“Para pôr tudo em uma palavra,uma ausência do Espírito Santo é a grande causa da instabilidade religiosa.”
Instabilidade Espiritual (?) – Busque a Face do Senhor
26.11.2010
Devocionais, Mensagens, Mundo Gospel, Notícias, Projetos, Testemunhos Aflições, Conversão, Conversão Superficial, Doutrina, Espírito Santo, Fé, Instabilidade Espiritual, Nascer de Novo, Religião, Religiosidade, Resistir às Tentações, Superficialidade 1 Comentário
Fugir (Combater) das Tentações
12.11.2010
TEMÁTICAS Acreditar, Céu, Combate, Deserto, Dinheiro, Fé, Fuga, Fugir, Jejum, Oração, Pecado, Perseverança, Prazeres Carnais, Sexo, TEntação Deixe o seu comentário
Fervor
12.11.2010
TEMÁTICAS Acreditar, Clamor, Confiança, Cuidado, Entendimento, Fé, Fervor, Obra de Deus, Oração, Pedido, Seara, Servir, Servo, Zelo Deixe o seu comentário
O fervor deve ser baseado no conhecimento e entendimento.
Romanos 10.2:
“Porque lhes dou testemunho de que têm zelo por Deus, mas não com entendimento.”
Uma das caracteristicas da nossa vida deve ser o fervor.
Romanos 12.11:
“Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor.”
Arrependimento
02.10.2010
Devocionais, TEMÁTICAS, Vídeos Arrependimento, Assembléia de Deus, Espírito Santo, Exortação, Fé, Maluco por Jesus, Nascer de Novo, Obediência, Pecado, Renascer, Restauração, Salvação, Servo Deixe o seu comentário
2 Coríntios 7:10
“Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar.”
Covardes e/ou Corajosos – O Perfil do Apóstolo Pedro
27.09.2010
Devocionais, Mensagens, Mundo Gospel, Testemunhos Amor, Apóstolo Pedro, Coragem, Covardia, Discípulo, Fé, Maluco por Jesus, Medo, Práticas Judaizantes no Cristianismo verdadeiro, Presença de Deus, Sermão 1 Comentário









Pedro é esse que nos dá exemplo de nossa humanidade, de nossas fragilidades e limitações. Sua jornada com o Mestre, fala a respeito de nossa própria jornada.
Quando observamos este discípulo em suas afirmações, questionamentos e ações tempestivas de seu temperamento sanguíneo, vemos que Pedro era este para quem num instante o Mestre dizia, “foi Deus quem te revelou” para logo em seguida ser repreendido por apresentar ideias que vieram do inferno. (Mateus 16:16)
Podemos ver em Pedro o desejo de seguir os passos de Jesus, como ele mesmo dizia: “estou disposto a morrer por ti ou contigo”, no entanto, nos momentos de provas reais, vacilou, acovardou-se e fugiu da luta e exposição pública. (Mateus 26:69)
Era um homem como nós, de duplo ânimo, inconstante, incapaz de levar os seus compromissos até o fim, como vemos em várias passagens de sua caminhada com Jesus.
Mas num determinado momento da vida deste apóstolo, algo ocorreu e Pedro passou a ser o grande líder da igreja naqueles primeiros passos.
Aquele que havia negado o amigo e Mestre diante do confronto foi quem se levantou e fez uma das maiores exposições do plano eterno de Deus. O homem que se acovardara agora está cheio de ousadia, se expõe sem medo e restrições. Naquele primeiro sermão de Pedro mais de 3 mil pessoas se agregaram à Igreja. (Atos:14)
O que ocorreu com o Pedro para que tal mudança acontecesse? Como podemos ver estas mudanças em nossa própria vida no dia-a-dia? Como podemos viver a vida que Deus, o Pai, propõe para nós? Como vencer o medo, a timidez, o pecado que tão de perto nos cerca?
Como ter um vida constante diante dos homens e na presença de Deus?
O segredo está na experiência pessoal com o Espírito Santo de Deus que agora já não é mais um Deus distante e externo, mas a vida de Deus em nós. O Espírito de Deus passa habitar no nosso ser. Se quisermos viver a vida de Deus temos que ter uma experiência com o Espírito Santo e precisamos de ser cheios Dele. (Atos 2:3)
Foi isso que mudou a vida de Pedro, ele foi cheio do Espírito Santo e deixou de ser o que se acovardava para ser o homem cheio de coragem que Deus usa.
E se pedirmos do seu Espírito, o Pai nos dará.
Trocando idéias – Olgálvaro Bastos Jr. - Aug 7, 2009
Não Existem Super-Heróis
27.09.2010
Devocionais, Mensagens, Mundo Gospel, Testemunhos Amor, Cair, Decepção, Erguer-se, Errar, Erro, Exortação, Fé, Idolatria, Igreja, Líderes Religiosos, Limite, Maluco por Jesus, Misericórdia de Deus, Obediência, Pastor, Perdão, Reflexão, Salvação, Super-Herói Deixe o seu comentário
Leia e reflita sobre como ser submisso e amável com seus líderes, seja em que âmbito for…
Texto Base: 1Rs 19.1 – 13.
Crescemos vendo super-heróis na TV. Eles eram sempre perfeitos, com seus poderes inimagináveis. A humanidade busca homens perfeitos, que nunca erram. Crescemos, contudo, continuamos buscando esses “super-heróis”. Cobramos muito daqueles que são autoridade sobre nós. Chega a ser uma perfeição subumana. Sejam essas pessoas nossos líderes, pastores, chefes, professores, e principalmente, os nossos pais. Não suportamos ou não sabemos lidar com o erro de quem está num patamar acima do nosso em autoridade. Tudo isso, não justifica as falhas, os erros. E não tira a responsabilidade dos erros das pessoas. Existe uma diferença entre o erro moral e erro comportamental (comportamentos que adquirimos ao longo da vida). Mas esta reflexão serve para alertar, para estimular o amor e o perdão e considerar aqueles que são lideres sobre as nossas vidas. Além disso, traz à tona a velha discussão acerca de alguns crentes que saem de suas igrejas devido à alguma decepção.
Lembremo-nos de Elias, profeta de Israel. Na época de Elias, Acabe e Jezabel reinavam em Israel. Baal era o deus adorado por eles. O capítulo 18 do livro de 1 Reis retrata algumas relatos sobre Elias. Ele era um homem de Deus que foi usado de uma forma maravilhosa. Ele também passou por maus momentos, muitas dificuldades. No entanto, ele permaneceu fiel diante de Deus e dos homens. Elias foi arrebatado por Deus, ele não morreu – 2 Rs 2.9. Quando analisamos a história deste homem de Deus, parece que não conseguimos observar erros em sua trajetória, mas ele errou. Nem por isso, sua história deixa de ter sua importância.
Cada um tem seu limite (vs. 1 a 4)
A rainha Jezabel ficou sabendo de tudo o que Elias fez no monte Carmelo com os profetas de Baal. Ela mandou dizer a ele que iria dar o troco. Com muito medo Elias fugiu para Berseba, ele andou aproximadamente 210 km e depois foi ao deserto. Lá ele assentou debaixo de um zimbro (árvore juniperácea), pegou uma sombra e clamou pela morte. Elias afinou para Jezabel. Ele não esperou pacientemente no Senhor. Ele se sentiu só e errou em não confiar em Deus. E Deus em seu amor e compaixão esperou o momento certo para confrontar Elias e mostrar a ele que há sempre um caminho, cuidando dele em amor e zelo.
Muitas vezes cobramos que as pessoas não errem. E quando elas erram não aceitamos e muitas vezes as rejeitamos, tratando-as com indiferença. Pessoas decepcionadas, em muitos casos até desviam-se da fé que professam, ou da igreja que frequentam, por causa dos erros do próximo. Está escrito na Bíblia em Jeremias 17.5: “Maldito o homem que confia no homem”. Achamos muitas vezes que o próximo é perfeito, um super-herói. Outra coisa que acontece é que achamos que os líderes são perfeitos, como super-heróis. Os líderes geralmente são alvo desses atos de insubmissão e rebeldia, ou ainda, retaliação.
Da mesma forma, os pais: alguns magoam com palavras, ficam muito nervosos, fazem diferença entre os filhos. Cobram demais, exigem tudo (estudo, casa, trabalho, irmãos). Além disso, descontam nos filhos os problemas pessoais. Muitos não têm tempo para estar com os filhos, substituindo a companhia dos filhos por outras coisas. Tantas razões levam muito adolescentes e até mesmo jovens dizerem: “Quero outro pai, outra mãe. Não agüento mais meus pais, não quero morar em casa”. Então o ódio, a raiva, o rancor e mágoa tomam conta do coração
Quem também geralmente enfrenta problemas de submissão e respeito à autoridade, são os professores e patrões. Há muita dificuldade por parte de muitos em respeitá-los e até mesmo em amá-los. Contudo, a maior parte das pessoas esquece que esses também erram. Eles são alvos de comentários e atos de julgamento.
Procure considerar (vs. 5 a 8)
Elias, o personagem dessa reflexão, teve seu limite. Deus buscou ajudá-lo no momento de agonia. Deus mostrou paciência, zelo, cuidado e amor para com Elias, ao enviar alimento e direcionamento a ele por diversas vezes, por meio de um anjo.
Aplicação
Procure compreender os limites dos outros, cada um tem o seu. Entender, considerar, passar por cima reflete o caráter de Deus em nós.
Algumas coisas a considerar:
Busque entender o momento (crise finaceira, problema no trabalho, TPM, pressão, tristeza) das pessoas. Você também erra, porque as autoridades em sua vida não podem errar? Busque considerar a história do próximo (na família, no trabalho etc). Procure enxergar as coisas boas também. Quando consideramos algumas questões para entender o outro, entendemos a linguagem do amor e mudamos nosso parâmetro de cobrança. Não é fácil ser mãe, pai, padrasto, madrasta, líder, pastor, professor, patrão etc.
Perdão e Amor (vs. 9 a 13)
Depois de tudo, Deus ainda fala com Elias. Elias foi para Horebe, foi envidado por Deus. Ele é levado para que Deus se revelasse, e assim voltaria aos momentos de origem do seu ministério como profeta. Deus se revela a Elias através de um ciclo suave. Deus não queria que Elias estivesse na situação difícil eu estava vivendo. O amor e o perdão são marcas fortes na atitude de Deus para com Elias.
Aplicação
“O amor encobre multidões de pecados”. Existem coisas que só o amor e o perdão podem resolver. Encarar, discutir, ódio, rancor, responder mal, não resolve nada. Ame apesar do erro. Líderes, Pai, mãe não deixam de ser seus pais por causa dos erros. Líderes, pastores, professores não deixarão de ser autoridades por causa do erro deles. As autoridades não aguentam tudo, como você também, mesmo que às vezes eles se mostrem super- heróis. Se coloque um minuto no lugar do próximo, e você será um pouco mais compreensivo.
Reflita
Como tem sido a minha relação com as autoridades que tenho em minha vida? Será que tenho buscado nas autoridades super-heróis? Seja mais compreensivo, paciente, amoroso, considere algumas coisas. Perdão e amor são atitudes que devem ser presentes na sua relação com as pessoas. A cura para qualquer dor e trauma familiar passa pelo perdão. Os maiores problemas que temos são dentro família e em nosso relacionamentos mais próximo. Se você deseja crescer, busque o perdão como remédio. Faça da mesma forma que Deus fez com Elias, exerça amor e zelo por aquelas pessoas que Deus colocou próximo a você, e que de alguma forma exercem autoridade a vocês.
::Pastor Bruno Barcelar
Integrante da liderança da Rede de Adolescentes da Lagoinha
Contato: (31) 8404-6457 – E-mail: bruno.barcelar@lagoinha.com
Texto adaptado: Redação Atos Hoje.
Sua vida pode naufragar como o Titanic ! ENTREGUE-SE A JESUS CRISTO AGORA MESMO ! Ele é o ÚNICO Senhor que Salva !
27.09.2010
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Jesus disse: “Erguei os vossos olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa. O ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto para a vida eterna.”
João 4:35 e 36
Leia este livreto meditando na situação das pessoas que você conhece e sabe que estão perdidas. Tente entender o que significa estar perdido eternamente.
Procure compreender o que representa o seu melhor amigo estar em tormentos eternos, onde não há água para refrescar a língua, conforme sentia o rico no inferno. Luc. 16,24. Com este sentimento leia esta mensagem, como um recado de Deus para sua vida.
O navio mais famoso do mundo foi construído nos estaleiros de Belfat, na Irlanda – entre a primavera de 1909 e maio de 1911.
No dia 31 de maio de 1911 o navio deslizou do estaleiro da construção Naval White Star Line. Naquele dia de festa um empregado da construtora disse: “Nem mesmo o próprio Deus pode afundar esse navio.”
A Sra. Albert Caldwell, embarcava no navio quando perguntou a um tripulante: “É verdade que este navio não pode afundar? “
O marujo respondeu arrogantemente: “Minha Senhora, nem Deus poderia afundar este navio.”
A primeira e última viagem partiu de Southampton, da Inglaterra.
As 12 h do dia 10 de abril de 1912, o Titanic partiu com destino a Nova Iorque, USA.
No dia seguinte o navio fez uma última parada, ancorado ao largo da costa da Irlanda, em Queenstown. Lanchas trouxeram para bordo passageiros para sua viagem à eternidade.
Existem poucas fotos deste histórico embarque, somente o padre Francis M. Browne, tirou algumas fotos de seus companheiros, a maioria deles embarcou para a eternidade.
O Titanic levava um total de 2.228 pessoas.
No início do século XX, este navio era o maior objeto móvel manufaturado do mundo.
Foi na época o navio mais longo já construído, com mais de 4 quadras de comprimento.
Acomodações para uma tripulação de 860 pessoas e capacidade para 3.500 passageiros. (Capacidade total era 4.360 pessoas.)
O Titanic pesava 66.000 toneladas.
Cada máquina de vapor tinha 9 metros de altura e os motores trabalhavam com 50.000 HP de potência.
Para transportar a âncora do navio foi necessária uma carroça com 20 cavalos.
Às 23.40h do dia 14 de abril 1912 o vigia Frederick Fleet avistou um Eisberg bem à proa do navio.
Imediatamente acionou o alarme. O Primeiro oficial William Murdoch, ordenou: ”Invertam a marcha das máquinas.”
Mas já era tarde demais. Após meio minuto, embora a proa do navio houvesse se desviado da montanha de gelo, ouviu-se um barulho vindo do fundo do navio. O Titanic havia sido ferido de morte.
Exatamente as 00:05 horas do dia 14 de abril de 1912, – 25 minutos após a colisão, o capitão Edward Smith, ordenou que os barcos salva-vidas fossem arriados, para transportar os passageiros ao mar.
Às 2,30h ao som do hino “Mais perto quero estar meu Deus de ti,” e executado pela orquestra de bordo, do maestro Wallace Harthey, o Titanic mergulhou rapidamente para as profundezas do oceano.
O radiotelegrafista John Philips, que mandou o telegrafista do navio The Californian “calar a boca” quando o avisava que avia Eisberg na proximidade rogou entre soluços: “Deus me perdoe… Deus me perdoe.”
300 corpos foram recuperados das águas e entregue às famílias, ou sepultadas em um cemitério na costa do Canadá, onde até hoje as sepulturas são cuidadas pela companhia marítima que sucedeu a White Star Line.
Os demais 1.223 corpos estão sepultadas no túmulo do vasto Oceano Atlântico Norte, junto ao próprio Titanic, a 4. 000 metros de profundidade.
Certo dia, quando eu estava começando a preparar a mensagem para o culto, a irmã Mônica Kagiva chegou a Livraria, contou como sua alma ardia em temor, ao testemunhar para um homem estranho dizendo-lhe: “Se eu não lhe falo da graça de Deus, da salvação que você precisa, imagine, você pode cruzar a rua, morrer ali mesmo e irá para o inferno, e eu serei culpada de sua perdição pois eu não lhe falei nada do socorro que Deus, em Jesus pode dar. O Sr. estará eternamente no inferno, e eu que nada lhe falei do Evangelho de Cristo, como ficarei?”
Ao sentir como o Espírito Santo agiu no coração desta irmã, que sentia o calor do inferno lançando suas chamas sobre aquele homem estranho, senti o dever de falar sobre o grito de Socorro daqueles que naufragaram com seu “Titanic.”
Entendemos o que representa o grito de uma alma que está afundando para as chamas do inferno? Ouvimos ainda o pedido de SOS dos náufragos que afundam ao nosso lado?
A grande maioria dos próprios cristãos estão surdos para com os clamores de multidões de pessoas que estão se agarrando nos últimos destroços de seu “Titanic” que afundou. O “Titanic” mais importante é o barquinho de sua existência e a sua família.
Quem se importa de socorrer a alma que está se agarrando nos últimos destroços de sua vida, antes de afundar?
A maioria dos cristão dorme tranqüilamente, e ainda critica aqueles que querem ajudar a socorrer os náufragos.
Há muitos cristão que sabem do fogo do inferno, sabem do castigo eterno para os perdidos, mas ficam de braços cruzados, nas poltronas confortáveis de suas igrejas. O problema não é a poltrona, é a preguiça espiritual.
O pior é que muitos reclamam quando é requerido algum sacrifício para ajudar aos que estão se afogando.
Segundo a enciclopédia “Brockhaus,” morreram no naufrágio do Titanic 1500 pessoas. Outros livros dizem que foram 1523 pessoas. Isso significa que, mais de 1500 pessoas clamaram por socorro depois do naufrágio, na noite escura, nas águas geladas do Atlântico Norte.
O dia 15 de Abril de 1912 amanheceu com uma frota de botes salva-vidas dispersos, com 705 sobreviventes do Titanic.
Todos os demais flutuavam no lugar do naufrágio, agarrados em pedaços de madeira, uns ainda com vida, outros já mortos.
Um dos navios mais próximos do naufrágio do Titanic, na noite da tragédia, foi o S.S. Carpathia, da Cunard Line.
Demorou algumas horas para chegar até o lugar onde os últimos sobreviventes estavam se batendo nas águas geladas.
Muitas vezes já é tarde quando chegamos à casa, ao hospital, ou ao lugar do acidente para socorrer as pessoas que estão morrendo sem Deus.
Mas, em alguns casos as pessoas estão gritando por socorro, ao nosso lado na igreja, na família e na vizinhança, mas existe alguém que quer e pode ajudar aos que estão agarrados nos últimos destroços de sua existência?
O Titanic zarpou sem Deus e naufragou!
Muitos saíram com sonhos altos, como o filho pródigo, mas em plena viagem da festa, afundaram como o “Titanic”.
Saíram da casa do Pai. Levaram sua herança para o mundo sem Deus.
Viveram felizes até que seu “Titanic” afundou na lama do sexo, da droga, do fumo e do álcool.
O “Titanic” da vida fácil naufragou!
O CD de Fábio e Ricardo, narra a história de Maria:
Ela saiu de casa, foi trabalhar na cidade. O salário era pouco, então descobriu que vender o corpo na prostituição seria uma saída fácil.
Até que grávida, sozinha e perdida, estava gritando por socorro.
Foi nesta miséria que Deus ainda achou uma saída e salvação para sua alma.
Quantas “Marias” estão se afogando e não há quem lhes estenda a mão.
Com certeza, a criança cresceu, e a solução que Deus lhe deu, ainda trouxe muitas dores e mágoas para ela.
Mas, o socorro de Deus existe e a vida pode ser refeita.
Procure ajuda quando o seu “Titanic” está afundando.
Os “Titanics” da vida fácil estão afundando mais e mais pela Aids.
Um pastor amigo, socorreu uma jovem, entregou a vida da jovem em oração ao Senhor; carregou a moça algumas vezes ao hospital e logo a jovem morreu, mas sua alma foi salva, no último momento. O pastor ainda levou sua alma aos braços de Jesus.
O que vamos presenciar nos próximos anos pode ser horrível! A revista Veja publicou um relato dos sepultamentos das pessoas que estão morrendo de Aids, na África. Caixões são vendidos como se vende gás em nossas cidades.
Em alguns vilarejos, funerárias vendem milhares de caixões por mês, pois a Adis, está exterminando o povo.
Este é o nosso mundo. Esta é a água gelada onde um “Titanic” após o outro, está naufragando.
Segundo informações extra-oficiais, em uma universidade do PR, foi feita uma campanha para doação sangue. 70% dos alunos cooperaram, mas em 30% do sangue foi constado Aids.
O que vamos fazer? A vida de muitos jovens já está com o “casco do Titanic” quebrado.
Já não há mais como reverter o quadro para milhares de pessoas. Mas, podemos ainda lhes falar do único barco salva-vidas no qual ainda devem embarcar, antes que cheguem ao inferno.
O Pastor batista John Harper, segundo o Livro: “Titanic o naufrágio da Soberba” de Arlindo Alves (pg.67) foi visto ainda na última noite antes do naufrágio evangelizando um jovem.
Enquanto outros se divertiam com danças e bebidas fortes, o pastor ouvia o grito da alma do jovem, que estava vivendo sua última chance de salvação.
Segundo o mesmo livro (pg 69) o pastor Harper, ao ouvir o alarme do naufrágio, tomou sua filha Nana que estava com ele, entregou-a a um capitão do convés, com ordens para colocá-la num barco salva-vidas.
(Nana, a filha do pastor, foi resgatada, mandada de volta à Escócia, onde cresceu, casou-se com um pastor, e dedicou toda sua vida ao Senhor a quem seu pai tinha servido.)
O pastor, depois de entregar sua filha, foi socorrer os outros.
Logo o Titanic deslizou para as profundezas do oceano, centenas de pessoas ficaram a se debater nas águas geladas, buscando agarrar-se a qualquer coisa que flutuasse, entre elas estava o pastor John Harper.
A sobrevivente Eva Hart, descrevendo a cena que presenciou afirmou: “O som das pessoas se afogando é algo que não posso descrever…”
O pastor Harper que lutava com as ondas para se manter vivo, vendo se aproximar dele um homem agarrado a uma tábua, gritou-lhe: Você é salvo?” Ante a resposta negativa, retrucou-lhe: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” Nesse momento a correnteza arrastou o homem para a escuridão. Instantes depois, voltaram a se reencontrar, e Harper, que já estava prestes a se afogar, indagou-lhe novamente: “Você é salvo? “ Outra vez a resposta foi “Não”. E Harper voltou a repetir-lhe: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.”
Não houve tempo para mais nada. Exausto, Harper escorregou do objeto que segurava e afundou, indo ao encontro do Senhor.
O “Titanic” da vida sem Deus afundou!
O comunismo queria eliminar o cristianismo do mundo. Mas, a Cortina de Ferro caiu, e o Muro da Vergonha foi derrubado.
Caíram as teorias de Karl Max. A fúria de Lenin e do comunismo deixou somente os “náufragos” em terror e pobreza, matando milhões de seres humanos.
Adolf Hitler queria eliminar os judeus e também os cristãos, deixou o “Titanic” Alemanha no fundo do mar e seu povo clamando por socorro.
Morreram 51 milhões de pessoas, durante a II Guerra Mundial.
Assim acontece com todos aqueles que viajam sem Deus e sem Jesus. Minha avó, nascida em Berlim, que viveu nos dias do naufrágio do Titanic, contava que no Titanic havia um cartaz que dizia: “Viajamos sem Deus e também não precisamos de Jesus.”
O Titanic que zarpou do porto de Southampton na Inglaterra, sem Deus e sem Jesus, matou 1523 pessoas e deixou centenas de pessoas gritando por socorro nas águas geladas, no meio do oceano.
Será simplesmente sem efeito um governante iniciar seu governo sem Deus e sem Jesus?
Será sem efeito um empresário construir sua fábrica ou empresa sem Deus e sem Jesus?
Será possível conduzir sem tragédia o “Titanic” sem Deus, e sem Jesus, onde dezenas, ou até milhares de pessoas trabalham duramente para manter o barquinho de suas famílias?
Um homem rico de São Paulo, dono de uma grande fábrica, dizia: “Meu deus é o meu dinheiro. Eu não preciso de Deus.”
Alguns dias depois perdeu sua fábrica e ficou sem nada. Onde ficou o seu deus quando toda a sua riqueza derreteu da noite para o dia?
Você talvez está boiando nas águas geladas depois do naufrágio de sua vida sem Deus? Clame por socorro enquanto ainda há tempo.
Peça ajuda! Aceite o socorro de Deus quando o seu “Titanic” afundar.
O Titanic do crente desviado afundou!
Temos em nossos dias incontáveis “Titanics” de ex-crentes no fundo do mar, e os ex-irmãos estão clamando por socorro no mar gelado da vida sem Deus. Milhares de crentes saíram de suas igrejas, sem Deus, sem Jesus e sem o Espírito Santo.
Muitos deles estão lutando agarrados aos últimos destroços de sua existência.
Alguns já não têm coragem de pedir socorro, nem para seus amigos, e até não possuem mais a coragem de pedir ajuda para Deus.
Lembro de meu amigo, filho de um pastor muito importante, este homem de Deus abriu a porta para o mundo diante de minha vida.
O jovem, aos 18 anos de idade, era o tradutor deu seu próprio pai no púlpito da igreja.
Quando passávamos o domingo juntos, o moço brincava de repórter, fazendo simulações de reportagens, com seu gravador, que na época era algo fantástico. Mas, quando retornou com seus pais para Alemanha, desviou-se dos caminhos de Deus. Tornou-se um solitário que trouxe muito sofrimento ao seu velho pai.
Na última visita a seu pai na Alemanha, o idoso homem disse-me na despedida: “Mário, ore pelo meu filho R.”
Este jovem poderia ser um grande instrumento nas mãos de Deus.
Quando zarpou para uma vida sem Deus, levou ao fundo do mar todos as grandes possibilidades que Deus lhe havia dado pelo nome que seu pai lhe havia deixado.
Você é um ex-crente? Um ex-irmão da família de fé?
O seu “Titanic” afundou chocado contra os icesbergs que existem nas fileiras da igreja?
Você quebrou sua fé, sua confiança e seu amor, no choque com um irmão, talvez com o pastor de sua igreja?
Há muitos anos atrás um médico de Curitiba disse-me: “Fazem 8 anos que me desviei de minha igreja.”
O motivo do naufrágio de seu barquinho de fé foi um desentendimento com o diretor do Hospital, e membro de sua igreja.
Por um saquinho com pedras de gelo, o diretor do hospital, ofendeu seu irmão de fé, seu colega médico da clínica em Belém do Pará. Foi num domingo de muito calor, por algumas pedrinhas de gelo.
O gelo já derreteu há muitos anos, mas o “Titanic” de um médico missionário afundou pela ofensa de seu irmão, diretor do hospital.
Quando o médico concluiu sua triste história, eu estava deitado em sua clínica tomando soro. Levantei-me com todo esforço e disse: “Dr., algum dia o Senhor nosso Deus vai dizer: “Filhos, acabou o jardim de infância. Venham todos para casa. Eu somente espero que não tenhamos nada de que nos envergonhar quando ele mandar guardar os “brinquedos” de nossa vida.”
Há terríveis brigas entre grandes homens por “brinquedos”.
Grandes homens e grandes mulheres afundam com toda sua existência, porque se chocaram com “icebergs” nas mais insignificantes questões da vida.
Seu “Titanic”, digo a sua vida espiritual, afundou por grandes ou pequenas ofensas? Talvez pela ofensa do pastor Mário Hort?
Todos nós somos falhos, tropeçamos, na luta pisamos nos “dedos” de nossos mais queridos irmãos, e eles nos nossos.
Se você foi atingido por algum destes icebergs, chame por socorro!
Se você foi ferido por um pecado ou por algum irmão, peça ajuda de Deus e de seus irmãos.
Se você está se afogando em pequenos “copos de água” ou em grandes oceanos, o inferno tem a mesma temperatura para crentes com razão, como para o maior ladrão.
Volte para casa de seu Pai Celestial e de sua igreja, antes que seja tarde demais.
O “Titanic” de sua família afundou?
Como eu gostaria de ignorar este capitulo de nosso tema! Até a lembrança desta página da vida já nos entristece.
Como seria agradável saber que todas as famílias do mundo estão viajando em plena paz e segurança.
Se ao menos fosse assim, que todas as famílias cristãs estivessem em plena paz e segurança.
Infelizmente o “Titanic” de muitas famílias afundou, e os familiares estão agarrados em destroços da família, prestes a afundar.
Muitos casais se desentenderam por “objetos da caixa de brinquedos” do jardim de infância, mas quando já têm cabelos grisalhos, estão dormindo em quartos separados, ou em hotéis solitários.
Você está vivendo os momentos após o naufrágio de seu “Titanic” familiar?
Seu casamento desabou?
Seus familiares estão esparramados na casa de pais e parentes, agarrados nos últimos destroços daquilo que era tudo o que vocês, sonhavam?
Ou você está percebendo o seu barquinho familiar ir a pique dia após dia?
Tempos atrás recebemos uma carta de Juiz de Fora – MG que dizia:
“Trabalho entre muitos funcionários numa metalúrgica de Juiz de Fora.
Notei um rapaz que havia se separado de sua esposa. Foi ele quem tomou esta decisão. Apesar disso, podia-se perceber a grande tristeza estampada em seu rosto, pois foi ele o causador da separação, e no fundo do coração ele amava a sua esposa.
Como nós viajávamos no mesmo ônibus da firma, foi possível observá-lo.
Comecei a orar por ele, para que o Senhor Jesus me desse forças para consertar o erro que ele havia cometido, e pedi graça ao Senhor para aproximar-me dele.
Eu tinha em casa alguns exemplares da revista Ecos da Liberdade nº 49, em cuja capa trás um casal de noivos e no seu interior mensagens maravilhosas para casais.
Orei a Deus e quando ele passou por mim no ônibus, entreguei-lhe um exemplar dizendo:” Márcio, leia este folheto com muita atenção e medite, ele vai te ajudar muito.”
Ele tomou agradecido e “devorou” a leitura.
No outro dia levou a revista para a esposa de quem estava separado. Alguns dias depois, eu voltava do culto, quando contemplei os dois passeando juntos com alegria no rosto.” A. D.
Por que você não clama por socorro? Por que não busca o auxílio do Altíssimo?
Muitas famílias foram resgatadas do inferno, justamente porque suas famílias caíram em ruínas.
Deus é o grande artista que faz dos troncos mais exóticos, a escultura de sua obra da arte de sua misericórdia.
O nosso Deus de amor parece passear pelas praias da vida à procura dos “troncos” expulsos pelas ondas do mar.
Ele, Deus, toma os “troncos” rejeitados, considerados pelos homens próprios somente para o fogo, mas Ele os leva para sua oficina de escultura, e faz deles a mais bela obra de arte.
O testemunho de várias pessoas que Cristo resgatou depois que seu “Titanic” familiar naufragou, é muito dramático, nem todos podem ser relatados.
Quero lhes apresentar uma história de um jovem que foi resgatado, depois que sua família e tudo o que sonhava afundou:
Será ocultado o nome do jovem pois combinei de que ele me apresentasse sua família, sua esposa e filhos depois de 20 anos, se eu e ele estivermos vivos.
O jovem chegou ao meu escritório desesperado, vendo como única saída o fim de sua vida, pois nada mais lhe restava de esperança.
Ele tinha sido recebido em um orfanato, quando já estava quase morto de fome.
Quando cresceu teve negadas as oportunidades de ser adotado por importantes famílias, inclusive um cônsul queria sua adoção.
No dia em que me procurou ele dizia que já foi crente, abandonou sua fé, e não conseguia mais crer em nada.
Ele lembrava de um erro que cometeu, e achava que jamais Deus lhe perdoaria.
Sentado em nosso escritório chorava inconsolavelmente, pelo seu erro.
Quando eu também não mais sabia como achar consolo e saída para sua vida profetizei para o jovem dizendo: “Jovem, vamos entregar sua vida agora novamente ao Senhor Jesus. Ele vai perdoar toda sua culpa que você sente sobre sua vida.
Vejo que você é sincero porque confessa claramente os seus erros.”
Depois de entregar o caminho do jovem ao Senhor disse: “Jovem, se eu estiver vivo daqui ha 20 anos, você terá 38 anos de idade e eu 68.
Quero que você venha me visitar com sua esposa e filhos.” Pois Deus vai cuidar de sua vida e achar uma família para você.
Alguns anos depois da visita do jovem, preparando esta mensagem, recebi uma carta que dizia:
“Querido pastor Mário Hort. Há três anos atrás tive uma longa conversa com o Sr.
Depois daquela conversa comecei a ser dirigido por Deus.
Trabalhei lavando piscinas para ganhar dinheiro.
Lembro como um dia de calor, perambulando pela cidade, sem rumo e sem onde inclinar a cabeça, uma senhora procurou o meu trabalho e me convidou para ir a um jantar do Ano Novo.
Eu não tinha roupa, nem calçado, mas ela disse: ‘Vem, o importante é participar.’ Então fui e a Sra. me deu um presente. Com o dinheiro na mão corri para a rodoviária para comprar uma passagem à Curitiba.
Sem rumo procurei emprego, mas ninguém queria me aceitar pois eu era menor de idade. Até que conheci uma Sra. que me deu socorro e me hospedou. Fui orando e pedindo a graça de Deus. Hoje dou graças a Deus porque constituí aquilo que o pastor falou para mim naquele dia.
Conheci uma jovem. Ela é cristã e de muita oração. Então Deus preparou tudo.
Comecei a trabalhar em uma igreja da capital. Gostaram muito de mim e disseram que iriam me ajudar.
Pouco tempo depois noivamos, e oito meses depois casamos. Recebi tudo, festa de casamento, tudo, tudo. Aleluia!
Hoje sou servo de Deus. Prego a Palavra de Deus em grandes e pequenos congressos. Deus me levantou.
No último dia 31 de julho 99, nasceu o meu primeiro filho.
Quero agradecer de coração por sua ajuda naquele dia. Estou pronto para testemunhar em sua igreja em M.C.Rondon.” C.A.D.
Como o jovem colocou seu número de telefone na carta, telefonei imediatamente para falar com o moço.
Sua esposa atendeu o telefone e disse: “Sim é aqui que C. está. Um momento.”
Quando C. chegou ao telefone, disse: “Justamente estou trocando as fraldas de meu filho.”
Este foi um dos sobreviventes de um “Titanic” que foi resgatado das águas pelo orfanato.
Quando depois em sua adolescência foi novamente jogado na rua, no último momento foi socorrido por Deus, quando pediu ajuda em oração.
Eu não pude fazer nada por ele. Mas o levei em oração ao Senhor Jesus.
Jesus primeiro lavou seu coração do pecado que o separava de Deus.
Depois de algumas provas, ele já está vivendo os primeiros passos de uma caminhada nos fortes braços do Bom Pastor.
Alguns momentos depois de transcrever a carta do jovem C. A. D., tocou o telefone, e era o irmão B. de Nova Prata, RS.
Não posso deixar de relatar o socorro que Deus conseguiu depois de afundar o “Titanic” de sua família.
B. saiu de sua casa e ninguém sabia ao certo onde ele estava.
Muitos anos depois da separação, a esposa chegou a um culto em M. C.Rondon, como visitante desconhecida.
Mais tarde aceitou a graça em Cristo e passou a servir ao Senhor com todo seu coração.
Passaram-se 20 anos desde que a Sra. e seu filho não tinham visto seu pai.
Certo dia um homem bem vestido e muito gentil chegou ao meu escritório.
Assim dizia o estranho visitante: “Pastor, o que fizeram com minha esposa e meu filho? Encontrei duas pessoas completamente transformadas.
Que moço educado é meu filho e como ficou diferente minha ex-esposa. Ouço seus cultos pela rádio e quero saber mais sobre o que tem a me dizer.”
Não é fácil retirar o “Titanic” de uma família naufragada há 20 anos.
B. queria saber o que ele deveria fazer agora depois de tantos anos de conflitos de sua vida.
O único conselho que pude lhe dar, foi aquele que eu havia dado a sua esposa e filho: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais o Senhor fará.” Sal.37,5
Foi isso que também G.B. fez. Quando falamos ao telefone, preparando este seu testemunho ele disse: “Pastor, pode dizer a todos que a partir daquele dia a minha vida começou a mudar. Ainda não alcancei tudo quanto desejo pela fé. Mas, creio que vamos chegar lá.”
Nem sempre é possível retirar o “Titanic” de uma família arruinada do “fundo do mar.”
Mas, aquele que clama por socorro pode salvar a sua alma da morte e do inferno.
Quem é resgatado, mesmo depois do naufrágio de sua família, pode reconstruir uma vida guiada pelo Espírito Santo, onde o Senhor dia a dia, fará o que é melhor para a sua vida.
Quem deseja sair conosco para buscar os náufragos?
Quando estou sobre a pequena sacada de nosso apartamento pastoral, vejo os telhados do salão social e do templo, mas meus olhos espirituais vêem uma longa história de resgate de pessoas, que já se aproxima para o final de três décadas.
Olhando para tudo o que nos uniu em M. C. Rondon nestes, quase 30 anos, vi a coragem daqueles que conosco foram resgatar os perdidos no “oceano” do pecado.
Muitas vezes temo que venhamos a perder o ânimo e a coragem de para sair sempre mais uma vez, e mesmo depois de estar exaustos, retomar mais novas iniciativas de salvamento, para os que estão agarrados aos últimos destroços de sua existência, à beira da morte.
Naquela noite lembrei de uma antiga história que durante muitos anos nos impeliu a sair, sair e sair sempre novamente para resgatar pessoas:
Há mais um homem morrendo lá fora.
Foi numa noite de forte tempestade, o mar agitado lançou um navio sobre as rochas e a tripulação esperava agonizada a morte certa.
A fúria do mar aumentava, e além de tudo, a noite chegava rapidamente.
Um bote de salva-vidas, com homens corajosos, apareceu e salvou os homens que já tinham perdido toda esperança.
Quando o bote de salva-vidas chegou à praia, João Holden gritou perguntando se todos foram salvos, e a resposta foi: “Todos, menos um homem.”
“E por que não o trouxeram?”
Os homens responderam: “Teríamos colocado em risco a vida de todos, por este motivo o deixamos sobre o navio encalhado.”
Então João disse: “Todos os homens que trabalharam no resgate estão exaustos, quem dos outros quer ir comigo para buscar aquele homem que ficou no navio?”
Seis homens fortes se prontificaram, mas neste mesmo instante veio a mãe de João, agarrou-se ao pescoço de seu filho e disse: “João não vá. Seu pai foi tragado pelas águas enfurecidas, e faz dois anos que seu irmão Guilherme embarcou e nunca mais foi visto. Você é o meu único filho em quem posso confiar e que pode me sustentar. Quem cuidará de mim, se as ondas irão engolir também você?”
João arrancou as mãos de sua mãe de seu pescoço e disse: “ Mãe, há um homem morrendo lá fora. Eu devo ir. Se o mar me tragar, Deus cuidará da Sra., estou certo disso.”
Beijou sua mãe e foi, juntamente com os demais homens para a escuridão da noite.
Encontraram o homem, ainda agarrado no navio, conseguiram tirá-lo e voltaram com ele.
Ao aproximar-se da praia, João Holden gritou: “Salvamos o homem, e digam a minha mãe, que ele é o meu irmão Guilherme.”
Entendemos o nosso compromisso de buscar aquele homem que está morrendo lá fora?
Sabemos o que representa a vida e a alma de um homem que é nosso irmão?
Temos ainda sentimentos por aquele homem estranho que está morrendo lá fora?
Ou estamos apenas preocupados com nosso bem-estar e nossa segurança, não nos importando por aqueles que estão morrendo lá fora?
Quem está disposto a sair conosco para salvar as pessoas que não podem sair das águas geladas sem que alguém lhes estenda a mão?
Quem está disposto a arriscar sua vida para salvar outros?
Quem está disposto a sacrificar sua segurança, sua tranqüilidade, seu bem-estar e colocar em jogo a sua vida no resgate de outros?
Segundo o filme “O Titanic” a Sra Rose, uma sobrevivente encontrada pelo produtor do filme disse:
“Quando o Titanic afundou, 1500 pessoas caíram no mar. Havia 20 barcos nas proximidades do naufrágio, somente um único (O Carpathia) voltou para socorrer os náufragos.
Os 19 navios se evadiram do lugar e não prestaram socorro às 1500 pessoas que, em sua maioria morreram congeladas, boiando em seus salva-vidas.
Milhões de cristão são omissos para com os “náufragos” que morrem sem Deus e sem Jesus.
Que será daqueles que enterraram seus dons e talentos e não os usaram para resgatar os perdidos?
Que será daqueles que simplesmente tinham muitas ocupações e não foram ajudar os perdidos?
Que será daqueles que simplesmente não fizeram nada pelos perdidos?
O capitão de um navio não socorreu as vítimas de um naufrágio, pois queria vender suas mercadorias. (não sei se foi um dos 19 navios que se evadiram do lugar da tragédia) O capitão foi levado ao tribunal e condenado à prisão.
Lamentando, ele se desculpava dizendo: “Sr. juiz, eu não fiz nada de mal. Por que sou condenado?” O juiz respondeu: “É exatamente por que o Sr. não fez nada, por este motivo é condenado.”
A omissão do crente que não quer ajudar no serviço de salvamento, é crime contra o irmão que está morrendo lá fora.
Segundo o filme, a Sra. Rose disse que foram salvos somente 6 pessoas, (entre estas estava Rose) entre as 1500 que caíram no mar. Tudo porque o socorro chegou tarde demais. As águas geladas mataram os sobreviventes nas águas do Atlântico Norte.
Não estamos falando apenas em visitar os cultos e estudos bíblicos.
Não nos referimos apenas à fidelidade nos dízimos e nas ofertas que devemos oferecer para a evangelização.
Não falamos apenas em testemunhos esporádicos que todos nós damos do amor de Deus.
Estamos convidando você para tudo isso e muito mais, para formar uma equipe de SALVA-VIDAS das almas que estão gritando por socorro.
Estamos convidando para um trabalho de resgate de pessoas que estão a poucos passos do inferno.
Estamos convidando para investir seu corpo e sua alma no resgate de nossos irmãos que estão morrendo lá fora.
Seu irmão está morrendo lá fora.
Muitos que hoje são chamados de irmãos, ainda há alguns anos estavam morrendo lá fora no pecado.
Muitos deles navegavam cantando e dançando para o inferno, nunca pensaram em pedir socorro, pois não sabiam que seu “Titanic” navegava para o inferno.
Quero relatar alguns breves testemunhos de pessoas, que eram nossos irmãos, mas ainda estavam lá fora e precisavam de nosso socorro.
Alguns deles viviam muito bem, sem preocupação; sentados em confortáveis poltronas. Mas, caindo no precipício do inferno:
Narci e Hilaine Mensch
Creio que uma das pessoas que mais transmite alegria é Hilaine Mensch.
Ela sabe sorrir e traz felicidade onde quer que esteja. Assim ela foi antes de sua conversão a Cristo, e assim é depois. Mas, o casal estava mergulhando no abismo da eterna separação de Deus, em viagem com festa a todo vapor.
Certo dia Hilaine encontrou a salvação em Cristo. Algum tempo depois também o esposo foi achado pela graça de Deus.
Mas, tudo começou quando um dia, um de seus filhos chegou à Hedwich Tierling e disse: “Tia, você não pode me dizer onde existe uma benzedeira, que possa me ajudar, pois eu preciso de ajuda.” Hedwich Tierling lhe disse: “Jovem você precisa é de uma igreja. Procure um pastor, fale com ele. Deus pode lhe ajudar.”
Este jovem ainda não foi resgatado, mas seus pais foram salvos, não por uma feiticeira, mas pelo amor de Deus.
Naqueles dias a família Mensch era estranha e nada significava para nós. Mas, já imaginaram o que aconteceria entre a igreja, se alguém hoje dissesse que o Narci e a Hilaine estão lá fora sobre um navio encalhado?
Ivo e Sônia Scheitel
Quem sabia onde estava Ivo e sua esposa Sônia há alguns anos atrás?
Jamais alguém imaginava que ele seria o nosso irmão. Algumas vezes sua esposa chegava ao meu escritório. Chorava amargamente. Tremíamos juntos, pois percebíamos claramente que o “Titanic” da família já estava afundado.
Quando telefonei para o Ivo, perguntando se poderia relatar seu testemunho, eu queria saber também quando foi que sua vida foi resgatada. Ele disse: “Foi no dia 29 de setembro, há dois ou três anos atrás.” E disse mais: “Pastor, pode contar tudo de minha vida.” Hoje ele é nosso irmão, pois alguém lhe estendeu a mão. Cristo lhe estendeu a mão e a família Scheitel pôde ser resgatada das águas que os arrastavam para o inferno.
Famílias Gruber
Arci Pfeifer trabalhava na casa de Olinda Kurz, irmã de Hulda Gruber. A jovem gostava de cantar e convidou a família para os cultos.
A vovó, Ana Sapka, foi a primeira a ser resgatada por Cristo.
Elizane, a neta de Ana, foi a segunda a aceitar a Cristo. Elizane é hoje a esposa do pastor Günter Müller, converteu-se certa noite no velho fusquinha da Igreja, em frente a casa, quando a levamos para casa, pois ela era muito jovem.
Também o pai, Albino e sua esposa Hulda Gruber foram resgatados pelo braço forte de Jesus. Naquela época Albino estava prestes a naufragar pela bebida alcoólica.
Os três filhos homens: Nahor, Aleri e Norli, também foram resgatados pelo forte braço do Salvador, como também a filha caçula, Nirvane.
No dia do falecimento de João Pedro o genro, Jair Triches queria ir para o baile. Mas, foi convidado para o culto, pois dizia seu amigo Aleri: “Faleceu meu amigo João Pedro. Ele bebia.” Este curto convite mudou o rumo da vida do jovem.
Jair não foi para o baile, mas chegou à igreja. Sua vida foi resgatada no domingo, depois do sepultamento do jovem pai, João Pedro Albino.
Uma grande árvore genealógica foi resgatada pelo cântico alegre de Arci Pfeifer e os constantes convites para os cultos.
Ismael e Amália Morosov
Quem sabia que Ismael Morosov estava morrendo lá fora, sendo tragado pelas ondas da cerveja? Se ele hoje é nosso irmão, por que ele não o teria sido naqueles dias? Faltava apenas que ele fosse resgatado.
Certo dia, conforme seu testemunho dado na igreja, na empresa onde trabalhava, o exame de sangue colocou-o diante da realidade: indicando que seu quadro clínico já era o de um alcoólatra.
Mas, a palavra de Deus atingiu fortemente o coração deste homem.
Durante uma visita em sua casa, numa segunda-feira, ele e sua esposa Amália aceitaram a mão de Jesus que se estendeu para resgatar as suas almas.
No último estudo bíblico Ismael me disse: “Quem esteve no ponto onde eu cheguei, deve saber que nunca pode tomar um gole. Pois aquele único gole pode fazer o vulcão adormecido entrar novamente em erupção.
A Palavra de Deus, os cultos e uma visita pastoral em sua casa, foi como um braço forte usado por Deus para resgatar a família de Ismael e Amália Morosov.
Nelson e Lurdes Mattes
Nelson Mattes estava sentados na igreja entre as pessoas, mas sua alma estava perdida, como os náufragos do Titanic. O tema da mensagem daquela noite foi: “O ponto de onde ainda é possível retornar”
Tudo começou no dia 18 de julho de 97. Lurdes Mattes, naqueles dias, uma Sra. desconhecida, pediu ajuda espiritual na secretaria da Igreja.
Ela sentia-se perdida e estava aflita à morte, pois o “Titanic” de sua família estava afundando.
Eu não tive o que fazer, a não ser orar com ela e entregar sua família nas mãos do Senhor Jesus. Para nossa alegria, Deus não salvou somente a sua alma, salvou também o “Titanic,” o seu casamento.
Que alegria foi quando o esposo, Nelson Mattes, naquela noite, sentiu que chegou ao ponto de onde ainda seria possível retornar.
Naquela mesma noite de culto, Deus resgatou também o esposo das águas, antes que a família afundasse, e salvou também suas almas da condenação do inferno.
Por este motivo somos gratos pela “torre de vigília” que temos em nossa clínica pastoral.
Sempre temos um pastor de plantão, para atender aos chamados de socorro daqueles que querem salvar suas almas da morte eterna.
Cláudio e Tina Metzner
O resgate deste casal começou na clínica de Estética, de Tina. (As vezes não precisamos sair com barco de salva-vidas para o alto mar.)
Herta Tierling era uma cliente que sempre convidava para os cultos.
Certo dia Cláudio e Tina estavam muito felizes, pois souberam que estavam esperando o nascimento de sua filha Barbara.
Então Herta disse em tom claro e sério: “Antes de nascer esta criança, façam algo concreto com Deus. Permitam que esta criança nasça em uma família de Deus.”
Este foi o toque mais forte. Numa segunda-feira pela manhã, Cláudio e Tina compareceram ao meu escritório, e ali tomaram a forte mão de Jesus que os resgatou da perdição e da morte eterna. O trabalho de resgate foi o testemunho e o constante convite de uma cliente que, ao entrar na clínica, se transformou no mais importante salva-vidas da família Metzner.
Deus nos chama para sermos “pescadores” de almas.
Somos chamados para pescar almas. Não para fisgar os “peixes” com anzóis e redes de traição. Somos chamados para estender-lhes as mãos.
Somos chamados para tirá-los das correntezas que os levam ao inferno.
Somos chamados para erguê-los para o os braços do Salvador Jesus e a “arca” da salvação, que é a igreja do Senhor.
Vamos fazer a nossa parte. No lugar onde o Senhor nos colocou. Com os dons que Deus nos equipou, para a pescaria de almas.
Vamos lembrar que é um resgate de vidas, que não irão para o fundo do oceano, mas para o fundo do inferno.
Vamos nos dar as mãos e formar uma grande corrente humana, de mãos que se estendem até o mais distante irmão, que ainda está perdido pelo Brasil, na África, na Ásia e em outros continentes.
Unidos cumpriremos nosso dever ou morreremos em pleno trabalho de resgate, mas não seremos covardes, e sim soldados valentes que lutam até o fim!
Não podemos sair sozinhos para socorrer os náufragos
É triste sentir-se sozinho, lutando contra as ondas furiosas que tentam tragar os nossos filhos e irmãos.
Sozinhos, nos ensaios do coral, do conjunto, nos dízimos e nas ofertas, perderemos a luta contra as ondas gigantes que a igreja precisa enfrentar.
Sozinhos no testemunho, no convite, na busca do mais religioso como do mais depravado cidadão, desmaiaremos exaustos da luta.
Sozinhos no cuidado e na proteção do rebanho, ficamos sem condições de defender aqueles que já foram resgatados.
Precisamos de sua participação inteligente.
Precisamos do calor de suas mãos. Precisamos da força de seu braço para socorrer e levar até em casa, aqueles que salvamos das correntezas do mar da vida.
Você vai nos ajudar nesta missão de resgate do seu irmão que ainda está lá fora?
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Você ainda está se afogando depois do naufrágio de sua família? Sabe que precisa da mão estendida do Salvador para retirar sua vida da perdição?
Entregue agora a sua alma ao Senhor em uma sincera oração. Clame pelo nome de Jesus. Peça que Ele salve sua vida da eterna condenação.
Diga ao Senhor: “Jesus, salva agora a minha alma. Apaga todos os meus pecados. Eu creio que o Senhor é o meu Salvador. A partir deste momento quero viver em plena comunhão com o Senhor pelo Espírito Santo. E desejo ajudar a salvar a vida de outros que estão se naufragando. Em Tuas mãos, Senhor Jesus, entrego a minha alma. Amém”
Ouça a:
“Hora da Irmandade Cristã”
O programa radiofônico internacional das Organizações Ecos da Liberdade, apresentado pelo Pr Mário Hort
Ondas curtas:
Curitiba – PR – Rádio Marumbi
Aos domingos – 8,00h às 8,30h Fixa 25 – 31 e 49m e em AM.
Rádio HCJB – Quito, Equador
Faixa 25 – 11.925 khz –16m-17,490
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Angola e Moçambique
Rádio HCJB as quartas-feiras 5,30h-Angola e 6,30 h Moçambique.(h. de Brasília)
Este livreto foi impresso graças a iniciativa dos “Missionários” que se propuseram a pagar os custos da 1º edição de 3.000 de exemplares.
Os “Missionários” são:
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“O que acontece quando Deus entra em campo”
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Temos que Glorificar a Deus em TUDO o que fazemos
23.09.2010
Devocionais, Louvando, Testemunhos Amor, Atitude Cristã, Avivamento, Boa Impressão, Consagração, Edificação, Espírito Santo, Fé, Glória a Deus, Glorificando a Deus, Má Impressão, Obediência, Pecado, Práticas Judaizantes no Cristianismo verdadeiro, Presença do Senhor, Responsabilidade, Restauração Deixe o seu comentário
Assumindo a responsabilidade
O homem é responsável por todos os seus atos, mesmo os inconscientes.
Arthur Koestler
Uma vez que a atitude influencia as escolhas que determinam o procedimento, uma avaliação honesta de nossos procedimentos pode revelar a qualidade da atitude predominante em nosso coração. Portanto, vamos agora inquirir nosso coração com algumas perguntas.
O que estou fazendo tem a aprovação de Deus?
Precisamos, diariamente, olhar para nosso procedimento e nos certificar de que a nossa maneira de viver tem a aprovação divina. Nosso modo de vida recebe a aprovação de Deus através da sua palavra?
“Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens.”1 Precisamos proceder com a consciência de que estamos fazendo tudo não aos homens, mas a Deus. Deus aprova o que está vendo em minha vida? Será que estamos prontos para romper, agora mesmo, com o que não tem agradado ao propósito divino?
Sugiro que você interrompa esta leitura por um tempo e analise sua vida. Se encontrar algo que contrarie o propósito de Deus, tenha coragem para romper com isso, coragem para dizer não. Recuse-se a permanecer com qualquer coisa que não tenha a aprovação divina. Se for necessário ser maltratado por optar pelas coisas de Deus, prefira sofrer, mas não fique com nada que interfira na recompensa que Deus preparou para você.2 Além de estragar o plano maravilhoso que Deus tem para nossa vida aqui, ficar com algo que ele não aprova é colocar em risco o compromisso com o tesouro que o Senhor tem para nós na eternidade.
O que estou fazendo glorifica a Deus?
O meu procedimento expressa louvores a Deus? Minha vida promove a glória de Deus?
“Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.”3 O nosso procedimento precisa promover a glória de Deus. Nossa vida precisa ser como aroma suave a Deus, uma vez que somos o bom perfume de Cristo.4 Nossa maneira de viver precisa ser uma constante adoração a Deus.
Quando Deus criou a mim e a você, ele tinha um propósito em mente: que fôssemos o louvor da sua glória, e a isso fomos predestinados.5 Não encontraremos a felicidade em hipótese alguma, a não ser que cheguemos a esta compreensão: minha vida precisa promover a glória de Deus. Só seremos felizes se passarmos a viver nesta dimensão de vida: adorar a Deus! Assim, seremos plenamente realizados.
Talvez aqui esteja um problema: achar que devemos construir nossa felicidade e, para isso, enveredar em tantas buscas, nos esquecendo de que só seremos felizes quando estivermos fazendo da nossa vida o projeto verdadeiro de viver para adorar a Deus.
O que eu estou fazendo promove alguma má impressão?
Os lugares aonde vamos, os caminhos pelos quais andamos, as pessoas com quem caminhamos, as mesas onde nos assentamos, aproveitamos essas ocasiões para que nossos procedimentos dêem, aos que nos rodeiam, a oportunidade de terem de nós uma boa impressão? Ou deixamos uma má impressão por onde passamos?
“Abstende-vos de toda a aparência do mal.”6 Precisamos eliminar do nosso procedimento não só o que claramente sabemos ser contrário a Deus, mas tudo o que pode dar uma aparência pecaminosa em nossa vida.
Será que existe algo em meus relacionamentos que dá alguma aparência de pecado? O jeito que eu uso as palavras dá alguma brecha para o pecado? Os programas de televisão, os filmes aos quais assisto, os livros e revistas que leio, tudo isso tem causado uma má impressão? Minha aparência, o modo como me visto, o jeito com que olho para as pessoas do sexo oposto têm alguma aparência de pecado?
Precisamos romper com qualquer coisa que possa aparentar uma vida distante de Deus.
Nas coisas que faço, existe a presença da dúvida?
Quando orientou os cristãos de Roma, o apóstolo Paulo apresentou o princípio de que precisamos basear nossa vida na certeza da fé. Paulo nos ensinou que o que não provém da certeza da fé é pecado.
Assim, seja qual for o seu modo de crer a respeito destas coisas, que isso permaneça entre você e Deus. Feliz é o homem que não se condena naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvida é condenado se comer, porque não come com fé; e tudo o que não provém da fé é pecado.7
A presença da dúvida em nossa vida deve servir de alerta. No mínimo, precisamos colocar-nos em oração para que Deus nos revele se estamos procedendo de acordo com o ensino da sua palavra. Uma boa atitude é procurar o líder espiritual para um aconselhamento.
O que eu vou fazer trará bons resultados para minha vida e para a vida das pessoas a meu redor?
Nosso procedimento precisa produzir resultados espirituais positivos a nós e aos que nos rodeiam. “Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres, pois, agindo assim, você salvará tanto a si mesmo quanto aos que o ouvem.”8
Uma árvore se dá a conhecer por seus frutos. A árvore boa dá um bom fruto. Do mesmo modo, a nossa nova vida com Cristo é conhecida pelos frutos, pelos resultados que produzimos.9 Portanto, podemos avaliar nosso procedimento pelos resultados que ele está promovendo: o que eu estou fazendo edifica os que vivem a meu lado?
Em Romanos 14.19, a Bíblia nos orienta: “Por isso, esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz à paz e à edificação mútua”. Um pouco mais à frente, em Gálatas 6.7, Paulo nos adverte sobre o perigo de procedermos sem critérios: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá”.
Não podemos permitir que o jeito Caim de se nos torne cegos, a ponto de vivermos a vida sem nos avaliarmos diariamente. Ah! Se Caim tivesse parado para avaliar-se e corrigir seu procedimento, como sua história teria sido diferente. Mesmo sendo advertido por Deus, ele prossegue desgraçadamente no procedimento errado, culminando numa vida de irrealização, vazio, solidão, derrota e escravidão no pecado.
“Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo.”10 Hoje, a mesma exortação que Deus fez a Caim faz a nós. E nosso dever escolher a maneira certa de agirmos. Não importa o que fizeram conosco no passado. Pode até ser que fomos vítimas de abusos, injustiças e tiranias. Hoje, neste exato momento, estamos com o poder de decisão em nossas mãos. Nossos algozes não têm mais nenhum poder sobre nós. Não importa o quanto nosso passado foi errado; agora, podemos escolher agir da forma certa, podemos recomeçar à luz do que Deus já nos deixou claro em sua palavra.
Deus sabe que não fomos, nem somos e jamais seremos perfeitos por nossa própria força, competência e mérito. Ele não exige perfeição para nos aceitar. Deus espera apenas sinceridade e integridade de nossa parte. Ele deseja que apresentemos nossos passos, nossos pensamentos, nosso coração, nossas atitudes, nossos procedimentos à luz do que já nos ensinou.
Hoje é o tempo de recomeçar. A cruz de Cristo é a garantia de que podemos recomeçar, sempre que descobrirmos que nos perdemos na jornada em direção ao centro de sua vontade.
Levante-se ! Você é responsável
por todos os seus atos !
J. JACÓ VIEIRA, in A Síndrome de Caim
in Maluco por Jesus
Diga NÃO ao DIVÓRCIO (em nome de Jesus Cristo)
17.09.2010
Devocionais, Mensagens, Orações, Projetos, Saúde, Testemunhos Abominação, Aliança, Amor, Casamento, Condenação, Divórcio, Exortação, Fé, Fidelidade às Sagradas Escrituras, Filhos, Igreja, Noivos, Obediência, Separação Deixe o seu comentário
ESTUDO SOBRE O DIVÓRCIO
As estatísticas afirmam que dez anos atrás, havia menos de 100.000 divórcios o Brasil. Hoje são cerca de 200.000. Um em cada quatro casamentos no Brasil acaba em separação. Num período de quase 10 anos, o número de casamentos caiu, e de separações dobrou no país.
As causas do divórcio:
Se divórcio é o atestado do pecado humano, precisamos agora colocar algumas das mais freqüentes razões humanas para a separação. Quais são as razões ou causas da separação entre os casais? Gostaria de mencionar pelo menos quatro causas:
- Descuido da vida cristã dos cônjuges
- Ausência do perdão
- Indisposição à mudanças necessárias
- Ausência do amor
- Outras razões
O A. T. já tratava com relação ao divórcio. A grande questão debatida está em Deuteronômio 24:1-4 “Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, se ela não achar graça aos seus olhos por haver ele encontrado nela coisa vergonhosa, far-lhe-á uma carta de divórcio e lha dará na mão, e a despedirá de sua casa”.
O SIGNIFICADO DA PALAVRA “COISA INDECENTE” DE Dt 24.1
1 – A palavra hebraica, para “indecente” é ‘ervar davar (composto de ‘ervâh, nudez e davar, palavra), “Nudez de Palavra”.
Dando a entender que se trata de algo comprometedor, que a mulher expressa com palavras (palavra nua); palavrões; expressões grosseiras, que revelam falta de respeito; agressividade verbal; rebeldia; insubordinação.
TALMUDE – Doutrina e jurisprudência comentada da lei mosaica com explicações dos textos jurídicos do Pentateuco. O Talmud foi redigido durante aproximadamente mil anos, entre 450 a.C. e 500 d.C. É reconhecido pelos judeus como tendo a mesma autoridade do Antigo Testamento. Esse complexo literário rege a vida judaica até o dia de hoje, e desde longas datas tem exercido forte influência na vida do povo. Define “coisa indecente” de Dt 24:1 de várias maneiras e isso causou um desprezo e banalização do casamento, principalmente para as mulheres, que, logicamente se tornaram as maiores vítimas. Com isso, um judeu poderia dar a carta de divórcio por qualquer coisa, como por exemplo:
a) Abriga atitudes impróprias como andar com o cabelo solto;
b) Andar sozinha pela rua;
c) Conversar com outro homem;
d) Maltratar sogros;
e) Gritar com o marido;
f) Ter má reputação;
g) Revelar hábitos condenáveis.
Tudo isso, segundo pensamento judaico, está ligado à falta de respeito, a agressividade e à insubordinação da mulher para o casamento.
2 – É evidente que a “coisa indecente” não se referia ao adultério, pois esta era, nesse tempo, condenado com pena de morte – (DT 22.22) – “Se um homem for achado deitado com uma mulher que tem marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, eliminarás o mal de Israel”.
O QUE JESUS PREGOU?
MT 19.9 – “Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério…“. Gr. “porneia” – dultério, fornicação, homossexualidade, lesbianismo, relação sexual com animais, relação sexual com parentes próximos – Lv 18. A palavra explícita para adultério é “moichao” – ter relação ilícita com a mulher do outro – Mc 10.11-12.
O QUE DEUS PENSA SOBRE O DIVÓRCIO?
Ml 2.16 – “Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio (repúdio)…“
ANÁLISE DO TEXTO DE 1CORÍNTIOS 7
O texto de 1Coríntios 7 é que trata de forma mais extensa sobre o divórcio. Algumas questões respondidas por Paulo neste capítulo: sexo no casamento, celibato, divórcio, sobre as virgens e viúvas. Tem três coisas que precisamos ter em mente para entendermos as questões levantadas:
(1) O dualismo grego. Os coríntios eram cheios de filosofias. A cidade de Corinto só perdia em termos de cultura e literatura para Atenas. Havia várias escolas filosóficas. A idéia que predominava era o dualismo grego: uma visão de mundo que via a realidade sob duas óticas ou o andar de cima e o andar de baixo. Dizia que o que era “espiritual” era bom e tudo que era material era secundário, inferior. Valoriza a alma em detrimento do corpo. Essa idéia influenciava no casamento. Principalmente o sexo. Alguns crentes achavam que o sexo era algo inferior e sem importância no casamento.
(2) O ambiente sexual da cidade de Corinto. Havia o templo de Afrodite e envolvia a prática da relação sexual com as sacerdotisas (prostituição cultual). Dizem que à noite as sacerdotisas saiam em busca de práticas sexuais na cidade. Um cristão sofria uma pressão muito grande nessa cidade.
(3) As perseguições aos cristãos corintianos. Poderiam ter os seus bens tomados pelas autoridades da cidade. O que deve um homem fazer? Casar e deixar sua esposa e filhos sujeitos a morte e prisões por causa da perseguição ou ficar solteiro? Posso me separar para servir a Deus? Meu marido não é crente, posso me separar dele para servir melhor a Deus? O que é melhor para os solteiros e as viúvas? Minha filha virgem deve casar-se ou manter-se pura para o Senhor?
O cap. 7 todo é a resposta de Paulo às perguntas feitas pela igreja de Corinto a respeito da vida conjugal. Suas instruções devem ser lidas à luz do versículo 26: “Tenho, pois, por bom, por causa da instante necessidade”. Um período de grande aflição e perseguição estava para vir sobre os cristãos de então, e nessa situação, a vida conjugal seria difícil.
Podemos inferir do texto algumas perguntas que o Apóstolo Paulo teve que responder.
Resposta a perguntas acerca do casamento
Pergunta: Paulo eu quero servir a Deus, mas o que é melhor, casar ou permanecer solteiro? Resposta: v. 1 e 2.
7.1 – “Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher”.
QUE O HOMEM NÃO TOCASSE EM MULHER. Note-se que “não tocar em mulher” significa, aqui, não ter relações ou contato físico com as mulheres, ou seja, casar-se. É o ato sexual (Gn 20.6; Pv 6.29).
7.2 – “mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido”.
Um dos objetivos do casamento é a satisfação legítima do desejo sexual. Alternativa para a impureza sexual. O padrão aqui é monogâmico. Paulo não era machista, pensa na mulher.
Pergunta: Como deve ser o sexo para nós casados? Isso não é pecaminoso? Posso casar sem praticar o sexo? Resposta: v. 3 e 4.
7.3 – “O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher, ao marido”. Êx 21.10; 1Pe 3.7.
O MARIDO PAGUE À MULHER. Casou, sexo é dívida. O compromisso do casamento importa em cada cônjuge abrir mão do direito exclusivo ao seu próprio corpo e conceder esse direito ao outro cônjuge. Isso significa que nenhum dos cônjuges deve deixar de atender os desejos sexuais normais do outro. Tais desejos, dentro do casamento são naturais e providos por Deus, e evadir-se da responsabilidade de satisfazer as necessidades maritais do outro cônjuge é expor o casamento às tentações de Satanás no campo do adultério (v.5). A idéia que a abstenção é mais santa veio do paganismo (1Pe 3.7; Hb 13.4).
7.4 – “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também, da mesma maneira, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher”.
Poder, i.e., autoridade. Cada cônjuge pertence um ao outro.
Pergunta: Mas Paulo eu gostaria de me santificar me abstendo do sexo, o que fazer? Resposta: v. 5 e 6.
7.5 – “Não vos defraudeis (priveis) um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e, depois, ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência”.
Priveis. Defraudeis. Abstenção temporária, com consentimento mútuo e para uma finalidade boa, está certo. Assemelha-se ao jejum (Ec 3.5; Jl 2.16).
7.6 – “Digo, porém, isso como que por permissão e não por mandamento”.
Isto. 7.2-5. Geralmente o homem deve casar-se. Paulo prefere o celibato por boas razões (29, 32, 35) e porque tem um dom (gr charisma) de Deus. O casamento exige dons também (Mt 19.10-12).
Pergunta: O casamento e o celibato são dons ou uma opção? Resposta: v. 7.
7.7 – “Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira, e outro de outra”. At 26.29; 1Co 9.5; 12.11; Mt 19.12. Os Eunucos do Reino (Mt 19.9-12).
Pergunta: Os solteiros e as viúvas devem casar ou não? Resposta: v. 8 e 9.
7.8 – “Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu”.
O ideal: ficar livre para melhor servir a Deus (32).
7.9 – “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se”. 1Tm 5.14
Viver abrasado. Lit. estar no fogo, queimar.
Pergunta: E aos que são casados o que tem que fazer? Quando não dá realmente certo? Resposta: v. 10 e 11.
7.10 – “Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido”. 1Co 7.12,25,40; Ml 2.14,16; Mt 5.32; 19.6,9; Mc 10.11; Lc16,18
7.11 – “Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher”.
SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR. Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos.
Pergunta: E quando um dos dois não é crente, o que fazer? Resposta: v. 12-17.
7.12 – “Mas, aos outros, digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe”.
DIGO EU, NÃO O SENHOR. Não se trata de Paulo meramente dar sua opinião aqui, antes; está declarando que não tem uma citação de Jesus para confirmar o que ele vai escrever. No entanto, o que ele passa a escrever, procede de quem tem autoridade apostólica, sob inspiração divina (25,40; 14.37).
7.13 – “E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe”.
7.14 – “Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido. Doutra sorte, os vossos filhos seriam imundos; mas, agora, são santos”.
MARIDO… MULHER… FILHOS. Por ser crente o marido ou a mulher, ele, ou ela poderá ter uma influência especial para levar o outro cônjuge a aceitar Cristo (1Pe 3.1,2). Isto não significa, todavia, que os filhos de tal lar sejam automaticamente crentes. Eles são santos no sentido de serem separados pela presença de um pai ou mãe crente. Deus por amor do conjugue crente faz uma distinção com relação ao incrédulo. P.ex. Potifar foi abençoado por causa da presença de José em sua casa – Gn 39.3. Abraão intercede por Sodoma e se lá tivesse dez justos o Senhor não a teria destruído – Gn 10.
O Apóstolo Paulo fala no verso seguinte aquilo que os estudiosos entendem como a “exceção Paulina”:
7.15 – “Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz”. Rm 12.18; 14.19; 1Co 14.33; Hb 12.14
NÃO ESTÁ SUJEITO À SERVIDÃO. Se o cônjuge incrédulo escolher a separação, o crente deve aceitá-la, depois de ter feito todo o possível para evitá-la. “não está sujeito à servidão”, significa que o crente fica desobrigado do contrato conjugal. A palavra “servidão” (gr. douloo) significa literalmente “escravizar”. Nesse caso, o crente fiel já não está escravizado aos seus votos conjugais. Tal cônjuge crente abandonado fica livre para casar-se de novo, mas só com um crente (v.39).
7.16 – “Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?”
Este verso pode ser interpretado em duas maneiras: (1) em favor de não dar o divórcio; e, (2) em favor de dar o divórcio. Ou seja, se o descrente quer ir embora não deixe, pode ser que você seja um instrumento para a conversão dele. Ou, se o incrédulo quiser ir embora, deixe que vá, como saberás se salvarás o teu marido? Deus te chamou para paz.
7.17 – “E, assim, cada um ande como Deus lhe repartiu, cada um, como o Senhor o chamou. É o que ordeno em todas as igrejas”.
Pergunta: E no que se refere as ordenanças judaicas, como devemos proceder? Resposta: v. 18-24.
7.18 – “É alguém chamado, estando circuncidado? Fique circuncidado. É alguém chamado, estando incircuncidado? Não se circuncide”. Gl 5.2
7.19 – “A circuncisão é nada, e a incircuncisão nada é, mas, sim, a observância dos mandamentos de Deus”. Gl 5.6; Jo 15.14; 1Jo 2.3
7.20 – “Cada um fique na vocação em que foi chamado”.
O evangelho pode ser vivido em quaisquer circunstâncias.
7.21 – “Foste chamado sendo servo? Não te dê cuidado; e, se ainda podes ser livre, aproveita a ocasião”.
7.22 – “porque o que é chamado pelo Senhor, sendo servo, é liberto do Senhor; e, da mesma maneira, também o que é chamado, sendo livre, servo é de Cristo”. Jo 8.36; Rm 6.18; Fm 16; Gl 5.13; Ef 6.6; 1Pe 2.16
7.23 – “Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens”. 1Co 6.20; 1Pe 1.18-19; Lv 25.42
7.24 – “Irmãos, cada um fique diante de Deus no estado em que foi chamado”. 1Co 7.20
Pergunta: E com relação às filhas virgens? Resposta: v. 25-28.
7.25 – “Ora, quanto às virgens, não tenho mandamento do Senhor; dou, porém, o meu parecer, como quem tem alcançado misericórdia do Senhor para ser fiel”. 1Co 7.6,10,40; 8.8,10; 1Tm 1.12,16.
O celibato é apresentado como algo desejável, embora não necessário.
7.26 – “Tenho, pois, por bom, por causa da instante necessidade, que é bom para o homem o estar assim”.
Provavelmente uma circunstância extremamente difícil pela qual passavam os cristãos em Corinto.
7.27 – “Estás ligado à mulher? Não busques separar-te. Estás livre de mulher? Não busques mulher”.
7.28 – “Mas, se te casares, não pecas; e, se a virgem se casar, não peca. Todavia, os tais terão tribulações na carne, e eu quereria poupar-vos”.
“RAZÕES GERAIS DAS RESPOSTAS DE PAULO”
7.29 – “Isto, porém, vos digo, irmãos: que o tempo se abrevia; o que resta é que também os que têm mulheres sejam como se as não tivessem”. Rm 13.11; 1Pe 4.7; 2Pe 3.8-9
7.30 – “e os que choram, como se não chorassem; e os que folgam, como se não folgassem; e os que compram, como se não possuíssem”.
7.31 – “e os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa”.
7.32 – “E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor”. 1Tm 5.5
7.33 – “mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher”.
7.34 – “Há diferença entre a mulher casada e a virgem: a solteira cuida das coisas do Senhor para ser santa, tanto no corpo como no espírito; porém a casada cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido”.
7.35 – “E digo isso para proveito vosso; não para vos enlaçar, mas para o que é decente e conveniente, para vos unirdes ao Senhor, sem distração alguma”.
7.36 – “Mas, se alguém julga que trata dignamente a sua virgem, se tiver passado a flor da idade, e se for necessário, que faça o tal o que quiser; não peca; casem-se”.
7.37 – “Todavia, o que está firme em seu coração, não tendo necessidade, mas com poder sobre a sua própria vontade, se resolveu no seu coração guardar a sua virgem, faz bem”.
7.38 – “De sorte que, o que a dá em casamento faz bem; mas o que a não dá em casamento faz melhor”. Hb 13.4
7.39 – “A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor”. Rm 7.2; 2Co 6.14
7.40 – “Será, porém, mais bem-aventurada se ficar assim, segundo o meu parecer, e também eu cuido que tenho o Espírito de Deus”. 1Co 7.25; 1Ts4.8
Neste v., Paulo não duvida da sua autoridade, mas ironicamente combate os líderes que negaram sua autoridade em Corinto (cf. 1.1, 7; 9.1s; 12.25).
“CONSIDERAÇÕES FINAIS”
1 – Seja qual for a situação dos cônjuges, o divórcio só deveria ser pleiteado depois de esgotados todos os recursos, sob todos os pontos de vista. Daí é permitido o divórcio em caso de adultério e, segundo Paulo, de abandono do lar por parte do descrente.
2 – Cada casal deve procurar, com ajuda de Deus e da Igreja, resolver seus problemas conjugais, antes que estes destruam seu matrimônio.
3 – A luz da Bíblia, o fim do casamento deve ser a morte de um dos cônjuges, mas nunca o divórcio.
4 – Não podemos entre nós proibir, nem impedir o divórcio, mas podemos e devemos desmotivá-lo e evitá-lo, mediante a exposição da doutrina bíblica.
5 – Deus abomina o divórcio. (Ml 2.14) “portanto cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis”.
6 – Apesar de Deus abominar (aborrece, detesta) o divórcio, Ele permite para amparar e defender o cônjuge ferido.
7 – Mesmo se um crente se divorciar, quando realmente é comprovado que não teve condições de reconciliação, e, conforme Jesus, cometer adultério casando-se com outro, Jesus mesmo perdoa os pecados dos mesmos e os trazem a comunhão com Ele.
in Maluco por Jesus
Afastando-se de Jesus Cristo !!!
10.09.2010
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SETE MOTIVOS PARA ABANDONAR SUA IGREJA
A cada ano milhares de brasileiros se convertem e ingressam numa igreja evangélica. Mas, também, a cada ano, muitos abandonam suas igrejas, fazendo-as parecer um imenso corredor: muitos entrando pela porta da frente; um bom tanto deles saindo pela porta dos fundos.
Conversando com os “desviados” (é assim que nós os chamamos), ouvimos diversas explicações. Alguns dos motivos apresentados até que são relevantes; outros, porém, são meras desculpas. Mas, no fundo nós sabemos que “… nada pode nos separar do amor de Deus“; em outras palavras, nada é suficientemente forte para afastar da casa de Deus um verdadeiro filho de Deus.
Este fenômeno, no entanto, não é novo. Se considerarmos que a igreja cristã nasceu na manhã da Páscoa, no dia da ressurreição de Jesus, então, à tarde daquele mesmo dia ela já tinha dois “desviados”. Leia atentamente o relato bíblico:
“Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios (+ ou – 12 km). E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas. Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de o reconhecer. Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ide tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos. Um, porém, chamado Cleopas, respondeu, dizendo: És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignora as ocorrências destes últimos dias? Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo, e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam. É verdade também que algumas mulheres, das que conosco estavam, nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao túmulo; e, não achando o corpo de Jesus, voltaram dizendo terem tido uma visão de anjos, os quais afirmam que ele vive. De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram. Então, lhes disse Jesus: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras. Quando se aproximavam da aldeia para onde iam, fez ele menção de passar adiante. Mas eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque é tarde, e o dia já declina. E entrou para ficar com eles. E aconteceu que, quando estavam à mesa, tomando ele o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram; mas ele desapareceu da presença deles. E disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras? E, na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém, onde acharam reunidos os onze e outros com eles, os quais diziam: O Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão! Então, os dois contaram o que lhes acontecera no caminho e como fora por eles reconhecido no partir do pão”. Lucas 24.13-35
Aos que abandonaram suas igrejas ou estão pensando em fazê-lo, quero dizer-lhes as mesmas palavras de Jesus àqueles dois discípulos a caminho de Emaús: Vocês são LOUCOS E DUROS DE CORAÇÃO! Sei que estas palavras são pesadas, mas é exatamente isto que significa a frase de Jesus: “Néscios e tardos de coração para crer…”.
LOUCOS E DUROS DE CORAÇÃO!
Porque Jesus foi tão severo com eles? Porque seus motivos para abandonar a igreja eram banais e fruto de seus corações endurecidos.
Inacreditavelmente, estes mesmos motivos podem ser encontrados nas conversas com os “desviados”.
As palavras de Cleopas e de seu companheiro de viagem revelam-nos toda a verdade de seus corações. Vamos analisar o texto? Vemos ver quais motivos levaram estes dois a fazer tal loucura?
1o Motivo: Dar ouvidos à conversa fiada – vs. 13-14
Para que alguém se converta e una-se a uma igreja evangélica, muitas pessoas, de muitas igrejas diferentes, colaboram para isso: Um lhe fala de Jesus pela primeira vez, outro lhe entrega alguma literatura, alguém ora por ele e com ele, outro o socorre numa hora de aflição, alguém o convida, outro o traz ao templo, e assim por diante.
No entanto, quando alguém chega a se afastar do Caminho, geralmente é pelas mãos de uma única pessoa. Muitas vezes pelas mãos de alguém que ele conheceu na própria igreja e que se fez seu amigo. Alguém que conversa muito ele, mas, ao invés de o encorajar, como recomendam as Escrituras, leva-o a se desviar.
Repare no texto bíblico:
“Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas”.
O que havia em Emaús? Nada! Emaús era uma aldeia tão pequena e inexpressiva, em termos históricos, que só sabemos que ela existiu por causa deste relato bíblico; mas, mesmo que Emaús fosse uma grande cidade, o quê poderia haver lá que fosse mais importante que a notícia da ressurreição? Nada! Absolutamente, nada!
A verdade é que, enquanto a igreja estava reunida lá em Jerusalém, tentando assimilar os últimos acontecimentos e esclarecer o sumiço do corpo de Jesus, estes dois discípulos estavam voltando para sua antiga vidinha, lá em Emaús. Abandonaram a igreja.
Porque? Por vários motivos e um deles foi por causa de conversa fiada, pois, como o texto bíblico relata, eles “… iam conversando” pelo caminho.
O texto bíblico não diz quem desviou quem, mas, como a repreensão de Jesus foi muito severa e somente o nome de um deles é citado, não corremos muito risco em afirmar que Cleopas era o conversador e, o outro, aquele que lhe deu ouvidos.
Ter amigos na igreja é muito saudável e recomendável, mas, cuide-se, há muitos “Cleopas” em nosso meio; pessoas mal resolvidas em sua fé em Nosso Senhor Jesus, pessoas que querem sair da igreja, mas, como seus motivos são meras desculpas, precisam de alguém que lhe dê ouvidos, alguém que concorde com ele e, de preferência, que saia da igreja junto com ele, para que ele se senta menos mal e culpado.
2o Motivo: Cegueira espiritual – vs. 15-16
O texto fala de uma espécie de “cegueira espiritual”. Repare.
“Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de o reconhecer”.
Eles estavam tão compenetrados em si mesmos, tão envolvidos em suas próprias desculpas e justificativas, tão convictos em sua discussão, que nem puderam notar que era o Cristo ressurreto que caminhava com eles.
Imaginem o ridículo da situação. Iremos ver, logo adiante, que eles não aceitaram a notícia da ressurreição. Provavelmente estavam dizendo: Esta coisa de ressurreição é coisa de louco! É histerismo coletivo! E, ali ao seu lado, estava aquele de quem eles estavam falando.
Observe outra coisa muito interessante: eles (que estavam cegos) julgaram-se mais informados que o próprio Cristo: “És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignora as ocorrências destes últimos dias?”.
As pessoas que abandonam o Caminho encontram-se em condições espirituais semelhantes, isto é, cegos. Estão tão preocupadas consigo mesmos que, literalmente, se tornam incapazes de perceber a realidade. Pior que isso, além de estarem cegas, acreditam que são as únicas que enxergam. Enchem o peito de razão, mas, fazem papel de ridículos ao discutirem temas sobre os quais não tem o menor conhecimento e ao classificarem como fanáticos ou histéricos os que ficaram firmes em suas igrejas.
3o Motivo: Tristeza – vs. 17
“Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ide tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos”.
Porque eles estavam tristes? Pela morte de Jesus, é claro!
Mas, também, pela injustiça praticada pelas autoridades (Como puderam colocar Jesus e Barrabás lado a lado?).
Pela ingratidão do povo de Israel (Como puderam escolher Barrabás?).
E, pelos problemas do grupo de Jesus (Como é que Pedro, que era tão valente, não morreu de vergonha por negar o Mestre três vezes? E quanto aos demais, não se acovardaram também, deixando o Cristo padecer sozinho? E as mulheres, então, que na hora da crucificação até que foram valentes, mas, agora, vêm com esta história de que viram e conversaram com anjos, parecendo loucas, alucinadas?).
Estavam tristes por muitos motivos. Por isso não puderam suportar a pressão. A Bíblia diz que “… a alegria do Senhor é a nossa força”. Crente triste é crente fraco! E, quando estamos fracos, temos a tendência de nos isolarmos, de fugir, de virar a mesa, de abandonar a carreira da fé.
Cuide-se, meu irmão. Não se entristeça! Nem com as autoridades, nem com a ingratidão do povo e, muito menos ainda, com sua igreja, pois todas as igrejas do mundo são iguais: são formadas por seres humanos fracos e frágeis; valentes numa hora, covardes noutra; maravilhosos num instante, desprezíveis noutro; inspiradores em certas atitudes, desastrosos em outras.
É verdade que nenhuma igreja pode viver em pecado alegando que “… toda igreja tem problemas, que nenhuma é perfeita” e não fazer nada para mudar esta situação. Se uma igreja admite isso (e a maioria admite) é porque está reconhecendo que tem problemas. Logo, tem a obrigação de dar uma parada e fazer um conserto com Deus, senão, certamente é falsa e hipócrita.
Por outro lado, no entanto, nenhum crente tem o direito de ficar triste por causa dos problemas de sua igreja, a ponto de abandoná-la. Deve, sim, orar, jejuar e promover a santidade do seu grupo, com paciência e amor. Muito amor! Se, depois de agir assim, sua igreja insistir em permanecer no pecado, então chegou a hora de pedir a Deus licença para sair em busca de um outro lugar para adorar. Porém, jamais ficar sem igreja.
4o Motivo: Saudosismo – vs. 19
“És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignora as ocorrências destes últimos dias? Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras”.
Jesus falou diversas vezes que iria voltar para o Pai e que seus discípulos iriam fazer obras maiores do que as que ele fez, mas, mesmo assim estes dois abandonaram a Igreja, pois aquele “… que era varão profeta, poderoso em obras e palavras…” havia morrido. Jesus já era. Estava morto. Suas obras pertenciam ao passado.
O dicionário define saudosismo como culto ao passado. Este é um dos principais motivos pelos quais muitas abandonam suas igrejas: Eles vivem do passado. Ah! No tempo daquele outro pastor, sim, a gente via o poder de Deus. Ah! Antigamente a Igreja orava mais, buscava mais a presença de Deus. Ah! No tempo dos apóstolos é que havia poder. Ah! No tempo de Jesus… E, assim vão caminhando e se distanciando, sem entender que o poder de Deus está à disposição de todo aquele que se santifica e que Deus se manifesta hoje em dia no meio do seu povo com a mesma graça e misericórdia de outrora.
É interessante observar que foi exatamente no momento do maior dos milagres de todos os tempos, a ressurreição, que este dois pensavam que o poder de Deus havia cessado.
Meu irmão, você acha que sua Igreja anda sem poder? Cuidado! Pode ser que você esteja virando as costas e esteja perdendo de ver as maravilhas de Deus. Mas, se for mesmo verdade que sua igreja anda assim, meio sem poder, não a abandone nesta hora difícil. Seja você aquele que vai iniciar um incêndio espiritual ali. Dedique-se ao estudo da Palavra de Deus, à oração e ao jejum, às boas obras e ao amor fraternal. Pague o preço. Não use isto como desculpa, pois, pode ser que quem está frio e sem poder seja você mesmo.
5o Motivo: Perda da esperança – vs. 20-21
“Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam”.
Naquela época os defuntos eram colocados em cavernas e não enterrados, como fazemos hoje em dia, e a morte era oficialmente confirmada somente após três dias do sepultamento. Tudo isso para evitar que alguém fosse enterrado vivo, pois não tinham como diagnosticar os casos de morte aparente. Mas, depois de três dias, a morte era decretada e acabava-se qualquer raio de esperança dos amigos e parentes.
Cleopas e seu amigo haviam depositado todas as suas esperanças em Jesus, mas ele morreu. E, após três dias do seu sepultamento, suas esperanças se foram.
Muitas pessoas abandonam suas igrejas porque perderem a esperança. Toda igreja passa por crises e nestas épocas, ao invés de procurar levantar o moral dos membros, muitos se apresentam como profetas, “Profetas-Só-De-Coisas-Ruins”, sempre anunciando que “há uma nuvem escura sobre a Igreja”, que Deus “está pesando a mão”, que “há pecado na igreja”, etc, etc e tal.
Desconhecem a história da Igreja Cristã, que já passou por verdadeiras crises e superou cada uma delas, pois “Maior é o que está em nós, que aquele que está no mundo”. Esquecem que “… em Cristo, somos mais que vencedores”.
As coisas andam feias em sua Igreja? Arregace as mangas e ajude aqueles poucos que ainda estão lutando. Se você parar de reclamar, já está ajudando. Mas, se resolver colocar a mão na massa, a coisa vai!
Mesmo que sua Igreja já tenha morrido, Deus a pode ressuscitar, pois, no dicionário de Deus não consta a palavra IMPOSSÍVEL.
A esperança é a última que morre, mas, quando morre, mata o homem.
Cuide-se para não perder a esperança! Olhe sua Igreja com olhos espirituais; procure ver o que ela será, pela graça de Deus e não sua situação atual.
6o Motivo: Decepção – vs. 21
“Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam”.
Quantas vezes Jesus afirmou que seu reino não é deste mundo? Ele deixou claro que não veio para formar um exército, para ser o governador ou o rei de uma nação, para criar uma dinastia ou qualquer destas coisas que os poderosos tanto apreciam. Apesar disto, os apóstolos pensavam que Jesus iria ser coroado e enfrentar os romanos e “redimir” (libertar) Israel.
Havia, é claro, um interesse pessoal em cada um deles, para acreditar nisso. Como amigos íntimos do Mestre, certamente eles seriam nomeados generais, ministros, secretários. Imagine, um grupo de pescadores analfabetos nomeados para os altos escalões do novo governo, o governo de Jesus. Fantástico, não é mesmo?
Mas, eles estavam confusos. Jesus nunca disse isso, nunca lhes deu qualquer esperança neste sentido.
Ora, a Bíblia diz que quem crê em Jesus jamais será confundido. O quê aconteceu com os apóstolos, para ficaram tão confusos?
Eles deixaram de ouvir as palavras de Jesus e passaram a acreditar em suas próprias ambições e devaneios.
Muitas pessoas abandonam suas Igrejas quando se decepcionam com alguma coisa. Mas, como chegam a este ponto?
Quando deixam de ouvir as verdades de Deus para ouvir seus próprios corações. Quando enganam a si mesmos, afirmando e acreditando que Deus lhes prometeu alguma coisa, quando, no fundo, eles estão apenas tentando satisfazer suas ambições pessoais.
A Bíblia diz que só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus. Porém, infelizmente, muitos se decepcionam porque deixam de procurar em Jesus as respostas para suas vidas e vão atrás de certos “homens e mulheres de Deus”, mendigando oração e em busca de “revelação”. Passam a dar ouvidos aos profetas e profetizas de plantão. Passam a dar mais valor a sonhos, visões e sinais, que à presença de Deus e seus ensinos.
Outros evangélicos organizam suas vidas função de suas Igrejas e de seus líderes, de tal forma que abandonam a família, os amigos, o estudo, o auto-desenvolvimento, o laser, etc. Então, num belo dia, suas Igrejas e seus líderes traem sua confiança, e a decepção vem à cavalo. Daí, não dá mais para segurar a barra. O único jeito de enfrentar a realidade é… bem, é fugindo dela. Abandonando tudo.
Decepcionado? A culpa é sua, se acreditou em suas próprias ambições e se organizou sua vida em função de homens e Igrejas.
Jesus nunca decepcionou alguém que tenha organizado sua vida em favor dele.
É hora de reconhecer os erros, para não cair mais.
7o Motivo: Falta de fé, descrença – vs. 22-25
“… mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam. É verdade também que algumas mulheres, das que conosco estavam, nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao túmulo; e, não achando o corpo de Jesus, voltaram dizendo terem tido uma visão de anjos, os quais afirmam que ele vive. De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram”.
Quase que dá para ouvir o tom de desprezo deles em relação ao testemunho das mulheres, quando se referiram a elas como “algumas mulheres”.
Não eram apenas algumas mulheres. Eram mulheres bem conhecidas do grupo. Mulheres respeitadas, que tinham nome e sobrenome. Mulheres que apoiaram o ministério de Jesus todo o tempo, não só financeiramente, mas, principalmente, com o serviço de suas próprias vidas. Mas, nada disso tinha qualquer valor para Cleopas e seu companheiro. Imediatamente, eles desqualificaram o testemunho delas, por serem apenas mulheres.
Mas, sua descrença não parou por aí. Descreram, também, do testemunho dos homens (De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram). À primeira vista parece que o testemunho dos homens os deixou propensos a crer, mas, não! Se tivessem crido no testemunho daqueles verdadeiros servos de Deus, JAMAIS TERIAM IDO EMBORA para Emaús.
Descreram da própria ressurreição, apesar dela ter sido apregoada por Jesus.
Em resumo, descreram das mulheres, dos homens e do poder de Deus. Não é à toa que a repreensão de Jesus foi tão severa.
Um dos motivos que levam as pessoas a abandonar suas igrejas é quando elas passam a agir de modo semelhante.
É verdade que nas igrejas têm muita gente exagerada, doidas para dar um “tremendo testemunho”, tentando impressionar, para conquistar o respeito do grupo.
Por outro lado, no entanto, há os casos verdadeiros. Testemunhos verídicos, comedidos, isentos de exageros. Pessoas que, de fato, têm experimentando uma dose maior da graça de Deus.
Como diferenciar o falso do verdadeiro? A Bíblia nos ensina a agir com prudência, sobriedade e discernimento.
Alguém certa vez disse: Para quem quer crer, nenhuma prova é preciso; para quem não quer crer, nenhuma prova basta.
Seja crente, de verdade. Seja sábio e prudente, mas crente. Jamais acredite em tudo; jamais duvide de tudo.
O crente vive pela fé e não por preconceitos.
Por ser que, neste ponto desta mensagem, você já tenha compreendido porque abandonou sua ou porque está pensando em fazê-lo. A pergunta que vem a seguir é natural: E agora, como voltar? Como sentir de novo a mesma alegria que eu sentia no início?
Eu estaria mentindo, se lhe dissesse que é fácil voltar ou recuperar a alegria do primeiro amor. Não é nada fácil; mas não é impossível. Vou fazer uma lista dos eventos que motivaram aqueles dois a voltar correndo para Jerusalém:
a) Jesus foi atrás deles;
b) Jesus ouviu suas queixas;
c) Jesus falou aos seus corações:
“E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras”, de tal modo que seus “corações ardiam”;
d) Eles convidaram Jesus a entrar em sua casa;
e) Jesus restaurou a comunhão (no partir do pão);
f) Jesus abriu seus olhos (tirou a cegueira espiritual);
g) Eles voltaram correndo para Jerusalém.
Note que, dos sete eventos que os culminaram na volta deles, somente dois foram de iniciativa humana; quanto aos demais, foram de iniciativa e Jesus.
Em outras palavras: Se Deus não tiver misericórdia de sua vida, você jamais conseguirá voltar à sua igreja ou jamais conseguirá voltar a sentir a mesma alegria do início.
Meu conselho é que você dobre seu joelho e clame em alta voz:
Jesus, por favor, venha me buscar!
E, quando algum irmão ou pastor o procurar e lhe convidar para ir a um culto, vá! E, se o seu coração começar a arder, ao ouvir a Palavra de Deus, convide Jesus a entrar em seu coração e ficar com você nesta “noite fria” que se instalou em seu espírito.
Aceite o perdão de Deus (coma do pão que Jesus lhe der) e…
VOLTE PARA SUA IGREJA.
Se não for possível nem recomendável voltar para sua igreja, peça a Deus para lhe mostrar seu novo lugar de adoração.
Não seja LOUCO E DURO DE CORAÇÃO!
Seja crente!
Crê somente!
Como Jesus tratou os Desesperançados
16.08.2010
Como Jesus tratou as pessoas Desesperançados, Fé, Jesus Cristo Deixe o seu comentário
A cidade de Jerusalém foi destruída muitas vezes. Muitas cidades e vilas da Palestina não são mais como eram no tempo de Cristo. Ao longo dos anos as pessoas construíram novas cidades em cima das antigas.
Quando fiz uma excursão à Terra Santa, com algumas outras pessoas, alguns anos atrás, fomos visitar o Poço de Betesda. Ele está cerca de dois metros e meio abaixo da superfície da atual cidade, e você pode caminhar, descendo as escadas sinuosas até o nível do poço, onde ele estava nos dias de Jesus.
Quando você desce aos cinco pavilhões, uma outra escada desce ainda mais adiante na escuridão até a água do poço. Alguém do nosso grupo naquela hora desapareceu acidentalmente no poço, como se estivesse tentando encontrar outro caminho, em vez da escadaria escura para descer. Ele descobriu que as águas o agitaram em vez da água ser agitada!
Entretanto o poço de Betesda ainda está lá e nos permite imaginar como ele era nos dias de Jesus. A história do homem do poço de Betesda encontra-se em S. João capítulo 5:
“Passadas estas coisas, havia uma festa dos judeus, e Jesus subiu para Jerusalém.
“Ora, existe ali junto à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões.
“Nestes jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos [esperando que se movesse a água. Porquanto um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse].” Versos 1-4.
Esse era o local “milagroso” daquele tempo. Um centro de milagres onde as pessoas iam para encontrar saúde e cura – pelo menos assim pensavam eles.
“Estava ali um homem, enfermo havia trinta e oito anos.
“Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim, havia muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado?
“Respondeu-Lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois enquanto eu vou, desce outro antes de mim.
“Então lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. Imediatamente o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia era sábado.” S. João 5:5-9.
O restante do capítulo trata da seqüência ou resultado dessa história. Jesus foi levado diante de um tribunal e processado diante de uma corte terrena. Jesus, o Senhor do sábado, foi acusado de transgredir o sábado. Isso poderia ser engraçado, se não fosse tão trágico. Jesus – o Criador, Aquele que fez todas as coisas, aquele que mantinha os corações batendo nas pessoas que O estavam acusando. Sem dúvida, uma cena interessante.
Em seis diferentes ocasiões, Jesus foi acusado de transgredir o sábado. E ao estudar essas ocasiões você notará que Jesus sempre decidiu em favor das pessoas, enquanto os líderes religiosos decidiram em favor da lei.
Em S. Mateus 12:12 entretanto, Jesus disse: “É licito fazer bem aos sábados.” Assim Jesus “transgrediu” o sábado a fim de guardá-lo. E os líderes judeus, tentando guardá-lo, acabaram transgredindo-o. Quando Jesus decidia em favor das pessoas, Ele estava realmente decidindo também em favor da lei. As duas não se excluem mutuamente. É lícito fazer bem no dia de sábado.
Esta palavra – lícito – é muito interessante. O texto não diz: É bonito fazer bem no dia de sábado, ou é seu privilégio fazer o bem. Ele diz: é lícito fazer o bem. Em outras palavras, isto é o que a lei requer. Isso é como dirigir o carro em uma rodovia onde há uma placa que diz: “Velocidade mínima 60 km por hora.” Não apenas é permitido dirigir acima de 60 km por hora, mas você estará transgredindo a lei se dirigir mais devagar. Fazer o bem no dia de sábado é o que a lei requer. E Jesus veio revelar o verdadeiro propósito do sábado. Ele aparentemente lançou fora toda a precaução, deu um pulo gigante por cima de toda tradição e ritual, e mostrou tudo o que significava verdadeiramente guardar o sábado.
Nesse sábado particular, Jesus estivera caminhando através dos cinco pavilhões. As pessoas ali estavam em situações desesperadoras. Seus amigos ou familiares os haviam trazido ali como último recurso. Alguns tinham erigido rudes abrigos ao redor do poço; outros eram trazidos diariamente ao poço. Todos estavam esperando que a água se agitasse, para que pudessem tentar ser o primeiro a entrar no poço. Os doentes, cegos, coxos, paralíticos e desesperançados estavam em todo lugar – esperando.
Jesus caminhou sozinho e sem ser notado entre os sofredores. Isto foi no início de Seu ministério. Mais tarde, as pessoas em multidão O seguiriam e o povo palmilharia Suas pegadas. Porém, nenhuma multidão O seguia nesse dia para o poço, nenhuma mulher se apressou tentando tocar pelo menos a orla de Sua túnica.
Assim, Jesus caminhou pelos cinco pavilhões olhando para os doentes sofredores e desejando curá-los. Ele realmente queria curar a todos! Se estivesse lá e O reconhecesse e soubesse de Seu poder, eu teria gritado: ”Vai em frente Jesus! Cure todos eles!” Ele, entretanto, não podia fazer isso. Sua missão ainda incluía muitas coisas, e se Ele tivesse curado todos eles, isso teria interrompido Sua obra. Na verdade, por curar apenas um homem, Ele havia dado um grande passo em direção à cruz. Por essa razão Ele não curou todos os leprosos. Isto teria interferido em Sua missão maior – a salvação de toda a humanidade.
Eis a razão por que Deus não trouxe um fim ao pecado há muito tempo atrás. Essa é a razão por que Ele não cura a todos hoje – todos os doentes e enfermos nos hospitais e instituições de saúde. Deus, em Sua sabedoria, permite que o pecado evolua até suas últimas conseqüências, até que todos vejam o que ele realmente é. E quando finalmente chegar o fim do pecado, ninguém nunca mais o desejará.
Ao Jesus caminhar pelos cinco pavilhões, desejando curar a todos e talvez contemplando o dia quando o pecado estaria para sempre eliminado e todos estariam curados, Ele viu um caso mais desgraçado, e Sua compaixão extravasou.
Eis um homem doente por 38 anos. Seus amigos se foram. Sua família se foi. E seu único lar é ali no poço. Jesus pára, olha para ele, e pergunta o que pareceria uma questão tola:
– Queres ser curado?
– Desculpe-me! O que você pensa que eu estou fazendo aqui?
– Queres ser curado? – Evidentemente Ele queria que o homem desse uma resposta.
Bem, você sabe a resposta:
– Sim, é isso que eu estou aqui buscando. Mas não há ninguém aqui. Não tenho ninguém e não sou forte o suficiente para entrar no poço. Alguém sempre desce antes de mim. Isto é desesperador.
Jesus não perde tempo algum. Ele não desperdiça palavras. Ele olha para o homem e, com o poder que vem do Doador da Vida, o Criador, Aquele que fez o Universo – o poder que fez com que o pó se erguesse na Criação – Ele ordenou: “Levanta-te, toma o teu leito e anda.”
Agora, por favor, note aqui a intrigante seqüência. O relato é que (1) imediatamente o homem ficou curado, (2) tomou seu leito (3) e pôs-se a andar.
Quão fácil é nos colocarmos nesse quadro. Queremos justamente um pequeno crédito, uma pequena glória para nós mesmos. E dizemos: “Deus ajuda aqueles que se ajudam.” Queremos que os dons de Deus sejam dependentes de nossa obra de alguma maneira. Talvez você tenha ouvido pessoas dizerem que o que habilitou o homem a caminhar foi que ele colocou sua vontade, seu ânimo e sua determinação em fazer o que Jesus disse, e como pôs seu esforço nessa direção, ele foi curado e ficou apto a caminhar. Não foi assim. Jesus curou-o no momento. Primeiro ele foi curado e então se levantou, tomou o leito e andou. O caminhar e carregar o leito foram resultados da cura, não a causa.
Você vê o homem caminhando – saltando saindo dali. O que o poço representa? O poço poderia representar alguma coisa que nós tentamos fazer para efetuar nossa salvação ou obter nossa vitória ou nossa justificação.
Talvez uns poucos, cuja doença estivesse apenas na mente, fossem aparentemente curados porque pensavam assim. Mas esse homem estava doente. Ele não tinha nem mesmo força ou energia para entrar no poço. Ele era um caso desesperador.
Está você na situação dele? Não percamos a lição espiritual dessa história. Qual é o seu poço, hoje? Está você tentando ganhar o seu caminho para o Céu – tentando ser suficientemente bom para fazê-lo? É esse o seu poço?
Você nunca vai conseguir por si mesmo.
Você tem tentado obter a vitória sobre algum pecado em sua vida? Tem você estado sem paz? Está você a ponto de se desesperar? É esse o seu poço? E o que dizer dos membros da igreja que estão tentando fazer alguma coisa para fazer com que Cristo volte? Você já ouviu sobre isso? Você já ouviu os slogans e faixas que dizem: “Levantemos e terminemos a obra”? E então você ouve dizer que a população do mundo está crescendo mais rápido do que a pregação do evangelho, e está a ponto de perder a esperança. E esse o seu poço, hoje?
Temos todo o tipo de poços os quais tentamos alcançar. Talvez haja alguém hoje que tem tentado, por 38 anos ou mais, alcançar seu poço e ainda não conseguiu. Eu tenho boas novas para vocês! “Há uma fonte repleta de sangue extraído das veias de Emanuel; e os pecadores, mergulhados nessa fonte, perdem todas as marcas de suas culpas.” Há um manto para aqueles que estão nus, um manto tecido sem nenhum fio de origem humana. Ele é oferecido a você hoje como um presente. Esse é o manto do poder de Jesus em lugar de suas falhas.
Assim, poderia você, por favor, unir-se a mim hoje em um desses cinco pavilhões? Jesus está passando por eles. Ele Se inclina sobre você e pergunta: “Queres ser curado?” Exatamente aqui chegamos àquilo que algumas pessoas chamam de evangelho subjetivo. Elas dizem: “Não fale sobre ser curado. Sejamos objetivos. Não olhemos para nós mesmos.” Pode você imaginar Jesus Se inclinando sobre esse homem no poço, dizendo:
– Você gostaria de ser curado?
E o homem diz:
– Oh, isso é muito subjetivo. Apenas ponha alguma justiça a meu crédito no Céu. Isso será suficiente.
Podemos ser gratos pelo que Jesus fez na cruz, mas podemos ser igualmente gratos pelo que Ele quer fazer em cada vida hoje. Charles Spurgeon, o poderoso pregador de anos passados, colocou isso assim: “E agora meus queridos ouvintes, eu vos farei a pergunta: Quereis ser curados? Desejais ser salvos? Sabeis ó que é ser salvo? Oh, dizeis vós, isto é escapar do inferno. Não, não, não. Isto é o resultado de ser salvo. Ser salvo é uma coisa inteiramente diferente. Quereis ser salvos do poder do pecado? Desejais ser salvos de ser cobiçosos, mundanos, impuros, temperamentais, injustos, descrentes, dominadores, bêbados, ou profanos? Estais vós dispostos a abandonar o pecado que vos é precioso?
” ‘Não’, diz alguém, ‘honestamente não posso dizer que quero tudo isso.’ Então você não é a pessoa a quem eu estou falando hoje.
“Entretanto há alguém que diz: ‘Sim, eu anseio ser libertado do pecado. Eu desejo pela graça de Deus, hoje mesmo, me tornar cristão e ser salvo de meus pecados.’ Então, levante-se, tome seu leito e ande.”
Não aceitaria você o maior Amigo que poderia ter, o próprio Senhor Jesus que caminha entre os cinco pavilhões? Ele veio não para chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento. E Ele diz: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os termos da Terra.” Isaías 45:22. Ele estava disposto a correr o risco por você. Sua compaixão sempre contém o melhor dEle. E Ele lhe oferece hoje a cura espiritual que você tanto deseja.
Morris Venden.
Espírito Santo
16.08.2010
TEMÁTICAS Consolador, Deus, Discernimento, Dons Espirituais, Espírito Santo, Fé, Frutos do Espírito, Igreja, Jesus Cristo, Oração 2 Comentários
O Espírito Santo é a fonte da verdade.
João 14:16-17
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre, a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós.”
Receber o Espírito Santo significa nascer de novo.
João 3:5-7
“Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.”
Para receber o Espírito Santo é só pedir e depois seguir a Sua direção.
Lucas 11:13
“Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” Atos 5:32 “E nós somos testemunhas destas coisas, e bem assim o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.”
O Espírito Santo é parte da Trindade.
Atos 5:3-4
“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço do terreno? Enquanto o possuías, não era teu? e vendido, não estava o preço em teu poder? Como, pois, formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus.”
O Espírito Santo é Deus vivendo naqueles que creêm.
Mateus 18:19-20
“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”
O Espírito Santo está presente em tempos de tribulação.
Mateus 10:19-20
“Mas, quando vos entregarem, não cuideis de como, ou o que haveis de falar; porque naquela hora vos será dado o que haveis de dizer. Porque não sois vós que falais, mas o Espírito de vosso Pai é que fala em vós.”
O Espírito Santo ajuda-nos a adorar a Deus.
João 4:23-24
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.”
O Espírito Santo dá-nos a habilidade de conversar sobre temas espirituais com convicção.
Atos 1:8
“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.”
As Bem-Aventuranças
02.08.2010
Mensagens, Sermões - Pregações Bem Aventuranças, Cristão, Espírito Quebrantado, Espírito Santo, Fé, Filhos de Deus, Fome, Gentil, Humildes, Injúria, Justiça, Limpos de Coração, Mansos, Misericordioso, Paciência, Perdão, Perseguidos, Pobres, Pregação, Recompensa, Reino dos Céus, Sede de Justiça, Vida Reta Deixe o seu comentário
1 Jesus, vendo as multidões, subiu a um monte; e, assentando-se, aproximaram-se dEle os seus discípulos,
2 e abrindo a boca, os ensinava, dizendo:
3 Bem-aventurados os pobres (humildes) de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Não é pobreza de bens materiais. Os que deixam para trás sua auto-suficiência e procuram a Graça de Deus como único meio legítimo às qualidades que servem unicamente para glorificar o nome do Senhor, cuja conseqüência é a salvação. Reconhecer a grandeza de Deus na sua vida e sua total dependência a Ele (ESPÍRITO QUEBRANTADO).
4 Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
O choro do arrependimento do pecado, bem como a tristeza de não ter se curvado antes ao Senhor dos Exércitos ou por não conseguir oferecer a Deus aquilo que é necessário (ESPÍRITO PENITENTE).
5 Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.
Humildade e Auto-Disciplina (fruto do espírito). Que se dobram à vontade de Deus. Ser submisso totalmente a Jesus Cristo (ESPÍRITO CONTROLADO / GENTIL).
6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos.
Necessidade de alimentação constante da Palavra do Senhor, sem a qual, todos ficam literalmente vazios, pois quem tem fome será alimentado com o Seu Espírito Santo. Os que buscam a santidade de Deus. Não confiar em si próprio (ESPÍRITO FAMINTO POR DEUS).
7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.
A compaixão pelo semelhante (minoração do sofrimento alheio) gera um efeito para consigo em relação a Deus, pois Ele será misericordioso para conosco na medida em que formos para com os outros (ESPÍRITO COMPASSIVO).
8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
Os que foram libertos do “poder” do pecado pela Graça de Deus e que, agora, se esforçam em agradar a Deus, expurgando os males que por ventura possam circundar seu coração. Amor à Justiça e ódio ao mal. Ter santidade no seu íntimo (ESPÍRITO PURO).
9 Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.
Os que se reconciliam com Deus e tem Paz com Ele mediante a Cruz do Calvário. A busca pela paz consiste também em anunciar as “Boas Novas” (os que semeiam) aqueles que ainda não conheceram a Jesus verdadeiramente (ESPÍRITO DE SABEDORIA / MEDITAÇÃO).
10 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
Lealdade a Jesus. Ser intransigente com o mal. Não podemos nos conformar com esta era perversa (Rom. 12. 2). Tal perseguição gera no “verdadeiro” Cristão, ALEGRIA, pois sabe que está percorrendo o caminho certo e buscam fazer a vontade de Deus, custe o que custar (ESPÍRITO PACIENTE / PERDOADOR).
11 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por Minha causa.
Toda a razão de ser do “verdadeiro” Cristianismo é Jesus Cristo, o grandioso nome ao qual devemos defender a nossa fé, pois, salvação, só nEle, ainda que sejamos perseguidos (etc.). O mal dito contra nós precisa ser irreal porque o “verdadeiro” Cristão tem uma vida reta (sem máculas).
12 EXULTAI E ALEGRAI-VOS, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós.
A recompensa para os que aceitarem os caminhos anteriores são os galardões celestiais.
O chamado à vida e ao ministério do “Reino” inclui a expectativa de que o fruto e o dom gerados pelo Espírito Santo se desenvolvam no verdadeiro Cristão (João 3. 3 c/c Ef. 4. 23-34).
1ª Igreja Batista em Bezerros (PE): Rua Maj. Miguel, 193, Centro, tel. (81) 8793.9876 – CNPJ/MF nº 11.473.030/0001-31 – Pr. Vicente Paixão
(Pregação: Aldo Corrêa)
































Aldo Corrêa de Lima – ADVOGADO




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