Homossexualidade e Saúde Pública


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WASHINGTON DC, 13 Ago. 09 / 07:58 am (ACI). — Uma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina da Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador artigo onde aponta para a ocultação, por razões ideológicas, das graves conseqüências das condutas homossexuais para a saúde individual e pública.

O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, que revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.

“Trabalhei como enfermeira durante vários anos na década de 1980 de 1990 no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver os danos que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais”, diz o artigo.

“A co-autora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou convicta, à luz de minha experiência clínica e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos, que a homossexualidade nem é normal nem benigna. Mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’,” escreve Kathleen Melonakos.

“Por isso, eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que sofre mais de enfermidades infecciosas em seus quarenta e tantos anos que o dos que praticam a homossexualidade. Isso, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser prevenida em muitos casos, ou substancialmente curada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda”.

De acordo com a especialista, as enfermidades a que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (sífilis); enfermidades entéricas (infecções de espécies Giardia lamblia, — ‘enfermidade intestinal gay’ —, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); traumas (que têm como conseqüência incontinência fecal, hemorróidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).

“Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as conseqüências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. A homossexualidade conduz ou não a uma vida dramaticamente despedaçada? Os estudos dizem que sim, alguns em até o 40%, sendo o estudo do Dr. Cameron só um de outros muitos estudos que sugerem isso. Juntos, esses estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o cigaro, o alcoolismo ou o vício às drogas”.

Segundo a enfermeira, infelizmente “há um elemento de negação, no sentido psicológico, do que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam”.

“Existem razões sem ambigüidade — acrescenta a especialista — para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na efetividade e funcionamento social. Sim, de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os patrões de conduta são corretos (mostram padrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e uso de drogas, depressão, suicídio). Que a Associação Americana de Psiquiatria diga que essas características não constituem uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ está além do que dá para se crer. Dizer que a morte de jovens não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é um absurdo”.

Adaptação e divulgação: www.juliosevero.com

Fonte: http://www.acidigital.com

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