Plano de Mobilização das Igrejas Cristãs pela Educação


   

“Quero trazer à memória aquilo que me dá esperança” 

Lamentações de Jeremias, 3:21 

Ensine a criança o caminho por onde andar e, assim, não se desviará dele 

Provérbios, 22: 6 

Este documento é resultado do chamado do Ministério da Educação às igrejas cristãs para um trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria da qualidade da educação brasileira 

O Plano de Mobilização, que tem como fundamentos os direitos humanos, a cidadania, a ética, a solidariedade, a inclusão e a tolerância, é uma orientação às lideranças das igrejas para ação: 

  1. Dialogando com a comunidade sobre a importância da educação – despertar a consciência dos membros sobre o compromisso social na afirmação do direito de todos os brasileiros à educação de qualidade e o papel de cada um como protagonista dessa agenda com amigos, vizinhos, parentes, associação de moradores, entre outros. As igrejas podem utilizar os momentos de contato com os fiéis para:
  • Falar sobre o papel da família na educação dos filhos, (aprender para a vida);
  • Falar sobre a importância da educação para um futuro melhor;
  • Estimular a solidariedade para dar ênfase aos sinais de vida. 
  1. Promovendo no âmbito da Igreja atividades que contribuam para a melhoria da qualidade da educação – como campanhas de conscientização, trabalho voluntário que aproxime escola e comunidade, chamando outros membros para serem voluntários da mobilização.

A base do Plano de Mobilização pode ser sintetizada na educação como um direito e um dever das famílias: 

a) todas as famílias e responsáveis pelas crianças e jovens têm o direito de reivindicar que a escola dê uma educação de qualidade para todos os alunos. Podem e devem cobrar providências, medidas e ações para que isso ocorra. 

b) todas as famílias e responsáveis pelas crianças e jovens têm o dever de ajudar a escola em casa, criando disciplina e rotina de estudos. 

As diretrizes que orientam as atividades aqui sugeridas sintetizam boas práticas encontradas em escolas públicas em que os alunos têm alcançado boas notas nas avaliações do MEC. Por isso, é importante que todas as escolas adotem essas diretrizes. Isso vai garantir que crianças e jovens brasileiros tenham melhores oportunidades ao longo da vida. 

Uma forma de as lideranças e voluntários colaborarem com o Plano de Mobilização é traduzindo as diretrizes para as famílias, uma a uma. Assim, espera-se que os resultados logo comecem a aparecer. E como as famílias podem cooperar? As lideranças devem mostrar que elas podem ajudar a criança a melhorar seu desempenho na escola de diversas maneiras e em diversos lugares. Por exemplo: 

Em casa: garantindo a disciplina das crianças e jovens para o estudo diário, para fazer o dever de casa, para criar o hábito da leitura, para não faltar às aulas e ser pontual. 

  • Na escola: conhecendo os professores, mostrando seu interesse pelo desenvolvimento dos filhos, mostrando o interesse em saber como está a qualidade do ensino, saber qual é o IDEB da escola, perguntar como são os professores, se fazem cursos de atualização, se não faltam, perguntar pela merenda, pelos livros que a escola recebe.
  • Na igreja: é fundamental mostrar às lideranças (padres, pastores, presbíteros) a importância das diretrizes e seu significado para melhorar a qualidade de educação. Pedir-lhes que aconselhem os fiéis em missas e cultos a valorizarem a educação de seus filhos.

A Estratégia de Ação apresenta três pontos fundamentais: Diretrizes, Atividades e Sugestões de Implementação. A partir dela, cada igreja deve montar seu próprio Plano de Ação contendo outros itens como agentes mobilizadores, público a ser mobilizado, oportunidades de onde e quando trabalhar determinada atividade, recursos necessários, metas e prazos. 

Como sugestão, apresentamos alguns exemplos de itens que podem ser incluídos no Plano de Ação: 

  • Agentes mobilizadores (atores-chave): arcebispos, bispos, reverendos, pastores, pastoras, padres, freiras, clérigos, ministros, presbíteros e outras lideranças/instâncias das igrejas e voluntários.
  • Público-alvo (a ser mobilizado): famílias e membros das igrejas.
  • Oportunidade (onde e quando): Cultos, missas, eventos, pregações, aulas de catequese, escola bíblica, almoços comunitários, cafés da manhã, chás de senhoras, jantares, trabalho voluntários junto às famílias, ente outros.
  • Recursos necessários:
    • materiais preparados pelo MEC (Cartilhas, folders, cartazes, folhetos, marcadores de páginas, calendários, agendinhas de bolso);
    • materiais específicos das igrejas distribuídos nas missas, cultos e celebrações, como boletins e folhetos;
    • mensagens nas mídias das igrejas e instituições parceiras, como jornais, rádio, TV, sites;
    • dados educacionais dos municípios, estados e escolas, disponíveis no portal do MEC;[1]
    • Oficinas de Capacitação de Agentes Mobilizadores feitas pelo MEC e outros parceiros.

Documentos  disponíveis 

  • Cartilha  – Acompanhem a vida escolar de seus filhos – destinada a famílias que possuam filhos nas escolas públicas. Contém dicas e orientações para o cuidado com a educação em casa e na escola. Deve ser usada como um instrumento complementar à atuação junto às família, com explicação sobre seu conteúdo e a importância de cada ponto abordado. Disponível em meio eletrônico e impresso.
  • Folheto – com mensagens e dicas curtas para as famílias, falando sobre a importância de participar da educação dos filhos. Para ser distribuído em larga escala. Distribuição sob consulta.
  • Manual do Mobilizador – com informações básicas sobre a organização e o panorama da educação brasileira e os principais programas de apoio aos sistemas e às escolas. Contém, também, um guia para o mobilizador. Disponível apenas em meio eletrônico no blog da mobilização  http://familiaeducadora.blogspot.com

Estratégia de Ação 

OBJETIVO 1 – Dialogando com a comunidade sobre a importância da educação 

ATIVIDADE / DIRETRIZ  SUGESTÕES DE IMPLEMENTAÇÃO 
DIRETRIZES (PLANO DE METAS do PDE) relativas às atividades 1.1 a 1.18.  –    Alfabetizar as crianças até, no máximo, os 8 anos; –    Combater a repetência; 

–    Combater a evasão; 

–    Valorizar a formação ética, artística e a atividade física; 

–    Estabelecer como foco a aprendizagem de cada aluno; 

–    Acompanhar cada aluno individualmente; 

–    Promover a educação infantil; 

–    Matricular o aluno na escola mais próxima de sua residência; 

–    Garantir o acesso e permanência das crianças com deficiência; 

–    Manter programas de alfabetização de jovens e adultos. 

1.1. Acompanhar o processo de alfabetização das crianças para assegurar que elas estejam alfabetizadas até os 8 anos;  Explicar aos pais e responsáveis a importância de a criança saber ler e escrever até os oito anos de idade e a influência da alfabetização no período correto ao longo de sua vida.  A capacidade de leitura também influencia a aprendizagem das crianças em outras disciplinas, como a matemática. Pedir que as crianças leiam trechos das revistinhas e material didático para verificar se elas estão alfabetizadas. 

Orientar pais e responsáveis a deixarem sempre em casa algum material de leitura à disposição e a pedirem que as crianças leiam. Pode ser um livro, uma revista ou um panfleto. O importante é que elas leiam e criem o hábito da leitura. 

Os pais, quando possível, podem deixar algum bilhete para as crianças. Pode ser uma mensagem de carinho, uma solicitação de ajuda, uma tarefa ou um recado. O importante é a que a criança, além de sempre ter alguma coisa para ler, vai aprender a entender a mensagem e cumprir o que foi solicitado. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.2. Assegurar a crianças e adolescentes um momento diário em casa para estudar;  Orientar pais e responsáveis sobre a importância de a criança ter um momento reservado para estudar em casa, sem outros afazeres ou distrações, como televisão. Esse momento de estudo pode ser a leitura de um livro indicado pelo professor ou escolhido pela criança, ou a revisão do conteúdo passado em sala da aula, já que nem todo dia há dever de casa passado pelo professor. Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.3. Assegurar que as crianças façam sempre o dever de casa e outras atividades demandadas pela escola;  Orientar pais e responsáveis sobre a importância de a criança ter um momento reservado para estudar em casa, sem outros afazeres ou distrações, como televisão. Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.4. Interessar-se e conversar sobre o que as crianças estão aprendendo na escola (as atividades de que mais gostam; suas dificuldades etc.);  Mostrar para os pais e responsáveis a importância de conversar com a criança sobre o que ela está aprendendo na escola, as aulas a que assiste, as atividades de que mais gosta, perguntar que livros leu, e se há alguma dificuldade. Esclarecer que não é necessário que os pais ou responsáveis entendam dos assuntos que a criança está estudando, e nem de recomendado que façam a lição no lugar dela. O que importa é a criança sentir-se importante e motivada a continuar estudando. 

Professores de escola bíblica dominical e catequese podem conversar com as crianças sobre esse tema. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.5.  Verificar se seus filhos estão indo às aulas todos os dias;  Explicar aos pais e responsáveis a importância de a criança freqüentar a escola todos os dias. Mostrar a pais e alunos que chuva não é motivo para faltar da escola. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.6.  Ficar atentos aos horários da escola, ajudando os filhos a chegarem na hora certa;  Orientar pais e responsáveis sobre a importância de as crianças chegarem pontualmente à escola, para não perderem nenhum conteúdo, bem como para poderem interagir com colegas, funcionários e professores. Caso os pais saiam de casa antes dos filhos, pedir a alguma vizinha mais próxima da família que observe se eles estão indo para a escola na hora certa. 

Professores de escola bíblica dominical e catequese podem conversar com as crianças sobre sua pontualidade, orientando-as a prepararem o material escolar na véspera, para evitar atrasos e eventuais esquecimentos de cadernos, livros ou outro material. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.7.  Ajudar a criança a conservar o material escolar e o uniforme;  Orientar pais e responsáveis sobre a importância de a criança estar com o uniforme escolar sempre limpo e os materiais conservados. Professores de escola bíblica dominical e catequese podem ensinar as crianças como conservar o material escolar. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.8.  Comunicar-se regularmente com a escola, respondendo sempre aos bilhetes e avisos que receber.  Conscientizar pais e responsáveis sobre a importância do constante contato com os professores de seus filhos, bem como com outros funcionários da escola, aconselhando-os a procurá-los sempre que puderem e a perguntar aos filhos se há algum recado do professor. Professores de escola bíblica dominical e catequese podem orientar as crianças a sempre entregarem aos pais os bilhetes enviados pelo professor. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.9.  Avisar a escola quando seu filho precisar faltar;  Conscientizar pais e responsáveis sobre a importância de o professor ser informado pelos pais sobre as ausências do aluno. Além de o professor conhecer os motivos da falta, isso permite uma maior e positiva interação entre pais e professores. Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.10.         Comunicar os responsáveis e a escola sobre crianças que estão fora do espaço escolar;  Mostrar aos pais e responsáveis a importância dessa medida e sua conseqüência positiva para a vida escolar e futuro da criança, pois permitirá às autoridades competentes, bem como aos pais, tomarem as providências necessárias para a criança não perder mais aulas. Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.11.          Avisar o conselho tutelar sobre crianças que não estão matriculadas na escola;  Orientar todos os membros da igreja sobre a importância dessa medida, uma vez que o conselho tutelar poderá tomar as medidas cabíveis, o que incorrerá em inúmeros benefícios para a vida a atual e futura das crianças. Professores de escola bíblica dominical e catequese podem averiguar se alguma criança que freqüenta suas aulas está fora da escola e tomar as mesmas providências. 

Entregar a Cartilha para os pais, responsáveis e demais membros que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.12.         Cuidar da higiene e saúde dos filhos, procurando assistência médica para sanar problemas (por exemplo, problemas de visão, audição) e a manterem as vacinas em dia;  Conscientizar pais e responsáveis sobre a importância de a criança estar sempre bem asseada e em boas condições de saúde. Além de contribuir para o próprio bem-estar da criança, isso pode sanar alguns problemas que poderiam prejudicar o seu aprendizado. Professores de escola bíblica dominical e catequese podem orientar as crianças sobre como fazer a higiene pessoal e tentar identificar eventuais problemas de audição e visão, informando os responsáveis. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.13.         Conhecer seus direitos (oferta de vagas para os filhos a partir de 4 anos na escola mais próxima de sua residência, merenda escolar, educação artística, educação física etc.);  Mostrar aos pais e responsáveis os direitos que eles e as crianças têm em relação à educação, para que eles possam exigi-los o quanto antes, beneficiando e estendendo ao máximo a vida escolar da criança. Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima, além de eventualmente procurar as escolas em que ocorrem eventuais distorções para saber o que está acontecendo e procurar meios de ajudar a resolver. 

1.14.         Matricular a criança na educação infantil;  Orientar pais e responsáveis sobre os benefícios da educação infantil no desenvolvimento e na vida escolar da criança, influenciando seu desempenho e facilitando seu processo de socialização, ao conviver com outras crianças e adultos. Incentive-os a matricular seus filhos o quanto antes, bem como mostrar como podem proceder caso haja dificuldades em conseguir matrícula. 

Professores de escola bíblica dominical e catequese podem verificar se crianças com a idade apropriada estão matriculadas. Caso não estejam, conversar com os pais sobre os motivos. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima, bem como procurar escolas da localidade em que os pais dizem não haver vagas para verificar a situação. 

1.15.         Assegurar à criança com deficiências o direito de estudar nas classes comuns do ensino regular junto com as outras crianças;  Mostrar aos pais, aos responsáveis e a toda a comunidade a importância e benefícios para crianças com deficiência freqüentarem as mesmas salas de aulas que as demais crianças. Orientá-los sobre como procurar a escola para assegurar esse direito. A convivência e o ensino na escola colaboram para o melhor desenvolvimento da criança. 

Professores de escola bíblica dominical e catequese devem buscar a integração das crianças com deficiência com as outras crianças. 

Entregar a Cartilha para os pais, responsáveis e todas as pessoas que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Em especial, voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.16.         Cobrar da escola acompanhamento individual dos alunos e aulas de reforço quando necessário;  Conscientizar pais e responsáveis sobre a importância do reforço escolar e orienta-los a procurar a escola quando necessário. Professores de escola bíblica dominical e catequese podem trabalhar algumas atividades simples com as crianças, como leitura e escrita. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima e procurar as escolas para que elas façam esse acompanhamento. 

1.17.         Informar aos órgãos responsáveis (conselhos tutelares, Ministério Público etc.) situações irregulares: falta de vagas, falta de professores, instalações deficientes, falta de merenda de qualidade etc.;  Orientar todos os membros da igreja sobre a importância dessa medida, uma vez que esses órgãos poderão tomar as medidas necessárias para sanar a situação, beneficiando toda a comunidade escolar. Mas antes disso, é necessário que as pessoas conheçam a situação das escolas, o que pode ser feito por meio de visitas e conversas com professores. Professores de escola bíblica dominical e catequese podem conversar com as crianças sobre a situação nas escolas e, caso necessário, procurar as autoridades responsáveis. 

Entregar a Cartilha para todos os membros da Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando os pontos relevantes nesse sentido. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima, além de conhecer a situação das escolas, conversar com professores e diretores, e buscar as autoridades quando necessário. 

1.18.         Incentivar os jovens e adultos a se alfabetizarem ou a prosseguirem nos estudos, procurando na escola do bairro cursos de alfabetização e de educação de jovens e adultos.  Informar a todos os membros da Igreja a existência de programas de educação de jovens e adultos, para que aqueles ainda não alfabetizados ou que não concluíram a educação básica possam voltar a estudar. Aqueles que já concluíram os estudos podem incentivar os outros a fazê-lo. Professores de estudo bíblico podem passar essa orientação para os membros da igreja, observando aqueles com dificuldades de leitura e encaminhando-os a programas de educação de jovens e adultos. 

Voluntários podem conversar com pessoas que necessitem de orientação mais próxima. 

DIRETRIZES (PLANO DE METAS do PDE) relativas às atividades 1.19 a 1.26.  –    Criar programa de formação inicial e continuada dos profissionais da educação; –    Implantar plano de carreira, cargos e salários para profissionais da educação; 

–    Valorizar o mérito, a formação, desempenho eficiente, dedicação, assiduidade, pontualidade e responsabilidade dos profissionais da educação; 

–    Elaborar o projeto político pedagógico da escola com a participação dos professores; 

–    Estabelecer regras claras para a nomeação e exoneração dos diretores; 

–    Incorporar ao núcleo gestor da escola os coordenadores pedagógicos; 

–    Divulgar na escola e na comunidade os dados relativos à educação, em especial aqueles ligados à escola e ao município. 

1.19.         Acompanhar a freqüência dos professores;  Mostrar aos pais e responsáveis a importância de os professores não faltarem às aulas, para evitar descontinuidade e prejuízo à aprendizagem das crianças. Orientá-los a conversar sempre com seus filhos para verificar a freqüência do professor e a procurar a escola caso haja muitas faltas. Essa orientação pode ser passada durante cultos missas, eventos e pregações. Também pode ser transmitida por meio de jornais, boletins, rádio, TV, internet, folders, cartazes, folhetos, marcadores de páginas, calendários, agendinhas de bolso e impressos em geral, além de abordar o tema em almoços comunitários, cafés da manhã, chás de senhoras, jantares, etc. 

Professores de escola bíblica dominical e catequese podem conversar com as crianças sobre aspectos do cotidiano escolar, como a freqüência dos professores. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. Também podem procurar as escolas para averiguar a situação e conversar com diretores sobre eventuais providências. 

1.20.         Conhecer os professores de seus filhos e valorizar o seu trabalho;  Mostrar aos pais e responsáveis que é muito importante conhecer os professores de seus filhos, pois isso permite que o professor repasse as dificuldades e os méritos de seus filhos, o que pode ajudar no acompanhamento em casa da vida escolar da criança. Esse contato também permite que os professores conheçam a realidade das crianças, ajudando-o a compreender e lidar com determinadas atitudes e comportamentos das crianças. Além disso, quando o professor vê que os pais estão interessados em seu trabalho, eles se sentem estimulados, valorizados e desafiados a fazer cada vez mais e melhor. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.21.         Conhecer a direção, a equipe pedagógica e os demais profissionais da educação que atuam na escola dos filhos;  Mostrar aos pais e responsáveis a importância de conhecer todas a pessoas que trabalham na escola em que seus filhos estudam e do contato regular com elas. Essa orientação pode ser passada durante cultos missas, eventos e pregações. Também pode ser transmitida por meio de jornais, boletins, rádio, TV, internet, folders, cartazes, folhetos, marcadores de páginas, calendários, agendinhas de bolso e impressos em geral, além de abordar o tema em almoços comunitários, cafés da manhã, chás de senhoras, jantares, etc. 

Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.22.         Dialogar com o Conselho Escolar aspectos referentes ao funcionamento da escola: gestão, práticas pedagógicas e avaliação, formação e capacitação de professores, infra-estrutura e recursos pedagógicos etc.;  Essa não é uma orientação simples. A maioria dos pais não tem condições de compreender e discutir os temas em questão. Desse modo, a liderança da igreja deve ter sensibilidade para identificar quais membros têm condições de estabelecer esse tipo de interação com o Conselho Escolar. De qualquer modo, esse é um ponto muito importante e deve ser abordando sempre que, e se, possível. Educadores da igreja e voluntários podem interagir com o conselho escolar. 
1.23.          Visitar a escola regularmente e participar das reuniões de pais;  Incentivar os pais e responsáveis e visitarem regularmente a escola e a participarem das reuniões de pais, pois isso permite que eles conheçam professores e demais funcionários da escola, além de receberem informações sobre a vida escolar de seus filhos. Entregar a Cartilha para os pais e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.24.         Conhecer o desempenho escolar de seus filhos.  Ao receber o boletim bimestral com as notas dos filhos, procurar a escola para saber como foi o desempenho dos demais alunos da turma: –  se for notas (boas ou ruins) foram a maioria, isso significa que a turma está bem (notas boas), ou requer providências urgentes (notas ruins). Em que as famílias podem colaborar? 

–  se os filhos estiverem pior do que a maioria da turma, perguntar o que podem fazer em casa. E pedir um acompanhamento individualizado. 

Deixar claro que em caso de notas ruins, a solução não deve ser simplesmente castigar a criança. 

1.25.          Conhecer indicadores de qualidade da aprendizagem, como a Prova Brasil e o IDEB;  Informar todos os membros da igreja sobre o que é o IDEB, a Prova Brasil e outros indicadores de qualidade da educação. Mostrar que cada escola e cada município tem um nota no IDEB, informá-los da data de divulgação do índice, e como ele pode ser usado como instrumento de para a melhoria da qualidade da educação. Também divulgar a data de realização da Prova Brasil. Professores de escola bíblica dominical e catequese podem conversar com as crianças sobre o que é a Prova Brasil e o IDEB 

Entregar a Cartilha para todos os membros da Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis que necessitem de orientação mais próxima. 

1.26.         Procurar a escola para conhecer os resultados da Prova Brasil e do IDEB, quando forem divulgados. 
DIRETRIZES (PLANO DE METAS do PDE) relativas às atividades 1.27 e 1.28.  –    Transformar a escola em espaço comunitário; –    Manter e recuperar espaços e equipamentos públicos que possam ser utilizados pela comunidade escolar; 

–    Ampliar os tempos e espaços educativos visando a aumentar o tempo do aluno para atividades educativas e pedagógicas que favoreçam a melhoria da aprendizagem, para além da jornada escolar obrigatória; 

–    Firmar parcerias entre escola, empresas, ONGs e outros atores visando ampliar a oferta de oportunidades de desenvolvimento. 

1.27.         Estimular os filhos e as crianças da comunidade a participar de programas que usem as dependências da escola para atividades esportivas, artísticas e culturais voltadas à comunidade, tais como biblioteca, quadras esportivas etc. Por ex: Programa Escola Aberta;  Demonstrar aos pais e responsáveis os benefícios que a participação nessas atividades, como o programa Escola Aberta, traz para as crianças. Assim, espera que eles incentivem seus filhos a participar. Professores de escola bíblica dominical e catequese podem conversar com as crianças sobre essas atividades e incentivar sua participação. 

Entregar a Cartilha para e responsáveis que freqüentam a Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem engajar-se nesses programas e atividades. 

1.28.         Participar como voluntários, com suas diferentes aptidões e potencialidades, de programas que transformem a escola em espaço comunitário de aprendizagem (formal ou informal)  Incentivar os membros da igreja a engajarem-se em atividades voluntárias, como o Escola Aberta, contribuindo para a aproximação entre escola e comunidade. Entregar a Cartilha para todos os membros da Igreja e da comunidade. 
DIRETRIZES (PLANO DE METAS do PDE) relativas às atividades 1.29 a 1.31.  –  Acompanhar e avaliar, com a participação da comunidade e dos Conselhos, as políticas públicas da área de Educação; –  Promover a gestão participativa na rede de ensino; 

–  Fomentar e apoiar os conselhos escolares; 

–  Garantir o funcionamento efetivo, autônomo e articulado dos conselhos de controle social; 

–  Elaborar Planos de Educação e fomentar a criação de conselhos, quando não existirem; 

–  Integrar os programas de educação com os de outras áreas como saúde, esporte e assistência social; 

–  Zelar pela transparência da gestão pública em educação. 

1.29.         Conhecer os Conselhos Escolares e suas atribuições, e participar nessa instância;  Esclarecer os membros da igreja sobre a existência do Conselho Escolar, suas atribuições, a importância da existência do Conselho e da participação dos pais. Mostrar que, caso a escola de seus filhos ainda não tenham conselho, os pais podem demandar sua criação. Essas orientações devem ser feitas como muito cuidado, para não sobrecarregar os pais, que em seu cotidiano já tem muitas tarefas. Para os membros em geral, basta informar a existência do conselho e sua importância. Para aqueles que demonstrarem interesse e condições, esclarecer maiores detalhes que viabilizem sua participação. Entregar a Cartilha para todos os membros da Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem conversar com pais e responsáveis interessados, esclarecendo maiores detalhes. 

1.30.         Demandar da escola a criação de Conselhos Escolares, caso não existam; 
1.31.         Demandar das autoridades transparência e resultados na gestão pública da educação.  Incentivar os membros a conhecerem e a demandarem das autoridades resultados na gestão, como uma prática de cidadania. Mostrar que todo cidadão tem o direito e o dever de exigir uma gestão pública transparente e eficiente. Entregar a Cartilha para todos os membros da Igreja. Explicar seu conteúdo, destacando alguns pontos. 

Voluntários podem trabalhar em campanhas de conscientização na comunidade. 

 OBJETIVO 2 – Promovendo no âmbito da Igreja atividades que contribuam para a melhoria da qualidade da educação

ATIVIDADE  FORMAS DE COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO 
DIRETRIZES (PLANO DE METAS do PDE) relativas às atividades 2.1 a 2.5.  –  Alfabetizar as crianças até, no máximo, os 8 anos; –  Combater a repetência; 

–  Combater a evasão; 

–  Valorizar a formação ética, artística e a atividade física; 

–  Estabelecer como foco a aprendizagem de cada aluno; 

–  Acompanhar cada aluno individualmente; 

–  Promover a educação infantil; 

–  Matricular o aluno na escola mais próxima de sua residência; 

–  Garantir o acesso e permanência das crianças com deficiência; 

–  Manter programas de alfabetização de jovens e adultos. 

2.1.  atividades relacionadas à expressão artística, cultural e física que fortaleçam  a educação das crianças para a cidadania, os direitos humanos, a ética;  A igreja pode realizar oficinas de teatro, música, dança, poesia etc. com crianças em idade escolar. É importante que essas atividades reúnam diversas formas de expressão – artística, cultural, atividades físicas, de lazer, entre outras. 

A igreja também pode incentivar os membros adultos da igreja a usar suas aptidões (artes, carpintaria, etc.) nas atividades com as crianças e jovens. 

2.2. desenvolver  rodas de leitura, “hora do conto” e acompanhamento escolar em programações já existentes;  A igreja pode realizar essas atividades, seja em caráter mais formal ou lúdico, em ocasiões ordinárias (como escola bíblica, catequese, ou separadamente com as crianças durante o culto), ou criar ocasiões específicas. Essas atividades visam a estimular o gosto pela leitura e fortalecer parceria com as escolas (relativamente às atividades de reforço). 
2.3. Aprofundar a discussão sobre os significados de ética, cidadania, deveres, direitos humanos, alteridade;  Esse é um tema que tem profundo impacto na maioria das questões levantadas neste documento, pois influencia diretamente a participação de todos os membros da igreja nas atividades propostas, bem como em todas as esferas sociais. Essas questões podem ser trabalhadas em Missais, folhetos das missas, pastorais, panfletos e outros meios que tenham utilidade (por exemplo, marcadores de página, calendários de bolso, cartões-postais etc.), Além, é claro, das pregações, missas, cultos, estudos bíblicos, etc. 
2.4.  Incentivar o trabalho voluntário em prol da educação;  A igreja deve incentivar seus membros, de todas as idades, a realizar trabalho voluntário, pois o voluntariado impacta diretamente em quase todas as atividades propostas neste plano. Esse incentivo pode ser feito por meio de educação de pares, conversas informais e encontros, palestras, além das missas e cultos e meios de comunicação impressos. 

As igrejas também podem firmar parcerias com instituições da sociedade civil que trabalham com voluntariado educativo, como forma de oferecer treinamento a seus membros que se tornarem voluntários. 

2.5. Formar/Capacitar multiplicadores e voluntários sobre políticas e programas educacionais.  As igrejas devem procurar as lideranças regionais e nacionais para indicar pessoas a participarem de oficinas de capacitação promovidas pelo MEC ou pelas igrejas e parceiros (como instituições que promovem o voluntariado educativo). As igrejas devem incentivar aqueles que participaram dessas oficinas a compartilhar os conhecimentos e materiais adquiridos com outros possíveis multiplicadores, voluntários ou qualquer membro que queria contribuir para a Mobilização Social. 

Ela também pode promover cursos, palestras, seminários. 

Em todas as situações, a escolha dos meios e dos materiais deve focar o caráter de multiplicação das ações e informações, alcançando também, além do público final, outras pessoas próximas aos multiplicadores. 

DIRETRIZES (PLANO DE METAS do PDE) relativas às atividades 2.6 e 2.7.  –  Transformar a escola em espaço comunitário; –  Manter e recuperar espaços e equipamentos públicos que possam ser utilizados pela comunidade escolar; 

–  Ampliar os tempos e espaços educativos visando a aumentar o tempo do aluno para atividades educativas e pedagógicas que favoreçam a melhoria da aprendizagem, para além da jornada escolar obrigatória; 

–  Firmar parcerias entre escola, empresas, ONGs e outros atores visando ampliar a oferta de oportunidades de desenvolvimento. 

2.6. Conhecer as escolas da comunidade e colocar-se à disposição;  Essa interação entre igreja e escola é extremamente importante na medida em que fortalece os laços da comunidade como um espaço de aprendizagem e de formação de opinião para as crianças, além de permitir à igrejas contribuir em relação a questões pontuais da escola. 
2.7. Oferecer espaços das Igrejas e estimular os fiéis a fazerem o mesmo: comércio, indústria, clubes, quadras esportivas etc. para a realização de atividades extra-classe, ampliando os tempos e espaços de aprendizagem das crianças e adolescentes (na linha de educação integral, cidade educadora, bairro-escola).  È muito importante expandir os momentos e espaços de aprendizagem das crianças, considerando que esta não se restringe à sala de aula. Para tanto, a igreja pode dispor de seus espaços para atividades no contra-turno e nos finais de semana. A igreja pode conscientizar diversos atores da comunidade acerca da importância dessa iniciativa e mostrar como cada pessoa pode contribuir para a sua efetivação. 

Voluntários podem coordenar as diversas atividades desenvolvidas. 

DIRETRIZES (PLANO DE METAS do PDE) relativas às atividades 2.8 a 2.10.  –  Acompanhar e avaliar, com a participação da comunidade e dos Conselhos, as políticas públicas da área de Educação; –  Promover a gestão participativa na rede de ensino; 

–  Fomentar e apoiar os conselhos escolares; 

–  Garantir o funcionamento efetivo, autônomo e articulado dos conselhos de controle social; 

–  Elaborar Planos de Educação e fomentar a criação de conselhos, quando não existirem; 

–  Integrar os programas de educação com os de outras áreas como saúde, esporte e assistência social; 

–  Zelar pela transparência da gestão pública em educação. 

2.8. Desenvolver parcerias com os Conselhos Escolares, seja discutindo, seja trabalhando junto;  Além da necessidade de conscientizar os membros da comunidade sobre a importância dos Conselhos Escolares como espaços de participação na educação, a igreja deve buscar, por meio de seus líderes ou voluntários, interagir com os conselhos e estabelecer uma agenda de atuação comum sobre temas prioritários (por exemplo, enfrentamento ao trabalho infantil, à violência contra crianças e adolescentes). 
2.9. campanhas para conscientização de que a gestão pública na educação deve ser transparente e que todos  têm o direito de exigir prestação de contas.  A igreja pode realizar palestras, divulgação de material impresso (Cartilhas, folders, cartazes, folhetos, marcadores de páginas, calendários, agendinhas de bolso), almoços comunitários, cafés da manhã, chás de senhoras, jantares, entre outros, em que se apresente o tema do Compromisso e que se aborde esse tema como parte da prática de cidadania, mostrando exemplos e possibilidades de ação. 
2.10.             ações que favoreçam a inclusão e a tolerância.  A igreja deve desenvolver entre seus membros e a comunidade ações que favoreçam a inclusão e a tolerância entre pessoas e grupos diversos. Para tanto, pode promover palestras, eventos culturais, distribuir material impresso (Cartilhas, folders, cartazes, folhetos, marcadores de páginas, calendários, agendinhas de bolso). Também deve falar sobre a inclusão e a tolerância em suas atividades cotidianas, como cultos, missas, escolas bíblicas, catequeses, além de almoços comunitários, cafés da manhã, chás de senhoras, jantares, entre outros. 

 

[1] Como os Indicadores Demográficos e Educacionais (http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=9781&Itemid=1139) e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB (http://ideb.inep.gov.br/Site/).

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