Sua vida é maravilhosa !
Agradeça a Deus !
Ah ! e por falar em gratidão, PREGUE O EVANGELHO e pratique AÇÃO SOCIAL !
Ameis uns aos outros …
Eu sou perdidamente apaixonado por Ele ! E você quer ser ? (Deus atraiu você a este blog ! Porque razão ? PENSE NISSO !)
27.04.2012
Cidadania, Cultura, Evangelismo e Missões, Jesus, Projetos, Saúde, Vídeos Amor pelos Perdidos, Caridade, Desgraça, Fome, Jesus Cristo, Misericórdia, Piedade, Salvação 1 Comentário
Sua vida é maravilhosa !
Agradeça a Deus !
Ah ! e por falar em gratidão, PREGUE O EVANGELHO e pratique AÇÃO SOCIAL !
Ameis uns aos outros …
08.12.2010
Cidadania, Cultura, Devocionais, Diversos, Mensagens, Orações, Projetos, Saúde, Testemunhos Arrependimento, Crer, Deus é Fiel, Ex Gay, Ex Homossexual, Ex Lésbica, Ex Prostituta, Liberto do Cativeiro, Libertos do Pecado, Nascer de Novo, Nova Criatura, PAM, Regeneração 10 Comentários
O testemunho que você está prestes a ler foi escrito por um pastor adventista, que usa o pseudônimo de Victor J. Adamson, para proteger sua identidade. Ele escreveu seu testemunho em grande parte como resposta ao artigo “Are Homosexual God’s Children? São os Homossexuais Filhos de Deus?” que apareceu na Adventist Review de Abril de 1997. O artigo, como indicado acima, via a homossexualidade como uma orientação hereditária permanente que não pode ser mudada.
Adamson não partilha desta opinião. A história de sua peregrinação da escravidão à liberdade mostra que, pela graça de Deus “Homossexuais podem ser curados!”. Eu acredito que você gostará de ler este testemunho. Sinta-se livre para compartilhar com seus amigos.
Se você tivesse me perguntado há nove anos, porque eu tinha escolhido ser gay, eu teria respondido a você como eu fiz inúmeras vezes antes, “Eu não escolhi ser gay! Eu escolhi ser um cristão adventista do sétimo dia. Eu escolhi ser educado nas escolas cristãs Adventistas do Sétimo. Eu escolhi ser um estudante missionário. Eu escolhi me graduar e pós graduar em Teologia com distinção. Eu escolhi me casar com uma jovem adventista. Eu escolhi ter filhos adventistas do Sétimo Dia. Eu não escolhi ser gay! Eu finalmente cheguei ao confronto com a realidade e aceitei o fato de que eu era gay. cheguei a acreditar que eu nasci gay”.
Durante anos depois de minha “saída” do armário e experimentando a separação devastadora do meu lar, eu duvidava que alguém me dissesse que a minha “condição” era uma questão de escolha. Eu tinha feito todas as “escolhas” certas na minha vida. Embora lutando com os anseios irritantes do meu coração, eu tinha orado incessantemente para que Deus “Criasse em mim um coração puro, e renovasse um espírito reto dentro de mim.” Eu queria que Deus me ajudasse a amar e ser apaixonado pela minha esposa. Mas, todos os meus esforços foram em vão.
Por fim, eu sucumbi àqueles anseios lancinantes e cai na vida “gay” de relações homossexuais, totalmente convencido de que a minha “condição”, ou “comportamento”, não era o resultado da minha escolha deliberada. Que cristão estaria disposto a optar por estar tão radicalmente fora de sincronia com a sociedade e a igreja? Eu tinha de ser a vítima do meu próprio ambiente, ou eu simplesmente nascera assim.
Meus pais, amigos e familiares todos pensavam em mim como uma pessoa gentil, amável e atenciosa com os outros. Aos seus olhos eu era inteligente, simpático, cortês e talentoso em muitas áreas. Acima de tudo, eu era conhecido por ser profundamente espiritual.
Ao entrar no estilo de vida “gay”, eu ainda vivia de acordo com essa imagem, só que eu já não era mais “profundamente espiritual.” Recusei-me a ser um hipócrita. Não havia nenhuma maneira que eu pudesse conciliar a minha homossexualidade com o chamado para fazer parte do povo remanescente que ama a Deus e guarda os seus mandamentos. Para mim a Bíblia era muito clara ao ensinar que “os sodomitas” não entrarão no Reino de Deus (1 Coríntios. 6:9).
Olhando para trás nos anos gastos no estilo de vida “gay”, eu posso honestamente dizer que minha vida se tornou cheia de comportamentos nojentos, depravados e pervertidos. Como todo homossexual que eu conhecia, fiquei lascivo e obcecado por sexo. Em público e entre os amigos, porém, mantia magistralmente a imagem de uma pessoa decente, gentil, atenciosa, educada, amorosa e adorável.
Antes de voltar para Deus, por dezesseis anos eu O culpava por tudo de errado com minha vida, especialmente a minha homossexualidade, porque eu tinha orado para que Ele a tirasse de mim, e ele não o fez. Assim, eu raciocinava, que a culpa de eu ser gay era de Deus e não minha.
Durante esses egoístas anos de “amor”, de promiscuidade, de prazer, de auto-exaltação e auto-satisfação, sentia muita solidão, miséria e sofrimento. No entanto, meus pais e famíliares nunca me fizeram sentir que eu não fosse amado, apreciado, ou aceito. Em Sua misericórdia e paciência, o Senhor cooperava com os membros da minha família para me revelar o verdadeiro significado do amor incondicional para comigo, um pecador, sem condenar meu estilo de vida pecaminoso. Eles manifestaram seu amor incondicional e aceitação, não só para mim, mas também para com os meus amigos e amantes. A sua aceitação incondicional de mim demonstrou o significado das palavras de Jesus: “Nem eu te condeno.”
Em sua aceitação amorosa, no entanto, eles não descartaram o resto da declaração de Jesus: “vá e não peques mais” (João 8:11).
A aceitação incondicional dos meus familiares me levaram a parar de culpar a Deus por minha condição. Em vez disso, comecei a olhar honestamente para mim. Afinal, pensei, eu posso culpar a Deus por toda a minha vida e ainda estar perdido. Eu me perguntava: “Qual é o ponto: fingir que não existem consequências para o meu estilo de vida, ou que eu poderia ser salvo apesar disso?” Aos poucos, percebi que eu estava enganando a mim mesmo. Eu precisava parar de correr e de me esconder de Deus, em vez de buscar orientação na Sua Palavra.
A declaração “Todos os que se esforçam por desculpar ou esconder seus pecados, permitindo que permaneçam nos livros do Céu, sem serem confessados e perdoados, serão vencidos por Satanás” (O Grande Conflito, pág 620), parecia falar com a minha própria situação. Aquele era eu. Eu tinha me tornado totalmente vencido por Satanás.
Comecei a pensar: “Não seria trágico me achar algum dia fora da Nova Jerusalém, com uma “boa desculpa”. Por muitos anos fiquei perturbado com um sonho recorrente no qual eu experimentei o horror de estar perdido, enquanto eu olhava para o rosto de Jesus, que vinha nas nuvens de glória. Aparentemente, Jesus usou este sonho para chegar a mim, um homossexual, dizendo: “Meu filho, dá-me o teu coração, antes que seja tarde demais.” Aliás, desde que voltei para ele, eu nunca experimentei outra vez o pesadelo deste sonho!
Jesus nos adverte sobre o destino dos ímpios, dizendo: “Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; …” (Mateus 7:23, 25:41). Tragicamente, o lago de fogo irá conter um número incontável de pessoas a quem Deus ama incondicionalmente. Ele os ama tanto que deu o seu Filho unigênito, para que eles não precisassem morrer. Mas eles optaram por rejeitar o dom da vida eterna. Deus honrou a escolha deles. O resultado é a eterna separação da fonte da vida eterna.
No raciocínio e lógica infantil, eu orava estudando a Palavra de Deus para encontrar qualquer justificativa para a minha homossexualidade, ou o remédio para ela. Por mais que tentasse, não conseguia encontrar justificativa em qualquer lugar na palavra de Deus para continuar meu estilo de vida homossexual. Quanto mais eu estudava as Escrituras mais eu me convencia de que Deus criara o casamento como a união de um homem com uma mulher, tornando os dois uma só carne.
A relação íntima de um homem com um homem ou uma mulher com uma mulher não pode cumprir o propósito de Deus para o casamento. Além disso, a Escrituras condenam relacionamentos do mesmo sexo como “abominação” (Lv 20:13), que vai impedir a entrada no Reino de Deus (1 Coríntios 6:9-10). Estes e outros textos me convenceram de que não havia nenhuma maneira para mim legitimar o meu estilo de vida homossexual.
Era presunçoso para mim viver como se eu tivesse o dom da vida eterna, quando, na realidade, eu estava consciente recebendo o salário do pecado a “morte”. Quando eu comecei a ponderar o meu destino eterno, gradualmente, fiquei convencido de que minha vida tinha que ser mudada. Mas, me sentia impotente para fazer essa mudança. Em retrospecto, posso compreender que a sensação de impotência resultante da minha violação aos princípios morais de Deus, era concebida para despertar em mim a realização da minha necessidade de um Salvador.
No meu desespero eu encontrei conforto no fato de que Deus é o Criador onipotente e Re-Criador de nossas vidas. Através da iluminação da Sua Palavra e do poder capacitador do Seu Espírito, senti que eu poderia ser purificado e curado. Eu vim a perceber que não importa se eu nasci homossexual ou se eu tinha escolhido me tornar um. Todos os descendentes de Adão nascem com tendências para o pecado. Ganhei confiança na promessa de que a graça de Deus poderia permitir-me superar as tendências pecaminosas tanto as herdadas como as cultivadas.
Conforme eu continuava a estudar e orar, sentia mais e mais o amor incondicional de Deus por mim, que era homossexual. Percebi que não importa quão pecador meu passado tivesse sido, Deus podia perdoar e purificar-me. O que eu precisava fazer era desenvolver um ódio pelo pecado e um amor pela verdade e pela justiça.
Foi-me dada a garantia em 1 Coríntios 6:9-11 que eu poderia ser curado de minha homossexualidade. Paulo fala deste pecado, entre outros, quando ele diz: “E tais fostes alguns de vós [pretérito], mas fostes lavados [tempo presente], mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus, [Como?] pelo Espírito do nosso Deus”.
Como eu continuei a minha auto-avaliação, eu vim a perceber mais e mais que eu tinha estado enganado em pensar que eu estava vivendo uma vida de liberdade, quando na realidade eu estava em uma terrível escravidão. O que eu precisava desesperadamente, não era a liberdade da lei de Deus, mas a liberdade da escravidão do pecado: a minha perversão sexual viciante. Essa liberdade se tornou possível graças à habilitação da graça de Deus, que pode trazer “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Coríntios 10:5). Agradeço a Deus por Sua maravilhosa graça, que restaurou um pecador como eu para a família de Deus e fez de mim um membro produtivo trabalhando em Sua causa.
Talvez o maior desafio de começar uma nova vida, fosse convencer meus companheiros crentes adventistas que, pela graça de Deus eu já não era um homossexual. Minha atitude e orientação sexual tinham mudado. Como era angustiante para mim ouvir ministros e leigos desacreditarem a minha experiência de conversão, dizendo: “Claro, eu acredito na vitória sobre o pecado. Mas as pessoas nunca deixam de ser gay! Nunca ninguém que saiu do estilo de vida gay, permaneceu em linha reta por mais de dois anos! Cuidado com ele e mantenha suas crianças longe dele”. Tais críticas revelam uma falta de fé no poder de Deus para perdoar e purificar os pecadores penitentes de todas as práticas pecaminosas, inclusive a homossexualidade.
Os comentários sarcásticos que muitas vezes ouvi de outros crentes, me levaram a questionar a minha alma e a freqüentemente me perguntar: “Teriam os meus sentimentos e emoções em relação aos homens milagrosamente mudado devido a minha conversão? Será que eu realmente experimentei uma mudança radical de atitude, uma mudança psicológica na minha orientação sexual? Ou, ainda tenho a mesma orientação sexual?
Estas questões são de extrema importância para aqueles que estão sinceramente buscando a libertação do pecado de qualquer natureza que nos assedia. Elas merecem uma explicação definitiva. Mas a resposta nem sempre é fácil de encontrar, especialmente quando alguém, como eu, passou por uma experiência traumática. Eu terminei o meu relacionamento com o homem que eu amava profundamente. Meus sentimentos e emoções em relação a ele, não tinham mudado, mas a minha atitude para com o Homem Jesus Cristo e os ensinamentos da Palavra de Deus tinham mudado radicalmente.
Estando diante de uma escolha entre o meu amante e o homem Jesus, eu decidi seguir o meu Salvador, independentemente das consequências. Como as palavras do hino popular, para mim, tornou-se uma questão de “confiar e obedecer.” Comecei a confiar no meu Criador, sabendo que o “Pai realmente sabe o que é melhor.” E nessa confiança cada vez maior, comecei a obedecê-lo, apesar dos meus sentimentos e emoções, sabendo que Sua vontade para mim era para minha própria felicidade presente e eterna.
Eu aceitei a verdade bíblica de que “o justo viverá pela fé”, não por sentimentos e emoções. Na prática deste princípio bíblico, descobri que os sentimentos e emoções corretos não surgem de imediato. Eles chegam aos poucos, aprendi a aceitar pela fé a vontade do meu Criador para minha vida. Se eu tivesse esperado até conseguir uma vitória sobre minhas inclinações pecaminosas antes de confiar e obedecer a Cristo, então eu já não precisaria de um Salvador!
Como homossexual, eu precisava ser salvo dos meus pecados, exatamente como um cônjuge infiel, um ladrão, um assassino, ou um mentiroso precisa ser salvo dos seus pecados. A salvação do pecado não é uma conquista humana, mas uma provisão da graça divina. É um trabalho de terapia, reprogramação e redirecionamento divinos.
Deixando para trás o amor da minha vida pecaminosa, entrei em meu novo mundo como um indefeso bebê, recém-nascido. Como uma criança começa sua vida com tendências hereditárias para o mal, eu comecei a minha nova vida com todas as tendências que eu havia cultivado durante a minha vida anterior. Mas, confiando em Deus, meu Pai e Cristo, meu Salvador, eu renunciei a minha homossexualidade e me submeti as diretivas divina e comunhão buscada dentro da família de Deus.
Um princípio importante que eu aprendi foi a “proteger o meu novo ambiente.” As tendências herdadas e cultivadas para o mal são como um leão faminto procurando a quem possa tragar. Essa “besta” deve morrer de fome, enquanto o Cordeiro de Deus, deve ser alimentado e cultivado. O mal deve ser substituído com o bem. Os sentimentos e emoções pervertidos podem ser gradualmente substituídos por sentimentos e emoções corretos quando seguimos as instruções estabelecidas para nós, no “Manual do Operador” dado pelo Criador da sexualidade.
A nova luta que enfrentei quando eu decidi virar as costas a tudo e todos que eu tinha conhecido, me fez lembrar da luta que enfrentei quando fugi de Deus no início da minha vida. Eu tive que me separar totalmente da cena e estilo de vida gay, fugindo deles para minha própria vida, como que fugindo das condenadas Sodoma e Gomorra.
Eu comecei uma nova vida rodeando-me de tudo o que eu sabia ser certo para mim. E não era necessariamente tudo que eu queria ao meu redor! Mas, nenhum cristão pode se dar ao luxo de depender do que o faz se sentir bem. Nem eu poderia! A mente espiritual é para governar e trazer em sujeição a concupiscência da carne.
Eu aprendi a importância de guardar bem as vias para a minha mente, ao não me colocar no caminho da tentação. Isto implica ser cuidadoso em relação ao que eu vejo, ao que leio e ao que eu ouço. Isto requer uma determinação diária para não dar a Satanás uma vantagem sobre mim. Como o apóstolo Paulo, também eu, devo “morrer diariamente” (1 Coríntios 15:21), “subjugando o meu corpo, e o reduzindo à submissão, para que, depois de pregar a outros, eu mesmo não venha a ficar reprovado” (1 Coríntios. 9:27 ).
E quando Satanás plantar estes pensamentos e desejos impuros no coração, (e ele o faz), Deus permite que Sua graça seja suficiente para a minha luta contra a homossexualidade. Sua graça permite-me, como Paulo coloca, a trazer “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Coríntios. 10:5). Eu pratico usando o meu poder de escolha para “virar a página” e “mudar de assunto”. Deus me ajuda a fazer isso, quando eu coloco a minha vontade em Suas mãos.
A injunção bíblica de “Sujeitai-vos pois, a Deus. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7), tornou-se muito significativa para mim. Quando tentado, repito as palavras de Filipenses 4:8: “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.
Outro princípio que eu aprendi a colocar em prática é aceitar com gratidão o dom de uma companheira que me foi dispensada por Deus. No Jardim do Éden, Deus criou uma mulher, não um homem, como uma companheira para Adão. Em Sua infinita sabedoria e amor Deus deu ao homem o dom de uma mulher para estar ao lado dele. Não havia alternativa melhor. Deus não cometeu nenhum erro. Ele sabia o que estava fazendo quando Ele criou uma parceira para o homem.
Deus fez um grande esforço para proporcionar ao homem o dom maravilhoso de uma mulher. Alguns dos homens têm torcido o nariz a este dom, “deixando o uso natural da mulher, se inflamando em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro” (Rm 1:27). Eu era um deles. Será que Deus deixou de me amar? Não! Claro que não! Ele continuou a me amar embora eu tenha escolhido usar a minha sexualidade para amar um homem, em vez de uma mulher. É com grande desapontamento que o Criador vê os homens perverterem o destino de sua sexualidade.
Não é pecado uma pessoa viver sem o dom de um parceiro conjugal. Por diversos motivos muitas pessoas acabam vivendo suas vidas sem os prazeres do casamento. Também é errado para as pessoas entregarem-se a um comportamento sexual fora do casamento. E é errado para nós, homens, pervertermos o dom da nossa sexualidade, que foi projetado para uma função procriativa e relacional. É igualmente errado para uma mulher cobiçar e desejar outra mulher a quem Deus criou para o homem. Levou tempo para eu aprender a ser grato a Deus pelo que Ele tem provido para o meu melhor interesse.
O segredo para vencer o pecado da homossexualidade, ou de qualquer outro pecado que nos assedia, encontra-se em ajudar alguém a superar o pecado. Essa premissa é baseada no princípio bíblico de felicidade: A verdadeira felicidade vem em ajudar alguém a ser feliz: Jesus em primeiro lugar, os outros em segundo, você por último.
José, longe de casa na terra de seu cativeiro, nunca se esqueceu deste princípio. “Como posso eu cometer este grande mal e pecar contra Deus?” , ele gritou quando ele fugiu da tentação da esposa de Potifar. Sua preocupação não era “o medo do castigo”, nem era “a esperança de recompensa.” Não, sua fidelidade na obediência resultou em desgraça e confinamento em um calabouço. A preocupação de José era uma total obediência a vontade e a honra do seu Deus, independentemente das consequências. Ele também amou e honrou seu mestre Potifar, pondo os interesses do seu senhor acima dos seus.
Todo o exército celestial estão centrados sobre a felicidade e bem-estar dos outros, incluindo eu e você. Exceto o homem pecador, todos os seres não caídos vivem para o benefício do resto da criação. Este princípio tem sido de grande valia no processo de recondicionar a mim mesmo do meu antigo estilo de vida homossexual. Ajudou-me a abandonar a velha prática da auto-satisfação, buscando o cumprimento dentro do domínio sagrado do casamento.
Ao praticar estes e outros princípios bíblicos, tornei-me totalmente à vontade na minha nova vida como heterossexual. O pensamento de voltar a minha antiga vida tornou-se estranho e repugnante para mim. Submeter-me ao recondicionamento e terapia divina tem realmente resultado em uma nova criação. E Eu me regozijo nas palavras de Paulo sobre a minha nova vida em Cristo: “Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo” (2 Co 5:17 ).
Por que os cristãos devem duvidar de que essa promessa possa ser verdade para o homossexual, bem como para qualquer outra pessoa? Minha nova e vitoriosa vida heterossexual é um testemunho do poder de Deus para salvar as pessoas da profundidade de seus pecados. E eu O louvo todos os dias por demonstrar o poder da Sua graça em perdoar, limpar e renovar a minha vida.
Pela limpeza e renovação de minha vida, o Salvador encomendou-me com as mesmas palavras que Ele falou ao endemoninhado limpo em Marcos 5:19, “Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti”. Assim, eu gosto de contar a história através da palavra falada e de minha autobiografia publicada, de como o Senhor me resgatou das profundezas da degradação, para uma nova vida de serviço para Ele.
Essa história de minha peregrinação da escravidão para a liberdade, é projetada para incentivar não só os homossexuais em busca de libertação divina, mas também alguém lutando com o assedio de pecados de qualquer natureza. Neste testemunho eu compartilho os princípios bíblicos que me ajudaram a ganhar a vitória sobre a homossexualidade e agora a me sustentar na heterossexualidade.
Para encerrar eu gostaria de testemunhar que minha vida não foi alterada por meio do raciocínio humano, lógica, filosofia e aconselhamento, mas através da Palavra de Deus e da graça salvadora de Jesus Cristo. Por Sua graça, este pródigo filho homossexual foi libertado de seu pecado e redirecionado para uma vida produtiva e frutífera , para um novo tipo de serviço como um adventista do sétimo dia e ministro do evangelho. Estou alegremente casado e com filhos.
Eu louvo ao Senhor por Sua compaixão, piedade e maravilhoso poder me salvando da minha vida de pecados! Para aqueles que acreditam que os homossexuais nunca mudam, eu posso dizer: “Sim, eles podem mudar ! O poder transformador e a graça de Deus pode torná-los inteiros. Isto é o que Ele fez por mim.”
Texto extraído da newsletter Endtime Issues No. 57, do já falecido Samuele Bacchiocchi, Ph. D. Professor aposentado de Teologia da Universidade Andrews, publicado em seu site Biblical Perspectives. Crédito da tradução: Blog Sétimo Dia http://setimodia.wordpress.com/
28.11.2010
Cidadania, Cultura, Devocionais, Diversos, Mundo Gospel, Notícias, Projetos, Saúde, Seitas Religiosas e Heresias AI-5 Gay, Ditadura, Gomorra, Homofobia, Homossexualismo, Lésbicas, Mordaça Gay, Sexo, Sodomita, Vergonha 4 Comentários
Quando trato de temas como esse, petralhas costumam invadir o blog com grosserias homofóbicas na esperança de que sejam publicadas para que possam, depois, sair satanizando o blog por aí. Aviso: a tática é inútil. Não serão! Este blog é contra o PL 122 porque preza os valores universais da democracia, que protegem até os que não são gays…
E sobre o tal protesto na frente do Mackenzie, os organizadores mudaram o portão. Ao invés de ser na Consoloção, será na Itambé. A justificativa é o alto número de presenças confirmadas, acima dos 3.000. A página no Facebook ainda afirma que:
IMPORTANTE:
1. Diferente do que alguns estão pensando, nós NÃO entraremos no interior da universidade. Isto seria invasão de propriedade privada e acredito que ninguém quer ser preso!
2. BEXIGAS BRANCAS! Vamos todos também levá-las, como símbolo de paz. Vai ficar lindo!
Do colunista Reinaldo Azevedo, na Veja:
O AI-5 GAY JÁ COMEÇA A SATANIZAR PESSOAS; SE APROVADO, VAI PROVOCAR O CONTRÁRIO DO QUE PRETENDE: ACABARÁ ISOLANDO OS GAYS
22.11.2010
Cidadania, Cultura, Devocionais, Diversos, Mensagens, Mundo Gospel, Notícias, Projetos, Saúde, Seitas Religiosas e Heresias Anjo de Luz, Condenação, Cristianismo, Educação, Gays, Genitálias, GLS, Homofobia, Homossexuais, Lésbicas, Lucifer, Pans, Perversão, Sexo, Sociedade, Trans 3 Comentários
Tenho um casal de filhos… (muitos sonham em ter um casal de filhos, mas daqui para frente, pra quê mesmo?)
pelo jeito não poderei mais destacar a diferença deles…
pelo jeito não posso mais falar para eles que um tipo de comportamento é coisa de meninA, ou de meninO…
não poderei mais orar pedindo ao Senhor um marido para minha filha, e uma esposa para meu filho… (capaz de ficarem ouvindo como aconteceu com Daniel)…
não poderei mais dizer para meu filho que ele é homem, ou como ele mesmo diz ‘homem macho’… será crime daqui uns dias… ? …
Não existe mais problema algum em meus filhos verem um ‘casal’(essa palavra é homofóbica?) de homens se beijando… Minha filha olha… ela tem seis anos, não entende… “Uai, [mineira] meu pai falava que mulher casa com homem…?” Não filha… me perdoe… agora eu não posso mais dizer isso…
Meu filho então… está todo empolgado que vai entrar num casamento junto com uma menina para levar… (aquelas coisas de casamento)… ele tem três anos, está achando que vai casar pois vai entrar de ‘noivinhO com a noivinhA’… se ele entrasse com outro menino, ele não diria que era casamento… mas ele agora estará errado?
Como explicarei a diferença e objetivos de seus órgãos sexuais… a desculpem-me… meus filhos, mas esse é o país que vocês enfrentarão quando forem adultos… Cristo, tenha misericórdia de meus filhos…
Brasil, Deus nos deu liberdade, não libertinagem…
… mas o que é isso mesmo?
Desabafo de um pai, presbiteriano…
Fonte: [ MCA ]
29.10.2010
Cidadania, Mundo Gospel, Notícias, Orações, Projetos, Saúde Ajuda, Ajuda Humanitária, Cólera, Haiti, Maluco por Jesus, Misericórdia, ONG, Perigo, Sofrimento, SOS, Urgência 2 Comentários
Em Julho eu estive no Haiti juntamente com a equipe da M.A.I.S e posso testemunhar que a situação pós- terremoto já era grave, quanto mais agora, com o surto de cólera. Segundo Imogen Wall, a porta-voz da ONU no Haiti, em 48 horas foram registradas 1526 pessoas contaminadas e 138 mortes.
Isto posto, peço a todos que leiam o texto abaixo e divulgue para seus amigos e parentes. O Haiti precisa desesperadamente de nossa Ajuda!
Embora a imprensa esteja em estado de alerta geral acerca dos últimos ocorridos e da quantidade de mortes, nossas informações diretas do Haiti retratam situação ainda pior que o divulgado. A base nacional da missão JOCUM no Haiti fica em St. Marc, região exata onde o surto teria tido início. Terry Snow, diretor nacional da organização, tem enviado notícias alarmantes sobre o pânico que tem acometido a região.
No entanto, considerando os fatores populacionais, nossa grande causa de oração neste momento é a capital Porto Príncipe. Falamos ontem à tarde com Ted Steinhauer, diretor nacional da organização Medical Teams International, parceira direta da MAIS, e segundo Ted o surto ainda não atingiu em cheio a capital, mas a geografia da calamidade segue o fluxo do rio Artibonete, e a chegada da doença à cidade é questão de tempo. A proliferação nos acampamentos seria de proporções catastróficas, visto que as condições de habitação e saneamento são as mais precárias. Em Porto Príncipe são mais de 1,3 milhões de habitantes nos camps.
A M.A.I.S. possui sólidas parcerias no Haiti, e embora creiamos que a oração seja nosso maior recurso nesse momento, temos tentado fazer algo a mais. Foi-nos enviada uma lista de medicamentos e suprimentos médicos, os quais serão usadas por duas organizações de nosso relacionamento: a Medical Teams International e a Humedica. Nesse momento, ambas estão enviando equipes médicas às regiões afetadas pela cólera. Tínhamos em nossos estoques no país uma grande quantidade de soro e penicilina, e tudo já foi despachado. Agora, seguem abaixo outras necessidades, que pretendemos enviar nos próximos dias.
Precisamos de:
30.09.2010
Projetos, Saúde, TEMÁTICAS Amor, Animais, Ar Puro, Água, Bíblia Sagrada, Castigo, Condenação, Confiança, Criação, Destruição, Ecologia, Fidelidade às Sagradas Escrituras, Gênesis, Jardim do Édem, Maluco por Jesus, Meio Ambiente, Mordomia, Pecado, Preservação, Restauração, Terra, Usos e Costumes Deixe o seu comentário
No princípio, Deus deixou a cargo da humanidade o cuidado do mundo belo e perfeito.
Gênesis 2:15
“Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e guardar.”
Deus quer que sejamos digno de confiança na mordomia dos nossos recursos.
1 Coríntios 4:2
“Ora, além disso, o que se requer nos despenseiros é que cada um seja encontrado fiel.”
Deus avisa que aqueles que destroem a Terra, serão destruídos.
Apocalipse 11:18
“Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.”
29.09.2010
Devocionais, Mundo Gospel, Saúde Abismo, Bahia, Boas Novas, Carnaval, Condenação, Corrupção, Demônio, Gay, Hétero, Idolatria, Imoralidades, Infidelidade, Lásbica, Libertinagem, Maluco por Jesus, Pecado, Perversão, Rio de Janeiro, Sapucaí, Sexo, Trio Elétrico 1 Comentário
“Como está escrito: Não há justo, nem sequer um, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, a uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.”
Romanos 3.10-12
O Evangelho de Jesus Cristo é uma boa nova, mas, como já foi, visto a boa nova começa com más notícias. É neste ponto que Paulo inicia sua exposição da mensagem da redenção em Jesus Cristo, nesta carta à igreja em Roma. As más notícias consistem em ser o homem reconhecido como pecador. Sua natureza é corrompida e ele está condenado à morte. A Bíblia não nos deixa nunca perder de vista essa verdade. Quando fala acerca do amor de Deus ou da Sua graça salienta sempre esse amor que é oferecido somente àqueles que reconhecem ser pecadores. E esta verdade é ressaltada no versículo freqüentemente conhecido como o versículo de ouro da Bíblia: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). E para não perdermos o ensino desta verdade, ele é explicado e amplificado no versículo 18: “Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito filho de Deus” (João 3.18). São estas, pois, as más notícias: o homem, por si mesmo, está perdido, condenado e arruinado.
Foi neste ponto também que o catecismo histórico das Igrejas Reformadas começa sua exposição da fé cristã. Depois de registrar-se uma declaração introdutória, o catecismo propriamente dito começa com a seguinte pergunta: “Quantas coisas deves conhecer para viveres e morreres na bem-aventurança da consolação?” A resposta é: “Três. Primeiro, a grandeza do meu pecado e miséria. Segundo, como seou libertado de todos os meus pecados e de suas miseráveis conseqüências. Terceiro, que gratidão devo a Deus por essa redenção” (Catecismo de Heidelberg). Os que conhecem o Novo Testamento perceberão que esta declaração é, na realidade, o esboço básico da carta aos Romanos.
A exposição compreensiva do evangelho cristão histórico, que achamos em Romanos, começa com uma análise completa do pecado e da culpabilidade dos homens. Esta doutrina é a mais relegada nas pregações dos nossos dias, e, na verdade, não erraríamos muito se disséssemos que temos quase perdido a noção da doutrina bíblica do pecado e da culpa humanos. Ou em hipótese alguma deixamos de mencionar o assunto, ou tratamos o mesmo muito superficialmente. É mister restaurarmos o interesse por esta doutrina, porque, sem ela, nunca entenderemos o valor do glorioso evangelho de Jesus Cristo, nunca entenderemos de que fomos salvos.
Em primeiro lugar, examinemos a acusação formal. Paulo, após ter demonstrado, até esta altura na carta, que todos os homens vivem sob o poder do pecado, passa a lavrar em ata a acusação formal contra o homem. Vamos agora ler a acusação formal registrada contra nós na Palavra de Deus:
“Não há justo, nem sequer um, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, a uma se fizeram inúteis, não há quem faça o bem, não há nem um sequer. A garganta deles é sepulcro aberto; como língua urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca deles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos.”
Romanos 3.10-18
É esta a acusação formal. Não conseguimos sentir-lhe a força porque a maior parte de nós já perdeu de vista a autoridade com que ela esta revestida. Ressaltamos de tal maneira os escritores humanos da Bíblia, que nos esquecemos de entendê-la e obedecê-la como ela é. A Palavra de Deus. Falamos sobre o conceito que Paulo tem de Deus, o seu ponto de vista no que diz respeito ao homem, ou acerca da doutrina paulina acertca da culpa e do pecado, e mesmo dentro dos círculos evangélicos, esquecemo-nos do fato de que Romanos faz parte das Sagradas Escrituras, que são a própria Palavra de Deus, e que esta declaração é o pronunciamento do próprio Deus no que diz respeito ao homem.
Esta acusação formal contrao homem é sustentada em toda a Palavra de Deus. A corrupção do coração humano é o tema geral dos Profetas, Salmistas, de todos os Apóstolos, e concentra-se nos ensinos de Jesus. A declaração de Jeremias é o exemplo característico da Palavra do Senhor anunciada em profecia: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, que o conhecerá?” (Jeremias 17.9). A exclamação de Davi é característica dos Salmos: “Eu nasci na iniqüidade, em pecado me concebeu minha mãe” (Salmo 51.5). O gentil e bondoso João e discípulo amado fala em nome de todos os apóstolos, quando diz: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (1 João 1.8).
É este, pois, o ensino da Bíblia quanto à natureza do homem. Na doutrina cristã, é denominada doutrina da depravação total. Isto não quer dizer que todo homem vai até as últimas conseqüências da prática do mal, nem tampouco, quer dizer que ele não possua qualquer grau de bondade. Pessoas há que, sem estarem em Cristo, são decentes e bondosas, graciosas e inteligentes, mas nem por isso deixam de ser pecadoras. A sua própria natureza é depravada. A depravação total implica em duas coisas. Significa primeiro que o pecado se espalhou ao ponto de penetrar e afetar cada aspecto de nossa natureza. A personalidade no seu total é corrupta. Um estudioso no Novo Testamento (Trench), possuindo grande cultura e discernimento, chama a atenção para o grande número de diferentes vocábulos empregados por Paulo, na sua descrição do pecado. Cita as palavras gregas, com seus respectivos equivalentes, que descrevem as variedades do pecado, segundo o Novo Testamento como a seguir: ignorância, carência, violação da lei, errar o alvo, ir além dos limites, desobedecer à razão, relegar a lei, tropeçar, entrar em discórdia etc.
O segundo aspecto do significado da doutrina da depravação total do homem é que este não tem a mínima capacidade de salvar-se a si mesmo. “Visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei” (Romanos 3.20). Paulo desenvolve esta verdade um pouco mais adiante neste mesmo capítulo, ao iniciar a sua explicação sobre a justificação pela fé. Indica que não há nenhum outro caminho para a salvação do pecador, a não ser mediante a fé no Senhor Jesus Cristo, e apresenta a seguinte razão: “Porque não há distinção; pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.
Uma vez ouvida a acusação formal, passemos agora a considerar as evidências aduzidas para sustentá-la. Paulo não deixa este assunto da depravação do homem e da sua natureza corrupta como mera asseveração sem evidências que a comprovem. Traça três linhas de evidências que, nesta passagem, apóiam a veracidade da acusação de que todos os homens pecaram e carecem da glória de Deus, não havendo um que faça o bem, que todos se desviaram do caminho e seguiram seus próprios desejos. A primeira linha de evidência advém de observação. Paulo faz considerável uso deste tipo de evidência, por ser ela acessível a todos; tinha aguçados poderes de percepção, e também a oportuinidade de ver todos os lados da vida no mundo dos seus dias. Fizera viagens de grande alcance pelo mundo pagão, e sua descrição da total corrupção daquela sociedade, que se pode ler no capítulo primeiro da sua carta, é amplamente comprovada nos escritos dos poetas, filósofos, moralistas e estadistas da sua época. Na realidade, Paulo ainda amenizou a sua descrição, sendo que as outras feitas com referência à maldade e corrupção do mundo no primeiro século, pelos próprios pagãos, nem sequer poderiam ser mencionadas entre pessoas decentes.
Além disso, Paulo era testemunha qualificada do fracasso moral do judaísmo do primeiro século. Era judeu nato, hebreu de hebreus, como ele mesmo disse, e fariseu. Foi educado nas escolas rabínicas, e, quando, no segundo capítulo, lançou um desafio à moralidade daqueles que somente seguiam a conformidade externa da religião, perguntando: “Tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Dizes que não se deve cometer adultério, e o cometes, abominas os ídolos, e lhes roubas os templos; tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei” (Romanos 2.21-23). As perguntas que surgem daquilo que ele já presenciara e soubera acerca do fracasso moral e espiritual dos judeus.
A segunda linha de evidência da qual a acusação formal contra o homem foi desenvolvida, surgiu das suas próprias experiências e do seu conhecimento do próprio coração. Há, não somente em Romanos, como em todas as cartas de Paulo, extensas passagens autobiográficas que demonstram que ninguém jamais meditou tão profundamente na maldade e corrupção do seu próprio coração, nem falou objetivamente acerca disso como esse mesmo homem que acusa toda a raça humana de ser pecadora. Diz ele: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço”. Devemos saber isso quando falamos da depravação do homem, que não se trata apenas da prática de atos errados: esta clara e exaustiva asseveração da depravação da natureza humana demonstra quão errada é esta própria natureza; afirma mesmo que a própria pessoa está no erro. Foi o que Paulo aprendeu sobre o seu próprio coração quando disse: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço”. Mais uma vez verifica-se que há uma linha de evidência que é acessível a todos nós. Haveria alguém com ousadia suficiente para com toda a honestidade dizer-se a si mesmo que tem o coração puro ou a consciência perfeitamente limpa? Não clamamos todos nós, juntamente com o poeta?:
“Oxalá surja em mim um homemque ponha fim ao homem que eu sou.”
Moule, na sua calorosa e comovente exposição de Romano, em “Expositor’s Bible”, citando o crítico francês, Adolphe Monde, disse que no início da vida de expositor considerava grande e lamentavelmente exagerada a descrição que Paulo faz da natureza humana, pensando que fosse apenas o extravasamento de retórica religiosa. Confessou sentir-se totalmente incapaz de submeter-se a esta terrível verdade, mas, no decurso dos anos, ao sondar sempre mais profundamente os recônditos do próprio coração, a veracidade dessa passagem foi-se imprimindo em sua consciência. Nem assim foram dissipadas todas as dúvidas, mas em seu leito de morte disse: “Tenho certeza que, ao desfazer-se este tabernáculo de carne mortal – reconhecerei naquela passagem o mais verídico retrato que já foi pintado do meu próprio coração natural”. Faço a minha oração no sentido de que ninguém entre nós precise esperar até chegar as umbrais da morte antes de chegar a acertada conclusão quanto ao estado do nosso próprio coração, que este crítico francês percebeu tão tarde na vida.
A terceira linha de evidência que Paulo oferece para corroborar a acusação da corrupção total da natureza humana é a das Escrituras. A acusação formal que li no começo deste capítulo e que se acha em Romanos 3.10-18, é feita em termos de passagens tiradas exclusivamente do Antigo Testamento. Paulo apresenta-a como uma fórmula familiar de autoridade: “Como está escrito”. Há aqui seis passagens dos Salmos e uma de Isaías. Na maioria dos casos, Paulo apenas tirou uma ou duas linhas da passagem original, havendo, portanto, aqui, sete versículos tirados de sete partes diferentes do Antigo Testamento, não deixando por isso de possuir unidade e coerência marcantes, demonstrando que a Bíblia possui, na sua totalidade, uma doutrina do pecado, e uma só mensagem quanto à salvação. Percebemos, portanto, que a última linha de evidência de Paulo, e a autoridade final a que apela ao edificar a sua doutrina da culpa e do pecado do homem, bem como a total corrupção do seu coração, é a autoridade das Escrituras. A expressão “Como está escrito” encerra a questão. O homem é um pecador perdido. Esta é a palavra de Deus. É esta a acusação que faz contra nós; é dessa forma que Deus nos fala.
Falta agora salientar mais um só ponto nesse capítulo, e vou fazê-lo na forma de uma pergunta: Você já ouviu a acusação formal. Qual é a sua contestação ao respondê-la? Sinto-me sempre impressionado com esse procedimento no foro. Quando o réu fica em pé diante do juiz, e é lida a acusação, o juiz faz apenas uma pergunta: “Culpado ou inocente?” Nestes dias nos quais é tão difícil e às vezes quase impossível escolher uma alternativa, há pessoas que sempre procuram andar no meio do caminho – mas a justiça não permite o meio termo: você terá que declarar sua culpa ou inocência.
E agora pergunto-lhe enquanto você está ali, um réu diante do Juiz de todos os homens, o Juiz de toda a terra, que não deixará de exercer a justiça: Qual é a sua resposta? É com Deu que você terá de se haver. O primeiro comentário feito por Paulo após a acusação constatada nessa passagem é: “Ora, sabemos que tudo o que a lei diz ao que vivem na lei o diz, para que se cale toda boca, e todo homem seja culpável perante Deus” (Romanos 3.19). Dessa forma você entende, pois, que terá de prestar contas a Deus? Se nunca confessou uma culpa, se nunca lançou-se aos pés de Jesus Cristo implorando-lhe misericórdia e graça, faça-o agora.
Comecei declarando neste capítulo que a Palavra de Deus se constitui em más notícias antes de ser uma boa nova. Já anunciei todas as notícias más: que você é pecador, que não pode salvar-se a si mesmo. Você já está sob condenação. Portanto, passo a anunciar a boa nova: independentemente da gravidade do seu pecado, independentemente da grande corrupção que você percebe em seu coração, se você pedir a Deus o perdão, se confessar a Ele a sua culpa e apresentar-lhe suas necessidades, elas lhe serão instantaneamente removidas, e sua natureza será inteiramente renovada. Você preisa apenas dizer, em Nome de Jesus, “Deus, tem compaixão de mim, pecador”, e Ele o salvará no mesmo instante.
21.09.2010
Devocionais, John Wesley, Projetos, Saúde Castigo, Condenação, Exortação, Fidelidade às Sagradas Escrituras, Inferno, John Wesley, Maluco por Jesus, Obediência, Pecado, Satanás 5 Comentários
John Wesley
‘Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo’. (II Corintios 5:17)
I. O pecado permanece em alguém que crê em Cristo?
II. Qual as diferenças entre o pecado interior e o pecado exterior?
III. A carne – a natureza má – opõe-se ao Espírito, até mesmo nos crentes.
IV. Um homem não pode ser limpo, consagrado, santo, ao mesmo tempo em que é impuro, não consagrado e não santo.
V. Existe em cada pessoa dois princípios contraries: natureza e graça.
PRIMEIRO
1. Existe, então, pecado naquele que está em Cristo? O pecado permanece naqueles que crêem Nele? Existe algum pecado naqueles que são nascidos de Deus, ou eles estão totalmente livres dele? Que ninguém imagine que esta seja uma questão de mera curiosidade; ou que seja de pequena importância, se for determinado um caminho ou o outro. Antes, é um ponto de extrema relevância para todos os cristãos sérios; decidirem o que mais proximamente concerne à sua felicidade presente e eterna.
2. E, ainda assim, eu não sei se isto foi, alguma vez, discutido na igreja primitiva. Decerto, não existiu espaço para disputas concernentes a ela, já que todos os cristãos estavam de acordo. E, até onde eu tenho observado, todo o corpo de cristãos do passado, que nos deixaram algo escrito, declararam a uma só voz, que, mesmo os crentes em Cristo, até que eles estejam ‘fortalecidos no Senhor, e no poder de sua força’, têm necessidade de ‘lutar com a carne e sangue’, com uma natureza pecaminosa, assim como, ‘com principados e potestades’.
3. E neste contexto, nossa Igreja (como realmente na maioria dos termos) copia exatamente segundo a igreja primitiva; declarando em seu Nono Artigo: ‘O pecado original é a corrupção da natureza de todo homem, de forma que ele está inclinado ao mal, pela sua própria natureza; assim sendo, a carne cobiça, contrariamente ao Espírito. E esta influência da natureza permanece; sim, naqueles que estão regenerados; de maneira que, a luxúria da carne não é objeto da lei de Deus. E, embora não exista condenação para aqueles que crêem, ainda assim, esta luxúria tem em si mesma a natureza do pecado’.
4. O mesmo testemunho é dado, através de todas as outras igrejas; não apenas, através da igreja grega e romana, mas através de toda igreja reformada na Europa, de qualquer que seja a denominação. De fato, alguns desses parecem levar a coisa muito longe; descrevendo a corrupção do coração do crente, como que dificilmente admitindo que ele tem domínio sobre ela, mas que, antes, é seu escravo; e, por esses meios, eles fazem uma pequena distinção entre um crente e um descrente.
5. Para evitarem este extremo, os muitos homens bem intencionados, particularmente esses, debaixo da direção do recente Conde Zinzendorf [líder Morávio (denominação Protestante, surgida no século XVIII, pela renovação do antigo movimento dos Irmãos Boêmios, que dá ênfase à vida cristã pura e simples e à fraternidade dos homens. Mais comumente conhecida como Irmãos Morávios)], foram para o outro lado, afirmando que ‘todos os crentes verdadeiros não são apenas salvos do domínio do pecado, mas da existência do pecado interior, assim como exterior; de maneira que ele não mais permanece neles’:E desses, por volta de vinte anos atrás, muitos de nossos compatriotas absorveram a mesma opinião de que, até mesmo a corrupção da natureza, não está mais, naqueles que crêem em Cristo.
6. É verdade que, quando os alemães foram pressionados, eles logo admitiram (muitos deles, pelo menos) que ‘o pecado ainda permanece na carne, mas não no coração de um crente’; e, depois de um tempo, quando o absurdo disto foi mostrado, eles razoavelmente desistiram do ponto; admitindo que o pecado ainda permanecia, embora não reinasse, naquele que é nascido de Deus.
7. Mas o inglês que recebeu isto deles (alguns diretamente, alguns de segunda e terceira mão) não foi tão facilmente convencido a se desfazer de uma opinião favorita. E, até mesmo quando a generalidade deles se convenceu de que ela era extremamente indefensável, alguns poucos não puderam ser persuadidos a desistir, mas mantiveram-na até hoje.
SEGUNDO
1. Por causa desses que realmente temem a Deus, e desejam conhecer ‘a verdade que está em Jesus’; não pode ser impróprio considerar o ponto com calma e imparcialidade. Ao fazer isto, eu uso indiferentemente as palavras, regenerado, justificado, ou crentes; desde que, embora eles não tenham precisamente o mesmo significado (o Primeiro, implicando uma mudança interior, verdadeira; o Segundo, uma mudança relativa; e o Terceiro, os meios pelos quais, tanto uma quanto a outra é forjada); ainda assim, elas convergem para a mesma coisa; já que todos os que crêem são ambos, justificados e nascidos de Deus.
2. Por pecado, eu entendo aqui pecado interior; qualquer temperamento pecaminoso, paixão ou afeição, como orgulho, vontade própria, amor ao mundo, de algum tipo, ou em algum grau; tal como cobiça, ira, impertinência; qualquer disposição contrária à mente que estava em Cristo.
3. A questão não é concernente ao pecado exterior; quer um filho de Deus cometa pecado ou não. Nós todos concordamos e sinceramente mantemos ‘que ele que comete pecado é do diabo’. Nós concordamos, ‘que quem é nascido de Deus não comete pecado’. Nem agora inquirimos, se o pecado interior irá permanecer sempre nos filhos de Deus; se ele irá continuar na alma, por quanto tempo ela continue no corpo: Nem, ainda assim, inquirimos, se uma pessoa justificada possa reincidir em um pecado interior ou exterior; mas, simplesmente isto: um homem justificado ou regenerado está liberto de todo pecado, tão logo ele seja justificado? Não existe, então, pecado algum em seu coração? – nem mesmo depois, a não ser, se ele cair da graça?
4. Nós admitimos que o estado de uma pessoa justificada é inexprimivelmente grande e glorioso. Ele é nascido novamente, ‘não do sangue; nem da carne; nem da vontade do homem, mas de Deus’. Ele é filho de Deus, um membro de Cristo, um herdeiro do trono dos céus. ‘A paz de Deus, que ultrapassa todo entendimento, mantém seu coração e mente em Jesus Cristo’. Mesmo seu corpo é um ‘templo do Espírito Santo’, e uma ‘morada de Deus, através do Espírito’. Ele é ‘feito novo em Jesus Cristo’: Ele é lavado; ele é santificado. Seu coração é purificado pela fé; ele é limpo ‘de toda corrupção que está no mundo’; ‘o amor de Deus espalha-se em seu coração, pelo Espírito Santo que é dado a ele’. E, por quanto tempo ele ‘caminha no amor’ (o que ele pode sempre fazer), ele adora a Deus em espírito e em verdade. Ele mantém Seus mandamentos, e faz todos as coisas que são agradáveis aos olhos de Deus; assim, exercitando a si mesmo, como para ‘ter a consciência que evita a ofensa, em direção a Deus, e em direção ao homem’: E ele tem poder, tanto sobre o pecado exterior quanto interior, até mesmo, do momento em que ele é justificado.
TERCEIRO
1. ‘Mas ele não está, então, liberto de todo pecado, de modo que não exista pecado em seu coração?’.Eu não posso dizer isto; eu não posso acreditar nisso; porque Paulo diz o contrário. Ele está falando para crentes e descrevendo o estados dos crentes em geral, quando ele diz: (Gálatas 5:17) ‘Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis’. Nada pode ser mais explícito. O Apóstolo afirma aqui diretamente que a carne – a natureza pecaminosa, se opõe ao Espírito, mesmos nos crentes; que, mesmo no regenerado, existem dois princípios, ‘contrários um ao outro’.
2. Novamente: Quando ele escreve para os crentes em Corinto; para aqueles que foram santificados em Jesus Cristo, (I Corintios 1:2) ‘À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso’, ele diz: (I Corintios 3:1) ‘E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis, Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?’. Agora aqui o Apóstolo fala junto àqueles que eram inquestionavelmente crentes; a quem, no mesmo fôlego, ele denominou seus irmãos em Cristo, — como sendo ainda, em uma medida – carnais. Ele afirma que existia inveja (um temperamento pecaminoso), ocasionando contenda entre eles, e ainda assim, ele não fez a menor insinuação de que eles tivessem perdido sua fé. Mais do que isto, ele manifestadamente declara que eles não haviam perdido; porque, então, eles não seriam bebês em Cristo. E (o que é mais notável de tudo), ele fala de serem carnais, e bebês em Cristo, como uma e a mesma coisa; mostrando plenamente que todo crente que todo crente é (em um grau) carnal, enquanto ele é apenas um bebê em Cristo.
3. De fato, este grande ponto, o de que existem dois princípios contrários nos crentes, — natureza e graça; a carne e o Espírito, mencionados, através de todas as Epistolas de Paulo; sim, através de todas as Escrituras; quase todas as direções e exortações, neste contexto, estão alicerçadas nesta suposição; apontando para os temperamentos e práticas errôneos naqueles que eram, não obstante, reconhecidos pelos escritores inspirados, serem crentes. E eles eram continuamente exortados a combater e conquistar estes, pelo poder da fé que estava neles.
4. E quem pode duvidar, a não ser que existia fé no anjo da igreja de Efésios, quando nosso Senhor disse a ele: (Apocalipse 2:2-4) ‘Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e eles não são, e tu os achaste mentirosos. E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste’. Mas existia, nesse meio tempo, nenhum pecado em seu coração? Existia, ou Cristo não teria acrescentado: ‘Não obstante, tenho contra ti que deixaste o teu primeiro amor’. Este foi um pecado real que Deus viu em seu coração; do qual, adequadamente, ele é exortado a se arrepender. E ainda assim, nós não temos autoridade para dizer, que, mesmo então, ele não tem fé.
5. Mais do que isso, o anjo da igreja de Pérgamo, também é exortado a se arrepender, o que sugere pecado, embora nosso Senhor expressamente diga: (Apocalipse 2:13, 16) ‘Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. (…) Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca’. E ao anjo na igreja de Sardes, ele diz: (Apocalipse 3:2) ‘Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque eu não achei tuas obras perfeitas diante de Deus’. O bem que ainda restava estava pronto para morrer; mas estava verdadeiramente morto. De modo que ainda havia uma faísca de fé, mesmo nele; o que está de acordo ordenando para segurar firme: (Apocalipse 3:3) ‘Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei’.
6. Uma vez mais: Quando o Apóstolo exorta os crentes em (2 Coríntios 7:1) ‘Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito; aperfeiçoando a santificação no temor de Deus’, ele plenamente ensina que esses crentes não estavam ainda limpos disso.
Você irá perguntar: ‘Mas ele que se abstêm de toda a aparência do mal, ipso facto, limpa a si mesmo de toda imundícia?’. Não, de maneira alguma. Por exemplo: um homem me insulta: eu sinto ressentimento, o que é imundícia do espírito; ainda assim, eu não digo uma palavra. Aqui, eu ‘me abstenho de toda a aparência do mal’; mas isto não me limpa da imundícia do espírito, como eu experimento para minha tristeza.
7. E, como esta posição: ‘Não existe pecado em um crente; nenhuma mente carnal; nenhuma inclinação à apostasia’, é, então, contrária à palavra de Deus, assim, é para a experiência de seus filhos. Esses continuamente sentem um coração inclinado à apostasia; uma tendência natural para o mal; uma predisposição a separar-se de Deus, e se aderirem às coisas da terra. Eles estão diariamente conscientes do pecado permanecendo em seus corações, — orgulho, vontade própria, descrença; e do pecado, aderindo a tudo o que eles falam ou fazem, até mesmo, às suas melhores ações, e as mais santas obrigações. Ainda assim, ao mesmo tempo em que eles ‘sabem que são de Deus’; eles não duvidam disto, por um momento. Eles sentem seu Espírito, claramente, ‘testemunhando com o espírito deles, que eles são filhos de Deus’. Eles ‘se regozijam em Deus, através de Jesus Cristo, por meio de quem, eles têm agora recebido a redenção’. De modo que eles igualmente garantiram que o pecado está neles, e que ‘Cristo é neles, a esperança da glória’.
8. ‘Mas Cristo pode estar no mesmo coração, em que o pecado está?’. Sem dúvida que pode; do contrário ele nunca poderia ser salvo disto. Onde está a doença, lá está o médico, exercendo seu trabalho; lutando, até que lance fora o pecado. Decerto que Cristo não pode reinar, onde o pecado reina; nem Ele irá habitar onde algum pecado é permitido. Mas Jesus está e habita no coração de todo crente que esteja lutando contra todo o pecado; embora não seja ainda purificado, de acordo com a purificação do santuário.
9. Foi observado antes, que a doutrina oposta, — a de que não existe pecado nos crentes, — é completamente nova na igreja de Cristo; já que nunca foi ouvida, durante cento e dezessete anos; nunca, até que foi descoberta pelo conde Zinzendorf. Eu não me lembro de ter visto a menor insinuação dela, tanto nos escritores antigos, quanto modernos; exceto, talvez, em alguns dos selvagens e entusiastas antinomianos [os que acreditavam que, pela fé e a graça de Deus anunciadas no Evangelho, os cristãos são libertados, não só da lei de Moisés, mas de todo o legalismo e padrões morais de qualquer cultura]. E esses, igualmente, dizem e desdizem, admitindo que existe pecado na sua carne, embora nenhum pecado em seus corações. Mas, apesar da doutrina ser nova, ela está errada; porque a religião antiga é a única verdadeira; e nenhuma doutrina pode ser correta, a menos que seja exatamente a mesma ‘que fora desde o início’.
10. Um argumento a mais contra essa doutrina nova e não bíblica, pode ser esboçada das conseqüências terríveis dela. Se alguém diz: ‘Eu sinto ira hoje’. Eu devo replicar: ‘Então, você não tem fé?’. Um outro diz: ‘Eu sei que o que você aconselha é bom, mas minha vontade é completamente contrária a isto’. Eu devo dizer a ele: ‘Então, você é um descrente, debaixo da ira e maldição de Deus?’. Qual será a conseqüência natural disto? Porque, se ele acredita no que eu digo, sua alma não apenas será afligida e magoada, mas, talvez, seja totalmente destruída, visto que, como ele ‘irá lançar fora’ aquela ‘confiança que tem na grande recompensa de galardão’: E, tendo lançado fora sua proteção, como ele irá ‘extinguir os dados certeiros do iníquo?’. Como ele irá superar o mundo? – vendo que ‘essa é a vitória que domina o mundo, até mesmo nossa fé?’.
Ele se encontra desarmado, em meio aos seus inimigos; exposto a todos os assaltos deles. Qual a surpresa então, se ele for totalmente dominado; se eles o tornarem escravos da vontade deles; sim, se ele cair, de uma maldade para outra, e nunca mais ver o bem? Por conseguinte, eu não posso, por nenhum meio, receber essa afirmação, de que não existe pecado no crente, do momento em que ele é justificado.
Em Primeiro Lugar, porque é contrário a todo o teor das Escrituras; — Em Segundo Lugar, porque é contrário à experiência dos filhos de Deus, — Em terceiro lugar, porque é absolutamente novo, nunca ouvido no mundo, até ontem; — e, em Último Lugar, porque é naturalmente atendido com as mais fatais conseqüências; não apenas afligindo aqueles a quem Deus não tem afligido, mas, talvez, arrastando-os para a perdição eterna.
QUARTO
1. Contudo, permita-nos ouvir atentamente aos principais argumentos desses que se esforçam para sustentar isto. Primeiro, é das Escrituras que eles tentam provar que não existe pecado no crente. Eles argumentam assim: ‘As Escrituras dizem que todo crente é nascido de Deus, é limpo, santo e consagrado; é puro no coração; tem um novo coração; e é um templo do Espírito Santo. Agora, como ‘aquele que é nascido da carne, é carne’, é completamente mal, assim, ‘aquele que é nascido do Espírito é espiritual’, e completamente bom. Novamente: Um homem não pode ser limpo, consagrado, santo, e, ao mesmo tempo, impuro, não consagrado, não santo. Ele não pode ser puro e impuro; ou ter um coração novo e velho, juntos. Nem pode sua alma ser não santa, enquanto ele é o templo do Espírito Santo.
Eu tenho colocado essa objeção, tão fortemente quanto possível, para que todo seu peso possa aparecer. Permita-nos examiná-la, parte por parte.
(1) ‘Que aquele que é nascido do Espírito é espiritual, é completamente bom’. Eu admito o texto, mas não a observação. Porque o texto afirma isto, e não mais, — que todo homem que ‘é nascido do Espírito’, é um homem espiritual. Ele o é: Mas embora ele seja, ainda assim, não será completamente espiritual. Os cristãos de Corinto eram homens espirituais; ou eles não teriam sido cristãos, afinal; e, ainda assim, eles não eram completamente espirituais: eles eram, em parte, ainda carnais. — ‘Mas eles eram caídos da graça’. Paulo diz que não. Eles eram até mesmo, bebês em Cristo.
(2) ‘Mas um homem não pode ser limpo, consagrado, santo, e ao mesmo tempo, impuro, não consagrado, não santo’. Decerto que ele pode. Assim eram os Coríntios: ‘Vocês estão lavados’, diz o Apóstolo, ‘vocês estão consagrados’; ou seja, limpos da ‘fornicação, idolatria, bebedeira’, e todos os outros pecados exteriores.
(I Corintios 6:9) ‘Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido consagrados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus’; e, ainda assim, ao mesmo tempo, em outro sentido da palavra, eles eram não consagrados; eles não estavam lavados; não interiormente limpos de toda inveja, conjecturas diabólicas, parcialidade, — ‘Mas certo, eles não tinham um novo coração e um velho coração, juntos’. Na verdade, eles tinham, porque, naquele mesmo momento, seus corações eram verdadeiramente, embora que não inteiramente, renovados. A mente carnal deles foi pregada na cruz; ainda assim, não estava totalmente destruída. – (I Corintios 6:19) ‘Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?’; e é igualmente certo, que eles eram, em algum grau, carnais, ou seja, não santos.
2. ‘Entretanto, existe uma Escritura a mais que irá colocar esse assunto fora de questão’: (II Corintios 5:17) ‘Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo’. ‘Agora certamente um homem não pode ser uma nova criatura, e uma velha criatura de uma só vez’. Sim, ele pode: Ele pode ser parcialmente renovado, o que foi o mesmo caso com aqueles em Corinto. Eles foram, inegavelmente, ‘renovados no espírito de suas mentes’, ou eles não poderiam ter sido ‘bebês em Cristo’. Ainda assim, eles não tinham a mente total que estava em Cristo, porque eles invejavam um ao outro. “Mas é dito expressamente: ‘as velhas coisas se passaram: todas as coisas se fizeram novas’”. Mas nós não devemos interpretar as palavras do Apóstolo, de maneira a que ele contradiga a si mesmo. E se nós o tornarmos consistente consigo mesmo, o significado claro das palavras é este: Seu velho julgamento, concernente à justificação, santidade, felicidade, de fato, concernentes a todas as coisas de Deus, em geral, são agora passadas; assim como seus velhos desejos, objetivos, afeições, temperamentos e conversa. Todos esses se tornaram inegavelmente novos; grandemente mudados do que eles eram; e, ainda assim, embora eles sejam novos, eles não estão totalmente novos. Ainda, ele sente, para sua tristeza e vergonha, restos do velho homem, também a decadência manifesta de seus temperamentos e afeições, anteriores, posto que eles não podem obter vantagem alguma sobre ele, por quanto tempo ele vigia junto à oração.
3. Todo este argumento: ‘Se ele está limpo, ele é limpo’; ‘Se ele está, ele é santo’; (e vinte expressões mais desse mesmo tipo podem ser facilmente empilhadas). É realmente nada melhor, do que brincar com palavras. É uma falácia argumentar do particular para o geral; inferir uma conclusão geral, de premissas particulares. Proponha a sentença inteira, e ela ficará assim: ‘Se ele é santo, afinal, ele é santo completamente’. Isto não procede: todo bebê em Cristo é santo, e ainda assim, não completamente. Ele está salvo do pecado; ainda assim, não inteiramente: O pecado permanece, embora não reine. Se você pensar que ele não reina (nos bebês, pelo menos, quer seja este o caso com homens jovens ou adultos), você certamente não tem considerado a altura, a profundidade, a largura, e comprimento da lei de Deus; (mesmo a lei do amor, escrita por Paulo, no décimo-terceiro capítulo de Corintios); e que toda anomia, desconformidade, ou desvio, para com esta lei, é pecado. Agora, não existe desconformidade a ela, no coração ou vida de um crente? O que pode ser em um cristão adulto, é outra questão; mas que estranho deve ser para a natureza humana, aquele que pode possivelmente imaginar que este é o caso com todo bebê em Cristo!
4. ‘Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito’. (Romanos 8:1).
[O que se segue, por algumas páginas, é uma resposta a um documento, publicado na Cristian Magazine, p. 577-592. Eu estou surpreso que o Sr. Dodd tenha dado a tal documento um lugar em sua revista, o que é diretamente contrário ao Nono Artigo – Editor]
[Esta é a carta escrita por John Wesley ao Sr. Dodd – acréscimo da tradutora] – 05 de Março, 1767
Ao Editor de Lloyd´s Evening Post
“Senhor”,
“Muitas vezes, o redator da Christian Magazine tem me atacado sem medo ou finura; e, por este meio, ele tem convencido seus leitores imparciais de uma coisa, pelo menos — que (como, vulgarmente, se diz) seus dedos comicham, para estar diante de mim; que ele tem o desejo passional de medir espadas comigo. Mas eu tenho um outro trabalho em minhas mãos: eu posso aplicar o pouco que resta da minha vida em propósitos melhores!”
“Os fatos de seu último ataque são esses: Trinta e cinco, ou, trinta e seis anos atrás, eu admirava muito o caráter do cristão perfeito desenhado por Clemens Alexandrinus. Há vinte e cinco, ou, vinte e seis anos, um pensamento me veio à mente: esboçar tal caráter, por mim mesmo; apenas, que de uma maneira mais bíblica e, principalmente, nas próprias palavras da Escrituras: isto eu intitulei: ‘O Caráter de um Metodista’, acreditando que, curiosamente, poderia incitar mais pessoas a ler isso, e, também, que alguns preconceitos pudessem, desse modo, ser removidos do homem sincero”.
“Mas, para que ninguém imaginasse que eu pretendia um elogio a mim, ou aos meus amigos, eu me resguardei contra isso, no próprio título da página, dizendo tanto em meu nome como no deles:’Não como se eu já tivesse atingindo, tampouco como se já fosse perfeito’”.
“Para o mesmo efeito, eu falo na conclusão: ‘Esses são os mesmos princípios e práticas de nossa religião; sãos as marcas de um verdadeiro Metodista’; que é, um verdadeiro cristão; como eu, imediatamente, depois, expliquei: ‘por esses princípios apenas fazer com que aqueles que estão no ridículo, assim chamados, desejem ser distinguidos de outros homens’. ‘Por essas marcas fazer com que nós trabalhemos, para distinguir a nós mesmos daqueles, cujas mente e vida, não estão de acordo com o Evangelho de Cristo’”.
“Este inferior, ou Dr. Dodd, diz, ‘Um metodista é, de acordo com o Sr. Wesley, um que é perfeito, e não peca em pensamento, palavra, ou ação’. Senhor, queira me desculpar! Isso não é ‘de acordo com o Sr. Wesley’. Eu tenho dito com todas as palavras que eu não sou perfeito; e, ainda você me permite ser um Metodista! Eu disse a você, categoricamente, que eu não consegui o caráter que eu esbocei. Você irá fixar isso em mim, apesar dos meus dentes? ‘Mas o Sr. Wesley diz que outros Metodistas têm’, Eu não digo tal coisa! O que eu digo, depois de ter dado um relato bíblico de um perfeito cristão, é isso: ‘Por essas marcas o Metodista deseja ser distinguido de outros homens; por essas marcas nós trabalhamos para distinguir a nós mesmos’. E você não deseja e trabalha para o mesmo propósito?”.
“Mas você insiste: ‘O Sr. Wesley afirma que o Metodista (isto é, todos os Metodistas) é, perfeitamente, santo e íntegro’. Onde eu afirmei isso? Não, em alguma propaganda religiosa! Diante disso, eu afirmo justo o contrário; e que eu afirmo isso, seja lá onde for, é mais do que eu sei. Fique à vontade, senhor, de assinalar o local: até que isso seja feito, tudo o que você acrescentou (amargo, o suficiente) é mera ‘trovoada’; e os Metodistas (assim chamados) podem ainda declarar (sem qualquer punição de sua sinceridade) que eles não vêm à mesa santa ‘confiando em sua própria retidão, mas nas múltiplas e grandiosas misericórdias de Deus’”.
Eu sou, senhor,
Seu,
John Wesley
® Esses são reunidos, como se eles fossem a mesma coisa. Mas eles não o são. A culpa é uma coisa, o poder outra, e a existência outra, ainda. Que os crentes estão livres da culpa e poder do pecado nós admitimos; que eles estão livres da existência dele, nós negamos. Nem isto, de alguma maneira, se conclui desses textos. Um homem pode ter o Espírito de Deus habitando nele, e pode ‘caminhar, segundo o Espírito’, embora ele sinta ainda ‘a carne entregando-se à luxúria, contra o Espírito’.
5. “Mas a ‘igreja é o corpo de Cristo’ – (Colossenses 1:24) ‘Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja’; isto implica que seus membros são lavados de todas as suas sujidades; do contrário irá se seguir que Cristo e Belial estão incorporados um com o outro”.
® Não. Pelo fato de ‘aqueles que são o corpo místico de Cristo, ainda sentirem a carne cobiçando contra o Espírito’, isto não quer dizer que Cristo tem alguma camaradagem com o diabo; ou com aquele pecado que ele os capacita a resistir e dominar!
6. “Mas os cristãos ‘chegaram ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial’, onde ‘nada corrompido entra?”.‘ (Hebreus 12:22): Ou seja, céu e terra, todos concordam, todos são uma grande família.
® E são igualmente santos e corrompidos, enquanto eles ‘caminham segundo o Espírito’; embora conscientes que existe um outro princípio neles, e que ‘estes são contrários um ao outro’.
7. ‘Mas os cristãos estão reconciliados para Deus. Agora isto não poderia ser, se alguma mente carnal restasse; porque esta é inimiga contra Deus: Conseqüentemente, nenhuma reconciliação pode ser efetiva, a não ser através de sua total destruição’.
® Nós estamos ‘reconciliados para Deus, através do sangue na cruz’: E, naquele momento, a corrupção da natureza, que é inimiga de Deus, foi colocada debaixo de nossos pés; a carne não teve mais domínio sobre nós. Mas ela ainda existe; e ela ainda é, em sua natureza, inimiga com Deus, cobiçando contra seu Espírito.
8. “Mas em (Gálatas 5:24) ‘E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências’”. “Mais do que isto’, (Colossenses 3:9) ‘eles já despiram o velho homem com seus feitos’”.
® Eles o fizeram; e, no sentido acima descrito, ‘as coisas velhas são passadas, e todas as coisas se tornaram novas’. Existe ema centena de textos, e eles podem ser citados, para o mesmo efeito; e todos irão admitir a mesma resposta – “Mas, para dizer tudo em uma só palavra’: (Efésios 5:25) ‘Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra; para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível’”. E, assim, será no final: Mas não foi, ainda, desde o começo.
9. ‘Mas que a experiência fala: Todos os que são justificados encontram, naquele momento, uma liberdade absoluta de todos os pecados’.
® Isto eu duvido; mas se eles encontram, isto acontece, mesmo depois? Caso não alcancem coisa alguma. – ‘Se eles não encontram, é culpa deles’. Isto necessita ser provado.
10. ‘Mas, na própria natureza das coisas, um homem pode ter orgulho nele, e não ser orgulhoso; ter ira, e ainda assim, não estar irado?’
® Um homem pode ter orgulho nele; pode pensar, em algumas particularidades, acima do que deveria pensar, (e, assim, ser orgulhoso, naquele particular), mas, no entanto, não ser um homem orgulhoso, em seu caráter geral. Ele pode ter raiva nele; sim, e uma forte inclinação para uma raiva furiosa, sem dar oportunidade a ela. – ‘Mas a ira e o orgulho podem estar naquele coração, onde apenas a mansidão e humildade são sentidos?’. Não. Mas algum orgulho e ira podem estar no coração, onde existe humildade e mansidão.
‘É não é proveitoso dizer que esses temperamentos estão lá, mas que eles não reinam:porque o pecado não pode, em alguma espécie ou grau, existir onde ele não reina; porque a culpa e o poder são propriedades essenciais do pecado. Portanto, onde um deles está, todos deverão estar’.
® De fato, estranho! ‘O pecado não pode, em alguma espécie ou grau, existir, onde ele não reina?’. Absolutamente contrário, a toda experiência, a todas as Escrituras, a todo bom-senso. Ressentimento de uma afronta é pecado; é anomia, desconformidade para com a lei do amor. Isto tem existido em mim milhares de vezes. Ainda assim, ele não reinou, e não reina.
‘Mas a culpa e poder são propriedades essenciais do pecado; portanto, onde um está, todos deverão estar’.
® Não. No exemplo, diante de nós, se o ressentimento que eu sinto não prolifera, mesmo por um momento, não existe culpa, afinal; nenhuma condenação de Deus sobre esse assunto. E, neste caso, ele não tem poder: embora ele ‘cobice contra o Espírito’, ele não pode prevalecer. Aqui, portanto, como, em milhares de exemplos, existe pecado, sem tanto culpa ou poder.
11. ‘Mas a suposição de haver pecado em um crente, é significativo com todas as ciosas assustadoras e desanimadoras. Isto sugere a contenda com o poder que tem a possessão de nossa força; mantêm usurpação dele de nossos corações; e lá promove a guerra contra nosso Redentor’.
® Não assim: A supondo-se que o pecado esteja em nós, isto não implica que ele tem a possessão de nossas forças; não mais do que um homem crucificado tem a posse daqueles que o crucificaram. Como implica pouco que ‘o pecado mantenha sua usurpação de nossos corações’. O usurpador é destronado. Ele permanece, de fato, onde ele uma vez reinou; mas permanece algemado. De maneira que se, em algum sentido, ele ‘efetua a guerra’, ainda assim, ele vai se tornando mais e mais fraco, enquanto o crente segue de força e força, em vitória, em vitória.
12. ‘Eu ainda não estou satisfeito: Ele que tem pecado nele, é um escravo do pecado. Portanto, você supõe que um homem seja santificado, enquanto ele é escravo do pecado. Agora, se você admite que os homens possam ser justificados, enquanto eles têm orgulho, ira, ou descrença neles; mais ainda, se você afirma que esses estão (pelo menos por um tempo), em todo aquele que é justificado; qual a surpresa de termos tantos crentes orgulhosos, irados, descrentes?!
® Eu não suponho que algum homem que seja justificado, seja um escravo do pecado. Ainda assim, eu suponho que o pecado permaneça (pelo menos por um tempo), em todo aquele que está justificado.
‘Mas, se o pecado permanece em um crente, ele é um homem pecador: Se o orgulho, por exemplo, ele é orgulhoso; se obstinação, então, ele é obstinado; se descrença, então, ele é um descrente; conseqüentemente, não é um crente, afinal. Como, então, ele se difere dos descrentes, dos homens degenerados?’.
® Isto ainda é brincar com as palavras. Significa não mais do que, se existe pecado, orgulho, obstinação nele, então – existe pecado, orgulho, obstinação. E isto, ninguém pode negar. Neste sentido, então, ele é orgulho, ou obstinado. Mas ele não é orgulhoso ou obstinado, no mesmo sentido que os descrentes são; ou seja, governados pelo orgulho e vontade própria. Neste contexto, ele difere dos homens degenerados. Estes obedecem ao pecado. Ele não. A carne está em ambos. Mas eles caminham ‘segundo a carne’; e ele ‘caminha segundo o Espírito’.
‘Mas como um descrente pode ser um crente?’.
® Estas ´palavras têm dois significados. Elas significam tanto nenhuma fé, quanto pouca fé; tanto a ausência da fé, ou a fraqueza dela. No primeiro sentido, o descrente não é um crente; no segundo, eles são todos bebês. A fé deles está comumente misturada com dúvida e temor; ou seja, no segundo sentido, com descrença. ‘Por que temeis’, diz o Senhor, ‘ó homens de pouca fé?’ (Mateus 8:26). Novamente: ‘Ó tu, homem de pouca fé, porque motivo duvidais?’. Vocês vêem aqui, que havia descrença nos crentes; pouca fé e muita fé.
13. ‘Mas esta doutrina de que o pecado permanece no crente; de que um homem pode estar no favor de Deus, enquanto ele tem pecado em seu coração; certamente, tende a encorajar os homens ao pecado’.
® Entenda a proposição corretamente, e tal conseqüência não irá se seguir. Um homem pode estar no favor de Deus, embora ele sinta pecado; mas não se ele se entrega a ele. Ter pecado não significa perder o favor de Deus; mas dar oportunidade a ele, sim. Embora a carne em vocês ‘cobicem contra o Espírito’, vocês podem ainda ser filhos de Deus; mas, se vocês ‘caminham segundo a carne’, vocês são filhos do diabo. Agora, esta doutrina não encoraja a obedecer ao pecado, mas a resistir a ele, com todas as nossas forças.
QUINTO
1. A somatória de tudo é esta: Existem, em cada pessoa, mesmo depois que ela é justificada, dois princípios contrários: natureza e graça, denominada por Paulo, de carne e Espírito. Por isso, embora os bebês em Cristo estejam santificados, ainda assim, será apenas em parte. Em um grau, de acordo com a medida da sua fé, eles são espirituais; mas, em outro, são carnais. Desta forma, os crentes são continuamente exortados a vigiar contra a carne, tanto quanto contra o mundo e o diabo. E isto concorda com a experiência constante dos filhos de Deus. Enquanto eles sentem esse testemunho, em si mesmos, eles sentem sua vontade, não totalmente resignada à vontade de Deus. Eles sabem que eles estão Nele; mas ainda, encontram um coração pronto para se separar de Dele; uma propensão para o mal, em muitas instâncias, e uma relutância para o que é bom. A doutrina contrária é totalmente nova; nunca ouvida na Igreja de Cristo, desde o tempo de sua vinda para o mundo, até o tempo do Conde Zinzendorf; e ela é atendida com as mais fatais conseqüências. Ela remove a vigilância contra nossa natureza pecaminosa; contra a Dalila que nos disseram que tinha ido, embora ela ainda esteja em nosso seio. Ela faz em pedaços a proteção dos crentes fracos, despojados de sua fé, e, assim, deixando-os expostos a todos os assaltos do mundo, da carne e do diabo.
2. Que possamos, portanto, segurar firme a doutrina perfeita, ‘uma vez entregue para os santos’, e concedida aos oráculos de Deus na terra, para todas as gerações que se seguiram: A de que, embora estejamos renovados, limpos, purificados, santificados, e verdadeiramente crermos em Cristo, no momento; ainda assim, nós não estamos renovados, limpos, purificados, completamente; já que a carne; a natureza pecaminosa, ainda permanece (embora dominada), e guerreia contra o Espírito. Quanto mais usamos de toda diligência para ‘lutar a boa luta da fé’. Quanto mais sinceramente ‘vigiamos e oramos’ contra o inimigo nela. Quanto mais cuidadosamente permitimos nos ‘colocar no amor total de Deus’; embora, ‘contendamos com a carne, e sangue e principados, e com poderes, e espíritos pecaminosos, nos altos lugares’, mais seremos capazes de resistir, no dia de tentação; e, tendo feito tudo, permanecermos.
[Editado por Angel Miller, estudante da Northwest Nazarene College (Nampa, ID), com correções por George Lyons para a Wesley Center for Applied Theology.]
21.09.2010
Cultura, Devocionais, Mensagens, Saúde, Seitas Religiosas e Heresias, Testemunhos Adultério, Aliança, Bigamia, Concubinato, Condenação, Falsas Doutrinas, Idolatria, Infidelidade, Obediência, Pecado, Poligamia, Prostituição, Restauração, União Estável 1 Comentário
Conceito - União ilegítima do homem e da mulher.
a) o direito de não ser vendida a um povo estrangeiro:
“Se um homem vender sua filha para ser serva, ela não sairá como saem os servos.
Se ela não agradar ao seu senhor, de modo que não se despose com ela, então ele permitirá que seja resgatada; vendê-la a um povo estrangeiro, não o poderá fazer, visto ter usado de dolo para com ela.” Êxodo 21: 7, 8
b) se desposada obter todos direitos de esposa:
“Mas se a desposar com seu filho, fará com ela conforme o direito de filhas.” Êxodo 21: 9
c) direito a sair livre caso não se cumpra os direitos de esposa:
“Se lhe tomar outra, não diminuirá o mantimento daquela, nem o seu vestido, nem o seu direito conjugal.
E se não lhe cumprir estas três obrigações, ela sairá de graça, sem dar dinheiro.” Êxodo 21: 10, 11
d) direito de seus filhos serem reconhecidos como legítimos herdeiros dos bens do pai:
“Se um homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem despreza, e ambas lhe tiverem dado filhos, e o filho primogênito for da desprezada, quando fizer herdar a seus filhos o que tiver, não poderá dar a primogenitura ao filho da amada, preferindo-o ao filho da desprezada, que é o primogênito; mas ao filho da aborrecida reconhecerá por primogênito, dando-lhe dobrada porção de tudo quanto tiver, porquanto ele é as primícias da sua força; o direito da primogenitura é dele.” Deuteronômio 21 15-17
“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar;
Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas.” 1 Timóteo 3: 2, 12
17.09.2010
Devocionais, Mensagens, Orações, Projetos, Saúde, Testemunhos Abominação, Aliança, Amor, Casamento, Condenação, Divórcio, Exortação, Fé, Fidelidade às Sagradas Escrituras, Filhos, Igreja, Noivos, Obediência, Separação Deixe o seu comentário
ESTUDO SOBRE O DIVÓRCIO
As estatísticas afirmam que dez anos atrás, havia menos de 100.000 divórcios o Brasil. Hoje são cerca de 200.000. Um em cada quatro casamentos no Brasil acaba em separação. Num período de quase 10 anos, o número de casamentos caiu, e de separações dobrou no país.
As causas do divórcio:
Se divórcio é o atestado do pecado humano, precisamos agora colocar algumas das mais freqüentes razões humanas para a separação. Quais são as razões ou causas da separação entre os casais? Gostaria de mencionar pelo menos quatro causas:
O A. T. já tratava com relação ao divórcio. A grande questão debatida está em Deuteronômio 24:1-4 “Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, se ela não achar graça aos seus olhos por haver ele encontrado nela coisa vergonhosa, far-lhe-á uma carta de divórcio e lha dará na mão, e a despedirá de sua casa”.
O SIGNIFICADO DA PALAVRA “COISA INDECENTE” DE Dt 24.1
1 – A palavra hebraica, para “indecente” é ‘ervar davar (composto de ‘ervâh, nudez e davar, palavra), “Nudez de Palavra”.
Dando a entender que se trata de algo comprometedor, que a mulher expressa com palavras (palavra nua); palavrões; expressões grosseiras, que revelam falta de respeito; agressividade verbal; rebeldia; insubordinação.
TALMUDE – Doutrina e jurisprudência comentada da lei mosaica com explicações dos textos jurídicos do Pentateuco. O Talmud foi redigido durante aproximadamente mil anos, entre 450 a.C. e 500 d.C. É reconhecido pelos judeus como tendo a mesma autoridade do Antigo Testamento. Esse complexo literário rege a vida judaica até o dia de hoje, e desde longas datas tem exercido forte influência na vida do povo. Define “coisa indecente” de Dt 24:1 de várias maneiras e isso causou um desprezo e banalização do casamento, principalmente para as mulheres, que, logicamente se tornaram as maiores vítimas. Com isso, um judeu poderia dar a carta de divórcio por qualquer coisa, como por exemplo:
a) Abriga atitudes impróprias como andar com o cabelo solto;
b) Andar sozinha pela rua;
c) Conversar com outro homem;
d) Maltratar sogros;
e) Gritar com o marido;
f) Ter má reputação;
g) Revelar hábitos condenáveis.
Tudo isso, segundo pensamento judaico, está ligado à falta de respeito, a agressividade e à insubordinação da mulher para o casamento.
2 – É evidente que a “coisa indecente” não se referia ao adultério, pois esta era, nesse tempo, condenado com pena de morte – (DT 22.22) – “Se um homem for achado deitado com uma mulher que tem marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, eliminarás o mal de Israel”.
O QUE JESUS PREGOU?
MT 19.9 – “Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério…“. Gr. “porneia” – dultério, fornicação, homossexualidade, lesbianismo, relação sexual com animais, relação sexual com parentes próximos – Lv 18. A palavra explícita para adultério é “moichao” – ter relação ilícita com a mulher do outro – Mc 10.11-12.
O QUE DEUS PENSA SOBRE O DIVÓRCIO?
Ml 2.16 – “Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio (repúdio)…“
ANÁLISE DO TEXTO DE 1CORÍNTIOS 7
O texto de 1Coríntios 7 é que trata de forma mais extensa sobre o divórcio. Algumas questões respondidas por Paulo neste capítulo: sexo no casamento, celibato, divórcio, sobre as virgens e viúvas. Tem três coisas que precisamos ter em mente para entendermos as questões levantadas:
(1) O dualismo grego. Os coríntios eram cheios de filosofias. A cidade de Corinto só perdia em termos de cultura e literatura para Atenas. Havia várias escolas filosóficas. A idéia que predominava era o dualismo grego: uma visão de mundo que via a realidade sob duas óticas ou o andar de cima e o andar de baixo. Dizia que o que era “espiritual” era bom e tudo que era material era secundário, inferior. Valoriza a alma em detrimento do corpo. Essa idéia influenciava no casamento. Principalmente o sexo. Alguns crentes achavam que o sexo era algo inferior e sem importância no casamento.
(2) O ambiente sexual da cidade de Corinto. Havia o templo de Afrodite e envolvia a prática da relação sexual com as sacerdotisas (prostituição cultual). Dizem que à noite as sacerdotisas saiam em busca de práticas sexuais na cidade. Um cristão sofria uma pressão muito grande nessa cidade.
(3) As perseguições aos cristãos corintianos. Poderiam ter os seus bens tomados pelas autoridades da cidade. O que deve um homem fazer? Casar e deixar sua esposa e filhos sujeitos a morte e prisões por causa da perseguição ou ficar solteiro? Posso me separar para servir a Deus? Meu marido não é crente, posso me separar dele para servir melhor a Deus? O que é melhor para os solteiros e as viúvas? Minha filha virgem deve casar-se ou manter-se pura para o Senhor?
O cap. 7 todo é a resposta de Paulo às perguntas feitas pela igreja de Corinto a respeito da vida conjugal. Suas instruções devem ser lidas à luz do versículo 26: “Tenho, pois, por bom, por causa da instante necessidade”. Um período de grande aflição e perseguição estava para vir sobre os cristãos de então, e nessa situação, a vida conjugal seria difícil.
Podemos inferir do texto algumas perguntas que o Apóstolo Paulo teve que responder.
Resposta a perguntas acerca do casamento
Pergunta: Paulo eu quero servir a Deus, mas o que é melhor, casar ou permanecer solteiro? Resposta: v. 1 e 2.
7.1 – “Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher”.
QUE O HOMEM NÃO TOCASSE EM MULHER. Note-se que “não tocar em mulher” significa, aqui, não ter relações ou contato físico com as mulheres, ou seja, casar-se. É o ato sexual (Gn 20.6; Pv 6.29).
7.2 – “mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido”.
Um dos objetivos do casamento é a satisfação legítima do desejo sexual. Alternativa para a impureza sexual. O padrão aqui é monogâmico. Paulo não era machista, pensa na mulher.
Pergunta: Como deve ser o sexo para nós casados? Isso não é pecaminoso? Posso casar sem praticar o sexo? Resposta: v. 3 e 4.
7.3 – “O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher, ao marido”. Êx 21.10; 1Pe 3.7.
O MARIDO PAGUE À MULHER. Casou, sexo é dívida. O compromisso do casamento importa em cada cônjuge abrir mão do direito exclusivo ao seu próprio corpo e conceder esse direito ao outro cônjuge. Isso significa que nenhum dos cônjuges deve deixar de atender os desejos sexuais normais do outro. Tais desejos, dentro do casamento são naturais e providos por Deus, e evadir-se da responsabilidade de satisfazer as necessidades maritais do outro cônjuge é expor o casamento às tentações de Satanás no campo do adultério (v.5). A idéia que a abstenção é mais santa veio do paganismo (1Pe 3.7; Hb 13.4).
7.4 – “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também, da mesma maneira, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher”.
Poder, i.e., autoridade. Cada cônjuge pertence um ao outro.
Pergunta: Mas Paulo eu gostaria de me santificar me abstendo do sexo, o que fazer? Resposta: v. 5 e 6.
7.5 – “Não vos defraudeis (priveis) um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e, depois, ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência”.
Priveis. Defraudeis. Abstenção temporária, com consentimento mútuo e para uma finalidade boa, está certo. Assemelha-se ao jejum (Ec 3.5; Jl 2.16).
7.6 – “Digo, porém, isso como que por permissão e não por mandamento”.
Isto. 7.2-5. Geralmente o homem deve casar-se. Paulo prefere o celibato por boas razões (29, 32, 35) e porque tem um dom (gr charisma) de Deus. O casamento exige dons também (Mt 19.10-12).
Pergunta: O casamento e o celibato são dons ou uma opção? Resposta: v. 7.
7.7 – “Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira, e outro de outra”. At 26.29; 1Co 9.5; 12.11; Mt 19.12. Os Eunucos do Reino (Mt 19.9-12).
Pergunta: Os solteiros e as viúvas devem casar ou não? Resposta: v. 8 e 9.
7.8 – “Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu”.
O ideal: ficar livre para melhor servir a Deus (32).
7.9 – “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se”. 1Tm 5.14
Viver abrasado. Lit. estar no fogo, queimar.
Pergunta: E aos que são casados o que tem que fazer? Quando não dá realmente certo? Resposta: v. 10 e 11.
7.10 – “Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido”. 1Co 7.12,25,40; Ml 2.14,16; Mt 5.32; 19.6,9; Mc 10.11; Lc16,18
7.11 – “Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher”.
SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR. Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos.
Pergunta: E quando um dos dois não é crente, o que fazer? Resposta: v. 12-17.
7.12 – “Mas, aos outros, digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe”.
DIGO EU, NÃO O SENHOR. Não se trata de Paulo meramente dar sua opinião aqui, antes; está declarando que não tem uma citação de Jesus para confirmar o que ele vai escrever. No entanto, o que ele passa a escrever, procede de quem tem autoridade apostólica, sob inspiração divina (25,40; 14.37).
7.13 – “E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe”.
7.14 – “Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido. Doutra sorte, os vossos filhos seriam imundos; mas, agora, são santos”.
MARIDO… MULHER… FILHOS. Por ser crente o marido ou a mulher, ele, ou ela poderá ter uma influência especial para levar o outro cônjuge a aceitar Cristo (1Pe 3.1,2). Isto não significa, todavia, que os filhos de tal lar sejam automaticamente crentes. Eles são santos no sentido de serem separados pela presença de um pai ou mãe crente. Deus por amor do conjugue crente faz uma distinção com relação ao incrédulo. P.ex. Potifar foi abençoado por causa da presença de José em sua casa – Gn 39.3. Abraão intercede por Sodoma e se lá tivesse dez justos o Senhor não a teria destruído – Gn 10.
O Apóstolo Paulo fala no verso seguinte aquilo que os estudiosos entendem como a “exceção Paulina”:
7.15 – “Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz”. Rm 12.18; 14.19; 1Co 14.33; Hb 12.14
NÃO ESTÁ SUJEITO À SERVIDÃO. Se o cônjuge incrédulo escolher a separação, o crente deve aceitá-la, depois de ter feito todo o possível para evitá-la. “não está sujeito à servidão”, significa que o crente fica desobrigado do contrato conjugal. A palavra “servidão” (gr. douloo) significa literalmente “escravizar”. Nesse caso, o crente fiel já não está escravizado aos seus votos conjugais. Tal cônjuge crente abandonado fica livre para casar-se de novo, mas só com um crente (v.39).
7.16 – “Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?”
Este verso pode ser interpretado em duas maneiras: (1) em favor de não dar o divórcio; e, (2) em favor de dar o divórcio. Ou seja, se o descrente quer ir embora não deixe, pode ser que você seja um instrumento para a conversão dele. Ou, se o incrédulo quiser ir embora, deixe que vá, como saberás se salvarás o teu marido? Deus te chamou para paz.
7.17 – “E, assim, cada um ande como Deus lhe repartiu, cada um, como o Senhor o chamou. É o que ordeno em todas as igrejas”.
Pergunta: E no que se refere as ordenanças judaicas, como devemos proceder? Resposta: v. 18-24.
7.18 – “É alguém chamado, estando circuncidado? Fique circuncidado. É alguém chamado, estando incircuncidado? Não se circuncide”. Gl 5.2
7.19 – “A circuncisão é nada, e a incircuncisão nada é, mas, sim, a observância dos mandamentos de Deus”. Gl 5.6; Jo 15.14; 1Jo 2.3
7.20 – “Cada um fique na vocação em que foi chamado”.
O evangelho pode ser vivido em quaisquer circunstâncias.
7.21 – “Foste chamado sendo servo? Não te dê cuidado; e, se ainda podes ser livre, aproveita a ocasião”.
7.22 – “porque o que é chamado pelo Senhor, sendo servo, é liberto do Senhor; e, da mesma maneira, também o que é chamado, sendo livre, servo é de Cristo”. Jo 8.36; Rm 6.18; Fm 16; Gl 5.13; Ef 6.6; 1Pe 2.16
7.23 – “Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens”. 1Co 6.20; 1Pe 1.18-19; Lv 25.42
7.24 – “Irmãos, cada um fique diante de Deus no estado em que foi chamado”. 1Co 7.20
Pergunta: E com relação às filhas virgens? Resposta: v. 25-28.
7.25 – “Ora, quanto às virgens, não tenho mandamento do Senhor; dou, porém, o meu parecer, como quem tem alcançado misericórdia do Senhor para ser fiel”. 1Co 7.6,10,40; 8.8,10; 1Tm 1.12,16.
O celibato é apresentado como algo desejável, embora não necessário.
7.26 – “Tenho, pois, por bom, por causa da instante necessidade, que é bom para o homem o estar assim”.
Provavelmente uma circunstância extremamente difícil pela qual passavam os cristãos em Corinto.
7.27 – “Estás ligado à mulher? Não busques separar-te. Estás livre de mulher? Não busques mulher”.
7.28 – “Mas, se te casares, não pecas; e, se a virgem se casar, não peca. Todavia, os tais terão tribulações na carne, e eu quereria poupar-vos”.
“RAZÕES GERAIS DAS RESPOSTAS DE PAULO”
7.29 – “Isto, porém, vos digo, irmãos: que o tempo se abrevia; o que resta é que também os que têm mulheres sejam como se as não tivessem”. Rm 13.11; 1Pe 4.7; 2Pe 3.8-9
7.30 – “e os que choram, como se não chorassem; e os que folgam, como se não folgassem; e os que compram, como se não possuíssem”.
7.31 – “e os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa”.
7.32 – “E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor”. 1Tm 5.5
7.33 – “mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher”.
7.34 – “Há diferença entre a mulher casada e a virgem: a solteira cuida das coisas do Senhor para ser santa, tanto no corpo como no espírito; porém a casada cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido”.
7.35 – “E digo isso para proveito vosso; não para vos enlaçar, mas para o que é decente e conveniente, para vos unirdes ao Senhor, sem distração alguma”.
7.36 – “Mas, se alguém julga que trata dignamente a sua virgem, se tiver passado a flor da idade, e se for necessário, que faça o tal o que quiser; não peca; casem-se”.
7.37 – “Todavia, o que está firme em seu coração, não tendo necessidade, mas com poder sobre a sua própria vontade, se resolveu no seu coração guardar a sua virgem, faz bem”.
7.38 – “De sorte que, o que a dá em casamento faz bem; mas o que a não dá em casamento faz melhor”. Hb 13.4
7.39 – “A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor”. Rm 7.2; 2Co 6.14
7.40 – “Será, porém, mais bem-aventurada se ficar assim, segundo o meu parecer, e também eu cuido que tenho o Espírito de Deus”. 1Co 7.25; 1Ts4.8
Neste v., Paulo não duvida da sua autoridade, mas ironicamente combate os líderes que negaram sua autoridade em Corinto (cf. 1.1, 7; 9.1s; 12.25).
“CONSIDERAÇÕES FINAIS”
1 – Seja qual for a situação dos cônjuges, o divórcio só deveria ser pleiteado depois de esgotados todos os recursos, sob todos os pontos de vista. Daí é permitido o divórcio em caso de adultério e, segundo Paulo, de abandono do lar por parte do descrente.
2 – Cada casal deve procurar, com ajuda de Deus e da Igreja, resolver seus problemas conjugais, antes que estes destruam seu matrimônio.
3 – A luz da Bíblia, o fim do casamento deve ser a morte de um dos cônjuges, mas nunca o divórcio.
4 – Não podemos entre nós proibir, nem impedir o divórcio, mas podemos e devemos desmotivá-lo e evitá-lo, mediante a exposição da doutrina bíblica.
5 – Deus abomina o divórcio. (Ml 2.14) “portanto cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis”.
6 – Apesar de Deus abominar (aborrece, detesta) o divórcio, Ele permite para amparar e defender o cônjuge ferido.
7 – Mesmo se um crente se divorciar, quando realmente é comprovado que não teve condições de reconciliação, e, conforme Jesus, cometer adultério casando-se com outro, Jesus mesmo perdoa os pecados dos mesmos e os trazem a comunhão com Ele.
02.08.2010
Cidadania, Cultura, Diversos, Mundo Gospel, Notícias, Saúde Abominação, Abominável, Afeto, AIDS, Ativismo Gay, Bestialidade, Bicha, Carícias, Carinho, Casamento, Casamento Gay, Conscientização, Cristãos, Demônio, Desvalorização, Direitos e Deveres, Doença, Doença Mental, Esperma, Gay, Genética, GLS, Gomorra, Higiene, HIV, Homofobia, Homossexual, Ilusão, Incrédulo, Intolerância, Lutero, Movimento Gay, Parada Gay, Pecado, Pecador, Pedófilos, Pedofilia, Pornografia, Prazeres Carnais, Propósito de Deus, Safadeza, Sapatões, Satanás, Sexo, Sexo entre Homens, Sexualidade, SIDA, Sodoma, Transa, Urgência, Veado, Violência 12 Comentários
Recentemente, um programa de TV, voltado para os telespectadores de Minas Gerais, tratou do tema da parceria civil para indivíduos que praticam os atos homossexuais.
Normalmente, o programa tenta dar uma aparência de debate, permitindo que pessoas de ambos os lados de uma questão tenham a oportunidade de dar uma opinião.
Contudo, dessa vez não havia ninguém no programa para falar sobre as desvantagens e riscos de tornar socialmente aceita uma relação sexual contrária à natureza. Só havia participantes louvando os supostos benefícios de tal união.
Entrei em contato com a produção e manifestei minha preocupação com a ausência de opiniões diferentes no programa. A resposta da produção foi que anunciaram o tema do programa nas universidades de Belo Horizonte e convidaram quem quisesse participar. Só três pessoas aceitaram ir a fim de expor a idéia de que o comportamento gay é prejudicial à saúde e à sociedade, porém desistiram na última hora.
Então só acabou ficando espaço para os que defendem a união civil para indivíduos que praticam os atos homossexuais. Um deles chegou a afirmar que foi Deus quem criou os indivíduos para o homossexualismo.
Nota-se, cada vez mais, que as pessoas que não aprovam os atos homossexuais são colocadas na posição de preconceituosas e ficam assim encurraladas, sentindo medo de falar a verdade. Esse temor tem base. Pessoas que expõem uma opinião bíblica sobre a conduta gay são cruelmente criticadas por indivíduos que não aceitam o sexo natural homem/mulher.
O que eu pude dizer para a produção é que a união civil de um homem e uma mulher leva normalmente aos bebês, ao passo que uma união sexual entre dois indivíduos do mesmo sexo leva normalmente a doenças.
E as doenças que estão atingindo a população gay põem em sério perigo o restante da população. Será que podemos ajudar a tornar socialmente aceito um comportamento que prejudica fisicamente tanto os gays quanto o restante da sociedade?
Entretanto, muitos evangélicos, até mesmo líderes, não têm muitas informações e assim têm medo de dar uma opinião ou não sabem o que falar sobre as questões envolvendo o movimento homossexual. Mas com esse livro em mãos, eles terão mais recursos para conscientizar as pessoas. As informações apresentadas nesse livro respondem às questões mais importantes que os ativistas gays tentam defender.
O propósito de As Ilusões do Movimento Gay não é servir como um instrumento para atacar um homossexual comum que precisa ser evangelizado e experimentar o amor de Jesus. O objetivo é equipar os cristãos para poderem mostrar sua posição cristã na questão em debates em programas de TV, rádio, em artigos, etc. Tantas vezes, os meios de comunicação se mostram a favor do comportamento gay que todos, até mesmo os homossexuais comuns, acabam acreditando realmente que o homossexualismo é natural! Tal distorção da realidade coloca em risco o próprio homossexual, que poderá se sentir sem ânimo de buscar sua libertação. Coloca também em risco quem não é homossexual, que passa a apoiar o pecado homossexual só porque não se cansa de ouvir e ver pela TV que essa conduta é normal. Afinal, quem vai querer largar de algo que os programas de TV elogiam como normal? Quem vai querer reprovar algo que é mostrado como natural nas novelas e filmes?
Por causa dessa pressão, muitos evangélicos estão cada vez mais em dúvida sobre a questão, pois permitem que a Palavra de Deus ocupe em suas vidas um espaço bem menor do que a esmagadora influência diária da mídia. É natural e inevitável: se nos alimentarmos mais dessa influência do que da Palavra, passaremos a ter o mesmo modo de pensar e sentir do mundo. Acharemos normal o que Deus acha anormal.
Para que um homem oprimido por inclinações homossexuais sinta que precisa de ajuda para se libertar de sua escravidão ao homossexualismo, ele precisa ouvir e conhecer a verdade sobre suas inclinações. Para que possam entender que os homossexuais precisam de transformação, as pessoas também precisam ouvir e conhecer a verdade. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João 8:32 RC, o destaque é meu.)
Contudo, o que é que todos costumam ouvir constantemente em nossa época? Os meios de comunicação comentam favoravelmente tudo sobre a homossexualidade (direitos especiais, discriminação, tolerância, respeito, casamento, adoção de crianças para casais gays, etc.), menos a verdade. Tudo sobre a questão gay tem recebido um tratamento favorável da imprensa e da TV, menos a verdade. Tudo é elogiado, menos a verdade.
É hora de sermos corajosos e não escondermos aquilo que tão bem conhecemos.
Use então essas informações para ajudar a conscientizar as pessoas. Não vai ser preciso fazer mais nada. A verdade sozinha vai demolir os argumentos e pesquisas que defendem o pecado. As pessoas oprimidas pelo homossexualismo precisam de nosso amor e compreensão, como todos os outros pecadores. Mas nenhum pecado merece tolerância e aceitação, nem de nós nem da sociedade. As mentiras propagadas para promover e favorecer o homossexualismo precisam de nossa firme refutação. Este livro, pois, é uma refutação aos argumentos dos ativistas que querem nos fazer acreditar que a conduta gay é normal.
O movimento homossexual costuma citar pesquisas que dizem provar que um indivíduo pode se tornar homossexual por causa de fatores genéticos. O Dr. Gerard van den Aardweg, psicólogo holandês especializado em tratamento psicoterapêutico da homossexualidade e problemas de família, oferece a seguinte opinião:
…os padrões de comportamento comprovam a improbabilidade de que a orientação sexual tenha uma origem genética. Sabe-se, por exemplo, que até mesmo em pessoas com cromossomos anormais a orientação sexual depende principalmente do papel sexual em que a criança foi criada. Sem mencionar os tratamentos psicoterapêuticos que têm tido sucesso em mudar radicalmente a orientação de indivíduos homossexuais. Será que esses tratamentos então causam mudanças genéticas nas pessoas? Isso é improvável.[1]
A questão mais séria é que os ativistas gays estão, de uma forma ou de outra, por trás das pesquisas que “provam” que o homossexualismo tem origem genética. Quem diz isso é o Dr. Vern L. Bullough, defensor do movimento homossexual e da pedofilia. Ele afirma:
A política e a ciência andam de mãos dadas. No final é o ativismo gay que determina o que os pesquisadores dizem sobre os gays.[2]
No entanto, ainda que conseguissem provar algum dia que o homossexualismo é causado por algum fator na natureza, isso não quer dizer que somos obrigados a aceitá-lo. Sinclair Rogers, que foi homossexual por muitos anos até entregar sua vida para Jesus Cristo, diz:
Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce ele já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências. Ainda que em certos casos alguns indivíduos se tornassem homossexuais como “produto” da natureza, isso quer dizer que poderíamos desejar o homossexualismo e considerá-lo normal? A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais com depressão, desordens obsessivas, diabetes… mas não consideramos esses problemas “normais” só porque ocorrem “naturalmente”. Então por que é que o homossexualismo é colocado numa categoria diferente? Vale a pena mencionar que há alguns estudiosos sugerindo que a atração sexual de um adulto por crianças poderia ser também produto de alguma influência biológica inerente. Se conseguirem provar isso, então teremos que aprovar a relação sexual entre adultos e crianças?… Por exemplo, alguns cientistas crêem que há pessoas que nascem com influências biológicas para com o alcoolismo, vício de drogas, comportamento criminoso e até mesmo o divórcio. Mas isso significa que tais pessoas são obrigadas a se tornarem e permanecerem viciados e criminosos? A biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas.[3]
Nem mesmo o famoso Dr. Alfred Kinsey, que os ativistas gays não se cansam de citar para apoiar suas práticas sexuais, parecia acreditar que o homossexualismo tem causas genéticas. Ele disse: “Eu mesmo cheguei à conclusão de que o homossexualismo é em grande parte uma questão de condicionamento.”[4]
O movimento homossexual diz que a conduta sexual dos homossexuais não é doença.[5] Concordamos que o homossexualismo não é doença, e também concordamos com o Dr. Sigmund Freud quanto à categoria em que a homossexualidade está. Embora rejeitasse a tradição judaico-cristã, Freud, psiquiatra e fundador da psicanálise, recomendou um critério útil pelo qual podemos avaliar as atividades sexuais. Ele disse:
Nosso dever é oferecer uma teoria satisfatória que esclareça a existência de todas as perversões descritas e explicar sua relação com a chamada sexualidade normal.
Tais desvios do objetivo sexual, tais relacionamentos anormais ao propósito sexual, têm se manifestado desde o começo da humanidade em todas as épocas das quais temos conhecimento, e em todas as raças, das mais primitivas às mais altamente civilizadas. Às vezes têm tido êxito em alcançar a tolerância e a aceitação geral.
Além disso, uma característica comum a todas as perversões é que nelas se coloca de lado a reprodução. Este é realmente o critério pelo qual julgamos se uma atividade sexual é pervertida — quando ela não tem em vista a reprodução e vai atrás da obtenção de prazer independente.
Você entenderá, pois, que o ponto decisivo no desenvolvimento da vida sexual está em subordiná-la ao propósito da reprodução… tudo o que se recusa a se adaptar a essa finalidade e só é útil para a busca de prazer é chamado pelo vergonhoso título de “perversão” e como tal é desprezado.[6]
Os ativistas homossexuais declaram que “a homossexualidade é natural.”[7] Os grupos gays, e todas as pesquisas modernas que defendem a conduta homossexual, se baseiam direta ou indiretamente no Relatório Kinsey de 1948, o qual afirma que 10% da população são exclusivamente homossexuais.
As alegadas “descobertas” básicas de Kinsey são:
• Todos os orgasmos são meios de vazão e iguais entre marido e esposa, menino e cão, homem e menino, menina ou bebê — pois não há normalidade e anormalidade.
• O objetivo da relação sexual é o orgasmo…
• Os tabus sexuais e as leis envolvendo questões sexuais são rotineiramente quebrados. Portanto, todos esses tabus e leis têm de ser eliminados, inclusive na área de estupro de mulheres e crianças, a menos que haja o uso de “força” excessiva e sejam comprovados graves danos.
• Todo contato sexual antes do casamento aumentará a probabilidade de um casamento duradouro e bem-sucedido…
• Os seres humanos são por natureza bissexuais. O fanatismo e o preconceito religioso forçam as pessoas a viver na castidade, heterossexualidade e monogamia.
• As crianças são sexuais e podem ter orgasmos a partir do nascimento. Elas não sofrem nenhum dano quando têm relações sexuais com indivíduos da família e com adultos…
• Não há nenhuma razão médica para se proibir o incesto e o sexo entre adultos e crianças.
• Todas as formas de sodomia são naturais e saudáveis.
• Os homossexuais representam de 10 a 37% da população ou mais.[8]
Um ativista gay, que usou a pesquisa de Kinsey para avançar o movimento homossexual nos EUA, declarou:
“Eu fiz campanha com os grupos gays, nos meios de comunicação em todo o país, para promover a descoberta que Kinsey fez, de que os homossexuais estão em todos os lugares. E as questões que vieram por causa das implicações dos dados de Kinsey se tornaram as chaves para as campanhas políticas, educacionais e legislativas nacionais durante meus anos na Aliança Ativista Gay de Nova Iorque e na Força Tarefa Gay Nacional. Depois de anos trabalhando para educar os meios de comunicação e os legisladores, o conceito de que 10 por cento da população são gays se tornou um fato aceito pela maioria. Embora seja necessário continuar citando esse dado, o número de 10 por cento é regularmente utilizado por estudiosos, pela imprensa e pelas estatísticas do governo. Contar repetidas vezes um mito ou informação faz com que pareça realidade.”[9]
Os homossexuais são realmente 10% da população? De acordo com uma pesquisa nacional realizada nos EUA, só 1% dos entrevistados se declarou exclusivamente homossexual.[10] Então por que a pesquisa de Kinsey não conseguiu refletir a realidade?
Dois excelentes livros escritos pela Drª Judith Reisman revelam não só a metodologia fraudulenta de Kinsey, mas também o envolvimento dele com estupradores de crianças.[11]
Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey, conta a reação de Kinsey à preocupação (que Kinsey chamava de histeria) da sociedade com o grave problema de adultos que têm relações sexuais com crianças da família:
Kinsey zombava da idéia… Kinsey… afirmou, com relação ao abuso sexual de crianças, que a criança sofre mais danos com a histeria dos adultos [do que com o próprio estupro].[12]
Essa revelação deixa de ser estranha pelo fato de que Kinsey colaborava e mantinha amizade com o filósofo francês Rene Guyon, que era pedófilo. Ele também era amigo do Dr. Harry Benjamin, inglês que apoiava a pedofilia.[13] Pedofilia é o termo geral que define a relação sexual, hetero ou homo, entre adultos e crianças. Pederastia só se aplica à relação homossexual entre homens e meninos.
Guyon, que era jurista, propunha leis para defender o relacionamento sexual de adultos com crianças como necessidade tão normal quanto a alimentação e a respiração.[14] No livro A Ética dos Atos Sexuais, de Guyon, há menções ao Relatório Kinsey e a introdução foi escrita pelo próprio Kinsey.[15]
Um fato também interessante é que foi o Relatório Kinsey que inspirou Hugh Hefner a fundar a revista Playboy.[16] Na década de 1960, a Fundação Playboy, de Hefner, foi o principal patrocinador do Instituto Masters e Johnson, que ajudou a moldar a visão dos especialistas na área sexual no mundo inteiro. Graças a essa nova visão, as pessoas (casadas ou não, hetero ou homo, adultos ou menores) foram ensinadas a se abrir para gozar todos os tipos de sexo genital, anal, oral, etc. A Fundação Playboy também deu a primeira verba para dar início ao maior programa para a educação sexual nas escolas americanas.[17]
Parece que a pornografia pode ter sérias ligações com o crime de pedofilia, conforme já constatou o Centro de Crianças Desaparecidas e Exploradas, uma organização de investigação de Washington, DC, financiada pelo Ministério da Justiça dos EUA. Essa organização relata que a revista Playboy (que é o mais acessível, aceitável e atraente tipo de pornografia) é tipicamente usada por pedófilos hetero e homossexuais para sexualmente atrair as crianças e levá-las a cair em armadilhas sexuais. Em seu testemunho no Senado americano sobre os efeitos da pornografia nas mulheres e crianças, John Rabun, diretor dessa organização, disse que em 100% dos casos os pedófilos tinham em sua posse, no momento da prisão, a Playboy e outras publicações pornográficas.[18]
Em seu testemunho também no Senado, o Detetive William Dworin menciona o caso de um pedófilo:
Trabalho como detetive na Unidade de Crianças Sexualmente Exploradas do Departamento de Polícia de Los Angeles… Relatarei o caso de um pedófilo que investigamos:
John Duncan era diretor do setor de parques e recreações da cidade de Los Angeles. Em nossas investigações temos visto que os pedófilos freqüentemente procuram empregos ou preferem trabalhar como voluntários em ocupações onde há crianças. Eles querem ficar perto de crianças porque elas são o interesse sexual preferido deles…
Duncan usava o seguinte método de aproximação. Ele se tornava um amigo de confiança da família, um tipo de pai substituto para as crianças. Então ele as levava para a Disneylândia e lhes comprava roupas e brinquedos, e tornava-se assim o melhor amigo delas.
Quando as crianças começavam a visitar a casa dele, Duncan espalhava pela casa revistas com fotos de meninos e meninas apenas sem roupa. Ele não as forçava a pegar as revistas. Ele simplesmente as deixava ao alcance delas. Os pedófilos sabem que as crianças são curiosas e acabarão olhando para algo que estiver ao alcance dos olhos delas. E era isso mesmo que elas faziam.
As crianças então perguntavam para Duncan o motivo por que os meninos e as meninas das fotos estavam sem roupa. E ele explicava que não havia nada de errado em estar nu, que o corpo é belo, que as pessoas precisam ver o corpo e sentir orgulho em estar nu.
Ele elogiava as crianças seduzidas, comparando-as com as fotos das revistas: “Você é muito mais bonito do que essas crianças”. Ele então prometia levá-las à Disneylândia se elas não contassem nada para suas mães sobre as revistas. Ele explicava que suas mães não entenderiam. Então as crianças guardavam esse segredo. Ele não as forçava a fazer nada. Era pura sedução. Ele apenas dava condições lhes favoráveis para olhar para as revistas.
Quando ele tinha certeza de que elas guardariam seu segredo, na próxima visita ele deixaria perto delas revistas pornográficas mais fortes. Essas revistas mostravam crianças no ato sexual: sexo oral, sexo genital, sodomia, masturbação, etc. As crianças olhavam para as fotos e perguntavam: “Isso não dói? Isso não é errado?” A resposta do pedófilo era que tudo o que estava nas fotos não doía, mas dava uma sensação muito boa. Esse é o começo do abuso sexual.
A principal função da pornografia infantil é diminuir as inibições naturais da criança e mostrar-lhe que é normal as crianças se envolverem em atividade sexual… O pedófilo usa sedução, e essa sedução vem na forma de afeição e atenção.
Os pedófilos se orgulham do que fazem. Eles crêem que a sociedade está errada em condenar esse tipo de atividade. Eles não vêem nada de errado no fato de um adulto ter relações sexuais com uma criança que consente. Há organizações que realmente incentivam a atividade sexual entre adultos e crianças que consentem. Por exemplo: A Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (mais conhecida pela sigla inglesa NAMBLA) e a Sociedade Rene Guyon que tem um lema: “A melhor relação sexual é antes dos oitos anos de idade. Depois é tarde demais”.
No caso de Duncan, quando fizemos a investigação, descobrimos que ele estava se correspondendo com umas trezentas pessoas no mundo inteiro, gabando-se de sua atividade sexual com crianças e até enviando fotos para provar isso.
No andamento das investigações, identificamos dezesseis crianças, de bebês até adolescentes de 16 anos de idade, que ele estava abusando.[19]
Pesquisa Aponta
a Metodologia Fraudulenta de Kinsey
Além do envolvimento de Kinsey com conhecidos pedófilos como Rene Guyon, há indicações que mostram a ligação dele com experimentos sexuais de um número incontável de bebês e crianças. O Dr. John Gagnon, sócio do Instituto Kinsey, confessou a ilegalidade desses experimentos. Em seu livro Sexualidades Humanas, o Dr. Gagnon diz que esses experimentos “envolviam contato sexual entre adultos e crianças”.[20]
“Esse homem teve relações homossexuais com 600 meninos, relações heterossexuais com 200 meninas e relações sexuais com adultos de ambos os sexos, com animais de muitas espécies e tinha além disso criado elaboradas técnicas de masturbação. Dos trinta e três membros de sua família, ele teve contato sexual com dezessete. Sua avó o introduziu à relação sexual, e sua primeira experiência sexual foi com seu pai.”[21]
Não é sem razão, pois, que até a imprensa especializada esteja finalmente duvidando das suposições de Kinsey. A revista médica britânica The Lancet, por exemplo, declarou que a valiosa pesquisa científica da Drª Reisman demoliu o Relatório Kinsey.[22] Poucos sabem que o desejo real de Kinsey era, conforme relata o Dr. Gagnon, “justificar estilos desaprovados de conduta sexual mediante um apelo a origens biológicas… [Por exemplo:] A colocação de um número percentual em frente de um assunto convence mais”.[23] De fato, foi com métodos desse tipo que Kinsey conseguiu convencer muitos especialistas. Gershon Legman, um dos colaboradores de Kinsey, revelou:
“A intenção de Kinsey, que não era segredo, era fazer com que o homossexualismo e certas perversões sexuais passassem a receber respeito… Ele não hesitava em extrapolar suas amostras insuficientes e inconclusivas e aplicá-las à população americana como um todo, sem mencionar o mundo inteiro… Isso é pura propaganda, e está bem longe da ciência estatística e matemática que fingia apresentar.”[24]
Se a pesquisa da Drª Reisman tivesse aparecido há mais tempo, em 1973 o movimento homossexual não teria conseguido, com base no Relatório Kinsey, pressionar a Associação Psiquiátrica Americana (APA) para remover o homossexualismo da categoria de desordens de seu Manual Estatístico e Diagnóstico de Desordens Psiquiátricas.[25] Em 1995, só 22 anos depois de normalizar o homossexualismo, a APA, numa ação mais ousada, removeu também o sadismo e a pedofilia da categoria de desordens de seu manual.[26] Esse manual é uma importante obra de referência usada por toda a classe médica americana para uniformemente definir as patologias do paciente nos hospitais e nos tribunais.[27]
Como parece que o Brasil não quer, infelizmente, ficar atrás nessas inovações, o Conselho Federal de Psicologia já tomou as primeiras medidas para imitar a APA, declarando que o homossexualismo “não constitui doença, nem distúrbio, nem perversão”.[28]
Embora o Relatório Kinsey tenha por muitos anos servido de fonte de referência para os meios de comunicação com relação à questão homossexual, estão começando a aparecer pesquisas científicas melhores e mais sérias sobre o assunto.
O Dr. Thomas E. Schmidt diz:
Entre os homossexuais, “o uso de drogas e álcool, depressão e suicídio são problemas epidêmicos virtualmente inegáveis, mas esses não são os únicos problemas. Outra preocupação que merece atenção é o número desproporcional de homossexuais masculinos que preferem se relacionar sexualmente com meninos. Os homens homossexuais não são necessariamente pedófilos. No entanto, embora vários estudos revelem que menos de 2% dos homens adultos sejam homossexuais, aproximadamente 35% dos pedófilos são homossexuais. Além disso, já que os homossexuais pedófilos violentam um número muito maior de crianças do que os heterossexuais pedófilos, aproximadamente 80% das vítimas de pedofilia são meninos que foram violentados por homens adultos. O número de meninos americanos violentados é aproximadamente 3 milhões. É impossível apurar o número de pedófilos masculinos, mas eles podem constituir até 10% dos homossexuais masculinos. Repito, isso não significa que qualquer homem homossexual também seja pedófilo, mas apenas que a pedofilia é, proporcionalmente, um problema bem maior entre os homossexuais do que entre os heterossexuais… o que piora ainda mais o problema é o fato de que muitos pedófilos negam que a pedofilia seja um problema e reivindicam ser plenamente incluídos no movimento de liberação homossexual. A resposta dos revisionistas aos problemas que descrevi [tais como suicídio, promiscuidade sexual, pedofilia, etc.] é que esses problemas têm origem não no homossexualismo, mas na homofobia. Isto é, os homossexuais ‘internalizam’ as atitudes negativas da sociedade se envolvendo em comportamentos auto-destrutivos. Embora esse nível de negação possa revelar ainda outra forma de psicopatologia, deixo para os especialistas a tarefa de fazer a diferença entre a questão política e a realidade — se é que eles puderem realmente entrar em acordo entre si de que há uma diferença”.[29]
Em 1985 a revista Los Angeles Times entrevistou 2.628 adultos nos EUA. Nesse estudo, 27% das mulheres e 16% dos homens afirmaram ter sido estuprados. De cada 10 estupros, pelo menos 4 foram cometidos por homossexuais.[30]
A Luta dos Ativistas Gays em Favor da Liberação Sexual das Crianças
A organização não-governamental Family Research Council de Washington, DC, publicou um importante documento intitulado Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent (Os Ativistas Homossexuais Estão Trabalhando para Abaixar a Idade Legal de Consentimento Sexual). Esse documento revela:
Embora a maioria dos ativistas homossexuais negue publicamente que querem acesso a meninos, muitos grupos homossexuais em vários países estão trabalhando agressivamente para abaixar a idade legal de consentimento sexual. Sua causa está recebendo a ajuda de entidades profissionais de psiquiatria e psicologia. Nos anos recentes, essas entidades têm começado a apoiar a normalização da pedofilia, da mesma forma como fizeram com relação à questão homossexual no começo da década de 1970.
Kevin Bishop, um pederasta (pedófilo) confesso, está promovendo o trabalho da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (mais conhecida pela sigla inglesa NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que foi violentado aos 6 anos de idade, é também um confesso homossexual que não tenta esconder a ligação que há entre o homossexualismo e a pedofilia. “Tire a capa do homossexual comum e você encontrará um pedófilo”, disse Bishop em entrevista no jornal Electronic Mail & Guardian de 30 de junho de 1997.
Bishop começou a estudar a questão da pedofilia quando era estudante na Universidade de Rhodes. Ali ele também descobriu a literatura socialista de Karl Marx, que o ajudou a formar suas opiniões.
Bishop está em campanha na África do Sul para ajudar a abolir as leis que limitam a idade para o consentimento sexual. Ele diz que as crianças devem receber o direito a uma educação “que lhes ensine sobre os relacionamentos amorosos na infância e que dê a elas a oportunidade de tomar decisões conscientes de ter relações sexuais”.
Os grupos de ativistas homossexuais no mundo inteiro estão trabalhando para abaixar ou abolir as leis de idade de consentimento sexual a fim de “liberar” as crianças das restrições sociais. Kate Millett, uma feminista radical e teórica marxista, descreveu essa filosofia numa entrevista publicada no livro homossexual Amando Meninos. Millett afirma: “Um dos direitos mais importantes das crianças é expressar-se sexualmente, principalmente umas com as outras, mas também com adultos. Então, a liberdade sexual das crianças é uma parte importante de toda revolução sexual”. Millett diz que a revolução sexual começa trazendo a emancipação das mulheres e termina trazendo a emancipação homossexual…
Os ativistas homossexuais estão suavizando a opinião pública com respeito à questão da relação sexual entre adultos e crianças usando várias instituições: os meios de comunicação, o sistema educacional e principalmente a classe psiquiátrica e psicológica.[31]
Num importante estudo em 1985, o Dr. Paul Cameron, psicólogo americano, descobriu que o abuso sexual contra as crianças é um problema muito mais grave e elevado entre os homens homossexuais do que entre os homens heterossexuais. Aqui estão suas descobertas:
• 153 pederastas homossexuais tinham estuprado 22.981 meninos por um período, em média, de 22 anos.
• 224 pedófilos heterossexuais tinham estuprado 4.435 meninas por um período, em média, de 18 anos.
• Cada pederasta homossexual violentou em média 150 meninos, enquanto cada pedófilo heterossexual violentou em média 20 meninas.[32]
De acordo com a pesquisa do Family Research Council, graças aos esforços do movimento homossexual os “especialistas” na área de abuso de crianças, inclusive psicólogos e psiquiatras, estão dando acobertamento para os pedófilos.[33] Para piorar ainda mais a delicada situação de proteção das crianças, escritores e filmes popularizam o relacionamento sexual entre adultos e crianças.
Como parte das campanhas para normalizar a relação sexual com crianças, alguns ativistas homossexuais estão promovendo a idéia de que impedir as crianças de ter relações sexuais é realmente uma forma de abuso contra elas. Aliás, uma revista homossexual elogiou os pedófios como profetas da revolução sexual. Um editorial na edição de julho de 1995 da revista Guide declarou:
Até o momento as crianças estão aprendendo mentiras destrutivas sobre o sexo. Elas são ensinadas que antes de alcançarem a maioridade… qualquer expressão sexual delas equivale a um ato criminoso. Podemos nos orgulhar de que o movimento gay abriga em seu meio indivíduos que têm tido a coragem de declarar publicamente que as crianças têm uma natureza sexual e que elas merecem o direito de se expressar sexualmente com quem quiserem… Contudo, nem sempre podemos nos orgulhar do modo como a sociedade trata nossos profetas… Precisamos dar atenção aos nossos profetas. Em vez de ficarmos com medo de nos considerarem pedófilos, devemos ter orgulho de proclamar que o sexo é bom, inclusive a sexualidade das crianças… Embora vivamos cercados de moralistas religiosos que pregam destrutivas regras contra o sexo, é nosso dever não ter vergonha de quebrar essas regras e demonstrar que somos leais a um conceito mais elevado de amor. Temos de fazer isso por amor às crianças.[34]
Por razões óbvias, muitos ativistas gays preferem, por enquanto, não defender a pederastia diante do público. Veja o que um deles comenta:
“Do ponto de vista de quem quer ter uma boa apresentação diante do público, é puro desastre deixar que indivíduos que defendem a legalização do ‘amor’ entre homens e meninos participem de marchas do orgulho gay. Não vem ao caso se o sexo entre homens e meninos é bom ou mal. O que é importante considerar é que é difícil refutar as opiniões contra a pederastia. Além disso, a maioria das pessoas a vê com nojo, sem mencionar que em todo o mundo há rígidas sanções legais contra essa prática.”[35]
Vejam o que eles mesmos dizem:
NOSSO CREDO
(1) Cremos que todo adulto e criança tem o direito de decidir por si sua própria orientação sexual.
(2) Cremos que todo indivíduo ou grupo que condena o homossexualismo como errado ou pecaminoso é culpado de intolerância.
(3) Cremos que toda criança tem o direito a aulas de educação sexual livres de discriminação e sem interferência dos pais… e o direito de cumprir seu destino de acordo com sua orientação sexual.
(4) Definimos orientação sexual como toda e qualquer inclinação ou impulso que a natureza dá a uma pessoa [então isso significa que também devemos reconhecer os impulsos dos que querem sexo com animais?].
(5) Rejeitamos a noção de que qualquer conduta ou ato praticado em particular entre adultos ou crianças que consentem é antinatural e anormal.
(6) Reivindicamos que o homossexualismo seja reconhecido como um estilo de vida alternativo igual em todos os aspectos aos estilos de vida tradicionais.
(7) Reivindicamos ações judiciais, legislativas e executivas para proteger nossa orientação e preferência sexual.
(8) Condenamos todos os grupos — religiosos ou não — que pregam a intolerância e a discriminação sexual.
(9) Condenamos os pais mal informados que impõem em seus filhos preconceitos contra o homossexualismo.
(10) Declaramos que nada é mais elevado do que a própria pessoa decidir seus próprios valores morais e éticos e que deus criou o homem supremo.
(11) Defendemos o direito dos ateus, anarquistas e agnósticos de viver de acordo com seus valores e crenças.[36]
A NAMBLA, uma organização gay, tem a seguinte filosofia:
“A Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA) é uma organização fundada em resposta à extrema opressão que sofrem homens e os meninos envolvidos em relacionamentos sexuais consensuais e outros relacionamentos uns com os outros. A NAMBLA aceita como membros todos os indivíduos simpatizantes da liberdade sexual em geral, mas principalmente do amor entre homens e meninos. A NAMBLA se opõe fortemente às leis de consentimento sexual e outras restrições que impedem os adultos e os jovens de ter pleno prazer físico e controle sobre suas vidas. A meta da NAMBLA é acabar com a antiga opressão contra os homens e meninos envolvidos em relacionamentos mutuamente consensuais. A NAMBLA pretende alcançar essa meta:
(1) construindo uma rede de apoio para tais homens e meninos;
(2) educando o público acerca da natureza benéfica do amor entre homens e meninos;
(3) apoiando a liberação das pessoas de todas as idades do preconceito e opressão sexual.”[37]
“Objetivo Geral: Melhorar a condição social e a imagem pública dos pedófilos, eliminar as sanções legais contra a conduta pedófila e conscientizar o público acerca das necessidades emocionais e sexuais das crianças. Pretendemos alcançar esse objetivo:
1. Buscando melhorar a imagem pública dos pedófilos mediante:
2. Publicação e disseminação de literatura apoiando as metas da liberação pedófila.
3. Publicação e disseminação de literatura para conscientizar o público acerca das necessidades emocionais e sexuais das crianças, principalmente à luz das pesquisas do desenvolvimento cognitivo.”[38]
A seguir estão declarações de vários ativistas gays:
“O amor entre homens e meninos é o alicerce do homossexualismo… Não devemos deixar que a imprensa e o governo nos seduzam e nos façam acreditar em informações erradas. O estupro de crianças realmente existe, mas há também as relações sexuais boas. E precisamos apoiar os homens e os meninos nesses relacionamentos.”[39]
“A maioria dos pedófilos (pessoas que sentem interesse sexual em crianças) são gentis e amorosos. Eles não são perigosos do jeito que os estupradores de crianças são considerados, por estereótipo, perigosos.”[40]
“Pode ser que a pedofilia seja não um desvio sexual, mas uma orientação sexual. Isso nos leva a perguntar se os pedófilos podem ter direitos.”[41]
“Naqueles casos onde crianças têm relações sexuais com um irmão mais velho que é homossexual… minha opinião é que muitas vezes é a própria criança que deseja essa relação, e talvez a peça, por curiosidade natural… ou porque ela é homossexual e instintivamente sabe disso… Diferente de casos de meninas e mulheres estupradas à força e traumatizadas, a maioria dos gays tem boas memórias de seus primeiros encontros sexuais quando eram crianças.”[42]
“Os amantes de meninos e as lésbicas que têm amantes mais jovens são as únicas pessoas que estão se oferecendo para ajudar os jovens… Eles não são estupradores de crianças. Os estupradores de crianças são os padres, os professores, os terapeutas, os policiais e os pais que forçam os jovens, que estão sob sua responsabilidade, a aceitar sua moralidade fora de moda. Em vez de condenar os pedófilos por seu envolvimento com jovens gays e lésbicas, devíamos apoiá-los.”[43]
“Na minha opinião, a pederastia devia receber o selo de aprovação. Acho que é verdade que os amantes de meninos [os pederastas] são muito melhores para as crianças do que os pais…”[44]
“Sexo entre jovens e adultos é uma das questões mais difíceis no movimento gay. Quando é que um jovem tem o direito e a autoridade de fazer suas próprias decisões sexuais? De que modo as leis contra sexo entre adultos e crianças são usadas especificamente para mirar os gays?”[45]
“Se eu fosse examinar o caso de um menino de 10 ou 11 anos que sente intensa atração por um homem de 20 ou 30 anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e o amor é totalmente mútuo, então eu não chamaria isso de doentio de forma alguma… Quando os ativistas gays começaram suas campanhas políticas, não havia suficientes informações científicas com que basear sua luta para promover os direitos gays. Mas não se precisa de informações cientificas essenciais a fim de se trabalhar ativamente para promover uma ideologia específica, enquanto se está preparado para ir para a cadeia. Não é desse jeito realmente que sempre ocorrem as mudanças sociais?”[46]
“Nosso trabalho só estará concluído quando pudermos dizer que o mundo todo virou gay”.[47]
“Nos casos de consentimento mútuo e atração sexual mútua, a própria atividade sexual [entre homens e meninos] parece não produzir nenhum efeito danoso. Espera-se que isso possa tranqüilizar os pais e ajudá-los a evitar preocupações e desilusões desnecessárias.”[48]
“Quando as igrejas conservadoras condenam os gays, só há duas coisas que podemos fazer para confundir a homofobia dos crentes verdadeiros. Primeira, podemos utilizar debates para obscurecer as opiniões morais. Isso significa publicar o apoio que igrejas mais moderadas dão aos gays… Segunda, podemos minar a autoridade moral das igrejas homofóbicas mostrando-as como antiquadas e estagnadas, em descompasso com os dias de hoje e com as descobertas mais recentes da psicologia. Contra a força das igrejas institucionais, devemos usar a influência mais forte da ciência e da opinião pública… Tal aliança profana já funcionou contra as igrejas antes, em tais questões como divórcio e aborto. Com suficientes debates abertos mostrando que o homossexualismo é uma prática comum e aceita, essa aliança poderá novamente funcionar nessa questão.”[49]
“Tive mais de 1.000 parceiros sexuais. Já tive gonorréia provavelmente umas 40 vezes e tive sífilis umas quatro ou cinco vezes.”[50]
“Nunca houve um só caso documentado de mudança de orientação sexual.”[51]
“A base inteira das atuais leis que inibem o homossexualismo é moralista e em grande parte um conceito medieval do Cristianismo que, nós cremos, não tem lugar numa sociedade democrática e pluralística.”[52]
“Aí estava um cara [Jesus] que foi criado pela mãe, sem pai — típico da síndrome homossexual… Ele nunca casou e andava com doze caras o tempo todo. Não só isso, ele tinha contato físico com outro homem: João o discípulo amado deitou-se no peito de Jesus na última Ceia. Não só isso, mas um cara o traiu com um beijo.” [53]
O tratamento da pederastia encontra-se na Palavra de Deus ligado diretamente à questão homossexual, em 1 Coríntios 6:9: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 RC, o destaque é meu.)
De acordo com o léxico analítico do programa Bible Windows (versão 6.01), a palavra sodomita nesse versículo vem da palavra grega arsenoko°tjv (arsenokoites), que significa um adulto do sexo masculino que pratica relações sexuais com outro adulto ou menino do sexo masculino. Assim, o termo sodomita aí pode ser traduzido homossexual e pederasta. A palavra arsenokoites também se encontra em 1 Timóteo 1:10.
O movimento homossexual diz que a causa da homossexualidade é um mistério e que todos os povos a praticam.[54] Devemos acrescentar que todos os povos praticam o estupro, o assassinato, o adultério, etc. O mundo sem Deus acha um mistério a causa de todos esses desvios da conduta saudável. Mas há milhares de anos a Bíblia oferece a única resposta: A semente do pecado está em todas as pessoas, independente de cor, raça, condição social, sexo, religião, etc. Contudo, as respostas a seguir darão explicações mais detalhadas sobre as causas da homossexualidade.
O Dr. Gerard van den Aardweg, psicólogo holandês, diz:
Se uma pessoa sem nenhum preconceito e sem nenhuma idéia das origens da homossexualidade tivesse de decidir, na base dos melhores fatos disponíveis, onde procurar a solução da questão da causa, ela acabaria tendo de se apoiar em fatores psicológicos na infância… Quem acreditaria que um menino criado pela mãe e pela tia, sem a presença do pai… se tornaria um tipo masculino firme? Quando analisamos os relacionamentos de infância, fica claro que muitos homossexuais efeminados tinham uma vida muito dependente da mãe na ausência física ou psicológica do pai. Essa ausência psicológica é o caso, por exemplo, do homem fraco dominado pela esposa ou que não consegue ser uma boa figura de pai para o menino”.[55]
O Dr. Paul Cameron indica as seguintes causas do desejo homossexual nas pessoas:
Experiência homossexual:
• Qualquer experiência homossexual na infância, principalmente se for a primeira experiência sexual e com um adulto.
• Qualquer contato homossexual com um adulto, principalmente com um parente ou figura de autoridade (tais como professores).
Anormalidade familiar:
• Mãe possessiva, dominante ou rejeitadora.
• Pai ausente, distante ou rejeitador.
• Pai com inclinações homossexuais, particularmente um que abusa da criança do mesmo sexo.
• Irmão com tendências homossexuais, particularmente um que abusa do irmão ou da irmã.
• Falta de ambiente cristão dentro do lar.
• Divórcio, que muitas vezes leva a problemas sexuais para crianças e adultos.
• Pais que vivem diante dos filhos modelos de papéis sexuais fora do normal.
• Tolerância ao homossexualismo como um estilo de vida legítimo, tais como hospedar homossexuais.
Experiência sexual fora do normal, particularmente na infância:
• Masturbação precoce ou excessiva.
• Contato com pornografia na infância.
• Sexo grupal e sexo com animais.
• Para as meninas, contato sexual com homens adultos.
Influências culturais:
• Uma subcultura visível e socialmente aceita que atrai a curiosidade das pessoas e as encoraja a se envolver no homossexualismo.
• Educação sexual a favor do homossexualismo.
• Figuras de autoridade abertamente homossexuais, tais como professores.
• Tolerância social e legal aos atos homossexuais.
• A apresentação do homossexualismo como uma conduta normal ou desejável.[56]
O Dr. Cameron também nota em seu estudo que muitas pessoas conseguiram abandonar a conduta homossexual com a ajuda da psicoterapia ou através de uma conversão espiritual.[57]
Talvez nada esteja contribuindo tanto para o aumento do homossexualismo hoje na sociedade do que a tentativa de tornar os homens e as mulheres iguais em seus papéis e funções. Esse condicionamento vem ocorrendo principalmente através dos meios de comunicação e das escolas.
O Ministério da Educação (MEC) produziu e distribuiu um currículo escolar moderno para o Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série de todas as escolas públicas do Brasil. A fim de mudar a mentalidade das crianças com relação ao papel masculino e feminino e ensiná-las que as mulheres podem trabalhar em todas as ocupações dos homens e vice-versa, esse currículo instrui os professores das escolas públicas a “trabalhar as relações de gênero em qualquer situação do convívio escolar”.[58] Por exemplo, quando os alunos acham que algumas brincadeiras, atividades e condutas só são para meninos e outras só para meninas, “o professor… pode intervir para combater as discriminações e questionar os estereótipos associados ao gênero”.[59]
O termo gênero, que o MEC usa no lugar da palavra sexo, expressa a idéia de que qualquer variedade sexual é aceitável e normal, inclusive a homossexualidade. Os educadores que crêem nessa teoria empregam o conceito gênero para ensinar que os papéis masculinos e femininos tradicionais são pura invenção da sociedade. Conforme mostra o MEC:
O uso desse conceito permite abandonar a explicação da natureza como a responsável pela grande diferença existente entre os comportamentos e lugares ocupados por homens e mulheres na sociedade.[60]
Assim é que, para combater a chamada “discriminação de gênero”, inverte-se a imagem do homem e da mulher. Em nome da igualdade sexual, princípios socialistas e feministas são sutilmente ensinados em muitas salas de aula do Brasil. As lições mostram para as crianças mães casadas trabalhando fora e maridos em casa cuidando dos deveres domésticos.[61] Mostram também como normal um menino se envolver em atividades de menina.[62] Tudo isso porque o governo estabeleceu “o compromisso de o Brasil não aceitar livros [didáticos] que contenham posturas tradicionais em relação ao papel do homem e da mulher”.[63] O governo brasileiro está assim atendendo diretamente as recomendações das feministas na ONU.[64]
No entanto, essas mudanças na área da educação também estão ocorrendo por pressão dos grupos feministas nacionais que atuam no Congresso Nacional em Brasília. Em sua edição de janeiro de 2000, o jornal do Centro Feminista de Estudos e Assessoria de Brasília elogia o plano do governo para todas as escolas do Brasil:
Plano Nacional de Educação Ganha Perspectiva de Gênero
O Plano Nacional de Educação, aprovado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados… ganha três emendas que chamam a atenção para a necessidade de se trabalhar as relações de gênero na educação brasileira.[65]
Esse mesmo jornal diz que a legalização do “aborto traria mais democracia” para o Brasil.[66] As parlamentares integrantes do Centro Feminista de Estudos e Assessoria destacam-se no Congresso Nacional não só pelo forte apoio aos projetos de lei a favor do aborto, mas também da união dos chamados “casais” gays.
Para as feministas, trabalhar as relações de gênero nada menos é do que eliminar as diferenças tradicionais entre homens e mulheres. O feminismo luta para que seja censurada e eliminada das escolas e dos meios de comunicação a imagem tradicional do homem como pai trabalhando para sustentar a família e da mulher como mãe totalmente ocupada com seu lar e filhos. A jornalista Dale O’Leary revela:
…as feministas exigem que os “estereótipos” e as “imagens tradicionais” sejam removidos dos materiais educacionais e dos meios de comunicação. A fim de alcançar a meta de que os homens e as mulheres tenham igualmente os mesmos desejos e interesses, as feministas exigem que os livros escolares, os desenhos, as comédias, os anúncios comerciais e as peças teatrais mostrem os homens e as mulheres trabalhando em número igual como soldados, cientistas, bombeiros e motoristas de caminhão, até mesmo quando isso não tem nada a ver com a realidade. As atividades em que só há a participação de homens deverão ser classificadas como más, opressivas e discriminatórias. As mulheres nunca deverão ser mostradas como mães e donas de casa de tempo integral, a não ser como vitimas de violência doméstica, mulheres com distúrbios mentais e comportamento anti-social ou esposas casadas com maridos fanáticos religiosos. [67]
O livro O Movimento Homossexual comenta:
A eliminação das diferenças entre o sexo masculino e o feminino é extremamente prejudicial à saúde psicológica das crianças. Foi o que notou, por exemplo, certa mãe cuja filha de dez anos voltava da escola com atitudes cada vez mais hostis em relação ao trabalho doméstico como função da mulher. Depois de muito pesquisar, ela acabou descobrindo algo. Na sala de aula, a professora, sem o conhecimento dos pais, apresentava uma boneca e um boneco de papel nus. Os estudantes deveriam vestir-lhes uma roupa masculina de trabalho a fim de mostrar que ambos os sexos podem escolher qualquer profissão. Além disso, os livros didáticos só apresentavam figuras opostas aos papéis tradicionais, como a de um pai dando mamadeira ao bebê e a de uma mãe trabalhando como bombeiro. Tudo feito em nome da “igualdade sexual”.[68]
No padrão bíblico para os comportamentos humanos, homens e mulheres são iguais em valor diante de Deus, porém têm funções e papéis diferentes. Contudo, a igualdade sexual que as feministas estão impondo está produzindo uma sociedade onde homens e mulheres ocupam um a função do outro e perdem a referência bíblica de identidade sexual masculina e feminina. Essa tendência unissex para os comportamentos está criando muita confusão sexual e favorecendo a homossexualização social.
O fato é que o movimento homossexual e o feminista estão tentando minimizar as diferenças entre os homens e as mulheres no trabalho, lazer e moda. A finalidade é demolir os padrões sexuais tradicionais e criar um ambiente favorável à homossexualização da sociedade. Conforme diz o Dr. James Dobson, conhecido psicólogo americano:
A tendência de misturar os papéis masculinos e femininos está em moda na sociedade atual. As mulheres jogam futebol e usam calças. Os homens assistem a novelas e usam brincos. Vê-se pouca identidade sexual no comprimento de seus cabelos, em suas maneiras, interesses ou ocupações, e a tendência é se igualar ainda mais. Tal falta de distinção entre os homens e as mulheres causa muita confusão na mente das crianças com relação à sua própria identidade de papel sexual. Elas ficam sem um modelo claro para imitar e acabam tendo de andar sozinhas como que cegas, à procura da conduta e atitudes apropriadas para elas.
É quase certo que esse obscurecimento dos papéis sexuais está contribuindo para a explosão do homossexualismo e da confusão sexual que enfrentamos hoje. A História mostra que as atitudes unissex sempre apareceram antes da deterioração e destruição das sociedades que se deixaram levar por essa tendência. O Dr. Charles Winick, professor de Antropologia na Universidade Municipal de Nova Iorque, estudou duas mil culturas diversas e encontrou cinqüenta e cinco que se caracterizavam pela ambigüidade sexual. Nenhuma delas sobreviveu…[69]
De acordo com a feminista Kate Millett, a liberação homossexual sempre vem logo depois da chegada da liberação feminista. Mary Pride, ex-feminista e hoje líder presbiteriana de um importante movimento feminino para a volta das esposas para as responsabilidades do lar, parece ter a mesma opinião. Ela diz:
A Bíblia define perversão como “trocar as relações naturais pelas que não são naturais”. (Romanos 1.26) Essa passagem é interessante, pois mostra as mulheres liderando o caminho para a perversão.
“Por causa disso [a má vontade de eles o adorarem], Deus os entregou [a raça humana rebelde] a lascívias vergonhosas. Até mesmo suas mulheres trocaram as relações naturais pelas que não são naturais. Do mesmo modo os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram lascivamente uns com os outros. Homens cometeram atos indecentes com outros homens, e receberam em si mesmos a devida penalidade por sua perversão”. (Romanos 1.26-27)
Literalmente essa passagem diz: “As fêmeas trocaram a função natural pelo que é contra a natureza, e do mesmo modo os machos abandonaram a função natural das fêmeas…” A palavra mulheres dessa passagem que eu traduzi fêmeas e a palavra homens que eu traduzi machos são usadas nas referências de Jesus ao relato da criação do homem — Deus “os fez macho e fêmea”. (Mateus 19.4; Marcos 10.6) Mas o ponto mais notável dessa passagem é que a palavra mulheres, ou fêmeas, vem da raiz de uma palavra grega cujo significado é “cuidar de bebês ou amamentar”.
Os teólogos muitas vezes interpretam essa passagem dizendo que quando Deus abandona uma raça ou nação, primeiro as mulheres se tornam lésbicas e então os homens seguem seu exemplo e se tornam homossexuais. Isso sem dúvida é parte da verdade, mas não acho que é a verdade toda. A História humana mostra que é muito mais fácil os homens se tornarem homossexuais, e isso em grande número, antes de as mulheres se tornarem lésbicas. E nem é necessário que essa passagem esteja falando alguma coisa de lesbianismo. Tudo o que diz é que as fêmeas trocaram sua função natural pelo que é contra a natureza. Então perguntamos: “Qual é a função natural delas?” Já que a palavra usada para fêmeas está tão fortemente ligada à idéia de cuidar de bebês, e considerando que não tem ligação nenhuma com a idéia de atividade sexual, creio que o que Deus está dizendo aqui é que quando as mulheres trocam sua função natural de ter filhos e ser mãe pelo que é “contra a natureza” (isto é, tentar se igualar ao homem, vivendo, como ele, uma vida sexual e profissional independente do papel de mãe), os homens tendem a abandonar a função sexual natural das mulheres e se tornarem homossexuais. Quando os homens param de ver as mulheres como mães, o sexo perde a sua virtude sagrada. O sexo se torna “recreativo”, e assim os impulsos começam a buscar novas excitações.[70]
Por que Jesus Nunca Condenou os Homossexuais?
O movimento homossexual declara:
O homossexualismo não é pecado. Apesar de muitos pastores e padres dizerem o contrário, Jesus Cristo nunca falou sequer uma palavra contra gays e lésbicas… Cada vez mais importantes teólogos e estudiosos da Bíblia confirmam que também os homossexuais foram criados por Deus, pois nasceram assim do ventre de suas mães. Muitas religiões, desde o tempo dos gregos até os orixás, respeitam [o homossexualismo] e há até divindades que praticam [o homossexualismo].[71]
Jesus nunca falou nada contra os estupradores, adúlteros, assassinos, etc., porque ele veio ao mundo com o propósito claro de salvar esses indivíduos de seus pecados. A Bíblia diz: “Com certeza vocês sabem que os maus não herdarão o Reino de Deus. Não se enganem, não herdarão o Reino de Deus os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os difamadores, os marginais”. (1 Coríntios 6.9-10 BLH) Na cidade de Corinto, na Grécia antiga, havia indivíduos envolvidos no pecado da imoralidade, idolatria, adultério, homossexualismo, roubo, etc. Alguns começaram a ir para a igreja e experimentaram a manifestação do poder sobrenatural do Espírito Santo. Então, eles foram totalmente transformados! Agora, por causa de Jesus Cristo, os pecados deles, inclusive o homossexualismo, pertenciam ao passado (cf. 1 Coríntios 6.11 BLH). Deus sempre dá oportunidades para quem está disposto a ir para Jesus com um coração arrependido e pronto para abandonar totalmente o pecado.
Os ativistas gays mencionam o fato de que até os orixás respeitam a homossexualidade. Mas isso não é de estranhar. Os demônios têm uma inclinação radical pelo pecado e pela destruição do ser humano, ainda que muitas vezes disfarcem suas atividades nefastas com uma fachada de bondade. Uma jovem funcionária de um hemocentro do Rio de Janeiro contou-me de um paciente pai-de-santo gay e aidético que se relacionava sexualmente com crianças. O homossexualismo parece ser um problema comum entre os praticantes dos cultos afro-brasileiros, onde há entidades demoníacas específicas que causam e valorizam a homossexualidade e outras perversões sexuais. Aliás, a palavra quimbanda, do ritual de macumba, era usada em Angola para designar os homossexuais.[72]
Em seu livro Porque Deus Condena o Espiritismo, o jornalista Jefferson Magno Costa revela:
Homossexualismo no candomblé
Estudioso insuspeito, o antropólogo Edison Carneiro (irmão do famoso político Nelson Carneiro), afirma, no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo, confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastide. Segundo Edison Carneiro, é difícil esses efeminados não serem “cavalos de Yansã, orixá que geralmente se manifesta em mulheres inquietas, de grande vida sexual, que se entregam a todos os homens que encontram…” [73]
O jornalista Jefferson conta um caso:
-
Era pouco mais de meio-dia quando ele encontrou o pequeno Fernando, de nove anos de idade, perambulando pelos trilhos da linha férrea que passa nas proximidades da cidade de São Roque, interior de São Paulo. Levou o menino para casa, pediu à mulher com quem vivia há poucas semanas, Dalva Braga Medeiros, que desse comida ao garoto e lhe trocasse a roupa. Dalva demorou a atendê-lo, e ele mesmo pegou a roupa de um dos filhos da mulher e vestiu em Fernando. Após beber aguardente, pegou o menino pela mão e saiu, alegando que ia comprar mais bebida. Ao voltar, Dalva viu manchas de sangue na roupa do pequeno Fernando. E imediatamente entendeu que o menino havia sido estuprado.
Instantes depois, ele convidou Fernando para sair outra vez, mas diante da recusa e do medo do menino, resolveu chamar Rogério, de 12 anos, filho de Dalva, para fazer companhia àquela assustada e indefesa criança, e “para ver como se mata um porquinho”. Conduzindo os dois meninos até uma clareira situada no alto de um morro, desenhou um tridente no chão, e em seguida, segundo contou Rogério, pegou o pequeno Fernando pelo pescoço e enterrou-lhe uma faca no peito; porém, insatisfeito por não ver a criança morrer imediatamente, ele, o pai-de-santo Josué Rodrigues de Souza, deu um talho de dez centímetros no pescoço da pequena vítima, e começou a lamber-lhe o sangue.
Após praticar esse ato abominável, monstruoso e demoníaco, o pai-de-santo assassino foi chamar Dalva, “pois ela nunca tinha visto um sacrifício”, mostrou-lhe a criança toda ensangüentada e morta, confessou-lhe haver praticado aquilo incorporado pelo caboclo Zé Capoeira, e que havia estuprado a criança antes de matá-la “porque satanás não aceita a alma de gente pura” (Jornal O Globo, 13/03/1986). “Eu tinha de matar uma pessoa e dar o sangue para exu. Ele estava pedindo”, foram suas palavras ao ser preso três dias após o crime. (Revista Veja, 19/03/1986, p. 111).[74]
Escândalos e crimes no rastro das religiões africanas
O bárbaro crime praticado pelo pai-de-santo Josué é mais um entre centenas de casos envolvendo pessoas que, julgando estar servindo a Deus estão servindo ao diabo… Diante dos inúmeros casos desse gênero registrados pela imprensa, é uma pena que a indignação popular não tenha memória. O povo se esquece com muita facilidade. Há alguns anos, por ter assassinado, em rituais de magia negra, seis crianças seqüestradas em diferentes lugares do Estado do Rio, foi preso em Cantagalo, RJ, o pai-de-santo Waldir Souza Lima.[75]
Os casos de crianças desaparecidas que são estupradas e sacrificadas em rituais de pais-de-santo parecem ser um problema sério envolvendo os cultos afro-brasileiros. Assim, além de levarem os indivíduos ao homossexualismo, os demônios também os levam a abusar sexualmente de crianças e até matá-las.
Talvez o pior assassino em série do mundo seja o homossexual Gilles de Rais, que matou brutalmente oitocentos meninos. Cada garoto era atraído à sua casa, onde recebia banho e comida. Então, quando o pobre menino pensava que aquele era o seu dia de sorte, Gilles o estuprava e queimava, ou o cortava e comia.[76] Em seu livro The Devil’s Web (A Teia do Diabo), Pat Pulling revela o envolvimento do satanismo com o estupro e o sacrifício ritual de crianças. Ela cita o caso de Gilles:
Gilles de Rais era um nobre europeu do século 15 que estava totalmente envolvido na alquimia e outras ciências ocultas. Ele era também um pervertido sexual e sadista que matava… crianças antes de ser preso, julgado e condenado à morte. Outras evidências mostram que no passado os praticantes de adoração aos demônios realmente sacrificavam criancinhas durante suas cerimônias rituais.[77]
Em sua pesquisa do ocultismo, Pulling chegou a entrevistar pessoalmente na prisão o homossexual Henry Lucas, um satanista que comia carne humana e que afirmou ter matado 360 pessoas em sacrifício ao diabo.[78] Satanistas como Lucas e até cantores de rock famosos seguem as idéias de Aleister Crowley, o mais conhecido ocultista do século 20 e provavelmente o responsável pela enorme popularidade da magia negra hoje nos EUA e Europa, onde ele é considerado o pai do moderno ocultismo.[79] Sua filosofia principal era “Deixa-te levar pelos desejos carnais!” e “Fazei o que quiserdes”[80], que se parece muito com a resposta que um gay aidético deu quando as autoridades médicas lhe disseram que ele estava colocando vidas em perigo. O gay aidético declarou: “Tenho o direito de fazer o que quiser com o meu corpo”.[81] Crowley, que também era conhecido como A Besta, era viciado em drogas e tinha um prazer especial na prática da bruxaria homossexual. Seus seguidores (e provavelmente ele também) faziam sacrifícios rituais ao diabo com tanta crueldade e sadismo que o governo italiano o expulsou da Itália depois que se ficou sabendo das sangrentas orgias fatais com crianças que ocorriam em seu templo na Sicília.[82] Pouco antes de morrer, Kinsey visitou esse templo e, de acordo com a Drª Reisman, ele era admirador de Crowley.[83]
Embora as três principais religiões do mundo (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) condenem o homossexualismo, as religiões ocultas seguem um rumo diferente. Nessas religiões, os homossexuais ocupam posições elevadas. Quando as civilizações pagãs governavam o mundo, o comportamento homossexual e a relação sexual entre homens e meninos eram amplamente praticados e aceitos, Os praticantes do homossexualismo eram respeitados e muitas vezes tinham funções de destaque nas religiões e na sociedade. A escritora Judy Grahn, que apóia os ativistas gays, diz:
Muitos aspectos do shamanismo continham homossexualismo, e muitos dos deuses, espíritos e divindades do mundo têm ligação com a homossexualidade. No Taiti, havia divindades especiais para a adoração homossexual. Os antigos templos Shinto do Japão mostram cenas de orgias em rituais sexuais semelhantes às bacanais dos romanos… a Grande Deusa Mãe da antiga China, Kwan-Yin, era adorada com rituais sexuais que incluíam o homossexualismo. Quando os conquistadores espanhóis chegaram à América Central e ao Yucatan, eles viram que o que mais predominava eram sacerdotes gays e estátuas mostrando a união homossexual como ato sagrado. No Yucatan o deus Chin instituiu a homossexualidade sagrada e sacerdotes gays serviam nos templos exatamente como acontecia na antiga Babilônia… [84]
A Prescrição da Bíblia para Proteger a Sociedade do Homossexualismo
Na época do Antigo Testamento, as autoridades civis eram orientadas por Deus a aplicar a pena mais elevada para os atos sexuais dos homossexuais:
Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte. (Levítico 20.13 BLH)
O movimento homossexual diz que o homossexualismo não é crime. Então por que no sistema civil da Bíblia os atos homossexuais eram tratados com a penalidade máxima, juntamente com os crimes mais graves? Considerando que as práticas sexuais dos homossexuais muitas vezes trazem uma série de riscos à própria saúde de seus praticantes e ao bem-estar da sociedade em geral, o único modo de desencorajar essas práticas e trazer alguma proteção contra esses perigos era mediante o uso de leis rígidas. Pode-se dizer, com toda justiça, que é útil o estabelecimento de leis que tratam como crimes as condutas e os atos, sejam homossexuais ou não, que propagam doenças e influências fisica e moralmente nocivas para as crianças e para as famílias.
O movimento gay vê como crueldade toda tentativa de ajudar as crianças e adolescentes a se libertar de tendências homossexuais.[85] Mas crueldade mesmo seria manter as pessoas, principalmente crianças, na ignorância e escravidão de atos sexuais fora do normal. A ignorância nessa área tem ajudado a trazer muitas doenças, sofrimento e morte para os homens e as mulheres que se encontram enjaulados no estilo de vida homossexual. O Dr. Thomas Schmidt afirma:
Os atos sexuais dos homossexuais masculinos envolvem práticas que são prejudiciais ao corpo e que envolvem um risco elevado de doenças infecciosas. As práticas de sexo oral-genital, genital-anal e oral-anal são responsáveis por muitos tipos de crises de saúde de grandes proporções entre os homens homossexuais. Muitas doenças comuns, e uma variedade de outros problemas, comprovam o fato de que a AIDS é só a mais noticiada e mortal das várias pragas [atingindo os homossexuais].[86]
O Dr. Paul Cameron comenta:
Quando um indivíduo se torna homossexual, ele passa a desenvolver hábitos anti-sociais. Quase toda criança é ensinada a evitar as fezes. Quando a mãe educa seu filho a usar o pinico, ela explicitamente o ensina a ver as fezes como sujas, nojentas e prejudiciais à saúde. No entanto, a maioria dos homossexuais acaba aprendendo a se envolver completamente com as fezes. Pesquisas passadas sugerem a seguinte progressão seqüencial típica da atividade gay. A idade média de contato sexual genital dos gays é 13 anos. Dois anos mais tarde, eles usam o ânus para ter relações sexuais… um ou dois anos depois, eles deixam que outros gays lhe lambam o ânus por “prazer sexual”. Quando chegam aos 21 anos, a maioria dos gays já aprendeu a fazer tudo. Eles aprenderam a buscar e gozar atividades que os teriam deixado com nojo quando eram crianças. Alguns buscam excitações maiores como o sadomasoquismo, enfiar o punho inteiro pelo ânus, comer fezes ou beber urina.[87]
Sexualidade Sem Propósito: Os Riscos da Atividade Homossexual
Embora os ativistas gays tentem constantemente passar para o público a idéia de que o estilo de vida homossexual não oferece perigo algum para ninguém, suas práticas sexuais os tornam vulneráveis a uma variedade de doenças. O Dr. Thomas Schmidt explica:
É importante entender que ainda que venham a descobrir uma cura para o HIV e a AIDS, os homens homossexuais continuariam a pagar um preço físico horrível por suas atividades, da mesma forma que eles já estavam pagando antes do começo da epidemia. Classificarei esses problemas em termos de trauma físico, infecções não-virais e infecções virais. Em alguns desses problemas de saúde, os homens homossexuais perfazem pelo menos 70 por cento do total de casos registrados. Os médicos que trabalham com homens homossexuais agora recebem treinamento para regularmente procurar em seus clientes pelo menos 15 doenças comuns, sem contar o HIV e a AIDS, e esse número poderia ser duplicado ou triplicado se levássemos em consideração problemas menos comuns.
Antes de prosseguirmos, precisamos de uma breve e simples lição de anatomia. Não é necessário um diploma médico para compreender o risco de infecção que há quando a boca entra em contato com o pênis ou o ânus, mas poucas pessoas entendem que internamente o ânus é vulnerável a danos. A parte final do sistema digestivo, o intestino grosso, é um longo tubo de uns 15 cm que consiste principalmente do cólon. O cólon termina fazendo uma virada bem acentuada para baixo, onde fica estreito e curto, criando outra área chamada o reto. O último centímetro do tubo é o canal anal, uma área cheia de nervos, alinhada com células epiteliais cubóides estratificadas e cercada pelo músculo esfíncter anal. O reto é alinhado com uma única camada de células epiteliais, em forma de colunas, cujo propósito é absorver líqüidos.
Em contraste, a vagina é alinhada com células fortes e resistentes chamadas epitélio escamoso estratificado. Essas células têm uma camada de muco que, junto com outras secreções e a parede grossa e flexível da vagina, dão proteção contra abrasões e infecções. A parede do reto não é cercada de apoio muscular e secreta uma pequena quantidade de muco que não protege bem contra as abrasões. Mas as diferenças mais importantes entre a vagina e o reto são os tipos de células e a espessura das camadas de células. Os dois orifícios dão uma sensação bem parecida para o dedo intruso ou o pênis. Mas enquanto a vagina tende a repelir, o ânus tende a aceitar qualquer microorganismo que acompanhe o dedo ou o pênis penetrador…
Antes de consideramos mais a questão da infecção, é importante compreender que o trauma físico, ou os danos às estruturas físicas, é um problema comum entre os homossexuais… A relação sexual anal estica a abertura do ânus ao tamanho necessário para um grande trabalho de evacuação do intestino. O problema, porém, não é o tamanho da abertura, mas a direção… O ânus é uma válvula só de saída, e só se abre com um estímulo vindo de pressão interna, ao passo que um estímulo vindo de pressão externa o faz contrair-se. Uma penetração súbita ou mal lubrificada pode rasgar o ânus. Mas o que mais costuma ocorrer é que os efeitos que se acumulam com as relações sexuais anais acabam causando o mal funcionamento do músculo do esfíncter, e a conseqüência é que de cada três homens que praticam essa relação, um tem grave problema de incontinência ou urgência para defecar.
Contudo, isso não é tudo. Quando o ânus é penetrado, o perigo de trauma físico piora. A irritação da sensível camada de muco do reto causa muitas reações, inclusive diarréia, cólicas, hemorróidas, danos na próstata e úlceras ou fissura, que são um convite a infecções. A fina camada de células do reto é fácil de perfurar e sua sensibilidade à dor pode levar a sérias complicações antes que a pessoa tome consciência dos danos. Extensivas operações cirúrgicas são muitas vezes necessárias para corrigir os danos causados pela penetração do pênis, o dedo ou outros objetos no reto.
Além das complicações traumáticas, um grande número de doenças sexualmente transmissíveis atinge a população homossexual. A magnitude do problema não é mostrada simplesmente com o registro oficial dos indivíduos que estão doentes atualmente. Alguns indivíduos, sem aparentar nenhum sinal de doença, são portadores de microorganismos (patogenias) e infectam outras pessoas. Outros indivíduos são assintomáticos (não aparentam nenhum sintoma), ou aparentam sintomas só periodicamente, ou contraem a mesma doença várias vezes. Algumas doenças não parecem graves em si, mas levam à (ou aumentam a probabilidade de adquirir) doenças mais sérias. Outras enfermidades, normalmente raras, crescem até atingir proporções epidêmicas quando entram na população homossexual. Novas doenças e novas formas de doenças antigas estão, mesmo hoje, sendo descobertas no curso das pesquisas sobre o HIV e a AIDS.
…parece que pelo menos 75 por cento dos homens homossexuais são hoje portadores de uma ou mais patogenias… As infecções não-virais mais comuns entre os homossexuais são, na ordem de prevalência, amebiase, giardíase, shigelose, clamídia, sífilis e ectoparasitas. Essas doenças são causadas por patogenias que são transmitidas por contato oral-genital, contato genital-anal e contato oral-anal.
…A doença mais comum é a amebiase, que causa inflamação do reto e do cólon, provocando grave problema de diarréia e cólicas. Afeta 25-40 por cento dos homens homossexuais. A amebiase está ligada principalmente ao contato oral-anal…
A giardíase, que afeta 10-30 por cento dos homens homossexuais, está também ligada ao contato oral-anal… produz diarréia, inchações, cólicas e náuseas.
A gonorréia pode causar dor e corrimento de muco do pênis ou ânus, e há o caso em que a infecção pode ser assintomática (principalmente a forma oral), que lhe dá liberdade para se propagar com facilidade. Na década de 1970, conforme mostram os registros oficiais, aproximadamente 40 por cento dos homens homossexuais tinham tido um caso de gonorréia, mas após um período de declínio o índice da infecção quase duplicou no final da década de 1980.
A shigelose é a mais comum das várias infecções bacteriais semelhantes (inclusive a salmonela e a campylobacter) que produzem febre, dores abdominais, diarréia de água ou sangue e úlceras no reto ou cólon. Como a amebiase e a giardíase, essas infecções estão ligadas ao contato oral-anal. Uma ou mais dessas patogenias está presente em 10-20 por cento dos homens homossexuais.
A clamídia, que afeta 5-15 por cento dos homens homossexuais, é difícil de detectar porque é muitas vezes assintomática ou só levemente sintomática. Como a gonorréia, essa infecção produz corrimento de muco do pênis ou ânus, ou garganta inflamada. Em casos mais sérios produz graves dores abdominais, corrimento de sangue, diarréia e úlceras no reto.
A sífilis ocorre em várias fases, muitas vezes começando com úlceras indolores nos órgãos sexuais ou no reto. Mais tarde produz fissuras, pólipos e verrugas que são facilmente confundidas com sintomas de outras doenças sexualmente transmissíveis. Na fase avançada, a sífilis pode atacar o cérebro e o coração, às vezes fatalmente. Embora seja tratável nas fases iniciais, a sífilis pode escapar a uma detecção durante um longo e quieto período de latência enquanto os sintomas estão escondidos dentro do reto. Como no caso da gonorréia, a erradicação da doença exige que os indivíduos infectados sejam identificados e que seus parceiros sexuais sejam notificados — e isso é um grande problema na população homossexual, onde é comum ter muitos parceiros, muitas vezes anônimos. E como no caso da gonorréia, o índice da infecção parece ter aumentado durante a década de 1980, e hoje, conforme os registros oficiais, aproximadamente 30 por cento dos homens homossexuais têm sífilis.
Os comuns ectoparasitas entre os homossexuais criam grande incômodo, mas não são perigosos. Os ectoparasitas mais comuns são piolhos púbicos e sarna. Os piolhos púbicos, oficialmente registrados em 69 por cento dos homens homossexuais, são transmitidos principalmente por íntimo contato físico. Esses piolhos causam coceira e inflamação… O problema da sarna foi registrado em 22 por cento dos homens homossexuais…
As infecções virais que são comuns entre os homossexuais incluem, na ordem de prevalência, condilomas, herpes, hepatite B e hepatite A. Como as infecções bacterianas, essas doenças são fáceis de transmitir por contato oral-genital, contato genital-anal e contato oral-anal.
Os condilomas, ou verrugas anais, são causados pelo vírus papiloma humano que é transmitido pela relação sexual anal. Essa doença afeta 30-40 por cento dos homens homossexuais, com o vírus presente em 69 por cento. As verrugas ocorrem principalmente no ânus e em sua volta, normalmente várias juntas, muitas vezes causando coceira e queimação. Embora os médicos possam remover as verrugas… seu índice de reaparecimento é elevado. Além disso, os casos de verrugas oficialmente registrados no passado estavam fortemente ligados ao câncer anal, cuja incidência está aumentando rapidamente entre os homens homossexuais.
O herpes afeta 10-20 por cento dos homossexuais e, como no caso das várias outras doenças sexualmente transmissíveis, o número pode estar aumentando. Até o momento não há nenhuma cura ou vacina para o herpes: um indivíduo que o pega ficará com ele a vida inteira. Entre os homossexuais a doença geralmente é transmitida pela relação sexual anal, embora o contato oral-anal com um indivíduo que tem o herpes oral possa também transmitir a doença. Nos homens homossexuais o herpes pode causar dor no ânus e no reto, dores de cabeça e problemas de urinação e defecação. Os sintomas mais sérios são lesões ou úlceras na região dos órgãos sexuais e do ânus, às vezes dentro do reto. Essas lesões ou úlceras ficam abertas durante duas ou três semanas, são bem dolorosas e, ainda que com menos gravidade, reaparecem de tempos em tempos depois da cura das primeiras feridas. Essas úlceras que reaparecem depois são muitas vezes assintomáticas, permanecem escondidas no reto e não causam dor, e por isso são porta aberta para a transmissão de outros vírus — inclusive o HIV, o mais mortal.
A hepatite infecciosa vem em duas formas que são epidêmicas na população homossexual por dois motivos diferentes. Surtos da hepatite A (HAV) em várias grandes cidades no começo da década de 1990 indicam que o índice de prevalência subiu de modo considerável desde os primeiros estudos, que mostravam que o vírus está presente em aproximadamente 40 por cento dos homens homossexuais. Entre 5 e 7 por cento dos homens homossexuais pegam a doença anualmente — e esse índice é três vezes maior do que o da população geral. Como muitas doenças bacteriais e virais, a HAV está presente nas fezes humanas, e está ligada ao contato oral-anal entre parceiros homossexuais. Os sintomas iniciais (que se parecem com os sintomas da gripe) de febre, dor de cabeça e vômitos cedem à icterícia quando o fígado é atingido…
A hepatite B (HBV) — que está presente em todos os fluídos do corpo, inclusive a saliva, o sêmen e o muco do reto — é transmitida entre os homossexuais principalmente através da relação sexual anal. Pelo menos, 65 por cento dos homens homossexuais são portadores da doença ou já a tiveram no passado, conforme mostram os registros oficiais, e pelo menos 16 por cento deles contraem a HBV anualmente. Os sintomas são iguais aos da hepatite A, mas são mais graves e incluem a possibilidade de doença crônica do fígado e, em casos raros, morte. Dos que contraem a doença, entre 5 e 10 por cento se tornam portadores crônicos que podem não aparentar sintoma algum, a não ser fadiga. Não é possível curar a hepatite B, mas há uma vacina para impedi-la.
Ainda que fizéssemos uma comparação com o segmento mais sexualmente promíscuo da população geral, é de chamar a atenção o índice anual de 40 por cento de incidência de doenças sexualmente transmissíveis entre os homens homossexuais e o índice de 75 dessas doenças durante a vida inteira deles. Na população geral, entre os que tiveram mais que 21 parceiros a vida inteira, 40 por cento tiveram, conforme indicam dados oficiais, uma ou mais infecções a vida inteira. Além disso, a população geral tem um índice de 16 por cento de incidência de doenças sexualmente transmissíveis a vida inteira…
Esses problemas de saúde crescem muito na população homossexual por causa da facilidade de transmissão através da promiscuidade sexual e da maioria das práticas que os homossexuais preferem. Parece que algumas doenças estão aumentando em parte porque o medo da infecção do HIV tem levado os homossexuais a diminuir a relação sexual anal em favor do contato oral-anal e oral-genital, práticas que carregam consigo seus próprios riscos de trazer doenças debilitantes e até fatais.
Paulo escreveu em Romanos 1.27 que os homossexuais “recebem em si mesmos o castigo que o erro deles merece”. Não se sabe exatamente o que ele quis dizer com “castigo” em sua época, mas é difícil não fazer uma ligação entre suas palavras e a crise de saúde que observamos em nossa época. A liberação sexual tirou os homossexuais de sua condição social obscura e os levou ao mundo tenebroso dos problemas físicos, onde espreita um número grande de doenças. E se isso não fosse sombrio o suficiente, o espectro mais mortal da infecção do HIV aprofunda essa escuridão, não só para o número cada vez maior dos que morrem, mas também dos que ficam para trás para chorar e imaginar quem será o próximo a morrer.[88]
Pesquisas médicas sérias revelam então que os indivíduos que praticam o homossexualismo têm mais facilidade de pegar doenças sexualmente transmissíveis do que as pessoas que não são homossexuais. Além disso, os gays têm relações sexuais com tantos parceiros diferentes que eles mesmos aumentam o risco de pegar e transmitir essas doenças. Alguns gays não se importam se infectarão seus parceiros ou não, e às vezes até decidem deliberadamente fazer com que os outros sejam contaminados e sofram tanto quanto eles. E é difícil tentar eliminar esse tipo de irresponsabilidade, pois os ativistas do movimento homossexual pregam que ninguém tem o direito de interferir na vida sexual privada de um gay.[89]
Para mudar essa situação e ajudar os homossexuais e a população geral, seriam necessárias no mínimo campanhas regulares de educação e prevenção à sodomia. No entanto, atualmente não há mais leis rigorosas protegendo a sociedade da sodomia por influência direta de pesquisas fraudulentas. A Drª Judith Reisman afirma que o falecido Kinsey teve importante papel em influenciar e abrandar as atitudes da sociedade para com o estupro, o incesto, a pedofilia e a pederastia. Embora a pederastia seja um grave abuso contra as crianças, o movimento de defesa dos direitos dos gays a vê apenas como “amor entre homens e meninos”. Líderes homossexuais citam o trabalho “pioneiro” de Kinsey como o grande responsável pela revolução sexual e pela normalização do que antes era considerado ato criminoso: a sodomia.[90]
Mesmo sabendo que as práticas homossexuais representam sério risco para a saúde e expõem o corpo ao perigo da AIDS, muitos praticantes do homossexualismo acham que vale a pena dar a vida para praticar seus desejos sexuais. Um ativista gay declarou: “Decidimos que é melhor morrer [de AIDS] do que levar uma vida sexual chata.”[91]
O Homossexualismo Não Leva à Decadência?
Os ativistas gays afirmam que a homossexualidade sempre existiu e nunca vai acabar.[92] Eles dizem:
Antes mesmo de ter sido escrita a primeira linha da Bíblia, já existiam documentos antigos, de dois mil anos antes de Cristo, que descrevem relações sexuais entre dois homens… Homossexualismo não é sinal de decadência, nem leva os povos à ruína. Prova disso é a Grécia, que teve seu momento de maior glória e grandeza exatamente quando a “pederastia” foi mais praticada e respeitada…[93]
A mais antiga civilização tolerante ao homossexualismo vivia na região de Sodoma e Gomorra, há mais de 2000 anos antes de Cristo. O famoso historiador Josefo, do primeiro século A.D., afirma claramente que a relação homossexual era o vício característico de Sodoma.[94]
O que Significa Sodomia
Embora sodomita devesse designar somente o habitante de Sodoma, a palavra acabou ganhando um sentido negativo por causa do pecado sexual específico que os cidadãos dessa cidade toleravam. Hoje sodomita, de acordo com o Dicionário Universitário Webster, significa aquele que pratica a sodomia. E o Webster assim define essa prática:
Sodomia (palavra originária das inclinações homossexuais dos homens da cidade de Sodoma, em Gênesis 19.1-11): 1. Cópula com uma pessoa do mesmo sexo ou com um animal. 2. Cópula sem coito, principalmente anal ou oral, com uma pessoa do sexo oposto.[95]
O Dr. Thomas Schmidt explica:
Com o tempo, a palavra Sodoma simplesmente se tornou uma espécie de código para designar a perversão sexual — mais especificamente, na época de Paulo, para os tipos de relações homossexuais comuns no mundo não-judeu… Sem dúvida alguma, os primeiros cristãos conectaram o pecado de Sodoma ao pecado das relações homossexuais e usaram o nome da cidade como símbolo para designar o homossexualismo e outras condutas sexuais muito imorais.[96]
Sodoma: Exemplo do Destino Final para as Sociedades que Toleram a Sodomia
A Bíblia não tenta esconder o fato assustador de que Sodoma e Gomorra acabaram sendo dominadas pelo homossexualismo. Por isso, Deus teve de permitir que essas cidades fossem totalmente destruídas pelo homossexualismo como um sinal para as futuras gerações do acontecerá com as civilizações que toleram a sodomia. Judas 7 diz:
O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas é, para nós, um exemplo do castigo do fogo eterno. O povo daquelas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.[97]
Os ativistas gays dizem que a Grécia era grande enquanto praticava e respeitava a pederastia. Contudo, não é bem assim! O homossexualismo praticado na Grécia era limitado a alguns homens da elite social. Eles se relacionavam sexualmente com meninos de 12 a 17 anos de idade, mas geralmente acabavam abandonando essa conduta em favor de relações sexuais normais. Além disso, essa prática não era aceita por toda a sociedade. Alguns escritores gregos famosos condenaram o homossexualismo como um comportamento contrário à capacidade natural de gerar nova vida.[98] A resistência às práticas homossexuais, por menor que seja, pode livrar uma sociedade inteira da total decadência. Lamentavelmente, tal resistência não existia em Sodoma e Gomorra. Pelo contrário, o que havia lá era muita tolerância ao homossexualismo.
O movimento homossexual afirma que o homossexualismo não é sinônimo de relação sexual anal.[99] Esse argumento é usado com o único propósito de desviar a atenção do público do quadro sujo e nojento das relações sexuais dos homossexuais. Um ativista gay disse:
A maior vitória do movimento gay na década passada foi mudar a direção do debate. Em vez de se discutir sobre a conduta, fala-se sobre identidade. Qualquer um que se opõe ao homossexualismo passou a ser visto como agressor dos direitos civis do cidadãos homossexuais…[100]
Em todas as notícias envolvendo o homossexualismo, há uma pressão tremenda para proteger sua imagem. O alvo é sempre evitar mencionar os fatos negativos que possam prejudicá-lo. Os ativistas gays permitem que os meios de comunicação destaquem o homossexualismo somente quando a exposição lhe é favorável. Por exemplo, quando são noticiados crimes, até mesmo horríveis casos de pederastia (sexo entre homens e meninos), a imprensa é orientada (ou melhor dizendo, pressionada) a não revelar a identidade homossexual do criminoso. Aliás, a palavra homossexual nunca é mencionada nesses casos, apesar dos fatos óbvios. Mas quando um indivíduo se torna vítima de algum abuso e se descobre que ele pratica o homossexualismo, o tratamento é totalmente oposto. Grande destaque é dado à sua sexualidade, muitas vezes de modo bem exagerado, com muitos apelos em favor da aprovação de leis especiais para proteger e favorecer o homossexualismo. Esse rumo de tratamento da questão homossexual segue as recomendações dos ativistas gays. [101]
Entretanto, o que a realidade mostra sobre os efeitos do homossexualismo? Conforme indicam pesquisas do Dr. Paul Cameron, a taxa de criminalidade é mais elevada entre os praticantes do homossexualismo do que entre as pessoas sexualmente normais.[102] Duas lésbicas, uma com 16 e a outra com 17 anos de idade, raptaram uma menina de 12 anos, a quem elas tinham acusado de tentar “roubar uma namorada”. Elas deram várias facadas na menina e a surraram com um pesado pedaço de metal. Enquanto a menina ainda estava viva, elas jogaram gasolina nela e a queimaram. Em outro caso, um rapaz de 14 anos foi condenado por ajudar a assassinar o próprio pai de 40 anos. O pai recebeu 45 facadas e foi surrado com uma frigideira, e a violência foi tanta que a frigideira ficou em pedaços. O rapaz confessou que ele e o ex-amante homossexual de seu pai cometeram o assassinato para que o rapaz e o amante “pudessem viver juntos”.[103]
Esses assassinatos se encaixam na opinião psiquiátrica tradicional: Violência excessiva tem ligação natural com outras formas de patologias sociais. Sob essa perspectiva, os que se rebelam contra as normas da sociedade (as prostitutas, os homossexuais, os alcoólatras, etc.) têm uma tendência maior para a violência. Os líderes gays respondem que eles não são rebeldes nem pervertidos sexuais. Eles afirmam que os gays são bons e gentis e que a violência que eles experimentam é prova de que eles precisam de leis especiais para protegê-los do preconceito dos que odeiam o comportamento homossexual.[104]
Quem está certo? Qual é o peso mais importante na questão da violência: a violência excessiva que está vindo do meio dos próprios homossexuais ou a violência que é dirigida contra eles? O que mais se deve ter em mente nesse debate é que esses dois tipos de violência são errados e só deixarão de existir quando a sociedade conseguir erradicar completamente o pecado da sodomia.
No entanto, uma pergunta que precisa ser respondida é: como é que um segmento tão pequeno da população consegue desencadear tanta violência contra a sociedade? Embora os homossexuais não sejam mais que 2 por cento da população total, alguns deles são responsáveis por um número bem elevado de casos de violência e assassinato na sociedade geral. Por exemplo, Henry Lucas, um homossexual americano, foi condenado por muitos assassinatos e afirmou ter tirado a vida de pelo menos 350 pessoas. Na Rússia, o homossexual Andrei Chikatilo foi condenado em 1992 por estuprar, matar e comer partes de pelo menos 21 meninos, 17 mulheres e 14 meninas.[105] Coincidência ou não, todos os seis maiores assassinatos em série dos Estados Unidos foram cometidos por gays. São casos envolvendo até quadrilhas homossexuais que estupravam, torturavam e matavam meninos.[106]
Muitas vezes a população é informada desses crimes sem jamais suspeitar que seus autores são escravos do homossexualismo. O que acontece é que, para não atrair a perigosa intolerância do movimento homossexual, a imprensa se sente forçada a noticiar esses crimes sem mencionar a identidade homossexual dos criminosos. Pelo que tudo indica, parece que os meios de comunicação aprenderam a temer e respeitar os desejos dos ativistas gays.
Dois estrategistas gays, Marshall Kirk e Hunter Madsen, revelam em seu livro para gays suas táticas para avançar o movimento homossexual na sociedade:
Nossos inimigos acusam os gays de seguir uma estratégia planejada e forte. Realmente, temos em mente tal estratégia… Os gays devem lançar uma campanha de grande escala para alcançar as pessoas normais através dos meios de comunicação. Estamos falando sobre usar propaganda. [Pág. 161]
O propósito e efeito da propaganda pró-gay é promover um clima de mais tolerância para com os homossexuais. E isso, nós dizemos, é bom… Primeiro, a propaganda se apóia em manipulações mais emocionais do que racionais. Aliás, sua meta é provocar mudanças nos sentimentos do público [162].
Em fevereiro de 1988, uma “conferência de guerra” de 175 líderes ativistas gays, representando organizações de todas as partes dos EUA, se reuniram em Warrenton, Virginia, para estabelecer uma agenda de quatro pontos para avançar o movimento gay. A conferência deu prioridade para “uma campanha nacional, através dos meios de comunicação, para promover uma imagem positiva dos gays e lésbicas”, e sua declaração final concluía: “Devemos considerar os meios de comunicação em todos os projetos que começamos. Além disso, devemos tirar toda vantagem que pudermos para incluir anúncios de utilidade pública e anúncios pagos e ajudar a promover repórteres e editores de jornais, rádio e televisão. Para ajudar a alcançar esses objetivos, precisamos realizar seminários com a mídia nacional para treinar nossos líderes… Nossas campanhas através dos meios de comunicação são fundamentais para que a sociedade nos aceite completamente. Estamos começando a reconhecer que a discriminação, assim como a guerra, começa na mente das pessoas, e deve assim ser parada aí com a ajuda de propaganda.” [Págs. 163,163].
Converter as pessoas [a aceitar o homossexualismo] é muito mais do que só amortecer-lhes os sentimentos de revolta contra o homossexualismo: envolve fazê-las realmente gostar e aceitar os homossexuais como um grupo, ajudando-os a se identificar com eles. [Pág. 168].
Uma das vantagens especiais de uma campanha através dos meios de comunicação é que pode — e deve — apresentar só o lado mais favorável dos gays… Por exemplo, em média o televisor fica ligado 50 horas por semana em cada lar, trazendo filmes, seriados, comédias, programas de entrevistas e noticiários bem na sala de estar. Essas horas são uma porta de entrada para a vida particular das pessoas normais. Através dessa porta, podemos fazer passar um cavalo de Tróia. [Págs. 170,179]
A meta é formar uma pequena coalizão de conspiração com a elite de poder, para pularmos à frente dos sentimentos do público ou ignorá-lo completamente. Às vezes essa tática funciona: muitas ordens executivas (que passam por cima do processo democrático) e leis aprovadas por câmaras municipais agora protegem certos direitos civis para os gays em algumas cidades. [Pág. 171].
Duas coisas podem ser feitas para confundir o ódio ao homossexualismo nas pessoas moderadamente religiosas. Primeira, os gays podem apelar para debates para obscurecer as opiniões morais, isto é, enfraquecer as desculpas que “justificam” a intolerância religiosa… Isso envolve publicar o apoio das igrejas moderadas e levantar sérias objeções teológicas aos ensinos bíblicos conservadores. [Pág. 179].[107]
Na sua primeira carta aos cristãos da cidade de Corinto, o Apóstolo Paulo faz uma lista de alguns indivíduos que não herdarão o Reino de Deus: “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”. (1 Cor 6:9-10) Nessa passagem o Apóstolo usa duas palavras gregas para designar os homossexuais: malakos (efeminados) e arsenokoites (sodomitas).
Será que os indivíduos que foram colocados nessa lista não têm direitos? Com toda certeza, eles têm. Por exemplo, o ladrão que rouba tem direito à vida e por isso ninguém pode matá-lo. Mas ele não tem direito à vida pelo fato de que ele pratica roubos, e sim pelo fato de que ele é uma pessoa.
Portanto, se o homossexual tem algum direito, não é pelo fato de praticar atos homossexuais, mas pelo fato de que ele é uma pessoa. E assim como não faz sentido elaborar uma Carta dos Direitos dos Ladrões ou uma Declaração dos Direitos dos Bêbados, faria menos sentido permitir uma lei que defenda os Direitos dos Homossexuais.
Sendo um comportamento contra a natureza, o homossexualismo não faz com que uma pessoa mereça direitos a mais. Pelo contrário, o estilo de vida gay lhe traz a perda de direitos, a começar pelo direito ao Reino de Deus.[108]
A Redefinição da Palavra Tolerância
Os ativistas homossexuais dizem em que tipo de espiritualidade eles acreditam. Eles declaram:
“A única espiritualidade autêntica é a espiritualidade gay… Os homens heterossexuais não conseguem sentir paixão por Jesus por causa de sua própria homofobia. Jesus quer que sintamos amor erótico por ele, e isso não é possível no caso dos homófobos.”[109]
“Você é abençoado e favorecido, pois Deus criou você gay! Ele lhe deu uma honra bem mais elevada do que a honrar de gerar um bebê. Ele exaltou você acima dos anjos e lhe deu, entre os homens, um lugar elevado no céu. Ele lhe deu uma canção celestial que só você poderá cantar. Não se preocupe quando outros cristãos lhe dizem que a Bíblia condena nosso estilo de vida. A Bíblia não condena. Satanás os cegou de tal modo que eles não conseguem enxergar as grandes Verdades que Deus deu só para os gays. Ele nos deu no Antigo Testamento a Grande Comissão Gay. Jesus disse que há três maneiras de nos tornarmos gays. Deus nos deu um Salmo louvando o casamento gay…”[110]
Para os ativistas homossexuais, verdadeira tolerância é aceitar suas práticas e idéias. Mas eles não têm receio dos cristãos que não as aceitam: “Os extremistas religiosos nos farão lutar cada passo do caminho. Mas eles já perderam. Fizemos dos direitos gays e lésbicos uma causa legítima na sociedade.”[111] Eles então dão o seguinte conselho para o homossexual que está numa igreja que aceita o homossexual, mas não aceita os atos homossexuais:
Se a sua religião discrimina contra os homossexuais… abandone e denuncie essa igreja, pois ela desrespeita nossa Constituição e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.[112]
Embora não aprovem o homossexualismo, as igrejas cristãs saudáveis aceitam de braços abertos o indivíduo escravo do pecado homossexual e lhe oferecem a libertação que Jesus Cristo dá gratuitamente. Contudo, os ativistas gays acham que toda oposição à sodomia é uma violação dos direitos humanos de seus praticantes. O movimento homossexual prega a tolerância, mas quer obrigar todas as pessoas a respeitar a sodomia como um comportamento sexual inteiramente normal. A definição tradicional de tolerância significa simplesmente reconhecer e respeitar as opiniões de outros indivíduos, sem necessariamente concordar ou simpatizar com eles. A idéia que normalmente a maioria das pessoas tem é que tolerância quer dizer que cada um tem o direito de ter sua própria opinião.
Mas em nossa época a palavra tolerância é usada com um sentido completamente diferente. Hoje considera-se que todas as opiniões, valores e modos de vida são igualmente válidos. Por exemplo, as opiniões e práticas dos cristãos, homossexuais, comunistas, etc., têm a mesma importância. Ser tolerante agora significa não só respeitar as opiniões dos outros, mas também elogiar e apoiar seus modos de vida, mesmo quando são biblicamente imorais.
O que mais chama a atenção é que enquanto os ativistas gays estão empenhados em usar os meios de comunicação para nos educar a valorizar todos os tipos de conduta, isso parece não se aplicar às opiniões e práticas dos cristãos fiéis à Bíblia. Basta ver os filmes que representam de modo negativo e sarcástico os cristãos e seus valores. Se um tratamento negativo também fosse dado aos praticantes do comportamento homossexual, haveria protestos e ameaças de processos contra tal “intolerância”. Aliás, há um grupo nos EUA, chamado Aliança Gay e Lésbica Contra a Difamação, que faz campanhas agressivas para que os meios de comunicação só apresentem imagens positivas dos homossexuais.
Esse grupo está pressionando os executivos de uma rede de televisão americana para que não dêem espaço de televisão para a Drª Laura Schlessinger. A Drª Schlessinger é uma judia ortodoxa e uma sincera defensora do ensino bíblico de que a homossexualidade é uma conduta imoral, mas curável.[113] Eles estão tentando silenciá-la só porque as opiniões dela não estão de acordo com a ideologia gay, ao mesmo tempo em que eles afirmam ter plenos direitos constitucionais para fazer todos os tipos de propaganda para promover a conduta homossexual. Esse paradoxo reflete a transformação da sociedade. As pressões em favor da aceitação do estilo de vida gay e outras perversões são tão fortes, que é provável que em breve muitas pessoas fiéis entre os evangélicos, católicos e judeus (e talvez até alguns muçulmanos praticantes) tenham de enfrentar uma onda de impopularidade e perseguição por não aceitarem a sodomia e outros comportamentos imorais.
Evangélicos Sofrem Intolerância de Ativistas Gays
O Dr. Charles McIlhenny é pastor da Primeira Igreja Presbiteriana Ortodoxa da cidade de San Francisco, Califórnia. Muito embora sua igreja tenha sido alvo de protestos de ativistas gays, ele disse que nunca viu um protesto tão intenso quanto o que ocorreu contra a Igreja Batista de Hamilton Square em 19 de setembro de 1993. O Rev. Lou Sheldon, presidente da entidade evangélica Coalizão de Valores Tradicionais, havia sido convidado para pregar nessa igreja batista. O testemunho a seguir foi dado pessoalmente pelo Dr. McIlhenny:
Nós [minha esposa e outros de minha congregação] pudemos ouvir apitos a distância quando saímos de nossos carros no estacionamento… Quando caminhamos em direção à igreja, os apitos e a gritaria dos manifestantes foram ficando cada vez mais alto. Duas mulheres e uma menininha [membros da igreja batista] estavam acabando de sair de seu carro quando nós chegamos à frente da igreja. Havia uns duzentos homossexuais protestando, apitando, gritando e zombando de nós.
Eles estavam por todas as partes da entrada da igreja. Quando nos aproximamos da porta, eles começaram a nos apertar e formaram uma “parede” humana contra nós. Eles disseram: “Não entrem nesta igreja. Eles ensinam ódio e preconceito”. A multidão empurrava nosso pequeno grupo e nos afastava uns dos outros. Olhei ao redor e consegui ver meu filho bem atrás de nós com seu amigo. Outras famílias que estavam ao nosso lado foram tão empurradas que já não dava nem para ver onde estavam. Eu e minha esposa estávamos agora literalmente nariz a nariz, corpo a corpo com os manifestantes. Eles gritavam: “Vocês não vão entrar nesta igreja!” Avancei com muita força e consegui chegar até a porta. Mas quando me virei minha esposa não estava mais comigo. Vi a mão dela erguida na minha direção do meio das cabeças dos ativistas gays e um deles a pegou pela cintura e a levantou completamente do chão. Consegui agarrar a mão dela, e puxei-a para fora daquela situação perigosa.
Quando enfim conseguimos entrar na igreja, vimos que uma das mulheres e a menininha [que tínhamos visto no estacionamento], minha esposa e eu fomos os únicos de nosso grupo que puderam entrar. A menininha estava apavorada… Quando tentamos abrir a porta para os outros entrarem, a multidão a apertou tanto que ninguém conseguiu abri-la.
O louvor do culto já havia começado, e quando nos sentamos minha esposa sentiu as mãos ardendo. Foi então que ela viu que sua pele estava esfolada. Graças a Deus, não havia sangue nos arranhões, pois vários manifestantes eram aidéticos com feridas bem visíveis e perigosas.
Depois do culto, a polícia veio e teve, para nossa própria segurança, de nos escoltar até nossos carros. Os três pastores que fizeram o culto tiveram uma escolta especial porque os manifestantes haviam lhes ameaçado a vida.
Assim foi o culto de 19 de setembro de 1993 na Igreja Batista Hamilton Square em San Francisco: Essa cidade se gaba de ser a cidade mais tolerante dos EUA… Mas é um modelo de anarquia.[114]
Poderíamos acrescentar que San Francisco (considerada hoje a cidade mais homossexual dos EUA) é um exemplo do que acontece quando o movimento homossexual ganha espaço social para fazer o que quer. Outro exemplo de intolerância dos ativistas gays vem da cidade de Pittsburgh:
Em Pittsburgh, ativistas homossexuais locais pressionaram o Ministério das Comunicações (MC) a limitar o conteúdo religioso na televisão pública. O MC sucumbiu a essa pressão e decretou que a programação não deve ser “principalmente dedicada à exortação religiosa, ao proselitismo ou a declarações de crenças e opiniões religiosas pessoais”.
Com esse decreto, o MC está declarando que os direitos constitucionais não se aplicam ao papel social das igrejas e que a vontade dos ativistas homossexuais é mais importante do que a vontade das pessoas e famílias que têm valores morais religiosos.
O lobby homossexual está tentando minar o papel da família e da igreja na sociedade…[115]
Para os ativistas gays, pregar a verdade bíblica sobre o homossexualismo é o mesmo que ensinar ódio e preconceito. Eles não estão dispostos a aceitar nada que contrarie sua ideologia. A única mensagem bíblica que eles aceitam ouvir é a reinterpretação da Bíblia feita por teólogos favoráveis ao comportamento homossexual. O único tipo de pregação tolerada é a pregação a favor da sodomia. Tudo o mais é rejeitado. Para eles, o cristão que não sabe pregar o que eles querem ouvir tem no mínimo de ficar com a boca fechada.
Nesse clima, pode ser difícil falar a verdade, mas Jesus disse: “A verdade os libertará”. (João 8.32b BLH) Embora tenhamos o chamado de dar atenção e amor a todas as pessoas, precisamos ter a humildade e a coragem de falar a verdade, mesmo quando os outros nos fazem alvo de críticas, zombaria e preconceito.
A tendência atual de tolerância exige que aceitemos, respeitemos e apoiemos o pecador e seus pecados: a relação sexual antes do casamento, o adultério, a sodomia, etc. Contudo, será que seria uma atitude correta deixarmos que as pessoas envolvidas nesses pecados caminhem despreocupadamente para o inferno? Não. Precisamos lhes falar a verdade, com amor.[116] Quando somos movidos pelo amor de Jesus, não temos medo de ajudar os pecadores, porque sabemos que a verdade os libertará de seus pecados. Não é nossa tolerância ao pecado que poderá salvá-los, mas sim nossa fidelidade à responsabilidade de mostrar-lhes a verdade de Jesus Cristo.
Ainda que o mundo resolva fazer discriminação contra as pessoas que não valorizam os comportamentos moralmente destrutivos, o amor de Jesus nos incentiva a continuar ajudando as pessoas a sair de seus caminhos errados e a entrar nos caminhos certos. Se é o amor de Jesus que nos guia, não precisamos nos preocupar se a sociedade desaprova e critica o que estamos fazendo por amor à verdade e às pessoas. Deus diz: “O mundo passa, com tudo aquilo que as pessoas desejam, porém quem faz a vontade de Deus vive para sempre”. (1 João 2.17 BLH)
Entretanto, se passarmos a aceitar o tipo de tolerância ao pecado que os ativistas favoráveis ao homossexualismo pregam, a sociedade acabará mais cedo ou mais tarde sendo intolerante para com o que a Bíblia prega e intolerante para com os que vivem de acordo com essa pregação, pois há uma campanha enorme para converter nossa maneira de pensar e agir.
O Dr. Gerard van den Aardweg explica:
É óbvio que a vasta maioria das pessoas ainda pensa que o homossexualismo (que é a atração sexual por membros do mesmo sexo, juntamente com uma redução substancial dos interesses heterossexuais) é anormal. Uso a palavra “ainda” pois isso é fato, apesar do prolongado bombardeio de propaganda que quer normalizar o homossexualismo. Essa propaganda está vindo de grande parte do mundo acadêmico, os políticos e os ignorantes ideólogos sociais e políticos que governam os meios de comunicação, ideólogos que são submissos a tudo o que mais está na moda no momento. Embora a elite social de nossa época tenha perdido o bom senso, a grande maioria das pessoas não. Talvez o povo terá de ser forçado a aceitar as medidas sociais vindas da ideologia de “direitos iguais” dos ativistas que lutam pela emancipação do homossexualismo… Para as muitas pessoas que perguntam como é possível que indivíduos “estudados” consigam acreditar que o homossexualismo é normal, talvez a melhor resposta seja o que o escritor George Orwell disse: há coisas “tão tolas que só os intelectuais conseguem crer”…[117]
Uma parte considerável da sociedade já está cedendo às muitas e variadas pressões do movimento homossexual. As revistas, os livros e a educação de hoje procuram combater a “homofobia” e encorajar os homossexuais a abraçar sua sexualidade. Conselheiros e psicólogos agora cooperam com escolas e empresas para dar aulas (muitas vezes obrigatórias) para ensinar as pessoas a ver o homossexualismo como normal. Um número cada vez maior de terapeutas está se juntando ao ativistas gays para proclamar que o homossexualismo é imutável. Embora os evangélicos preguem que Jesus tem o poder de perdoar, curar e transformar todos os tipos de pecadores, esses terapeutas dizem que no caso dos homossexuais essa mudança é um mito e uma forma cruel de impor valores espirituais na vida dos indivíduos que praticam a homossexualidade. Aliás, a classe psiquiátrica e psicológica tem demonstrado um interesse crescente em proibir oficialmente que seus profissionais utilizem a terapia reparativa em seus clientes homossexuais.[118]
Muitos especialistas de psicologia e psiquiatria usam a terapia reparativa para ajudar os homens e as mulheres oprimidos por sentimentos ou comportamentos homossexuais indesejados. Mas os ativistas gays querem inverter de tal forma o normal do anormal que eles estão realmente lutando para que esse tipo de terapia seja dirigido para as pessoas que não aceitam a sodomia. O livro O Movimento Homossexual diz: “Aos olhos do lobby homossexual, os heterossexuais que demonstram homofobia são emocionalmente doentes e precisam de tratamento”.[119] Homofobia é o termo que os ativistas gays inventaram para definir a aversão que as pessoas normais têm às práticas sexuais dos homossexuais.
Esses “especialistas” em psicologia declaram:
Os programas cristãos extremistas de conversão exercem uma influência enorme em muitas pessoas… Tais programas buscam separar o indivíduo de seus sentimentos ‘pecaminosos’ ou pelo menos tornar possível que ele busque levar um estilo de vida heterossexual ou celibato. Esses programas se baseiam teoricamente em interpretações bíblicas que condenam a conduta homossexual. Seus métodos de tratamentos, que se apóiam na oração, não são muitas vezes especificados e seus resultados são geralmente limitados a testemunhos pessoais. Apesar de tudo, esses programas deveriam ser examinados, por causa do tremendo impacto psicológico que têm nos muitos gays e lésbicas infelizes que buscam seus serviços e por causa da disposição de alguns psicólogos de encaminhá-los a esses programas. Por último, muitos programas desse tipo estão ligados a importantes problemas éticos. Os gays que têm inclinação religiosa têm menos auto-estima, vêem o homossexualismo como pecado, sentem mais preocupação com a reação negativa dos outros e sentem mais depressão em geral. (Weinberg & Williams, 1974) Esses indivíduos são alvos vulneráveis para ministérios de “ex-gays”…[120]
“Sugerir que alguém vem voluntariamente para mudar sua orientação sexual é ignorar as fortes pressões (ou até mesmo opressões) ao redor… O que leva um [homossexual] ao aconselhamento de psicólogos é a culpa, a vergonha e a solidão que ele sente com o segredo que tem. Se desejamos realmente ajudá-lo a escolher com liberdade, sugiro que primeiro lhe amorteçamos os sentimentos para que ele não sinta sua culpa, para que se dissolva seu sentimento de vergonha por seu desejos e ações e para que ele se sinta bem com sua sexualidade. Depois disso, e só depois, deixe que ele escolha.[121]
A Necessidade de Agir Agora!
Se permitirmos que os ativistas gays influenciem totalmente os meios de comunicação e o sistema educacional com suas idéias incorretas de tolerância, as leis acabarão favorecendo de tal maneira o homossexualismo que no futuro a oposição dos cristãos à sodomia e à pederastia poderá ser tratada como crime de homofobia. A tentativa de ajudar um amigo, um parente ou um adolescente a se libertar das práticas homossexuais poderá ser considerada como violação dos direitos humanos. E a tentativa de afastar uma criança de indivíduos que gostam de se relacionar sexualmente com menores poderá ser vista como uma forma de abuso contra as crianças!
Esse é o futuro que enfrentamos, a menos que decidamos agora fazer uma oposição unida e forte contra o movimento homossexual e contra todos os pedófilos mascarados de defensores dos direitos das crianças. Michael Swift, um ativista gay, espera que um dia a sociedade seja dominada pelo homossexualismo. Ele declarou:
Nós sodomizaremos seus filhos…
Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão revogadas…
Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas…[122]
Que essas palavras nos ajudem a lembrar que uma das principais metas do movimento homossexual é abolir todas as leis de idade de consentimento sexual, impedir as igrejas cristãs de pregarem a verdade bíblica sobre a homossexualidade e dar para a sociedade um futuro onde os pedófilos serão reconhecidos como “profetas” de uma nova revolução sexual.[123]
Em vez de abraçar uma sexualidade saudável que protege, valoriza e trata as crianças com carinho — como verdadeiros presentes de Deus[124] —, a sociedade atual não só está sendo cada vez mais tolerante com leis que favorecem a prática de matar bebês através do aborto, mas também tolerante com comportamentos sexuais que têm um elevado índice de envolvimento com a pedofilia. O Dr. Calvin J. Eichhorst, teólogo luterano americano, acha que “um dos fatores mais importantes na presente mudança de valores da sociedade é que o ato sexual está sendo totalmente separado da reprodução”.[125]
Embora seja o favor da contracepção, o Dr. Eichhorst faz a seguinte pergunta:
Mas, se o ato sexual perder seu propósito de procriar e em vez disso se tornar uma ameaça (por causa da chamada explosão demográfica), que será o seu propósito?[126]
Ele afirma então que, se a finalidade do ato sexual é o prazer…
…não há nenhum motivo forte por que deva ser mantido dentro do casamento, e nenhuma boa razão por que deva ser heterossexual. O contexto e o meio pelo qual se alcança o prazer deixa de ser importante. O fato é que o relacionamento homossexual pode ser visto como ideal, porque nunca apresenta o risco de produzir aquilo que traz para a humanidade a ameaça da explosão populacional: mais seres humanos. Nesse modo de pensar, pode-se evitar com eficácia o único mal que o ato sexual produz: o bebê.[127]
A diferença inescapável entre o sexo normal e a conduta sexual dos homossexuais é a capacidade natural de gerar nova vida. Embora seja plenamente aberto ao prazer sexual, o homossexualismo é um comportamento totalmente fechado para a transmissão natural da vida. Só um homem e uma mulher casados têm chamado para cumprir o primeiro e mais importante mandamento de Deus para a sexualidade humana.
O Rev. Larry Christenson, teólogo luterano americano e autor do famoso livro A Família Cristã (publicado pela Editora Betânia), explica:
…o prazer sexual é uma prioridade que Deus deu no casamento. A Bíblia incentiva o marido e a esposa a terem prazer sexual um no outro. Essa, porém, não é a primeira prioridade de Deus.
O primeiro mandamento que Deus deu depois que Ele criou o homem conforme Sua própria imagem foi:
Tenham muitos e muitos filhos; espalhem-se por toda a terra e a dominem. (Gênesis 1.28 BLH)
No final do Antigo Testamento o Senhor frisou a mesma prioridade:
…Deus sabe que você tem sido infiel à sua esposa, a mulher com quem se casou quando era moço. Ela era sua companheira, mas você quebrou a promessa que fez na presença de Deus de que seria fiel a ela. Não é verdade que Deus criou um único ser, feito de carne e de espírito? E o que é que Deus quer dele? Que tenha filhos que sejam dedicados a Deus. (Malaquias 2.14,15 BLH)
Certa vez, quando eu estava num avião de Los Angeles para Minneapolis, me encontrei por acaso com um dos meus professores favoritos do seminário. Passamos bons momentos conversando sobre diversos assuntos atuais. Mais de 25 anos depois, daquela conversa de três horas ficou gravada em minha memória algo que o Dr. Gerhard Frost declarou. Ele disse:
Um dos sinais mais perturbadores que vejo na sociedade de hoje é o fato de que as crianças não são mais vistas com carinho.
Da perspectiva de Deus, a primeira prioridade no casamento é gerar e criar filhos.
É claro que isso não significa que os casais que não têm capacidade de ter filhos desapontam a Deus ou não estão cumprindo Sua vontade. A Bíblia freqüentemente apresenta a vontade de Deus em sua aplicação à humanidade em geral ou ao povo de Deus visto como um todo. Dentro dessa estrutura, Ele lida conosco em nossas circunstâncias individuais. A questão mais importante é que quando Deus olha para a humanidade como um todo, ou mesmo quando Ele olha de modo mais especial para a igreja como um todo, as crianças ainda estão no primeiro lugar em Sua lista de prioridades para a sexualidade humana no casamento.
As horrendas estatísticas de aborto e a crescente evidência de negligência para com as crianças e abuso contra meninos e meninas revelam os valores distorcidos de nossa sociedade.
As normas sociais agora pregam que não devemos deixar que nada fique no caminho do nosso direito de viver a vida do jeito que queremos. Se ter filhos não se encaixa em nossos planos, temos o direito de escolher o que fazer. Cabe a nós decidir se o bebê em gestação viverá ou morrerá. Se criar filhos interfere com nossa vida, podemos encarregar outros de cuidarem deles. Quem faz isso não dá importância à esmagadora maioria de evidências que mostram que as crianças criadas no próprio lar se desenvolvem muito melhor em todos os aspectos.
Não dá para estranhar o que disse um sociólogo da Universidade de Chicago: “Nós seres humanos somos a primeira espécie no planeta que está demonstrando ser incapaz de criar a próxima geração”. Animais sem inteligência mostram que compreendem melhor a vontade do Criador do que algumas pessoas de hoje. Impulsionados por seus instintos simples, os animais mostram uma disposição dada por Deus de se sacrificar por seus filhotes.
O que será de um povo que não tem mais disposição de se sacrificar pela próxima geração?
Em resumo, as prioridades de Deus para a sexualidade humana são:
• Ter e criar filhos no ambiente de um lar que honre a Deus;
• Marido e esposa tendo um compromisso exclusivo um com o outro e tendo prazer sexual um com o outro.
A ordem e exatidão dessas prioridades não têm origem na mera sabedoria humana. Essas prioridades fazem parte do mistério determinado por Deus que envolve a sexualidade humana.[128]
Contudo, sabendo que não têm condições de vencer a realidade do sexo normal, os ativistas gays tentam argumentar que um relacionamento tão importante como o casamento tem como características fundamentais o amor, a atração sexual e a amizade. Embora essas características sejam importantes e devam fazer parte do casamento, a natureza deu à união sexual normal uma qualidade que a torna diferente de todos os outros relacionamentos humanos, inclusive as melhores amizades: a capacidade natural de gerar nova vida.
Se não fosse por essa capacidade, o casamento poderia ser qualquer tipo de união e amizade entre as pessoas, do mesmo sexo ou não, exatamente conforme quer o movimento homossexual com suas campanhas para redefinir o casamento.
A tendência atual é valorizar somente o prazer sexual. Esse tipo de valorização pode trazer a perda da visão correta do que é um casamento normal e saudável. A esperança dos ativistas gays é que, perdendo essa visão, a sociedade passe a valorizar o casamento somente na base do “amor, atração sexual e amizade”. Assim, a sociedade passaria a ver a capacidade natural de gerar nova vida não como uma das características fundamentais do relacionamento conjugal, mas apenas como mais uma “opção” entre muitas outras que os casais podem escolher ou não.
Martinho Lutero (1483-1546), que foi poderosamente usado por Deus para iniciar a Reforma protestante, via o casamento como um meio indispensável para a transmissão natural da vida. Sem esse meio, não haveria geração após geração de seres humanos. Para Lutero, sem esse meio, não haveria um verdadeiro casamento e família. Ele repreendeu fortemente alguns casais normais de sua época por tentarem evitar o chamado natural do casamento, chamado que nenhum “casal” gay poderia ter, mesmo que quisesse. Lutero declarou:
…o propósito principal do casamento não é ter prazer e ficar sem fazer nada, mas gerar e criar filhos e sustentar um lar.[129]
Hoje vemos muitas pessoas que não querem ter filhos… Mas esses fatos servem para frisar o pecado original. Se não fosse o pecado original, nós ficaríamos maravilhados com a capacidade humana de gerar nova vida, vendo-a como a maior obra de Deus e respeitando-a como um presente espetacular.[130]
…a capacidade natural de gerar nova vida era considerada uma bênção extraordinária, conforme se pode ver em Deuteronômio 28.4, onde Moisés coloca essa capacidade entre as bênçãos. “Não haverá entre vocês nenhuma mulher fisicamente incapaz de gerar nova vida”, diz ele. Hoje nós já não damos tanta importância para isso. Desejamos que os bois e as vacas se multipliquem, porém poucas pessoas vêem como bênção a capacidade natural que a mulher tem de gerar nova vida. Aliás, há muita gente que tem aversão a essa capacidade e vê a incapacidade física de gerar nova vida como uma bênção especial. Não há dúvida que isso é contrário à natureza, e não tem nada de puro e santo, pois foi Deus quem implantou no homem o desejo de se multiplicar. Por isso, é desumano e contrário à vontade de Deus sentir aversão a bebês. Recentemente, um homem chamou sua esposa de porca porque ela teve vários filhos. Sujeito imprestável e imundo! Os santos servos de Deus do passado jamais pensaram dessa forma, de jeito algum. Eles reconheciam como bênção especial de Deus uma esposa que gera várias vidas e, por outro lado, consideravam a incapacidade física de gerar nova vida como maldição. E essa maneira de ver vem da Palavra de Deus em Gênesis 1.28, onde Deus disse: “Tenham muitos e muitos filhos” [BLH]. Quando liam essa passagem eles entendiam que os filhos são um presente de Deus.[131]
Embora seja bem fácil casar com uma mulher, é muito difícil sustentá-la juntamente com os filhos e a família. Portanto, ninguém repara na fé que Jacó tinha. Aliás, muitos detestam a capacidade natural que uma esposa tem de gerar nova vida, só por causa dos filhos que devem ser sustentados e criados. E em geral é isto o que eles dizem: “Por que devo me casar quando sou apenas um mendigo, sem um centavo no bolso? Acho melhor carregar sozinho o peso da minha pobreza do que me sobrecarregar com mais miséria”. Mas eles injustamente colocam a culpa no casamento e na capacidade natural de gerar nova vida. A verdade é que quando duvidamos da bondade de Deus, estamos acusando nossa própria incredulidade. E quando damos pouca importância às bênçãos de Deus, trazemos sobre nós mesmos maior miséria. Não tenho a menor dúvida de que só seremos sustentados quando confiarmos na graça e nas promessas de Deus. O motivo por que nunca prosperamos é porque não esperamos no Senhor.[132]
Para Lutero, casamento tem tudo a ver com filhos. Ele entendeu corretamente que a Palavra de Deus ensina que a capacidade natural de gerar nova vida é uma parte indispensável e prioritária da sexualidade saudável, principalmente no caso dos casais fiéis que amam e obedecem a Deus. Aliás, a própria natureza mostra que a capacidade de gerar nova vida é uma parte normal e natural do sexo normal. No entanto, a homossexualidade não tem nenhum chamado nem apoio da natureza para a formação de um lar com filhos. A união homossexual jamais consegue gerar filhos. O sexo homossexual só alcança um prazer passageiro, e nada mais. Isso viola completamente o projeto de Deus para o sexo e o casamento. Conhecendo bem o que a Palavra de Deus ensina, Lutero deu a seguinte opinião com relação às práticas homossexuais:
O vício dos sodomitas é uma barbaridade sem paralelo… Os desejos homossexuais são totalmente contrários à natureza. De onde vem essa perversão? Sem dúvida vem do diabo.[133]
Entretanto, o movimento homossexual acha que a lei anti-sodomia de Levítico 20.13 não tem validade nem sentido pelo simples fato de que as mulheres homossexuais são poupadas e só os homens homossexuais são condenados à morte.[134] O versículo diz:
Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte. (Levítico 20.13 BLH)
O Dr. Charles Provan, médico e escritor luterano americano, comenta:
O leitor notará que não há nenhum versículo bíblico mandando executar as mulheres homossexuais. O motivo disso é que no Antigo Testamento não há castigos prescritos para as atividades lésbicas. É claro que isso não significa que não haja nada de errado com o lesbianismo diante de Deus — apenas quer dizer que não há castigos civis. (Casos semelhantes seriam a cobiça e a lascívia, as quais Deus proíbe, mas não são punidas com castigos civis.) Portanto, vemos que os homens homossexuais devem ser executados, mas as mulheres homossexuais são poupadas.
Alguns poderiam explicar isso dizendo que Deus é mais bondoso com as mulheres. Nossa resposta é que no Antigo Testamento Deus não tem nada contra a execução de mulheres criminosas, como bem dá para ver no fato de que Deus decretou a pena de morte para: mulheres assassinas (Gênesis 9.6), feiticeiras (Levítico 20.27), mulheres idólatras (Deuteronômio 13.6-9), mulheres culpadas de ter relações sexuais com animais (Levítico 20.16), adúlteras (Levítico 20.10), etc. Aliás, não conhecemos nenhum pecado pelo qual Deus condena à morte os homens culpados, mas poupa as mulheres, exceto no caso da atividade homossexual.
A Palavra de Deus cometeu um erro? A Bíblia é incoerente? É claro que a resposta é não. O Novo Testamento declara que os castigos de morte do Antigo Testamento são justos diante de Deus. Hebreus 2.2 diz que na Lei de Moisés: “…toda transgressão e desobediência recebeu uma recompensa justa…” A Bíblia prescreve morte para os homens homossexuais e vida para as mulheres porque os homens desperdiçam o sêmen. Isso mostra que o desperdício [deliberado] de sêmen é algo horrendo aos olhos de Deus.[135]
O livro O Movimento Homossexual explica:
Do ponto de vista do protestantismo histórico, a opinião do Dr. Provan está em plena harmonia com o melhor das tradições da Reforma. Todos os teólogos protestantes mais importantes do passado afirmaram categoricamente, com base em Gênesis 38.9,10, que toda relação sexual em que a capacidade natural de gerar nova vida é deliberadamente desperdiçada ou rejeitada em favor do prazer (como a masturbação, a relação anal e oral, o coito interrompido, etc.) perverte o ato sexual originalmente planejado por Deus.
Lutero também mantinha essa posição. Para ele, o pecado dos homossexuais é comparado ao de Onã. E João Calvino, um dos maiores teólogos que a cristandade já conheceu, não só condenou o homossexualismo, mas também declarou que “o desperdício do sêmen… é algo monstruoso”. Tanto Lutero quanto Calvino acreditavam ser o sêmen a semente da vida e, conforme seu posicionamento, o pecado de Onã e os atos sexuais dos homossexuais masculinos têm um elemento em comum: o desperdício intencional dessa semente.[136]
Então a imensa diferença entre a homossexualidade e a sexualidade normal é que a capacidade natural de gerar nova vida jamais faz parte da atividade homossexual! Não foi para isso que Deus criou o sexo.
O Family Research Council, em sua publicação The Bible and Homosexuality (A Bíblia e a Homossexualidade), diz:
…não é necessário que tenhamos confirmações explícitas de Jesus condenando o homossexualismo para que possamos entender bem a questão, pois Ele lidou com toda a sexualidade de uma forma mais ampla. Em vez de nos dizer para o que a sexualidade não foi criada, Ele ensinou o motivo para o qual a sexualidade da humanidade foi criada. Ao fazer isso, Ele considerou o plano original criado e a primeira união sexual no Jardim do Éden, onde Deus ordenou a instituição do casamento:
Mas no começo, quando foram criadas todas as coisas, foi dito: “Deus os fez homem e mulher. Por isso o homem deixa o seu pai e a sua mãe [para se unir à sua mulher], e os dois se tornam uma só pessoa”. Assim, não são duas pessoas, mas uma só. Portanto, que ninguém separe o que Deus uniu. (Marcos 10.6-9 BLH)
Com essas palavras, Jesus confirmou o ensino de Gênesis 1.27 e 2.24, onde Deus declarou claramente os princípios fundamentais da sexualidade humana: “homem e mulher unidos como uma só carne”. Portanto, todos os relacionamentos sexuais humanos foram estabelecidos para serem uniões heterossexuais, entre só um homem e uma só mulher, para durar a vida inteira… O ensino de Jesus sobre o padrão sexual de Gênesis encontra-se também em dois Evangelhos. Paulo, escrevendo às igrejas de Corinto e Éfeso, compara a união de um homem e uma mulher à santa união de Cristo com Sua Igreja.
Além do ensino do Novo Testamento, a natureza também confirma a ética sexual de Gênesis 1 e 2. John F. Harvey, O.S.F.S., escreve: “O sexo, por sua própria natureza, dá vida”. A atividade sexual, diz ele, “…une duas pessoas por um tipo especial de amor… Esse amor tem qualidade exclusiva e permanente, precisamente porque tem ligação com a finalidade transmissora de vida que faz parte da atividade sexual”. Contudo, “…não é possível expressar esse tipo de amor na atividade homossexual”. Em resumo, a atividade homossexual não é uma expressão adequada nem realizadora da sexualidade, pois falta-lhe a verdadeira união física completa e o elemento transmissor de vida da procriação.
O modelo de conduta sexual humana que Deus determinou é claro: a união exclusiva e permanente de um só homem e uma só mulher. Qualquer coisa que se afaste dessa ordem original que Deus criou não cumpre a vontade de Deus para a sexualidade humana, inclusive a conduta homossexual, o estupro, o incesto, a pedofilia, o sexo antes do casamento, o adultério, o sexo com animais, a pornografia e qualquer outra forma de expressão sexual fora dos limites do padrão bíblico. Em outras palavras, conforme diz o teólogo P. Michael Ukleja: “Todos os pecados sexuais mostram que a sociedade não conseguiu seguir o que Deus quer”. Jesus não salientou todos os erros sexuais que há. O que Ele fez foi frisar o modo certo de cumprir a vontade de Deus para a sexualidade.[137]
A sexualidade tem tudo a ver com prazer e… vida. Aliás, a sexualidade bíblica normal vê como bênção a capacidade natural de gerar nova vida que Deus lhe deu.[138] O que a realidade do comportamento sexual humano mostra é bem clara: A sexualidade que é dirigida pelo propósito de Deus abraça sua função natural de gerar, criar, proteger e valorizar as crianças. Contudo, quando não segue esse propósito, inevitavelmente a sexualidade é levada a comportamentos que só buscam o prazer e acabam tolerando o aborto, a pedofilia, a negligência para com as crianças, etc. Vale a pena repetir aqui o que o Dr. Sigmund Freud disse com muita sabedoria:
…uma característica comum a todas as perversões é que nelas se coloca de lado a reprodução. Este é realmente o critério pelo qual julgamos se uma atividade sexual é pervertida — quando ela não tem em vista a reprodução e vai atrás da obtenção de prazer independente.[139]
Separar deliberadamente a sexualidade de sua função de transmissão natural da vida é abrir a porta para a normalização de estilos de vida sexual que valorizam só o prazer. O livro O Movimento Homossexual diz:
O moderno ativismo a favor de direitos gays teve origem na revolução sexual dos anos 60, nos Estados Unidos. Desde então, com os tabus abolidos, as leis que proibiam a sodomia foram sendo quebradas. Toda essa mudança de comportamento, somada aos avanços tecnológicos na área da contracepção e do aborto, criou uma nova ordem social, a qual exalta o prazer sexual e o separa da transmissão da vida. Essa nova maneira de ver a sexualidade humana era tudo o que o movimento homossexual precisava para se lançar contra as leis anti-sodomia. Na sodomia, o alvo supremo é sempre a busca de prazer através do sexo.[140]
Com ou sem mudanças sociais, a Palavra de Deus mostra que o homossexualismo é uma conduta sempre longe do ideal sexual saudável, normal e bom. Ainda que não houvesse nenhum versículo na Bíblia desaprovando diretamente os atos sexuais dos homossexuais, mesmo assim seria uma conduta fora do plano de Deus, pois a relação homossexual é incapaz de cumprir o propósito de união conjugal normal e transmissão natural da vida que o homem e a mulher conseguem realizar por chamado direto de Deus. A ex-feminista Mary Pride afirma:
Deus deu Eva para Adão para que ela fosse a sua ajudante. Por que? Porque Adão havia sido designado para um projeto. Deus lhes disse que “fossem férteis e se multiplicassem; enchessem a terra e a dominassem”. Sem Eva, Adão não teria condições de ser fértil e se multiplicar. Sozinho, ele também não podia encher a terra. Eva era necessária para o casal dar fruto. O motivo bíblico para a existência do casamento é produzir fruto para Deus. Casamento é produzir filhos e tornar a terra frutífera para Deus.[141]
É bem fácil ver que Deus criou a sexualidade para a formação da família. Família, no plano de Deus, é basicamente um homem e uma mulher casados gerando e criando filhos num ambiente que honre a Deus. A própria natureza foi abençoada por Deus para levar o homem e a mulher à formação da família. Isso é natural para eles. Quando um homem e uma mulher vivem casados, eles têm o potencial de multiplicar-se naturalmente. Esse potencial jamais existe nos chamados casais homossexuais, que são proibidos pela própria natureza de se multiplicar.
Conclusão: Deus Tem o Melhor para a Sexualidade
Citando então Romanos 1.26-27 e 1 Coríntios 6.9-10, o Rev. Larry Christenson diz:
Os avisos da Bíblia [contra o homossexualismo] têm um propósito simples: Proteger a sexualidade humana — proteger o homem e a mulher criados conforme a imagem de Deus — contra os danos que as condutas ignorantes e teimosas causam.
Em toda a sua história, a igreja cristã sempre entendeu e ensinou que a atividade sexual só é certa entre um homem e uma mulher casados. Esse é o claro sentido do ensino sexual da Bíblia. A Bíblia e a história da doutrina cristã desconhecem completamente a noção moderna de que alguém já nasce com uma “orientação homossexual” e que por isso devemos aceitar e celebrar essa orientação como uma expressão legítima da sexualidade. Hoje, alguns indivíduos estão se levantando dentro de algumas igrejas para defender a aceitação da atividade sexual física entre pessoas do mesmo sexo e entre pessoas que não são casadas…
Vozes estridentes estão reivindicando novas normas sexuais. Esses indivíduos dizem: “O que a Bíblia chama de pecado não mais deve ser chamado de pecado”.
Não podemos deixar isso abalar nosso compromisso de respeitar a Deus, pois sabemos que foi Sua sabedoria que criou e determinou a sexualidade humana do jeito que Ele a fez. Sabemos que Ele tem o melhor para nossa sexualidade. É como se Ele estivesse nos dizendo:
Criei vocês conforme Minha Imagem, como homens e mulheres. Vocês foram criados como coroas de tudo o que criei e como a expressão do meu amor. O que Eu revelei para vocês em Minha Palavra também é a expressão do Meu amor.
Se falharam em algum aspecto da sexualidade, olhem para o Meu Filho. O Sangue dEle cobre todos os pecados e limpa da culpa e vergonha.
Dependam do Espírito Santo. Para se protegerem do pecado, confiem no poder do Espírito. Deixem Minha Imagem brilhar através de vocês, do jeito que planejei quando criei vocês como… HOMEM… e MULHER.[142]
Copyright 2003 Julio Severo. Proibida a reprodução deste livro sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail: juliosevero@hotmail.com
[2]Drª Judith Reisman, Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990), p. 212.
[3]QUESTIONS I’M ASKED MOST ABOUT HOMOSEXUALITY, An Interview with Sinclair Rogers (Choices: Singapura, 1993), p. 4.
[4] ‘Sexologist’ Alfred Kinsey, quoted in Wardell B. Pomeroy. Dr. Kinsey and the Institute for Sex Research. New York: Harper & Row, 1972, pages 247 and 273.
[5]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[6]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), pp. 78,79.
[7]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[8]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 170,171.
[9] Bruce Voeller. “Some Uses and Abuses of the Kinsey Scale.” . The Kinsey Institute Series, June Machover Reinisch (general editor), Oxford University Press, 1990, pages 35 and 36.
[10] J. Gordon Muir, Homosexuals and the 10% Fallacy, The Wall Street Journal, 31 de março de 1993.
[11]Veja os livros Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) e Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998).
[12]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 234.
[13]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 313.
[14]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 221.
[15]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 222.
[16]Dr. Judith Reisman, “Soft Porn” Plays Hardball (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1991), p. 38.
[17]Drª Judith Reisman, Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990), p. 4
[18]Dr. Judith Reisman, “Soft Porn” Plays Hardball (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1991), p. 151,152.
[19]Adaptado de: Pornography’s Victims, Excerpts from Official Transcript of Proceedings of the United States Department of Justice . Editado por Phyllis Schlafly (Crossway Books: Westchester-EUA, 1987), pp. 182-187.
[20]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 66.
[21] Wardell Pomeroy, Dr. Kinsey and the Institute for Sex Research, Harper & Row, 1972.
[22]The Lancet (volume 337: 2 de março de 1991; 547), conforme citado em Kinsey: Crimes & Consequences .
[23]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 167.
[24] Gershon Legman. The Horn Book: Studies in Erotic Folklore and Bibliography. New Hyde Park, New York: University Books, 1964 [Legman was the original compiler for Alfred Kinsey's pornography collection].
[25]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 245.
[26]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 236.
[27]Idem, p. 245.
[28]Conforme o artigo intitulado “Conselho Federal de Psicologia condena tratamentos para ‘cura’ de gays e lésbicas”, publicado no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, de 23 de março de 1999.
[29]Adaptado de: Thomas E. Schmidt, Straight & Narrow (InterVarsity Press: Downers Grove-EUA, 1995), pp. 114,115.
[30]Dr. Paul Cameron, Child Molestation and Homosexuality (Family Research Institute, Inc.: Washington, D.C., 1993).
[31]Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), pp. 2,3,9.
[32]Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), p. 8.
[33]Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), pp. 12-14.
[34]Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), p. 4.
[35] Marshall Kirk and Hunter Madsen, After the Ball: How America Will Conquer Its Fear & Hatred of Gays in the 90′s (New York: Plume Books, 1989), p. 146.
[36] National Committee for Gay Civil Rights. 1984 Draft III internal review copy entitled “This is Our Creed”
[37] The official philosophy and goals of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA), from “Introducing the North American Man-Boy Love Association.” Undated basic promotional brochure of NAMBLA National Headquarters in New York City. Reproduced in Father Enrique T. Rueda’s The Homosexual Network: Private Lives & Public Policy. 1982: Old Greenwich, Connecticut; Devin Adair Publishers, page 177.
[38] Social action agenda of NAMBLA’S “Task Force on Child-Adult Relations,” as described in Richard C. Bishop. “A Proposal for Pedophile Groups.” NAMBLA Journal, New York, New York, July 1, 1979, page 5. Reproduced in Father Enrique T. Rueda’s The Homosexual Network: Private Lives & Public Policy. 1982: Old Greenwich, Connecticut; Devin Adair Publishers, pages 214 and 215.
[39] Unnamed author in “Point of View: No Place for Homo-Homophobia.” San Francisco [homosexual newspaper], March 26, 1992.
[40] Robert O. Hawkins. “The Uppsala Connection: The Development of Principles Basic to Education for Sexuality.” SIECUS [Sexuality Information and Education Council of the United States] , January 1980.
[41] Behavior Today, December 5, 1988, page 5.
[42] Larry Kramer, writer and founder of the AIDS Coalition to Unleash Power (ACT-UP), in Reports from the Holocaust, New York: St. Martin’s Press, 1991. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998.
[43] Pat Califia, lesbian author and activist, The Advocate [‘mainstream’ homosexual magazine], October, 1980. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[44] Convicted pedophile and NAMBLA [North American Man-Boy Love Association] member David Thorstad, quoted in Joseph Sobran. “The Moderate Radical.” Human Life Review, Summer 1983, pages 59 and 60.
[45] John Preston, quoted in The Big Gay Book: A Man’s Survival Guide for the ’90s (New York: Plume, 1991). This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[46] John Money, Ph.D., retired professor of medical psychology and pediatrics at Johns Hopkins University and Hospital. Quoted in “Interview: John Money.” Paidika: The Journal of Paedophilia, The Netherlands, 2(7), [Spring 1991] pages 5 to 9. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[47] Editorial in Guide Magazine, May 1991, page 6.
[48] Dr. Preben Hertoft, Copenhagen ‘sexologist.’ “Introduction: Paedophiles Don’t Hurt Children.” Crime Without Victims (Amsterdam: Global Academic Publishers, 1993). This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[49] Marshall K. Kirk and Erastes Pill. “The Overhauling of Straight America.” Guide Magazine, October and November 1987.
[50] Homosexual actor Douglas Lambert, who died of AIDS in December 1986, quoted in the Toronto Daily Sun of March 1, 1987. Also quoted in a letter to Fidelity Magazine by James H. Cotter of Barrie, Ontario, April 1987, page 9.
[51] A. Damien Martin of the Institute for the Protection of Lesbian and Gay Youth, quoted in Warren Bird. “New York Tax Dollars Fund a High School for Homosexuals.” Christianity Today, August 9, 1985, page 37.
[52] Submission to the British House of Commons by the homosexual group OutRage, led by Peter Tatchell, in support of lowering the age of consent for sex. Cited in “Britain Panders to Homosexual Pedophiles.” LifeSite Daily News at http://www.lifesite.net, February 11, 2000; and Philip Johnston, Home Affairs Editor. “Gay Groups Seek to Legalise Sex in Public Lavatories.” Daily Telegraph, February 11, 2000.
[53] Troy Perry, fundador da Igreja da Sodomia (posteriormente a Igreja da Comunidade Metropolitana), em seu livro The Lord Is My Shepherd and He Knows I’m Gay. Citado in David A. Noebel. The Homosexual Revolution. Tulsa: American Christian College Press. 1977, págs 126, 129, e 130.
[54]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[55]Dr. Gerard van den Aardweg, The Battle for Normality (Ignatius Press: San Francisco-EUA, 1997), pp. 33,34.
[56]Dr. Paul Cameron, What Causes Homosexual Desire (Family Research Institute, Inc.: Washington, D.C., 1992).
[57]Dr. Paul Cameron, What Causes Homosexual Desire (Family Research Institute, Inc.: Washington, D.C., 1992).
[58] Parâmetros Curriculares Nacionais (Pluralidade Cultural e Orientação Sexual), Vol. 10, Ministério da Educação, Brasília, 1997. Atenção: Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série, p. 145.
[59] Idem, p. 145.
[60] Idem, p. 144
[61] Idem, p. 152
[62] Idem, p. 126
[63] Relatório Geral sobre a Mulher na Sociedade Brasileira, República Federativa do Brasil, Brasília, 1994, p. 50.
[64] Idem.
[65] Jornal Fêmea, publicado pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria de Brasília, janeiro de 2000, p. 5.
[66] Idem, p. 8.
[67] Dale O’Leary, The Gender Agenda (Lafayette-EUA: Vital Issues Press, 1997), pp. 130.
[68]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 86.
[69]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 86.
[70]Mary Pride, The Way Home (Crossway Books: Westchester-EUA, 1985), pp. 27,28.
[71]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[72]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[73]Jefferson Magno Costa, Porque Deus Condena o Espiritismo (CPAD: Rio de Janeiro, 1987), p. 81.
[74]Jefferson Magno Costa, Porque Deus Condena o Espiritismo (CPAD: Rio de Janeiro, 1987), pp. 66-68.
[75]Jefferson Magno Costa, Porque Deus Condena o Espiritismo (CPAD: Rio de Janeiro, 1987), p. 73..
[76]Cf. Dr. Paul Cameron, The Gay 90s (Adroit Press: Franklin-EUA, 1993), p. 46.
[77]Pat Pulling, The Devil’s Web (Huntington House, Inc.: Lafayette-EUA, 1989), p. 148.
[78]Pat Pulling, The Devil’s Web (Huntington House, Inc.: Lafayette-EUA, 1989), p. 54.
[79]Pat Pulling, The Devil’s Web (Huntington House, Inc.: Lafayette-EUA, 1989), p. 30,149.
[80]Bob Larson, Satanismo (Editora Vida: Deerfield-EUA, 1994), pp. 177,178.
[81]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 67.
[82]Cf. Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 270.
[83]Cf. Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 271,272.
[84] Citação no e-book Homosexuality in the Nazi Party, escrito por Kevin E. Abrams e Scott Lively. E-book disponível com o autor.
[85]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[86]Thomas E. Schmidt, Straight & Narrow? (InterVarsity Press: Downers Grove-EUA, 1995), p. 163.
[87]Adaptado de: Dr. Paul Cameron, The Psychology of Homosexuality (folheto publicado pelo Family Research Institute de Washington, DC, 1993).
[88]Adaptado de: Thomas E. Schmidt, Straight & Narrow? (InterVarsity Press: Downers Grove-EUA, 1995), pp. 116-122.
[89]Cf. Dr. Paul Cameron, The Gay 90s (Adroit Press: Franklin-EUA, 1993), p. 48.
[90]Cf. Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 244.
[91] An unnamed homosexual radio spokesperson, quoted in David A. Noebel, Wayne C. Lutton, and Paul Cameron. AIDS: Acquired Immune Deficiency Syndrome. Summit Ministries Research Center, Manitou Springs, Colorado, 80829. 1985, 149 pages, $3.95. Reviewed by Chilton Williamson, Jr. on page 58 of the April 11, 1986 issue of National Review. This is a review of the literature that has been written about AIDS, and an examination of the tactics used by homosexuals to take advantage of the plague to further their own goals.
[92]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[93]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[94]Thomas E. Schmidt, Straight & Narrow? (InterVarsity Press: Downers Grove-EUA, 1995), p. 89.
[95]Wesbster’s Ninth New Collegiate Dictionary.
[96]Thomas E. Schmidt, Straight & Narrow? (InterVarsity Press: Downers Grove-EUA, 1995), pp. 89,97.
[97]Versão bíblica God’s Word. Copyright 1995 by God’s Word to the Nations Bible Society.
[98]Thomas E. Schmidt, Straight & Narrow? (InterVarsity Press: Downers Grove-EUA, 1995), p. 65.
[99]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[100]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 58.
[101]Cf. Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), pp. 60,61.
[102]Cf. Dr. Paul Cameron, The Psychology of Homosexuality (folheto publicado pelo Family Research Institute de Washington, DC, 1993).
[103]Cf. Dr. Paul Cameron, The Gay 90s (Adroit Press: Franklin-EUA, 1993), p. 44.
[104]Cf. Dr. Paul Cameron, The Gay 90s (Adroit Press: Franklin-EUA, 1993), p. 44.
[105]Cf. Dr. Paul Cameron, The Gay 90s (Adroit Press: Franklin-EUA, 1993), pp. 44, 45.
[106]Cf. Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 66.
[107] Marshall Kirk and Hunter Madsen. After the Ball: How America Will Conquer Its Fear & Hatred of Gays in the 90′s. New York: Plume Books, 1989. This book is an expansion of the article by Marshall K. Kirk and Erastes Pill entitled “The Overhauling of Straight America,” published in the October and November 1987 issues of Guide Magazine.
[108] A seção Os Homossexuais têm Direitos? foi adaptada de mensagem do Pe. Carlos Lodi, de Anápolis.
[109] Father Kenneth Waibel, Richmond, Kentucky, during his seminar on gay and lesbian spirituality, fourth annual National Association of Catholic Diocesan Lesbian and Gay Ministries, September 4-7, 1997, Long Beach Sheraton Hotel. “Little Notes.” , October 1997, page 5.
[110] “An Open Letter to a Gay Christian” from “Father. Thomas.” “Scripture Supports Homosexuality.” in Magazine [homosexual publication], April 1989, page 4.
[111] Rand Schrader, an openly homosexual appointee to the Los Angeles Municipal Court, quoted in Betina Boxall. “Gay Rights Gain Political Forum Outside Closet.” The Oregonian, September 29, 1992, page A3.
[112]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[113]Carta de Chuck Donovan, de fevereiro de 2000, para Julio Severo. O Sr. Donovan é o diretor do Family Research Council de Washington, DC.
[114]Adaptado de: The Other Side of Tolerance, Victims of Homosexual Activism (documento publicado pelo Family Research Council de Washington, DC, 1998), p. 32.
[115]Carta de Chuck Donovan, de fevereiro de 2000, para Julio Severo. O Sr. Donovan é o diretor do Family Research Council de Washington, DC.
[116]Cf. Efésios 4.15.
[117]Dr. Gerard van den Aardweg, The Battle for Normality (Ignatius Press: San Francisco-EUA, 1997), pp. 21,22.
[118]Adaptado de: Thomas E. Schmidt, Straight & Narrow (InterVarsity Press: Downers Grove-EUA, 1995), p. 153.
[119]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 53.
[120] Haldeman, D. (1994) The practice and ethics of sexual orientation conversion therapies. Journal of Consulting and Clinical Psychology. 62: 221 -227.
[121] C. Silverstein. “Behavior Modification and the Gay Community.” Paper presented at the annual convention of the Association for Advancement of Behavior Therapy (AABT) in New York City, October 1972.
[122]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 54.
[123]Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), p. 19.
[124]Cf. Salmo 127.3 BLH.
[125]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 83
[126]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 83
[127]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 83
[128]Adaptado de: Larry Christenson, The Facts of Life 2, publicado no boletim International Lutheran Renewal (International Lutheran Renewal Center: Minneapolis-EUA, junho de 1992). Traduzido e usado com a permissão do autor.
[129]Charles Provan, The Bible and Birth Control (Zimmer Printing: Mononhahela-EUA, 1989), p. 34.
[130]Charles Provan, The Bible and Birth Control (Zimmer Printing: Mononhahela-EUA, 1989), p. 62.
[131]Obras de Lutero, volume 5, p. 325 (em inglês). Citado em: Charles Provan, The Bible and Birth Control (Zimmer Printing: Mononhahela-EUA, 1989), p. 5,6.
[132]Obras de Lutero, volume 5, p. 332 (em inglês). Citado em: Charles Provan, The Bible and Birth Control (Zimmer Printing: Mononhahela-EUA, 1989), p. 6.
[133]Citado em: Dr. Paul Cameron, Exposing the AIDS Scandal (Huntington House, Inc.: Lafayette-EUA, 1988), p. 159.
[134]O que Todo Cristão Deve Saber Sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.
[135]Adaptado de: Charles Provan, The Bible and Birth Control (Zimmer Printing: Mononhahela-EUA, 1989), p. 17,18.
[136]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 78.
[137]Ben Irwin, The Bible and Homosexuality, Confronting the Challenge to Scriptural Authority, (Family Research Council: Washington, DC, 1997), pp. 9,10.
[138]Cf. Salmo 127.3-5; 128.3. 1 Crônicas 25.5; Deuteronômio 28.4,11.
[139]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), pp. 78,79.
[140]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 18.
[141]Mary Pride, The Way Home (Crossway Books: Westchester-EUA, 1985), pp. 19,20.
[142]Adaptado de: Larry Christenson, The Facts of Life 2, publicado no boletim International Lutheran Renewal (International Lutheran Renewal Center: Minneapolis-EUA, junho de 1992). Traduzido e usado com a permissão do autor.
07.04.2010
Cultura, Saúde, TEMÁTICAS 2 Comentários
As sete fases da alimentação do povo de Deus através dos séculos !
1ª Fase
1 – Qual foi à alimentação dada por Deus à humanidade ?
Gênesis 1:29, 30.
V 29- E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
V 30 – E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi.
Deus deu a nossos primeiros pais o alimento que designara a raça comesse. Era contrário a Seu plano que qualquer criatura tivesse a sua vida tomada.
Não devia haver morte no Éden. O fruto das árvores do jardim era o alimento que as necessidades do homem requeriam.
Spiritual Gifts, vol. 4, pág. 120. (CRA 81)
Gênesis 2:9.
V 9 – E o SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
Gênesis 5:3
V 3 – E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete.
(Essa fase ocorreu dentro do jardim do édem, em um período de menos de 130 anos).
2ª Fase
2 – Após o pecado, Deus acresceu alguns alimentos a dieta humana. Permitiu Deus o consumo de carne ?
Gênesis 3:18
V 18 – Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
Ao deixar o Éden para ganhar a subsistência lavrando a terra sob a maldição do pecado, o homem recebeu também permissão para comer a “erva do campo”. (CRA 81).
(Essa fase ocorreu fora do jardim do édem, e durou até o dilúvio).
3ª Fase (Permissão temporária para uso da carne após o dilúvio, com restrições).
3 – Por que Deus permitiu que o homem comesse carne após o dilúvio ?
Gênesis 9:2-4
V 2- E o temor de vós e o pavor de vós virão sobre todo o animal da terra, e sobre toda a ave dos céus; tudo o que se move sobre a terra, e todos os peixes do mar, nas vossas mãos são entregues.
V 3- Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento; tudo vos tenho dado como a erva verde.
V 4- A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis.
O regime indicado ao homem no princípio, não compreendia alimento animal. Não foi senão depois do dilúvio, quando tudo quanto era verde na Terra havia sido destruído, que o homem recebeu permissão para comer carne. (CRA 374).
E permitiu Ele que aquela raça de gente longeva comesse alimento animal, a fim de abreviar sua vida pecaminosa. Logo após o dilúvio o gênero humano começou a decrescer rapidamente em tamanho, e na extensão dos anos.
Spiritual Gifts, vol. 4, págs. 121 e 122. (CRA 374).
4 – Quais foram às restrições impostas por Deus, ao autorizar o consumo de carne nesta fase ?
Levítico 19:26 (Sangue)
V 26-Não comereis coisa alguma com o sangue; não agourareis nem adivinhareis.
Deuteronômio 12:16
V 16 – Tão-somente o sangue não comereis; sobre a terra o derramareis como água.
Levítico 17:10, 12-14.
V 10-E qualquer homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam entre eles, que comer algum sangue, contra aquela alma porei a minha face, e a extirparei do seu povo.
V 12- Portanto tenho dito aos filhos de Israel: Nenhum dentre vós comerá sangue, nem o estrangeiro, que peregrine entre vós, comerá sangue.
V 13 – Também qualquer homem dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam entre eles, que caçar animal ou ave que se come, derramará o seu sangue, e o cobrirá com pó;
V 14- Porquanto a vida de toda a carne é o seu sangue; por isso tenho dito aos filhos de Israel: Não comereis o sangue de nenhuma carne, porque a vida de toda a carne é o seu sangue; qualquer que o comer será extirpado.
Levítico 3:17 (gordura)
V 17- Estatuto perpétuo é pelas vossas gerações, em todas as vossas habitações: nenhuma gordura nem sangue algum comereis.
Levítico 7:22-27
V 22- Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
V 23- Fala aos filhos de Israel, dizendo: Nenhuma gordura de boi, nem de carneiro, nem de cabra comereis;
V 24- Porém pode-se usar da gordura de corpo morto, e da gordura do dilacerado por feras, para toda a obra, mas de nenhuma maneira a comereis;
V 25- Porque qualquer que comer a gordura do animal, do qual se oferecer ao SENHOR oferta queimada, a pessoa que a comer será extirpada do seu povo.
V 26- E nenhum sangue comereis em qualquer das vossas habitações, quer de aves quer de gado.
V 27- Toda a pessoa que comer algum sangue, aquela pessoa será extirpada do seu povo.
(O animal deveria ser pendurado pelas patas e degolado, para que o sangue escorresse para a terra).
5 – Com base nesses textos. Podemos afirmar que comer carne com sangue é pecado?
1 Samuel 14:31-34
V 31- Feriram, porém, aquele dia aos filisteus, desde Micmás até Aijalom, e o povo desfaleceu em extremo.
V 32- Então o povo se lançou ao despojo, e tomaram ovelhas, e vacas, e bezerros, e os degolaram no chão; e o povo os comeu com sangue.
V 33- E o anunciaram a Saul, dizendo: Eis que o povo peca contra o SENHOR, comendo com sangue. E disse: Aleivosamente procedestes; trazei-me aqui já uma grande pedra.
V 34 – Disse mais Saul: Dispersai-vos entre o povo, e dizei-lhes: Trazei-me cada um o seu boi, e cada um a sua ovelha, e degolai-os aqui, e comei, e não pequeis contra o SENHOR, comendo com sangue. Então todo o povo trouxe de noite, cada um pela sua mão, o seu boi, e os degolaram ali.
6 – Atualmente da maneira que o gado é abatido, é permitido que seu sangue escorra ?
Atos 15:28,29 (carne sufocada)
V 28- Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias:
V 29- Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais fazeis bem se vos guardardes.
Bem vos vá.
(O peixe é exemplo de carne que é sufocada e seu sangue não é derramado).
Eclesiastes 9:12
V 12-Que também o homem não sabe o seu tempo; assim como os peixes que se pescam com a rede maligna…
(Essa fase começou no dilúvio, e se estende até a saída do povo de Israel de Egito).
4ª Fase
7 – Qual foi o alimento dado por Deus ao seu povo quando o tirou do Egito?
Êxodo 16:4
V 4- Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão do céu; e sairá o povo e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não.
Êxodo 16:31
V 31- A casa de Israel deu-lhe o nome de maná. Era como semente de coentro; era branco, e tinha o sabor de bolos de mel.
8 – Por que não lhes deu carne para comer ?
(CRA pág. 375)
Em geral, o Senhor não proveu carne a Seu povo no deserto, porque sabia que esse regime suscitaria doença e insubordinação. A fim de modificar a disposição e levar as mais altas faculdades do espírito a exercício ativo, deles tirou a carne de animais mortos. Deu-lhes o pão dos anjos, maná do céu. Manuscrito 38, 1898.
9 – Entretanto, por quê Deus mandou codornas ao povo ?
Números 11:1-6 (murmuração dos Israelitas)
V 1- Depois o povo tornou-se queixoso, falando o que era mau aos ouvidos do Senhor; e quando o Senhor o ouviu, acendeu-se a sua ira; o fogo do Senhor irrompeu entre eles, e devorou as extremidades do arraial.
V 2- Então o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao Senhor, e o fogo se apagou.
V 3- Pelo que se chamou aquele lugar Tabera, porquanto o fogo do Senhor se acendera entre eles.
V 4- Ora, o vulgo que estava no meio deles veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel também tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer?
V 5- Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça, e dos pepinos, dos melões, dos porros, das cebolas e dos alhos.
V 6- Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.
(O descontentamento continuou)
Foi unicamente devido a seu descontentamento e murmuração em torno das panelas de carne do Egito, que lhes foi concedido alimento cárneo, e isto apenas por pouco tempo. Seu uso trouxe doença e morte a milhares.
Todavia a restrição a um regime sem carne não foi nunca aceita de coração. Continuou a ser causa de descontentamento e murmuração, franca ou secreta, e não ficou permanente. (CRA pág. 375).
(Deus manda codornizes Note o que ocorreu ao povo que comeu essa carne).
Números 11:18, 31-34.
V 18- E dirás ao povo: Santificai-vos para amanhã, e comereis carne; porquanto chorastes aos ouvidos do Senhor, dizendo: Quem nos dará carne a comer? Pois bem nos ia no Egito. Pelo que o Senhor vos dará carne, e comereis.
v 31- Soprou, então, um vento da parte do Senhor e, do lado do mar, trouxe codornizes que deixou cair junto ao arraial quase caminho de um dia de um e de outro lado, à roda do arraial, a cerca de dois côvados da terra.
V 32 – Então o povo, levantando-se, colheu as codornizes por todo aquele dia e toda aquela noite, e por todo o dia seguinte; o que colheu menos colheu dez hômeres. E as estenderam para si ao redor do arraial.
V 33- Quando a carne ainda estava entre os seus dentes, antes que fosse mastigada, acendeu-se a ira do Senhor contra o povo, e feriu o Senhor ao povo com uma praga, mui grande.
V 34- Pelo que se chamou aquele lugar Quibrote-Hataavá, porquanto ali enterraram o povo que tivera o desejo.
(Essa fase durou 40 anos).
5ª Fase (separação entre animais limpos e imundos).
Levítico 11
V 1- Falou o Senhor a Moisés e a Arão, dizendo-lhes:
V 2- Dizei aos filhos de Israel: Estes são os animais que podereis comer dentre todos os animais que há sobre a terra:
V 3- dentre os animais, todo o que tem a unha fendida, de sorte que se divide em duas, o que rumina, esse podereis comer. …
10 – Por que Deus deu esta lei ?
Atos 7:39
V 39- ao qual os nossos pais não quiseram obedecer, antes o rejeitaram, e em seus corações voltaram ao Egito,
Oséias 8:13
V 13 – Amam o sacrifício; por isso, sacrificam, pois gostam de carne e a comem, mas o SENHOR não os aceita; agora, se lembrará da sua iniqüidade e lhes castigará o pecado: eles voltarão para o Egito.
(CRA 375) O resultado da desobediência.
Afastando-se do plano divinamente indicado para seu regime, sofreram os israelitas, grande prejuízo. Desejaram um regime cárneo, e colheram-lhe os resultados. Não atingiram ao divino ideal quanto ao seu caráter, nem cumpriram os desígnios de Deus. O Senhor “satisfez-lhes o desejo, mas fez definhar a sua alma”. Sal. 106:15.
(Essa fase começa após a ocupação de canaã, e estendese até 1844).
6ª Fase (Restauração)
Isaias 7:21, 22. (Um remanescente vegetariano predito).
V 21 – E sucederá naquele dia que um homem criará uma novilha e duas ovelhas.
V 22 – E acontecerá que por causa da abundância do leite que elas hão de dar, comerá manteiga; e manteiga e mel comerá todo aquele que restar no meio da terra.
CRA. 381
É para o bem deles próprios que o Senhor aconselha a igreja remanescente a rejeitar o uso de alimentos cárneos, chá, café e outros alimentos nocivos. Há quantidade de outras coisas de que nos podemos alimentar, as quais são benéficas e boas.
Isaias 22:12-14, 22.
V 12 – E o Senhor DEUS dos Exércitos chamou naquele dia para chorar e para prantear, e para raspar a cabeça, e cingir com o cilício.
V 13 – Porém eis aqui gozo e alegria, matam-se bois e degolam-se ovelhas, come-se carne, e bebe-se vinho, e diz-se: Comamos e bebamos, porque amanhã morreremos.
V 14 – Mas o SENHOR dos Exércitos revelou-se aos meus ouvidos, dizendo: Certamente esta maldade não vos será expiada até que morrais, diz o Senhor DEUS dos Exércitos.
V 22 – E porei a chave da casa de Davi sobre o seu ombro, e abrirá, e ninguém fechará; e fechará, e ninguém abrirá.
10 – Quando o profeta escreve naquele dia á que tempo se refere ?
Apocalipse 3:7, 8.
V 7 – E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:
V 8 – Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.
Apocalipse 11:19
V 19 – E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva.
Hebreus 9:4
V 4 – Que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança;
PE 42.
Esta porta não foi aberta até que a mediação de Jesus no lugar santo do santuário terminou em 1844. Então Jesus Se levantou e fechou a porta do lugar santo e abriu a porta que dá para o santíssimo, e passou para dentro do segundo véu, onde permanece agora junto da arca e onde agora chega a fé de Israel.
PE 32
Na arca estava a urna de ouro contendo o maná, a vara de Arão que florescera e as tábuas de pedra que se fechavam como um livro. Jesus abriu-as, e eu vi os Dez Mandamentos nelas escritos com o dedo de Deus. Numa das tábuas havia quatro mandamentos e na outra seis. Os quatros da primeira tábua eram mais brilhantes que os seis da outra.
11 – O que simboliza o maná? Por que ele esta na arca nesse período ?
CRA 96
Assim como Deus forneceu do Céu o maná para o sustento dos filhos de Israel, também dará ao Seu povo, em diferentes lugares, perícia e sabedoria para usarem os produtos desses países no preparo de alimentos que substituam a carne.
Apocalipse 3:14
V 14 – E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:
Atos 3:21
V 21 – O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio.
Mateus 17:11
v11 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas;
Hebreus 9:10
V 10 Consistindo somente em comidas, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne, impostas até ao tempo da correção.
Malaquías 4:5, 6
V 5 – Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR;
V 6 – E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.
12- Tempo da restauração de tudo, restaurará todas as coisas. O que deve ser restaurado?
(Fases da alimentação do profeta Elias)
1ª (Pão e carne) 1Reis 17:6
v 6 – E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã; como também pão e carne à noite; e bebia do ribeiro.
2ª (Pão e azeite) 1Reis 17:9, 11.
V 13 – E Elias lhe disse: Não temas; vai, faze conforme à tua palavra; porém faze dele primeiro para mim um bolo pequeno, e traze-mo aqui; depois farás para ti e para teu filho.
V 14 – Porque assim diz o SENHOR Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará até ao dia em que o SENHOR dê chuva sobre a terra.
3ª (Pão e água) 1Reis 19:6
v 6 – E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água; e comeu, e bebeu, e tornou a deitar-se.
(Relação entre a perseguição de Elias e do povo de Deus nos últimos dias, onde se cumprirá Isaias 33:16).
13 – Com base nos textos. Podemos afirmar que comer carne é pecado, nesse período ?
Êxodo 20:13
v13 Não matarás.
Isaias 66:3, 15-17.
V 3 – Quem mata um boi é como o que tira a vida a um homem; quem sacrifica um cordeiro é como o que degola um cão; quem oferece uma oblação é como o que oferece sangue de porco; quem queima incenso em memorial é como o que bendiz a um ídolo; também estes escolhem os seus próprios caminhos, e a sua alma se deleita nas suas abominações.
V 15 – Porque, eis que o SENHOR virá com fogo; e os seus carros como um torvelinho; para tornar a sua ira em furor, e a sua repreensão em chamas de fogo.
V 16 – Porque com fogo e com a sua espada entrará o SENHOR em juízo com toda a carne; e os mortos do SENHOR serão multiplicados.
V 17 – Os que se santificam, e se purificam, nos jardins uns após outros; os que comem carne de porco, e a abominação, e o rato, juntamente serão consumidos, diz o SENHOR.
A advertência
Deus é autor das leis físicas tanto quanto o é da lei moral. Sua lei está escrita com o Seu dedo em cada nervo, em cada músculo e em cada faculdade que Ele confiou ao homem. Parábolas de Jesus, págs. 347 e 348.
É pecado violar as leis de nosso ser tão verdadeiramente como o é quebrantar os Dez Mandamentos. Num e noutro caso há transgressão às leis de Deus. Os que transgridem a lei de Deus em seu organismo físico estarão inclinados a violar a lei de Deus proferida no Sinai. (CRA pág. 17).
14 – O que um justo deve fazer nesse tempo ?
Provérbios 12:10
V 10 – O justo tem consideração pela vida dos seus animais, mas as afeições dos ímpios são cruéis.
(CRA pág. 380)
Não é tempo de que todos visem dispensar a carne na alimentação? Como podem aqueles que estão buscando tornar-se puros, refinados e santos a fim de poderem fruir a companhia dos anjos celestes, continuar a usar como alimento qualquer coisa que exerça tão nocivo efeito na alma e no corpo?
Como podem eles tirar a vida às criaturas de Deus a fim de consumirem a carne como uma iguaria? Volvam eles antes à saudável e deliciosa comida dada ao homem no princípio, e a praticarem eles próprios e ensinarem a seus filhos, a misericórdia para com as mudas criaturas que Deus fez e colocou sob nosso domínio. A Ciência do Bom Viver, pág. 317.
1 Coritios 8:13
v 13 Por isso, se a comida escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize.
Provérbios 23:20
V 20- Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.
Romanos 14:21
V 21- Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça.
Tiago 4:17
V 17- Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.
15 – No período em que vivemos. Qual deve ser nossa posição quanto ao comer carne ?
“Foi-me mostrado claramente que o povo de Deus deve assumir atitude firme contra o comer carne”.(CRA 383).
“O regime cárneo é a questão séria. Hão de seres humanos viver da carne de animais mortos? A resposta, segundo a luz dada por Deus, é: Não, decididamente Não”. (CRA 388)
“Entre os que estão aguardando a vinda do Senhor, o comer carne será afinal abandonado; a carne deixará de fazer parte de sua alimentação”. (CRA 380, 381).
16 – O que acontecerá aos que continuarem comendo carne ?
“Muitos que são agora só meio convertidos quanto à questão de comer carne, sairão do povo de Deus, para não mais andar com ele”. (CRA 382).
17 – Quantos rejeitarão a mensagem ?
“Existe uma classe numerosa que rejeitará qualquer movimento de reforma, por muito razoável que seja, se porventura impõe restrições ao apetite”. (CRA 195).
18 – Quanto aos ministros de nossas igrejas, pastores, obreiros, colportores há alguma mensagem especifica para eles ?
“Andem nossos pastores e colportores sob a bandeira da estrita temperança. Nunca vos envergonheis de dizer: “Não, obrigado; não como carne. Tenho conscienciosos escrúpulos quanto a comer carne de animais mortos.”". (CRA 402).
“Porventura os pastores, que estão a proclamar a verdade mais solene já enviada aos mortais, devem constituir-se exemplo no regresso às panelas de carne do Egito? É lícito que os que são sustentados pelos dízimos dos celeiros de Deus se permitam a condescendência que tende a envenenar a corrente vivificadora que lhes flui nas veias?” (CRA 404).
“Não daremos, como mensageiros de Deus, decidido testemunho contra a condescendência com o apetite pervertido?… Deus tem provido abundância de frutas e cereais, os quais podem ser preparados de maneira saudável e usados na devida quantidade. Por que, então, continuam os homens a preferir alimentos cárneos? Poderemos nós, possivelmente, ter confiança em pastores que, às mesas em que é servida a carne, unem-se aos outros em comê-la?…” (CRA 401,402).
19 – Qual deve ser a posição de um membro da igreja ?
A reforma de saúde, foi-me mostrado, é parte da terceira mensagem angélica, e está com ela tão intimamente relacionada como está o braço e a mão com o corpo humano. Vi que nós como um povo precisamos fazer um movimento de progresso nesta grande obra. Pastores e povo precisam agir em harmonia. O povo de Deus não está preparado para o alto clamor da terceira mensagem angélica. (CRA 32).
20 – Posso comer um pedacinho de carne ? Um franguinho ou peixinho, devido a proteínas ?
Verduras, frutas e cereais, devem constituir nosso regime. Nem um grama de carne deve entrar em nosso estômago. O comer carne não é natural.
Devemos voltar ao desígnio original de Deus ao criar o homem. Manuscrito 115, 1903. (CRA 380).
“nem uma partícula de carne é posta em nossa mesa.” (CRA 488).
21 – Como era a mesa da irmã White ?
Desde a reunião campal de Brighton (janeiro de 1894) bani absolutamente a carne de minha mesa. Está entendido que, quer eu esteja em casa quer lá fora, nada dessa espécie deve ser usado em minha família, ou vir à minha mesa. Este assunto tem sido repetidas vezes apresentado a minha mente, nas caladas da noite. Carta 76, 1895. (CRA 488).
22 – Afinal, o que posso comer ?
Cereais, frutas, nozes e verduras constituem o regime dietético escolhido por nosso Criador. Estes alimentos, preparados da maneira mais simples e natural possível, são os mais saudáveis e nutritivos. Proporcionam uma força, uma resistência e vigor intelectual, que não são promovidos por uma alimentação mais complexa e estimulante. A Ciência do Bom Viver, pág. 296.
Nos cereais, frutas, verduras e nozes devem encontrar-se todos os elementos alimentícios de que necessitamos. Se chegarmos ao Senhor em singeleza de espírito, Ele nos ensinará a preparar comida saudável livre da contaminação da carne. Manuscrito 27, 1906. (CRA 363).
“Cereais e frutas preparados sem gordura, e no estado mais natural possível, devem ser o alimento para as mesas de todos os que professam estar-se preparando para a trasladação ao Céu. Testimonies, vol. 2, pág. 352.” (CRA 355).
(Essa fase começou em 1844 e se estende até a volta de Cristo).
7ª Fase
23 – O que comeremos na nova terra ?
Apocalipse 2:7, 17.
v7 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.
v17 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.
Apocalipse 22:1, 2.
v1 E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
v2 No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações.
Ezequiel 47:12.
v12 E junto ao rio, à sua margem, de um e de outro lado, nascerá toda a sorte de árvore que dá fruto para se comer; não cairá a sua folha, nem acabará o seu fruto; nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; e o seu fruto se
Isaias 65:25
25 O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR.
(Note, Deus restaurará a alimentação que tínhamos no édem).
1 Coríntios 10:31
31 Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.
Assembléia de Deus de Impetratriz (MA).
05.10.2009
Cultura, Diversos, Notícias, Saúde Deixe o seu comentário
WASHINGTON DC, 13 Ago. 09 / 07:58 am (ACI). — Uma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina da Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador artigo onde aponta para a ocultação, por razões ideológicas, das graves conseqüências das condutas homossexuais para a saúde individual e pública.
O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, que revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.
“Trabalhei como enfermeira durante vários anos na década de 1980 de 1990 no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver os danos que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais”, diz o artigo.
“A co-autora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou convicta, à luz de minha experiência clínica e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos, que a homossexualidade nem é normal nem benigna. Mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’,” escreve Kathleen Melonakos.
“Por isso, eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que sofre mais de enfermidades infecciosas em seus quarenta e tantos anos que o dos que praticam a homossexualidade. Isso, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser prevenida em muitos casos, ou substancialmente curada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda”.
De acordo com a especialista, as enfermidades a que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (sífilis); enfermidades entéricas (infecções de espécies Giardia lamblia, — ‘enfermidade intestinal gay’ —, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); traumas (que têm como conseqüência incontinência fecal, hemorróidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).
“Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as conseqüências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. A homossexualidade conduz ou não a uma vida dramaticamente despedaçada? Os estudos dizem que sim, alguns em até o 40%, sendo o estudo do Dr. Cameron só um de outros muitos estudos que sugerem isso. Juntos, esses estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o cigaro, o alcoolismo ou o vício às drogas”.
Segundo a enfermeira, infelizmente “há um elemento de negação, no sentido psicológico, do que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam”.
“Existem razões sem ambigüidade — acrescenta a especialista — para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na efetividade e funcionamento social. Sim, de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os patrões de conduta são corretos (mostram padrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e uso de drogas, depressão, suicídio). Que a Associação Americana de Psiquiatria diga que essas características não constituem uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ está além do que dá para se crer. Dizer que a morte de jovens não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é um absurdo”.
Adaptação e divulgação: www.juliosevero.com
Fonte: http://www.acidigital.com
29.09.2009
Diversos, Humor, Saúde Deixe o seu comentário
![]()
DEZ CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ
1. Cuide do trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3. Caso não possa permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem. 5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias e conselhos. Aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios, etc.
5. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes; para isso use o celular o tempo todo.
6. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
7. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.
8. Centralize todo o trabalho em você; controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; afinal você é o centro de tudo e sem você nada funciona mesmo.
9. Quando sentir que está perdendo o ritmo e o fôlego, tome imediatamente estimulantes e energéticos. Eles vão lhe deixar tinindo.
10. Se tiver dificuldades para dormir, não perca tempo; tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos. 12. Finalmente, o mais importante: não se permita ter momentos de oração e meditação diante de Deus. Isto é para crédulos e tolos. Repita para si: Tudo posso em mim mesmo!
T E N H A – U M – E N F A R T O – F E L I Z! A escolha é sua!
Dr. Ernesto Artur – CARDIOLOGISTA
22.07.2009
Tenham cuidado com a “nova” GRIPE “H1N1″, cujo teor de transmissibilidade é ALTÍSSIMO:

LEMBRE-SE: A Gripe “A” pode MATAR !

09.05.2009
Cidadania, Saúde Deixe o seu comentário

BRASÍLIA (ABN News) – Um dado preocupa as autoridades sanitárias nacionais. Em 2008, o Brasil assumiu o posto de maior consumidor de agrotóxicos em todo mundo, posição antes ocupada pelos Estados Unidos. Só o mercado de agrotóxicos movimentou mais de US$ 7 bilhões.
Para proteger a saúde da população dos riscos associados ao uso destes produtos nas culturas agrícolas nacionais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trabalha na reavaliação de substâncias ativas utilizadas em agrotóxicos no Brasil. “Como o registro de um agrotóxico é eterno, a reavaliação ocorre quando há alguma alteração de riscos à saúde, em comparação aos riscos avaliados durante a concessão de registro de determinada substância ativa”, explica a gerente de avaliação toxicológica da Anvisa, Letícia Rodrigues.
Até hoje, a Agência já proibiu o uso de quatro ingredientes ativos e restringiu severamente o uso de outros 19, utilizados na fabricação de mais de 300 agrotóxicos no país. “Nesse processo, destaca-se a proibição do uso como inseticida doméstico para o ingrediente ativo clorpirifós. Essa substância afetava o desenvolvimento neurológico e cognitivo de crianças que ficassem expostas a ela”, afirma Letícia.

Paralisação
Em 2008, uma série de decisões judiciais impediram a Anvisa de realizar a reavaliação de 14 ingredientes ativos (utilizados em mais de 200 agrotóxicos). “Empresas de agrotóxicos e o próprio Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola recorreram ao Judiciário para impedir a Anvisa de cumprir seu papel”, critica a consultora jurídica do Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), Andrea Salazar.
Esse cenário contribuiu para o Brasil continuar a produzir e importar agrotóxicos proibidos em diversos países do mundo. “O que não se consegue mais vender para a União Européia, Estados Unidos, Canadá, Japão e China, acaba vindo parar no mercado brasileiro”, complementa Rosany Bocher, coordenadora do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz.
A consultora jurídica do IDEC, Andrea Salazar, acredita que só após a existência de jurisprudência sobre o tema as barreiras jurídicas serão vencidas. “A superação desse entrave acontecerá a partir da pacificação da jurisprudência no sentido de reconhecer a imprescindibilidade da reavaliação dos agrotóxicos para a preservação da saúde da população, garantida textualmente pela legislação vigente.”, afirma Andrea.
Após moção de apoio do Conselho Nacional de Saúde, amplo apoio da sociedade civil organizada e recursos por parte da Advocacia Geral da União, a Anvisa consegui reverter as decisões judiciais para a reavaliação de 13 substâncias ativas. Somente a reavaliação do acefato foi declarada nula. As demais reavaliações foram retomadas e estão previstas para serem finalizadas até junho de 2009.
Fonte: ABN News – Agência Brasileira de Notícias [ www.abn.com.br ]

São produtos usados nas lavouras do mundo todo para proteger as novas plantações contra insetos, doenças, inços, etc. Eles são vendidos nas embalagens especiais. O uso do agrotóxico é grande e conseqüentemente o acumulo de embalagens vazias também. É preciso que após o uso do produto faça a lavagem completa destas embalagens, as embalagens dos agrotóxicos são recicláveis e exigem de muitos cuidados especiais, tais como a tríplice lavagem, fique atento, proteja-se sempre que estiver usando agrotóxico.
Curiosidades
… Em casos de intoxicação devem-se tomar as devidas providências:
· Levar a vítima para local fresco e ventilado, retirar suas roupas.
· Ao levá-lo ao médico, levar junto o rótulo ou a bula do produto.
· Não ministrar leite a vitima, porque pode aumentar a retenção do agrotóxico no organismo.
… Existem dois métodos bastante práticos de se efetuar a lavagem das embalagens vazias de agrotóxicos.
· Tríplice lavagem.
· Lavagem sob-pressão
Sabia que…
· O óleo do crisântemo é um fungicida fortíssimo e natural.
· A água do leite é um veneno natural para ferrugens que atacam as folhas
· Os agrotóxicos recebem duas classificações, uma em função da toxicidade a saúde humana e outra em função do impacto no ambiente.
· Não se deve comer, beber e fumar durante o manuseio de produtos químicos (agrotóxicos).
· Não pode ser reutilizada a embalagem de agrotóxicos.
· Água de pimenta é um veneno natural contra insetos que atacam as plantas.
· Utilizar por muito tempo herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para a infestação de plantas resistentes a esse herbicida.
· O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
· É importante usar equipamentos de proteção, antes de manusear embalagens de agrotóxicos.
· As embalagens de agrotóxicos devem ser mantidas fora do alcance das crianças e animais domésticos.
Sempre devemos proteger-se quando estivermos usando agrotóxicos, sua saúde vale ouro. Não contamine os rios, riachos ou acides; deles dependem toda a vida do planeta.
Não se deve comer, nem beber, durante o manuseio do produto.
· Não se devem desentupir bicos, orifícios e válvulas com a boca.
· Não se devem transportar alimentos juntamente com embalagens de agrotóxicos (cheios ou vazios).
· As embalagens de agrotóxicos devem ser lavadas nas casas agropecuárias, onde se efetuar a compra.
· Os equipamentos de proteção individual são:
Ø Luvas plásticas.
Ø Máscara.
Ø Botas.
Ø Óculos.
Ø Avental impermeável.
Ø Chapéu impermeável.

VOCÊ SABIA QUE:
· Quando bem utilizados, os agrotóxicos impedem a ação de seres nocivos, sem estragar os alimentos. Porém, se os agricultores não tiverem alguns cuidados durante o uso ou extrapolarem no tempo de ação dos agrotóxicos, estes podem afetar o ambiente e a saúde.
· O Brasil é hoje um dos maiores compradores de agrotóxicos do mundo e as intoxicações por estas substâncias estão aumentando tanto entre os trabalhadores rurais que ficam expostos, como entre pessoas que se contaminam através dos alimentos. Alguns estudos já relataram a presença de agrotóxicos no leite materno, o que poderia causar defeitos genéticos nos bebês nascidos de mães contaminadas.
09.05.2009
Cidadania, Diversos, Notícias, Saúde Deixe o seu comentário
O Ministério da Saúde informou que subiu para 30 o número de casos suspeitos da influenza A (H1N1) – mais conhecida como gripe suína – no País. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial e parte dos resultados pode ser divulgado ainda hoje.
Segundo o ministério, os casos suspeitos estão em São Paulo (10), Rio de Janeiro (5), Minas Gerais (3), Paraná (3), Distrito Federal (2), Goiás (2), Santa Catarina (2), Mato Grosso do Sul (1), Pernambuco (1) e Rondônia (1). Outros 18 casos estão em monitoramento em sete Estados. No total são 113 o número de casos descartados. Escrito por Magno Martins. |
Últimos Comentários