Ser Cristão é muito mais !!! Não sejais hipócritas ! Arregacem as mangas e façam a OBRA DE DEUS !!!


viver com cristo

O AMOR DE CRISTO NOS IMPELE

 APAIXONADOS POR CRISTO

 1.   “Eu vivo, ma já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim”. (Gal 2, 20)

 ª  Cristo no seu amor e na sua oblação ao Pai.

Nós: união íntima, adesão alegre e total à pessoa de Jesus.

 ª  O centro é Cristo, no seu amor que suscita em cada pessoa e comunidade as motivações que fazem viver. É amor inspirante e amor que sara as feridas que o pecado provoca.

 ª  A experiência de Paulo nos obriga a descobrir a raiz deste amor na Palavra de Deus.

 Textos para a oração: 2 Cor 5, 17; Gal 2, 19-20; Rm 8, 10-11; Rm 6, 3-4; 2Cor 5, 14b-18ª; Fil 1, 21; Col 3, 1-5a.10

 Constituições: nn. 2, 4, 5, 7, 21

 Vida nova em Cristo suscitada em nós pelo Pai.

 Esta vida nova nos foi nada mediante o amor de Cristo até ao extremo: entrega da sua vida na cruz,

 Mundo novo… criaturas novas.

 Tudo brota da ressurreição que o Pai fez no seu Filho Unigénito: “a maior mudança da história” também humana.

 O Pai estava com o seu Filho no momento do sofrimento e da morte, unido existencialmente a Ele numa total plenitude de amor recíproco, em favor da humanidade nova.

 O amor do Pai e do Filho vence a morte, penetra neste mundo de pecado e transforma-o, atraíndo-o a si.

 “Passaram as coisas antigas! Nasce uma realidade nova!

 O que é esta realidade nova? É a vida de Deus em nós, é Cristo que vive em mim.

 O encontro com Cristo ressuscitado, na fé e no baptismo, modifica, transforma e agarra-nos na comunhão existencial de Cristo com o seu Pai: é o dom do Espírito.

 Cristo não pode ser, se não o centro da minha vida.

 

Para reflexão

 a)   Aprecio o baptismo que recebi?

 b)   No dia a dia vivo em mim a oblação de Cristo no seu amor ao Pai e ao serviço do mundo?

 c)   Sinto-me amado por Deus Pai, Filho e Espírito Santo?

 unidos em cristo

 2.   “Quem fica unido a Mim e Eu a ele, dará muito fruto, porque sem Mim não podeis fazer nada” (Jo 15, 5).

 Textos para a oração: Jo 7, 37-39; Lc 24, 13-35; Lc 10, 37-42

 Constituições: n 28, 38, 39.

 

  • Como realizar este “encontro com Jesus Cristo”?

 

  • O ressuscitado vive sempre connosco: “Não vos deixarei órfãos: eu estarei convosco sempre, até a consumação dos séculos”.

 

  • Medita a experiência dos dois discípulos de Emaus. Passam do desânimo com falta de fé, à escuta do ressuscitado, ao encontro da partilha do pão e à inserção na comunidade: “Vimos o Senhor!”.

 

  • Na Eucaristia Jesus dá-se a si mesmo. Comungando o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, tornamo-nos participantes da vida divina. Na Eucaristia, o Deus Trindade que é amor, arrasta-nos no acto oblativo de Jesus” (Sacramentum Caritatis).

 

  • A união alegre e total à pessoa de Jesus é alimentada pela oração robusta e assídua, pela vivência sacramental, celebrada com os irmãos, em caminho para o Reino.

 

Para reflexão:

a)   A oração, os sacramentos, os irmãos, alimentam a comunhão com Jesus?

 b)   Tenho sede da água viva que brota do Coração Cristo e me deixo alimentar por Ele com gratidão?

 c)   “Se conhecesses o dom de Deus e Quem te pede de beber, tu é que Lhe pedirias e Ele dar-te-ia água viva”. Acreditas nisto?

 cristo no deserto

 3.   “Mestre, onde moras? …Eles foram e viram onde morava, e permaneceram com Ele” (Jo 1, 38-39).

 Textos para a oração: Mc 3, 13-15; Jo 15, 8-16; Jo 21, 15-22

 Constituições: n. 26, 52, 55.

  •  “Fui Eu que te escolhi. Permanece no meu amor… Não te chamo servo, chamo-te amigo”.

 

  • Escutemos o seu coração de Filho: Ele é o consagrado do Pai, vive exclusivamente dedicado no amor ao Pai. Temos com Ele uma relação nova, de pessoa a Pessoa, de tu a Tu.

 

  • Na luz do carisma de Congregação, contemplamos o Coração de Cristo e a Ele nos consagramos consentindo-O de entrar activamente na nossa vida e nos converta ao Pai. Configurados com Cristo no baptismo, vivemos no seu espírito de Filho os nossos votos de pobreza, obediência e castidade. O amor com que somos amados por Deus Pai, nos impele numa progressiva configuração com o seu Filho pobre obediente e virgem.

 

  • Para nós os conselhos evangélicos têm o mesmo significado fundamental que têm em Jesus: expressão do amor total ao Pai e aos irmão, que passa pela oblação de si até à morte: “Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida pelos seus irmãos”.

 

Para reflexão:

 a)   Sou chamado e consagrado: revisito com maravilha a sedução amorosa de Jesus? Ela orienta a minha vida?

 b)   A partir do Coração trespassado de Cristo, procuro contemplar com frequência a Cristo pobre, obediente e virgem, para aprender d’Ele sentimentos e atitudes?

 c)   Quais os aspectos do tema que te parecem vitais para que Cristo seja o centro da tua vida?

 

O AMOR DE CRISTO NOS IMPELE

CRISTO NOS UNE EM FRATERNIDADE

 ª  Constituições n. 59: “Somos chamados na igreja a seguir a Cristo e a ser no meio do mundo testemunhas e servidores da comunhão dos homens, numa comunidade fraterna.

Comprometemo-nos livremente nesta nesta vida comunitária, graças ao dom do Espírito.

Procuramos a inspiração e o modelo da vida comunitária na comunidade dos discípulos, reunidos em redor do Senhor e nas primitivas comunidades cristãs. (Act 2, 42-45)”.

 ª  A vida fraterna em comunidade é uma dimensão essencial da nossa vida consagrada, imagem da Trindade na terra.

 Discípulos de cristo

  1. “Chamou a Si os que Ele quis, e eles foram até Ele” (Mc 3, 13-14)

 Textos para a oração: 1Jo 4, 7-12; Act 2, 42-46

 Constituições: nn. 9, 12

 

  • O Pai enviou o seu Filho para que reunisse o seus filhos dispersos. Reuniu em volta de Si discípulos, para viver em comunhão com eles e para partilhar a sua vida com eles. A comunidade cristã se reune sempre em volta de Jesus. A comunidade religiosa sempre viu na maneira de viver de Jesus e da comunidade cristã dos inícios a expressão mais fecunda da sua missão.

 

  • Cada um de nós nasce, cresce e se realiza em comunidade. A fraternidade é um dom a cultivar com energia perante tendências individualistas, que fecham o olhar aos outros, termos de relação.

 

  • O exemplo de Cristo no seu fazer se solidário com os homens e, na sua ressurreição presente no meio deles, abre a nossa fé que se torna esperança de conseguir uma comunhão sempre mais profunda entre nós.

 

  • A vida em fraternidade é a nossa santidade. Cristo vive entre nós na Eucaristia, na sua Palavra, mas também em cada um dos nossos confrades.

 

  • A centralidade de Cristo na vida comunitária, revela-se no amor mútuo: “Nisto todos reconhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns para com os outros” (Jo 13, 35).

 

Para reflexão:

 a)   Vivo com gratidão a presença de Cristo Ressuscitado na Eucaristia, na Palavra e na fraternidade?

 b)   A presença de Cristo provoca em mim desejo de comunhão, de perdão, de amor mútuo?

 c)   Que espaço de vida fraterna criaria a presença de Cristo Ressuscitado se fôssemos conscientes desta presença?

  te amo em cristo

2. “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 13, 34)

 Textos para a oração: Jo 17, 20-24;   Rm 8, 14-17;   Lc 22, 25-27;       Fil 2, 1-5

 Constituições: nn. 63, 64, 68

 

  • O apóstolo Paulo nos revela que, pelo baptismo, somos filhos de Deus, único ser em Cristo, irmãos com Cristo, herdéiros da plenitude do Pai. Nos foi dado o Espírito do Filho que nos guia e reza em nós e por nós. O Pai envolve no mesmo amor o Filho e nós, porque nos ama. A vida filial é alimentada pela oração e pela caridade fraterna.

 

  • A fraternidade se realiza em Cristo, e, intimamente unidos a Ele, entramos no mistério de Trindade. É o Espírito que nos faz entrar na relação com o Pai e com o Filho. A nossa fraternidade é reflexo da comunhão que está na Trindade: Ela habita em nós e nos habilita a viver a comunhão fraterna.

 

  • A vida fraterna é iradiação do amor de Cristo, que se actualiza em cada membro da comunidade. A vida fraterna é, então, a síntese da nossa vida teologal. O amor recíproco revela a presença do Ressuscitado, é sacramento de Cristo, é encontro com o Deus.

 

  • Na comunidade somos todos discípulos em forte sequela do Mestre: vivemos pobres, humildes, obediente e castos como Jesus e com Jesus. É na comunidade que vivemos o amor, o perdão, a solidariedade, a oferta de nós mesmo, a cordialidade, a alegria, a estima, a partilha e a paz.

 

Para reflexão:

 a) Acredito com maravilha que Deus Pai me ama?

 b) Que espaços dou a Cristo na comunidade?

 c) Faço tudo quanto posso para promover a vida fraterna?

  um só corpo em cristo jesus

3.   “Pai, lhes dei a glória que me destes para que sejam um, como Nós somo Um” (Jo 17,22)

 Textos para a oração: Jo 17; 1Jo 4

 Constituições: nn. 2, 3.

 Directório Espiritual: n 196, pág 208

 

  • SINT UNUM! O exemplo do nosso Fundador nos ilumina. A unidade brota da Trindade Santa e se desenvolve em Cristo na vida fraterna. Em Cristo, Deus se fez carne para unir em Si todos os homens. A unidade comunitária grita ao mundo a presença de Cristo. Nascida de Deus, a comunidade irradia Jesus no mundo e O torna presente no serviço: por isso a comunidade fraterna é missão.

 

  • João Paulo II: “As comunidades de vida consagrada são enviadas a anunciar com o testemunho da própria vida o valor da fraternidade cristã e a força transformadora da Boa Nova que leva a reconhecer a todos como filhos de Deus e incita ao amor oblativo para com todos, especialmente para com os últimos. Estas comunidade são lugares de esperança e de descobrimento das bem-aventuranças: lugares nos quais o amor, alimentado pela oração e princípio de comunhão, é chamado a converter-se na lógica da vida e fonte de alegria”.

 

  • A vida comunitária atrai e leva a  Cristo. É missão e gera comunhão missionária. Inseridos no povo, através do acolhimento, a hospitalidade e o serviço humilde, tornamo-nos sinais privilegiados da comunhão.

 

Para reflexão

 a)   Acredito na comunhão fraterna? Vivo-a como missão ou como imposição?

 b)   Sinto-me responsável do testemunho que devo ser e dar à comunidade cristã?

 c)   Procuro viver em mim os sentimentos de Cristo?

 

O AMOR DE CRISTO NOS IMPELE

 O REINO DE DEUS-PAI ESTÁ PRESENTE!

IDE, ANUNCIAI O EVANGELHO!

 ª  Constituições n. 13: “Com todos os nosso irmão cristãos, somos levados a seguir os passos de Cristos para alcançar a santidade. Radicada no baptismo e na confirmação, a nossa vocação religiosa é um dom particular em ordem à glória de Deus e para testemunhar o primado do Reino. Ela encontra o seu sentido na adesão total e alegra à pessoa de Jesus. Compromete-nos a seguir a Cristo”.

 ª  Consagrados pelo Senhor Jesus, realizamos a missão de proclamar o Evangelho na sua igreja. Cristo é central na missão. Nós continuamos a sua missão no mundo, continuamos a sua incarnação.

 foi por você que Ele morreu

1.   “O Pai amou tanto o mundo até entregar o Seu Filho Único” (Jo 3, 16)

 Textos para a oração: Jo 3, 16-21; 1Jo 4, 9-11; Jo 11, 51-53

 Constituições: nn 4, 5, 11, 17, 21

 

  • O Pai quer salvar o mundo, o mundo dos homens, porque é misericordioso e compassivo e quer estabelecer uma aliança de amor com os homens. Mediante o Filho e o Seu Espírito Santo guia e sustenta o mundo, para que chegue à plenitude dos seu projecto de amor. O Pai é a fonte da missão; o Seu Reino de amor é a finalidade; os homens todos são Seus filhos.

 

  • Imagem e semelhança de Deus, o homem é chamado na alegria, na esperança e na gratuidade, a responder ao projecto de amor do Pai, em autonomia e liberdade que se actuam no acolhimento do seu amor.

 

  • O Filho do Seu amor e do Espírito Santo são dados como sinais viventes do Seu Coração de Pai.

 

Para reflexão

 a)   Foi o Pai que me amou e enviou o Seu Filho: sou capaz de acolher este amor?

 b)   Como vivo a minha liberdade de filho de Deus?

 c)   Sinto-me filho no Filho?

 

 2. “… para que o mundo se salvasse por Ele”

 Textos para a oração: Jo 6, 38-40; Jo 13, 1-15

 Constituições: n 23, 27, 52

 Directório Espiritual: n 199, pag 209

 

  • O mundo! Olhar sobre o mundo do homem com os olhos e o coração de Cristo. Ele veio para congregar os filhos de Deus dispersos, para os levar à casa do Pai. É o Salvador!

Na realidade da sua encarnação Jesus une a sua divindade com a natureza humana e a conduz ao Pai. Veio na condição de servo, lava os pés aos discípulos, cumpre a sua missão na fraqueza e no despojamento de Si.

 

  • Bom pastor, vai a procura da ovelha extraviada, vai a procura de Zaqueu, acolhe a pecadora, olha para Pedro e para o ladrão arrependido. O seu lugar é com os marginalizados e com os pecadores. Aí onde deve sempre encontrar-se o Sacerdote do Coração de Jesus, profetas do amor e servidores da reconciliação. O seu caminho é o nosso caminho.

 

  • Mediante os sinais simples da Palavra, da oração e da oblação de si, Jesus realiza a sua missão de Salvador. Ele é o verdadeiro reparador! E nós,  “com Cristo, em Cristo e por Cristo”, somos chamados a seguir os seus passos, para a alegria e glória do Pai.

 

  • O segredo da missão é sempre a “união íntima ao Coração de Cristo, e a comunhão ao amor e à oblação de Cristo ao Pai pelos homens”.

 

Para reflexão

 a)   Vivo unido a Cristo no seu amor e na sua oblação ao Pai?

 b)   Assumo a mentalidade de Jesus no Evangelho e por ela me deixo guiar?

 c)   Possuído pelo espírito filial de Jesus, como advirto a presença amorosa do Pai?

 espírito santo

 3.   “Recebei o Espírito Santo!… Como o Pai me enviou, também Eu vos envio..”

 Textos para a oração: Jo 20, 21-23; 2Cor 5, 14.19-21; Jo 3, 31b-36

 Constituições: nn 16, 23

 

  • O Espírito Santo acompanhou sempre Jesus: na incarnação, na vida apostólica e na paixão. É o dom que Jesus deixa à igreja, como dom da Sua Páscoa de Ressurreição.

 

  • O Espírito é o agente principal da missão. Presente em cada um, impele a anunciar o Evangelho e a aceitá-lo em vista da conversão que é o termo da evangelização.

 

  • Pessoa da Trindade, em relação de amor e comunhão com o Pai e o Filho, o Espírito cria liberdade, vida e verdade, dons que Ele derrama sobre a igreja e sobre cada cristão.

 

  • A comunhão do Espírito inclui a comunhão de formação de um só corpo de todos os homens.

 

  • Pela graça e pelo amor, o Espírito no unifica no Corpo de Cristo e derrama os seus diferentes dons para a edificação do único povo de Deus.

 

  • Todos, apesar da liberdade e diversidade de cada um, somos responsáveis e complementares na missão de igreja. No Espírito, o amor de Deus para connosco se revela como paternidade e filiação e nos faz instrumentos de reconciliação dos homens com Deus. Uma reconciliação pessoal e comunitária que enche de confiança e de alegria a missão dada em Jesus Cristo.

 

  • O Espírito nos faz compreender Deus como Pai e os outros como verdadeiros irmãos, criando uma consciência filial e fraterna.

 

  • A fecundidade da missão passa pela entrega do dom da vida ao projecto do Pai no coração do mundo e da igreja.

 

Para Reflexão

 a)   O facto de o Espírito Santo ser o agente principal da missão, que implicações para mim e para nós, agente, testemunhas, realizadores da missão?

 b)   Sedentos da intimidade com Cristo, sensíveis à realização do Reino de amor, que lugar ocupa o Espírito Santo na nossa oração e na nossa consciência?

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