Jornalzinho nº 06: Batismo Consciente; Cristianismo; Como deve ser o dia a dia do verdadeiro cristão; Espiritismo ? Tô Fora ! e Pais e Filhos

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Jornalzinho nº 05: O que é um Discípulo; Idolatria (Parte 2); Dicas Domésticas; O Corpo de Cristo e A Face do Diabo no Ocultismo !

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Jornalsinho nº 04: Salve-se pela Misericórdia de Deus em Jesus; Estresse Não !; Novas Perguntas Bíblicas; A Bíblia Pode Mudar a sua Vida; Culinária (Pão de Bana) e Deus não Admite ser Trocado por Ídolos !

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Jornalsinho nº 03: Homenagem às Mulheres Cristãs; Novas Perguntas Sobre a Bíblia; Podemos Confiar no que Está Escrito na Bíblia ? e Como Entender a Bíblia !

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Jornalsinho nº 02: “Ficar” Uma Atitude Anti-Cristã !; Você Estuda a Bíblia ? Então Responda !; Proteja os Animais e Ser Cristão é Muito Louco !

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Jornalsinho nº 01: Quem Pode ser Chamado de Cristão ?; A Tigela de Madeira !; Cidadania para Todos e Construa Pontes em vez de Abismos !

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Construa Pontes em vez de Cavar Abismos !

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o-bem-e-o-mal  

Somos construtores de pontes, não cavadores de abismos. Somos ministros da
reconciliação, não promotores de contendas. Somos pacificadores, não
geradores de intrigas. O ministério da igreja é de aproximação das pessoas e
não de afastamento delas. Somos um só corpo e membros uns dos outros.

 Quando um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; quando um membro é promovido, todos se regozijam com ele (Rm 12.15). Para isso, precisamos tomar algumas medidas.

Em primeiro lugar, reconhecer que somos falhos e erramos uns com os outros (Cl 3.12-14).

 

Não somos uma comunidade de pessoas perfeitas. Nós ainda estamos sujeitos a
falhas e tropeçamos em muitas coisas. Isso obviamente não nos dá o direito
de errarmos intencionalmente. A vida cristã não nos dá uma imunidade para
pecar. Precisamos ser vigilantes para não sermos pedra de tropeço para os
nossos irmãos. Porém, o fato de errarmos uns com os outros não anula o fato
de que somos uma só família e um só rebanho. O apóstolo Paulo admite que na
igreja há momentos em que temos queixa uns dos outros.

Em segundo lugar, reconhecer que o caminho do arrependimento e do perdão é a única forma de construir pontes em vez de cavar abismos.

 

Um cristão demonstra sua maturidade espiritual quando reconhece seu erro e tem
disposição de pedir perdão (Mt 5. 23-24). Não há comunidade saudável sem o exercício do perdão. Somos a comunidade dos perdoados e dos perdoadores.

 

Quem não perdoa não pode orar, não pode ofertar, não pode ser perdoado (Mt 6.12).

 

Quem não perdoa adoece emocional e fisicamente. A Bíblia diz que precisamos perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou. Esse perdão deve ser imediato, pleno e definitivo. O perdão sara as feridas, restaura os relacionamentos, produz comunhão e glorifica a relacionamentos, produz comunhão e glorifica a Deus.

Ferir uns aos outros ou guardar mágoas produz doença emocional e desavença
relacional. É tempo de construirmos pontes em vez de cavarmos abismos em
nossos relacionamentos dentro da nossa família e da igreja.

Em terceiro lugar, reconhecer que Deus nos chamou para sermos ministros da reconciliação (II Co 5. 18-20).

Nós fomos chamados para pregarmos a reconciliação do homem com Deus e do homem com o próximo. Nós fomos vocacionados para construirmos pontes em vez de cavarmos abismos. Os filhos do Reino são pacificadores e os pacificadores são chamados filhos de Deus (Mt 5.9). A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Quem ama busca a reconciliação.

Em quarto lugar, reconhecer que nenhuma vitória tem gosto de vitória se a comunhão fraternal é quebrada (Ef 4.1-6).

 

A única vitória que glorifica o nome de Cristo é a decisão de restaurar o que foi quebrado, de aproximar o que foi afastado. Paulo diz: “no que depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18). Ainda diz que se preciso for, devemos sofrer o dano para construir as pontes da reconciliação. A Palavra de Deus diz que devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo.

 

Ele não revidou ultraje com ultraje.

 

Ele rogou ao Pai que perdoasse seus algozes e até mesmo atenuou-lhes a
culpa, dizendo que eles não sabiam o que estavam fazendo. A Bíblia inteira é
um apelo à reconciliação com Deus e a reconciliação fraternal. O apóstolo
Paulo chega a afirmar que se não houver perdão dentro da igreja, Satanás
leva vantagem sobre nós ( II Co 2.10-11) Que Deus nos ajude a amar uns aos outros, a dar a nossa vida uns pelos outros, a perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou e a construirmos pontes em vez de cavarmos abismos.

Fábio José da Silva Bezerra é Pastor da Igreja Assembléia de Deus em Bezerros – PE.

A Tigela de Barro

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Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes. A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.

- “Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai”, disse o filho.

- “Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.”

Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação. Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.

Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos.

Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança:

- “O que você está fazendo?”

O menino respondeu docemente:

- “Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer.”

O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.

Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.

“ Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhe façam…” Mateus 7.12

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