Adorar a Jesus “sem formalidades”, mas com respeito, reverência, temor e carinho

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Uma homenagem aos meus irmãos Jackson e Rafaela –

UM CASAL PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR.

Não importa em qual denominação evangélica que vcs estejam, SOMOS TODOS IRMÃOS porque no Reino de Deus NÃO HÁ PLACA DE IGREJAS !!!

Adorar a Deus é MARAVILHOSO. Infelizmente, algumas denominações evangélicas impõem regras (legalismos / formalismos) desnecessárias para tal (e que, até, ATRAPALHAM). Precisamos de LIBERDADE para ADORAR a Jesus Cristo de Nazaré na BELEZA DE SUA SANTIDADE, porém, temos que ter cuidado para não sermos LIBERTINOS, assim como não podemos ser desrespeitosos para com Deus e, muito menos, permitirmos PRÁTICAS PAGÃS dentro deste CLIMA de adoração (Ass.: Aldo Corrêa de Lima – http://malucoporjesus.wordpress.com).

Consciência do Ministério de Louvor

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Deus contempla a necessidade de um país ou uma região menor, vê todas as circunstâncias e assim escolhe quem irá representá-lo.

http://malucoporjesus.wordpress.com

Verdadeiros Adoradores

Quando o Senhor convoca alguém para que lhe preste um serviço, Deus o faz por misericórdia, e para nos dar uma grande oportunidade de provar-lhe o quanto o amamos. O nosso serviço é como uma gratidão pelo grande favor da salvação que já temos conosco.

Outro detalhe que acho necessário apontar é que, em sua onisciência, Deus contempla a necessidade de um país ou uma região menor, vê todas as circunstâncias e assim escolhe quem irá representá-lo.

É um grande erro acreditar que Deus chamou alguém porque essa pessoa possuía determinados dotes artísticos, talentos incomuns ou coisa assim. O apóstolo Paulo é bem claro ao dizer que a nossa capacidade não é suficiente para realizar uma obra como essa, e que “a nossa capacidade vem de Deus” (2 Coríntios 3.5).

Em outras palavras, ingressar no ministério é infinitamente diferente de arrumar um emprego seguro. É preciso ter consciência missionária, ou consciência ministerial.

Isso irá fazer uma tremenda diferença antes, durante e depois de qualquer ação que façamos, seja um evangelismo, seja uma grande apresentação ou outro evento qualquer onde iremos participar.

Veja, então, quatro fatores que compõem essa consciência ministerial, e que fazem a distinção entre um artista e um bom ministro.

HUMILDADE

Em primeiro lugar, destaca-se o sentimento que guiará o nosso trabalho, o nosso louvor. Humildade é exatamene o extremo oposto de tudo aquilo que vemos em artistas seculares.

É verdade que muitos músicos não cristãos têm um espírito humilde, mas também é verdade que a maioria não é assim.

A humildade é um sentimento que nos faz esvaziar de nós mesmos. Quando esvaziamos nosso coração daqueles desejos ambiciosos, ficamos prontos para que o Senhor nos encha com os seus sentimentos mais sublimes.

Uma das funções do louvor é proporcionar um meio, um canal de aceso à presença de Deus. Ora, quem busca a Deus deve se esvaziar de si para receber tudo o que de mais precioso Deus tem para lhe dar.

Assim, esse canal que é o louvor é eficiente quando o desejo é aproximar-se do Criador. Se, portanto, quem busca aproximação de Deus, ou quem ministra essa aproximação, está cheio de auto-suficiência, como poderá acessar a presença de Deus ?

Não há nenhum mal em o ministro ser chamado de artista. Na verdade, ele o é. Mas, se é um artista que busca essa aproximação de Deus, estar seguro de que a humildade é um bom sentimento para se cultivar irá ajudar bastante a conservar esse caminho sempre aberto.

Afinal, apesar de toda a riqueza espiritual a que temos direito, Jesus disse:

“… aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mateus 11.29).

POSTURA

Quando disse que humildade é uma característica desejável em quem participa de todo e qualquer envolvimento com o louvor, não me referi em momento algum àquela visão equivocada de humildade exterior, cultivada por meio de vestimentas de qualidade inferior.

Posso não ser suficientemente humilde como músico, mas se minha postura for afinada com a visão espiritual de louvor, irei sempre me corrigir em possíveis ocasiões nas quais meu ego quiser ser exaltar.

Como conseqüência de um coração treinado na humildade, vamos falar diretamente de um efeito direto desse sentimento: a postura.

Normalmente o que fazemos e falamos são reflexos daquilo que cultivamos em nosso interior. Se somos vitoriosos, certamente essa característica irá se refletir em nossa conduta, em nossos atos, em nossa postura.

Jesus andou na terra certo de ser um vencedor. Como resultado disso, sua simples presença incomodava as pessoas.

Isso pode acontecer conosco também. Quando temos consciência da importância do nosso serviço a Deus, temos também a firmeza para impor o nosso chamado.

No entanto, ainda há pessoas que confundem autoridade com falta de educação, unção com ‘estrelismo’, serviço cristão com favor, entre outros.

À medida que nos destacamos no ministério, surgem dois problemas que podem ser facilmente resolvidos se diagnosticados rapidamente. Quando nos destacamos no ministério, dois grupos de pessoas estarão à nossa volta: o dos amigos e o dos invejosos.

O dos invejosos irá nos ver para tentar detectar qualquer falha: seja na apresentação visual, seja na apresentação do nosso louvor, se desafinamos uma nota, se falamos demais, se fazemos pose etc.

Já o grupo dos amigos irá interceder pelas almas, interceder por nós, enfim, irá somar à apresentação para que a bênção de Deus enriqueça a todos.

Assim, todo e qualquer bloqueio entre o ministro ou músico e a igreja será quebrado, uma vez que a postura seja coerente com o propósito. Ou seja, se o objetivo é louvar para alcançar o espírito de adoração, concentre-se em captar confiança e respeito por parte dos ouvintes. Com isso, o louvor fluirá de Deus para os corações das pessoas, sem que persista um clima hostil.

A postura do ministro de louvor abençoará a todos igualmente quando ele se colocar diante de Deus para louvá-lo e conduzir o seu rebanho ao alvo maior que é a adoração. O mais é da competência do próprio Espírito Santo.

PROPÓSITO

A continuidade dessa postura a que me referi anteriormente evoca outro fator diferencial em todo o serviço que prestamos a Deus: o propósito.

Como já disse de várias formas aqui, há quem se lance no ministério mesmo antes de acontecer o chamado de Deus. Há outros que vão por inveja, por estarem ansiosos por qualquer outro benefício que irão conseguir no ministério. Enfim, não faltam motivos pelos quais as pessoas ingressam no ministério.

Mas você já procurou responder a essa pergunta: qual o propósito do seu louvor?

Nesse caso, não interessa se você é ou não um renomado ministro, ou se canta bem ou não, se é um excelente músico ou se nunca tocou um instrumento musical.

Fomos todos chamados para sermos verdadeiros adoradores, independentemente de o Senhor ter ou não concedido a nós talentos específicos para o louvor.

O propósito de tudo o que se possa fazer ou falar é a adoração. Nunca devemos nos esquecer: adoração. Ainda que alguém esteja em uma cadeira de rodas, ou que tenha perdido todos os movimentos do corpo; ainda que não saiba cantar ou mesmo tocar um instrumento, fomos chamados para sermos verdadeiros adoradores, porque o Pai procura por esses.

Minha esposa e eu somos amigos de uma jovem tetraplégica. Ela mora no Hospital das Clínicas há vinte e três anos, e é cristã. O único movimento que seu corpo faz é com o pescoço. Essa jovem usa esse único movimento para louvar e adorar a Deus.

Ela é uma artista plástica conhecida, que pinta seus quadros segurando os pincéis com a boca e um mínimo auxílio de sua instrutora. O resultado são telas sobre a natureza, obras das mãos do Criador, que recebe a adoração verdadeira realizada por ela.

Por isso devemos considerar que é um grande equívoco alguém se perder no meio do caminho. Ao invés de alcançar ou levar as pessoas a alcançarem o espírito de adoração, desviam-se no meio do caminho e passam longe do propósito que, na verdade, é atingir, tocar, alcançar o trono do nosso Criador por meio de um louvor espiritual que nos conduza a uma adoração real.

SERVIÇO

Depois de nos esvaziar de todos os sentimentos que querem guiar nossos passos, e enchermo-nos da graça de Deus, estaremos prontos para servir.

Imagine que você é convidado para assistir a um culto na igreja de um amigo. Naquela noite irá um grande músico, conhecido artista gospel.

Quando lhe é dada a oportunidade para ministrar o louvor à igreja, antes mesmo de saudar os presentes, o músico anuncia que no final do culto ele estará autografando os CDs que trouxe.

Aí ele canta um hino no mais alto volume, faz uma pausa, e anuncia: a próxima canção está no meu terceiro CD, o qual você poderá “ver” no final do culto.

Ora, não podemos subestimar os irmãos. O mundo está tão infestado de merchandising, de propagandas em todo e qualquer espaço, que até mesmo o mais inocente ‘irmãozinho’ perceberá que esse artista está mais para vendedor-demonstrador de CDs do que para um verdadeiro homem de Deus, que se preocupa em trazer para a igreja textos e mensagens inspirados por Deus.

Enquanto o período for de louvor, a atenção e os esforços devem ser concentrados em prestar serviço aos ouvintes. Esse fator é decisivo para o sucesso de um ministro, de um pregador, de um membro.

O tipo de relacionamento que temos com Deus será exposto a todos os presentes quando abrirmos nossa boca para dizer o que há dentro de nosso coração. Se nossa relação com o Senhor for de Pai para filho, prestaremos um bom serviço a ele e à comunidade. Se nosso relacionamento com Deus for do tipo mercantil … falta-nos consciência de ministério.

André Paganelli

Temos que Glorificar a Deus em TUDO o que fazemos

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Assumindo a responsabilidade

O homem é responsável por todos os seus atos, mesmo os inconscientes.

 Arthur Koestler

Uma vez que a atitude influencia as escolhas que determinam o procedimento, uma avaliação honesta de nossos procedimentos pode revelar a qualidade da atitude predominante em nosso cora­ção. Portanto, vamos agora inquirir nosso coração com algumas perguntas.

O que estou fazendo tem a aprovação de Deus?

 Precisamos, diariamente, olhar para nosso procedimento e nos certificar de que a nossa maneira de viver tem a aprovação divina. Nosso modo de vida recebe a aprovação de Deus através da sua palavra?

“Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens.”1 Precisamos proceder com a cons­ciência de que estamos fazendo tudo não aos homens, mas a Deus. Deus aprova o que está vendo em minha vida? Será que estamos prontos para romper, agora mesmo, com o que não tem agradado ao propósito divino?

Sugiro que você interrompa esta leitura por um tempo e ana­lise sua vida. Se encontrar algo que contrarie o propósito de Deus, tenha coragem para romper com isso, coragem para dizer não. Recuse-se a permanecer com qualquer coisa que não tenha a aprovação divina. Se for necessário ser maltratado por optar pelas coisas de Deus, prefira sofrer, mas não fique com nada que interfira na recompensa que Deus preparou para você.2 Além de estragar o plano maravilhoso que Deus tem para nossa vida aqui, ficar com algo que ele não aprova é colocar em risco o compromisso com o tesouro que o Senhor tem para nós na eter­nidade.

O que estou fazendo glorifica a Deus?

O meu procedimento expressa louvores a Deus? Minha vida promove a glória de Deus?

“Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.”3 O nosso procedimento precisa promover a glória de Deus. Nossa vida precisa ser como aroma suave a Deus, uma vez que somos o bom perfume de Cris­to.4 Nossa maneira de viver precisa ser uma constante adoração a Deus.

Quando Deus criou a mim e a você, ele tinha um propósito em mente: que fôssemos o louvor da sua glória, e a isso fomos predes­tinados.5 Não encontraremos a felicidade em hipótese alguma, a não ser que cheguemos a esta compreensão: minha vida precisa promover a glória de Deus. Só seremos felizes se passarmos a viver nesta dimensão de vida: adorar a Deus! Assim, seremos plenamen­te realizados.

Talvez aqui esteja um problema: achar que devemos construir nossa felicidade e, para isso, enveredar em tantas buscas, nos esque­cendo de que só seremos felizes quando estivermos fazendo da nos­sa vida o projeto verdadeiro de viver para adorar a Deus.

O que eu estou fazendo promove alguma má impressão?

 Os lugares aonde vamos, os caminhos pelos quais andamos, as pessoas com quem caminhamos, as mesas onde nos assentamos, aproveitamos essas ocasiões para que nossos procedimentos dêem, aos que nos rodeiam, a oportunidade de terem de nós uma boa impressão? Ou deixamos uma má impressão por onde passamos?

“Abstende-vos de toda a aparência do mal.”6 Precisamos elimi­nar do nosso procedimento não só o que claramente sabemos ser contrário a Deus, mas tudo o que pode dar uma aparência pecami­nosa em nossa vida.

Será que existe algo em meus relacionamentos que dá alguma aparência de pecado? O jeito que eu uso as palavras dá alguma bre­cha para o pecado? Os programas de televisão, os filmes aos quais assisto, os livros e revistas que leio, tudo isso tem causado uma má impressão? Minha aparência, o modo como me visto, o jeito com que olho para as pessoas do sexo oposto têm alguma aparência de pecado?

Precisamos romper com qualquer coisa que possa aparentar uma vida distante de Deus.

Nas coisas que faço, existe a presença da dúvida?

 Quando orientou os cristãos de Roma, o apóstolo Paulo apresen­tou o princípio de que precisamos basear nossa vida na certeza da fé. Paulo nos ensinou que o que não provém da certeza da fé é pecado.

Assim, seja qual for o seu modo de crer a respeito destas coisas, que isso permaneça entre você e Deus. Feliz é o homem que não se condena naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvida é condenado se comer, porque não come com fé; e tudo o que não provém da fé é pecado.7

A presença da dúvida em nossa vida deve servir de alerta. No mínimo, precisamos colocar-nos em oração para que Deus nos revele se estamos procedendo de acordo com o ensino da sua palavra. Uma boa atitude é procurar o líder espiritual para um aconselhamento.

O que eu vou fazer trará bons resultados para minha vida e para a vida das pessoas a meu redor?

 Nosso procedimento precisa produzir resultados espirituais positivos a nós e aos que nos rodeiam. “Atente bem para a sua pró­pria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres, pois, agin­do assim, você salvará tanto a si mesmo quanto aos que o ouvem.”8

Uma árvore se dá a conhecer por seus frutos. A árvore boa dá um bom fruto. Do mesmo modo, a nossa nova vida com Cristo é co­nhecida pelos frutos, pelos resultados que produzimos.9 Portanto, podemos avaliar nosso procedimento pelos resultados que ele está promovendo: o que eu estou fazendo edifica os que vivem a meu lado?

Em Romanos 14.19, a Bíblia nos orienta: “Por isso, esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz à paz e à edificação mútua”. Um pouco mais à frente, em Gálatas 6.7, Paulo nos adverte sobre o perigo de procedermos sem critérios: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá”.

Não podemos permitir que o jeito Caim de se nos torne cegos, a ponto de vivermos a vida sem nos avaliarmos diariamente. Ah! Se Caim tivesse parado para avaliar-se e corrigir seu procedimento, como sua história teria sido diferente. Mesmo sendo advertido por Deus, ele prossegue desgraçadamente no procedimento errado, culminando numa vida de irrealização, vazio, solidão, derrota e escravidão no pecado.

“Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo.”10 Hoje, a mesma exortação que Deus fez a Caim faz a nós. E nosso dever escolher a maneira certa de agirmos. Não importa o que fizeram conosco no passado. Pode até ser que fomos vítimas de abusos, injustiças e tiranias. Hoje, neste exato momen­to, estamos com o poder de decisão em nossas mãos. Nossos algozes não têm mais nenhum poder sobre nós. Não importa o quanto nosso passado foi errado; agora, podemos escolher agir da forma certa, podemos recomeçar à luz do que Deus já nos deixou claro em sua palavra.

Deus sabe que não fomos, nem somos e jamais seremos perfei­tos por nossa própria força, competência e mérito. Ele não exige perfeição para nos aceitar. Deus espera apenas sinceridade e inte­gridade de nossa parte. Ele deseja que apresentemos nossos passos, nossos pensamentos, nosso coração, nossas atitudes, nossos proce­dimentos à luz do que já nos ensinou.

Hoje é o tempo de recomeçar. A cruz de Cristo é a garantia de que podemos recomeçar, sempre que descobrirmos que nos perde­mos na jornada em direção ao centro de sua vontade.

Levante-se ! Você é responsável

por todos os seus atos !

J. JACÓ VIEIRA, in A Síndrome de Caim

in Maluco por Jesus

DOA EM QUEM DOER: Louvor, Música e Adoração são para o Senhor, e não, para os Cantores (IDOLATRIA manifesta)

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Como músico percebo muito a qualidade dos músicos da igreja, a melodia, a linha de baixo, o riff da guitarra e etc. Sendo assim, também não poderia deixar passar em branco o trabalho dos vocalistas. Enumero aqui alguns problemas com os cantores brasileiros à título de aprimoramento, uma critica construtiva.

Um dos erros mais comuns é a influência. Influência não significa plágio. Influencia é quando um músico admira um outro músico e começa a compor, cantar ou tocar “na linha” do admirado. Aqui, o que vemos é plágio. Todo homem canta igual ao André Valadão, Alex Gonzaga ou Kleber Lucas e toda mulher igual a Ana Paula Valadão, Cassiane ou Aline Barros. É desgastante ouvir plágio.O mundo evangélico precisa de originalidade. Tenha suas influencias, mas cultive seu próprio estilo.

Outro erro muito comum é a postura. A maioria dos cantores evangélicos se comportam como artistas e não como servos. A postura é a de um ídolo e não de um irmão que recebeu um talento. Isso é decisivo para a comunicação do Evangelho através da música. A forma como você conduz seu ministério contagia ou afasta pessoas de Cristo.

Achar que barulho é sinal de relevância. Alguns cantores acham que incitando o povo a fazer barulho, levando-os a histeria coletiva estarão promovendo um mover de Deus. Isso não é verdade. Barulho não é sinal de relevância. Nosso culto precisa ser racional, isso é, lógico. Precisa ser inteligível. A gritaria é extravasar de emoção e não sinal de espiritualidade.

Tratar irmãos e irmãs como fãs. Cantor evangélico não pode alimentar idolatria nas pessoas, mas precisa ser exemplo de simplicidade e serviço. Hoje, as notícias que temos são as piores. cantores que saem do “show” e rumam pro motel com suas fãs, cantores que esnobam as pessoas que querem conversar com eles e por aí à fora.

O erro clássico do cantor evangélico é negociar seu talento. Em nome da fama e do dinheiro ele deixa a gravadora mexer na essência de sua composição e até ditar a composição que ele deve gravar. Alguns chamam isso de profissionalismo, eu chamo de falta de personalidade. Além disso cobram cachês astronômicos para ministrar. Na minha igreja não tem vez… Se quiser, expõe o CD e o que vender, vendeu.

Pois é, esses são apenas alguns dos erros mais comuns entre os cantores evangélicos, existem muitos outros, mas resolvi expôr apenas esses.

E no mais, tudo na mais santa paz!

Márcio de Souza é pastor, escritor e blogueiro conscientizador no Púlpito Cristão

U2 e sua relação com Deus !

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 banda irlandesa U2 já é bastante conhecida por ter músicas com citações bíblicas e letras com mensagens positivas. Em sua nova turnê, 360°, mais uma vez Bono Vox surpreendeu aos fãs ao cantar o famoso hino cristão “Amazing Grace”.

Tocando guitarra, Bono canta o hino até a primeira estrofe (Maravilhosa graça/ quão doce é o som/ que salvou um miserável como eu/ Uma vez estive perdido, agora me achei/ Eu estava cego, mas agora enxergo). Depois a banda acompanha tocando a introdução da música “Where the streets have no name”.

O hino, composto no século XVIII pelo inglês John Newton, é uma das músicas mais famosas dos Estados Unidos, sendo tocadas até em eventos do governo. O fato de a banda mesclar o hino com “Where the streets have no name” se refere ao sentimento de Bono em relação a essa música.

Em uma entrevista concedida em 2005, Bono explicou que “Where the streets…” é a música que eles “chamam” a Deus. “Esta é a música em que podemos ter certeza que, assim que tocarmos, Deus entra pela porta”, disse Bono.

Em 2005 a banda recusou ceder a música para um comercial de TV. Foi oferecido à banda 12 milhões de libras, porém Bono afirmou que o dinheiro seria bem vindo, pois ele iria doá-lo a uma de suas instituições na África, mas ele não teria ter associada a sua música a um comercial. Para a banda, esta é uma música “especial”, pois clama a Deus a Sua Presença.

Confira o vídeo de Bono Vox cantando o hino cristão “Amazing Grace” clicando aqui.

Fonte: Gospel+

Adoração e Louvor (como criar ou desenvolver um Ministério) !

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DUAS PRÁTICAS DE GRANDE VALOR: LOUVOR E ADORAÇÃO

A PRÁTICA DO LOUVOR

A PRÁTICA DA ADORAÇÃO

COMO SER PRÓSPERO

A DINÂMICA DO LOUVOR

O LOUVOR DIRIGE NOSSO CORAÇÃO A DEUS

O LOUVOR LIVRA O NOSSO CORAÇÃO DE CUIDADOS, TEMORES E PENSAMENTOS CENTRADOS NA TERRA

O LOUVOR PRODUZ E AUMENTA A FÉ

O LOUVOR INVOCA A PRESENÇA, O PODER E AS FORÇAS DE DEUS

O LOUVOR CONFUNDE, RESTRINGE, ATERRORIZA E DESTRÓI SATANÁS

MÚSICA NO LOUVOR E ADORAÇÃO

SATANÁS E A MÚSICA

A MÚSICA PODE INSPIRAR A ADORAÇÃO À DEUS

A MÚSICA E OS CÂNTICOS NO NOVO TESTAMENTO

O CULTO A DEUS: AUXÍLIO AO DIRIGENTE

O DIRIGENTE DO CULTO

OS MÚSICOS E O DIRIGENTE DO CULTO

CONVITE À ADORAÇÃO

COMO MINISTRAR UM LOUVOR CONGREGACIONAL

OS CÂNTICOS CERTOS NAS OCASIÕES CERTAS

A COMUNICAÇÃO IDEAL

POSTURA

ESPONTANEDADE

LIDERANÇA

FORMANDO UMA EQUIPE

COMO COMPOR CÂNTICOS AO SENHOR

DIRETRIZES

ESTILO MUSICAL DE LOUVOR

A IMPORTÂNCIA DA TÉCNICA PARA OS LEVITAS

A IMPORTÂNCIA DA TÉCNICA PARA O LEVITA

1. O Que É Técnica?

2. Para Que Serve?

3. Como Ter Acesso?

4. Em Que Ela Contribui Na Nossa Vida?

QUALIDADE TÉNICA DO LOUVOR É IMPORTANTE

A TÉCNICA NOS LEVA A SERMOS MESTRES

DUAS PRÁTICAS DE GRANDE VALOR: LOUVOR E ADORAÇÃO

Transcrição de uma das Ministrações do irmão Bernardo

Em Maceió, AL em abril de 1996.

Prometi falar-lhes hoje a respeito de mais duas práticas espirituais de grande valor nos seus tempos a sós com Deus: o louvor e a adoração.

A PRÁTICA DO LOUVOR

 

Que valor tem a prática do Louvor, (que não é “cantar na igreja”) para você, pessoalmente? O que ela faz? Como se desenvolve essa prática? É isso que desejamos mostrar-lhe neste ensinamento. Vamos ler Salmo 146:1-10:

“Aleluia! Louva, ó minha alma, ao Senhor.  Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu viver. Não confieis em príncipes nem  nos filhos dos homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia perecem todos os seus desígnios. Bem-aventurado aquele  que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no Senhor seu Deus…”

Você já parou para pensar por que Deus sempre se fez lembrar como sendo o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (o homem torto, enganador), e não de Abraão, Isaque e Israel (Príncipe de Deus)? Mesmo sabendo o pior está em mim, Deus me amou assim mesmo. Que glória! Verdadeiramente, “bem-aventurado (totalmente feliz e plenamente realizado) é aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio“, pois Ele transforma cada “Jacó” que nEle confia num “Israel”. Deus, por Sua Palavra e na Sua graça, transforma você de pecador para santo. Continuemos a leitura:

“…cuja esperança está no Senhor seu Deus, que fez os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há, e mantém para sempre a Sua fidelidade…”

O Seu Deus nunca se esquecerá de você, jamais abandonará você; Ele manterá para sempre a Sua fidelidade a você.

“Que faz justiça aos oprimidos, e dá pão aos que têm fome. O Senhor liberta  os encarcerados…”

Observe atentamente que “O Senhor liberta os encarcerados“. Tenho muita pena das pessoas que passam dias chorando (segundo a doutrina de “libertação” que está por aí), mas ficam do mesmo jeito. Há algo errado. O nosso Deus liberta, meu irmão, e isso se dá através da prática que vamos mostrar-lhe neste ensinamento.

“O Senhor abre os olhos aos cegos,  o Senhor levanta os abatidos,

o Senhor ama os justos.  O Senhor guarda o peregrino,

ampara o órfão e a viúva…”

Se você é viúva, saiba que Deus é o seu marido, se você é órfão, Deus é o seu pai. Ele não simplesmente prometeu ser, Ele é isso para você, tendo você consciência disso ou não. Irmã viúva, Ele não prometeu ser o seu “marido”, Ele É o seu marido. Órfão, Ele não prometeu ser o seu “pai”, Deus É o seu pai (Veja Salmo 68:5), e Ele defende você dia e noite. Um dos maiores problemas da “igreja” é ficar olhando para o passado ou para o futuro, e esquecendo que Deus é muito presente. Ficamos num abismo de incertezas entre o passado e o futuro sem conhecermos o Deus do presente momento.

Preste atenção às palavras grifadas nas citações acima e entenda que é isso que Deus faz; essas “ações” são a expressão da fidelidade de Seu Deus a você no presente. Louvo a Deus por tudo o que Ele é para mim, no dia de hoje.

“…porém (Ele) transtorna o caminho dos ímpios.” (v.9)

Se você rejeitar esse Deus; se você recusar-se a aceitar a Sua graça, saiba, nada dará certo em sua vida. E você sabe por quê? Porque você está andando (vivendo) numa mentira que destrói.

“O Senhor reina para sempre; o teu Deus, ó Sião, reina de geração em geração” (v.10).

Não importa como vão piorando as coisas século após século, o nosso Deus “reina para sempre” – “de geração em geração“.

O Salmo 146 é uma ótima base para o louvor em todos os aspectos, mas há uma frase que vou ilustrar para vocês agora: “O Senhor liberta os encarcerados“. Uma irmã me disse: Irmão, sei que eu fui curada, mas de quando em quando voltam os sintomas e eu fico em dúvidas. O que posso fazer? Quando isso acontece, você têm duas alternativas:

1)     Você pode atentar para os sintomas e sucumbir à situação (ser vencido pelo diabo) ou

2)     Você pode resistir ao diabo e viver.

E como é que você e eu resistimos? Dando louvores e graças a Deus por aquilo que Ele já fez por nós, e também “ensinando” ao diabo a Verdade de Deus a respeito da nossa real situação. E o que acontecerá? Satanás fugirá, pois ele não tolera a Verdade (Veja Mateus 4:1-11 a respeito de como Jesus resistiu a Satanás).

As duas ações para a vitória são o louvor, agradecendo a Deus, e o resistir a Satanás. Quando você resiste a Satanás, ele tem de fugir, ele não tem opção.

Para ver como o louvor funciona na prática, e como Deus “liberta os encarcerados“, observe comigo Atos 16:19-28. Sei que todos vocês sabem desse acontecimento e como Paulo e Silas se achavam encarcerados com pés e mãos presos ao tronco dentro do cárcere interior daquela cidade.

O que foi que aconteceu quando Paulo e Silas levantaram a voz em oração e louvores a Deus? O que pode você esperar, se você, no meio de uma circunstância esmagadora, abre a sua boca e começa a louvar e agradecer a Deus pelo que Ele é? Quando você procede assim, aquilo que você não tem, terá, aquilo que você necessita, você receberá. E ainda que o trecho em Atos 16 não nos diga quais eram os louvores de Paulo e Silas, podemos saber o que disseram em razão daquilo que aconteceu. Os dois servos de Deus foram enviados pelo Espírito para pregar o Evangelho em toda a região da Macedônia, mas Satanás levantou-se contra eles para os impedir. Então, achando-se presos e impedidos de cumprir a sua missão, Paulo e Silas agradeceram e louvaram a Deus pela liberdade de pregar o Evangelho. Como podemos saber isso? Em razão do terremoto que Deus enviou, libertando-os completamente. É impossível você louvar a Deus por algo e aquilo não acontecer. Sabe por quê? Porque Deus habita ou como se diz é “entronizado” entre os louvores de Israel (Veja Salmo 22:3). Quando você louva a Deus, Ele se faz presente na sua circunstância e tudo tem de se submeter a Ele. Na presença do Senhor, é impossível alguém ficar preso ou oprimido e assim, todo o cárcere foi abalado, e Paulo e Silas foram libertos. “Deus (sempre) liberta os encarcerados“.

Agora observe Isaías 61:1-3, e consideremos a prática do louvor de outra maneira:

“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu, para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a  proclamar libertação aos cativos, e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do Senhor… e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria em vez de pranto, veste de louvor em vez de  espírito angustiado…”

Observe a frase grifada acima: “veste de louvor em vez de espírito angustiado“. Está vendo a providência de Deus para você na hora da angústia? Ele lhe deu uma “veste de louvor”, e cabe a você usá-la. O apóstolo Tiago fala nesse teor em relação às “várias provações” em nossa vida. Vamos ler o que o apóstolo disse:

“Meus irmãos, tende por motivo de toda a  alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” – Tiago 1:2-4.

Deus deseja que sejamos “perfeitos, íntegros e em nada deficientes“, mas como é que Ele pode nos levar a isso? Pela perseverança na Verdade. E como podemos “perseverar”? Vestindo-nos da veste de louvor, ao invés de ficarmos sofrendo com o espírito angustiado.

Quando vem a provação, Satanás procura pressionar você de todos os lados e você não sabe o que fazer. Aprenda a entrar na vitória, irmão. De que maneira? Vestindo-se da veste de louvor, como fizeram Paulo e Silas no cárcere. Meu irmão, há recurso para você em toda circunstância. Qual é? A prática do louvor a Deus. Quando você louva a Deus, o Todo-poderoso desce na sua circunstância, entronizando-Se nos seus louvores, e saiba, meu irmão, não há “cárcere” que Lhe resista. Salmo 46:1 e 10 nos diz:

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro  bem presente nas tribulações. Portanto não temeremos ainda que a Terra se transtorne, e os montes se abalem no seio dos mares… Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus…”

Sabe qual é a melhor maneira de “aquietar-se”? Louvando e agradecendo a Deus por Sua Bondade. Sabe como “acalmar” o seu espírito angustiado? Vestindo-se da veste de louvor. Ponha isso em prática, meu irmão, e você terá libertações e vitórias como você jamais imaginou serem possíveis (Veja 2 Crônicas 20:13-30). Louvar a Deus é um ato muitíssimo simples, mas de imenso valor para você. A primeira ação de Satanás contra você é procurar fazer com que você permaneça “na alma” (abalado emocionalmente) de tal maneira que o seu espírito fique angustiado. Mas você pode sempre inverter a situação, fortalecendo o seu espírito através do louvor, de modo que as suas emoções não tenham vez.

Saiba, meu irmão, que através do louvor você “traz” Deus para dentro da sua situação, e Ele “dissipa” tudo o que o oprime.

Quando você nasceu em Cristo Jesus você viveu o seu primeiro “dia” da eternidade. Você precisa entender que toda a operação do Espírito Santo em sua vida tem por objetivo desenvolver em você os valores eternos, ou seja, os valores que vão perdurar em você para todo o sempre: a Verdade, a Luz, a Paz, a Alegria no Espírito Santo e muitos outros valores espirituais. Ora, é preciso você entender que esses valores não têm nenhum relacionamento com as circunstâncias, e se você aprender a viver “fora das circunstâncias” esses valores se desenvolverão cada vez mais em você.

Na parte da manhã de hoje, procurei mostrar a você o valor da prática de Louvor, e como ela funciona para você, mas agora à noite, vamos considerar a outra prática, que é a adoração.

A PRÁTICA DA ADORAÇÃO

 

Pedi a vocês repetirem uma frase, estão lembrando? A verdade de Deus tem de ser vivida. Quero tanto que vocês se conscientizem disso. Meu irmão, se você não dedicar tempo a Deus (passar tempos a sós com Ele) você jamais saberá o que Ele pode fazer em sua vida. É imprescindível você ficar muito na presença de Deus, orando no Espírito e meditando na Palavra. Não importa qual a postura física, você pode orar em pé, deitado, ajoelhado, andando… não importa, o importante é a “postura” do seu coração.

Vamos abrir as nossas Bíblias em Isaías 29:9-13.

Quero que você observe principalmente:

“…Toda a visão já se vos tornou como as  palavras dum livro selado que se dá ao que sabe ler dizendo: Lê isto, peço-te; e  ele responde: Não posso porque está selado; e dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele responde:  Não sei ler. O Senhor disse: …este povo se Aproxima de mim, e com a sua boca e  com os seus lábios me honra, mas o seu  coração está longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens que maquinalmente aprendeu” (V.11-13).

Como acho expressiva essa palavra “maquinalmente”! Será quem inventou essa “máquina” que faz com que os homens “falem” em Deus, mas não vivam em Deus, isto é, faz com que tenham um palavreado todo apropriado, mas é só da boca pra fora? O pior disso tudo é que o maligno, que “inventou” esses procedimentos perniciosos, conseguiu adeptos na “igreja” que ensinam essas coisas e demais. E Deus diz, na citação acima, que essa condição faz com que o livro (a Palavra de Deus) fique como que “selado”, ou seja, que a pessoa não consegue lê-lo, porque não sabe ler. O que acontece?

Infelizmente encontramos com milhares de pessoas que têm o “livro”, mas não o entendem em razão de sua forma religiosa de ser. Honram a Deus com a boca, mas o coração está longe de Deus. Tudo o que ensinamos tem por objetivo fazer com que você possa confessar com a boca aquilo em que o coração crê. Já falamos um pouco a respeito de Romanos 10:10, mas eu não concluí as minhas observações. Veja:

“Porque com o coração se crê para Justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação“.

A frase: “a respeito da salvação” é muito interessante porque o texto na língua original exprime que o “confessar na boca” tem o efeito de fazer com que você passe de onde você está para uma situação totalmente outra, ou seja, da derrota para a vitória, da perdição para a salvação. Quando você confessa o que Deus diz, é impossível você permanecer como era. A confissão da Verdade sempre efetua mudanças em sua vida. Mas lembre-se, meu irmão, de que é preciso “perseverar” na confissão para chegar à plena vitória. Quando você confessa a sua fé é como embarcar num ônibus, pois você chegará inevitavelmente à vitória.

COMO SER PRÓSPERO:

 

Precisamos dar-lhe uma pequena explicação a respeito da prosperidade. Você somente será próspero de verdade quando o dinheiro não tiver nenhum valor para você. E como pode ser isso? Sei que você pensa que falamos bobagens, mas vou explicar. Observe comigo Gênesis 39:1,2:

“José foi levado ao Egito, e Potifar, oficial de Faraó, comandante da guarda, egípcio, comprou-o (como escravo) dos ismaelitas que o tinham levado para lá. O Senhor era com José que veio a ser homem próspero…”

 

Está vendo? O que você precisa em sua vida, meu irmão, não é de “dinheiro” e sim, de Deus. Quando Deus está com você, você é próspero de verdade e não tem falta em área alguma de sua vida.

Observe agora I Coríntios 2:6-12, pois vamos concluir o que iniciamos com as citações de Isaías 29. Observe:

“…(não) expomos… a sabedoria deste século, nem a dos poderosos desta época, que se reduzem a nada, mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta… sabedoria essa que nenhum dos poderosos deste século conheceu…” (v. 6-8)

Tudo o que estudei, tudo o que aprendi da sabedoria do mundo, nas universidades, em nada ajudou o meu relacionamento com Deus. Nada da sabedoria deste mundo pode ajudar a sua vida espiritual. Para Ter a sabedoria de Deus, jovem, é preciso ingressar na “Universidade do Espírito”. O entendimento da Verdade de Deus não vem pelo estudo e sim pela revelação direta do Espírito Santo. Aquele que foi enviado para nos ensinar toda a Verdade. Por isso Paulo disse que “falamos a sabedoria de Deus em mistério” (v.7), ou seja, essa sabedoria vem a nós através da oração em línguas (Veja I Cor. 14:2). E como podemos dizer isto? Observe como continua o apóstolo Paulo:

“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles  que O amam. Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito…” (v. 9,10).

Ao falar-nos das coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram etc, o apóstolo não está se referindo a algo no futuro, ao chegarmos ao Céu. É claro que o Céu faz parte disso. Mas ele está falando de tudo o que Deus já preparou para você em Jesus Cristo. A vida que Deus já preparou para você viver aqui, agora, na Terra (no Reino de Deus) é muito maior e muito mais gloriosa do que você imagina. E como se pode chegar a “entender” isso? Pela revelação do Espírito Santo. Deus “revela-nos” essas coisas através da “oração dos mistérios”, ou seja, pela oração em línguas. E você ainda duvida da eficácia e importância da oração em línguas? Observe como Paulo continua:

“Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e, sim, o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente (em Cristo)” (v.12).

Para que foi que recebemos o Espírito que vem de Deus? “Para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente” em Jesus. Veja a frase que grifamos: “foi dado”. Toda a operação do Espírito Santo em você é para “glorificar a Jesus” (Veja João 16:14) e você, pois através de Jesus você recebeu tudo gratuitamente, direto do coração do Pai. Mas observe bem, meu irmão:

“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura, e não pode entendê-las porque elas se discernem espiritualmente” (v.14).

Atente para a frase grifada na citação acima. Há entre nós pessoas que estão fazendo uma ginástica mental impossível, ou seja, estão procurando entender essas coisas naturalmente. Mas observe que o homem natural não pode entender as coisas do Espírito de Deus. O irmão Bernardo não pode entendê-las através do raciocínio, pelo intelecto. As coisas do Espírito são reveladas pelo Espírito Santo em nosso espírito humano. Fora disso, não há entendimento algum. Por isso se diz em Isaías 29:13 que aquele cujo coração está longe de Deus tem um procedimento “só em mandamentos de homens que maquinalmente aprendeu“. Você tem duas alternativas: ou mantém uma tradição religiosa que funciona apenas como uma máquina morta, ou você receber um discernimento espiritual das coisas de Deus, reveladas pelo Espírito Santo através da oração dos mistérios, e viver uma vida real em Deus.

Mas vamos voltar a nossa atenção para a prática da adoração, e aprender como ela pode ser benéfica em nossa vida de todo dia. Veja João 4:19-24, e vou comentar alguns versículos apenas:

“Vem a hora, e já chegou quando os  verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em Verdade, porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus  adoradores O adorem em espírito e em Verdade” (v. 23,24).

Como é lamentável que Deus tenha de “procurar” seus adoradores verdadeiros porque estão em falta aqueles que O adorarão em espírito e em Verdade! Certamente você quer ser um adorador verdadeiro. A recompensa é muito maior do que você é capaz de imaginar. Assim nesta parte quero mostrar-lhe o pouco que sei.

Veja, meu irmão: “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em Verdade” (v. 24). Para eu poder mostrar a você como funciona na prática a adoração, vamos considerar um episódio na vida de Abraão em Gênesis 22:1-5 com Hebreus 11:17-19. Observe o que Abraão disse:

“Então disse Abraão a seus servos: Esperai aqui, com o jumento; eu e o rapaz iremos até lá, e, havendo adorado voltaremos para junto de vós“. (v. 5).

Vocês sabem muito bem de que se trata e de como Deus pediu a Abraão que Lhe oferecesse Isaque, mas muitos pensam: Que Deus é esse que faz esse tipo de coisa? Como pode Deus proceder dessa maneira? O que você tem de entender, meu irmão, é que o Seu Deus tem de ser maior que tudo e todos em sua vida. E veja o que Abraão disse aos seus servos na citação acima: “eu e o rapaz… havendo adorado voltaremos para junto de vós“. Como tinha ele condições de falar dessa maneira quando sabia que ia oferecer Isaque (imolar seu filho) no altar? Será que Abraão estava “dando um pulo no escuro”? Não! Absolutamente não! Ele sabia exatamente o que ia acontecer. E é isso o que queremos ensinar a você, ou seja, como a prática da adoração conduz você para uma dimensão em Deus (um entendimento) que supera toda circunstância. Jesus disse que os verdadeiros adoradores adoram o Pai em espírito e em Verdade. Abraão não tinha nenhuma condição “natural” para dizer o que disse aos servos, mas ele tinha uma condição “espiritual” para assim falar. E quando ele assim falou ele sabia exatamente o que estava dizendo porque ele ia entrar (através da adoração) na condição em Deus que permitiria que Isaque voltasse com ele, como de fato aconteceu. O que acontecerá com você se você realmente adorar a Deus em espírito?

Na reunião da manhã procuramos mostrar a você que se você praticar o louvor, Deus desce (entroniza-Se) nos seus louvores e transforma totalmente a circunstância em que você se acha. Quando você praticar a adoração em espírito e Verdade, porém, é o inverso que acontece, ou seja, quando você entra verdadeiramente em adoração Deus eleva você fora da circunstância ou situação em que você está e o coloca na condição dEle mesmo. E que condição é essa? É a condição de espírito e de Verdade na qual você não “enxerga” a circunstância ou situação naturalmente, mas a “enxerga” como Deus a enxerga. É isso que a prática da adoração verdadeira faz, ou, como disse o apóstolo Paulo, a adoração faz com que você…

(“Não atenta nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem”. 2 Coríntios 4:18).

E como se deu isso no caso de Abraão? Como foi que Abraão viu “as coisas que não se vêem“? Observe atentamente comigo Hebreus 11:17-19:

“Pela fé (nada do Espírito e Verdade funciona sem a fé)  Abraão, quando posto a prova, Ofereceu Isaque; estava mesmo para Sacrificar o seu unigênito aquele (Abraão) Que acolheu alegremente as promessas, a quem se havia dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, porque (observe porque) considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos, de onde também, figuradamente o recobrou”.

A adoração verdadeira faz com que você “considere” as coisas segundo o espírito e a Verdade, ou seja, independente das circunstâncias. O problema para nós é desligarmo-nos das circunstâncias o suficiente para podermos entrar na condição em Deus na qual Ele possa nos fazer enxergar “as coisas que não se vêem”. A adoração verdadeira faz isso. Então, como é que se pratica a adoração verdadeira? Não se fala nada, não se canta, nem geme, não se faz espetáculo. Adorara-se a Deus deixando que a Verdade de Deus inunde o seu espírito, e enquanto você contempla o Altíssimo no seu interior, Ele vai assumindo em você a supremacia absoluta e pouco a pouco Ele tem condição para abrir o seu entendimento ( olho espiritual) e você somente vê o seu Deus, e o que Ele é: Soberano absoluto em todo o universo.

Durante aqueles três dias no Monte Moriá com Isaque, Abraão deixou que tudo o que Deus lhe dissera com relação ao seu filho fosse enchendo o seu coração. A promessa: “Em Isaque será chamada a tua descendência” (Heb 11:18) foi tomando conta do seu espírito até que ele ficou totalmente consumido pela Verdade no seu espírito, por aquilo que Deus lhe dissera. E o que aconteceu? Ele “considerou” (chegou a entender) que o Deus que não pode mentir é o Deus supremo em tudo (maior que a morte) e “era poderoso até para ressuscitar Isaque dentre os mortos” (Heb 11:19). Foi o primeiro homem a descobrir essa Verdade.

Quando você se achar em circunstância adversa, seja ela qual for, se você se aquietar diante de seu Deus em adoração, enchendo o seu espírito com a Verdade que Deus lhe diz, Deus o elevará acima da circunstância e você enxergará tudo como Ele o enxerga. Na prática do louvor, Deus Se faz presente na sua circunstância e a arrebenta, mas na prática da adoração você entra na condição de Deus de modo que a circunstância cede lugar para a supremacia do seu Deus, e você vê somente o eterno.

Não ande como o mundo, meu irmão. Não proceda com religiosidade. Pratique o louvor, a adoração, a oração em línguas, a meditação e confissão da Palavra, e você descobrirá, sem dúvida, o que é ser “bem-aventurado” (verdadeiramente feliz e plenamente realizado).

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O Ministério Verdade Viva

não tem ligação com nenhuma

igreja ou denominação.

A divulgação deste livro na internet

através do projeto CifraNet,

foi gentilmente concedida pelo irmão Eduardo.


A DINÂMICA DO LOUVOR

 

Extraído do livro: A oração poderosa que prevalece

Autor: Wesley L. Duewel

Editora: Candeia

Capítulo 25 – páginas 169 a 171

Deus predestinou que a nossa vida cristã deve trazer louvor e glória a Ele
(Ef 1:5-6). Devemos louvá-lo agora e eternamente (v. 14). Assim sendo, nossos lábios e nosso estilo de vida devem constantemente louvar a Deus. Ele se rejubila em nosso louvor. Devemos começar a Sua adoração com louvor (Sl 100:4; Is 60:18). Devemos louvá-Lo com nossos lábios (Sl 34:1), com cânticos (147:1) e com música (150:3). Devemos vestir-nos de louvor (Is 61:3), e nossas próprias vidas devem louvar a Deus (1 Pe 2:9).

O que o louvor tem a ver com a oração que prevalece? O louvor tanto prepara para a oração que prevalece como é em si mesmo um meio sagrado de prevalecer durante a oração.

O LOUVOR DIRIGE NOSSO CORAÇÃO A DEUS.

 

O louvor eleva nosso coração a Deus em adoração, culto e amor. O fato mais importante da oração que prevalece é que ela é feita a Deus. Para que nossa oração tenha valor, precisamos estar supremamente conscientes de Deus. O problema ou necessidade sobre o qual oramos pode parecer imenso, mas devemos ver Deus infinitamente maior, capaz de satisfazer todas as nossas necessidades. O louvor concentra todo o nosso ser em Deus.

Hallesby escreve: “Quando agradeço, meus pensamentos ainda giram em redor de mim mesmo, mas no louvor da minha alma ascende em adoração que esquece de si mesma, vendo e louvando apenas a majestade e o poder de Deus, Sua graça e redenção”.

O LOUVOR LIVRA O NOSSO CORAÇÃO DE CUIDADOS, TEMORES E PENSAMENTOS CENTRADOS NA TERRA.

 

Precisamos entrar na presença de Deus e fechar a porta que nos separa do mundo exterior. Para prevalecer eficazmente, devemos esquecer todos os outros deveres, atividades, envolvimentos e preocupações. O louvor fecha a cortina sobre as coisas estranhas. O louvor fecha a porta sobre as idéias intrusas, nossos pensamentos cotidianos e as sugestões satânicas. Ele nos “tranca” com Deus e com os seus anjos.

O LOUVOR PRODUZ E AUMENTA A FÉ.

 

Quanto mais louvamos a Deus, tanto mais nos tornamos conscientes de Deus e absorvidos na Sua grandeza, sabedoria, fidelidade e amor. O louvor lembra-nos de tudo o que Deus pode fazer e das grandes coisas que Ele já fez. A fé vem pela Palavra de Deus e por meio do louvor. A fé cresce à medida que louvamos o Senhor.

O louvor nos dá o espírito de triunfo e vitória. O louvor nos incendeia com zelo santo. Ele nos levanta acima das batalhas, para a perspectiva do trono de Deus. O louvor reduz as forças inimigas. “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”
(Rm 8:31). O que o homem pode fazer quando Deus está do seu lado? (Sl 118:6;
Hb 13:6). Os exércitos angélicos de Deus a nosso favor são muito maiores do que todos que se opõem a nós (2 Rs 6:16).

August H. Francke, ministro luterano por volta de 1700 e fundador de um orfanato em Halles, na Alemanha, fala de uma época em que estava precisando de uma grande soma de dinheiro. Seu tesoureiro foi buscar o dinheiro. Francke pediu que ele voltasse depois do almoço. O tesoureiro voltou e Francke pediu que retornasse à noite. Nesse intervalo de tempo, um amigo de Francke foi visitá-lo. Os dois homens oraram juntos. Quando Francke começou a orar, Deus levou-o a recordar a bondade do Senhor para com a humanidade, reportando-se até a Criação. Francke louvou a Deus repetidamente pela Sua bondade e fidelidade no correr dos séculos, mas sentiu-se impedido de falar de sua urgente petição. Quando o amigo foi embora, Francke acompanhou-o até a porta. Ali estava o tesoureiro aguardando o dinheiro e a seu lado um homem que entregou então a Francke uma soma considerável que cobriu perfeitamente as suas dívidas.

O LOUVOR INVOCA A PRESENÇA, O PODER E AS FORÇAS DE DEUS.

 

Deus manifesta a Sua presença em meio ao Seu louvor. Deus está entronizado em meio às criaturas que O louvam. O louvor de Deus parece chamá-Lo de maneira especial para atuar entre o seu povo, invocando a manifestação e o uso do Seu enorme poder. Nada nos une mais com os anjos de Deus do que nos ajuntar em louvor a Deus, e talvez o nosso louvor e adoração os unam a nosso favor e na resposta às nossas orações. Os anjos ministram incessantemente a nós (Hb 1:14), mas quando prevalecemos em oração fazem isso ainda mais, da mesma forma que ministraram a Jesus no Getsêmani.

Huegel conta a respeito de um pastor que desejava um novo despertamento em sua igreja. Ele convocou durante uma semana reuniões só de louvor. No começo, as pessoas não entenderam e ficaram pedindo e suplicando coisas a Deus. Mas o pastor repetiu que não queria nada além de louvor. Na Quarta-feira o culto começou a mudar. Quinta-feira, houve muito louvor, que estava ainda mais evidente na Sexta-feira. No Domingo, “um novo dia tinha raiado. O Domingo foi um dia como a igreja nunca tinha visto. Um verdadeiro reavivamento. A glória de Deus encheu o templo. Os crentes voltaram ao seu primeiro amor. Os corações se derreteram… Algo maravilhoso acontecera. O louvor conseguira isso”.

O LOUVOR CONFUNDE, RESTRINGE, ATERRORIZA E DESTRÓI SATANÁS.

 

O louvor afasta os poderes das trevas, espalha os oponentes demoníacos e frustra as estratégias de satanás. O louvor tira a iniciativa das mãos de satanás. Ele é um meio eficaz de resistir a satanás e fazê-lo fugir. Um crente cheio do Espírito, ungido e capacitado, pode atacar as fortalezas de satanás mediante o louvor. Ezequias, Isaías e o povo de Israel da sua época não foram os únicos que afugentaram o inimigo por meio do louvor.

Durante os meus dias de missionário na Índia, os alunos e os professores da escola bíblica para moças de outra congregação estavam orando e jejuando a fim de que uma estudante possessa pelo demônio fosse libertada. Fui chamado para ajudar, mas, me senti incapaz. Enquanto orava, senti o impulso de aproximar-me da moça semi-inconsciente, que vários adultos seguravam a fim de controlar as contorções e os espasmos.

Falei no ouvido dela: “Jai Masih Ki” (vitória para Cristo), a maneira idiomática de dizer “Louvado seja o Senhor” na língua dela. Quando pronunciei esta frase em seu ouvido, ela começou a responder, como se pudesse ouvir minhas palavras. A seguir, fez um esforço para controlar seus lábios cerrados e, quando pôde finalmente abri-los, disse em voz alta: “Jai Masih Ki”. Ficou instantaneamente liberta. A oração e o jejum provavelmente ajudaram a preparar o caminho, mas o louvor foi a arma do Espírito para libertá-la.

Huegel, um experiente missionário do México, disse que muitas vezes em que a oração não traz a resposta o acréscimo do louvor leva à vitória. Ele afirma: “Existe no louvor um poder que a oração não tem. A distinção entre os dois é naturalmente artificial… A mais alta expressão de fé não é oração em seu sentido ordinário de petição, mas oração em sua expressão mais sublime de louvor”.

Extraído do livro: A oração poderosa que prevalece

Autor: Wesley L. Duewel

Editora: Candeia

Capítulo 25 – páginas 169 a 171


 A MÚSICA NO LOUVOR E ADORAÇÃO

 

A música sempre teve um papel importante na adoração a Deus. Há muito tempo atrás, no início da Criação: “as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam.” (Jó 38:7).

A música hebraica era predominantemente vocal. Havia bem poucos instrumentos nos primeiros dias de sua história. A voz humana era o instrumento mais acessível e popular com o qual a música podia ser feita.

A primeira menção bíblica de música e cânticos encontra-se em Gênesis 31:27 e associa-se com a expressão de júbilo. A adoração com cânticos é primeiramente mencionada em Êxodo 15:1-21. Moisés e os filhos de Israel cantaram ao Senhor, Miriã e todas as mulheres, com pandeiros e danças, responderam ao cântico de Moisés.

A escavação do poço em Beer foi celebrada com cânticos (Nm 21:17,18).

Débora e Baraque celebraram sua vitória com cânticos (Jz 5:1-31).

As mulheres de Israel celebraram a vitória de Davi sobre Golias com cânticos (1 Sm 18:6,7).

Quatro mil levitas louvaram ao Senhor com instrumentos quando Salomão foi levantado como rei sobre Israel.

“E os filhos de Israel… celebraram a festa dos pães asmos sete dias com grande alegria: e os levitas e os sacerdotes louvaram ao Senhor de dia em dia, com instrumentos fortemente retinintes ao Senhor.” (2 Cr 30:21).

“E disse Davi aos príncipes dos levitas que constituíssem a seus irmãos, os cantores, com instrumentos musicais, com alaúdes, harpas e címbalos, para que se fizessem ouvir, levantando a voz com alegria”. (1 Cr 15:16).

É obvio que a música e os cânticos são uma parte vital do louvor e adoração a Deus. Isto é retratado em toda a Bíblia de Gênesis a Apocalipse. Hoje em dia ainda é assim. São uma expressão vital, gloriosa e positiva de louvor a Deus.

SATANÁS E A MÚSICA

 

É também verdade que Satanás usa a música muito eficientemente para alcançar os seus propósitos. Antes de sua queda, Lúcifer era um chefe dos músicos. Ezequiel 28:13 nos diz: “a obra dos teus tambores e de teus pífaros estava em ti: no dia em que foste criado foram preparados.” Lúcifer era um músico mestre. Ele deveria usar este dom para a glória de Deus, mas quando se rebelou contra o Senhor e teve que ser expulso do Céu ele prostituiu este dom e começou a usá-lo para o mal ao invés do bem. Ele tem feito isto muito eficientemente até o dia de hoje.

Foram os descendentes de Caim que inventaram tanto os instrumentos de música como os instrumentos de guerra (Gn 4:21,22).

Quando Moisés voltou do seu encontro com Deus na montanha, ele descobriu que os filhos de Israel haviam se afastado de Deus e voltado à adoração de ídolos. Estavam dançando e cantando ao redor do bezerro de ouro. O som de suas músicas era tão confuso aos ouvidos de Moisés que ele não podia discernir imediatamente o significado daquele som.

Este tipo de música, cheio de confusão, tem a marca registrada de Satanás, pois ele é um enganador. Muitas músicas modernas estão repletas de confusão. Transtornam e perturbam as pessoas.

A música devota, piedosa tem um efeito exatamente oposto. Ela acalma ao invés de confundir. Talvez ela nos motive, mas nunca faz com percamos o controle das nossas emoções. Ela nos fortalece, ao invés de nos enfraquecer.

Nabucodonosor, rei da Babilônia, usava instrumentos musicais de várias espécies para induzir as pessoas a adoração da imagem de ouro que ele havia erigido (Dn 3:5-7).

Herodes sucumbiu à música e dança sedutoras da filha de Herodias e tolamente ordenou a morte de João Batista (Mt 14:6).

A música satanicamente inspirada da Babilônia será finalmente destruída quando a cidade da Babilônia for derribada. O som de sua música não mais será ouvido. (Ap 18:22).

A MÚSICA PODE INSPIRAR A ADORAÇÃO À DEUS

 

O Espírito Santo também pode usar a música para a glória de Deus e para a edificação das pessoas.

Observe o poderoso efeito terapêutico que a música ungida tinha sobre Saul (1 Sm 16:23). Davi havia sido ungido por Deus (vers.13). Ele era um músico habilidoso, um compositor dotado e um doce cantor. Quando tocava e cantava sob a unção do Espírito, o espírito maligno se retirava de Saul, o qual passava a se sentir renovado e melhor.

Quando Josafá precisou de um profeta numa ocasião de crise nacional, ele chamou Eliseu. O profeta chamou um músico. “E sucedeu que, tangendo o tangedor, veio sobre ele (Eliseu) a mão do Senhor. E disse: Assim diz o Senhor…” (2 Rs 3:11,15,16). A música obviamente ajudou a criar uma atmosfera e uma disposição para que o dom de profetas operasse.

O rei Davi designou 4.000 homens para que profetizassem com harpas, saltérios e címbalos (1 Cr 25:1).

           

Foi somente quando Israel estava em cativeiro na Babilônia que eles cessaram de cantar e tocar. A música ungida deles cessou e penduraram suas harpas nos salgueiros (Sl 137).

Quando os seus captores babilônicos os incitavam a que cantassem, replicavam: “Como entoaremos o cântico do Senhor em terra estranha?”

           

Quando o cativeiro deles terminou, após 70 anos, voltaram para casa com cânticos alegres e com risos. Havia louvor em seus lábios (Sl 126:1,2). É somente quando a Igreja está em cativeiro espiritual que a sua música ungida cessa. Quando este cativeiro é rompido e as pessoas novamente se libertam, a música, os cânticos, o louvor e as danças e os risos são todos a elas restaurados.

A MÚSICA E OS CÂNTICOS NO NOVO TESTAMENTO 

 

  1. Os discípulos cantaram hinos juntos. (Mt 26:30; Mc 14:26).
  2. 2.      Paulo e Silas cantaram louvores a Deus na prisão (At 16:25). 
  3. 3.      O Apóstolo Paulo instruiu a Igreja com relação aos cânticos ungidos. Eles deveriam cantar: 
    1. Salmos (os Salmos musicados).
    2. b.      Hinos (cânticos de louvor a Deus). 
    3. c.      Cânticos Espirituais (cânticos espontâneos dados pelo Espírito). 

 

Os cânticos da Igreja Primitiva eram louvores ao Senhor. O seu objetivo primário nos cânticos era louvar e engrandecer a Deus. Não cantavam para causarem um impacto ou para entreterem os outros. Os seus cânticos não eram centralizados no homem. Eram dirigidos à Deus, para o Seu prazer somente.

Este tipo de música e cânticos ungidos, dirigidos a Deus com louvor e adoração é muito raro na Igreja hoje. Contudo, Deus está restaurando este ministério ao Seu povo.

Aqui estão algumas sugestões para ajudá-lo introduzir a sua comunidade num ministério de música ungida com louvores a Deus:

  1. Comece todas as reuniões com ações de graças e louvores em forma de cânticos. “Entrai por suas portas com ações de graça, e nos seus átrios com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome.” (Sl 100:4)

 

  1. 2.      Peça em oração ao Espírito Santo que o lembre de cânticos ou hinos apropriados. Deus tem um tema ou mensagem para cada culto. Em geral, cânticos apropriados preparam o caminho para o tema ou mensagem. 

 

  1. 3.      Não tenha medo de cantar cânticos mais de uma vez, ou ainda, uma parte específica deles pode parecer especialmente ungida ou abençoada.

 

  1. 4.      Exorte as pessoas a realmente “cantarem ao Senhor”. Os hinos são muitas vezes cantados porque é a nossa tradição e costume cantá-lo. Temos porém, um propósito muito mais valioso que este, ou seja, cantar ao Senhor, ou dirigir a nossa atenção para o Céu através de cânticos.
  2. 5.      Comece com cânticos de louvor e ações de graças. Permita que as pessoas expressem genuinamente, seus louvores através deles. Os cânticos não são louvores em si mesmos. São meros veículos através dos quais podemos expressar o nosso louvor. É bem possível cantarmos muitos hinos e cânticos sem expressarmos nenhum louvor verdadeiro.

 

  1. 6.      Os cânticos de louvor inspiram as pessoas a adorarem. Em geral começamos com o louvor e em seguida, as pessoas passam progressivamente para os vários níveis do mesmo até que entrem na adoração que é o nível elevado de louvor.

 

  1. 7.      Não “faça correndo” o culto de louvor. Muitos pastores consideram esta parte do culto como uma “preliminar” uma necessidade maçante, porém tradicional. Conceda este tempo para cantar, louvar e adorar. Estes são os atos mais importantes da nossa reunião.

 

  1. 8.      Dê oportunidades para a participação da congregação. Incentive as expressões espontâneas. Alguém pode dirigir a congregação em oração, o que poderá resultar na direção para a reunião. Talvez alguém mais profetize e a exortação venha a fornecer o tema para o resto do culto.

 

  1. 9.      As manifestações do Espírito deveriam ser expressas nos cultos de adoração dos crentes (1 Co 12:8-11). Não “apague” o Espírito (1 Ts 5:19). Incentive a participação e expressão através destes dons espirituais. Contudo o líder designado e ungido deveria em todo o tempo reter a autoridade espiritual sobre o culto.

 

10. Todas as coisas deveriam ser feitas para a edificação mútua. Todas as manifestações bíblicas são legítimas e apropriadas, mas tudo que é feito e a maneira com que é feito tem que ser para a edificação de toda a congregação (1 Co 14:26).

 

11. Evite “contribuições” que geram confusões. “Deus não é autor de confusão.” (1 C0 14:33). Se o culto começar a ficar confuso, tome a frente e tire-o da confusão. Se necessário, faça uma pausa e explique à congregação o que está acontecendo, esclarecendo assim a situação. Use situações assim para ensinar a maneira certa e errada de se fazer as coisas.

 

12. Tudo deveria ser feito para o Senhor e para a glória de Deus. Lembre-se que o alvo de todas as reuniões é glorificar a Deus e edificar os crentes.

 

13. Use um livreto de cânticos ou um retroprojetor para que as pessoas possam participar. Não tenha medo de num dado momento, colocar de lado o livreto e a letra dos cânticos e simplesmente adorar ao Senhor de coração.

 

14. É claro que há certas “técnicas” para a direção de um culto de cânticos ou de louvor, mas você precisa evitar, com todo o cuidado, tornar-se muito mecânico ou formal. Permita que haja uma liberdade subjacente. Seja flexível. Não insista seguir o programa. Seja sempre flexível às direções do Espírito e esteja disposto a seguí-las. Para uma boa direção de louvor e cânticos é necessário muito mais do que a movimentação dos braços, ainda que isto possa ser feito corretamente. A liberdade de Espírito e a espontaneidade são mais importantes que a precisão técnica.

 

15. Procure ficar escondido, para que as pessoas possam “ver a ninguém, senão unicamente a Jesus” (Mt 17:8). Eu me lembro de uma igreja que pastoreei por muitos anos em Brisbane, Austrália. Na primeira vez que subi ao púlpito, vi algumas palavras entalhadas nele. Elas confrontavam todos que subiam àquele púlpito para falarem, ministrarem. As palavras eram: “Queremos ver a Jesus” (Jo 12:21). Sempre deveríamos ter isto em nossas mentes. As pessoas não vieram para verem ou nos ouvirem. Vieram para ouvirem a Jesus. A nossa tarefa, com a ajuda do Espírito, é abrir o véu, para que todos os olhos possam ver o Senhor e adorar diante d’Ele. E isto deveria ser o objetivo mais importante de todos os servos de Cristo que dirigem cultos de louvor.


 

O CULTO A DEUS: AUXÍLIO AO DIRIGENTE

 

Algumas pessoas não acham válido haver na igreja alguém responsável pela direção das reuniões, com receio de que o culto seja produto do gosto pessoal do dirigente. Esse perigo é bem latente nas congregações renovadas, onde não há mais uma ordem pré-estabelecida para as reuniões, o que dá lugar à predominância de gosto pessoal, onde tendem a se destacar aqueles de personalidade mais forte. Mas também não deixa de haver um certo perigo quando as reuniões têm livre curso, onde todos têm liberdade de opinar, pedir cânticos e testemunhar, pois alguns irmãos de ânimo mais forte tendem a dominar o culto. Isto é comum em reuniões nos lares ou de pequenos grupos. Pode até mesmo ocorrer quando o dirigente acha que deve haver liberdade para que os irmãos peçam seus cânticos. O gosto pessoal de cada um acaba predominando e alguns cânticos são solicitados no momento impróprio.

Por isso sou da opinião de que a direção do culto, sempre que possível, deve ser plural. Vários irmãos se aconselham mutuamente, e um deles toma a frente, sempre assessorando pelos demais, que podem a qualquer momento usar da palavra, sem que o dirigente se sinta ofendido. Assim, qualquer irmão que dirija a reunião disporá de conselho e orientação segura. Partindo do pressuposto de que alguém deve ser responsável pela direção das reuniões da igreja, segue aqui algumas sugestões ao dirigente.

Em primeiro lugar, há fundamento escriturístico para que haja liderança ou alguém dirigindo uma reunião. Nesse sentido, creio, não será necessário tecer comentários e, sim, usar de alguns exemplos bíblicos já mencionados neste livro. É o caso de Miriã, que saiu liderando as mulheres em danças e louvor a Deus, logo após a passagem pelo mar vermelho. Outro exemplo é o de Davi instituindo uma ordem de culto em Israel que perdurou por centenas de anos. No culto a Deus, por menor que seja o número de pessoas, é bom haver alguém coordenando, do contrário os louvores serão dispersos e os cânticos serão cantados conforme cada um deseja. Às vezes costumo perguntar numa reunião pequena que cântico soou durante aquele dia no coração de cada um. As respostas são diferentes. Uma pessoa passou todo o dia com um cântico de júbilo no coração, outra com um cântico de contrição. Além disso, há pessoas que têm os seus hinos preferidos que são solicitados nas horas impróprias. Assim, um irmão deve coordenar, mesmo num pequeno grupo, os louvores, e ser, diante da congregação e diante de Deus, o responsável pelo andamento da reunião.

Em segundo lugar, uma pessoa que não adora a Deus não pode levar outros a adorarem. Existe uma maneira de correta de nos chegarmos a Deus. A adoração deve fazer parte da vida de toda pessoa que tem responsabilidade congregacional, seja na direção do culto, liderança de grupos e, principalmente, na vida daquele que ministra diante do Senhor na congregação. O dirigente do louvor e adoração é, pois, uma pessoa que ministra ao povo de Deus. Ministra ao povo quando, recebendo de Deus, conduz a congregação à sua presença. Ministra ao Senhor, porque esse é o conteúdo de todo o serviço e adoração. Aquele que não possui uma vida intensa de comunhão e adoração, não poderá guiar outros na adoração e louvores ao Senhor. Como saber se a pessoa é um adorador? Ela transmite vida não só à frente da reunião, mas também na sua vida íntima e pessoal.

O DIRIGENTE DO CULTO

 

1)     O dirigente do culto deve estar bem preparado – corpo, alma e espírito. Quando ele está fisicamente cansado, o cansaço poderá transparecer e afetar a congregação. Da mesma forma, se sua alma e espírito não estiverem íntegros e retos diante do Senhor, isto afetará o louvor congregacional. Muitas vezes temos que ser sinceros e dizer aos nossos colegas de ministério que não estamos preparados nesse dia para levar o povo à presença de Deus. Se o dirigente bocejar, apoiar-se no púlpito e descansar sobre uma das pernas, toda a congregação notará. Com seu físico descansado e seu espírito avivado, ele ajudará os que estão cansados e abatidos a terem um encontro com Deus, no louvor e adoração.

2)     Em segundo lugar, o dirigente da reunião não pode estar nervoso. Se discutiu em casa, no trabalho, ou se algo não está bem com ele, isto poderá deixá-lo sem condições de dirigir a reunião. Deve ter uma boa disposição bem antes do início do culto. Se seu estado de saúde não o favorece, como uma dor de dente, dor de cabeça ou canseira, é melhor ser bem sincero e pedir que os presbíteros ou, na ausência destes, outros irmãos ministrem a ele, para então ter condições de ministrar ao povo. Muitas vezes o dirigente ou os músicos podem estar sob opressão maligna e, ao serem ministrados antes de ministrarem aos outros, ficarão libertos e purificados de todo o mal.

3)     Em terceiro lugar, o dirigente da reunião deve ser uma pessoa sensível ao Espírito Santo, procurando saber dele o que mais agradará ao Rei Jesus naquele dia. A Bíblia diz que o Espírito glorifica a Jesus. Assim, o Espírito sabe se o Pai quer júbilo ou prostração. Se o Senhor quer ser exaltado como Rei ou como um pai amoroso, como Deus forte, como um guerreiro ou um amigo. O Espírito é quem dirigirá o louvor nesta ou naquela direção. A adoração é o “alimento” de Deus, disse certo pregador. E ele poderá conduzir a reunião, através do dirigente, a profundas experiências.

4)     Outrossim, o dirigente deve pensar previamente como começar, tendo em vista que o início é muito importante. O primeiro cântico é a chave que abre a reunião. Se a unção de Deus na reunião é para levar a congregação a glorificar a Jesus como Rei e o primeiro cântico apresenta como Salvador, no seu amor, na obra da cruz, então o dirigente demorará um pouco a direcionar a reunião para cumprir a vontade do Espírito. Muitas vezes, somente depois do terceiro ou quarto cântico é que se descobre a “mente” do Espírito. Quando procuramos, contudo, saber a vontade do Espírito, podemos entrar em adoração logo no primeiro cântico. Se o dirigente não está certo do que o Espírito quer para a reunião, deve procurar seus colegas pastores, e, na falta destes, os irmãos mais chegados, e perguntar-lhes com que cântico ou de que maneira deve-se começar uma reunião. Nunca é recomendável começar uma reunião com adoração, principalmente quando a reunião tem caráter público, isto é, aberta a pessoas não cristãs. Quando todos somos comprometidos com Cristo, a adoração flui logo, tal a unidade de espírito e fé. Ao contrário, quando há a presença de muitos incrédulos, é necessário começar com louvor e júbilo, e assim todo o espírito de incredulidade será dominado na reunião. A experiência tem mostrado que, muitas vezes, é ainda necessário parar o louvor, e a congregação, como um todo, numa oração de autoridade, repreender toda a potestade maligna.

É muito comum ficarmos, mesmo os crentes, contaminados pela “fuligem” do mundo, do ambiente da escola, do trabalho, dos coletivos urbanos, dos meios de comunicação, etc. Daí a necessidade de uma purificação de nossa vida diante do Senhor. Isto também poderá ser feito começando-se a reunião com pequenos grupos de oração, de forma que um irmão ministre a outro, e assim sejam todos mutuamente purificados nos amor, paz e relacionamento com Cristo. Com isso o caminho para a adoração fica livre.

A Palavra de Deus diz que devemos ter “intrepidez para entrar no Santo dos Santos” (Hb 10:19). Intrepidez significa ousadia, com força, coragem e sem temor. Assim, uma reunião pode ser iniciada com todos orando em grupos ou todos saudando uns aos outros.

5)     O dirigente deve sempre incentivar os irmãos à santificação. “Animador” de culto não existe. O animador está nos clubes, emissoras de rádio e TV. No culto há o ministro. Seu papel é motivar e exortar os irmãos a uma vida de santificação. Animador de corinhos para “esquentar” o ambiente é obra puramente carnal. Os irmãos devem ser ajudados e exortados a se santificarem para uma adoração profunda diante do Senhor.

6)     O dirigente deve facilitar as manifestações simultâneas e espontâneas das pessoas. Nem sempre isso é necessário, pois há momentos quando a congregação espontaneamente expressa seu louvor e adoração. Não é preciso pedir. Elas fluem. Irmão após outro irrompe em expressões de agradecimento, de júbilo, de contentamento, de engrandecimento do nome do Senhor. Mas cabe ao dirigente facilitar essas expressões. Quando o dirigente do culto se limita a cânticos após cânticos, sem parar, inibe as expressões espontâneas. O dirigente que somente se preocupa em cantar com o povo e a falar todo o tempo, limita o louvor aos cânticos. Depois de algum tempo de louvor, o dirigente poderá ficar em atitude de adoração, ou com as mãos levantadas ou de cabeça baixa. A congregação se acostumará aos gestos do dirigente e saberá que é o momento para se expressarem diante do Senhor, não somente em palavras e frases curtas, mas também em cântico espiritual.

7)     O dirigente deve também cuidar do comportamento congregacional. Ele deve sentir o ambiente e o povo. Pode ser que o dirigente queira adorar, mas o clima entre o povo é de júbilo e de danças. Ou poderá ser que o dirigente queira jubilar-se e louvar a Deus, mas o ambiente na congregação é de adoração e de prostração. Se ele não sentir a reação do povo, demorará muito a entrar num fluir dinâmico do Espírito. Isto não quer dizer que o estado emocional da congregação é que deve ditar o rumo do culto. Muitas vezes, contudo, quem está dirigindo a reunião precisa ouvir o Espírito através da congregação.

8)     Depois de descobrir o fluxo do Espírito no culto, o dirigente deve procurar a nota dominante da reunião. Esta pode ser sobre o amor, cura, libertação, exaltação da santidade de Deus, etc. Uma vez conhecido o tema, dirigir a reunião com segurança e firmeza. Um dirigente que fica titubeando, que deixa transparecer indecisão, transmite tudo à congregação. Esta se sente segura, quando o dirigente é firme e seguro. Ele deve ser prudente para não dar a palavra ao pregador depois que o povo já ouviu muitos testemunhos e teve um longo tempo de louvor. Muitas vezes ficamos comprometidos com pregadores que têm de falar ao povo. Mas, se na reunião houve louvor e adoração, testemunhos, palavra profética e ministração individual, quando o pregador for pregar o povo se sentirá cansado. Se o pregador convidado à reunião for uma pessoa compreensiva, também entenderá que não há lugar para uma pregação longa. Podemos limitar a obra de Deus num culto, quando comprometidos em dar a palavra a pregadores convidados. Recordo-me de uma ocasião, quando o louvor e adoração fluíram no meio do povo com muitas palavras proféticas, e tínhamos um pregador de uma outra cidade que nos fora recomendado por colegas. Por estar fora da sintonia da reunião e interessado em divulgar seu programa de evangelização, o culto tomou uma direção contrária à que todos esperavam.

Quando os pastores da congregação acompanham o fluxo da reunião, aquele que será o pregador saberá ficar calado e deixar o culto tomar os rumos que Deus deseja. Os pregadores precisam ser restaurados, para saberem quando devem falar e quanto tempo devem usar.

9)     O dirigente deve atuar em fé. Ele deve conduzir as pessoas a Deus. Muitas vezes, o muito falar prejudica o fluir do Espírito na reunião. Há dirigentes que costumam ficar falando durante um período de silêncio e adoração ou mesmo no meio júbilos. Deve-se falar para levar pessoas a Deus, mas somente o necessário. Falar demais torna a reunião cansativa.

Também é necessário que ele inspire fé. No meio dos louvores e da adoração poderá ocorrer salvação, cura, batismo no Espírito, distribuição de dons entre os irmãos, etc. Basta uma palavra de fé do dirigente para que Deus transforme muitas vidas.

OS MÚSICOS E O DIRIGENTE DO CULTO

 

Os músicos devem se harmonizar com o fluir da unção e adoração. Já dissemos que um músico não convertido pode tornar “profano” aquilo que deveria ser santo. Em regra geral, os músicos de nossas igrejas são jovens, e é necessário que eles tenham a vida purificada. Se eles tocam seus instrumentos apenas por acompanhamento, não estão desempenhando seu papel no culto. Os músicos devem se harmonizar de tal forma com o Espírito que levem a reunião a um clímax de adoração, colaborando assim com o dirigente. Eles podem ter a inspiração de começar um outro cântico antes que o dirigente se aperceba; e, se começarem a tocá-lo, acabam dirigindo a reunião. Os músicos, quando unidos em Deus, podem dar a vibração certa na bateria ou deixar de tocá-la; dar o toque certo na guitarra ou parar e deixar somente o órgão tocando. Ou, todos podem parar de tocar e ficar em adoração. O guitarrista, o organista podem com seus acordes, executar cânticos espirituais. O trompetista pode, no espírito, tocar um solo com seu instrumento de sopro. Quando os músicos se harmonizam com o fluir da adoração, o culto flui no mover de Deus!

E, para finalizar, o culto programado na orientação do Espírito Santo é melhor que o programado pelo homem. Os cânticos comunicam o que estamos vivendo. A congregação que vive uma verdade, prega e canta sobre ela. Assim, quando uma congregação entoa somente hinos de exaltação ao governo de Deus, seu Reino e seu poderio, é porque está vivendo intensamente essa verdade. Se seus cânticos forem somente de cura ou salvação, estas serão as verdades vividas por ela de forma mais intensa. Precisamos ter nossa hinologia restaurada. O dirigente é quem tem a responsabilidade de trazer essa mudança. Que Deus levante muitos dirigentes cheios do Espírito, de poder e de sabedoria!

CONVITE À ADORAÇÃO

 

Uma igreja local que mantém cultos de adoração como atividade normal, é uma igreja vitoriosa na comunidade onde vive! Vemos pessoas  sendo salvas,  atizadas, integradas ao Corpo de Cristo e se tornando um canal de bênçãos às pessoas  que estão ao seu redor. O esforço evangelístico, assim normalmente expresso, dá lugar a uma evangelização natural, fruto da vida normal da igreja. As  campanhas de oração dão lugar a uma vida normal de oração. Não é necessário fazer cultos para cura divina porque elas ocorrem de forma habitual nas reuniões e na vida diária do povo.

Uma congregação que aprende a adorar carregará também o peso pelos perdidos; terá a carga da intercessão e viverá intensamente a comunhão mútua entre os irmãos.

Nesse livro tratamos basicamente da adoração corporativa, contudo não haverá igreja forte no louvor e adoração, se na vida particular de seus membros a adoração for relegada a segundo plano. O cristão que anda pela casa com cânticos de ações de graça em seus lábios, certamente contagiará a reunião da igreja e o próprio Deus! A adoração começa dentro de cada vida, de cada família, de cada grupo de discipulado, tornando-se, conseqüentemente, o fluir normal na vida da igreja.

Não cabe aqui um ponto final neste livro; certamente muitos capítulos serão acrescentados por você; suas experiências encorajarão a que se restaure a adoração na vida da igreja.

Estes 2 capítulos foram extraídos do livro: O ministério de Louvor da Igreja  (uma nova dimensão de intimidade com Deus no louvor congregacional.) Páginas: 127 a 137 Autor: João A. de Souza Filho Editora: Betânia (Todos os direitos reservados)

COMO MINISTRAR UM LOUVOR CONGREGACIONAL

 

 

Existem várias técnicas que podem ensinar qualquer irmão ou irmã a ministrar um louvor diante de Deus para a congregação. Técnicas existem e ajudam, mas o mais importante é ter a certeza de estar no centro da vontade de Deus e do seu chamado específico para o Louvor. Dentre as inúmeras qualidades de um Ministro de Louvor, este tem que primeiro estar com uma vida santa, reta e agradável aos olhos do Senhor. O que ministra louvor tem que estar ministrando também exemplo de vida, de santidade, de amor, desunião e de humildade. Assim o Senhor terá condições de abençoar e ensinar a cada dia mais, como ministrar um Louvor. Ministrar Louvor é levar pessoas a adoração a Deus. Ministrar Louvor é buscar o mover do Espirito Santo na congregação através de cânticos.                     

OS CÂNTICOS CERTOS NAS OCASIÕES CERTAS.

 

O ministro de Louvor tem que ter a percepção espiritual para saber quais os cânticos certos para aquela ocasião, sempre buscando uma linha cujo os temas e mensagens estão de acordo entre si. Não é aconselhável mudar a direção dos temas e mensagens dos cânticos, principalmente no momento de adoração ao Senhor, pois imagine só você cantando um cântico de busca e entrega ao Espirito Santo, e quando começa a sentir um toque, um fluir do Espirito, o ministro muda a direção do cântico e começa a cantar uma música sobre libertação, sobre união entre os membros da Igreja, ou sobre o perdão dos pecados, ou mesmo salvação. É claro que há exceções, mas nem sempre isto deve acontecer. É preciso descobrir o fluxo e sentido das canções de cada cântico, para cada culto e situação. Eis aqui alguns temas e mensagens dos cânticos congregacionais: Exaltação, Adoração, Poder, Perdão, Batismo no Espírito Santo, Libertação, Milagres, Salvação e outros mais.                                  

A COMUNICAÇÃO IDEAL.

 

O bom Ministro é aquele que se comunica bem, canta bem, e tem unção.

É preciso saber falar na hora certa seguindo sempre o fluxo espiritual da congregação. Se o povo não está batendo palmas com firmeza e união, deve-se falar e pedir ao povo que batem palmas todos os povos seno momento de adoração a maioria estiver desligada e destruída pode-se por exemplo pedir para que todos fechem os olhos, que levante as mãos e que comecem a falar palavras de amor, de agradecimento e sinceridade ao Senhor. Se no momento de Louvor perceber que o povo não está cantando e correspondendo pode-se tranqüilamente pedir aos músicos que parem de tocar para ouvir apenas as vozes da congregação cantando juntos, formando um lindo coral de vozes ao Senhor. É preciso sempre manter o controle da situação e quando o povo estiver louvando e adorando o  Senhor em Espírito e Verdade, procurar  não falar nada, apenas deixar que o próprio cântico fale ao coração das pessoas. Falar demais acaba atrapalhando o mover do Espirito Santo nas pessoas e não falar nada, causa vazio no Louvor Congregacional. Jamais dê testemunhos pessoais durante o louvor, ou pregue a palavra, ou abra a Bíblia e comece a ler longos versículos e dar explanações, deixe isso para o decorrer da programação do culto ou podem pensar que você deveria ser um pregador, ou professor de escola dominical e de novos convertidos, e não o Ministro de Louvor da Igreja. Cultos organizados tem hora certa para cada momento.

Nos hinos de Louvores com ritmos rápidos pode-se se expressar com uma voz mais alta e ungida, mas no momento de adoração a voz tem que sempre ser bem suave, de acordo com o cântico, enquanto ministra e se comunica com a Igreja.

Momentos de adoração devem sempre seguir com uma percepção musical suave dos instrumentos e na voz e comunicação do Ministro.

Comunicar certo é conseguir manter o nível excelente de participação dos membros no Louvor e levar pessoas a abrirem seus corações ao Senhor e se entregarem ao Espirito Santo. Um Ministro de Louvor tem que conseguir levar pessoas a verdadeira adoração através de uma comunicação ideal, prudente, sensata e ungida. Muitos só dizem: Vamos aplaudir ao Senhor, Aleluias, Glorias a Deus e Amém. Outros falam demais e acabam transparecendo que querem dirigir um culto, pregar ou até mesmo aparecer.

Mantenha suas palavras de acordo com a recíproca do povo. Assim seu êxito será certo.

POSTURA

 

O Ministro de Louvor tem que estar a vontade no altar. Ele tem que caminhar por todos os lados. Existem Ministros que são como estátuas, ficam parados no mesmo lugar durante todo o Louvor. A Igreja acaba ficando parada, fria e imóvel também. Outros se mexem tanto, correm tanto e fazem tantos gestos que mais parecem atletas excepcionais ou professores de aeróbica. Cansa a congregação só de olhar e acompanhar. O Ministro de Louvor tem que ter a liberdade de caminhar (isto impõe segurança) de se expressar com gestos em alguns cânticos (gera participação da Igreja) de olhar nos olhos da congregação em geral ( mostra confiança e autoridade, e não insegurança, fragilidade e medo de encarar as pessoas, pois tem Ministros que fecham os olhos e esquecem do resto e de observar o fluxo na Igreja) de se ajoelhar em momentos de adoração (mostra submissão e humildade). Tudo isto deve ser com prudência, sabedoria e sensibilidade espiritual. Obedeça sempre o Espirito Santo e tudo será uma benção para você e a Igreja. Onde há o Espirito Santo, aí há liberdade, lembre-se que você é livre para adorar ao Senhor com danças, cânticos, júbilo mas sempre com a reverência que é devida ao nosso Deus.

ESPONTANEDADE.

 

Ministros de Louvor que seguem exatamente aquilo que estava programado nos ensaios e antes dos cultos, podem estar falhando na sensibilidade musical e espiritual. É obvio que não é normal ficar mudando a direção dos cânticos e louvor, mas sempre é preciso estar atento para saber quando deve-se fazer sinal aos músicos para tocarem mais suave, mais baixo ou mais alto, que deixem só a congregação cantando junta, ou que se repita várias vezes o mesmo coro, que faça silêncio absoluto para uma maior busca, entrega e sensibilidade ao mover do Espírito Santo, que se inicie mais uma vez a canção para maior aproveitamento ou que os músicos continuem tocando a melodia da canção para que a Igreja possa cantar um cântico novo pessoal e espiritual. Tem que haver flexibilidade, espontaneidade no Ministro e no período de Louvor, pois a vontade de Deus nem sempre é a do homem, por mais que sejamos organizados e programados.

Como é maravilhoso estar diante de um grupo de louvor, que realmente busca            ministrar através de cânticos de adoração. A tarefa do Louvor é libertar, operar, abençoar os irmãos, é preparar os corações para a palavra de Deus. Um bom grupo de Louvor tem de saber explorar os benefícios que traz a   congregação, quando consegue realmente ministrar a presença do Espírito     Santo de Deus.

Ás vezes se faz necessário dar um reviravolta na maneira de cantar e tocar   os cânticos, geralmente os momentos que, nem se quer estão sendo cantados   por exemplo, são os que mais tocam. Como é bonito ver e ouvir um grupo    inteiro glorificando a Deus, buscando a presença de Deus, todos adorando e   louvando, os instrumentos tocando uma melodia espontânea de adoração, as   vozes bem suaves dos componentes do grupo dando gloria, aleluia, enfim, tendo um período de 5-10 minutos de busca, entrega, e comunhão com Deus. O   Louvor é isso. É uma arma poderosa para trazer renovo de vida a muitas    almas, é arma que quebra corações duros, que expulsa todo poder das trevas, que    toca e salva, que cura e opera grandes coisas. Para isso é preciso que o            Grupo de Louvor esteja totalmente unido e Espírito e amor, que estejam            entrosados, ligados e concentrados no mover do Espirito Santo.

Uma vez eu estava com o grupo de Louvor ensaiando na Igreja. Então apareceu            uma mulher do lado de fora, ela começava a ouvir os cânticos e aos poucos   foi se aproximando ao ponto de ficar olhando atrás da janela de vidro na   porta. A Igreja estava aberta, mas essa porta que dava entrada ao Templo   estava fechada. Na mesma hora pedi para que meu irmão mais novo abrisse a  porta. Continuamos ensaiando, eram poucas pessoas naquela hora, somente eu, o Tecladista e meu irmão. O Grupo ainda não tinha chegado. Enquanto  tocávamos ali e buscávamos a presença de Deus no Louvor, pude notar que   naquela mulher havia algo movendo seu coração. Ela chegava mais perto, mudava de cadeira, fechava os olhos e se ajoelhava. Quando comecei a orar            louvando ao Senhor, percebi que havia uma força contrária tentando impedir   ela de se libertar na presença de Deus. Enquanto o tecladista tocava, pedi  a ele que a partir daquele momento pudesse tocar de todo o seu ser, com   unção, determinação e fé, pois teríamos uma luta espiritual pela frente. Comecei a falar para aquela irmã que Jesus havia lhe trazido ali para poder  operar em sua vida. Ela concordou, disse que estava de passagem por ali, e   que ouvindo o som das musicas (mesmo sendo de origem hispânica) ela podia  entender o significado das musicas e uma paz via sobre ela. Ela afirmou ter   sentido algo dentro dela que a levou até ali. Enquanto o tecladista tocava            numa unção tremenda e eu ali sentindo a presença de Deus cantando, pedi que            ela viesse até a frente para receber uma oração. Fiz o apelo e ela aceitou     Jesus, na oração de confissão perceber que haviam espíritos malignos dentro  dela que a impediam de confessar. Foi quando dei dois passos para trás, e  comecei a louvar ao Senhor em cânticos espirituais espontâneos. Imediatamente aquela pessoa caiu endemoniada e começava a se rastejar pelo  chão como uma cobra que teve sua cabeça pisada e destruída. Impus as minhas  mãos sobre ela e expulsei toda as trevas no nome de Jesus. Isto é uma prova real que o louvor é uma arma de libertação, de milagres,            de renovação e restauração de vidas. É preciso ver de verdade o louvor   operar e nem sempre o mover está nas canções em si, na melodia, no coral   de vozes nem no som dos instrumentos, mas o mover de Deus no louvor se  percebe, se vê, que é nos momentos de ministração espiritual e musical dos   cânticos que acontecem coisas tremendas.

Cante várias vezes o refrão daquela musica de adoração que a congregação   tanto gosta. Cada vez mais suave, 1, 2 , 3, 4 vezes, sem pressa, peça ao    povo que comece a orar em voz alta, que comece a agradecer, que o vocal do   grupo comece a glorificar ao Senhor, comece a cantar cânticos novos e    deixar que o louvor a Deus contagie toda a congregação.

LIDERANÇA

 

É fundamental que exista um líder a frente de um grupo de Louvor. Este tem   que acima de tudo ter um Espírito de humildade, de união e de adorador.

Geralmente quem assume esta posição é o Ministro(a) de Louvor. É aquela            pessoa que ministra os cânticos, que canta e se comunica com a congregação            durante o período de louvor. Muitas pessoas acham que esta pessoa tem que    ter um curso superior, que tem que ter diploma e participado de Seminários   Teológicos e de Música. Eu penso assim também, mas acho que isso não deve    ser determinado, obrigatório e exigido. O Ministro de Louvor tem que Ter  em primeiro lugar o dom, o chamado para ser Ministro de Louvor, muitas    vezes essa pessoa nem mesmo sabe tocar um teclado, guitarra, não sabe ler  partitura e cifras. Ela sabe sim, cantar com júbilo e adoração, gosta de   Louvor, de música gospel e alem de tudo tem o dom de se comunicar bem e    compor cânticos.

A verdadeira escola está na prática, no aperfeiçoamento, do treinamento            específico e na força de vontade e determinação que vem do Espírito Santo.

 Ser líder é saber manter todo o grupo em união, em júbilo. É saber dividir   as responsabilidades com as pessoas certas. É manter a organização em  geral, a decência, é saber ouvir e reconhecer que estamos tratando de seres humanos, portadores de opiniões e sentimentos. Um grupo de Louvor tem que   ter reuniões freqüentes. Pelo menos uma vez por mês reserve um tempo para que todo o grupo possa se reunir, e após uma oração feita por cada um, de   mãos dadas, cada membro possa dizer aquilo que está achando de positivo no    grupo e também aquilo que se pode melhorar. É uma reunião para buscar novas   metas, para melhorar a performance do grupo e não uma reunião de críticas.

Sempre olhando para frente, para Jesus, o autor e consumador da nossa fé. O            Líder tem que sempre anotar os pontos principais da reunião para apresentar    ao grupo, tem que estar sempre buscando alcançar novos degraus. Renovar o   repertório dos cânticos, cuidar para que tudo ocorra bem, orar para que  Deus envie os músicos que ainda faltam, que envie também pessoas   capacitadas para a obra do louvor no vocal e instrumentos.

 Há sempre espaço para mais um no grupo de Louvor, a não ser que seu grupo   já tenha uma orquestra toda formada, é claro. No entanto não se pode Ter    mais que dois tecladistas, pianistas e um baixista tocando ao mesmo tempo.

Se houver muitos músicos em sua Igreja, é válido a opção do Líder de   selecionar novos grupos, e permitir que estes apresentem também freqüentemente, caso se observa uma boa e positiva atuação.

O Líder do Grupo tem que ter a visão do Louvor, tem que manter todo o relacionamento            do grupo em si, do grupo para com seu Pastor, e do grupo para com a Igreja em            perfeita harmonia. O Louvor é realmente muito visado pelo povo e também pelo             Inimigo. Dizem que depois do Pastor Presidente da Igreja, o inimigo tem mais ódio            e perseguição pelo líder do grupo de Louvor. Esses são seus dois alvos principais.

Ser líder é não somente saber liderar e se comunicar bem, é ter um chamado, uma determinação: Ser um vaso de honra nas mãos do Senhor. É uma benção de Deus ser o Ministro(a) de Louvor na congregação. É um cargo visível, que está no campo em que todos gostam: Cânticos de Louvor e Adoração.

É muito bom mesmo estar no púlpito, ser um verdadeiro Sacerdote, um ministrador            de bênçãos no louvor, ver a Igreja louvando, pessoas glorificando, chorando e sendo            restauradas. É muito bom mesmo saber que se tem o controle do grupo, das decisões,            do fluxo musical nos louvores. O Líder tem a condição de implantar seu próprio estilo,            gosto e visão. É uma benção de Deus, mas por outro lado, a palavra de Deus diz:

           “A quem muito é dado, muito se lhe será cobrado”

Qualquer erro, falha, pecado e desobediência de um Líder de Louvor, pode manchar toda a credibilidade do Ministério em Geral.

Existe um preço a pagar. O Preço da olaria de Deus. Peça ao Senhor o dom da sabedoria, o da humildade, coloque-se nas mãos do Senhor e peça a ele que molde sua vida e caráter.

Confie sempre Nele. Saiba que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus  e são amados por ele. Seja um Líder de verdade, seja respeitado, reconhecido, e sempre pergunte aos irmãos (as) o que eles mais gostam na performance de grupo, peça ajuda ao seu Pastor, e reconheça o Senhor em todas as suas atitudes e palavras colocando-o sempre em primeiro   lugar.

Tome as decisões certas e prudentes, sempre em acordo com o Pastor, e saiba separar amizade  de profissionalismo. Tem líderes que não sabem falar não, outros não sabem falar sim.

Seja um que sabe harmonizar tudo com a sensatez e prudência.

Reuna com o grupo e seja sincero, aberto, educado, conte a eles as dificuldades, os planos, peça ajuda e oração, e nos momentos de mais luta e tribulação convoque um jejum geral  de todos os participantes do grupo. Ore sempre de mãos dadas e dê a oportunidade aos membros    de orarem e pedirem as bênçãos de Deus. Olhe nos olhos. Ouça muito e fale pouco.

Todos os seus passos, palavras e atitudes estão sendo vigiados, anotados. E que para Glorificar    o nome de Jesus na sua vida, seja um líder cheio do poder de Deus, da ousadia e intrepidez na   palavra. Tenha uma vida diária de oração e comunhão com Jesus e verá que seu desempenho como Ministro de Louvor, Servo de Deus e irmão em Cristo vai ganhar novos rumos.

Deus te escolheu, Jesus te ama e conta com você e o Espírito Santo te capacita mesmo.


FORMANDO UMA EQUIPE

 

Formar uma equipe de Louvor é o mesmo que formar um Ministério de obreiros dentro da Igreja, o mesmo deve ser tratado e encarado como algo de extrema importância. É de fundamental necessidade, antes de escolher as pessoas para compor um grupo de louvor, o líder ou Ministro de Louvor junto com o Pastor da Igreja,  jejuar e orar fortemente para que a escolha não seja precipitada, pessoal ou fora da vontade de Deus. Todo cuidado é pouco, pois uma escolha errada sempre traz  grandes e perigosos problemas no futuro, não somente para o desempenho do grupo de louvor mas também para todo o crescimento da obra local, e saúde espiritual do corpo de Cristo. É preciso ter a sensibilidade, discernimento e técnica necessária para estar em primeiro lugar escolhendo pessoas que tem o chamado para o Louvor, isto é, Levitas consagrados e chamados pelo Senhor. Muitas vezes por a Igreja estar iniciando, Pastores ou lideres de Louvor chamam qualquer pessoa que aparece na Igreja que demonstra gostar de louvar, tocar ou cantar.  Muitas vezes aparecem irmãos(as) que sabem tocar ou cantar muito bem , e pelo empolgamento colocam na frente da batalha sem orar, averiguar e descobrir como anda a vida espiritual dos mesmos. 

Todo o obreiro deve primeiramente ser testado, para depois ser consagrado e chamado para a obra, e isto sempre deve ser feito também na escolha dos componentes do grupo de Louvor.

Existem milhares de grupos de louvor que erraram nesta formação inicial e hoje passam tremendas lutas e provações porque  colocaram pessoas sem  o chamado para o Louvor, e agora estes estão sendo como que pedra de tropeço.

O Louvor nunca crescerá dessa maneira, o desempenho sempre ficará estagnado, a obra do Senhor terá dificuldades, e principalmente o mover de Deus nunca fluirá durante o Louvor da maneira que Deus quer, tudo isso por uma mal escolha.

Deus desde os primórdios Deus separou um povo exclusivo para louvar- Os Levitas, (Nm 1:50 . Nm 3:6 e 7 .I Cr 23:30)  e hoje não é diferente. É realmente algo muito delicado a formação de uma equipe de Louvor. É algo que antes de mais nada é preciso muita oração e revelação de Deus. A maneira certa para a escolha vem de joelhos dobrados, vem de lágrimas sinceras derramadas nas madrugadas e até mesmo de auxilio de profissionais nesta área. Uma escolha errada mata espiritualmente não somente a performance do grupo, mas principalmente a pessoa que não tem chamado para o Louvor.

Leia Números 1:51 e verá que Deus disse e determinou: “O estranho que se aproximar morrerá”.

Que coisa séria, e que muitas vezes é tratada de qualquer maneira por muitos lideres. Sabedores também que Deus não chama apenas os capacitados , mas que capacita os chamados por ele, temos que analisar o caráter do escolhido(a) para o Louvor.

Se este irmão(a) tem uma personalidade que permite liderar, se este tem espirito de submissão, se sabe ouvir, se sabe mesmo contra sua vontade seguir o conselho e acatar com a decisão do Pastor ou Líder. Saiba que é preciso ser em primeiro lugar servo de Deus e do corpo de Cristo para fazer parte de qualquer cargo ministerial na Igreja, pois os que não tem chamando geralmente nunca concordam com as decisões dos lideres, tem caráter difícil, e não demonstram os frutos do Espirito que é necessário para trabalhar na seara do Senhor. E o pior é que quando se coloca tal pessoa no grupo de Louvor, para depois tirá-la do grupo é muito difícil, pois o mesmo(a) poderia até mesmo por rebelião sair da Igreja e se afastar dos caminhos do Senhor. Que perigo!!! Que situação!!! O que fazer? Em primeiro lugar como disse orar muito antes de tomar qualquer decisão. Para cantar ou tocar num grupo de Louvor é preciso ter chamado e não qualidade vocal e instrumental.

Pois Deus vai capacitando os chamados a cada dia. É preciso também treinar, tomar aulas e se aperfeiçoar, pois sem isso, mesmo o que é chamado nunca irá muito longe em seu ministério de Louvor. O Cantor(a) tem que pegar aulas de canto,  o instrumentista aula com professores ungidos para que cada um cresça em sua área. Pois Deus tem seus professores que são usados exatamente para este propósito: o de ensinar, aprimorar e aperfeiçoar os chamados de Deus. Essa história que os Levitas já nascem sabendo é errônea, pois embora sejam escolhidos desde o ventre, isso não quer dizer que não precisam de auxilio, técnica e aulas de ensino. Saiba que os escolhidos aprendem fácil e os que não são levitas demoram muito para apreender, quando estes chegam e conseguem aprender algo. 

Lembro-me de quando meu Pastor me chamou para liderar o louvor que estava iniciando em nossa Igreja. Que coragem!!!

Eu era desafinado, achava que não sabia cantar ( e até hoje reconheço que preciso aprender muito mesmo) e mesmo assim ele acreditou em min, dando o voto de confiança e cobrindo minha vida de orações. Quando olho para trás vejo que o Pastor Maciel Figueiredo teve antes de mais nada muita ousadia por esta escolha. Mas por ser um servo de Deus, este Pastor me escolheu por ter sentido de Deus uma vocação em min para esta obra. Eu era como Davi, que mesmo pelo seu pai era desprezado e ninguém reconhecia seu valor. Na escolha para o Rei de Israel , Davi foi o último a ser apresentado ao Profeta Samuel. Nem mesmo o próprio Pai de Davi acreditava que ele teria o valor necessário para ser Rei. Mas Davi era o escolhido.

Muitas vezes os escolhidos estão nos bancos das Igrejas, e os que não tem o chamado para o Louvor estão na frente da batalha, enfraquecendo o corpo de Cristo e atrapalhando o mover do Espirito Santo durante o Louvor. Que realidade triste!!!

Formar uma equipe de louvor é uma benção de  Deus quando acertamos na escolha. Pois a Igreja notará o crescimento do mesmo e sentirá que o Espirito Santo de Deus está capacitando cada um, e que o entrosamento está chegando, que a união é visível e real, que as vozes do coral estão se encaixando e a harmonia musical é notável e sensível. Isto é prova de escolha certa. A Igreja sempre será o termômetro que medirá a o fluxo espiritual no Louvor. Se a Igreja louva de coração, em Espirito e em verdade, se a Igreja chora no poder de Deus, se almas são libertas no poder do Louvor, se acontecem salvação de vidas nos cultos, saiba , o grupo de Louvor de sua Igreja está no caminho certo. Aleluias!!! Que maravilha é tal grupo de Louvor.

Este é o papel de um grupo ungido: restaurar vidas, libertas os cativos, salvar os perdidos,  e preparar os corações, almas e Espíritos dos membros para ouvir a Palavra de Deus


COMO COMPOR CÂNTICOS AO SENHOR

 

“Cantai ao Senhor um cântico novo, Cantai ao Senhor porque é Digno de Louvor” (Salmos 96:1 e 4 )

Comece lendo o livro de Salmos, naqueles momentos seus de mais comunhão e intimidade com o Senhor, e ao escutar uma música cristã instrumental tocando suavemente no fundo tente fechar os seus olhos e comece orando ao Senhor em forma de cânticos, solte-se na presença do Espírito Santo e deixe Ele colocar em seus lábios cânticos novos, que Ele possa tomar todo o seu ser, e levar-te a adorá-Lo de uma maneira maravilhosa, sincera, ao ponto de haver uma comunicação entre você e Deus e vice-versa. Abra mesmo seu coração e cante ao Senhor o que de mais profundo existe dentro de você.

Pois quando nos entregamos e temos comunhão com o Senhor, sabemos que naquele momento podemos realizar grandes coisas, e uma delas, é compor cânticos novos, assim como Ele próprio nos pede: “Cantai um cântico novo”

Só não esqueça de gravar antes qualquer experiência como esta, pois você certamente vai querer lembrar de como cantou aquela música, você até dirá:

Puxa, e ficou tão bonito, não acredito que foi eu que fiz isto!

DIRETRIZES

 

É impressionante como se vê hoje no mercado, CD. s com músicas boas, alguns que não saem das prateleiras, dos planos, sonhos e outros que estão fazendo tanto sucesso e atraindo tantas produtoras de peso, pois agradam a grande maioria do povo de Deus espalhado pelas Igrejas.

Porque isso?

Por que existem os compositores(as) que antes de compor suas músicas e CD. s traçam suas diretrizes. Qual a linguagem que adotará, qual público principal, qual seu próprio perfil, quais os temas a serem usados nas canções  e CD, e etc… Aqueles que descobrem qual vocação certa possuem dentro de um estilo musical, são os que estão e sempre estarão em mais evidência no mercado. Pois criar e compor é algo que deve sair de dentro de você naturalmente. Nunca de uma maneira forçada e precipitada. Quando você se posiciona de dentro para fora, quando descobre um universo lindo, cheio de razões para adorar, agradecer e engrandecer o Senhor na sua própria vida, você então terá condições de realizar grandes coisas nas mãos do Senhor. E se existe em você a vontade e certeza de um chamado para Louvor: Acredite mesmo, lute, busque o estudo e a técnica adequada, coloque sempre o Senhor em primeiro lugar, e Ele te usará para Honra e Glória do Seu Nome. Deus está procurando por verdadeiros adoradores.

Seja um deles. Adore ao Senhor, compondo cânticos de Louvor e Adoração. Se você é essa pessoa, que guarda dentro de si o interesse, motivo, prazer e determinação para ser usado pelo Senhor no Louvor & Prepare-se:

O Senhor já está trabalhando na sua vida neste aspecto. É por isso que você está iniciando a leitura deste simples livro de louvor com tanta alegria e vontade de descobrir mais e mais, de aprender mais e mais, de aos poucos amadurecer a idéia de participar do Grupo de Louvor da sua Igreja, ( se ainda não está participando) de crescer na Graça e conhecimento de Deus, de compor, de criar, e de mostrar aos povos o fruto do seu trabalho, que é Louvar, Cantar, anunciar o amor, a salvação e bondade do Senhor Jesus.

Se você é esta pessoa, saiba que o Senhor tem o poder e misericórdia para te usar como instrumento de Louvor. Prepare-se, faça seus planos, comece a sonhar, buscar e traçar suas metas. Quem sabe em breve já estará apto(a) para gravar seu próprio Cd, e ser uma benção nas mãos do Senhor !

Descubra já qual o estilo musical de louvor mais combina com você. Qual o mais adequado ao seu perfil, qual estilo a adotar. Comece agora a traçar suas diretrizes, quanto antes melhor, assim terá mais tempo para amadurecer sua linguagem e estilo musical.

ESTILO MUSICAL DE LOUVOR

 

(A)Se tens mais jeito e desejo de compor cânticos congregacionais, visto ter uma boa comunicação em frente ao público, desejo e vocação de se expressar e trabalhar em grupo e principalmente, tendo a certeza e conhecimento de que é o que você aprecia e ainda acompanhar o trabalho de quem tem se destacado no mercado, siga o caminho certo nesta área e estilo, de pessoas como: Daniel Souza, Asaph Borba, Pr. Bené Gomes, Alda Célia, Comunidade Evangélica Zona Sul, Pr. Claudio Claro e muitos outros; (B)Se sua linguagem é mais pessoal, e gostaria mais de expressar em cânticos suas próprias experiências ou visão e modo de pensar, e se acha que poderia cantar solo, siga uma carreira solo com os temas que mais tocam o seu coração. Neste caso nem sempre é necessário a presença de um grupo de louvor para lhe auxiliar nas apresentações, basta gravar um Playback, e você terá condições de expor seu trabalho de uma maneira certa, usando as diretrizes corretas e linguagem adequada. Ouça cantores(as) e compositores(as) que vem adquirindo sucesso no mercado como:

Aline Barros, Luiz de Carvalho, Cassiane, Carlinho Félix, Léa Mendonça, Marina de Oliveira, Rose Nascimento, Fernanda Brum, Ludmila Feber Sergio Lopes, Mara Maravilha, Nelson Ned e muitos outros; (C) Talvez seu estilo seja canções com ritmos atuais, novos ou modernos, quem sabe poderá formar uma banda e até iniciar um estilo novo de música.

Ore ao Senhor e Ele poderá usar você para formar uma banda ideal, de acordo com os planos do teu coração, uma banda e equipe que trabalhe em conjunto e em prol de uma meta, diretriz, estilo e linguagem. Escute e aprecie bandas como: Kadoshi, Oficina G3, Catedral, Banda e voz, Projeto Vida Nova de Irajá e outros.

Seja qual for seu estilo, o mais importante é ser confiante, estudar, aperfeiçoar, buscar, ter forte desejo, sentir vocação própria, e ter força de vontade no Senhor para ser usado no campo da área Gospel. Leia todos livros que puder sobre Louvor e Adoração, faça aula e cursos vocal, ou peça ao Senhor que mostre qual instrumento você poderá aprender a tocar, se é teclado, guitarra, baixo, bateria, sax, percussão.

Saiba que o Senhor Jesus é poderoso para realizar coisas tremendas na sua vida, e que o Espírito Santo lhe guiará pelas veredas maravilhosas e estará contigo todos os dias, lhe ensinado tudo aquilo que precisa, pois nosso Senhor Jesus não apenas chama os capacitados, mas principalmente, capacita todos aquele que são chamados por ele. (continua) TALENTO, CARISMA, DOM, TÉCNICA E OUTROS PONTOS.


A IMPORTÂNCIA DA TÉCNICA PARA OS LEVITAS

 

Klaus Eduardo Dorte

A IMPORTÂNCIA DA TÉCNICA PARA O LEVITA

 

Mas, o que é técnica, prá que serve, em que ela pode contribuir para a nossa vida.

É o que nós vamos ver agora.

1. O Que É Técnica?

 

Segundo o dicionário técnica  é o lado material de uma arte ou ciência. É a prática, norma, é a especialização. Em suma, técnica é o estudo de determinada  matéria. Um exemplo prático no Louvor são os músicos: eles estudam seus instrumentos em um determinado período para poder exercer suas funções dentro do Ministério de Música. Quanto mais conhecimento tiverem, melhor será o nível do Grupo de Louvor.

2. Para Que Serve?

 

Ela nos serve para aprimorarmos os conhecimentos de determinado assunto. É através dela que desenvolvemos a prática.

3. Como Ter Acesso?

 

Através de escolas especializadas. Em qualquer área que você queira atuar, terá uma pessoa ou um grupo especializado para poder ensiná-lo. Esses mestres também já passaram por isso e continuam sempre se aprimorando para poder dar o melhor nas suas profissões, sejam elas dentro ou fora do Ministério.

4. Em Que Ela Contribui Na Nossa Vida?

 

Todo trabalho de ensino exige da pessoa dedicação. Essa dedicação só é exercida através da disciplina. A disciplina é acima de tudo o respeito que nós temos pelos nossos mestres. A disciplina gera na pessoa humildade e também submissão que é importante para podermos crescer dentro de qualquer área. Para o cristão e acima de tudo o Levita a submissão e a humildade em reconhecermos a liderança do Ministério, dos Pastores na Igreja faz com que o Espírito Santo possa atuar forma mais intensa através de seus membros dando-lhes profecias, curas, libertação e muito mais. A unção do Espírito pode aparecer mais claramente dentro da Igreja.

Lembremos que vários profetas no Antigo Testamento também obtiveram êxito no seu Ministério através de uma preparação específica, ou seja, trabalharam para que Deus pudesse usá-los para fazer seus grandes feitos entre o seu povo. Até Jesus Cristo, na sua infância, foi preparado para iniciar sua vida pública e este é o maior exemplo de disciplina e humildade que podemos ter.

Portanto irmãos, basta seguirmos o caminho que Ele nos deixou e termos fé que o Espírito Santo agirá através de cada um para que a obra do Senhor não pare por falta de pessoas. Jesus Cristo começou sua vida pública aos 30 anos e passou 40 dias no deserto sendo tentado por Satanás antes de morrer e ressuscitar. Moisés passou 40 anos no deserto se preparando para a grande obra que Deus faria através dele: libertar seu povo do Egito.

A nós só cabe perseverarmos na nossa preparação até o momento que Deus lhe pergunte: “Você está pronto prá Batalha?” e nós possamos dizer: “Sim Mestre, eis-me aqui”. Mas para isso devemos ser disciplinados, quebrados e deixarmos Deus trabalhar nas nossas vidas. Lembre-se: Deus dará todas as oportunidades para que você cresça em Espírito e também no conhecimento dos talentos que Ele te deu quando nasceu e a nós cabe-nos não desperdiçá-las alegando falta de tempo ou cansaço.

Asaph Borba nos coloca que Deus chama a todos para a sua obra. Poucos são escolhidos porque não dedicam seu tempo para o propósito de Deus na sua vida.

Seja um escolhido de Deus. Empenhe-se nos estudos. Deixe o Espírito Santo trabalhar na sua vida e que Deus o abençoe no seu Ministério…

Nas Igrejas, normalmente os levitas dedicavam seu louvor e adoração ao Senhor sempre pensando que unção do Espírito Santo por si só já era o suficiente. Ledo engano. A Unção realmente é necessária para que o Espírito Santo se manifeste em nós através do Louvor e Adoração a Deus.

Mas, será que a nossa dedicação ao Ministério também não conta!? Será que o nosso esforço de melhorar cada vez mais através do estudo da Palavra, ao que conta no crescimento espiritual, como também o estudo técnico para um melhor conhecimento e domínio daquilo que temos em nossas mãos não conta para darmos o melhor de nós a Deus!?

Diante de tal pergunta, quero mostrar um pouco da necessidade de estudarmos os padrões técnicos no Ministério de Louvor e Adoração.

QUALIDADE TÉNICA DO LOUVOR É IMPORTANTE:

 

Você já imaginou cantar músicas de Louvor e Adoração sem ter feito um ensaio prévio, sem ter sido preparado uma harmonia, sempre tocando aquele “feijão com arroz” como determinados Ministérios de Música em algumas igrejas fazem? Será que Deus se agrada disso?

Todos nós que somos chamados pelo Senhor a algum Ministério, devemos ter em mente 3 coisas importantes:

  1. Deus nos chamou e devemos dedicar tempo ao Ministério a que fomos chamados: nesse tempo, além de orarmos para pedirmos que Deus nos dirija através do Espírito Santo, devemos também dedicarmos tempo para o estudo. Nesse período devemos ter acima de tudo disciplina que é a essência do aprendizado para depois termos Decisão naquilo que faremos durante o Louvor.

 

  1. Devemos nos dedicar cada vez mais através de treinamento para podermos levar ao Senhor o melhor que podemos dar através daquilo que cantamos ou tocamos. Os ensaios também são muito importante: devemos ensaias exaustivamente até termos a música exatamente como ela é…

 

3. Deus exige que tenhamos habilidade ou seja, toquemos bem o instrumento: em Sm 16.17-18 vimos que o Rei Saul pede que tragam diante dele um “homem que toque bem” para afastar um espírito maligno que o possuía. Esse “homem” era Davi. Podermos ver que Deus só se agrada daqueles que aprimoram suas habilidades para levar diante do Senhor tudo o que temos. Os talentos são dados por Deus quando nascemos, não para que o enterremos, mas para que o façamos crescer em nós para depois dá-los ao Senhor com juros. E o Senhor se agradará de nós.. O Sl 33,3 nos diz: “Cantai-lhe um cântico novo, tocai bem e com júbilo”.

A TÉCNICA NOS LEVA A SERMOS MESTRES:

 

Vemos no livro de Crônicas que os levitas representavam os músicos (I Cr 15.22; 16.4-5 e que eram escolhidos por Deus pela sua habilidade (I Cr 15.16-19) e consagrados, isto é, viviam exclusivamente para levar o povo de Deus em adoração. Isto nos leva a termos consciência do nosso chamado como verdadeiros adoradores, sermos cheios do Espírito Santo e sermos comprometidos com a Igreja local e a sua missão. Todo este comprometimento com a obra nos leva a sermos mestres, ou seja, que tudo aquilo que aprendemos devemos passar aos futuros Ministros. Por fim, levantamos discípulos para que a obra do Senhor não pare na Igreja devido à nossa falta de conhecimento ou por sermos relapso com o Ministério. O Senhor mesmo disse “levantai discípulos”. Mas para isso devemos ter total consagração ao Ministério e ao Senhor. Lembre-se: quando levantamos discípulos traremos unção dobrada à Igreja.

Isto é um pouco daquilo que quero passar aos Levitas de outras Igrejas. Benê Gomes outro dia disse que a técnica é como um copo d’água e a unção a água. Bem, se o copo for pequeno, a unção será pouca. Mas se o copo for maior, a unção também será cada vez maior e maior. Quanto maior for o copo, mais cheia da unção ele ficará.

Por isso irmão, lembre-se: Deus usará você com aquilo que você tem. Se você não procurar aumentar o que você tem, de nada adiantará. Você será substituído por outro que esteja melhor preparado. Mas, o Senhor é fiel àquele que se dedica à sua obra. Por isso, seja um levita legítimo e seja substituído não pelo seu relapso, mas sim por ter levantado discípulos com unção dobrada dentro da Igreja a que congrega e o seu galardão no céu será grandioso na presença do Senhor.

 “Louvai ao Senhor ao som da trombeta, com o saltério e a harpa. Louvai ao Senhor com o adufe e a flauta, com instrumentos de cordas, com síbalos sonoros e vibrantes. Todo ser que respira, louve ao Senhor.”

Sl 150.3-6

Adore, Adore, Adore (só Jesus Cristo é digno – E mais ninguém: Nem Maria, nem qualquer outro “santo”, nem nada) !

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O Lugar do Adorador

“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores”. João 4.23

         Ao lermos este versículo, entendemos claramente a afirmativa que diz que “o Pai procura adoradores”. Quantas vezes já não ouvimos este versículo? Ele tem sido tema de inúmeras meditações e até mesmo de canções devido a sua relevante mensagem. Mas será que diante dele já nos perguntamos: O que eu procuro “de” ou “em” Deus?

  • Procuro as mãos de Jesus – (Lugar de Bênçãos)

        O Senhor é Deus abençoador, que tem prazer em nos abençoar!

 
“Do SENHOR é a salvação, e sobre o teu povo, a tua bênção”.  Salmos 3:8
         Devemos buscar as suas mãos sempre que em situação de dificuldade. Não é errado! O errado é nos interessarmos apenas pelas mãos abençoadoras, e não pelo abençoador.
        Exemplo: Nos Evangelhos vemos o povo Judeu, durante o ministério de Jesus que foi por ele curado, liberto e perdoado. Este mesmo povo que andava às “multidões” atrás de Jesus, foi o mesmo povo que perante Pilatos, diziam sobre Jesus: “Crucifica-o”! (Mc 15.13; Lc 23.21; Jo 19.6)
         Este povo só queria as Bênçãos! Lamentável!
         O Adorador “em Espírito e em verdade” é uma pessoa que procura além das mãos de Jesus.

  • Procuro a companhia de Jesus – (Estar ao lado, Lugar de amizade)

“Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: Apascenta os meus cordeiros.Tornou a perguntar-lhe pela segunda vez: Simão, filho de João, tu me amas? Ele lhe respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Pastoreia as minhas ovelhas. Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas?. João 21.15-17
         Esta passagem mostra bem como Pedro gostava da companhia, da amizade de Jesus. Cada vez que Jesus perguntava a Pedro: – Tu me amas (agapao)? Pedro respondia: – Sim, Senhor, tu sabes que te amo (phileo).
        
(agapao, ágape) – amor de Deus, amor extremado por.
         (phileo) – sentimento fraternal, amizade
         Ou seja, Jesus perguntava se Pedro o “amava” e Pedro respondia que “gostava” de Jesus.
         Ter a amizade de Jesus é maravilhoso, mas o adorador quer mais!
         Temos deixado Jesus participar de nossas vidas plenamente, ou dizemos para o Senhor: – Jesus, eu deixo você trabalhar na minha vida até este ponto. Não vá além! Deste ponto em diante quem manda sou EU! Quem manda no meu dinheiro sou EU! Quem manda na minha amorosa pecaminosa sou EU! Você é um bom amigo, Jesus. Nada além disto!?

  • Procuro a face de Jesus – Lugar de Intimidade 

“Tal é a geração dos que o buscam, dos que buscam a face do Deus de Jacó”.  Salmos 24:6
         Devemos desejar muito, termos intimidade com o Senhor. Assim como um casal, como um filho e seu pai que carinhosamente se tocam na face. Este relacionamento é ímpar.
         Este tipo de relacionamento com Deus não é para qualquer um. É somente para aqueles que são nascidos de novo.
“Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre”.  1 Pe 1.23
         O Senhor deseja relacionar-se conosco no mais alto nível de intimidade.
         Ter uma vida de intimidade com Deus não é algo que acontece uma vez por semana quando participamos de um culto de adoração. É muito mais! Assim como ser um adorador é um estilo de vida, a intimidade com Deus é algo diário.
 
Mas ainda assim haverá momentos em que seremos por ELE tirados da “Face” e levados para outro lugar…

  • Procuro os pés de Jesus – Lugar de ouvir a voz do Senhor, humilhação, sujeição, sacrifício e adoração.

       Lucas 10.41 – Conta a história de Marta e sua Maria. Marta preocupava-se em preparar uma refeição para Jesus. Enquanto Maria, ouvia Jesus, sentada aos seus pés.
        João 12.23 - Fala de Maria que tomou um vaso de alabastro cheio de precioso ungüento e ungiu os pés de Jesus enxugando-os com seus cabelos. Isto é adoração extravagante! Ela não mediu esforços para adorar o Mestre. Jogou-se aos seus pés não importando quem estava ao redor e adorou, adorou e adorou… Não pediu nada… Não determinou nada… Apenas se prostrou aos pés de Jesus, e o adorou!
         Aos pés de Jesus é lugar onde todas nossas preocupações, anseios e frustrações devem ficar. Quando lanço tudo aos pés de Jesus de forma humilde e em sujeição, ouço a sua voz, recebo orientação, consolo, renovação e vitória!
         Mas há ainda um desafio a mais quando chegamos aos pés de Jesus. É o de permanecermos lá. E isto em todos os momentos da nossa vida!
         Quando permanecemos aos pés do Senhor, não temos tempo de ficarmos olhando o defeito dos outros (julgando), ou de nos preocuparmos e falarmos da vida alheia (crítica, fofoca). Estamos ocupados! Quando estamos aos pés do Mestre não temos tempo de ficarmos reparando ou desejando o que o irmão tem ou deixa de ter (inveja). Estamos aos pés de Jesus! E lá é lugar de submetermos nossos sentimentos a Ele, sejam eles quais forem! Aos pés de Jesus, lá é o nosso lugar!
         Lugar também de permanecermos muitas vezes em silêncio com o coração contrito e rendido ao Senhor. Apenas adorando!
Senhor, leva-me aos teus pés!
Autor: Pra. Deise Negrão de Silos da Silva

Estudos Goepel.

Cristão MEDÍOCRE !? Não aceito ser !

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Cego escada

PERDIDO DENTRO DA IGREJA
Pr. Alejandro Bullón

“Entrou na sala sem bater e jogou-se na cadeira em frente da minha mesa. Suava. Era evidente que estava nervoso.

- Pastor, estou perdido! – disse sem rodeios. Apenas três palavras. Seria desnecessário dizer mais para descrever a tragédia de uma alma em conflito. Podia aceitar essa declaração de qualquer outra pessoa, não daquele rapaz. Eu o conhecia muito bem: era um jovem exemplar, um fiel membro da igreja. Mas estava ali, com os olhos lacrimejantes repetindo:

- Pode crer, pastor, estou perdido! Sou cristão de berço. Todo mundo acha que sou um bom membro da igreja. Meus pais acreditam que sou um filho maravilhoso. Os membros da igreja acham que sou um jovem consagrado. Eles até me nomearam Diretor dos Jovens. Muitas vezes ouço os pais dizendo a seus filhos: “Gostaria que você fosse como aquele rapaz!” Todos acham que sou um modelo de cristão, mas não é verdade pastor, eu sou uma miséria. Acabo de fazer algo horrível e não é a primeira vez. Fiquei desesperado, angustiado como das outras vezes. Tive vontade até de morrer. Eu não sou o que todos pensam que sou.

Tentei dizer alguma coisa, mas ele cortou:

- Eu não quero ser assim pastor, eu quero ser um cristão de verdade, mas não consigo. Tenho lutado tantas vezes, tenho me esforçado, mas sempre acabo derrotado.

Doeu-me ver assim aquele jovem.

- O senhor está desapontado comigo, não está? – perguntou depois, com ansiedade.

Desapontado? Eu tinha era um nó na garganta. Procurei esconder minha tristeza, minha dor, porque na realidade o drama não era só daquele jovem. Eu sabia que muitos jovens de minha igreja também vivem essa triste realidade. “Pastor, estou perdido!” Perdido? Sim, perdido dentro da igreja.

É possível estar perdido dentro da igreja? Infelizmente é, sim. Existem os que, como no caso desse jovem, estão perdidos fazendo coisas erradas enquanto ninguém vê, mas existe outra classe de perdidos: aqueles que fazem tudo direito, cumprem aparentemente tudo que a igreja pede, vivem preocupados com detalhes de regulamentos e normas, mas estão igualmente perdidos.

Há um texto bíblico que fala do jovem rico. “E, pondo-se a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele, lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? ninguém há bom senão um, que é Deus. Tu sabes os mandamentos: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não dirás falsos testemunhos; não defraudarás alguém; honra a teu pai e a tua mãe. Ele porém, respondendo lhe disse: Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade. E Jesus olhou para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-os aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste; porque possuia muitas propriedades” (S. Marcos 10:17 a 22).

O jovem rico era um rapaz como qualquer jovem da igreja de hoje. Era membro de uma congregação cujos líderes se preocupavam muito com normas, leis e regulamentos. “Não pode fazer isto”. “Não pode fazer aquilo”. “Fazer isto é pecado”. “Fazer aquilo também é pecado”. Aquele jovem cresceu tendo um conceito errado de Deus. Imaginava-O sentado no Seu trono de justiça, ditando regras, com o rosto sério e uma vara na mão, pronto para castigar o desobediente. Desde pequeno seus pais e os líderes da igreja exigiram o fiel cumprimento de todas as normas. Eram líderes preocupados com a imagem da igreja. O que realmente importava para eles era que as pessoas cumprissem as normas, que fossem bons membros de igreja e nada mais. O jovem rico aprendeu desse modo a cumprir todas as normas e leis. Aparentemente era um jovem bem comportado, ativo na igreja, participava das programações e cultos, podia ser apontado como exemplo para outros, mas alguma coisa estava errada: não era feliz, tinha a sensação de que estava perdido apesar de cumprir tudo. Certo dia anunciaram a chegada de Jesus à sua cidade. A história está registrada no capítulo 10 de São Marcos. Os líderes da igreja, ainda preocupados somente com o cumprimento rígido das leis, foram os primeiros a sair ao encontro de Jesus. O registro sagrado narra assim: “E, aproximando-se dele os fariseus, perguntaram-lhe, tentando-o: É lícito ao homem repudiar sua mulher?” (Marcos 10:2). Você percebe a inquietude daqueles líderes? Sua grande preocupação era apenas com os detalhes.

Seria possível que hoje os líderes também caiam no mesmo erro? “É pecado cortar o cabelo?” “É pecado orar assentado?” “É pecado ter um pátio de recreações ao lado do templo?” “É pecado ir à praia?”

O Senhor Jesus não se deteve muito tempo a discutir com eles. Dirigiu-Se aonde estava um grupo de crianças, colocou-as no colo, com amor acariciou-lhes a cabecinha e beijou-lhes os rostinhos inocentes. O jovem rico ficou emocionado ao ver aquele quadro. Ele nunca poderia imaginar que Jesus fosse capaz de beijar e fazer um carinho. Não era essa a imagem que ele tinha aprendido acerca do Filho de Deus. Pela primeira vez na vida teve vontade de abrir o coração a alguém. Correu quando Jesus já estava saindo da cidade, ajoelhou-se perante Ele e disse: “…Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Marcos 10:17).

Ele estava dizendo na realidade: “Bom Mestre, que farei para ser salvo? Eu sinto que estou perdido. Não tenho certeza da salvação.”

Por que? Acaso não era um bom membro da igreja? Não cumpria todas as normas? Ah! meu amigo, cumprir mandamentos nunca foi sinônimo de salvação. Ser um bom membro de igreja não quer dizer estar salvo.

É, de algum modo, possível obedecer a tudo e estar completamente perdido. Perdido, dentro da igreja!

O Senhor Jesus tentou levar o jovem do conhecido ao desconhecido. O jovem conhecia a letra da lei, as normas, os regulamentos e Jesus lhe disse: “Tu sabes os mandamentos…” (Marcos 10:19).

Este foi um tratamento de choque. “Ele, porém, respondendo, lhe disse: Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade” (Marcos 10:20).

…Mas a angústia não desaparece, o desespero aumenta, a sensação de estar perdido é cada vez maior”. Jesus olhou para ele com ternura e o amou.

Sabe? Jesus também ama você. Não importa se você é pobre ou rico, se é preto ou branco, se é feio ou bonito. Ele o ama. Ele o compreende. Isso é o que diz a Bíblia. Você é a coisa mais importante para Deus, não importa o momento que esteja vivendo. Você, com suas lutas, com seus fracassos, com seus conflitos, com suas dúvidas e incertezas; você com suas deformações de caráter, com seu temperamento irascível, é objeto de todo amor e carinho de Deus. Pode ser que em algum momento de sua vida você sinta que ninguém gosta de você, que seus pais não o compreendem, que seus professores não reconhecem seu valor, que a vida lhe negou as oportunidades que deu a outros, que o mundo inteiro não o aceita. Pode até ser que você não goste de você mesmo. Tudo isso pode, de algum modo, ser verdade, mas Deus gosta de você, Ele o compreende. Neste momento, tenha certeza de que Ele está bem perto de você, pronto a ajudá-lo, a socorrê-lo, a valorizá-lo.

Lá na Judéia, além do Jordão, séculos atrás, Cristo olhou com amor o jovem rico. Viu seus conflitos internos, suas lutas, suas angústias. Viu sua desesperada situação: perdido dentro da igreja, perdido cumprindo todos os mandamentos, perdido obedecendo a todas as normas. “Sabe qual é seu problema, filho?” – disse Jesus – “apenas um: você não Me ama. Em seu coração não há lugar para Mim, em seu coração só há lugar para o dinheiro. Você está disposto a guardar mandamentos, mas você não Me ama, e enquanto não Me amar Eu não aceito nada de você. Não adianta guardar mandamentos, cumprir normas, obedecer regulamentos; se você não Me amar, nada disso tem sentido e você continuará com essa horrível sensação, com esse vazio na alma. Vamos fazer uma coisa, Meu querido filho, você agora vai para casa, tira do coração o amor às coisas deste mundo, coloca-Me como o centro de sua vida, então venha e siga-Me”. A Bíblia diz que o jovem, “…pesaroso desta palavra, retirou-se triste…” (Marcos 10:22).

Que tragédia! Estava mais pronto a guardar mandamentos do que amar o Senhor Jesus. Por quê? Talvez porque é mais fácil aparentar que se é bom do que entregar o coração a Deus.

É possível que você esteja pensando: “Felizmente eu não tenho riquezas”. Pode ser. Mas, às vezes, não precisamos ter riquezas para destronar Jesus do coração. Seria possível você amar mais um artista de televisão do que Jesus. Um esporte, uma namorada, uma profissão, os estudos, coisas até boas, mas que podem ocupar o lugar de Cristo no seu coração. Pode ser até que você ame mais a sua igreja, a doutrina da sua igreja, o nome da sua igreja, do que o Senhor Jesus.

Pergunto: Qual deveria ser a nossa primeira preocupação, amar a Jesus ou guardar normas? Às vezes, estamos mais preocupados que os jovens obedeçam as normas e não que amem a Jesus. O interesse de Jesus é diferente: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração”, diz Ele enquanto bate à porta do coração humano.

Há algo que nunca deveríamos esquecer: é possível de alguma maneira cumprir normas sem amar Jesus, mas é impossível amar Jesus e deixar de cumprir as normas. Então, qual deveria ser o nosso primeiro interesse, o nosso grande objetivo? Se o ser humano amar a Jesus com todo seu coração, será incapaz de fazer algo que magoe o seu Redentor. Sua vida, em conseqüência, será uma vida de obediência.

Sabe qual é o nosso grande drama na vida espiritual? Sabe por que não somos felizes na igreja? Falta amor por Cristo. Estamos na igreja porque gostamos dela, a sua doutrina nos convenceu, o pastor fez um apelo irrecusável. Estamos na igreja porque nossos pais querem, ou então, para agradar aos filhos ou a esposa, ou simplesmente porque todo ser humano tem que ter uma religião, mas não porque amamos a Jesus a ponto de dizer: “Eu não posso viver sem Ti”.

- Pastor – disse-me uma velhinha certo dia – tenho quase 60 anos de casada. Pode perguntar a meu marido e ele dirá que sempre fui uma esposa perfeita. Fiz tudo o que uma boa esposa deve fazer, agi sempre do modo certo, mas, nunca fui feliz.

- Por que? – perguntei.

- Eu não amo meu marido, pastor. – Foi a resposta.

- Mas, então, por que se casou?

A velhinha emocionou-se ao dizer:

- Nos meus tempos de mocinha a gente não escolhia marido. Eram os pais quem escolhiam marido para a gente. Um dia meu pai disse: ‘Filha, daqui a dois meses você vai se casar com o filho do meu compadre’. O enxoval foi preparado. A festa ficou pronta e, faltando dois dias para o casamento, conheci meu noivo. Não gostei. Nunca consegui gostar, mas casei porque tinha que obedecer. Fui uma esposa perfeita, mas nunca fui feliz.

Como ser feliz ao lado de alguém que não se ama? O batismo é uma espécie de casamento com Cristo. Muitos cristãos talvez pudessem dizer: “Senhor, estou na igreja, batizado há cinco anos, ou dez, ou quinze anos. Nesse tempo todo, de alguma maneira, cumpri o que a igreja pede. Mas nunca fui feliz.” Por que? Porque não é possível ser feliz ao lado de alguém que não se ama. Conviver ao lado de alguém que se ama já é uma tarefa desafiante, imagine quando não há amor. Nunca poderemos ser felizes estando na igreja porque nascemos nela, ou por causa da pressão social, religiosa ou familiar. Todos os motivos só têm algum sentido quando o grande motivo é o amor por Cristo. Se não for assim, a vida cristã se tornará um “inferno”, um fardo horrível para se carregar. Fazer as coisas só porque estamos batizados, só porque temos que cumprir as normas de uma igreja que assumimos, só para agradar aos homens é a pior coisa que pode acontecer. Sempre estaremos pensando em sair, abandonar tudo, ou então, quando ninguém vê, estaremos fazendo as coisas erradas.

Todas as normas da igreja, todas as coisas que tenhamos que abandonar, tudo que tenhamos que aprender terá algum significado unicamente quando o amor de Cristo constranger nosso ser. A nossa primeira oração não devia ser: “Senhor, ajuda-me a guardar Teus mandamentos”, mas, “Senhor, ajuda-me a amar-Te com todo meu ser”.

O jovem rico partiu triste e não voltou mais. Estava pronto a ser um bom membro de igreja, mas não a entregar o coração ao Mestre.

Alguma vez você já se perguntou porque está na igreja? Você acha que Cristo veio a este mundo para que as igrejas cristãs estivessem cheias de pessoas tentando portar-se bem ou Ele veio para que as pessoas fossem realizadas e felizes?

Neste momento, embora você não possa vê-Lo, Jesus está aí perto de você com os braços abertos dizendo: “Venha a mim, Filho.”

Está você triste? Venha a Jesus. Ele confortará sua alma cansada. Sente-se só? Venha a Jesus. Ele preencherá seu coração de tal maneira que não sentirá mais o frio da solidão. O peso da culpa de algum erro passado o atormenta? Venha a Jesus. Ele morreu para pagar o preço de seus erros e está disposto a dar-lhe hoje a oportunidade de começar uma nova experiência. Não importa quem é você ou como você viva. Não importa seu presente, nem seu passado. Não importa suas virtudes ou defeitos; suas vitórias ou derrotas. Venha a Jesus e lembre-se: Você é a coisa mais linda que Ele tem neste mundo. Ele o ama e deseja fazer parte de sua vida. Está você disposto a abrir-lhe o coração?

ORAÇÃO

Querido Pai, olha para mim neste momento. Por favor, vem ao meu encontro e torna-Te um Deus real em minha vida. Vive comigo como um amigo pessoal. Tira de minha vida os temores, os preconceitos e as dúvidas e que eu possa encontrar em Ti a paz que meu coração precisa. Em nome de Jesus. Amém

Fonte: http://www.jesusvoltara.com.br

Sede de Jesus !

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Meu nome é Aldo Corrêa de Lima, resido na Cidade de Bezerros – Estado de Pernambuco e sou recém convertido. Tenho sede de Justiça; sede de Jesus; sede da Palavra de Deus sem interferências de qualquer doutrina de qualquer igreja (católica ou evangélica) e quero:

fazer-a-diferenca

Para a Honra e Glória de de Deus !

Amém !

O Que é Fé ?

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fe 

Fé não é só ter esperança, acreditar ou de alguma forma esperar que algo aconteça, mas fé é saber, é ter certeza absoluta! Para nós atualmente a fé perdeu o seu significado.

Hoje em dia a palavra fé significa uma crença vaga e pouco clara numa coisa qualquer.

Hebreus 11:1 diz: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam,” e a palavra traduzida como “firme fundamento” nesse versículo é a palavra grega “hypóstasis”.

Quando traduziram o Novo Testamento do Grego há quase 400 anos, os tradutores ainda estavam confusos com a palavra “hypóstasis”, pois parecia se tratar de algum termo comercial que não era normalmente usado na literatura grega clássica.

Tudo o que sabiam é que significava algo bastante concreto, e por isso traduziram por “firme fundamento”. Mas há poucos anos os arqueólogos desenterraram no Norte de Israel as ruínas de uma velha estalagem. Lá eles acharam um pequeno cofre de ferro que continha os documentos de uma nobre romana que possuía terras e propriedades em Israel.

Quase todos os documentos tinham um grande título: “HYPÓSTASIS”. Eram todos títulos das propriedades dela! Talvez esta romana nunca tivesse visto as propriedades que comprara em Israel, mas sabia que eram dela e podia provar que eram dela porque tinha o título de propriedade.

Alguém prometeu me dar um carro uma vez, e recebi o certificado de proprietário pelo correio. Embora eu nunca tivesse visto o carro nem o tivesse dirigido, eu sabia que era meu porque tinha o certificado de proprietário nas mãos. Então, o que é a fé? É o título de propriedade !

“Ora, a fé é o título de propriedade das coisas que se esperam” (Hebreus 11:1).

Se você pediu alguma coisa ao Senhor mas ainda não viu a resposta, não se preocupe. Se você tiver fé verdadeira, então terá o título nas mãos, e o seu nome escrito nele !

 É seu e mais cedo ou mais tarde você verá o que pediu! David Berg Fé é acreditar sem qualquer desconfiança, Ainda que na frente nenhuma luz exista, Deixando a dúvida e a falta de esperança, Para aqueles que andam apenas por vista.

Confiar nas promessas de Deus, isso é fé, Quando parece que Deus já nos esqueceu, É não duvidar nem vacilar como São Tomé, Nem buscar sinais e lamentar o que não sucedeu.

Fé é acreditar em Deus e nunca esquecer, A esperança dum futuro que um dia virá, Fé é a coragem de acreditar sem esmorecer, Que tudo o que esperamos um dia acontecerá.

“Sem fé é impossível agradar-lhe: pois é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam” (Hebreus 11:6)

Fonte: http://www.clubedaluz.com.br

Se eu quizer falar com Deus !

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Levará apenas um minuto.

Você nunca saberá quando terá tempo pra Deus, num é ?!

Mas, lembre-se: VOCÊ PRECISA SER ABENÇOADO IMEDIATAMENTE, póis nunca se sabe que males se aproximam da gente todos os dias !!!  Boas coisas acontecem quando você menos espera !!!
 

Querido Deus, eu agradeço por este dia. Agradeço por ser capaz de ver e ouvir esta manhã. Eu sou abençoado porque o Senhor é o único Deus, Senhor de todas as coisas, inclusive, do PERDÃO e da COMPAIXÃO.
 

O Senhor tem feito muito por mim e continua me abençoando.
 

Perdoe-me neste dia por tudo que eu tenha feito, dito ou pensado que não era agradecimento ao Senhor.
 

Eu peço agora por Seu perdão, ó Deus.
 

Por favor, Senhor mantenha-me a salvo dos perigos e tormentas. Ajude-me a começar este dia com uma nova atitude de gratidão plena.
 

Preciso fazer o melhor a cada e todo dia, a fim de que a minha mente possa ser purificada de todas as más influências e, assim, eu possa verdadeiramente Te ouvir, Senhor !
 

Por favor, que minha mente possa refletir sobre todas as coisas boas que o Senhor Deus nos proporciona diariamente.  Não me deixe lamentar e me queixar sobre as coisas as quais não tenho controle, nem conhecimento.
 

E esta é a melhor resposta quando eu estiver além do meu limite.
 

Orando, o Senhor escuta o meu coração.
 

Continue a me usar para fazer a Sua obra.
 

Continue a me abençoar para que eu possa ser uma bênção para todos.
 

Mantenha-me forte para que eu possa ajudar os necessitados …
 

Mantenha-me de pé para que eu possa ter palavras de encorajamento para
os irmãos. 

 

 Eu Oro para todos aqueles que perderam e não conseguem encontrar o Seu caminho.
 

Eu rezo para todos aqueles que são oprimidos e mal compreendidos.
 

Eu rogo a ti Senhor por todos aqueles que não Te conhecem intimamente, assim como oro por todos aqueles que não se importam com esta mensagem e, pior, não compartilham-na com outros.
 

Eu rogo a Deus, ardentemente, por aqueles que não acreditam.
 

Mas eu agradeço ao Senhor porque eu acredito que Deus muda as pessoas e as coisas.
 

Eu rezo pela paz, amor e alegria em nossas casas. Que nossos familiares quitem seus débitos e tenham todo alimento que necessitam.  Eu peço para que todos os olhos que leiam esta Oração não sofram sem sentido os problemas, circunstâncias ou situações que não entendem, pois NADA É MAIOR QUE DEUS.
 

Toda batalha está em suas mãos para o Senhor lutar conosco.
 

Eu Oro para que estas palavras possam ser recebidas no coração
de cada um que a leia.

 

Que Deus NOS abençoe !!!
 

Apenas repita esta frase e veja como Deus se movimenta em nossas vidas.
 

Deus eu Te amo e preciso do Senhor. Venha para o meu coração, por favor.
 

Passe esta mensagem ADIANTE.
 

Agora que você já está abençoado !!!

Viu como é simples e bom FALAR COM DEUS.

 

 

E-mail mandado pra mim por uma colega, que mencionou ter sido confeccionado por carlosrra@tractebelenergia.com.br (OBS: Fiz algumas adaptações importantes).

Abramos o coração para JESUS !!!

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jesus-cristo Jesus quer nascer de novo em nós
 
Jesus quer de novo nascer em nós. Basta que tenhamos sensibilidade para ouvir o seu convite, e abertura de coração para acolhê-lo em nossa vida.
É claro que somos livres para aceitá-lo ou não, mas precisamos deixar a salvação entrar em nossa casa e em toda a nossa existência, como verdadeiros filhos de Nossa Senhora.

“Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” (Lc 1,38)

A nossa verdadeira felicidade consiste em dizermos sim à prpoposta de amor de Deus a cada um de nós.
Jesus, eu confio em vós!

Luzia Santiago
Fonte: Canção Nova

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