A Heresia da Maldição Hereditária

Será que Jesus se esqueceu de que aquele homem crucificado a seu lado estava cheio de maldições hereditárias que deveriam ser quebradas antes de sua subida para o paraíso? E Estêvão? E Elias?

Os apóstolos em suas primeiras pregações teriam se esquecido desse detalhe tão importante?

Nada disso.

A pior maldição é ser descrente.

Os que não crêem já estão amaldiçoados e condenados (Jo 3.18).

Em Jesus, todos os vínculos satânicos, algemas, laços, pactos e maldições são quebrados, pois “se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).

Por Airton Evangelista da Costa.

A Heresia da Reencarnação

Segundo a doutrina espírita da reencarnação, referido ladrão deveria voltar à terra inúmeras vezes, nascer, morrer, nascer de novo até o total pagamento de sua dívida.

Nada disso aconteceu.

Jesus desconhecia esses nascimentos e mortes.

O perdão de Jesus foi total e incondicional. Estêvão com certeza também não sabia que para chegar ao céu teria de enfrentar muitas vicissitudes, pois entregou seu espírito diretamente a Jesus.

O rico e o pobre, como ensinou Jesus (Lc 16.19-31), também não tiveram que “sofrer” encarnações.

O profeta Elias foi direto para o céu, sem ter que penar em outras vidas (2 Rs 2.1,11).

Por Airton Evangelista da Costa.

A Heresia do Batismo pelos Mortos

O mormonismo ensina e pratica o batismo pelos mortos. Consiste em se batizar alguém que já morreu. Como não se pode batizar um espírito, um mórmon faz as vezes do falecido. Acho que não existe uma heresia mais braba do que esta.

Talvez se iguale a esta, em extravagância, o ato de urinar em pontos estratégicos de uma cidade para marcar território, ou a do uso de sal grosso para afastar demônios.

Pois bem, Jesus teria se esquecido de batizar o ladrão?

Aferram-se os contradizentes à tese de que Jesus continua evangelizando os espíritos em prisão.

Deduzem que os espíritos convertidos deverão descer às águas.

Como espírito por óbvias razões não pode ser molhado e não existe água no mundo espiritual, Jesus espera que a sua igreja batize os mortos.

Ao afirmar a salvação do ladrão, Jesus tinha certeza de que alguém iria batizá-lo dois mil anos depois?

Como ele foi direto para o paraíso sem batismo?

Deus assim o quiz e pronto.

Por Airton Evangelista da Costa.

A Heresia da Mortalidade da Alma (Ateísmo)

Os exterminadores dizem que a alma sucumbe com o corpo na sepultura. Em outras palavras, dizem que a parte imaterial do homem não sobrevive, morre com o corpo. Ora, o corpo do ladrão iria ficar no túmulo, mas seu espírito iria para o paraíso. Alegam alguns mortalistas que as coisas não são bem assim, pois Jesus não subiu naquele mesmo dia. Esquecem que onde está o Pai está o Filho.

Leiam:

“Eu e o Pai somos um”; “Quem me vê a mim, vê o Pai”; “Ninguém VEM ao Pai senão por mim”.

Jesus também disse que não deveríamos temer os que matam o corpo mas não podem matar a alma (Mt 10.28). Mais uma vez declara a imortalidade da alma.

Foi isso o que aconteceu com Estêvão e com o ladrão na cruz. Mataram o corpo, mas o espírito sobreviveu.

Jesus nos ensinou uma realidade espiritual através da parábola do rico e Lázaro (Lc 16.19-31). Ali está dito que o corpo desce ao pó e o espírito segue seu destino.

Por Airton Evangelista da Costa.

A Heresia do Purgatório

Aquele homem, ao crer em Jesus e clamar por misericórdia, foi imediatamente perdoado. Além disso, ficou sabendo que logo após sua morte iria descansar em paz. Segundo a doutrina católica do purgatório, ele seria imediatamente jogado numa espécie de masmorra, onde passaria um bom tempo, até que as rezas movessem o coração de Deus. Qual a doutrina certa? A dos homens ou a de Jesus? O purgatório também não existiu para Estêvão, que antes de morrer entregou seu espírito a Jesus (At 7.59). Ver meu artigo “O Purgatório e o Sangue de Jesus”.

Por Airton Evangelista da Costa.

A Heresia do Relógio da Bênção

Amados irmãos! A partir de amanhã será lançada no mercado uma bênção revolucionária, incapaz de ser superada por qualquer heresiarca. Foram muitos dias de estudo e meditação com nossos 666 pastores.

Desejava descobrir um instrumento capaz de abençoar mecanicamente toda a membresia; capaz de reproduzir a minha voz onde quer que esteja o irmão.

Quando estava em meditação, apareceu a visão de um relógio, e o relógio falava: – Eu te abençôo. A cada hora a bênção era repetida. Então, nasceu a idéia do “Relógio da Bênção”. Ora, a Bíblia recomenda que devemos abençoar as pessoas, e não amaldiçoar.

Adquirindo o tal amuleto, os irmãos serão abençoados em todos os momentos.

Receberão a minha bênção, com a minha voz, ainda que estejam dormindo. Não é formidável? A minha voz é inconfundível. Vocês já a conhecem muito bem. Vejam o que diz a Bíblia: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem” (Jo 10.27).

Dito isto, informo que mandei fabricar dez mil relógios de vários modelos, tamanhos e cores (de pulso, de parede, para crianças e adultos). A partir de amanhã já estarão nos postos de venda. Vocês poderão programar a bênção para ser recebida a cada sessenta minutos, a cada duas, três ou quatro horas. E podem optar por um som mais suave, recomendável durante a noite. Sugiro que os relógios sejam programados para emitir bênçãos de hora em hora.

A mensagem completa que vocês ouvirão é a seguinte:

“Eu o abençôo. Não se esqueça do dízimo e da campanha do mês”.

Vocês poderão adquirir uma unidade para ser usada no pulso, e outra para ser usada na parede de sua casa. Bom será que cada membro da família possua o “Relógio da Bênção”. A melhor notícia: o novo amuleto será vendido pelo menor preço do mercado. As unidades mais simples, sem fundo musical, custarão R$49,99; as mais sofisticadas, com pulseiras cromadas e a prova d´água, podem chegar a R$299,00, com garantia de seis meses.

Em breve, marcaremos uma reunião especial para ungirmos todos os relógios.

Alguém poderia até perguntar o que fazer com os demais amuletos, como, por exemplo, o jumentinho, o mel ungido, o cinto, o capim santo, etc. Ora, não se esqueçam do princípio balizador do uso de amuletos: “O poder de um amuleto é potencializado por outro amuleto”. Isto é, quando mais amuletos, mais bênçãos.

Vocês não devem desprezar os antigos instrumentos. Através deles, muitos ganharam carros importados e mansões; ficaram ricos. Ora, ser cristão é sinônimo de uma vida boa, folgada, livre de doenças, de aflições. Para ficar mais ainda de bem com a vida, adquira já o “Relógio da Bênção”.

Por Airton Evangelista da Costa.