Sobre a paganização da doutrina


A paganização da doutrina cristã ocorreu durante os séculos. Foram acrescentadas diversas práticas condenadas pela Bíblia. Vejam algumas:

Século  Ano                   Dogma ou Cerimônia

I-II     33-196: A igreja não aceitou nenhuma doutrina anti-bíblica.

 IV        320: Iniciou-se o uso de velas

 IV        400: Orações pelos mortos e sinal-da-cruz feito no altar.

 V        431: Maria é proclamada a ”Mãe de Deus”.

 VI        593: O dogma do Purgatório começa a ser ensinado.

 VI        600: O latim passa a ser usado como água oficial na missa.

 VI        609: Começo histórico do papado.

 VIII      789: Início do culto das imagens e das relíquias.

 VIII      819: A festa da assunção de Maria passa a ser observada.

 IX        880: Canonização dos santos.

 X        998: Estabelecimento do dia de Finados.

 X        998: Quaresma.

 X        1000: Cânon da missa.

 XI        1074: Proíbe-se o casamento para os sacerdotes.

 XI        1100: Introduz-se na igreja o culto dos anjos.

 XI        1115: A confissão é transformada em artigo de fé.

 XII       1160: Estabelecidos os 7 sacramentos.

 XII       1186: O Concílio de Verona estabelece a “Santa Inquisição”.

 XII       1190: Estabelecida a venda de indulgências.

 XII       1215: A transubstanciação é transformada em artigo de fé.

 XIII      1220: Adoração à hóstia.

 XIII      1226: Introduz-se a elevação da hóstia.

 XIII      1229: Proíbe-se aos leigos a leitura da Bíblia.

 XIII      1264: Festa do Sagrado Coração.

 XIII      1303: A igreja Católica Apostólica Romana é proclamada como sendo a única verdadeira, onde se encontra a salvação.

XIV      1311: Procissão do Santíssimo Sacramento e a Ave Maria.

 XIV     1414: Definição da comunhão com um só elemento, a hóstia.

 XV      1439: Os 7 sacramentos e o dogma do Purgatório são transformados em artigos de fé.

 XV      1546: Conferida à tradição autoridade igual à da Bíblia.

 XIX     1870: A Infalibilidade papal.

 XX      1950: A assunção de Maria.

9 thoughts on “Sobre a paganização da doutrina

  1. DEUS MORREU NA CRUZ? DEUS PODE TER MÃE?
    A Igreja Católica Apostólica Romana presta uma espécie de veneração especial a Maria, chamada hiperdulia (algo como hiper veneração). Todos os demais santos são merecedores apenas de dulia (veneração) e apenas a Deus é reservada a latria, que é a adoração. No ano de 431: Maria é proclamada a ”Mãe de Deus”.
    Por isso, sempre pergunto aos católicos: “Deus morreu na cruz”?

    As respostas são sempre divididas, na maioria das vezes dúbias e contraditórias, e não poucas vezes confusas. A verdade é que eles próprios resistem a dizer que Deus morreu na cruz, pois afirmar que Deus morre é o cúmulo da blasfêmia, nem o diabo crê numa coisa dessas. Mas, se Deus não morre, isso significa que Jesus morreu na cruz como homem. E, se o Jesus que andou aqui na terra era homem como todos nós, então Maria seria a mãe do Jesus humano, e não de Deus.
    Deus morreu na cruz? Deus pode ter mãe?

    A resposta para ambas as perguntas é um sonoro: “Não”!

    Dessa forma, vemos que as alegações católicas de respaldo para o dogma mariano de que Maria é mãe de Deus não passam de engodos, com apenas “aparência de sabedoria” (Cl. 2:23), mas que, ao analisarmos mais de perto, vemos que não passam de “fábulas engenhosamente inventadas”
    As primeiras representações cristãs da Virgem com seu filho estão calcadas em imagens mais antigas da deusa egípcia Ísis, a Irmã-Noiva de Osíris, trazendo ao colo seu filho sagrado Hórus, Deus da Luz. A Isis egípcia, com a criança Hórus no joelho, foi homenageada séculos antes da era cristã, e adorada sob o nome de “Nossa Senhora”, “Rainha do Céu”, “Estrela do Mar”, “Mãe de Deus”, e assim por diante. Mais uma vez, o nascimento virginal cristão não é mais histórico ou crível do que a esses numerosos outros deuses. Além disso, como diz Robertson, “A ideia de uma Virgem-Mãe-Deusa é praticamente universal.” A lista de mães virgens pagãs inclui muitas outras.
    Os poemas rituais de culto de Ísis e Osíris guardam semelhanças com o Cântico dos Cânticos, às vezes palavra por palavra. Nos rituais pagãos que cercam os mitos antigos, a deusa (a Irema-Noiva) vai ao túmulo no jardim para lamentar a morte de seu noivo e se rejubila ao vê-lo ressuscitado.

    O Papa Pio IX, na Bula “Ineffabilis Deus”, de 8 de Dezembro de l854 definiu solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria:
    • “Declaramos, pronunciamos e definimos que a doutrina que sustenta que a Santíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua concepção, foi por singular graça e privilégio de Deus onipotente em previsão dos méritos de Cristo Jesus, Salvador do gênero humano, preservada imune de toda mancha de culpa original, foi revelada por Deus, portanto, deve ser firme e constantemente acreditada por todos os fiéis” (Dz. 1641).
    O Papa Pio XII oficializou em 1950 o dogma de que “a imaculada mãe de Deus, a sempre santa Virgem Maria, no término do curso de sua vida terrena, ascendeu à glória celeste, em corpo e alma”. De lá para os nossos tempos, não faltaram milagres onde as estátuas da Virgem, começaram a derramar lágrimas muitas vezes de sangue.

    As escrituras e a Igreja Católica afirmam e confirmam em dogma sua virgindade antes, durante e depois do nascimento. A Bíblia diz que o Pai é Deus (Mt. 22:32), que Jesus é Deus (Jo.1:1), que o Espírito Santo é Deus (At.25:4) e que Deus é Um (Ef.4:6; Dt.6:4). Eu posso presumir sem nenhuma dificuldade que Deus é um em três (pessoas), com base puramente nos dados bíblicos. A única base histórica da existência da Santíssima Trindade, que realmente é composta por 3 personagens: Tertuliano (inventou), Atanásio (defendeu) e Constantino (decretou). Trindade Santa”: Submissão, Engano e Hipocrisia, respectivamente, seu “deus-pai”, seu “deus-filho” e seu “deus-espírito-de-toda-essa-farsa”.

    E a ICAR está atualmente mais para uma quadridade (promoção de Maria). Jesus foi concebido por obra e graça do “Espírito Santo”. A Bíblia fala claramente que Jesus Cristo existiu e é Filho de Deus, justamente porque nasceu de uma virgem fecundada por um Espírito, ou um Fantasma, ou um Spectro, ou um Ectoplasma, ainda que dito Ectoplasma Santo, ou Espírito Santo, ou Fantasma Santo.

    “Quem acredita na Santíssima Trindade e insiste que sua religião é monoteísta é capaz de acreditar em qualquer coisa. Só precisa de algum tempo para se acostumar com a ideia.” (Elbert Hubbard)
    O autor da postahem disponível pesquisando o nome no Google:
    Oiced Mocam Scribd

  2. MÃE DE DEUS?
    O título de “Mãe de Deus” foi-lhe dado, pela primeira vez, por teólogos de Alexandria, no séc. IV. Nestório refuta essa doutrina como atentatória à dignidade de Deus. O monge Nestório de Antioquia, num de seus sermões, afirmava:
    “Ninguém venha me dizer que Maria é mãe de Deus, ela foi mulher e Deus não pode nascer de mulher. Sustentar o contrário é imitar os pagãos que dão uma mãe às suas divindades (FRANGIOTTI, 1995, p. 128).” Nestório foi condenado no terceiro Concílio Ecumênico, realizado em Éfeso, no ano 431 (o qual proclamou o dogma mítico da maternidade divina de Maria), e, porque se recusou a submeter-se às definições dogmáticas desse Concílio, foi enviado para o exílio, onde morreu.
    Mas a reação da cristandade foi unânime e enérgica, até violenta, a fim de que não se expusesse mais tarde essa parte vulnerável da fé popular.

    “Eis que aqui nasci; em culpa e em pecado me concebeu minha mãe…” (Sl 50,7).

    O concílio convocado para debater a questão com opiniões divididas foi o de Éfeso (431). Por essa ocasião surgiu a oração que completa a Ave-Maria: “Santa Maria, mãe de Deus, etc.”. Igualmente data daí o costume de se ostentar a imagem da Virgem com o Menino, como símbolo de ortodoxia. Desse atributo nasce o seu poder de intercessão junto a Deus em favor dos homens. Por isso, é cognominada de “onipotência suplicante”.
    O Concilio de Éfeso (431), sob a direção do Papa São Celestino I (422-432), definiu solenemente que:
    • “Se alguém afirmar que o Emanuel (Cristo) não é verdadeiramente Deus, e que portanto, a Santíssima Virgem não é Mãe de Deus, porque deu à luz segundo a carne ao Verbo de Deus feito carne, seja excomungado.” (Dz. 113).
    Muitos Concílios repetiram e confirmaram essa doutrina: Concílio de Calcedônia (Dz. 148).; Concílio de Constantinopla II (Dz. 218, 256).; Concílio de Constantinopla III (Dz. 290).
    Devemos ressaltar que a crença de que Maria foi mãe de Deus não se encontra na Bíblia, pois em lugar nenhum Maria é relatada como sendo “mãe de Deus”, esse título é completamente omitido com relação a ela. Ao invés disso, vemos dezenas de citações nas quais Maria é relatada como sendo mãe de Jesus, contra zero dizendo que era mãe de Deus. O texto bíblico diz apenas “mãe do meu Senhor”, e não mãe de Deus. Isso revela que, no mínimo, os supostos apóstolos e evangelistas eram muito mais cuidadosos nessa questão do que os católicos atuais, que sem papas na língua dizem por todos os quatro cantos da terra que Maria é mãe de Deus, coisa nas quais todos os escritores bíblicos foram suficientemente cautelosos para nunca dizerem isso. Não existe nenhuma evidência (repito: nenhuma evidência!) histórica que remete aos supostos apóstolos e que nos diga explicitamente que Maria era mãe de Deus.
    A primeira e maior fonte histórica que remete aos apóstolos que possuímos hoje é o Novo Testamento, o qual faz 39 menções de Maria como sendo “mãe de Jesus” (Christotokos), mas absolutamente nenhuma de que seja “mãe de Deus” (Theotókos). E, da mesma forma que “Deus não morre porque é imortal”, Deus não tem mãe porque é eterno. A Igreja trata a Mãe de Cristo com reverência, mas Ele próprio teria mostrado pouco dessa atitude. “Mulher, que tenho eu contigo?” (João 2:4) é a maneira como ele fala com ela. Ele também diz: “(…) vim separar o filho do seu pai, e a filha de sua mãe, e a nora da sua sogra. (…) O que ama o pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim.” (Mt10:35-37). Tudo isso significa a dissolução do laço biológico familiar em nome da crença. Atitude que tinha muito a ver com a intolerância que veio ao mundo com a disseminação do cristianismo.

  3. IMACULADA CONCEIÇÃO

    A Imaculada Conceição não deve ser confundida com a virgindade perpétua de Maria ou o nascimento virginal de Jesus. Imaculada significa que Maria, apesar de ter nascido de uma relação sexual normal, entre a mãe e o pai dela, que eram humanos normais, não herdou como todos os humanos herdam, o pecado original. E como ela nasceu sem o pecado original ela seria imaculada. Esse é um dogma que a Igreja Católica Romana proclamou em 08 de dezembro de 1854, pelo Papa Pio IX. A última frase dos dogmas vem sempre com uma ameaça de excomunhão para quem não os aceita ou os contesta. Apesar da suposta “infalibilidade papal” está claro que a doutrina da “imaculada Conceição” não tem qualquer respaldo bíblico e portanto, temos que reconhecer que é falsa!

    Há a doutrina que afirma a ausência total do pecado em Maria, até mesmo daquele que, segundo a Igreja, é transmitido por herança de Adão. Apesar de hoje ser um dogma católico, não fez parte da tradição primitiva. Em 1854, o Papa Pio IX (Giovanni Maria Mastai Ferretti, 1792-1878) proclamou, com a bula “Ineffabilis Deus”, o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria, isto é, que Nossa Senhora foi preservada por Deus, desde o instante da sua concepção, pelos méritos da redenção de Cristo, do pecado original que todos os homens têm pela transgressão de Adão para preparar a mais perfeita Mãe para o seu Filho.

    Vale ressaltar que inúmeros Pais da Igreja, doutores da Igreja e papas ao longo da história confirmaram documentalmente a sua descrença naquilo que hoje é o dogma da Imaculada Conceição de Maria. Portanto, são todos hereges. E lugar de herege é no “inferno”, segundo esse mesmo catecismo católico. Sim, encontrar incoerências no catolicismo é tão fácil quanto encontrar água no Oceano Pacífico.
    Santo Agostinho afirma que ela nasceu com o pecado original, mas defende sua imunidade contra qualquer outro pecado. O mesmo defende Santo Anselmo na sua homilia: Cur Deus Homo II, 16 (Por que Deus se fez homem). A doutrina atual começou no século XII, quando foi criada a festa da Imaculada Conceição. A doutrina da Imaculada foi anunciada por Roma em 1852.
    “A Igreja Católica justifica que Maria era imaculada porque no momento da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como “cheia de graça”. E como o anjo saúda Maria dessa forma a Igreja resolveu que sendo ela “cheia de graça”, nunca pecou e não possuía o famigerado pecado original, ou seja, quando na formação do zigoto, isto é, Maria no seu estado humano inicial (espermatozóide do pai dela junto com o óvulo da mãe dela), nesse momento, ela foi redimida por Deus. Essa teologia de muita graça” e “pouca graça” é totalmente falida, antibíblica e cheia de engano. Deus da bíblia não dá uma graça “meia-boca” ou “pela metade”. Ele sempre a dá sem limitações.
    Absurdos que o povo acredita ser verdade
    Tudo o que existe de mais absurdo e irracional faz parte desse dogma criado pela Igreja Católica.
    Primeiro: Maria nunca envelheceu e permaneceu sem ruga e sem mácula e por causa disso ela era santa e irrepreensível. Se é assim, Maria nunca cresceu porque não poderia envelhecer sendo imaculada. E pessoas imaculadas não podem ter filhos (não envelhecem), não podem sentir dor ou sofrer. A igreja, para impingir este dogma na cabeça dos católicos, decidiu por ela mesma, que Maria, tinha tudo de divindade, mas diferia de Eva por sentir dor e sofrer. Impossível. Impossível sentir dor e sofrer sendo imaculada, impossível envelhecer sendo imaculada e sendo imaculada ela nunca atingiria a idade para ficar grávida e ela nunca teria nascido de humanos.
    Outra coisa insensata é dizer que Maria é a segunda Eva e Jesus o segundo Adão. A Bíblia diz que Jesus é o “primogênito de toda a criação” e “tudo foi criado por ele e para ele”. (Colossenses 1:15-16). Se Jesus Cristo, segundo a Bíblia, é o primogênito de toda a criação, Adão e Eva foram criados por Ele e se Adão foi criado depois Dele, como Ele poderia ser Adão? E Maria, para ser Eva, como mãe de Jesus, teria que ter sido criada antes de Jesus e a Bíblia diz que Jesus é o primogênito de toda a criação.
    Jesus, para ser totalmente humano teria que ter nascido de alguém totalmente humano. A igreja fez Maria divina e sustenta que a mesma era divina desde o seu nascimento. Se Maria nunca sentiu dor no parto por ser imaculada, ou seja, não sentiu dor como sentem todas as mulheres, é impossível que ela tenha dado a Jesus uma total natureza humana como a igreja afirma, pois segundo ela, Jesus é 100% Deus e 100% humano.
    Deus disse à serpente: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” Analisando esse texto podemos ver que Deus não está dizendo que vai por inimizade entre a serpente e a mulher. Deus está dizendo que colocará inimizade entre o descendente da serpente e o descendente da mulher, ou seja, entre a semente da serpente e a semente da mulher. Colocaram Maria pisando na cabeça da serpente mas quem pisa na cabeça da serpente é o descendente dela, ou seja, Jesus Cristo, ou seja, para os povos antigos a serpente era um talismã muito poderoso, e representava a manifestação da energia criadora. Trazia sabedoria, desenvolvia a intuição e favorecia a saúde. Simbolizava proteção e era venerada e encarregada de proteger locais e moradias. A serpente sempre representou conhecimento e Jesus teria existido para esmagar o conhecimento e elevar a ignorância.
    Antes do pecado, Eva não possuía o pecado original, não envelhecendo, não sentindo dor, não morrendo. Ela era divina e eterna. Depois do pecado, todos os seres humanos que nascessem, envelheceriam, sentiriam dor, sofreriam e morreriam, isto é, teriam o pecado original. Na Bíblia, Maria é descendente do pecado original e ela mesma disse a Isabel que precisava de um salvador e se a igreja diz que Maria é a segunda Eva antes do pecado, ela nunca sentiu dor ou sofreu. A igreja não pode inventar que Maria tinha tudo de Eva, menos a capacidade de sofrer e sentir dor. Ou Maria é imaculada, ou Maria não é imaculada. Como é interesse da igreja fazer chantagem com os seus fiéis, Maria deveria sofrer e sentir dor.
    Para dar origem a Jesus como ser humano, com todas as características que deve ter um ser humano, 100% humano, Maria teria que ser totalmente humana e Jesus teria que ter como pai, um homem totalmente humano. O casal que deu origem a Jesus teria que ser, obrigatoriamente, um casal de humanos. Portanto, a teoria de que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo, não existe, ou Ele não seria 100% humano. E Ele teria que ser segundo as profecias: “…nascido de mulher, nascido sob a lei.” (Gálatas 4:4). No Novo Testamento são escassas as informações sobre a mãe de Jesus. Os primeiros cristãos prestaram-lhe atenção mínima até 431. Também nas Epístolas de Paulo, Maria NÃO é venerada. Foram os Evangelhos Apócrifos que difundiram a imagem lendária da Virgem Maria. O chamado Evangelho dos Hebreus atribui a Jesus mais uma afirmação polêmica: “O Espírito Santo é a minha mãe.” Mas nas parábolas e alegorias de Jesus não há referências à Maria.
    Ou Maria era divina ou Maria era humana, e o mesmo caso com Jesus, ou Ele era totalmente Deus ou totalmente homem. Se Maria era imaculada, ela era divina e, uma divindade cruzando com outra divindade, no caso o Espírito Santo, nunca nasceria um humano. Isto desmente a teoria da igreja de que Jesus era humano ou teria algo de humano.
    Segundo a Bíblia. Maria era casada com José, virgem ainda, mas casada quando o anjo apareceu e disse a ela que Jesus “será chamado de filho do Altíssimo.” Ser filho do Altíssimo é diferente de SER O ALTÍSSIMO o que comprova mais uma vez que Jesus não era Deus. E a próxima fala confirma isto: Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai”. O que quer nos dizer isto? O trono de Davi ficava na Terra e o anjo estava falando de um trono de um rei que morreu, Davi, e que Jesus o herdaria por ser filho de José, da família de Davi.
    Em Mateus1:18, ele afirma que Maria “achou-se ter concebido do Espírito Santo”. Marcos e João nem dão atenção a essa história e a mesma nem aparece no evangelho deles e, se essa fosse uma história importante, digna de crédito, todos a contariam.
    E o próprio Lucas afirma que Jesus é filho de José. Isso quer dizer que ele contou a história, mas sabia que era invenção de Maria, confirmando o que Mateus disse antes. Veja:
    […] foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria […] E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai”. Lucas 1:26-35
    José era descendente de Davi segundo o próprio Lucas e não Maria. “E o mesmo Jesus começava a ser de quase trinta anos, sendo (como se cuidava) filho de José, e José de Heli” Lucas 3:23. Portanto, se Jesus era filho de Davi, significava que o mesmo era filho de José.
    A conclusão deste estudo é que nada no texto das escrituras indica que Maria seja mãe de Deus, que Maria continuou eternamente virgem e que Maria era imaculada. Uma pessoa imaculada não é capaz de sentir emoções e nem Maria e nem Jesus (SE EXISTIRAM) eram zumbis. (Leia mais na web em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Imaculada_Concei%C3%A7%C3%A3o).

  4. Nailton mesquita não julgue a simplicidade das pessoas, é bem verdade q um bom português é importante mais não é o bastante, tem coisas q você sabe mais do q alguém, mais também tem coisas q alguém sabe mais do q você, será q você só sabe português.

  5. IRMÃO NAIRTON,A LINGUA PORTUGUESA NÃO VAI ME DAR A SALVAÇÃO, E SE VC NÃO TEM ARGUMENTOS NÃO DESVIE DO “FOCO” OK.

  6. Belas palavras Miguel Carneiro!
    E quanto ao irmão Alessandro, procure um professor de língua portuguesa, estude mais, desative o “Caps Lock” e torne-se apto a comentar em um blog tão bom quanto esse.
    “Paz e Bem!”

  7. IGREJA CATOLICA A MÃE DA HERESIA, PROIBE OS CRISTÃO DE EXAMINAR AS ESCRITURAS, ADORAM IMAGENS E IDOLATRAM SANTOS FEWITO DE BARRO OU GESSO, ABRAM OS OLHOS MEUS IRMÃOS PEÇAM DIREÇÃO E SABEDORIA A DEUS PARA LHES DAR INTENDIMENTO SOBRE A SUA PALAVRA. EU FALO ISSO PORQUE FUI CATOLICO E NUNCA TINHA CONHECIDO JESUS,, POIS O JESUS QUE EXISTIA LÁ ERA UM JESUS MORTO,DERROTADO E CRUSIFICADO NUM MADEIRO, DANDO A ENTENDER QUE NÃO SERIA POSSIVEL TER SALVAÇÃO SOMENTE POR INDUGENCIAS, DOGMAS, REZAS REPETITIVAS E INTERSEÇÃO DE MARIA E OUTROS SANTOS QUE NEM SE QUER PODEM SE SALVAR. ARMADILHA DE SATANÁS, POIS SENDO ASSIM NINGUÉM TERIA O CONHECIMENTO DAS SAGRADAS ESCRITURAS E ASSIM DETURPANDO A PALAVRA DO SENHOR, SERÁ MAIS FACIL IR PARA AS TREVAS.QUE O SENHOR TENHA MISERICÓRIA DE VCS ASSIM COMO TEVE DE MIM,, FIQUE NA PAZ DO NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.

  8. Pingback: APOLOGÉTICA: Catolicismo x Bíblia Sagrada « Assembléia de Deus – Bezerros (PE)

  9. Se é verdade que “todos os mentirosos irão para o lago de fogo” (Ap 21,8),
    quem escreu a bárbárie “sobre a paganização da doutrina”, terá que
    responder perante Deus um dia, por tantas mentiras assim. Se a “árvore se
    conhece pelos frutos”,os frutos da “Reforma” estão aí! Um mundo “evangélico”
    caindo aos pedaços (“Renascer, Universal, os “malas cheias” etc.). Quem tem
    telhado de vidro, não joga pedra na casa do outro. Já disse e repito
    o “AMAI-VOS UNS OUTROS, RESOLVE!” “Alguem nos COMPROU por ALTO
    preço…” E ficamos aí ferindo-nos uns outros por causa de bigiganga!!! Se
    somos malucos por JESUS, vamos levá-Lo mais a sério! PAZ E BEM!

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