As notórias BOBAGENS do ESPIRITISMO !!!


 
O espiritismo, que se apresenta como uma “doutrina filosófica e moral” (KARDEC, Allan. Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita) e também como a terceira e mais completa revelação de Deus (KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo.), oferece-se como “a chave da verdadeira felicidade”, de onde, segundo suas palavras, deriva “seu poder irresistível”. (KARDEC, Allan. Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec.)
 
Esta revelação foi codificada por Allan Kardec em cinco livros: “O Livro dos Espíritos” (1857), “O Livro dos Médiuns” (1861), “O Evangelho segundo o Espiritismo” (1864), “O Céu e o Inferno” (1865) e “A Gênese” (1868). Neles Jesus é considerado um profeta, com a diferença que ele “constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava”. (KARDEC, Allan. O livro dos espíritos, p. 180)
 
Apesar disto, Kardec assume que as bases da sua doutrina estão assentadas no Evangelho, dele nada suprimindo, mas completando e elucidando (KARDEC, Allan. A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo). Diz ele: o espiritismo “é uma doutrina puramente moral, que absolutamente não se ocupa dos dogmas”. Como deixa “a cada um inteira liberdade de suas crenças”, não aconselha a mudança de religião. Ele não “pertence particularmente a nenhuma religião, ou, melhor dizendo, está em todas elas”. (KARDEC, Allan. Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec)  Seu propósito é dar “aos homens tudo o que é preciso para a sua felicidade aqui na Terra, porque lhe ensina a se contentarem com o que tem”. (KARDEC, Allan. Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita)
 
Eis a confissão de fé feita por Allan Kardec:
 
“Crer num Deus Todo-Poderoso, soberanamente justo e bom; 
crer na alma e em sua imortalidade;
na preexistência da alma como única justificação do presente; 
na pluralidade das existências como meio de expiação, de reparação e de adiantamento intelectual e moral;
na perfectibilidade dos seres mais imperfeitos;
na felicidade crescente com a perfeição; 
na eqüitativa remuneração do bem e do mal, segundo o princípio: a cada um segundo as suas obras;
na igualdade da justiça para todos, sem exceções, favores nem privilégios para nenhuma criatura; 
na duração da expiação limitada à da imperfeição; 
no livre-arbítrio do homem, que lhe deixa sempre a escolha entre o bem e o mal; 
crer na continuidade das relações entre o mundo visível e o mundo invisível; 
na solidariedade que religa todos os seres passados, presentes e futuros, encarnados e desencarnados;
considerar a vida terrestre como transitória e uma das fases da vida do Espírito, que é eterno;
aceitar corajosamente as provações, em vista de um futuro mais invejável que o presente; 
praticar a caridade em pensamento, em palavras e obras na mais larga acepção do termo; 
esforçar-se cada dia para ser melhor que na véspera, extirpando toda imperfeição de sua alma; 
submeter todas as crenças ao controle do livre exame e da razão, e nada aceitar pela fé cega; 
respeitar todas as crenças sinceras, por mais irracionais que nos pareçam, e não violentar a consciência de ninguém; 
ver, enfim, nas descobertas da Ciências, a revelação das leis da Natureza, que são as leis de Deus: 
eis o Credo, a religião do Espiritismo, religião que pode conciliar-se com todos os cultos, isto é, com todas as maneiras de adorar a Deus. É o laço que deve unir todos os espíritas numa santa comunhão de pensamentos, esperando que ligue todos os homens sob a bandeira da fraternidade universal.
(KARDEC, Allan. Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Disponível em
 
De modo mais sintético, o espiritismo propõe crenças comuns às religiões em geral e crenças bastante particulares.
 
De modo comum, o espiritismo:
 
. crê na existência de Deus; 
. valoriza a razão, tendo como corolário a defesa da liberdade religiosa
. estimula à prática da caridade e de vidas moralmente irrepreensíveis.
Não temos os cristãos qualquer dificuldade em afirmar estes postulados. Cremos na existência do Deus Todo-poderoso e amoroso, justo e bom. Valorizamos a razão e as descobertas científicas. Defendemos o direito de todas as pessoas professarem a religião que entendem ser verdadeira, sem restrição de espécie alguma. Cremos no amor ao próximo, em todas as difíceis conseqüências, e no compromisso de uma visa digna do Evangelho, numa vida que dê frutos que evidenciem o nosso arrependimento.
 
De modo particular, o espiritismo — e aí nossas discordâncias se visceralizam — propõe a idéia da a eternidade da alma (ou espírito), o que desemboca nos pressupostos:
 
. das reencarnações sucessiva e infinita, visando a reparação do mal causado na terra e o aperfeiçoamento do espírito;
 
. da continuidade das relações entre os mundo visível e invisível, derivando dai a comunicação dos mortos com os vivos.
 
A AUTORIDADE DOS ESPÍRITOS
 
Não deriva o espiritismo sua autoridade da Bíblia Sagrada, como fazem os cristãos, mas do ensino dos espíritos, entendidos como “seres inteligentes da criação, que povoam o Universo, fora do mundo material, e constituem o mundo invisível. Não são seres oriundos de uma criação especial, porém, as almas dos que viveram na Terra, ou nas outras esferas, e que deixaram o invólucro corporal”. (KARDEC, Allan. O Livro dos médiuns ou Guia dos médiuns e dos evocadores.) O corpo é visto “apenas uma vestimenta grosseira que reveste temporariamente o Espírito, verdadeira cadeia que o prende à gleba terrena e da qual fica feliz em se libertar”. (KARDEC, Allan. O evangelho segundo o Espiritismo, p. 204)
 
Numa frase, “o Espírito mais não é do que a alma sobrevivente ao corpo; é o ser principal, pois que não morre, ao passo que o corpo é simples acessório sujeito à destruição”. (KARDEC, Allan. A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo) 
 
Em resumo, “o Espírito não é, pois, um ser abstrato, indefinido, só possível de conceber-se pelo pensamento. É um ser real, circunscrito que, em certos casos, se torna apreciável pela vista, pelo ouvido e pelo tato”. (KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita. Em outro livro, no entanto, Kardec diz: “Pela sua essência espiritual, o Espírito é um ser indefinido, abstrato, que não pode ter ação direta sobre a matéria, sendo-lhe indispensável um intermediário, que é o envoltório fluídico, o qual, de certo modo, faz parte integrante dele. KARDEC, Allan. A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo. ) Esses Espíritos “povoam infinitamente os espaços infinitos”, estando ao lado das pessoas, observando-as”. (KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos, p. 113) 
 
Sua tarefa é servir como ministro de Deus, dependendo do estágio de evolução que tenham alcançado”, (KARDEC, Allan. A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo) uma vez que uns chegaram “ao ponto mais elevado da escala, deixaram definitivamente os mundos materiais”, enquanto outros, “pela lei da reencarnação, ainda pertencem ao turbilhão da Humanidade terrena”. (KARDEC, Allan. Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita.)
 
Por isto, segundo Kardec, “sem as comunicações dos Espíritos, não haveria Espiritismo. (…) Saída da universalidade do ensino dos Espíritos, tem o valor de uma obra coletiva, e é por isto mesmo que em tão pouco tempo ela se propagou por toda Terra, cada um recebendo por si mesmo, ou por suas relações íntimas, instruções idênticas e a prova da realidade das manifestações”. (KARDEC, Allan. Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita.)
 
A partir daí, o espiritismo desenvolve a idéia de “vida espiritual” como a verdadeira vida, porque é a vida normal (não terrena do Espírito). A outra vida é a vida terrestre, que é transitória e passageira, como se fosse um tempo de morte, porque vivida no corpo, o invólucro do Espírito. (KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo.) “A vida espiritual é a vida normal do Espírito: é eterna”. (KARDEC, Allan. Obras póstumas.)
 
A REENCARNAÇÃO
 
Visando um meio para a reparação do mal causado na vida terrestre e autoaperfeiçoamento do ser, o espiritismo propõe a existência de reencarnações sucessivas e infinitas.
 
Segundo o espiritismo, “um Espírito volta várias vezes a tomar novo corpo carnal sobre a Terra, nasce várias vezes a fim de tornar a conviver nas sociedades terrenas, como Homem, exatamente como este é levado a trocar de roupa muitas vezes”. (PEREIRA, Yvonne A. Memórias de um suicida.)
 
A REENCARNAÇÃO COMO LÓGICA — Na visão de Allan Kardec, a reencarnação é processo pelo qual o espírito, que é livre no mundo espiritual, vem ao mundo para aprender. Segundo o Espiritismo, Deus impõe aos Espíritos “a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação”. (KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, p. 136)
 
A reencarnação é oferecida “como uma necessidade absoluta, como uma condição inseparável da Humanidade; em uma palavra, como uma lei natural”. As sucessivas reencarnações justificam “todas as desigualdades e todas as injustiças aparentes que a vida apresenta”. (KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, p. 26)
 
A “lógica da justiça de Deus” fica demonstrada com a punição; ele não pune o bem que se faz e nem o mal que não se faz; se somos punidos, é porque fizemos o mal; se não o fizemos nesta vida, seguramente o fizemos em outra”. Assim, “o homem nem sempre é punido, ou completamente punido em sua existência presente, mas nunca escapa às conseqüências de suas faltas. A prosperidade do mau é apenas momentânea; se não for punido no hoje, o será no amanhã, e, sendo assim, aquele que sofre está expiando os erros do seu passado”. Desse modo, “pela pluralidade das existências e da destinação da Terra como mundo expiatório, se explicam os absurdos que a divisão da felicidade e da infelicidade apresenta entre os bons e os maus neste mundo. (…) Se nos elevarmos pelo pensamento, de modo a incluir uma série de existências, compreenderemos que cada um tem o que merece, sem prejuízo do que lhe está reservado no mundo dos Espíritos, e que a justiça de Deus nunca falha. O homem não deve se esquecer nunca de que está num mundo inferior, ao qual está preso devido às suas imperfeições.
 
Ao nascer, “o homem traz aquilo que adquiriu; nasce como se fez. Cada existência é para ele um novo ponto de partida. Pouco lhe importa saber o que foi: se está sendo punido, é porque fez o mal”. As tribulações da vida “são, ao mesmo tempo, expiações do passado, que nos castigam, e provas que nos preparam para o futuro. Rendamos graças a Deus que, em sua bondade, dá ao homem a oportunidade da reparação e não o condena irremediavelmente pela primeira falta”. Ao longo das “suas diversas existências corporais é que os Espíritos se livram, pouco a pouco, de suas imperfeições”.  (KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, p. 36)
 
O objetivo da reencarnação é o melhoramento progressivo da humanidade. “Sem isto, onde a justiça?”, pergunta Kardec. (KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos, p. 157) “As encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porquanto o progresso é quase infinito” (KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos, p. 157) A certeza do espiritismo é que a reencarnação “é a única que corresponde à idéia que formamos da justiça de Deus para com os homens que se acham em condição moral inferior; a única que pode explicar o futuro e firmar as nossas esperanças, pois que nos oferece os meios de resgatarmos os nossos erros por novas provações. A razão no-la indica e os Espíritos a ensinam”. (KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos, p. 158)
 
Na conclusão de Kardec, “sem a reencarnação somos detidos a cada passo, tudo é caos e confusão; com a reencarnação tudo se esclarece, tudo se explica da maneira mais racional”. (KARDEC, Allan. Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita.) 
 
No dizer de outro autor, “a reencarnação afirmada pelas vozes do além-túmulo é a única forma racional por que se pode admitir a reparação das faltas cometidas e a evolução gradual dos seres. Sem ela, não se vê sanção moral satisfatória e completa; não há possibilidade de conceber a existência de um Ser que governe o Universo com justiça”. (DENIS, Léon. O problema do ser, do destino e da dor: os testemunhos, os fatos, as leis.)
 
Para Allan Kardec, a reencarnação está demonstrada na Bíblia, ao contrário das leituras cristãs tradicionais. Assim, por exemplo, a promessa de Jesus de que são “Bem-aventurados os aflitos, pois serão consolados” deixa claro que “os sofrimentos são como crises salutares que levam à cura, e é a purificação que garante a felicidade nas existências futuras”. (KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, p. 54) “A cada nova existência, o Espírito dá um passo para diante na senda do progresso. Desde que se ache limpo de todas as impurezas, não tem mais necessidade das provas da vida corporal.” (KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos, p. 157)
 
O fundador do espiritismo está seguro que João Batista era uma reencarnação de Elias. Ele toma João 3.1-12 como abono. Para ele, Jesus confirmou a crença na ressurreição, quando disse que ninguém pode entrar no reino de Deus se não nascer de novo da água e do Espírito. Afinal, “o que nasceu da carne é carne indica claramente que só o corpo procede do corpo e que o Espírito é independente dele”.  (KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, p. 57)
 
Quando a diz que o Espírito sopra onde quer, a Bíblia demonstra que “se o Espírito, ou alma, fosse criado ao mesmo tempo que o corpo, se saberia de onde veio, uma vez que se conheceria seu começo. De todos os modos, esta passagem é a confirmação do princípio da preexistência da alma e, por conseguinte, da pluralidade das existências”.  (KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, p. 58) Assim, “negar a reencarnação é negar as palavras do Cristo”. (KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, p. 59)
 
CRÍTICA Á IDÉIA DA REENCARNAÇÃO — O argumento pela reencarnação se dá na frente lógica e na interpretação bíblica.
 
O uso que Allan Kardec e demais autores espíritas fazem da Bíblia é bastante particular.
 
Vejamos alguns textos: (cf. EDDY, Paul R. Reincarnation and the Bible. Disponível em
 
João 3.3,7 — Allan Kardec insiste que a expressão “nascer de novo” comporte a idéia de sucessivas reencarnações. Visto literalmente ou metaforicamente, fica claro que Jesus está mostrando a Nicodemos a necessidade um nascimento espiritual, não biológico. 
 
Mateus 11.14; 17.11-13 — Nestes textos há uma referência a João Batista como o Elias que haveria de vir, o que levou alguns autores espíritas a derivar que João era uma reencarnação de Elias. Quando lemos os Evangelhos, notamos que o próprio João Batista acabou com esta possibilidade interpretativa quando disse taxativamente que não era Elias (João 1.21). João era um profeta do mesmo estilo de Elias e só.
 
João 9.1-3 — Os discípulos perguntam a Jesus, diante de um cego, pelas causas de sua doença: quem pecou: ele ou seus pais. Os reencarnacionistas deduzem que os discípulos criam nessa doutrina. Os discípulos pensavam em algo próximo a maldição hereditária, não em reencarnação. Em sua resposta, Jesus rechaçou as idéias do carma e da reencarnação. 
 
Galatas 6.7-7 diz: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá”. O verso não abona a idéia do carma. Antes, fala de Deus como um ser pessoal, que chama as pessoas à responsabilidade. A seguir, o verso fala da ressurreição (não da reencarnação),  mostrando a diferença entre a carne e o espírito.
 
Para aceitarmos a doutrina da reencarnação, precisamos aceitar que a alma (ou espírito) preexiste ao ser humano, isto é, que o espírito vaga no espaço (ou habita algum depósito) e num determinado momento entra no corpo de uma pessoa. O corpo é apenas o invólucro do espírito (ou alma). Conquanto esta idéia esteja em Platão e em religiões anteriores ao cristianismo, não há evidência na Bíblia para esta preexistência. A alma surge com o surgimento da vida. Não preexistia. Todos os seres humanos são criados. Só Deus é eterno. Escreveu o apóstolo Paulo: “Deus é o bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o único que é imortal e habita em luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver. A ele sejam honra e poder para sempre. Amém”. (1Timóteo 6.15-16) “A evidência científica indica a concepção humana como ponto de origem do ser humano individual”. (GEISLER, Norman. Enciclopédia apologética. São Paulo: Vida, 2002, p. 748.)
 
Quanto à vida futura, precisamos concordar que, após a morte, o espírito permanece num estado de “erraticidade”, vivendo “no plano espiritual”, em cidades compostas de estruturas próprias, enquanto se preparam para as novas encarnações. Assim, “de acordo com sua necessidade de aprendizado e crescimento espiritual, receberiam programações de vida, genes, potencialidades, enfim, para suportar as provas e expiações por que teriam de atravessar em sua próxima (…) encarnação)” No entanto, a Bíblia diz que os mortos nada sabem e nada fazem, como aprendemos em Eclesiastes 9.5-6. (BRAGA, Maurício Carlos da Silva. Porque não sou mais espírita. Disponível em )
 
Para aceitarmos a doutrina da reencarnação, precisamos recusar a realidade da ressurreição, ensinada e mostrada na Bíblia. “A pedra fundamental do espiritismo é de que não morreremos, mas apenas desencarnaremos. Continuaremos vivos, encarnando e desencarnando, indefinidamente, até atingirmos a perfeição! Pela doutrina espírita, não há uma só morte, mas várias e indefinidas, assim como não há um só juízo, mas vários, de certa forma, já que após cada desencarnação há uma definição do novo destino ou da nova vida que o espírito vai seguir em direção a uma almejada perfeição”.  (BRAGA, Maurício Carlos da Silva. Porque não sou mais espírita. Disponível em )
 
A leitura de Hebreus 9.27-28 é totalmente esclarecedora: “Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo, assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam”. O destino do homem é a morte, única na sua experiência, e depois virá para ele o juízo final, que acontecerá no último dia (João 6.54) e não numa sucessão interminável de dias. Em outras palavras, nascemos uma vez, vivemos uma vez, morremos uma vez e seremos julgados uma vez.
 
Se a reencarnação, segundo o ensino espírita, acontece múltiplas vezes, em corpos diferentes, em corpos mortais, a ressurreição, segundo a Bíblia, acontece uma vez, no mesmo corpo, num corpo imortal. 
 
Como aprendemos a partir de uma história ensinada por Jesus, quando uma pessoa vai para o seu destino, há um abismo intransponível entre os dois mundos (Lucas 16.26).
 
Para aceitarmos a doutrina da reencarnação, precisaríamos estar convencidos de que o homem tende a ser moralmente melhor. No entanto, “não há evidência irrefutável de que qualquer melhoria moral significativa tenha ocorrido durante os milhares de anos que conhecemos”. (GEISLER, Norman. Enciclopédia apologética. São Paulo: Vida, 2002, p. 748.)
 
Para aceitarmos a doutrina da reencarnação, precisamos conviver com a idéia de que somos culpados por nosso sofrimento e continuaremos culpados e merecendo a punição. A Bíblia ensina que somos culpados pelos pecados que nós cometemos, mas podemos ser perdoados completamente se pedirmos perdão a Deus com a disposição de não mais pecarmos. A punição não nos aperfeiçoa. Quem nos aperfeiçoa é Deus, quando o convidamos para dirigir as nossas vidas.
 
Na verdade, a reencarnação não resolve o problema do sofrimento, ao dizer, como os amigos de Jó. que é merecido. Diante de um bebê com uma doença crônica, um cristão diz que não sabe porque isto lhe aconteceu, enquanto o espírita diz que esse bebê está pagando pelo que fez numa vida passada, embora não se lembre dela. Assim, “os inocentes não são realmente culpados porque o carma das vidas passadas está causando o sofrimento”. (GEISLER, Norman. Enciclopédia apologética. São Paulo: Vida, 2002, p. 747)
 
Para aceitarmos a doutrina da reencarnação, precisamos incorporar a idéia do carma e negar o valor da morte de Jesus como sendo expiatória (isto é: em nosso lugar). A reencarnação precisa da idéia do carma, segundo o qual o que uma pessoa semeia nesta vida pagará na próxima. Como ensina o espiritismo, “o carma é uma lei inexorável, sem exceções. Pecados não podem ser perdoados; devem ser punidos. Se alguém não paga nesta vida, tem que pagar na próxima”. Diferentemente, segundo o cristianismo, o perdão é possível. Jesus mesmo perdoou aqueles que o crucificaram.  (BRAGA, Maurício Carlos da Silva. Porque não sou mais espírita. Disponível em ) Segundo o espiritismo, “ninguém escapa à lei do progresso, que cada um será recompensado segundo o seu merecimento real e que ninguém fica excluído da felicidade suprema, a que todos podem aspirar, quaisquer que sejam os obstáculos com que topem no caminho”. (KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos, p. 191) O conselho de Allan Kardec é: “Façamos, pois, todos os esforços para a este planeta não voltarmos, após a presente estada, e para merecermos ir repousar em mundo melhor, em um desses mundos privilegiados, onde não nos lembraremos da nossa passagem por aqui, senão como de um exílio temporário”.  (KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos, p. 491)
 
Temos, portanto, que escolher entre o carma e a graça, entre o mérito e a cruz. A cruz torna a reencarnação completamente desnecessária. O homem não precisa pagar pelos seus pecados. Jesus já fez este pagamento na cruz. Ele não morreu equivocado. Ele morreu para que pudéssemos ser perdoados, sem esforço, mas como um presente da graça. A reencarnação anula o sacrifício de Jesus na cruz.
 
Se, como propõe o espiritismo, a própria pessoa paga pelos seus pecados (através do “resgate” verificado ao longo das reencarnações) e cresce até adquirir o direito ao convívio com Deus por ter atingido a perfeição, então Jesus “não quitou nossos pecados com Sua morte na cruz, não é nosso intercessor único junto ao Pai e não virá nos buscar no dia da execução do juízo, até porque nem juízo final haveria”.  (BRAGA, Maurício Carlos da Silva. Porque não sou mais espírita. Disponível em )
 
A MEDIUNIDADE
 
O outro pilar do espiritismo é a proposta de que existe uma continuidade nas relações entre os mundo visível e invisível, derivando dai a comunicação dos mortos com os vivos. 
 
O ENSINO ESPÍRITA — Diz Allan Kardec: “A comunicação entre os dois mundos, o corporal, material ou visível e o incorpóreo, imaterial ou invisível, é uma premissa básica do Espiritismo, que seria apenas um espiritualismo irreal e duvidoso, se a negasse ou a repudiasse”. (KARDEC, Allan. Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec.) A  mediunidade “é a fonte primordial dos ensinos espíritas”. Seu exercício constitui “sem dúvida, importante contribuição dos espíritas que a elas se dedicam, à consolidação da fé raciocinada e ao retorno, à normalidade, das condições psíquicas alteradas daqueles que, enleados nas tramas da obsessão disfarçada e tenaz, procuram, agoniados, os centros espíritas, ou são a eles encaminhados”. (KARDEC, Allan. Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec.)
 
A lógica espírita é a seguinte: uma vez “que as almas estão por toda parte, não será natural acreditarmos que a de um ente que nos amou durante a vida se acerque de nós, deseje comunicar-se conosco e se sirva para isso dos meios de que disponha? Enquanto vivo, não atuava ele sobre a matéria de seu corpo? Não era quem lhe dirigia os movimentos? Por que razão, depois de morto, entrando em acordo com outro Espírito ligado a um corpo, estaria impedido de se utilizar deste corpo vivo, para exprimir o seu pensamento, do mesmo modo que um mudo pode servir-se de uma pessoa que fale, para se fazer compreendido?  (KARDEC, Allan. O Livro dos médiuns, p. 25) Em resumo, “os espíritos não são seres à parte, dentro da criação, mas as almas dos que hão vivido na Terra, ou em outros mundos, e que despiram o invólucro corpóreo; donde se segue que as almas dos homens são Espíritos encarnados e que nós, morrendo, nos tornamos Espíritos”.  (KARDEC, Allan. O Livro dos médiuns, p. 77) 
 
Allan Kardec chama de espíritos as almas que, segundo ele, povoam o espaço. “Os Espíritos são simplesmente as almas e nada mais”. (KARDEC, Allan. O Livro dos médiuns, p. 23) Esses espíritos se comunicam por médiuns, que lhes servem de instrumentos e intérpretes.  (KARDEC, Allan. O Livro dos médiuns, p. 77) Essa mediunidade, crê Kardec, é “dada a todos, a fim de que os Espíritos possam levar a luz a todas as camadas”. Ela é um gesto da bondade de Deus, que coloca bons espíritos para ajudar as pessoas, que não precisam buscar conselhos longe. (KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo, p. 247)
 
Segundo outro autor, “a mediunidade é o instrumento de comunicação entre os dois planos de vida e, no mesmo plano material, é um poderoso vetor de transmissão educacional de orientação, aconselhamento, ânimo, instruções, advertências, correções, etc.” (LOBO, Ney. Filosofia espírita da educação e suas conseqüências pedagógicas e administrativas.)
 
A mediunidade é apresentada como um instrumento de consolo: “A possibilidade de nos pormos em comunicação com os Espíritos é uma dulcíssima consolação, pois que nos proporciona meio de conversarmos com os nossos parentes e amigos, que deixaram antes de nós a Terra. Pela evocação, aproximamo-los de nós, eles vêm colocar-se ao nosso lado, nos ouvem e respondem. Cessa assim, por bem dizer, toda separação entre eles e nós. Auxiliam-nos com seus conselhos, testemunham-nos o afeto que nos guardam e a alegria que experimentam por nos lembrarmos deles. Para nós, grande satisfação é sabê-los ditosos, informar-nos, por seu intermédio, dos pormenores da nova existência a que passaram e adquirir a certeza de que um dia nos iremos a eles juntar”. (KARDEC, Allan. O livro dos espíritos, p. 528)
 
A mediunidade implica reconhecer que Deus, então, não se comunica diretamente com as pessoas, porque elas não são dignas. Ele transmite “suas ordens por intermédio dos Espíritos imediatamente superiores em perfeição e instrução.” (KARDEC, Allan. O livro dos espíritos, p. 205) Esses espíritos rodeiam os seres humanos, podendo conhecer ate os nossos mais secretos pensamentos. (KARDEC, Allan. O livro dos espíritos, p 305)
 
Kardec crê que os Espíritos vão ao encontro da alma porque têm afeto. Ao fazê-lo, “felicitam-na, como se regressasse de uma viagem, por haver escapado aos perigos da estrada, e ajudam-na a desprender-se dos liames corporais. É uma graça concedida aos bons Espíritos o lhes virem ao encontro os que os amam, ao passo que aquele que se acha maculado permanece em insulamento, ou só tem a rodeá-lo os que lhe são semelhantes. É uma punição.” (KARDEC, Allan. O livro dos espíritos, p. 230)
 
Neste contexto, Allan Kardec responde se as orações dos homens podem mudar a natureza das coisas, sobretudo as que provocam sofrimento: “As vossas provas estão nas mãos de Deus e algumas há que têm de ser suportadas até ao fim; mas Deus sempre leva em conta a resignação. A prece traz para junto de vós os bons Espíritos e, dando-vos estes a força de suporta–las corajosamente, menos rudes elas vos parecem. (…) A prece nunca é inútil, quando bem feita, porque fortalece aquele que ora, o que já constitui grande resultado. Ajuda-te a ti mesmo e o céu te ajudará, bem o sabes”. No entanto, “não é possível que Deus mude a ordem da natureza ao sabor de cada um”.  (KARDEC, Allan. O livro dos espíritos, p. 395)
 
INTERPRETAÇÕES DA BÍBLIA — Alguns textos bíblicos são citados por autores espíritas para validar o fenômeno mediúnico. 
 
Em Genesis 15.15, lemos que Abraão iria “reunir-se em paz com seus antepassados” e seria “sepultado após uma velhice feliz”. De Jacó se diz que “expirou e se reuniu com seus antepassados” (Gênesis 49.33). Jesus se refere àqueles que vão se sentar “à mesa no Reino do Céu junto com Abraão, Isaac e Jacó. (Mateus 8.11). Diz ele ainda: “E, quanto à ressurreição, será que não leram o que Deus disse a vocês: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’? Ora, ele não é Deus dos mortos, mas dos vivos”. (Mateus 22.31-32). Outros textos têm a ver com a recomendação de se discernir os espíritos, como o de 1João 4.1: “Não acrediteis em qualquer espírito, mas examinai os espíritos para ver se são de Deus”.
 
A conclusão de um desses autores é a seguinte: “Não haveria sentido algum dizer que uma pessoa, após a morte, irá se reunir com seus antepassados, se não se acreditasse na sobrevivência do espírito. Além disso, para que ocorra a possibilidade de alguém poder “sentar à mesa no Reino do Céu junto com Abraão, Isaac e Jacó” teria que ser porque esses patriarcas estão tão vivos quanto nós”. (IPPB. Mediunidade na Bíblia. Disponível em http://www.ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=3888)
 
Ora, a expressão “antepassados” aparece em centenas de passagens bíblicas. Em Gênesis, ir aos antepassados é uma clara figura de linguagem para morte. Não há qualquer regra de interpretação que permita outra leitura.
 
Quanto a Abraão, Isaque e Jacó, Jesus ensina que estão no céu e não em algum deposito de almas. Vão comparecer diante de Deus para o apoteótico julgamento final e enquanto isto não se comunicam com os seres humanos. É neste sentido que Deus é Deus dos vivos, não no sentido de que os mortos continuam vivos.
 
Com relação à palavra “espírito”, ela tem vários significados na Bíblia. No caso de discernimento, refere-se com absoluta certeza (derivada na leitura de todo o Novo Testamento e não de um versículo isolado) a seres humanos e tem a ver com a percepção do entendimento das intenções humanas na adoração e no convívio fraternal. Há outro sentido: todas as vezes que Jesus expulsa demônios, ele expulsa espíritos imundos. Em nenhum momento, ele fala de espíritos bons. Nos outros lugares, Jesus emprega a palavra como sinônimo de consciência. 
 
No que se refere à consulta aos mortos a Bíblia é claríssima. Citemos três instruções:
 
. “Não recorram aos médiuns, nem busquem a quem consulta espíritos, pois vocês serão contaminados por eles. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês”. [Em outra versão: “Não vos voltareis para os que consultam os mortos nem para os feiticeiros; não os busqueis para não ficardes contaminados por eles. Eu sou o Senhor vosso Deus.] (Levítico 19.31)
 
. “Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, o seu Deus, vai expulsar aquelas nações da presença de vocês”. (Deuteronômio 18.10-12)
 
. “Quando disserem a vocês: “Procurem um médium ou alguém que consulte os espíritos e murmure encantamentos, pois todos recorrem a seus deuses e aos mortos em favor dos vivos?” (Isaías 8.19)
 
Quanto a estas proibições, assim tão enfáticas, uma explicação espírita é a seguinte. “Os espíritos dos mortos eram considerados, por muitos, como deuses. Levando-se em conta que era necessário manter, a todo custo, a idéia de um Deus único, Moisés, sabiamente, institui a proibição de qualquer evento que viesse a prejudicar essa unicidade divina. As consultas deveriam ser dirigidas somente a Deus, daí, por forças das circunstâncias, precisou proibir todas as outras. (…) Moisés não era totalmente contra o profetismo (mediunismo), apenas era contrário ao uso indevido que davam a essa faculdade”. (IPPB. Mediunidade na Bíblia. Disponível em http://www.ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=3888) Na mesma linha de explicação, ainda segundo os espíritas, no caso de Saul, seu erro não foi consultar um morto, mas não consultar um profeta, como Deus esperava.
 
A experiência da transfiguração em que Moisés e Elias aparecem a Jesus (Mateus 17.1-9) é interpretada como uma “ocorrência inequívoca de comunicação com os mortos” IPPB. Mediunidade na Bíblia.
 
Sote PRAZER DA PALAVRA.
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19 thoughts on “As notórias BOBAGENS do ESPIRITISMO !!!

  1. quem de vcs està certo? o pessoal do sóbe pro ceu e déce pro inferno .o povinho que fica 12 horas ligado por um cordao de prata no corpo depois que mórre.ou esse imbecil que se alto intitula raposa do artico?

  2. alguem tem mais cementinha de abobora por ai?a minha acabou.pessoal caprichen amanhan quéro ver que tipo de esculachos vcs prepararã pra min bejus.kkkkkkkk

  3. escuta aki o niquinho eu nao sou cégo e sim dowtonico .kkkolha só pra vcs .pessouas cultas estressando comigo.pelo amor de deus pessoal eu nao tenho nem a terceira cérie.kkkksó gostei daki pq tem um bando de loko falando besteira.kkkkisso é muito divertido

  4. cristo tambem foi proféta um proféta como outro qualquer.que a midia transformou em filho de Deus.kkkkvcs na entenderao ainda?catolicos .evangelicos espiritas testemunha de jeova.etc sao todos idólatras de coisas terrenas cégos que por sua arrogancia baseada na fé nunca saberao como é estar na presença do Deus de isrrael.pódem se matar de estudar e pesquisar.kkkknunca vao chegar a lugar nenhun e nunca vao concegui provar nd daquilo que acreditao.bom dia cavalheiros agóra se me dao licença eu tenho que perturbar mais gente.kkkkk

  5. caraca ai muito da hóra nunca.vi coisa igual.gente parabens pela proposta do site.se é pra perceguir esses infiéis estou com vcs .só que pessoal vamos pesquisar direito oque eles sao .pra nao sair por ai falando abisurdos afinal se mentirmos estaremos fasendo a óbra de satanas .e nao seremos diferentes deles.lembem-se sempre orai e vigiai.

  6. Eis aí o grande erro dos detratores do Espiritismo: se baseiam em informações incompletas.
    Como pode, o cego falar sobre as cores?

  7. Ah…

    Sem falar que usar a Bíblia para provar sua fé não vale… Eles não crêem nela toda… Então seus versículos se perdem no ar…

    “A fé vêm pelo ouvir, e ouvir a Palavra de Deus!”.

    A “Palavra de Deus” em questão não é a Bíblia (Ela nem existia quando a frase acima foi escrita!)! É a revelação que você tem de Deus que, aí sim, a Bíblia confirma. Então usar a Bíblia para provar para quem não crê é perda de tempo.

    Use a sua vida como Palavra de Deus! Se o cara crer em você aí sim ele crerá na Bíblia!

    Abraços!

  8. Três perdas de tempo…

    A de quem escreveu… de quem respondeu e a minha… que li.

    Mas, vamos lá!

    Sou evangélico e trabalho em meio aos espíritas há muito tempo.

    E deixo um conselho ao irmão, evangélico:

    A doutrina espírita foi muito bem composta, sendo que, qualquer tentativa despreparada de combatê-la é facilmente dispersada por qualquer um de seus adeptos.

    Quando Paulo vai à Athenas ela dialoga e debate com os atenienses sobre o Evangelho… E isso você deve fazer com um Católico, uma Testemunha de Jeová, etc…

    Mas, quando Paulo sai de Athenas e vai até Corínto ele chega lá e percebe que discutir e debater sobre o Evangelho não funcionaria. Ele percebe, então, que para ganhar aquele povo ele precisaria provar o poder de que ele tanto falava. Então, Paulo faz demonstrações públicas do poder de Deus.

    Aprendi nos últimos anos que para o Espírita perceber a realidade daquilo que falamos, temos que parar de debater ou arrazoar, e devemos demostrar o poder de Deus.

    Só que isso é “embaçado”! Por que nós gostamos de falar muito!!! E gastar tempo para intimidade com Deus, de fato, não é o forte da igreja brasileira.

    Então, mano, gaste tempo com Deus e tenha fé… e depois disso, como Elias, desafie um espírita a mostrar o poder de sua doutrina… e depois, você “mostra para quê veio”.

    Aí, é “batata” mano! Ele vai ver quem tem razão!

    No amor do Pai.

  9. quanta bobagem… religiao é alienaçao, fé é o oposta da razão, quem crê não pensa

    o deus dos adultos é o papai noel das crianças! não está na hora de acordar pra realidade?

  10. Aos irmãos evangélicos, sugiro que pesquisem sobre guilgul neshamot, palingenesia e sobre os trabalhos de Russel Norman Champlin e Severino Celestino da Silva.

    Segue abaixo uma sucinta abordagem sobre o dr. Russel Norman Champlin:

    Russel Norman Champlin (Salt Lake City, 22 de dezembro de 1933) é um religioso e escritor estado-unidense.

    Referência de muitos teólogos cristãos e espíritas, tendo concluído bacharelado em Literatura Bíblica no Imannuel College; os graus de M.A. e Ph. D. em línguas Clássicas na Universidade de Utah; fez estudos de especialização (em nível de pós graduação) do Novo Testamento na Universidade de Chicago. Em sua carreira como professor universitário e escritor (atuando na UNESP por 30 anos), publicou cinco livros, entre eles, evangélicos e espíritas. A maioria deles foram traduzidos pelo Pastor João Marques Bentes, da Igreja Batista.

    Obras de Russell Norman Champlin:
    1. Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos.
    2. Como descobrir o sentido dos seus sonhos. 152 páginas. São Paulo: Nova Época Editorial.
    3. Estamos entrando agora nos quarenta anos finais da Terra? 272 páginas. São Paulo: Nova Época Editorial.
    4. Evidências científicas demonstram que você vive depois da morte. 275 páginas. São Paulo: Nova Época Editorial.
    5. Novo Testamento interpretado versículo por versículo. 6 volumes. São Paulo: Hagnos.
    6. O homem que sabia. São Paulo: Nova Época Editorial.
    7. Enciclopédia de bíblia, teologia e filosofia. 6 volumes. São Paulo: Hagnos.

    (fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Russell_Norman_Champlin)

    O dr. Russell Norman Champlin estudou e traduziu as escrituras originais. Ele e sua família são batistas (ele não é espírita).

    Para saber um pouco mais sobre o trabalho do dr. Russell Norman Champlin: http://www.paulosnetos.net/attachments/054_Reencarnacao_e_sua_exegese_biblica.pdf

    Russell Norman Champlin, além de pesquisador e professor universitário, é pastor de igreja batista. Russell Norman Champlin é um verdadeiro pastor, pois procura a verdade, doa a quem doer. Coisa rara no meio evangélico, diga-se de passagem.

    Para ler e refletir: http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20040720214246&lang=bra

  11. Êxodo 20:5: “Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam” (em algumas traduções aparece aborrecem no lugar de odeiam). Esta conhecida passagem dos 10 mandamentos contradiz II Reis 14:6, na qual está escrito: “Porém os filhos dos assassinos não matou, como está escrito no livro da lei de Moisés, no qual o SENHOR deu ordem, dizendo: Não matarão os pais por causa dos filhos, e os filhos não matarão por causa dos pais; mas cada um será morto pelo seu pecado”. É evidente a contradição textual entre Êxodo 20:5 e II Reis 14:6, todavia, ao se interpretar o Êxodo 20:5 sob a ótica reencarnacionista, a contradição torna-se aparente. Sob a luz da doutrina das vidas sucessivas, Êxodo 20:5 alcança um grau de coerência maior, eliminando a contradição com II Reis 14:6 a nível interpretativo. A interpretação literal – não reencarnacionista – de Êxodo 20:5 fere a lógica e a justiça, pois que culpa teria um filho, um neto ou um bisneto pelos ilícitos cometidos pelos seus pais, avós e bisavós, respectivamente? A interpretação que nega a reencarnação para o Êxodo 20:5 gera uma situação de impunidade e injustiça sem igual, pois presume a punição de espíritos encarnados por erros que nunca cometeram! Por exemplo: Um hipotético pai paga pelos crimes cometidos pelo seu pai, avô e bisavô, sem que seja o espírito reencarnado de nenhum deles. Analisando a interpretação anti-reencarnacionista de Êxodo 20:5, neste exemplo, o espírito do hipotético pai sofre as conseqüências do que não fez, sendo punido pelas falhas de 3 ou 4 gerações ancestrais, em uma só vida, não sendo a reencarnação de nem um dos verdadeiros culpados (e o pai deste pai também pagou pelo que não fez, diga-se de passagem). Considerando a inexistência da reencarnação, o pai deste exemplo não cometeu os crimes, portanto, onde há justiça? Por que pagar pelos crimes do pai, do avô e do bisavô? Ademais, do ponto de vista anti-reencarnacionista, este suposto pai poderá cometer outros crimes tranqüilamente, pois quem pagará será a sua posteridade. De certo modo, a interpretação que nega a doutrina das vidas sucessivas ao Êxodo 20:5 induz incautos e pessoas egoístas a uma vida de iniqüidades, subvertendo o amor ao próximo (afinal, quem sofrerá a punição não será o culpado). Os rabinos interpretam a passagem de Êxodo, citada acima, como uma alusão clara a uma das menos conhecidas doutrinas do judaísmo: A reencarnação. Explicando Shemót (Êxodo 20:5), o rabino Shimon Bar Yochai escreve no Zohar (Sefer Ha’Zohar, o Livro do Esplendor, o maior tratado místico do judaísmo): “Está escrito: ‘visito a maldade dos país nos filhos até à terceira e quarta geração’. Estes são a mesma árvore, a mesma alma voltando uma, duas, três e quatro vezes, querendo dizer que encarnou e veio em quatro corpos, sendo punido pelos primeiros pecados na quarta encarnação. Porque o pai, o filho, a terceira e quarta geração (estas quatro encarnações) são um; uma alma que não fez as suas correções, nem atendeu a elas. É por isso punida pelos pecados nas primeiras encarnações. O inverso é também verdade. Uma árvore bem estabelecida pelas encarnações permanece firme, e está escrito: ‘mas mostrando clemência’…”. Conforme o entendimento reencarnacionista de Êxodo 20:5, o conceito de reencarnação está explícito no texto através do termo geração. As encarnações de um espírito são análogas às gerações de uma genealogia. Aos espíritos vinculados ao plano físico através da Lei de ação e reação, cada encarnação é fruto da anterior, assim como as gerações de pais, filhos, avós, netos, etc. A evolução é constante. Assim como todos mudam no decorrer da vida (mesmo que as mudanças sejam ínfimas, elas sempre ocorrem, sem exceção), muda-se mais ainda de uma vida para outra. Portanto, seguindo este raciocínio, é plausível afirmar que a encarnação atual é filha da última, neta da penúltima, bisneta da antepenúltima e assim por diante (é a interpretação reencarnacionista para o trecho: “visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração”). Somente através da doutrina das vidas sucessivas é possível dar coerência ao Êxodo 20:5 e alinhá-lo com II Reis 14:6. Em síntese, é necessário entender Êxodo 20:5 sob a ótica reencarnacionista, se quiser suprimir a contradição com II Reis 14:6 (Êxodo 20:5 é uma das raríssimas passagens bíblicas onde é possível eliminar contradições através de sua correta interpretação). (Fonte: http://www.agbook.com.br/book/29473–QUIMERA ou http://www.clubedeautores.com.br/book/41787–QUIMERA).

  12. I Samuel, capítulo 9, verso 9: “Antigamente em Israel, indo alguém consultar a Deus, dizia assim: Vinde, e vamos ao vidente; porque ao profeta de hoje, antigamente se chamava vidente”.
    Comentário(s): O aludido trecho do primeiro livro de Samuel afirma, inequivocamente, a existência de videntes (médiuns) e que passaram a ser denominados profetas naquela época, ou seja, a passagem diz que eram a mesma coisa (videntes = profetas). Além da referida sinonímia, destaca-se, textualmente, que era costume consultar videntes.
    II Crônicas, capítulo 16, verso 7: “Naquele mesmo tempo veio Hanani; o vidente, a Asa, rei de Judá, e disse-lhe: Porquanto confiaste no rei da Síria, e não confiaste no SENHOR teu Deus, por isso o exército do rei da Síria escapou da tua mão”.
    Comentário(s): A supracitada passagem do segundo livro de Crônicas, além de confirmar a existência dos videntes (profetas) na sociedade hebraica de então, confirma mais uma vez, literalmente, que até os monarcas hebreus os consultavam.
    Deuteronômio, capítulo 18, versos de 10 a 12: “[10] Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; [11] Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; [12] Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti”.
    Comentário(s): Nos referidos trechos de Deuteronômio, Deus condena todo tipo de manifestação extra-sensorial (mediunidade), mas os profetas são os videntes, segundo as já supracitadas passagens de I Samuel e II Crônicas, inclusive, exaltados inúmeras vezes em toda a Bíblia. Nestas passagens de Deuteronômio, Deus abomina a figura do prognosticador, contudo, todo profeta é um prognosticador, pois prognosticar é profetizar, predizer.
    O Deuteronômio foi escrito por Moisés e a sua morte findou-o, isto é, o Deuteronômio é mais antigo que os livros de Samuel e Crônicas, portanto, como Deus proíbe consultas com videntes (profetas; prognosticadores) e, depois, cronologicamente, nos livros de Samuel e Crônicas elas figuram normalmente? Seriam transgressões claras às leis mosaicas ou apenas mais algumas explícitas contradições? Se forem transgressões, então, a Bíblia está repleta de tais violações, pois os profetas e as consultas a eles pululam a “palavra de Deus”. É óbvio que são contradições explícitas.
    Mateus, capítulo 17, versos de 1 a 8: “[1] Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. [2] E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. [3] E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. [4] Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. [5] Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. [6] Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. [7] Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! [8] Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus”.
    Comentário(s): Estas passagens constantes no evangelho de Mateus descrevem, indubitavelmente, uma manifestação absolutamente paranormal (mediúnica) e diametralmente oposta aos supracitados trechos do Deuteronômio 18:10–12. Segundo tais passagens de Mateus 17:1–8, Jesus contatou mortos em uma evidente materialização, violando, deste modo, o Deuteronômio 18:11, ou seja, Jesus era um paranormal, um médium, um profeta, ratificando as já citadas passagens dos livros de Samuel e Crônicas, mas contradizendo escandalosamente o Deuteronômio 18:10–12.
    Em Mateus 17:9, é notória a preocupação de Jesus no que concerne à proibição de comunicação com desencarnados: “E, descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja ressuscitado dentre os mortos”. A ordem de Jesus aos seus apóstolos denota que Ele estava ciente que infringira o supracitado Deuteronômio proibitivo e que as conseqüências disso poderiam malograr a Sua Missão. Mateus 17:9 é mais um claro indício de que Jesus dialogava com os mortos, assim como fazem os médiuns nos centros espíritas, reforçando a tese de que Jesus era dotado de poderosíssimas faculdades mediúnicas.
    Números, capítulo 11, versos de 24 a 30: “[24] E saiu Moisés, e falou as palavras do SENHOR ao povo, e ajuntou setenta homens dos anciãos do povo e os pôs ao redor da tenda. [25] Então o SENHOR desceu na nuvem e lhe falou; e, tirando do Espírito, que estava sobre ele, o pôs sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o Espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas depois nunca mais. [26] Porém, no arraial, ficaram dois homens; um se chamava Eldade, e o outro, Medade. Repousou sobre eles o Espírito, porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda; e profetizavam no arraial. [27] Então, correu um moço, e o anunciou a Moisés, e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial. [28] Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus escolhidos, respondeu e disse: Moisés, meu senhor, proíbe-lho. [29] Porém, Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Quem dera que todo o povo do SENHOR fosse profeta, que o SENHOR lhes desse o seu Espírito! [30] Depois, Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel”.
    Comentário(s): Mais passagens que contradizem o Deuteronômio. Nestes versículos do capítulo 11 de Números, o próprio Moisés, autor do Deuteronômio, infringe suas próprias normas ao possibilitar e permitir que homens prognostiquem. Moisés transgrediu Deuteronômio 18:10, pois profetizar é prognosticar. Além desta clara violação (pelo próprio autor da regra, diga-se de passagem) à proibição da prática do vaticínio, Moisés mostra-se integralmente a favor de tais manifestações paranormais (mediúnicas). (Fonte: http://www.agbook.com.br/book/29473–QUIMERA ou http://www.clubedeautores.com.br/book/41787–QUIMERA).

  13. Existem os que crêem na ressurreição e interpretam Hebreus 9: 27 como ne-gação à doutrina das vidas sucessivas (reencarnação), mas, por outro lado, existem os adep-tos da reencarnação, que entendem Hebreus 9: 27 como negação à ressurreição. Contudo, analisando sem proselitismos, Hebreus 9: 27 possui uma tácita contradição com certos fatos narrados em outras passagens da Bíblia. Considerando Hebreus 9: 27 como regra condena-tória à reencarnação, a contradição surge ao se confrontar com as ressurreições narradas na Bíblia. Por exemplo: Segundo o Novo Testamento, Lázaro estava morto, com a decomposi-ção cadavérica já iniciada, e fora ressuscitado por Jesus. Admitindo-se que ao homem é dado morrer apenas uma vez, Lázaro não poderia morrer novamente depois de ressuscitado, pois isto violaria Hebreus 9: 27, ou seja, Lázaro estaria vivo até hoje. Outros exemplos bem co-nhecidos de ressuscitados, conforme as narrativas bíblicas: O filho da viúva, ressuscitado pelo profeta Elias (I Reis 17: 17-22), o filho da viúva da cidade de Naim, ressuscitado por Jesus (Lucas 7: 11-15), a filha de Jairo, o chefe da sinagoga, também ressuscitada por Jesus (Lucas 8: 53-55) e a discípula Tabita/Dorcas, ressuscitada por Pedro (Atos 9: 36-41). Confor-me a interpretação natural de Hebreus 9: 27, quem morreu uma vez não pode morrer outra vez, isto é, os ressuscitados bíblicos deveriam estar vivos até hoje; seriam imortais. A inter-pretação mais coerente para Hebreus 9: 27 diz que não é possível morrer mais de uma vez na mesma vida (encarnação), ou seja, ab-roga a ressurreição. Esta interpretação é a mais coerente porque não existe nem uma prova histórica de alguém que tenha ressuscitado de verdade. Raciocinando logicamente, Hebreus 9: 27 está certo, pois é impossível morrer mais de uma vez na mesma vida. Esta interpretação, ao nulificar a ressurreição, lança dúvidas sobre as ressurreições narradas na Bíblia: Será que elas ocorreram realmente? Será que os supostos ressuscitados estavam verdadeiramente mortos? A interpretação que nega a res-surreição – para Hebreus 9: 27 – compatibiliza-se com a doutrina das vidas sucessivas, pois a reencarnação torna-se a única opção viável diante da impossibilidade da ressurreição. De fato, em uma interpretação imparcial, Hebreus 9: 27 rejeita implicitamente a ressurreição, portanto, engana-se quem utiliza Hebreus 9: 27 para negar a reencarnação, pois, na verdade, está negando a ressurreição (“E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo”; os “ressuscitados” já morreram uma vez, portanto…). Em suma, Hebreus 9: 27 não aprova e nem desaprova a reencarnação, entretanto, invalida a ressurreição. Vale lembrar que a ressurreição é uma impossibilidade científica, principalmente quando o corpo já se decompôs totalmente, que é o caso das alardeadas ressurreições do fabuloso dia do Juízo Final. (Fonte: http://www.agbook.com.br/book/29473–QUIMERA ou http://www.clubedeautores.com.br/book/41787–QUIMERA)

  14. Prezados, ao pesquisar na internet subsídios para uma aula de evangelização, acabei vindo parar aqui.
    Li todos os dois comentários e respeito vossas opiniões.
    Pretendo usar todo o material aqui postado para, junto aos meus evangelizandos, fazer uma análise do pensamento humano com relação às religiões, enfatizando o quão nocivos ainda são nossos corações ao querermos prevalecimento de verdades próprias em detrimento de outras. As guerras sempre surgiram daí…
    Como o acaso não existe (nenhuma folha cai de uma árvore sem um propósito), venho informar que ambos ser-me-ão muito úteis para a elucidação da minha aula.
    Um abraço fraterno!

  15. Meu estimado Irmão,

    Agradeço a sua resposta e pelo comentário que fez sobre repensar a maneira de se expressar. O respeito às crenças diversas é condizente com a postura cristã.

    Sobre fundamentar meu entendimento, proponho algo difrente ao querido Irmão: que tal trocarmos este debate pela ação amorosa e caridosa que Jesus nos ensinou? Ao invés de debatermos, coloquemos em prática uma ação caridosa para com os necessitados. Eu orarei por você, meu Irmão, e irei a um orfanato em que não estive ainda e levarei minha disposição de ajudar, usando o tempo que usaria neste debate. E peço que o irmão faça o mesmo.

    No final, garanto que teremos aprendido mais a sermos verdadeiros cristãos do que se ficássemos nos debatendo em maneiras diversas de enxergar a mesma coisa (sendo cristão-espírita, meu único Mestre é Jesus Cristo e minha única religião é a que ele ensinou. O Espiritismo só ajuda a entender o que Jesus ensinou, nos mostrando que a vida não cessa e que devemos lutar para nos aperfeiçoarmos, pois somos responsáveis por cada ato nosso).

    Pensemos juntos: independentemente do que acreditamos, o que importa mesmo são nossas ações. De nada adianta nos dizermos CRISTÃOS se não vivemos como tais, levando a vida de maneira egoísta e sem pensar nos nossos irmãos. Devemos agir, colocar em prática a nossa fé, ajudando todas as pessoas, as que precisam e as que não precisam (caridade no dia-a-dia, na convivência com familiares, amigos e colegas de atividades).

    No mais, gostaria de deixar consignado que respeito a sua fé e as suas opiniões, pois o irmão tem o direito de pensar e de opinar. Nasci Católico e o fui até os 15 anos de idade. Mas a Igreja não conseguia responder racionalmente algumas de minhas questões existenciais, apesar de me ensinar a ter fé. Procurei estudar a Filosofia, alguymas crenças e religiões (Filosofia clássica e moderna, Budismo, Hinduísmo, Islamismo etc.), mas a única doutrina complementar à Cristão que me deu paz de pensamentos e de alma foi mesmo a ensinada pelos espíritos a Allan Kardec e outras pessoas que se propuseram a estudar os fenômenos inexplicáveis que aconteceram no mundo todo, na época de Kardec.

    Para obter mais informações sobre o Espiritismo (que é Cristão de nascimento), por vfavor, peço que o irmão dê uma espiada no nosso blog:

    http://caminhemoscomjesuscristo.blogspot.com/

    Que Deus lhe abençoe e proteja sempre!

    Um abraço,

    Irmão em Cristo
    (Seu colega de estudos jurídicos também)

  16. Graça e Paz !

    Peço desculpas pela minha agressividade. Vou repensar minha APOLOGÉTICA !

    Concordo com V. Sa. Preciso estudar as doutrinas Espíritas mais a fundo, muito embora eu já tenha a certeza das incompatibilidades Bíblicas entre a FILOSOFIA Espírita e as Sagradas Escrituras.

    No entanto, peço para que V. Sa. FUNDAMENTE, na Palavra de Deus, todo e qualquer posicionamento das filosofias do ESPIRITISMO, a fim de que o nosso debate possa ser legítimo aos olhos do Senhor, cuja PALAVRA SANTA é PERFEITA, SUFICIENTE, AGRADÁVEL, INEFÁVEL, etc.

    Grato e obrigado pelo seu post !

    Que Deus o abençoe !

  17. Mais uma observação: no dia em que o irmão desencarnar e não encontrar nem o céu eterno e nem o purgatório eterno (ou fogo eterno), terá que aprender tudo isso que nós já estudamos nos livros que Allan Kardec organizou através das respostas que os espíritos deram quando perguntados.

    O futuro mostrará quem tinha razão e quem precisará aprender mais, não é mesmo?

    Que Deus abençoe a todos nós, independentemente de religião ou filosofias.

  18. Li o seu “post” e só tenho a lamentar a sua posição preconceituosa, meu irmão. Você deveria estudar bem um assunto antes de opinar de maneira errada sobre ele e espalhar a ignorância ao próximo, que poderia fazer bom uso da verdade e do conhecimento.

    Os cristãos que abraçaram a filosofia espírita, como eu, não criticam as crenças e religiões alheias, pois se todas tentam conduzir o fiel a Deus devem ter algum valor. Mas vemos por todos os cantos que algumas pessoas que se dizem “cristãos” atacam a crença alheia, as idéias e a fé que não é semelhante à sua, como se agindo assim alguém poderia se dizer verdadeiramente cristão.

    O cristão ama o próximo, o respeita e não se considera o dono da verdade. Pobre de quem se julga sábio quando na verdade está na escuridão tão profunda de quem sequer conhece a luz.

    Devemos julgar a árvore pelos frutos, correto? Quais são os frutos da filosofia espírita — que não é de Kardec, mas sim dos espíritos, que se comunicaram através de diversas pessoas, em locais diferentes, sempre com mesmo teor? Será que as lições do Espíritismo não levam a pessoa a querer agir de maneira melhor, se preocupar com os seus atos por saber que toda ação terá uma reação? Será que tal filosofia não faz a pessoa amar a Deus e a Jesus, mais do que um ateu ou até mesmo um religioso ama? Será que alguém reafirmar a verdade das lições cristão não é algo importante para o mundo de hoje?

    O Espiritismo não diz para ninguém ofender quem pensa diferente e nem para desrespeitar as pessoas que professam uma fé diferente.

    Eu sou CRISTÃO, espírita. O Espiritismo é uma filosofia com repercussão moral. Eu acredito em Deus e em Jesus por causa da lógica que o Espiritismo nos ensina a utilizar para entender o significado de nossas vidas. Se eu fosse um cristão católico ou envangélico jamais teria tanta fé, pois a fé cega e os dogmas inquestionáveis, que já causaram tantas desagraças na história da humanidade, não me dão a segurança de que preciso para tentar, a cada dia, ser cristão em todos os meus atos e pensamentos.

    Um exemplo bem banal do erro do seu texto é que o Espiritismo não fiz que as pessoas vão reencarnar para sempre. Isso foi um erro bem primitivo e que demonstra a profundidade da pesquisa que embasou o texto. O Espiritismo ensina que nós somos espíritos e que vamos evoluindo, até chegar, um dia, mais próximos de Deus, tentando sermos o que ele deseja que nós sejamos: amor. Não há essa versão de que deveremos reencarnar para sempre. Quem prega isso é o budismo!

    Por fim, respeito as religiões e crenças alheias. Cada sabe o que é melhor para si.

    Peço que o estimado irmão estude as obras compiladas por Allan Kardec para que possa ter uma opinião fundada no conhecimento adquirido, sem citações fora de contexto e isoladas de sentido para induzir em erro. E lembre-se de que todos os nossos atos geram conseqüências, reações da vida. O bem queu eu fizer será o bem que vou ter nos meus dias. O mal também.

    Não tentemos afastar as pessoas de Deus em nome de disputas filosóficas. Usemos esta energia para combater a violência, as drogas, os suicídios etc.

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