Como se vê, a frase “não podiam ter-se em pé” tem sido entendida como “caíram no poder”. Mas ela, na verdade, denota que os sacerdotes “não puderam permanecer ali”, o que fica ainda mais claro na versão Almeida Revista e Atualiza (ARA). Eles não suportaram permanecer no local ministrando! Não tinham como resistir a glória divina presente ali. Por isso, não permaneceram no local. Onde está escrito que eles caíram no poder? 

O que as Escrituras afirmam em 1 Coríntios 14 acerca do culto pentecostal?  

Primeiro: o propósito principal da multíplice manifestação do Espírito em um culto coletivo é a edificação do povo de Deus (vv.4,5,12). 

Risos intermináveis e supostas quedas de poder edificam em que?

 A faculdade do intelecto não pode ser desprezada no culto em que o Espírito Santo age (vv.15,20). Ninguém genuinamente usado pelo Espírito deixa de raciocinar normalmente, em um culto coletivo a Deus.

Segundo: um culto a Deus não deve levar os incrédulos a pensarem que os crentes estão loucos (v.23).  

O que pensam os não-crentes que assistem a certos “cultos” em que pessoas caem ao chão, riem sem parar, rosnam, latem, mugem, rugem, uivam e rolam umas sobre as outras?  

O culto coletivo deve ter ordem e decência; tudo deve ocorrer a seu tempo: louvor, exposição da Palavra, manifestações do Espírito (vv.26-28,40). Um culto que não tem ordem nem decência é dirigido pelo Espírito? 

Terceiro: no culto genuinamente pentecostal deve haver julgamento, discernimento, a fim de se evitar falsificações (v.29). Leia também 1 Coríntios 2.15 e 1 João 4.1. Haja vista o espírito do profeta estar sujeito ao próprio profeta, é inadmissível que aconteçam manifestações consideradas do Espírito Santo em que pessoas fiquem fora de si (v.32). 

Quarto: o Deus que se manifesta no culto coletivo não é Deus de confusão, senão de paz (v.33). Quando um show-man derruba pessoas carentes de uma bênção ou os seus supostos opositores com golpes de seu “paletó mágico”, além da confusão que se instala no “culto”, tal atitude não é nada pacificadora. E quem recebe a glória, indutivamente, é o próprio show-man

Quinto: Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, deve reconhecer os mandamentos do Senhor (v.37). O leitor está disposto a submeter-se aos mandamentos do Senhor? Ou é um daqueles que, irresponsavelmente, dizem: “Não podemos pôr Deus em uma caixinha. Ele sempre faz coisa nova”. Por que temos a Bíblia, para nada? Não é ela a nossa fonte primária de autoridade? Perderam as Escrituras o primado? Não são mais a nossa regra de fé, de prática e de vida? Gálatas 1.8 perdeu a validade? 

Diante dessas verdades bíblicas, não há como considerar o “cair no Espírito” e a “unção do riso” manifestações genuinamente do Espírito Santo. Não nos enganemos; o verdadeiro avivamento só ocorre quando há submissão à Palavra de Deus e ao Deus da Palavra, e não mediante “moveres” e “unções” que suprimem a exposição das Escrituras.
Ciro Sanches Zibordi 

Fonte: http://www.cpadnews.com.br

 

Neo-Pentecostalismo (?)

Sou pentecostal, membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus desde 1987. Neste ano, fui batizado com o Espírito Santo e nas águas, nessa ordem. Creio em milagres, minha vida é um milagre, tenho visto muitos milagres. Nasci num lar pentecostal e cresci em meio a visões, revelações, curas, línguas estranhas, etc. E, por mais que eu tenha hoje um lado contestador — que não é exclusividade minha, posto que Paulo (2 Co 11.3-15) e o próprio Senhor Jesus (Mt 23; Ap 2-3), só para exemplificar, também se opuseram a heresias e modismos —, sempre cri na multíplice obra do Espírito Santo mediante a diversidade de dons, ministérios e operações (1 Co 12.4-11).

Mesmo assim, sou contra — por que a Palavra de Deus também o é — ao movimento neoassembleiano, que é experiencialista e prioriza manifestações como “cair no poder”, “unção do riso”, “unção do leão”, “unção da lagartixa”, além da ênfase exagerada à prosperidade financeira, que muitos chamam de uma “unção financeira dos últimos dias”.

Na adolescência e na juventude, tive contato com todo o tipo de manifestação pentecostal e pseudopentecostal. Sei o que são cultos no monte; conheço vigílias do “reteté”, que na minha época não recebiam esse adjetivo grotesco e vulgarizante. Fui dirigente de duas congregações em São Paulo e conheci todo o tipo de crente, dos mais frios aos mais fervorosos; desde os mais céticos até os mais fanáticos.

Por graça de Deus, sou ministro do Evangelho desde 1992, ano em que fui consagrado a presbítero (ministro local), mas recebi o título de ministro pela CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus) somente em 1997, na Assembleia de Deus do Belenzinho em São Paulo. Na ocasião, tendo o meu nome apresentado pelo saudoso pastor e pregador do Evangelho Valdir Nunes Bícego, fui consagrado ao santo ministério numa reunião presidida pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa.

Que fique clara uma coisa: não sou um teórico, frio, gelado. Tenho plena convicção bíblica e experiencial de que o “cair no Espírito” e outras manifestações que ora ocorrem no meio da quase-centenária Assembleia de Deus não têm aprovação divina. Não estou sendo apressado em minhas conclusões. Falo com conhecimento de causa, depois de ter analisado cuidadosamente as bases e os resultados das tais manifestações.

Como tenho dito em meus livros editados pela CPAD, pessoas sinceras e tementes a Deus estão certas de que o “cair no Espírito” e a “unção do riso” são bíblicos. E algumas se apegam ao fato de manifestações similares às mencionadas terem ocorrido na Rua Azusa, em Los Angeles, no começo do século XX, e no início da Assembleia de Deus no Brasil. Mas é claro que as experiências relacionadas com o reavivamento do Movimento Pentecostal não se comparam com as aberrações que vemos hoje.

A Assembleia de Deus e o movimento neoassembleiano

Naquela época, não havia paletó e sopro “ungidos”, empurrões “sutis”, uivos, rugidos, latidos, pessoas rastejando pelo chão, grudadas na parede, etc. Além disso, não se deve supervalorizar as experiências vividas pelos pentecostais do começo do século XX, a ponto de as equipararmos às incontestáveis verdades da Bíblia. Devemos, sim, respeitar os pioneiros, mas a nossa fonte primacial, precípua, de autoridade tem de ser a Palavra de Deus.

O “cair no poder”, a “unção do riso” e manifestações afins não se coadunam com os princípios e mandamentos contidos em 1 Coríntios 14. Essas manifestações aberrantes não edificam (v.12); contrapõem-se ao uso da razão, necessário num culto genuinamente pentecostal (vv.15,20,32); levam os incrédulos a pensarem que os crentes estão loucos (v.23); e promovem desordem generalizada (vv.26-28,40).

Muitos neoassembleianos, defensores dessas manifestações, dizem que estão na liberdade do Espírito, porém o texto de 1 Coríntios 14 não avaliza toda e qualquer manifestação. No culto genuinamente pentecostal deve haver julgamento, discernimento, análise, exame (vv.29,33). Por isso, no versículo 37, está escrito: “Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça que essas coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor”. Leia também 1 Tessalonicenses 5.21 (ARA); João 7.24 e 1 João 4.1.

Não tenho dúvidas de que o Senhor opera milagres extraordinários em nosso meio. Ele é o mesmo (Hb 13.8). Mas o que temos visto hoje em algumas Assembleias de Deus são práticas viciosas e repetitivas. Jesus curou um cego com lodo que fez com a sua própria saliva, porém Ele não metodizou esse modo de dar vista aos cegos. A obra de Deus surpreende, impressiona, positivamente, e deixa todos maravilhados (Lc 5.26). As falsificações são viciosas, premeditadas, propagandeadas, a fim de que o milagreiro receba a glória que é exclusivamente de Deus (Is 42.8).

O “cair no poder”, a “unção do riso” e outros “moveres” não têm apoio das Escrituras e não podem ser equiparados ao batismo com o Espírito Santo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, mencionado com clareza na Palavra de Deus (Jl 2.28,29; Mc 16.15-20; At 2; 10; 19; 1 Co 12-14, etc.). Por isso, os neoassembleianos recorrem a passagens que nada têm que ver com o assunto.

Citam textos como 2 Crônicas 5.14 e 1 Reis 8.10,11 e dizem, com a boca cheia: “Os sacerdotes não resistiram a glória de Deus e caíram no poder”. Que engano! Veja o que a Bíblia realmente diz: “E sucedeu que saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a Casa do SENHOR. E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR” (1 Rs 8.10,11). Observe que eles saíram do local; não ficaram ali caídos. Não houve também um “arrebatamento em grupo”.

A frase “não podiam ter-se em pé” tem sido empregada de modo errôneo e abusivo pelos neoassembleianos. Eles a interpretam como “caíram no poder”. Mas ela, na verdade, denota que os sacerdotes “não puderam permanecer ali”, o que fica ainda mais claro na versão Almeida Revista e Atualiza (ARA). Eles não suportaram permanecer no local ministrando! Não tinham como resistir a glória divina presente ali. Por isso, não permaneceram no local. Onde está escrito que eles caíram no poder?

Outro texto citado erroneamente em abono às manifestações neoassembleianas é João 14.12, pelo fato de mencionar “coisas maiores” do que as realizadas por Jesus. Mas o termo “obras” (gr. ergon) significa: “trabalho”, “ação”, “ato” (VINE. W.E., Dicionário Vine, CPAD, pp.764,827), e não “milagres” ou “manifestações”, estritamente. Essas obras maiores incluem tanto a conversão de pessoas a Cristo, como a operação de milagres (At 2.41,43; 4.33; 5.12; Mc 16.17,18). Exegeticamente, são obras maiores em número e em alcance. Dizem respeito à quantidade em lugar de qualidade. João 14.12, por conseguinte, não avaliza truques, trapaças, experiências exóticas e antibíblicas, além de fenômenos “extraordinários” (cf. Dt 13.1-4; 2 Ts 2.9; Mt 7.21-23).

O paradigma, o modelo, dos pregadores da Assembleia de Deus deve ser o Senhor Jesus Cristo, que andou na terra fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do Diabo porque Deus era com Ele (At 10.38). É perigoso quando resolvemos ter um ministério “sem limites”, em que nada pode ser contestado, à luz da Bíblia. Tudo deve, sim, ser regulado, controlado pelo Espírito Santo e pela vontade de Deus esposada em sua Palavra (Mt 7.15-23; 1 Jo 4.1; 1 Ts 5.21; 1 Co 14.29; Jo 7.24, etc.).

Na Palavra de Deus não há nenhum fundamento para o “cair no poder” e outras aberrações. O Senhor Jesus nunca derrubou ninguém. Ele não arremessa pessoas ao chão mediante sopros “ungidos” e golpes de paletó. Quem gosta de lançar as pessoas ao chão é o Diabo (Mc 9.17-27). Em Lucas 4.35, está escrito: “E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele, sem lhe fazer mal”. Jesus, o maior Pregador que já andou na terra, e seus apóstolos nunca impuseram as mãos sobre pessoas para levá-las ao chão. Eles jamais sopraram sobre elas ou lançaram parte de suas roupas a fim de derrubá-las.

Considero importantes os milagres e as curas, no nosso meio, Mas, na hierarquização feita por Deus, o Ministério da Palavra tem prioridade (1 Co 12.28; Jo 10.41). Os sinais, prodígios e maravilhas devem ocorrer naturalmente, como consequência da pregação do Evangelho (Mc 16.15-20). E Deus precisa estar no controle, sempre. Mas hoje há muita imitação, falsificação, misticismo no meio dito assembleiano, que é na verdade neoassembleiano.

“Converte-nos, SENHOR, a ti, e nós nos converteremos; renova os nossos dias como dantes” (Lm 5.21).

Ciro Sanches Zibordi

 

Quem está OPERANDO ???

Muitos concluem que não temos como distinguir entre a obra do Espírito e as operações naturais de nossas próprias mentes.

É verdade que não temos direito de esperar que o Espírito de Deus opere em nós se negligenciarmos coisas como o estudo bíblico e a oração. É também verdade que o Espírito opera de formas diferentes – às vezes silenciosa e invisivelmente.

Mesmo assim, se a experiência de salvação nos vem de Deus, por que não deveríamos senti-la? Não produzimos salvação por nossos próprios esforços. A operação natural de nossas mentes não produz salvação. É o Espírito do Todo-poderoso que produz salvação em nossos corações. Por que, então, não deveríamos sentir que o Espírito opera em nós? Se sentimos isso, sentimos somente o que é verdadeiro.

Estamos, portanto, errados ao tacharmos as pessoas de iludidas somente por dizerem que sentiram o Espírito Santo operando nelas. Chamar a isso de ilusão é como dizer: “Você sente que sua experiência é de Deus. Bem, isto prova que sua experiência não vem de Deus!”

As Escrituras descrevem a salvação de um pecador como um renascimento (João 3:3), uma ressurreição da morte (Ef. 2:5), uma nova criação (II Cor. 5:17). Essas descrições têm uma coisa em comum. Todos descrevem eventos que não poderiam ser produzidos pela pessoa que os experimentou.

Somente Deus é autor da regeneração do pecador, ressurreição espiritual e nova criação. Porventura um pecador que tem a experiência de Deus operando em sua vida desse modo, não perceberá que é Ele que o está salvando? Sem dúvida é por isso que as Escrituras descrevem a salvação como regeneração, ressurreição e nova criação. Essas palavras testemunham o fato de que a experiência de salvação não se origina em nós mesmos.

Na salvação, Deus opera com um poder que é, obviamente mais que humano. Dessa forma Ele nos impede de nos vangloriar do que nós fizemos.

Por exemplo, quando Deus salvou a Seu povo, nos dias do Velho Testamento, sua experiência tornou claro que não haviam salvo a si próprios. Quando Deus os tirou do Egito, por ocasião do êxodo, primeiro permitiu que sentissem seu próprio desamparo; então os redimiu por Seu poder miraculoso. Ficou claro para eles que Deus era seu Salvador.

Vemos a mesma experiência do poder de Deus na maioria das conversões descritas no Novo Testamento. O Espírito Santo não convertia as pessoas de modo silencioso, oculto e gradual. Geralmente convertia-as com uma demonstração gloriosa de poder sobrenatural. Hoje as pessoas muitas vezes vêem tais experiências de conversão como um sinal certo de ilusão.

Por outro lado, não devemos pensar que nossas emoções sejam verdadeiramente espirituais somente porque não as produzimos com os nossos próprios esforços. Algumas pessoas tentam provar que suas emoções são do Espírito Santo com o seguinte argumento: “Não produzi esta experiência por mim mesmo. A experiência veio a mim quando não a estava buscando. Não posso fazê-la voltar de novo por meus próprios esforços.”

Esse argumento não é saudável. Uma experiência que não venha de nós mesmos pode vir de um espírito falso. Existem muitos espíritos falsos que se disfarçam como anjos de luz (II Cor. 11:14). Imitam o Espírito de Deus com grande maestria e poder. Satanás pode operar em nós, e podemos diferenciar a obra dele do funcionamento natural de nossas mentes. Por exemplo, satanás enche as mentes de algumas pessoas com blasfêmias terríveis e sugestões vis. Essas pessoas têm certeza que essas blasfêmias e sugestões satânicas não vêm de suas próprias mentes. Penso que é igualmente fácil para o poder de satanás encher-nos de confortos e alegrias falsos. Certamente sentiríamos que esses confortos e alegrias não vieram de nós mesmos. Entretanto, isso não provaria que vieram de Deus!

Os transes e arrebatamentos de alguns fanáticos religiosos não são de Deus, e sim de satanás.

Também podemos ter experiências que vêm do Espírito de Deus, as quais não nos salvam nem provam que somos salvos. Lemos em Heb. 6:4-5 sobre pessoas “que uma vez foram iluminadas e provaram o dom celestial e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro”, mas que enfim se revelaram ser incrédulas, (vers. 6-8). Experiências religiosas também podem ocorrer sem a influência de um espírito bom ou mau. Pessoas impressionáveis e com imaginação viva podem ter emoções estranhas e impressões que não foram produzidas por seus próprios esforços. Não produzimos sonhos por nossos esforços quando estamos dormindo. Pessoas imaginativas podem ter sentimentos e impressões religiosas que são como sonhos, embora estejam acordadas.

Fonte: http://www.jonathanedwards.com.br/ 

 

Pseudo-pentecostais: nem evangélicos, nem protestantes !!! 

Um grande equívoco cometido pelos sociólogos da religião é o de por sob a mesma rubrica de “pentecostalismo” dois fenômenos distintos. De um lado, o pentecostalismo propriamente dito, tipificado, no Brasil, pelas Assembléias de Deus; e do outro, o impropriamente denominado “neopentecostalismo”, melhor tipificado pela Igreja Universal do Reino de Deus. Um estudioso propôs denominar essas últimas de pós-pentecostais: um fenômeno que se seguiu a outro, mas que com ele não se conecta, pois “neo” se refere a uma manifestação nova de algo já existente. Correntes de sociologia argentina já os denominaram de “iso-pentecostalismo”: algo que parece, mas não é. Lucidez e coragem teve Washington Franco, em sua dissertação de mestrado na Universidade Federal de Alagoas, quando classificou o fenômeno representando pela IURD de “pseudo-pentecostalismo”: algo que não é. Um estudo acurado dos tipos ideais, Assembléia de Deus e Igreja Universal do Reino de Deus, sob uma ótica sociológica, ou uma ótica teológica, nos levará à conclusão que se trata de duas manifestações religiosas diversas, que não podem — nem devem — ser colocadas sob uma mesma classificação. Ao se somar, a partir do Censo Religioso, esses dois agrupamentos, tem-se um alto índice de “pentecostais”, constituídos, contudo, pelos que o são e pelos que não o são. Equiparar ambos os fenômenos não faz justiça à Igreja Universal e ofende a Assembléia de Deus.  

Podemos afirmar, ainda, um segundo equívoco dos analistas: considerar a IURD e suas congêneres como “evangélicas”. Elas próprias, por muito tempo, relutaram em se ver como tal, pretendendo ser tidas como um fenômeno religioso distinto, e terminaram por aceitar a classificação “evangélica” por uma estratégia política de hegemonizar um segmento religioso mais amplo no cenário do Estado e da sociedade civil. O evangelicalismo é marcado pela credalidade histórica e pela ênfase doutrinária reformada na doutrina da expiação dos pecados na cruz e na necessidade de conversão, ou novo nascimento.  

Se o pseudo-pentecostalismo não é pentecostalismo, nem, tampouco, evangelicalismo, também não é protestantismo. O discurso e a prática dessa expressão religiosa indicam a inexistência de vínculos ou pontos de contatos com a Reforma Protestante do Século 16: as Escrituras, Cristo, a graça, a fé. Chamar o bispo Macedo de protestante é de fazer tremer o Muro da Reforma, em Genebra, e os ossos de Lutero e Calvino em seus túmulos. Muita gente tem incluído a IURD, e assemelhadas, como pentecostais, evangélicas ou protestantes, para inflar, de forma triunfalista, os números, ou por temor de retaliações legais, ou extralegais, vindas daquelas instituições. Se sociólogos têm denominado manifestações novas na cristandade, como as Testemunhas de Jeová, os Mórmons, ou a Ciência Cristã, como “seitas para-cristãs”, podemos denominar a Igreja Universal e congêneres de “seitas para-protestantes”.  

O que se constata, cada vez mais, é que o fenômeno pseudo-pentecostal tem concorrido para uma maior aproximação entre os pentecostais (já tidos como históricos, por sua antigüidade e mobilidade social e cultural) e as igrejas históricas. De um lado, os pentecostais redescobrem o valor da história, de uma confessionalidade e de uma teologia sólida; do outro, os históricos vão flexibilizando (ou ampliando) a sua pneumatologia, reconhecendo a contemporaneidade dos dons do Espírito Santo. O fosso entre pentecostais e pseudo-pentecostais tende a aumentar, não só pela aproximação entre pentecostais e históricos, mas também pela crescente adesão dos pseudo-pentecostais a ensinos e práticas sincréticas, com o catolicismo romano popular e os cultos afro-ameríndios. Quando estudantes de teologia assembleianos, batistas nacionais ou presbiterianos renovados aprendem com teólogos anglicanos (John Stott, J.I. Packer, Michael Greene, Alister McGrath, N.T. Wright), e anglicanos, luteranos ou presbiterianos usam de um louvor mais exuberante e oram por cura e libertação, na expressão de Gramsci, um novo “bloco histórico” vai se formando (retardado pelo extremo fracionamento entre ambos os segmentos), do qual, é claro, não faz parte o pseudo-pentecostalismo. Esse “bloco histórico” em formação, para se consolidar, não apenas deve se conhecer mais mutuamente, somando conceitos e subtraindo preconceitos, mas também responder aos desafios de um pluralismo que inclui a diversidade do catolicismo romano, o pseudo-pentecostalismo, o esoterismo, os sem-religião e um agressivo secularismo, emoldurado pelo relativismo pós-moderno. Isso passa, necessariamente, pelo aprender com a história da igreja — durante, depois e “antes” da Reforma — e pela superação de uma iconoclastia que, equivocadamente, equipara o artístico com o idolátrico.  

Contamos com estadistas do reino de Deus, com humildade, visão e coragem para consolidar esse bloco?  

Dom Robinson Cavalcanti é bispo anglicano da Diocese do Recife e autor de, entre outros, Cristianismo e Política — teoria bíblica e prática histórica e A Igreja, o País e o Mundo — desafios a uma fé engajada.
www.dar.org.br 

Fonte: Revista Ultimato 

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8 thoughts on “As Sutilezas do Discurso “Pseudo” Pentecostal

  1. Acima de sermos pentecostais ou neo ou seja lá o nome que as pessoas usam, primeiramente temos que ser cristãos, ou seja amarmos a cristo porque ele fala em sua palavra que atraves dele é que iremos chegar até deus e não através da placa da sua igreja ou do seu movimento como está escrito em João 14.6 ” Eu Sou a Verdade o Caminho e a vida e ninguem vai ao pai a não ser por mim” bom vejamos o queo o texto diz :
    1.Lá não esta falando que nos temos que ser pentecostais ou neo ou psdo ou catolicos e etc diz somente que temos que acreditar em Jesus certo.
    2.O versiculo já diz tudo se não tivermos um verdadeiro encontro com cristo não podemos chegar até Deus, porque primeiro temos que aceitarmos Jesus Pra que através do seu sacrificio ele possa ir até o pai.
    Bom voltemos ao seu artigo o que tenho a dizer é que concordo com vc em partes, pois Jesus ……

  2. Muito bom seu site, mas sugiro que faça uma correção: estar apaixonado é momentâneo nos sabemos o que a Biblia fala sobre paixão, e modo como ela entorpece.Estou apenas sugerindo afim de que ele passe mais confiança, já que seu conteúdo é extremamente importante e isso fere quem chega a primeira vez em seu site.
    Grato

  3. Mas uma vez vcs meus amados irmãos em Cristo INVEJAM a Igreja do Cordeiro de Deus !
    a Igreja Católica a anos nasceu nos EUA a RCC(Renovação Carismática Católica)
    e vcs copiaram tudinho!
    estão aprendendo muito com o Bispo Edir Macedo dono da Recópia!
    rsss
    Paz de Jesus e Amor de Maria!

  4. estou afavor das palavras da cris vc cris arasou nao tenho palavras pos vc estou poltamente serta.eu sou neo-petecostal da IURD

  5. A paz do Senhor amados, o maior dom que Deus nos deu é o amor , tem irmão que só dão valor ao dom de linguas, que dos dons é o menor , só serve para edificação da propria pessoa, falo em mistérios mas procuro viver em santidade e seguir em direção ao foco que é a JESUS, só assim não somos enganados pelo inimigo, temos que viver a palavra não somente ler como um livro de poema tenho visto muitas coisas em nosso meio que realmente fiquei muito triste, temos que ser a mesma pessoa, seja no monte , na igreja , no trabalho, na nossa própria casa, o que eu tenho visto por ai é muitos camaleões de JESUS, faça um balanço nesse ano ao invés de procurarmos edificações próprias e shows mirabolantes, quantas almas ganhamos para JESUS, irmãos falo isso a começar de mim mesmo,

    Fiquem com a paz do Senhor!

  6. Graça e Paz da parte de Deus, Cris !

    1 – Sim, Graças ao meu bom Deus, sou batizado no Espírito Santo (você sabe o que é batismo no Espírito Santo ou é daqueles que acha que tal batismo só se dá com a glossolalia ?), que me ofertou alguns dos dons espirituais (cada dom adquirido pela Graça do Senhor, importa batismo).

    2 – É errado sim deixar que satanás se apodere dos irmão sem fazer nada !!!

    3 – Orar pela vida deles é uma das formas de AÇÃO, mas não é a única (EXORTAR é outra, assim como faço neste site, para a honra e glória de Jesus Cristo de Nazaré).

    4 – A Crítica, no contexto deste site, é PURA EXORTAÇÃO, que é um dom espiritual.

    5 – E faço isso por amor a todos (veja o exemplo de Paulo ao exortar a Igreja da Galácia).

    6 – O tempo destinado a este site é inspiração e mandamento de Deus (porque você acha que muitos milhares de pessoas procuram acessar este site ? RESPOSTA: porque é abençoado por Deus e muitas vidas tem sido EDIFICADAS por este blog, pra honra e glória do Senhor).

    7 – Faço tudo isso por amor a Deus e por amor as criaturas Dele. Não sou perfeito e erro muito, MAS TENHO A CORAGEM DE AGIR e creio que essa coragem foi Deus que me deu !!!

    8 – O termo PENTENCOSTAL é um grande equívoco. Prefiro usar o termo AVIVADO, assim como conta nas Sagradas Escrituras: Quando o Espírito Santo do Senhor habita em nós nos alegramos porque nos enchemos mais de vida (por isso, avivado é o termo mais coerente), enquanto, o dia de pentecostes foi o cumprimento da profecia que estava prevista no Antigo Testamento. O termo “Pentecostal” vem sendo objeto de muitos ESCÂNDALOS no meio evangélico, conforme se denota nas matérias deste post.

    Bom ! seja lá como for, cuidado com o FALAR LÍNGUAS ESTRANHAS não ser obra dos ESPÍRITOS ENGANADORES, que recheiam os cultos das Assembléias de Deus (etc.) por esse mundo afora e tudo isso porque falta discernimento aos líderes e pastores, que conduzem MAL o REBANHO DO SENHOR aqui na terra …

    Que Deus tenha misericórdia para conosco.

    Amém.

  7. Paz! Querido voçê é batizado no ESPIRITO SANTO?
    Se vc acha errado o que está vendo fica na sua… não faz escandalo… Ore pela vida deles…Não critica.. quem somos nos pra jugar o nosso próximo… Deus não quer isso… ele manda amarmos uns aos outros… e não ter rancor ou falar mal!!!
    o tempo que voçê os critica pode estar ganhando almas e evangelizando…
    se eles são lobos vestidos de pastores… problema é deles com Deus… Pare de apontar o dedo… voçê estando certo ou errado Deus vai te cobrar…
    HA e eu me intitulo pentecostal!!!

  8. Estou impressionado e horripilado com essa matéria eu ja desconfiava de algo errado nesses movimentos e isso só veio a acrescentar e me dar certeza de que eu tinha razão.
    grato.
    Wagner

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